RAIZ PRISCILA BEZERRA DE SOUZA

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1 RAIZ PRISCILA BEZERRA DE SOUZA

2 (Willis, 2002) Adaptação das Plantas à Vida Terrestre Estrutura, forma e reprodução Proteção contra a dessecação; Reprodução que não dependesse predominantemente da água; Presença de órgãos especializados na absorção de água e sais minerais;

3 Raiz Funções: Fixação; Absorção. Outras funções desempenhadas por raízes são o armazenamento de reservas nutritivas, e condução.

4 Adaptação a diversos ambientes.

5 RAÍZES AÉREAS

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9 (Azevedo et al., 2004) Origem da Raiz Meristemas Apicais em Embrião e Plântula de Feijão

10 Gimnospermas e Dicotiledôneas Monocotiledôneas

11 Regiões constituintes da estrutura interna da raiz primária Epiderme; Córtex; Cilindro Vascular ou Estelo.

12 EPIDERME Apresenta, geralmente, cutícula delgada; Presença de pêlos. Corte longitudinal Relacionados à absorção. Raiz de plântula de capim (Agrostis tenuis) mostrando os pêlos radiculares. Os pêlos radiculares medem cerca de 1,3 cm de comprimento.

13 CÓRTEX Células parenquimáticas com paredes delgadas e pequenos espaços intercelulares. Cloroplastos não são comuns, mas o amido é freqüente.

14 CILINDRO VASCULAR OU ESTELO Constituído pelos tecidos de condução

15 Cortes transversais do cilindro vascular da raiz de amora (Morus alba) mostrando a maturação do xilema primário.

16 Raiz Súber endoderme periderme Xilema secundário Câmbio Floema Secundário

17 CAULE

18 CAULE Caracteres gerais: Corpo segmentado, dividido em nós e entrenós; Presença de folhas e botões vegetativos; Geralmente aclorofilados; Geralmente aéreos; Geralmente geotropismo negativo; Fototropismo positivo.

19 CAULE Importância econômica: Comercial; Industrial; Medicinal; Alimentar.

20 Funções: CAULE Sustentação da planta; Condução de seiva (xilema e floema); Formação de ramos laterais, folhas, flores; Crescimento e propagação vegetativa; As vezes, fotossíntese (caules herbáceos) e reserva de alimentos (Batata inglesa). Armazenamento de substâncias (água) Flutuação (plantas aquáticas aerênquima) Crescimento em altura

21 CAULE Origem: Gêmula do caulículo do embrião da semente; A partir das gemas caulinares.

22 Morfologia CAULE

23 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos = Eretos (tronco, haste, estipe, colmo, escapo); Rastejantes; Trepadores (Volúveis); Estolão. Subterrâneos = Rizoma, tubérculo, bulbo. Aquático.

24 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos = Eretos: Tronco

25 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos = Eretos: Haste

26 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos = Eretos: Estipe Colmo

27 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos = Eretos: Escapo Rastejante

28 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos: Trepadores

29 CAULE Classificação quanto ao habitat: Aéreos, apoiados sobre o solo ou subterrâneos enterrado no solo: Estolão

30 CAULE Classificação quanto ao habitat: Subterrâneo: Rizoma Tubérculo

31 Tubérculo Nós

32 CAULE Classificação quanto ao habitat: Caule subterrâneo reduzido composto por um prato e rodeado por catáfilos (folhas modificadas para armazenamento de substancias) Bulbo Prato Catáfilos

33 Bulbo tunicado Catáfilos Bulbo composto Prato

34 CAULE Classificação quanto a ramificação: Ramificados Monopodial Simpodial

35 Crescimento longitudinal Monopodial: eixo principal com predominância do crescimento da gema apical) Simpodial: O crescimento do ápice é periodicamente suplantado pelas gemas laterais Monopodial Simpodial

36 CAULE Classificação quanto a consistência: Herbáceo Sublenhoso Lenhoso

37 CAULE Classificação quanto a forma: Cilíndrico; Cônico; Anguloso; Comprimido ou achatado; Sulcado; Estriado; Bojudo ou barrigudo

38 Adaptações: CAULE Cladódios

39 Adaptações: CAULE Gavinha s

40 Espinhos - estruturas endurecidas e pontiagudas, podem ter diversas origens e é de natureza endógena. Espinhos e acúleos Acúleos - estruturas pontiagudas superficiais e sem ligação com sistema vascular do caule.

41 Adaptações: CAULE Acúleos Espinhos

42 Caule alado

43 Caule bojudo ou barrigudo

44 ANATOMIA DO CAULE

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46 FOLHA

47 Folha Características gerais: Expansão lateral do Caule; Órgão laminar com simetria bilateral; Crescimento Limitado; Coloração verde (clorofilado); Inserção Nodal; Gemas nas Axilas.

48 Folha Importância: Metabolismo da Planta; Purificação do Ar (Seqüestro de CO 2 ); Uso Alimentar, Medicinal; Industrial, em adubação, etc.

49 Folha Funções: Fotossíntese (nutrição); Respiração e Transpiração; Condução e Distribuição da Seiva;

50 Folha Morfologia: Partes constituintes da folha ou seja morfologia

51 Folha Origem: Gêmula do embrião da semente. Exógena, como expansões laterais.

52 Nomenclatura Foliar Folha Incompleta: Quando falta umas das três partes constituintes. Peciolada Séssil Amplexicaule

53 Folha Nomenclatura Foliar Perfolhada ou Perfoliada Adunadas Fenestradas

54 Folha Nomenclatura Foliar Heterofilia Filódio

55 Folha Nomenclatura Foliar Invaginantes Pecíolo Alado Peciólulo

56 Folha Nomenclatura Foliar Pseudocaule Pulvino

57 Nervação Folha Folha paralelinérveas: com nervuras secundárias paralelas a principal, quando esta existe. Folhas peninérveas: com nervuras secundarias ao longo da principal.

58 Nervação Folha Folhas palminérveas: com nervura que saem todas do mesmo ponto, divergindo em várias direções.

59 Folha Nervação Folhas curvinérveas: com nervuras secundarias curvas, em relação a principal.

60 Nervação Folha Folhas peltinérveas: nervura das folhas peltadas, com nervuras irradiando do pecíolo que se insere no centro ou próximo, na face dorsal do limbo.

61 Filotaxia Alterna Folha Quando só há uma folha em cada nó, ex. Annonaceae.

62 Filotaxia Oposta Folha Com um par de folhas em cada nó, uma em frente da outra; com os subtipos: Oposta dística: pares alternadamente superpostos, em cada dois planos.

63 Filotaxia Oposta Folha Oposta cruzada: se cada par cruza, em ângulo reto, com o par seguinte.

64 Folha Filotaxia Simples Verticilada Com três ou mais folhas em cada nó, formando um verticilo foliar.

65 ANATOMIA DA FOLHA

66 Partes Constituintes Conceitos - Funções Folha Limbo Pecíolo

67 Definição: Órgão aéreo; consiste na expansão lateral do caule é o principal órgão responsável pelo processo de assimilação. Características: Órgão laminar de formato variado; Duas faces distintas: Adaxial (sup.) e Abaxial (inf.); Nervura mediana (principal) e secundárias; Dicotiledôneas e monocotiledôneas; Tricomas na epiderme; Folha Unidades vasculares com ou sem bainha.

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71 FLOR

72 Flor Características gerais Constituída de folhas modificadas com diferentes especializações. Origem Metamorfose foliar progressiva.

73 Morfologia: Flor

74 Partes constituintes Pedúnculo Pedicelo Receptáculo

75 Quanto ao pedúnculo e pedicelo Pedunculada e pedicelada: com pedúnculo e pedicelo. pedúnculo pedicelo

76 Quanto ao pedúnculo e pedicelo Séssil: sem pedúnculo e sem pedicelo.

77 Partes constituintes Verticilos Florais (Externos) Cálice: conjunto de sépalas Corola: conjunto de pétalas Cálice Corola

78 Partes constituintes Verticilos Florais (Internos) Verticilos reprodutores Androceu: conjunto de estames Gineceu: conjunto de carpelos Androceu Gineceu

79 Quanto ao sexo Unissexual feminina presença do gineceu e ausência do androceu. Unissexual masculina - presença do androceu e ausência do gineceu. Feminina Masculina

80 Quanto ao sexo Hermafrotida dois sexos na mesma flor. Estéril androceu e gineceu não funcionais e ausentes, respectivamente. Hermafrodita Estéril

81 Quanto à posição relativa do gineceu HIPÓGINA demais verticilos abaixo do ovário receptáculo plano a convexo ovário súpero

82 Quanto à posição relativa do gineceu: EPÍGINA verticilos acima do ovário receptáculo escavado concrescente com todo o ovário ovário ínfero

83 Quanto à soldadura das sépalas Gamossépalo quando as sépalas estão soldadas entre si, em maior ou menor extensão. Dialissépalo quando as sépalas são livres ou isoladas. Gamossépalo Dialissépalo

84 Quanto à soldadura das pétalas Gamopétala quando as pépalas estão soldadas entre si, em maior ou menor extensão. Dialipétala quando as pétalas são livres entre si. Dialipétalo Gamopétalo

85 ANDROCEU Conjunto de estames Morfologia do Estame: filete: haste geralmente filamentosa encimada pela antera. conectivo: tecido pouco ou muito desenvolvido, que une as tecas da antera. antera: porção dilatada, geralmente com duas tecas, onde são formados os grãos de pólen.

86 GINECEU Conjunto de carpelos Morfologia do Pistilo: Ovário - parte basilar dilatada que pode ter um ou mais lóculos, onde se acham os óvulos. Estilete parte tubular, mais ou menos alongada, em continuação ao ovário. Estigma parte geralmente superior que recebe o pólen.

87 Polinização Transferência de grãos de pólen de uma flor para outra, seguida de fecundação (união de gametas) Autopolinização Polinização cruzada

88 mamíferos Polinização por animais insetos aves Atrativos: - cor - odor - tamanho - hora de antese (abertura) Recompensas: - néctar - pólen comestível

89 ... E se a flor não for atraente????

90 Inflorescências Reunião de flores geralmente formando um conjunto atraente a animais polinizadores. Lantana Barbatimão Sibipiruna

91 Inflorescências com brácteas Copo-de-leite Antúrio Bico-de-papagaio

92 Inflorescências com flores petalóides

93 Inflorescência Posição Axilares Inflorescência na axila de folhas. Terminais Inflorescência no final do ramo.

94 FRUTOS

95 FRUTO Definição: fruto é o ovário desenvolvido com as sementes já formadas.

96 Constituição FRUTO Epicarpo ou exocarpo - camada externa proveniente da epiderme externa da parede ovariana Mesocarpo camada intermediária proveniente do mesófilo carpelar, quase sempre de grande espessura, podendo ou não acumular reservas. Endocarpo camada mais interna proveniente da epiderme interna da parede ovariana que se acha em contato com as sementes.

97 FRUTO Endocarpo - quando lenhificado, constitui o caroço

98 FRUTO Endocarpo - pode ser comestível, como na laranja

99 Quanto ao número de sementes Monospérmicos: uma só semente Dispérmicos: duas sementes Trispérmicos: três sementes Polispérmicos: várias sementes Azeitona monospérmico Chichá polispérmico

100 Quanto à consistência do pericarpo Secos: epicarpo e mesocarpo não-suculento Carnosos: epicarpo e mesocarpo espesso e suculento Secos Carnosos

101 Quanto à deiscência a) Deiscentes: abrem-se quando maduros Seco deiscente Carnoso deiscente (melão de são caetano)

102 Quanto à deiscência b) Indeiscentes: não se abrem Seco Indeiscente Carnoso Indeiscente

103 Classificação Frutos simples: resultam de um ovário apenas, de uma só flor monocárpico

104 Fruto composto Frutos (originados de uma flor com vários ovários) que se fundem flor com vários ovários amora figo

105 Fruto múltiplo ou infrutescência Frutos (originados de várias flores) que se fundem

106 Pseudofruto Resultam de uma só flor, quando outras partes florais, além do ovário, participam da sua constituição, tornando-se a parte comestível.

107 ADAPTAÇÕES Frutos e dispersão de sementes

108 Fruto ou Fruta? Fruta: nome popular usado para discriminar parte de um vegetal geralmente adocicado Fruto: termo botânico que representa o ovário de uma flor desenvolvido. Exclusivo de angiospermas Funções: - Proteção da(s) semente(s) - auxilia na dispersão da semente

109 Ingestão por animais ADAPTAÇÕES

110 Ingestão por animais ADAPTAÇÕES

111 ADAPTAÇÕES Pêlos de animais carrapicho

112 ADAPTAÇÕES Pêlos de animais

113 ADAPTAÇÕES vento Asteraceae Dente-de-leão

114 vento ADAPTAÇÕES Chorisia paineira

115 ADAPTAÇÕES vento sâmara

116 ADAPTAÇÕES Mamona: explosão do fruto

117 água ADAPTAÇÕES

118 OBRIGADA!

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