Inflorescência & Flor
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- Osvaldo Rosa di Castro
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CURSO DE BACHARELADO EM FARMÁCIA Inflorescência As inflorescências apresentam frequentemente folhas de proteção (brácteas) com aspecto bastante diversificado: Espata: grande bráctea que envolve a inflorescência (ex. a inflorescência feminina do milho está envolvida por várias espatas). Profª Júlia Beatriz Pereira de Souza, DSc Disciplina: Farmacobotânica Cuité-PB Inflorescência Do latim inflorescentia = flos, floris, flor Tipos de Inflorescência De acordo com a disposição na planta É o arranjo ou disposição das flores sobre o ráquis ou eixo que as sustentam na própria planta, ou o modo pelo qual se apresentam as flores no vegetal. Normalmente consiste em um prolongamento semelhante ao caule, ou raque, provido de folhas modificadas chamadas brácteas. Nas axilas destas brácteas localizam-se as flores. É a disposição dos ramos florais e das flores sobre elas Cimosas simpodial Definidas Presença de uma flor terminal definida no eixo principal da inflorescência Abertura do broto terminal define o crescimento do eixo Desenvolvimento de eixos secundários Floração centrífuga Racimosas monopodiais Indefinidas Crescimento do eixo principal ininterrupto Abertura das flores centrípeta Aparelho reprodutor das fanerógamas Origem: da gêmula do embrião e do próprio caule Importância: polinização Inflorescência Tipos de Inflorescência Indefinidas (Racimosas) Espiga: Flores sésseis inseridas ao longo da raque, muito próximas umas das outras. Identificação de características morfológicas nas monografias farmacopéicas de drogas constituídas de flores, sumidades floridas e de plantas floridas São utilizados muitos nomes citados no assunto folhas para a caracterização morfológica de drogas constituídas de flores, em conseqüência da natureza das flores: Estruturas constituídas por folhas modificadas Echium webii Espádice: Inflorescência em espiga cujo eixo é mais ou menos carnoso com uma bráctea na base (espata) 1
2 Tipos de Inflorescência Indefinidas Tipos de Inflorescência Indefinidas (Racimosas) Umbela simples: Flores pediceladas inseridas em um único ponto, no ápice da inflorescência. Espigueta de trigo Espiguetas de centeio Espiguetas de aveia Espiguetas de arroz Espiguetas de cevada Lantana camara Corimbo: tipo de cacho em que as flores, apresentando pedicelos de comprimento desigual, se situam ao mesmo nível; pode ser simples ou composto Tipos de Inflorescência Indefinidas (Racimosas) Racimo: Flores pediceladas dispostas em uma raque simples. O mesmo que cacho Tipos de Inflorescência Definidas Cimosas Dicásio: A raque subdivide-se em duas partes uma ou mais vezes, portando as flores nas extremidades. Dicásio Monocásio: sobre o eixo primário nasce um ramo que termina em flor e produz um eixo secundário que por sua vez, dá origem a um novo eixo e flor; Monocásio Inflorescência de uma Caesalpinea, um racemo típico Panícula: Corresponde a um cacho composto. Os ramos crescem da base para o ápice e conjunto assume forma cônica ou piramidal com o ápice para cima. Drepânio: inflorescência cimosa escorpióide cujos eixos sucessivos saem sempre de um só lado. Drepânio (Cimo uníparo) Tipos de Inflorescência Indefinidas (Racimosas) Capítulo: Flores inseridas em um receptáculo discóide ou arredondado protegido por brácteas. Tipos de Inflorescência - Compostas Umbela composta: inflorescência ramificada de umbelulas. Foeniculum vulgare (erva-doce) Daucus caarota (cenoura) Tirso: cacho composto com forma dois cones unidos pela base. Um ápice para cima e outro para baixo. Cacho composto 2
3 Tipos de Inflorescência Sicônio: Flores sésseis inseridas em um receptáculo carnoso que se fecha sobre elas, deixando apenas uma abertura no ápice (figueiras). Ciátio: Flores unissexuais dispostas em conjuntos protegidos por brácteas. A flor feminina encontra-se no centro, e as masculinas ao redor. Euphorbia milli Pedúnculo - é ramo de caule em cuja extremidade a flor se forma. Receptáculo - extremidade do pedúnculo onde as peças da flor se fixam. MORFOLOGIA FLORAL Sépalas - folhas modificadas, geralmente verdes, cuja função é de proteção. As sépalas fecham botão floral antes que este se abra. Seu conjunto denomina-se cálice. Pétalas - folhas modificadas, geralmente coloridas, cuja função é proteger os órgãos reprodutores e atrair pássaros ou insetos, que irão transportar os grãos de pólen de uma flor a outra. Seu conjunto forma a corola. Estames - folhas modificadas que são os órgãos reprodutores masculinos do vegetal e cuja função é produzir os grãos de pólen. O conjunto dos estames é chamado de androceu. Carpelos - órgãos reprodutores femininos que formam um ovário onde serão produzidos os óvulos.o conjunto dos carpelos forma o gineceu ou pistilo. Reprodução Sexuada nas Plantas Na flor se inicia o ciclo reprodutor sexual em todas as Angiospermas. Produção de células reprodutoras especiais (esporos), acompanhada por meiose; Polinização; Fertilização; Desenvolvimento do fruto e da semente. Ciclo completa-se com a: Disseminação do fruto e da semente; Germinação da semente. Verticilos Florais: conjuntos formados por peças iguais: Protetores Cálice - sépalas Corola - pétalas Reprodutores Androceu - estames Gineceu - carpelos Receptáculo floral Pedúnculo floral 3
4 Verticilos Florais Formas Aclamídea sem cálice nem corola flores nuas Monoclamídea cálice ou corola Diclamídea Homeoclamídea cálice e corala iguais - perigônio Heteroclamídea - cálice e corola diferentes Conjunto de cálice mais corola chama-se perianto; Perigônio (tépalas) não se distigue cálice e corola Formas Tamanho, número de peças reprodutoras e arranjo das mesmas. Flor típica, dita "completa", - composta por verticilos: Cálice formado por sépalas. Corola formada por pétalas. Androceu formado por estames, de onde se formam o pólen. Gineceu formado por carpelos, que abrigam os óvulos Número de peças por verticilo Características importante na classificação: Flores dímeras - aquelas que têm duas pétalas por verticilo Dicotiledôneas Flores trímeras - diz-se da flor organizada com base no número três, ou seis. Monocotiledôneas Número de peças por verticilo Flores tetrâmeras - diz-se da flor cujos verticilos se compõem de quatro elementos. Dicotiledôneas Flores pentâmeras - diz-se da flor organizada com base no número cinco ou múltiplo. Dicotiledôneas 4
5 Característas: - Cálice Quanto à extensão da soldadura: Soldadura das sépalas Cálice gamossépalo partes terminais livres originando dentes maiores e menores (sépalas unidas) - Corola Conjunto de pétalas Folhas modificadas, mais delicadas Regular ou irregular Gamopétala (simpétala) pétalas soldadas Dialipétala pétalas livres Apétalas flores sem corola Cálice dialissépalo: Sépalas livres na extremidade: bidenteados, tridenteadosm teradenteados, pentadenteados, polidenteados Sépalas soldadas no terço próximo à base: bipartido, tripartido, tetrapartido, pentapartido, polipartido. De acordo com a forma assumida pelas pétalas as corolas são denominadas: Corolas Dialipétalas Papilionácea cinco pétalas desiguais Uma superior e maior estandarte Duas laterais asas Duas inferiores e unidas pelos bordos internos - Cálice - Corola Característas: Quanto à duração da planta Cálice caduco: cai antes ou logo após o antese Cálice decíduo: cai pouco antes ou pouco depois da corola Cálice persistente: persiste após a fecundação e acompanha o fruto Corola dialipétala: pétalas livres. Corola simpétala (o mesmo que gamopétala): unhas das pétalas unidas (formando o tubo da corola), permanecendo o limbo livre A forma do cálice representa uma boa característica para a identificação de drogas. Principais tipos de cálices - Cálice Simetria Floral Classificação Zigomorfas um plano de simetria bilateral Segundo a forma (farmacopéia brasileira) Cálice tubuloso: forma de tubo Cálice campanulado: campânula Cálice turbinado: cone invertido Cálice bilabiado: dois lábios Actinomorfas - com simetria radial (radiada ou regular) vários planos de simetria passando pelo seu eixo Assimétricas sem eixo ou plano de simetria Algumas vezes sobre o cálice aparece uma série de formações de natureza foliar, geralmente menores que as sépalas - EPICÁLICE 5
6 Verticilos reprodutores - Androceu Estames monadelfos: estames unidos pelos filetes num só bloco (ex. hibisco). Androceu É o verticilo reprodutor masculino Estames - Folhas modificadas cuja função é a produção dos grãos de pólen três partes: Antera - parte superior do estame com forma globulosa e cuja função é de produzir os grãos de pólen. Conetivo - local por onde o filete se fixa na parte superior do estame que é a antera. Filete- é a haste que liga o estame ao receptáculo da flor. Estames diadelfos: estames unidos pelos filetes em dois grupos; Ex. algumas espécies das Leguminosae, estames - Androceu - Androceu ESTAMES Soldados entre si ou livres Adelfia soldados pelos filetes Sinanteria soldados pelas anteras Tamanho estames x flor: característica importante em drogas vegetais: Tetradínamos - flores com 6 estames 4 maiores e 2 menores Didínamos - 4 estames 2 maiores e 2 menores Conforme o número de estames o androceu pode ser: Isostêmone - quando o número de estames é igual ao número de pétalas Anisosêmone - quando o número de estames é diferente do número de pétalas Gamostêmone - quando os estâmes estão fundidos uns com os outros Dialistêmone - com os estames estão livres, não fundidos - Androceu - Gineceu A antera contém os sacos polínicos onde se formam os grãos de pólen. Estames definidos: em número igual ou inferior a 10. Estames indefinidos: em número superior a 10. Gineceu ou pistilo Verticilo reprodutor feminino das angiospermas Carpelos - folhas modificadas com os bordos fundidos Constituídos de três partes: Estígma - parte superior do carpelo, rugosa, receptiva ao grão de pólen Estilete - tubo que liga o estilete ao ovário, por onde deve crescer o tubo polínico Ovário - parte basal, dilatada, onde são produzidos os óvulos, que formarão sementes 6
7 - Gineceu - Gineceu Classificação do gineceu de acordo com o número de pistilos: Cenocárpico: vários carpelos unidos originando um pistilo Sincárpico: os carpelos do gineceu cenocárpico estão fechados internamente, existindo várias cavidades ou lóculos (ex. tomateiro, pimenteiro) Paracárpico: os carpelos do gineceu cenocárpico estão abertos internamente, existindo apenas uma cavidade ou lóculo (ex. violeta) - Gineceu - Gineceu Classificação do gineceu de acordo com o número de pistilos: O termo pistilo é utilizado como unidade estrutural do gineceu. Multipistilado ou apocárpico: vários carpelos (pistilos simples) livres ex. morangueiro Dentro do ovário encontram-se um ou mais óvulos. Por vezes o estilete pode faltar, ficando o estigma diretamente sobre o ovário (ex. papoila). Dentro de cada lóculo poderá existir um ou mais óvulos que podem originar uma ou mais sementes. - Gineceu Unipistilado: um só pistilo, podendo este estar representado apenas por um carpelo (monocarpelar) ou por vários carpelos unidos (cenocárpico) Classificação do gineceu de acordo com o número de pistilos: - Gineceu Tipos de gineceu Simples - formado por um só carpelo Apocárpico - formado por diversos carpelos não fundidos. Dá origem a diversos frutos em uma mesma flor Sincárpico - formado por diversos carpelos fundidos que vão formar um único fruto. Monocarpelar: um só carpelo 7
8 - Ovário Unicarpelar, unilocular carpelo único que forma uma só cavidade (lóculo). Encontrado nos gineceus simples e nos apocárpicos Pluricarpelar unilocular - diversos carpelos que formam uma única cavidade. Encontrado nos gineceus sincárpicos Forma frutos com uma única cavidade interna Pluricarpelar plurilocular - diversos carpelos que formam diversas cavidades. Encontrado nos gineceus sincárpicos Forma frutos com o interior dividido em gomos. Tipos de Flores Quanto ao Sexo 2 sexos - monóclinas ou hermafroditas - Ovário Placentação É o estudo da posição em que os óvulos se fixam na parede interna do ovário Posição das sementes no fruto. Tipos de placentação Apenas 1 dos sexos - díclinas Central - o óvulo se fixa no centro e no fundo do ovário. Ex: pêssego, manga, côco Tipos de Plantas Quanto ao Sexo Plantas Monóicas - flores masculinas e femininas na mesma planta os dois sexos são encontrados num mesmo indivíduo, numa mesma flor (monóclina) ou em flores diferentes (díclinas) ex. azevinho, kiwi Parietal - quando o óvulo se fixa nas paredes laterais do ovário. Ex: vagem, amendoim - Ovário Tipos de placentação Plantas Dióicas ou Unisexuadasflores masculinas ou femininas um sexo em cada espécime flores podem ser díclinas. (ex. meloeiro, milho, castanheiro, etc.) Axial - nos ovários pluricarpelares pluriloculares, quando os óvulos se fixam no eixo central formado pelo ponto de encontro dos carpelos. Ex: laranja 8
9 - Ovário Tipos de placentação Difusa - espalhada por toda a parede do ovário. Ex: mamão - Ovário Fecundação em Angiosperma - Ovário Óvulo Transformação em semente - ambiente protegido O óvulo é uma das principais conquistas evolutivas do Reino Vegetal, surgiu com o aparecimento da flor. Produção de gameta feminino dentro de uma estrutura protetora - Ovário Tipos de flores em relação à posição do ovário Hipógina - ovário acima do plano em que as outras peças se fixam no receptáculo. Perígina - as demais peças se fixam em um plano que corta o ovário. Epígina - o ovário é envolvido pelo receptáculo ficando abaixo do plano em que as outras peças se fixam. Sobrevivência do embrião até condições favoráveis para a germinação. Reserva nutritiva necessárias ao crescimento inicial da plântula. - Ovário Óvulo Receptáculo Floral Estrutura complexa não é uma célula Duas paredes protetoras externas: a primina e a secundina Interno - conjunto de 8 células haplóides: uma oosfera; dois núcleos polares duas sinérgides três antípodas Parte dilatada do pedúnculo floral Local de inserção dos verticilos florais Possui estrutura de caule Forma plano, côncavo, convexo, discóide, urceolado Pedúnculo Floral Peça que serve de união entre o receptáculo e o ramo da planta Estrutura caulinar 9
10 Diagrama Floral Polinização Representações gráfica de cortes transversais de botões florais( perfloração) mostrando a maneira com que eles se arranjam na flor. Permite a comparação das flores de espécies diferentes, reconhecimento e classificação. Número de peças em cada verticilo; Posição relativa e se estão concrescidas ou não. Polinização - passagem dos grãos de pólen de órgãos masculinos (anteras) para órgãos femininos (estigma). formação do fruto nos órgãos reprodutores femininos Polinização direta a transferência do pólen se dá da antera para o estigma da mesma flor ou da antera para o estigma de outra flor, mas da mesma planta; Polinização cruzada - os grãos de pólen são transferidos das anteras de flores de uma planta para os estigmas de flores de outra planta. Pentâmera Tetrâmera Trímera Autopolinização Diagrama Floral Fórmula Floral Representação de uma flor para comparação e reconhecimento Letras, números e símbolos gráficos. Quando a flor não possui mecanismos de autopolinização: Entomófila insetos; Anemófila - pelo vento Polinização K = cálice ou S = sépalas C = corola ou P = Pétalas A = androceu ou E = estames G = gineceu ou C = carpelos Quiropterofilia: morcegos Ornitofilia : pássaros. Usa-se algarismos para mostrar o número de peças em cada ciclo e, se estiverem soldadas entre si, coloca-se entre parêntesis. As letras H, P ou E, colocadas no final, indicam se a flor é hipógina, perígina ou epígina Os símbolos " */* "ou " * " indicam, respectivamente se a simetria é bilateral ou radial. Fórmula Floral Da flor acima se pode dizer: Diagrama Floral K5 C(5) A5+5 G(6) H * 1 É acompanhada por uma bráctea 2 É dicotiledônea pentâmera e heteroclamídea. 3 Actinomorfa - simetria radial 4 - Possue cálice dialisépalo (sépalas soltas)e corola gamopétala (pétalas fundidas). 5 - O androceu é diplostémone (o número de estames é o dobro do número de pétalas) e tem dois ciclos concêntricos de estames 6 - O gineceu é sincárpico, formado por seis carpelos fundidos que formam um ovário pluricarpelar plurilocular, com placentação axial. Pela fórmula floral que a acompanha, pode-se ver que a flor é hipógina e, portanto, tem ovário súpero. Estrutura Polinização Anemófila Polinização Entomófila Flores Anteras Grãos de Pólen Estigmas Pequenas, pouco visíveis, pétalas geralmente verdes, sem aroma ou néctar. Grandes fracamente ligados ao filete, muitas vezes os estames estão suspensos por fora da flor. Lisos, em grande quantidade e leves. Plumosos, pendendo do lado de fora da flor. Adaptações das estruturas de flores aos tipos de polinização. Relativamente grandes, ou inflorescências notáveis, geralmente com nectários. Menores, firmemente unida ao filete. Normalmente não sobressaem das flores, situadas no interior das pétalas força os insetos a roçarem nelas. Com saliências pontiagudas, em pequena quantidade, às vezes formam aglomerados. Planos ou lobulados e pegajosos, no interior da flor. 10
11 Flores com Importância Farmacêutica Alfazema Lavandula officinalis Chaix. Ex Villars Lavandula intermedia Loisel Lavandula vera DC Lavandula angustifolia (L.) Miller Família: Labiatae Componentes: óleo essencial (ésteres, álcoóis linalol, hidrocarbonetos. Propriedades: cicatrizante e anti-séptico Uso: aromatizante, perfumaria Flores com Importância Farmacêutica Macela Achyrocline satureoides (Lam.) DC Família: Compositeae Componentes: óleo essencial, flavonoides Uso: digestivo, antiespasmódico, carminativo, colagogo, emenagogo, eupético Mamoeiro Carica papaya L. Família: Caricaceae Componentes: alcalóide carpaína, papaína... Uso: expectorante, sedativo, antiespasmódico, digestivo Flores com Importância Farmacêutica Arnica Arnica montana L. Família: Compositae Componentes: óleo essencial Uso: traumatismos Calêndula Calendula officinalis L. Família: Compositae Componentes: saponinas, glicosídeos, óleo essencial, flavonóides, calendulina (corante) Uso: emenagogo, contusões, queimaduras Disse a flor para o pequeno príncipe: é preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Antoine de Saint-Exupéry Flores com Importância Farmacêutica Cravo-da-ìndia Syzigium aromaticum (L). Merril et Perry (= Caryphylus aromaticus L.) Família: Myrtaceae Componentes: óleo essencial, eugenol, cariofileno. Uso: estimulante estomacal, aromático, eupéptico, carminativo, saporífero Laranjeira (Flor) Citrus aurantium L. Família: Rutaceae Componentes: óleo essencial Uso: aromatizante de bebidas e medicamentos, antiespasmódica, calmante. 11
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