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1 Colégio Santa Dorotéia Área de Ciências Humanas Disciplina: História Ano: 8º - Ensino Fundamental Professores: Michelle Fialho, Wellington Mendes e Júlia História Atividades para Estudos Autônomos Data: 7 / 8 / 2017 Nome: Nº Turma: LEIA o texto a seguir para responder às questões: IMPERADOR DA FRANÇA: NAPOLEÃO BONAPARTE 15/08/1769, Ajaccio, Córsega - 05/05/1821, Santa Helena Napoleão Bonaparte, retratado por Andrea Appiani em 1805 Um dos maiores mitos da França de todos os tempos, Napoleão Bonaparte escreveu o seu nome na história pelas conquistas que realizou. Durante quase dez anos (de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814), foi o imperador da França, adotando o nome de Napoleão 1º. No entanto, a sua subida ao poder ocorreu bem antes: em Além disso, conquistou e governou grande parte da Europa central e ocidental. Os seus biógrafos têm uma explicação para o sucesso militar empreendido por Napoleão: o seu talento de estrategista, a sua facilidade para empolgar soldados com promessas de glória e riqueza e o seu grande espírito de liderança. Napoleão contou com a ajuda do governo para cursar a Escola Real de Brienne e, depois, a Escola Militar Real de Paris. Nas duas instituições, a sua habilidade em lidar com a matemática ficou conhecida. Em 1793, a Inglaterra invadiu a Córsega, uma ilha mediterrânea, e a família do futuro imperador foi exilada em Toulon, cidade que também foi tomada pelos ingleses. Foi aí que o talento de estrategista, que mais tarde assombraria o mundo, começou a aparecer. Após a invasão, Napoleão propôs (e o governo aceitou) um plano de contra-ataque para expulsar os invasores de Toulon. Com a reconquista da cidade, Napoleão Bonaparte passou a ser conhecido como um general com grandes méritos. Em março de 1796, quando tinha apenas 26 anos, Napoleão Bonaparte recebeu a primeira grande tarefa de sua longa carreira militar: comandar o Exército francês que lutava na Itália. No país, o futuro imperador da França venceu muitas batalhas, mas foi somente com a vitória contra a Áustria, em Lodi, ele passou a se considerar um homem predestinado, superior aos demais, destinado a realizar grandes feitos. Depois da Itália e Áustria, seguiu para o Egito, onde fez um dos seus mais famosos discursos, ao lado das pirâmides milenares. Colégio Santa Dorotéia - BH 1

2 História Os franceses foram derrotados, Napoleão e o seu exército voltaram para a França, mas a popularidade do general não parava de crescer. Os franceses demonstravam descontentamento com os governos totalitários e queriam mais estabilidade. Finalmente, sob o comando de Napoleão Bonaparte, os governantes do país foram derrubados e começou no país o que os historiadores chamam de "A Era Napoleônica". O seu governo era centralizado e controlado por militares. No executivo, três pessoas ditavam as cartas: Roger Ducos, Emmanuel Sieyès e o próprio Napoleão Bonaparte, que tinha a maior influência política. O ideal revolucionário, "liberdade, igualdade e fraternidade" foi ignorado. Com uma forte censura à imprensa e ação repressora dos órgãos policiais, o general conseguiu praticamente acabar com a oposição na França. A sua interferência nos assuntos do país era tão grande que Napoleão assinou um acordo entre a Igreja Católica e o Estado. O acordo possibilitava ao governo francês confiscar as propriedades da Igreja desde que amparasse o clero. Depois de mais de uma década de caos social, as medidas aplicadas por Napoleão Bonaparte agradaram principalmente à elite. Com a sua popularidade em alta, não demorou para que o general assumisse o novo regime monárquico, implantado no país em Na festa, realizada na Catedral de Notre-Dame, um detalhe do poderio de Napoleão Bonaparte. Em um ato surpreendente, o imperador retirou a coroa das mãos do papa Pio 7º, que tinha viajado exclusivamente para a cerimônia, e a colocou em sua cabeça. Em seguida, também coroou a sua esposa, Josefina. A França não parava de anexar novos territórios sob o comando do imperador e a fama do general já tinha conquistado o mundo. Em 1806, Napoleão Bonaparte decreta o bloqueio continental contra a Inglaterra. Para enfraquecer os seus "inimigos", a França proíbe que qualquer país europeu abra seus portos para realizar transações comerciais com a Inglaterra. Com uma disposição fora do comum para as batalhas, Napoleão Bonaparte foi colhendo inimigos. O seu poder começou a ruir quando deu ordens para invadir a Rússia. Mesmo tendo ocupado a capital Moscou, os russos não se entregaram ao Exército napoleônico porque contavam com o "rigoroso inverno". Com o frio, os soldados franceses ficaram sem abastecimento e não tiveram outra alternativa a não ser o recuo. Alguns historiadores contam que, de um total de 600 mil homens, apenas 37 mil sobreviveram nesta invasão. Fragilizado, o general viu os seus inimigos invadirem a França e Napoleão Bonaparte foi obrigado a renunciar ao trono de imperador em abril de 1814, e ficou exilado na ilha de Elba. Depois, ainda tentou voltar ao poder, mas foi derrotado na célebre Batalha de Waterloo, no dia 18 de junho de Três dias depois, Napoleão Bonaparte seguiu para outro exílio, na ilha de Santa Helena, onde morreu no dia 5 de maio de O mito agora fazia parte da história. QUESTÃO 1 Disponível em: < Um dos maiores mitos da França de todos os tempos, Napoleão Bonaparte escreveu o seu nome na história pelas conquistas que realizou. Durante quase dez anos (de 18 de maio de 1804 a 6 de abril de 1814), foi o imperador da França, adotando o nome de Napoleão 1º. No entanto, a sua subida ao poder ocorreu bem antes: em EXPLIQUE como e por que Napoleão chegou ao poder na França. 2 Colégio Santa Dorotéia - BH

3 QUESTÃO 2 História Napoleão contou com a ajuda do governo para cursar a Escola Real de Brienne e, depois, a Escola Militar Real de Paris. Nas duas instituições, a sua habilidade em lidar com a matemática ficou conhecida. Em 1793, a Inglaterra invadiu a Córsega, uma ilha mediterrânea, e a família do futuro imperador foi exilada em Toulon, cidade que também foi tomada pelos ingleses. Foi aí que o talento de estrategista, que mais tarde assombraria o mundo, começou a aparecer. Após a invasão, Napoleão propôs (e o governo aceitou) um plano de contra-ataque para expulsar os invasores de Toulon. Com a reconquista da cidade, Napoleão Bonaparte passou a ser conhecido como um general com grandes méritos. IDENTIFIQUE e DESCREVA, resumidamente, o contexto histórico específico ao qual o fragmento de texto faz referência. QUESTÃO 3 O seu governo era centralizado e controlado por militares. No executivo, três pessoas ditavam as cartas: Roger Ducos, Emmanuel Sieyès e o próprio Napoleão Bonaparte, que tinha a maior influência política. IDENTIFIQUE a fase da Era Napolêonica a qual o texto se refere. QUESTÃO 4 Em 1806, Napoleão Bonaparte decreta o bloqueio continental contra a Inglaterra. DEFINA o bloqueio continental. QUESTÃO 5 PESQUISE a relação entre o Bloqueio Continenal e a independência do Brasil e ELABORE um resumo sobre o tema. Colégio Santa Dorotéia - BH 3

4 História QUESTÃO 6 (Unicamp/2011) Na Europa, até o século XVIII, o passado era o modelo para o presente e para o futuro. O velho representava a sabedoria, não apenas em termos de uma longa experiência, mas também da memória de como eram as coisas, como eram feitas e, portanto, de como deveriam ser feitas. Atualmente, a experiência acumulada não é mais considerada tão relevante. Desde o início da Revolução Industrial, a novidade trazida por cada geração é muito mais marcante do que sua semelhança com o que havia antes. (Adaptado de Eric Hobsbawm. O que a história tem a dizer-nos sobre a sociedade contemporânea?, In: Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, p ) a) Segundo o texto, como a Revolução Industrial transformou nossa atitude em relação ao passado? b) De que maneiras a Revolução Industrial dos séculos XVIII e XIX alterou o sistema de produção? QUESTÃO 7 (Unicamp/ Adaptada) Um dos mandamentos do século XIX, na Europa, era o evangelho do trabalho. Para os ideólogos da classe média, o ideal do trabalho implicava autodisciplina e sentido atento do dever. Até mesmo os mais devotos ousavam modificar a palavra de Deus. As Escrituras haviam considerado o trabalho como castigo severo imposto por Deus a Adão e Eva. Mas para os ideólogos burgueses, o trabalho era prevenção contra o pecado mortal da preguiça. O evangelho do trabalho era quase exclusivamente um ideal burguês. Em geral, os nobres não lhe davam valor. O desprezo aristocrático pelo trabalho era um resquício feudal. (Adaptado de Peter Gay, O século de Schnitzler. São Paulo: Companhia das Letras, p , 214 e ) EXPLIQUE, a partir de seus conhecimentos sobre o tema, como a burguesia buscou disciplinar os trabalhadores no contexto da Revolução Industrial? 4 Colégio Santa Dorotéia - BH

5 História QUESTÃO 8 (Fuvest) "O fato relevante do período entre 1790 e 1830 é a formação da classe operária". "Os vinte e cinco anos após 1795 podem ser considerados como os anos da contrarrevolução". [Durante esse período] "o povo foi submetido, simultaneamente, à intensificação de duas formas intoleráveis de relação: a exploração econômica e a opressão política." Essas frases, extraídas de A formação da classe operária inglesa do historiador E. P. Thompson, relacionam-se ao quadro histórico decisivo na formação do mundo contemporâneo, no qual se situam a) a revolução comercial e a reforma protestante. b) o feudalismo e o liberalismo. c) a Revolução Industrial e a Revolução Francesa. d) o capitalismo e a contrarreforma. e) o socialismo e a Revolução Russa. QUESTÃO 9 (Fuvest) Sobre a inovação tecnológica no sistema fabril na Inglaterra do século XVIII, é CORRETO afirmar que ela: a) foi adotada não somente para promover maior eficácia da produção, como também para realizar a dominação capitalista, na medida que as máquinas submeteram os trabalhadores a formas autoritárias de disciplina e a uma determinada hierarquia. b) ocorreu graças ao investimento em pesquisa tecnológica de ponta, feito pelos industriais que participaram da Revolução Industrial. c) nasceu do apoio dado pelo Estado à pesquisa nas universidades. d) deu-se dentro das fábricas, cujos proprietários estimulavam os operários a desenvolver novas tecnologias. e) foi única e exclusivamente o produto da genialidade de algumas gerações de inventores, tendo sido adotada pelos industriais que estavam interessados em aumentar a produção e, por conseguinte, os lucros. QUESTÃO 10 (PUC) Dentre as consequências sociais forjadas pela Revolução Industrial pode-se mencionar: a) o desenvolvimento de uma camada social de trabalhadores, que destituídos dos meios de produção, passaram a sobreviver apenas da venda de sua força de trabalho. b) a melhoria das condições de habitação e sobrevivência para o operariado, proporcionada pelo surto de desenvolvimento econômico. c) a ascensão social dos artesãos que reuniram seus capitais e suas ferramentas em oficinas ou domicílios rurais dispersos, aumentando os núcleos domésticos de produção. d) a criação do Banco da Inglaterra, com o objetivo de financiar a monarquia e ser também, uma instituição geradora de empregos. e) o desenvolvimento de indústrias petroquímicas favorecendo a organização do mercado de trabalho, de maneira a assegurar emprego a todos os assalariados. Colégio Santa Dorotéia - BH 5

6 GABARITO História QUESTÃO 1 Napoleão chegou ao poder em um contexto de crise do governo do Diretório, considerada também a última fase da Revolução Francesa. A alta burguesia temia as tentativas de golpes de Estado lideradas pelos jacobinos, de um lado, e por monarquistas desejosos de restaurar o Antigo Regime, de outro. Os burgueses viram em Napoleão a possibilidade de pacificar a França garantindo as conquistas revolucionárias ao mesmo tempo em que controlava o radicalismo jacobino. QUESTÃO 2 O fragmento de texto descreve as ações militares de Napoleão no período da Convenção Nacional, início da República Francesa. Nesse período, dois grupos disputavam o poder sobre a Convenção: jacobinos e girondinos. QUESTÃO 3 Fase do Consulado, quando Napoleão em teoria dividia o poder com outros dois cônsules mas, na prática, governava de forma ditatorial. QUESTÃO 4 O Bloqueio Continental foi um decreto de Napoleão que data de 1807 e que pretendia, ao proibir outras nações europeias de comercializarem com a Inglaterra, enfraquecer economicamente seu principal rival, uma vez que militarmente, o imperador francês havia desistido de atacar os britânicos. QUESTÃO 5 No resumo da pesquisa, o(a) aluno(a) deve citar e relacionar o bloqueio à fuga da Família Real Portuguesa para o Brasil em decorrência da invasão francesa a Portugal. A transferência da Corte Portuguesa para o Brasil é considerado um fator que acelerou a independência do nosso país ou, no mínimo, deu a esse processo características muito diferentes. QUESTÃO 6 a) Segundo o texto, desde o início da Revolução Industrial, o passado deixou de ser concebido como referência de conduta e modelo para as novas gerações. A partir de então, as novidades seriam sempre mais valorizadas que a tradição. b) A Revolução Industrial alterou de forma significativa o sistema de produção. Destacam-se as seguintes mudanças: Antes da Revolução Industrial o trabalhador possuía os meios de produção. Com a industrialização, ocorre a separação entre o trabalho e a propriedade dos meios de produção. Estes passam a pertencer ao empresário industrial. Antes, predominava a utilização de ferramentas implicando que a produção dependia da disposição, habilidade e destreza do trabalhador. Com a Revolução Industrial, é implantado o sistema fabril com a utilização de máquinas no sistema produtivo. Diferentemente da ferramenta, a máquina possui uma fonte uniforme de energia (por exemplo, a energia a vapor) que impõe um ritmo de produção ao qual o trabalhador deve se subordinar. Antes da Revolução Industrial, a divisão do trabalho praticamente inexiste. O produtor é o artesão que confecciona a peça toda, o que requer aquelas qualidades que apontamos no item anterior para converter a matéria-prima em produto manufaturado. Cada peça é única e a quantidade produzida é pequena. Era uma produção limitada, característica das corporações de ofício. Com a indústria, esse sistema de produção "doméstico" é destruído e em seu lugar instaurase o sistema fabril. Impõe-se a divisão social do trabalho e da produção. Com a introdução do sistema fabril, ocorre a generalização do trabalho assalariado e a consequente expansão do mercado de consumo, por intermédio da monetarização da economia. A adoção do sistema fabril dá origem a um processo intenso de inovação tecnológica. Cada inovação engendra modificações em outros setores da produção e da própria organização do trabalho e das tarefas produtivas, o que contrasta significativamente com a atividade artesanal que até então existia. QUESTÃO 7 A disciplina podia ser obtida, por exemplo, por meio de multas, horários fixos e a vigilância dos contramestres. Também através da imposição do tempo do relógio, não baseado mais numa percepção natural da passagem do tempo. Em alguns contextos, a ética protestante também foi importante para gerar uma ideia positiva sobre o trabalho como serviço a Deus. QUESTÃO 8 c 6 QUESTÃO 9 a Colégio Santa Dorotéia - BH QUESTÃO 10 a

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