Atuadores pneumáticos
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- Guilherme Terra Aveiro
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1 1 PMR2560 Robótica Atuadores pneumáticos Eduardo L. L. Cabral [email protected]
2 2 Objetivos Atuadores pneumáticos : Conceito; Sistemas pneumáticos ; Tipos principais; Dimensionamento.
3 3 Conceito Atuadores pneumáticos : São elementos mecânicos que por meio de movimentos lineares ou rotativos transformam energia cinética gerada pelo fluido (ar ou óleo) pressurizado em energia mecânica produzindo trabalho.
4 4 Sistema pneumático/hidr tico/hidráulico Bomba/compressor; Acumulador (sistemas hidráulicos); Desumidificador (sistemas pneumáticos) Medidor de pressão; Reservatório; Tubulação; Filtro; Atuador; Válvulas Reguladora de pressão; Seletora; Lançadora; Segurança (alívio); Seqüênciamento; Restrição; Reguladora de fluxo; Servo-válvula.
5 5 Sistema pneumático/hidr tico/hidráulico
6 6 Tipos de atuadores Atuadores lineares: Simples efeito; Duplo efeito (com amortecimento, haste passante, duplex contínuo, duplex geminado, alto impacto). Atuadores giratórios oscilantes (pneumáticos). Motores rotativos: De palheta; De pistão; De engrenagem.
7 7 Características gerais Não apresentam problemas de aquecimento quando travados e em mudança de sentido de movimento; Motor sem limitação de movimento; Cilindro grande limitação de movimento; Motor média qualidade de movimento; Cilindro boa qualidade de movimento; Barulhentos; Caros para controlar com precisão.
8 8 Características dos cilindros Hidráulico: Alta força alta relação força/peso; Baixa inércia alta relação força/inércia; Alta rigidez alta relação rigidez/peso; Acionamento direto da articulação; Perigosos e sujos; Alto custo. Pneumático: Baixa força baixa relação força/peso; Baixa inércia média relação força/inércia; Baixa rigidez baixa relação rigidez/peso; Acionamento direto da articulação; Barulhento; Baixo custo.
9 9 Tipos de cilindros Duplo efeito Simples efeito
10 10 Tipos de cilindros Duplex contínuo Duplo efeito c/ haste passante
11 11 Tipos de cilindros Duplo efeito c/ amortecimento Amortecedor de final de curso evitar choques devido à brusca interrupção no final da atuação.
12 12 Tipos de cilindros Duplex geminado Duplo efeito de alto impacto
13 13 Tipos de cilindros Atuador pneumático oscilante
14 14 Motor pneumático rotativo Características: Alta rotação; Baixa inércia; Baixo torque; Baixa rigidez; Permite uso de redutor de velocidade Sem limitação de movimento; Não apresenta problema de travamento; Média qualidade de movimento; Barulhento; Baixo custo. Aumenta torque e diminui rotação; Aumenta rigidez; Alta relação torque/peso; Alta relação rigidez/peso; Alta relação torque/inércia Apesar das boas qualidades não são explorados na robótica.
15 15 Motor pneumático rotativo Comparação motor elétrico x motor pneumático (ambos com redutor): Ambos não tem limitação de movimento; Ambos tem alto torque; Ambos apresentam baixa rotação; Alta rigidez rigidez do redutor; Pneumático baixa qualidade de movimento X elétrico boa qualidade de movimento (flutuação de velocidade); Pneumático é barulhento X elétrico é silencioso; Pneumático, controle não tão fácil X elétrico, controle fácil; Pneumático não apresenta problema de travamento X elétrico esquenta quando travado; Pneumático tem baixo custo X elétrico tem alto custo.
16 16 Motor hidráulico rotativo Características: Baixa rotação; Baixa inércia; Alto torque; Alta rigidez; Não precisa de redutor de velocidade (velocidade, torque e rigidez adequados para acionamento direto); Sem limitação de movimento; Média flutuação de velocidade angular (vibração). Motor quase ideal. Apesar das qualidades não são explorados na robótica.
17 17 Motor hidráulico rotativo Comparação motor elétrico com redutor X motor hidráulico sem redutor: Ambos não tem limitação de movimento; Ambos tem alto torque, baixa rotação, alta rigidez; Hidráulico, peso e volume baixos X elétrico, com redutor peso e volume muito grandes; Hidráulico, média qualidade de movimento X elétrico, boa qualidade de movimento (flutuação de velocidade); Hidráulico é perigoso e barulhento X elétrico é seguro e silencioso; Hidráulico, controle não tão fácil X elétrico, controle fácil; Hidráulico, não apresenta problema de travamento X elétrico, esquenta quando travado; Hidráulico tem custo muito alto X elétrico tem custo um pouco mais baixo.
18 18 Tipos de motores Motor de palheta
19 19 Tipos de motores Motor de pistão
20 20 Controle Controle de atuadores pneumáticos : Pode-se realizar tanto controle de velocidade quanto de posição; Exige válvulas de controle de vazão; Válvulas com acionamento elétrico/eletrônico; Válvulas proporcionais e servo-válvulas.
21 21 Válvula proporcional Baixo custo; Controle não muito preciso; Exige solenóides de alta potência (ordem de alguns watts); Princípio de operação simples.
22 22 Servo-válvula Custo muito alto; Controle preciso; Exige pouca potência elétrica (miliwatts); Válvula tem realimentação hidráulica; Princípio de operação complexo; Diversas variantes de projeto.
23 23 Servo-válvula (componentes) Motor de torque: Enrolamento; Pólos superior e inferior; Armadura; Imãs permanentes (dois) Converte sinal de entrada de um acionador eletrônico em um movimento físico da armadura (haste).
24 24 Servo-válvula (componentes) Primeiro estágio de controle: Dois bocais fixos; Dois orifícios variáveis formados pelo bocal e a haste móvel; Haste é presa na armadura e move de um lado a outro quando a armadura gira isso controla o fluxo de fluido através dos bocais; Regula a vazão de fluido proveniente da bomba. Segundo estágio de controle: Um êmbolo controla a vazão de fluido da válvula para o atuador e o retorno do fluido do atuador para a válvula; Uma realimentação da posição do êmbolo para o enrolamento da armadura cria uma malha fechada entre a posição da armadura e a posição do êmbolo.
25 25 Servo-válvula (operação) Sinal de controle energiza enrolamento da armadura provocando sua rotação; Armadura gira no sentido horário ou antihorário dependendo da polaridade do sinal elétrico velocidade de rotação depende da amplitude do sinal elétrico; Rotação da armadura/haste controla a vazão de fluido para os bocais a vazão por um bocal aumenta e pelo outro diminui; Desbalanceamento de vazão cria um diferencial de pressão que posiciona o êmbolo do segundo estágio; Êmbolo se move em resposta ao diferencial de pressão;
26 26 Servo-válvula (operação) A realimentação da posição do êmbolo na armadura exerce um torque contrário que tenta centrar a haste; O êmbolo continua a se mover até que o torque de realimentação se iguala com o sinal de controle e centra a haste nessa condição a abertura dos dois bocais é a mesma fazendo com que a pressão nos dois lados do êmbolo sejam equalizadas parando o seu movimento; Para cada amplitude e polaridade do sinal de controle existe uma única posição correspondente do êmbolo; A posição do êmbolo controla a quantidade, a vazão e a duração do fluxo de fluido para o atuador;
27 27 Dimensionamento (atuador linear) Dados de projeto: Parâmetro principal de projeto força de avanço e velocidade; Tipo de operação. Dados calculados: Cálculo do diâmetro do atuador; Verificação da haste quanto à flambagem; Consumo de ar necessário.
28 28 Dimensionamento (atuador linear) Cálculo do diâmetro do atuador: Diâmetro do atuador é determinado em função da força de avanço e da pressão de trabalho do fluido: Pneumático normalmente 6 bar; Hidráulico normalmente > 100 bar; Este diâmetro refere-se ao diâmetro interno do cilindro: D = 2 p F p πp φ t ϕ = fator de correção da força: 1,25 1,50; P t = pressão de trabalho; F p = força de projeto. Obtém-se então um diâmetro comercial diâmetro calculado.
29 29 Dimensionamento (atuador linear) Verificação da haste quanto à flambagem: Para operações onde o deslocamento da haste é grande necessário verificar comportamento quanto à flambagem (Euler): d h = 4 64C 2 S 3 π λ E F p φ C S = coeficiente de segurança: 3,5 5; λ = comprimento livre de flambagem; E = módulo de elasticidade do material; E aço = 210 GPa. Diâmetro da haste do cilindro comercial diâmetro calculado.
30 30 Dimensionamento (atuador linear) Comprimentos de flambagem
31 31 Dimensionamento (atuador linear) Cálculo do consumo de ar: C = ou, C = Ap Lnc ( pt + 1,013) 6 1,013x10 A p L( p +1,013) 1,013 x10 t 6 T C= consumo de ar (l/s); A p = área efetiva dos pistão (mm 2 ); L = curso (mm); n c = número de ciclos por segundo; P t = pressão de trabalho (bar); T = tempo para um único ciclo (s).
32 32 Exemplo A figura a seguir representa a mesa de um dispositivo de movimentação de carga, que é deslocada por deslizamento sobre guias lineares, perfazendo um percurso total de 100 cm. Dimensione comercialmente o atuador pneumático linear (D p e d h ), considerando a situação de montagem adequada. Considere a força de avanço de 150 Kgf e a pressão de trabalho de 6 kgf/cm 2.
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