PROGRAMA TERAPÊUTICO
|
|
|
- Nina Henriques Pedroso
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CENTRO DE RECUPERAÇÃO CAMINHO DA VIDA MARECHAL CÂNDIDO RONDON PARANÁ CNPJ: / CEP MARECHAL CÂNDIDO RONDON PR. VILA CURVADO PROGRAMA TERAPÊUTICO 1. INTRODUÇÃO O Programa Terapêutico do Centro de Recuperação Caminho da Vida baseia-se no que preceituam as finalidades sociais de seu Estatuto Social, artigo APRESENTAÇÃO DA ENTIDADE O Centro de Recuperação Caminho da Vida foi fundado em 1998 (mil novecentos e noventa e oito), através do conselho de pastores da cidade de Marechal Cândido Rondon - PR, mas foi legalizado em Três de Novembro de 1999, obtendo seu Estatuto Social, tendo como presidente o Sr. Jaime Forte Daros. O nome da Instituição, CENTRO DE RECUPERAÇÃO CAMINHO DA VIDA, esta fundamentado na bíblia sagrada que diz: assegurou-lhes Jesus: Eu sou o caminho, a verdade e a vida. ninguém vem ao pai senão por mim João 14:6. A instituição tornou-se legal através do seu estatuto social e com certificado de utilidade pública, tanto municipal, como estadual. Adquirindo uma propriedade privada no ano de 2007, localizada na Linha Curvado da Cidade de Marechal Cândido Rondon - PR, com um espaço físico que supre as necessidades no atendimento das pessoas acolhidas. 1. Missão: Atuar na prevenção da dependência de álcool e outras drogas, e no atendimento do dependente e seus familiares, a partir de uma visão cristã de ser humano integral, buscando a reinserção social e uma melhor qualidade de vida. 2. Visão: Ser um centro de referência brasileiro, de caráter social, cultural e educacional, no atendimento de dependente do álcool e outras drogas, na modalidade de Comunidade Terapêutica. 3. REFERENCIAL TEÓRICO A proposta de tratamento de pessoas com problemas decorrentes do uso abusivo e/ou dependentes de substâncias psicoativas SPA tem como referenciais teóricos: 1. O ser humano integral, em corpo, alma e espírito, segundo tradição judaico-cristã, incluída a dimensão social; 2. A dependência de substâncias psicoativas como um transtorno psíquico, com diagnóstico e prognóstico definidos e reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde OMS; 3. A Comunidade Terapêutica como modalidade psicossocial de tratamento, em regime de residência; 4. Concepções terapêuticas mediadas por processos de ensino-aprendizagem como:
2 1. Espiritualidade Religiosa (Cristã) como proposta de conhecimento e experiência de um novo estilo de vida, com respectivos princípios e valores, através da leitura bíblica, palestras, orações, cânticos, reuniões; 2. Convivência entre os Pares para promoção de acolhimento; identificação; interações sociais; inclusão; (re)inserção social; mútua-ajuda; autoconhecimento; lidar com as diferenças; entre outros; 3. Atividade Práticas e/ou Produtivas do cotidiano ou voltado à capacitação ao trabalho; desenvolvimento de capacidades e potencialidades individuais; respeitar regras; com aplicação em outros contextos como família, trabalho e sociedade, entre outro; 4. Apoio psicológico como recurso ao desenvolvimento intelectual, afetivo e biológico. 4. PROGRAMAS DE ATENDIMENTO 1. Programa de Internação 1. Público-alvo: pessoas do sexo masculino, maiores de 18 anos de idade, com transtornos decorrentes do uso, abuso e/ou dependência de SPA em condições de participar das atividades oferecidas pela entidade. 2. Regime de atendimento residencial, em período integral, com adesão voluntária ou compulsória por determinação judicial, para uma proposta de nove meses. 3. Objetivos terapêuticos 1. Objetivo geral: oferecer tratamento a pessoas com transtornos decorrentes do uso, abuso e/ou dependência de SPA, em ambiente protegido, técnica e eticamente orientado. 2. Objetivos específicos: 1. Abstinência de substâncias psicoativas, exceto medicamentos prescritos por ordem médica; 2. Promoção de saúde e qualidade de vida; 3. Reabilitação biopsicossocial; 4. Orientação espiritual; 5. Reinserção social; 6. Reinserção familiar; 7. Encaminhamentos à educação formal; 8. Encaminhamentos à educação profissional. 4. Estruturas de Atendimento 1. Profissional: o Programa de Tratamento poderá contar com uma equipe multiprofissional, em uma proposta interdisciplinar, composta por um: Responsável Técnico, Assistente Social, Psicólogo, Teólogo, Profissional de Enfermagem, Educador Físico, Terapeuta ocupacional. 2. Física: A estrutura física é composta por acessibilidade, alojamentos, sala de atendimento, escritório, cozinha, refeitório, sala de reuniões e/ou atendimento em grupo, de acordo com a legislação pertinente.
3 2. Entrevista Preferencialmente agendada, a entrevista constará de: 1. Acolhimento da parte interessada e/ou seus familiares; 2. Apresentação do programa terapêutico e regulamento interno; permanência voluntária; abstinência de substâncias psicoativas (exceto medicação prescrita por profissional médico); 3. Avaliação diagnóstica que informe sobre a elegibilidade da parte interessada ao modelo de tratamento psicossocial oferecido; 4. Repasse de informações à família sobre visitações, rotina diária da entidade, comunicação; 5. Solicitação de exames laboratoriais e documentos de identificação e antecedentes criminais. 3. Internação Em data e horário combinados, procede-se a internação, ocasião em que a parte interessada assinará o termo de concordância da proposta de tratamento descrita no programa terapêutico e regulamento interno, e recepção dos exames laboratoriais, documentos de identificação e antecedentes criminais. 4. Programa de Tratamento O tratamento compreenderá o período de 09 meses de internamento, distribuídos em 03 fases e associados aos 12 Passos para os Cristãos adaptados do A.A - Alcoólicos Anônimos e N.A Narcóticos Anônimos, bem como avaliados através de observações e formulários, entre outros instrumentos ao término de cada etapa, dos objetivos atingidos. A Primeira Fase corresponde aos quatro primeiros passos, com duração de 90 dias. Nesta Fase, a pessoa tanto aceita a mudança, quanto a rejeita. O trabalho terapêutico consiste em subsidiar a ação de mudança e dá inicio às atividades que continuarão por todo o tratamento. Os objetivos deste período compreendem: I - Desintoxicação; II - Adaptação às Regras e Normas da Casa; III - Introdução ao Processo de Espiritualidade; IV - Inicio de atendimentos de saúde; V - Inicio de terapia em grupo e/ou individual; VI - Inicio das atividades laborais, VII - Iniciar participação nos demais Projetos e Atividades da Entidade, descritos no capítulo VI. A Segunda Fase corresponde do 5o. ao 8o. passo, com duração de 90 dias. Nesta Etapa, se prevê a consciência e construção de mudança. A estratégia terapêutica consiste em auxiliar a pessoa a determinar a linha de ação a ser seguida na busca da mudança de estilo de vida.
4 Os objetivos deste período compreendem: I - Compreender claramente as regras; II - Iniciar a elaboração do projeto de vida; III - Iniciar o resgate de relações familiares; IV - Iniciar a Prevenção de Recaída; V Dar continuidade na participação de projetos e atividades da Entidade. A Terceira Fase corresponde do 9o ao 12o. passos, com duração de 90 dias. Nesta Etapa, o residente engaja-se em ações específicas para chegar a uma mudança. Tendo o desafio de manter a mudança obtida pela ação anterior e evitar a recaída. A manutenção da mudança exige uma diversidade de habilidades e estratégias diferentes das que foram primeiramente necessárias para a obtenção de mudança. A função terapêutica neste caso consiste em auxiliar a pessoa a dar passos rumo à mudança e auxiliar o residente em identificar e a utilizar estratégias de prevenção de recaída. Este estágio corresponde à reinserção social. Os objetivos deste período compreendem: I - Concluir projeto de vida; II - Visitas familiares; III - Concluir e adequar à prevenção de recaída; IV - Verificar o desenvolvimento das 05 dimensões humanas; V Dar continuidade na participação de projetos e atividades da Entidade; VI Encaminhamento e acompanhamento de grupos de mútua-ajuda para adictos (NA - Narcóticos Anônimos e A.A - Alcoólatras Anônimos, Grupo da Sobriedade, NATA - Núcleo Apoio a Toxicômanos e Alcoólatras); VII Encaminhamentos para Rede Social (saúde, educação, cultura, mercado de trabalho); Entende-se por visitas familiares as saídas programadas, ou seja, visitas domiciliares, a partir da segunda fase realizadas uma vez ao mês, em data determinada pela direção. Na terceira fase do tratamento o adicto poderá realizar até duas visitas, objetivando o processo de reinserção. Obs.: a passagem de fases a partir da segunda, está condicionada a avaliação prévia da equipe terapêutica, em conjunto com o acolhido. 5. Regulamento Interno O Regulamento Interno norteará em detalhes os direitos e deveres do residente em tratamento (Anexo I).
5 6. Terapias Através das terapias a seguir relacionadas, utilizando-se de processos de ensino-aprendizado, oportuniza-se ao residente em tratamento: 1. Psicossocial: Mudanças de ordem psicológica e de relações interpessoais, tais como: autoestima; autocontrole; comportamento social assertivo; observação de regras sociais; sentimento de pertença. 2. Fisiológica: Motivação ao cuidado da saúde biológica através do autocuidado, observação de encaminhamentos realizados, alimentação e sono adequados. 3. Espiritual religiosa cristã: Apresentação da visão teológica de ser humano integral com base bíblica, como proposta para um novo estilo de vida. 4. Familiares: Promoção de encontros regulares com a família dos residentes em caráter particular ou coletivo. 7. Métodos terapêuticos Dentre os métodos terapêuticos que contribuem ao desenvolvimento do Programa Terapêutico, destacam-se: 1. Aconselhamento Individual 2. Reuniões de Grupo 3. Palestras 4. Feedback e avaliações 5. Regulamento Interno 6. Assembleia Geral 7. Atividades esportivas e recreativas 8. Atividades de ensino informal 9. Acompanhamento médico e medicamentoso 10. Visitas familiares 11. Reinserção social e profissional 12. Intercâmbio Comunitário 13. Encaminhamentos 5. CRITÉRIOS DE ALTA A alta terapêutica levará em conta o alcance dos critérios a seguir: 1. Grau de gravidade do caso 2. Melhora substancial do comprometimento biológico 3. Estabilidade psicológica para lidar com frustrações 4. Restabelecimento de vínculos familiares e sociais 5. Grau de consciência sobre o problema de SPA 6. Capacidade para fazer escolhas 7. Capacidade para sentir-se responsável por si próprio e por outras pessoas 8. Capacidade para tomar decisões, fazer planos, avaliar situações e criar soluções para as dificuldades de sua vida. 9. Motivação para dar continuidade ao tratamento sob outras formas e manter mudanças em sua vida 10. Outras
6 6. ALTA E DESLIGAMENTO 1. Alta administrativa 2. Alta solicitada ou desistência 3. Alta terapêutica 4. Evasão ou fuga 7. SEGUIMENTO PÓS-ALTA Após a alta terapêutica o residente será motivado a continuar as participações em Grupos de Apoio da Cruz Azul, Grupos AA, Grupos NA e similares, igrejas e atividades por estas oferecidas. Além disso, será convidado a participar de atividades oferecidas pela instituição para manter o vínculo, receber suporte a demandas que se apresentarem. 8. REFERÊNCIAS
Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas:
MORADIA ASSISTIDA OBJETIVO GERAL: Garantir o acolhimento institucional de pessoas em situação de rua abordadas pelo projeto Centro Legal, servindo de referência como moradia para os em tratamento de saúde
Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão
Hospital Universitário Walter Cantídio Diretoria de Ensino e Pesquisa Serviço de Desenvolvimento de Recursos Humanos Manual de Competências do Estágio dos Acadêmicos de Enfermagem-Projeto de Extensão HOSPITAL
Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas
Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS
PLANO DE TRABALHO EXERCÍCIO 2014. Dados de Identificação: Nome da Entidade: Associação de Cegos Louis Braille - ACELB. Bairro: Rubem Berta
ASSOCIAÇÃO DE CEGOS LOUIS BRAILLE CNPJ. 88173968/0001-60 Endereço: Rua Braille, 480 Núcleo Residencial Costa e Silva Bairro: Rubem Berta POA-RS - CEP: 91150-140 e-mail: [email protected] Fone: 3344-18-04-33406840
(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO
(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito
CAPS AD III PORTÃO. Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em
CAPS AD III PORTÃO Prefeitura Municipal de Curitiba Inauguração em Modalidade III em CAPS AD III PORTÃO EQUIPE DE PROFISSIONAIS Coordenadora administrativa 1 Apoio Técnico 1 Coordenadora técnica 1 Médico
Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência ao Empregado: para onde encaminhar. Ambulatório
XXI Congresso Brasileiro da ABEAD Do Uso à Dependência: a integração das políticas públicas com a clínica 08 a 11 de setembro de 2011 - Recife/PE Encontro de Empresas Mesa redonda: Programa de Assistência
Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos
Experiência com o tratamento de Dependentes Químicos INSTITUTO BAIRRAL DE PSIQUIATRIA Dr. Marcelo Ortiz de Souza Dependência Química no Brasil (CEBRID, 2005) População Geral: 2,9% já fizeram uso de cocaína
O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?
O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo
SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS
SERVIÇO: ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL PARA PESSOAS ADULTAS DESCRIÇÃO: Modalidade: Centro Dia para pessoa Idosa Serviço voltado para o atendimento, regime parcial, de pessoas idosas de 60 anos ou mais, de
REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE
REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO
PROJETO CASA LAR DO CEGO IDOSO CIDADANIA NO ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL
PROJETO CASA LAR DO CEGO IDOSO CIDADANIA NO ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL DADOS DA ORGANIZAÇÃO: Nome: Associação de Cegos Louis Braille - ACELB, mantenedora da Casa Lar do Cego Idoso Endereço: Rua Braille
CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
CME BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA PREFEITURA MUNIPAL DE BOA VISTA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO RELATO DE EXPERIÊNCIAS ENCONTRO DE CAPACITAÇÃO DE CONSELHEIROS
Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas
Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas EDUCAÇÃO PERMANENTE SAÚDE MENTAL - CGR CAMPINAS MÓDULO GESTÃO E PLANEJAMENTO 2012 Nelson Figueira
O trabalho social com famílias. no âmbito do Serviço de Proteção e. Atendimento Integral à Família - PAIF
O trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família - PAIF Contexto Social: Acesso diferencial às informações Uso e abuso de substâncias psicoativas Nulo ou
CARTILHA. Um dia de cada vez
CARTILHA Um dia de cada vez ÍNDICE APADEQ ESTRUTURA TRATAMENTO EM VILA ESPERANÇA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA AMBULATORIAL PÚBLICO TIPOS DE ASSISTÊNCIA SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA RESIDENCIAL
COMUNICADO. Comunicamos que o Projeto Terapêutico anteriormente. disponibilizado foi substituído pelo que segue em anexo.
COMUNICADO Comunicamos que o Projeto Terapêutico anteriormente disponibilizado foi substituído pelo que segue em anexo. Vitória/ES, 16 de dezembro de 2015. GILSON GIUBERTI FILHO Coordenador Estadual sobre
RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011
RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011 Legislações - ANVISA Sex, 01 de Julho de 2011 00:00 RESOLUÇÃO - RDC Nº 29, DE 30 DE JUNHO DE 2011 Dispõe sobre os requisitos de segurança sanitária para o
Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:
CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as políticas
Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos
Guia de para Dependentes Químicos O que fazer para ajudar um dependente químico? Qual é o melhor procedimento para um bom tratamento? Internação Voluntária ou Involuntária Como decidir? Como fazer? O que
PLANOS DE TRATAMENTO METAS, OBJETIVOS E MÉTODOS. Conselheiro Tomé
PLANOS DE TRATAMENTO METAS, OBJETIVOS E MÉTODOS Conselheiro Tomé 1 Os planos de tratamento variam na sua apresentação de um serviço para outro, mas não na sua aplicação. Isto quer dizer o seguinte: As
GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO
LEI N o 5.641, DE 23 DE JUNHO DE 2014. RECONHECE A PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA PARA OS FINS DE FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA E PELAS DEMAIS
NÚCLEO DE APOIO AO ACADÊMICO Projeto de Funcionamento
NÚCLEO DE APOIO AO ACADÊMICO Projeto de Funcionamento Responsável: Psic. Juliana Cohen MANAUS/AM APRESENTAÇÃO O Núcleo de Apoio ao Acadêmico (NAA) da Faculdade La Salle/Manaus-AM, em consonância com a
LEI Nº 3207/09 DE 14 DE OUTUBRO DE 2009.
LEI Nº 3207/09 DE 14 DE OUTUBRO DE 2009. CRIA O PROGRAMA DE VOLUNTARIADO NA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DE TANGARÁ DA SERRA, MATO GROSSO. A Câmara Municipal de Tangará da Serra, Estado
QUANTO ANTES VOCÊ TRATAR, MAIS FÁCIL CURAR.
QUANTO ANTES VOCÊ TRATAR, MAIS FÁCIL CURAR. E você, profissional de saúde, precisa estar bem informado para contribuir no controle da tuberculose. ACOLHIMENTO O acolhimento na assistência à saúde diz respeito
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS DO CURSO DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS Art. 1. Os estágios supervisionados específicos, obrigatórios e não-obrigatórios
Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP
Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Regulamento Institucional do Serviço de Apoio Psicopedagógico SAPP Art. 1 - Do serviço de apoio Psicopedagógico - SAPP O serviço de apoio
III- DADOS DO PRESIDENTE
PLANO DE AÇÃO 2014 I- IDENTIFICAÇÃO Nome: Associação dos Deficientes Físicos de Lençóis Paulista - ADEFILP Endereço: Pernambuco, 333, Jardim Cruzeiro Lençóis Paulista SP CEP 18680470 Telefone: (014) 3264-9700
Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas
Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema
MOC 10. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES - COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA
10. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES - COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA EIXO Macroação ATIVIDADES Compor a equipe técnica com experiências no trabalho de desenvolvimento de comunidade. Identificar
GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Apoios Sociais Pessoas com Deficiência
Projeto. Supervisão. Escolar. Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita
Projeto de Supervisão Escolar Adriana Bührer Taques Strassacapa Margarete Zornita Justificativa O plano de ação do professor pedagogo é um guia de orientação e estabelece as diretrizes e os meios de realização
Prof. Ana Cláudia Fleck Coordenadora da Academia de Professores da ESPM-Sul
PROGRAMA GUIA ESPM-Sul Programa de Acompanhamento Discente e Excelência Profissional Prof. Ana Cláudia Fleck Coordenadora da Academia de Professores da ESPM-Sul Pensamento ESPM. São Paulo, 25/04/2014.
Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico
Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: AMBIENTE, SAÚDE e SEGURANÇA Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio
R E S O L U Ç Ã O. Fica aprovado o Regulamento de Projeto Integrador do Curso Superior de Tecnologia em Logística da FAE Blumenau.
RESOLUÇÃO CSA N.º 12/2010 APROVA O REGULAMENTO DE PROJETO INTEGRADOR DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA DA FAE BLUMENAU. O Presidente do Conselho Superior de Administração CSA, no uso das atribuições
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES
CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA EM GESTÃO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS, SEQUENCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR
Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT. Fátima Ticianel CDG-SUS/UFMT/ISC-NDS
Trabalho em Equipe e Educação Permanente para o SUS: A Experiência do CDG-SUS-MT Proposta do CDG-SUS Desenvolver pessoas e suas práticas de gestão e do cuidado em saúde. Perspectiva da ética e da integralidade
Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO
Apêndice IV ao Anexo A do Edital de Credenciamento nº 05/2015, do COM8DN DEFINIÇÃO DA TERMINOLOGIA UTILIZADA NO PROJETO BÁSICO - Abordagem multiprofissional e interdisciplinar - assistência prestada por
FACULDADES INTEGRADAS CAMPO GRANDENSES INSTRUÇÃO NORMATIVA 002/2010 17 05 2010
O Diretor das Faculdades Integradas Campo Grandenses, no uso de suas atribuições regimentais e por decisão dos Conselhos Superior, de Ensino, Pesquisa, Pós Graduação e Extensão e de Coordenadores, em reunião
PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012.
PARECER DEFISC Nº 03/2012 Porto Alegre, 09 de janeiro de 2012. Presença de Enfermeiro em comunidades terapêuticas para tratamento de álcool e drogas. I Relatório Trata-se de solicitação de dúvida, encaminhada
GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS FAMÍLIA E COMUNIDADE EM GERAL
Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS FAMÍLIA E COMUNIDADE EM GERAL INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/9 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia
Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO NOME DA ENTIDADE: TIPO DE SERVIÇO: ( ) de convivência para crianças de 3
ANEXO I DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS TABELA A ATRIBUIÇÕES DO CARGO PROFESSOR E PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA 20 HORAS
ANEXO I DESCRIÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS TABELA A ATRIBUIÇÕES DO CARGO PROFESSOR E PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA 20 HORAS CARGO: PROFESSOR E PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA 20 HORAS - Ministrar aulas de
Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal
Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, Álcool e outras drogas. Governo Federal O QUE É? Conjunto de medidas, que pretende reorganizar o atendimento aos dependentes químicos na Rede do Sistema Único
THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.
THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)
Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: 2. OBJETIVO(S):
Carga Horária :144h (07/04 a 05/09/2014) 1. JUSTIFICATIVA: Nos últimos anos, o cenário econômico mundial vem mudando significativamente em decorrência dos avanços tecnológicos, da globalização, das mega
REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico
REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino
Câmara Municipal de Uberaba A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904
A Comunidade em Ação LEI Nº 7.904 Disciplina a Política Municipal de Enfrentamento à Violência Sexual e dá outras providências. O Povo do Município de Uberaba, Estado de Minas Gerais, por seus representantes
Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO NOME DA ENTIDADE: TIPO DE SERVIÇO: ( ) de convivência para crianças de 3
EMENTAS DAS DISCIPLINAS
EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional
PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam desejo
PRINCÍPIOS Prevenção e o controle das doenças, especialmente as crônico-degenerativas estimulam o desejo de participação social direciona as ações para a estruturação de um processo construtivo para melhoria
VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR.
VII JORNADA DE ESTAGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NO DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL DO MUNICIPIO DE CARAMBEÍ PR. Resumo: CARNEIRO, Alana Caroline 1. SIVEIRA, Adriane 2. SOUZA,
---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:
- Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo
Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social
Secretaria Municipal de Assistência Social Centro de Referência Especializado de Assistência Social Proposta para Implementação de Serviço de Responsabilização e Educação de Agressores Grupo Paz em Casa
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS TELÊMACO BORBA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA Telêmaco Borba,
ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA)
ORIENTAÇÕES SOBRE O ACOMPANHAMENTO DO CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL (PUERICULTURA) I- Introdução O acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, do nascimento até os 5 anos de idade, é de fundamental
Servico de Acolhimento em Familia acolhedora ISABEL BITTENCOURT ASSISTENTE SOCIAL PODER JUDICIÁRIO SÃO BENTO DO SUL/SC
Servico de Acolhimento em Familia acolhedora ISABEL BITTENCOURT ASSISTENTE SOCIAL PODER JUDICIÁRIO SÃO BENTO DO SUL/SC Serviço de Família acolhedora definição Serviço que organiza o acolhimento de crianças
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Anais. III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva. Ações Inclusivas de Sucesso
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Anais III Seminário Internacional Sociedade Inclusiva Ações Inclusivas de Sucesso Belo Horizonte 24 a 28 de maio de 2004 Realização: Pró-reitoria de Extensão
CURSO: ENFERMAGEM. Objetivos Específicos 1- Estudar a evolução histórica do cuidado e a inserção da Enfermagem quanto às
CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA
REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA DA FACULDADE ANGLO-AMERICANO CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º Este Regulamento disciplina as atividades do Estágio Curricular Supervisionado,
REGULAMENTO DE MONITORIA FAESA
REGULAMENTO DE MONITORIA FAESA Página 1 de 11 1. CONCEITO / FINALIDADE : A monitoria consiste na atividade de apoio aos alunos das disciplinas de oferta regular do currículo as quais os coordenadores de
Programa de Palestras de Conscientização e Prevenção de Drogas da Comunidade Nascer de Novo
Programa de Palestras de Conscientização e Prevenção de Drogas da Comunidade Nascer de Novo Programa de Palestras de Conscientização e Prevenção de Drogas da Comunidade Nascer de Novo Olá, você, com certeza,
MANUAL DE ORIENTAÇÃO DAS LIGAS ACADÊMICAS CURSO DE MEDICINA UNIFENAS BH? ATIVIDADES COMPLEMENTARES
MANUAL DE ORIENTAÇÃO DAS LIGAS ACADÊMICAS CURSO DE MEDICINA UNIFENAS BH ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1- O QUE É UMA LIGA ACADÊMICA? As Ligas Acadêmicas são entidades sem fins lucrativos. As Ligas Acadêmicas
INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED
INSTRUÇÃO Nº014/08 - SUED/SEED Estabelece critérios para o funcionamento da Classe Especial nas séries iniciais do Ensino Fundamental, na área dos Transtornos Globais do Desenvolvimento. A Superintendente
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ
PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRA DO JACARÉ ESTADO DO PARANÁ A N E X O I E D I T A L D E C O N C U R S O P Ú B L I C O Nº 01/2015 D O S R E Q U I S I T O S E A T R I B U I Ç Õ E S D O S C A R G O S RETIFICAÇÃO
RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004
RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMICILIAR Regulamento do Programa de Assistência Domiciliar aprovado pelo Conselho REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ASSISTÊNCIA DOMILICIAR CAPITULO I DEFINIÇÕES GERAIS
PARECER TÉCNICO I ANÁLISE E FUNDAMENTAÇÃO:
PARECER TÉCNICO ASSUNTO: Solicitação de parecer acerca de Técnico de Enfermagem lotado no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de transtorno mental acompanhar paciente internado em outra instituição,
Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico
Processos Gestão do Projeto Político-Pedagógico Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa Duas dimensões da gestão educacional Processos de Gestão Pedagógica Processos da Gestão Administrativa e Financeira
Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012
Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos
POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE
POLÍTICA DE VOLUNTARIADO DA CEMIG SAÚDE Av. Barbacena, 472 8º andar Barro Preto CEP: 30190-130 Belo Horizonte/MG Tel.: 3253.4917 E-mail: [email protected] Portal Corporativo: www.cemigsaude.org.br
LEI Nº. 1917 LEI. Art. 2º. O Programa será vinculado ao Departamento Municipal de Ação Social e tem por objetivos:
LEI Nº. 1917 SÚMULA: Institui o Programa de Guarda Subsidiada de Crianças e Adolescentes, denominado "Programa Família Acolhedora e dá outras providências. A Câmara Municipal de Palmas, Estado do Paraná,
REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
REGULAMENTO GERAL DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DEFINIÇÕES GERAIS E OBJETIVOS Art. 1º - As presentes normas têm por objetivo organizar e disciplinar o Estágio Curricular Supervisionado
Introdução. Importante: O Programa não inclui atendimento de urgência/emergência. Nestes casos deverão ser procurados os serviços específicos.
Introdução A Assistência Domiciliar surge para responder à demanda de individualização da assistência, realizando cuidados na privacidade do domicílio do paciente, possibilitando ao mesmo e à família participarem
PATRULHA JUVENIL DE GARÇA
Rua Baden Powell, 451 Telefone: (14) 3471-1630 / 3471-1816 CEP 17400-000 Garça - S P Fundada em 26 de Setembro de 1972 CNPJ 47.645.809/0001-34 Isenta de Contribuições Sociais conforme Decreto nº 3.048
CAPITULO I DA NATUREZA E PAPEL DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO
UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO SUL DO MARANHÃO REGULAMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO CAPITULO I DA NATUREZA E PAPEL DO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO
COLEGIADO DE ADMINISTRAÇÃO. Prezados Discentes,
COLEGIADO DE ADMINISTRAÇÃO Prezados Discentes, Com objetivo de orientá-los acerca da importância e procedimentos relativos à atividade complementar, a coordenação de pesquisa e extensão através do colegiado
AMBULATÓRIO PÓS-ALTA DE QUEIMADURAS: ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL E PSICOLOGIA BUSCANDO PROCESSO DE REABILITAÇÃO HUMANIZADO
HOSPITAL ESTADUAL BAURU Dr. Arnaldo Prado Curvello AMBULATÓRIO PÓS-ALTA DE QUEIMADURAS: ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL E PSICOLOGIA BUSCANDO PROCESSO DE REABILITAÇÃO HUMANIZADO Maria Alice Ferraz Troijo Psicóloga
EXEMPLO DE PLANEJAMENTO PARA O PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DO PST
EXEMPLO DE PLANEJAMENTO PARA O PROCESSO DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DO PST Apresentação Este exemplo de planejamento do processo de capacitação dos monitores do PST deve servir como uma proposta inicial
ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
1) UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE PEDAGOGIA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO REGULAMENTO Itaberaí/2012 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE ITABERAÍ CURSO DE
PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO
INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO DE FLORESTA ISEF PROJETO BRINQUEDOTECA: BRINCANDO E APRENDENDO FLORESTA PE 2013 SUMÁRIO I. JUSTIFICATIVA II. OBJETIVO A. GERAIS B. ESPECIFICOS III. DESENVOLVIMENTO IV. CRONOGRAMA
O CUIDADO QUE EU PRECISO
O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento
PROJETO. A inserção das Famílias no CAMP
PROJETO A inserção das Famílias no CAMP APRESENTAÇÃO O CAMP-Gna é uma entidade filantrópica sediada em Goiânia, no Setor Central, onde funciona ininterruptamente há 36 anos. Desde 01 de julho de 1973,
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL
CONSTRANGIMENTOS DOS SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS NA ADMISSÃO DE PESSOAS IDOSAS DO FORO MENTAL Associação Amigos da Grande Idade Inovação e Desenvolvimento Posição Institucional 1 LARES DE IDOSOS Desde inicio
Mostra de Projetos 2011. Projovem em Ação
Mostra de Projetos 2011 Projovem em Ação Mostra Local de: Londrina. Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Prefeitura Municipal Santa Cecilia
PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA
ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB)
REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA (NEPEC/UCB) CAPÍTULO I - DO NEPEC E SEUS OBJETIVOS Artigo 1º - O presente Regulamento disciplina as atribuições,
Secretaria Nacional de Assistência Social
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SISTEMA ÚNICO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SUAS Secretaria Nacional de Assistência Social MARCOS NORMATIVOS E REGULATÓRIOS Constituição Federal 1988 LOAS 1993 PNAS 2004
CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DA ESTRUTURA
UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE LETRAS REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADOS EM LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA E LÍNGUAS ESTRANGEIRAS (INGLESA, ESPANHOLA E ALEMÃ) CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO
3 DOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAHIA IFBA/CÂMPUS PAULO DE AFONSO DIRETORIA DE ENSINO / DIREN SERVIÇO SOCIAL EDITAL Nº 003/2015 POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL
V Simpósio da ARELA-RS sobre Esclerose Lateral Amiotrófica ELA
V Simpósio da ARELA-RS sobre Esclerose Lateral Amiotrófica ELA Geneviève Lopes Pedebos Assistente Social Mestre em Serviço Social pela PUCRS Porto Alegre, 08/05/2010 Na área da saúde, o Assistente Social
- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL
- REGULAMENTO - PROGRAMA VOLUNTARIADO JUVENIL Artigo 1.º Objetivos O programa Voluntariado Juvenil visa promover a participação cívica dos jovens em ações de voluntariado de interesse social e comunitário,
