Gestão de Obras. Sumário
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- Vinícius Carlos Caminha
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1 Gestão de Obras Capítulo 5 Sumário Descrever equipamentos Classificação Selecção Abordar aspectos relacionados com a gestão de equipamentos Processos básicos de gestão Atribuição de custos Rendimentos Exemplos 1
2 Objectivos alunos Descrevermais detalhadamente um recurso (equipamentos); O que fazem? Como pesquisar? Alunos terão de ser capazes de fazer esquemas de equipamentos de memoria e descrever em 2 a 3 linhas que trabalhos fazem; Desenvolver aspectos de gestão de equipamentos ilustrando conceitos teóricos anteriores. Saber associar equipamentos a trabalhos específicos (transporte em obra, fabrico de betão, transporte e bombagem betão). Fazer esquemas de equipamentos e instalações a usar no estaleiro ligar a capitulo 6. Capítulo 5 tudo Apontamentos Capítulo 8 páginas 1 a 7 pontos 8.1 a 8.3 2
3 Desmonte rocha: processos tecnológicos e equipamentos pá e picareta Compressor, martelo e explosivos Perfuradoras (jumbo, etc) Químicos expansivos Ver tbfichas A7 e A8 3
4 Classificação de equipamentos Classificação (19 classes) Equipamentos mais usados ID da ficha/nome do equipamento Classe 1 -Águas e esgotos Imagem (exemplo) Grundfos MQ3-35 *Imagem e modelo obtidos por pesquisa usando marca referida na ficha Características Marcas comerciais 4
5 Selecção de equipamentos O leque de opções inclui: equipamentos existentes equipamentos a adquirir equipamentos a alugar O procedimento a adoptar é o seguinte: 1º Fazer a selecção tecnológica independentemente da solução disponível, ou seja, pensar no equipamento mais conveniente em termos técnicos para a realização do trabalho 2º Calcular o rendimento mínimo médio do equipamento de modo a satisfazer os prazos disponíveis 3º De entre as soluções possíveis estudar o respectivo custo e escolher a solução mais económica Selecção económica de equipamentos 0 P P1 equipamento A P1 P P2 equipamento B P2 P equipamento C Nota: Desta forma calcula-se Ct em função da produção a atingir Custo total deve ser calculado a partir da equação: Ct= Ct(T, P) Análise deve incluir equipamentos de aluguer. 5
6 Gestão de equipamentos Processos básicos de gerir o equipamento numa empresa: a) o sistema de gestão pelo Director da obra; b) o sistema de gestão por um serviço especializado de equipamentos; c) o sistema misto. Pelo Director de Obra A aquisição, manutenção, uso e aluguer estão exclusivamentea cargo do Director da obra. É aplicávelemgrandesempreendimentos e a única solução para Empresas de pequena dimensão. 6
7 Vantagens Não há encargos com a exploração de um parque central de máquinas. A selecção do equipamento é feita em função das características específicas de cada obra a efectuar. O equipamento é, em princípio, bem cuidado (condições de uso e manutenção) já que no fim da obra terá que ser avaliado (para recuperar parte do investimento feito) e há todo o interesse em obter um valor alto (logo uma depreciação mínima). Inconvenientes Há desperdícios de economia de escala uma vez que não se considera a continuidade de trabalho e, portanto, não se aproveitam as informações de um planeamento a longo prazo. Em princípio não há reservas para imprevistos(apenas se compra o indispensável). Dado o número escasso de equipamentos torna-se economicamente inviável a montagem, em estaleiro, de uma oficina especializada pelo que é difícil a manutenção e reparação dos equipamentos (em obras pequenas) Por um serviço especializado de equipamento O equipamento utilizado por todas as obras de uma empresa é gerido por um departamento central especializado (ex.: departamento de equipamentos). 7
8 Vantagens As que correspondem aos inconvenientes do sistema de gestão pelo Director da obra. Permite a realização de estudos técnico-económicos cuidadosos (através de uma contabilidade de custos e controlo de resultados) sobre a utilização de equipamentos em alternativa. Aquisição de equipamento especializado caso se preveja um grau de utilização suficiente. Inconvenientes As que correspondem às vantagens de gestão pelo Director da obra Custos de transporte entre o parque central e cada uma das obras elevados. Por um sistema misto os equipamentos são geridos pelo Departamento Central sempre que não estão afectos a uma obra ou estão em revisão na sede. Os equipamentos são alugados pelo Serviço Central às obras. Nas obras, o Director de Obra encarrega-se da sua manutenção e operação, recorrendo a serviços externos ou ao Departamento Central da Empresa tendo em conta os melhores preços. É este o modo usual de operação seguido pelas médias e grandes empresas portuguesas. 8
9 Por um sistema misto (cont ão ) Na óptica do Director de Obra, solução permite escolher melhor solução dentro ou fora do parque da empresa (será sempre um custo para a sua obra: gestão cuidada) Departamento de equipamentos recolhe informação útil para tomada de decisões (Que equipamentos vale a pena adquirir? Em que situações?...). Mantém uma BD de custos alargada e actualizada. Vantagens e Inconvenientes Dadas as características do sistema ele procura aproveitar as vantagens e minimizar os inconvenientes dos outros dois. 9
10 Atribuição de custos Atribuição aos custos directos Atribuição aos custos de estaleiro Atribuição dos custos fixos aos custos de estaleiro e dos variáveis aos custos directos qualquer processo rigoroso de atribuição de custos de equipamentos tem custos de gestão muito elevados Atribuição aos custos directos Possíveldesdequeo equipamentoestejaexclusivae directamente associado à execução de trabalhos específicos Tem como inconveniente a necessidade de calcular os custos médios por unidade de tempo para cada trabalho em que o equipamento intervém Ex: tarefa X requer N horas de equipamento Y, custos devem reflectir esse consumo de recursos. Requer novo cálculo se equipamento permanecer mais tempo em obra (preços contratados são difíceis de alterar). Se os equipamentos realizam trabalhos bem definidos ou se os custos variáveis são os mais significativos deve fazer-se a atribuição de custos aos custos directo. 10
11 Atribuição aos custos de estaleiro Tem como inconveniente a difícil comparação de custos entre métodos de produção com equipamentos alternativos, mas a vantagem de permitir calcular com facilidade a influência do custo dos equipamentosno custo total da obra Se os custos fixos são dominantes ou os encargos com o equipamento são de valor pequeno em relação ao custo total do trabalho a realizar, deve atribuir-se o custo do equipamento aos custos de estaleiro Em geral em Portugal as empresas atribuem os custos de equipamentos que realizam mais de uma tarefa do orçamento sempre ao estaleiro(gruas, centrais de betão, oficinas de cofragem e armaduras, elevadores de obra, andaimes, plataformas elevatórias, ). Atribuição dos custos fixos aos custos de estaleiro e dos variáveis aos custos directos Dificulta a realização imediata de estudos técnico-económicos comparativos mas é prático e mais preciso do que os anteriores Se os custos fixos e os variáveis são da mesma ordem de grandezaou o equipamento contribuir para a execução simultânea de trabalhos de natureza muito diferente, devem atribuir-se os respectivos custos fixos aos custos de estaleiro e os variáveis aos custos directos 11
12 Rendimentos de equipamentos r c rendimento de catálogo; rendimento teórico; rendimento de ponta (ex: instantâneo) r m rendimentomédio; rendimentoqueé razoávelesperarde umamáquinaduranteum períodomaisoumenoscurtode utilização(ex: umahora, um dia ) r o rendimentoparaorçamento; rendimentoque é razoável esperar de uma máquina na realização de um determinado trabalho numa dada obra (ex: um mês, um ano ) Máquinas em cadeia: determinar frota e elo mais fraco da cadeia (qual o equipamento que atrasa a tarefa causa desaproveitamento dos restantes) 12
13 Exemplos Central de betão Grua Torre Auto-grua Retroescavadora (ou conjunto industrial) Giratória Pá carregadora de rastos/pneus Camião Dumper Bulldozer Motoniveladora Scraper Cilindros 13
14 14
15 Liebherr 15
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