ATIVIDADES INTER-MÓDULOS E GRUPOS DE ESTUDO DIRIGIDO
|
|
|
- Ísis Camilo Borges
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ATIVIDADES INTER-MÓDULOS E GRUPOS DE ESTUDO DIRIGIDO I. Estratégia formativa da Escola A estratégia político-pedagógica de formação da ENFOC articula duas modalidades de processos formativos: a formação programada e a formação na ação. Chamamos formação programada, aquela que acontece por meio de cursos, seminários, oficinas, etc, tanto presenciais como à distância. Já a formação na ação é aquela que ocorre no cotidiano sindical: no contato direto com as comunidades rurais, na participação em congressos, assembléias, plenárias, ações e mobilizações de massa, intercâmbios, acompanhamento, sistematização coletiva de experiências, pesquisas, etc. Seu objetivo é fazer com que todas estas ações assumam uma dimensão formativa, em coerência com a missão e os desafios do MSTTR. Compreende-se que a formação programada e a formação na ação impulsionam mudanças no fazer político-pedagógico-metodologico do MSTTR e buscam permanentemente reafirmar o PADRSS enquanto referencial importante nas ações formativas e no cotidiano político das organizações dos trabalhadores e das trabalhadoras rurais. A ENFOC desenvolverá as duas modalidades a partir da seguinte estratégia políticopedagógica: Cursos Centralizados em Brasília Cursos Descentralizados, em cada uma das 05 grandes Regiões do País. Constituição e acompanhamento de Grupos de Estudo Dirigido/GED s, em cada Estado (Atividades inter-módulos). 1
2 II. Significado e objetivos dos GEDs Os GEDs assumirão - ao mesmo tempo - feição de Curso, com características especificas, e de formação na ação, pois terão repercussão direta no cotidiano da vida sindical: nas reuniões, mobilizações, articulações. A organização dos GED s e sua operacionalização serão de responsabilidade das Federações e dos educandos e das educandas que tiverem passado pelos cursos centralizados e descentralizados. Visarão assegurar o efeito multiplicador da ação formativa da ENFOC. Para que isso aconteça de fato, os GED s deverão se configurar em espaços de: a) Re-visitação dos temas estudados nos cursos centralizados e descentralizados. b) Experimentação de metodologias e partilha de aprendizagens. c) Interação com a realidade sindical das Federações e dos STTR s, passando por um permanente articulação entre prática-teoria-prática. Re-visitar temas estudados anteriormente No período inter-módulo, o GED possibilitará aos educandos e educandas rever temas estudados, aprofundar conhecimentos e ampliar fundamentos teóricos, para identificarem desafios e necessidades de mudanças nas práticas individuais e coletivas, no cotidiano da ação política mais geral e no fazer pedagógico. Experimentar metodologias e partilhar aprendizagens O GED poderá favorecer e estimular a vivência de metodologias no cotidiano da militância, de modo transformar a ação sindical contemplando elementos estudados, refletidos e teorizados anteriormente. Lembraremos aqui algumas modalidades concretas dessa experimentação: Sistematizar a ação educativa da Federação ou dos STTR s, produzindo textos ou 2
3 materiais didáticos. Desenvolver atividades específicas de formação, como: seminários, reuniões, cursos ou palestras, sobre os temas estudados no Curso presencial. Circular as informações acerca do maior número possível de atividades da Federação, para que nelas se possam pautar discussões sobre os temas estudados. Estimular reflexões nas reuniões das diretorias das Federações ou dos STTR s, sobre a relação prática-teoria-prática no cotidiano sindical. Registrar percepções, construir sínteses e desenvolver novas metodologias, adaptadas aos processos, de acordo com cada realidade estadual ou local. Interagir com a realidade sindical das Federações e dos STTR s, passando por um permanente articulação entre prática-teoria-prática. Educandos e educandas do Curso presencial poderão identificar mais facilmente, ao retornarem para seus espaços de militância: Questões e problemas da ação sindical, que mereçam reflexão e debate mais aprofundados. Insuficiente domínio por parte de dirigentes e lideranças acerca de temas que poderiam contribuir para uma melhor compreensão da realidade e para o enfrentamento das questões e problemas identificados anteriormente. O GED poderá, a partir de tais descobertas: Apontar limites e potencialidades do processo formativo mais geral da ENFOC e da ação formativa local. Aprofundar novos temas e referenciais, que possam ajudar a interagir com a realidade sindical específica das Federações e dos STTR s, visando dar respostas adequadas às questões postas. 3
4 III. Atividades inter-módulos e constituição dos GEDs As atividades inter-módulos constituem-se com parte integrante da dinâmica organizativa e formativa dos GED s. Sugere-se que na medida em que as atividades intermódulos aconteçam, sejam constituídos os primeiros ensaios de criação dos GED s. A idéia é que essas atividades se desdobrem de modo que ao final do percurso Centralizado, Descentralizado, GED s e venham a se constituir em uma prática multiplicadora de espaços formativos no cotidiano sindical. Particularmente para esta primeira turma, orientamos que os educandos/a ao retornarem aos seus espaços de militância, desenvolvam as seguintes atividades: Atividade 1: Interagir com demais companheiros e companheiras das Federações em seus estados para socializar os processos educativos vivenciados nesse primeiro módulo centralizado, como porta de entrada para uma reflexão sobre a estratégia formativa que ora desenvolvemos. Orientamos a utilização, como subsídio para esse debate, do Projeto Político Pedagógico e deste documento sobre as atividades inter-módulo e Grupos de Estudos Dirigidos. É necessário que se registre as reflexões críticas, reações sugestões que o diálogo sobre a estratégia formativa da Escola possa gerar. Atividade 2: Reunir subsídios estaduais, regionais e nacionais que nos permitam analisar o momento conjuntural do país, considerando os aspectos sociais, políticos, econômicos e culturais. Para que esse debate seja rico, orientamos o seguinte levantamento: Elementos presentes nos processos políticos eleitorais: como a questão do desenvolvimento apareceu nos programas de governo, em especial das forças 4
5 vitoriosas; fotos; fatos; relação com os movimentos sociais; entre outros aspectos; Atores relevantes nesse processo que se desenha; A inserção dos Movimentos Sociais e em especial do MSTTR nesse contexto. As abordagens devem evidenciar a diversidade dos sujeitos e suas dinâmicas. Essa atividade tem como objetivo auxiliar os estudos do II Módulo Centralizado a ser realizado em novembro próximo, quando ocorrerá a socialização das informações levantadas, compondo um grande painel sobre o momento político das regiões e do país. c) - Considerações gerais Na concepção dos GED s já se expressa a importância destes, na estratégia político pedagógica mais geral. Por isso considera-se necessário, que o sistema de PMAS (planejamento, monitoramento, avaliação e sistematização), leve em conta esta dimensão e identifique os seguintes aspectos: O nível de responsabilização institucional para o realização das atividades intermódulos; O comprometimento dos/as educandos/as com as tarefas inter-módulos; A coerência das informações (registros do que foi feito), com os conteúdos estudados e com a estratégia geral da ENFOC. Considera-se que sem um olhar mais crítico sobre os processos desdobrados no âmbito local, dificilmente a CONTAG terá alcance das projeções estabelecidas no Projeto Político pedagógico do MSTTR e na estratégia político pedagógica da Escola. Faz-se necessário, portanto, amadurecer - no processo -, sobre quais caminhos oferecem condições para um monitoramento efetivo das atividades dos GED s nas dimensões dos educandos/as eles/as individualmente -, e no coletivo eles/as e suas organizações. 5
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA ESTRUTURA CONCEITUAL DE PROJETOS DE EXTENSÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO E CULTURA ESTRUTURA CONCEITUAL DE PROJETOS DE EXTENSÃO Inicialmente faz-se necessário definir dois conceitos: A Extensão Universitária é um processo
RESOLUÇÃO CNAS Nº 6, DE 13 DE ABRIL DE 2016.
RESOLUÇÃO CNAS Nº 6, DE 13 DE ABRIL DE 2016. Estabelece parâmetros para a Supervisão Técnica no âmbito do Sistema Único de Assistência Social SUAS, em consonância com a Política Nacional de Educação Permanente
MÓDULO I: Sociedade, patriarcado e a luta das mulheres. 02 a 06 de julho de 2018
MÓDULO I: Sociedade, patriarcado e a luta das mulheres. 02 a 06 de julho de 2018 PERCURSO I: Eu com as outras - questionamos as dominações e somamos forças para potencializar as resistências e o agir coletivo.
REGULAMENTO DOS PROJETOS INTEGRADORES
REGULAMENTO DOS PROJETOS INTEGRADORES CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO Art. 1º Os Projetos Integradores são ações pedagógicas desenvolvidas em nível de cursos que viabilizam a interdisciplinaridade no processo
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO EM EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Descrição do Curso O curso tem duração de 360 horas sendo
ENTRE ESCOLA, FORMAÇÃO DE PROFESSORES E SOCIEDADE, organizados na seguinte sequência: LIVRO 1 DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO NA RELAÇÃO COM A ESCOLA
APRESENTAÇÃO Apresentar os resultados do XVII ENDIPE tem para nós o significado especial de dever cumprido. É a alegria de fazermos parte desta história, de estarmos juntos nesta caminhada de mais uma
Resolução n 258, de 05 de maio de 2017.
Resolução n 258, de 05 de maio de 2017. O Conselho Universitário - CONSUNI, da Universidade do Planalto Catarinense UNIPLAC, no uso de suas atribuições, e em conformidade com decisão registrada no Parecer
ANEXO I CARGO: PROFESSOR ATRIBUIÇÕES:
ANEXO I CARGO: PROFESSOR ATRIBUIÇÕES: a) Descrição Sintética: Orientar a aprendizagem do aluno; participar no processo de planejamento das atividades da escola; organizar as operações inerentes ao processo
Agrupamento de Escolas nº4 de Évora Escola Sede: Escola Secundária André de Gouveia 1. ÁREAS DE INTERVENÇÃO
1. ÁREAS DE INTERVENÇÃO 1.1. IMPLEMENTAR A ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO CURRICULAR - Aprimorar ação educativa. Otimizar o desempenho de funções de coordenação. Valorizar a centralidade da escola e do
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades
Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento Documento de Apoio: Desagregação das medidas e das tipologias de atividades Desagregação das medidas e das tipologias de atividades ESTRATÉGIA NACIONAL
Para isto, a estrutura formativa proposta se organiza em três blocos: básica, específica e acompanhamento formativo.
Para garantir sua implementação e gestão, é fundamental que a Política de Educação Integral conte com um Plano de Formação que contemple todos os envolvidos cada qual em sua especificidade, garantindo
SUPERVISÃO DE ENSINO SÍNTESE INICIAL DAS DISCUSSÕES DO SINDICATO-APASE
SUPERVISÃO DE ENSINO SÍNTESE INICIAL DAS DISCUSSÕES DO SINDICATO-APASE 1. Caracterização da Supervisão de Ensino A Supervisão de Ensino é uma função de Estado exercida por agente denominado Supervisor
CONSTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE
1 CONSTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO DOCENTE Joana D`arc Anselmo da Silva Estudante do Curso de Licenciatura em Pedagogia, bolsista PIBID Universidade Federal da Paraíba. UFPB Campus IV, [email protected]
CARTA DE MISSÃO. - Desenvolver estudos sobre a organização pedagógica das escolas e propor medidas de reorganização;
CARTA DE MISSÃO Ministério: Ministério da Educação Organismo: Direção-Geral da Educação (DGE) Cargo e Titular: Diretor-Geral Período da Comissão de Serviço: 5 anos Missão do Organismo: A DGE tem por missão
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE FORMAÇÃO DE TECNÓLOGOS COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS
RESOLUÇÃO Nº 01/2007 Aprova o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Ciências Agrárias Habilitação: Licenciatura Plena e dá outras providencias. O Colegiado do Curso
BRINCADEIRA TEM HORA?
BRINCADEIRA TEM HORA? Natalia Gonçalves EMEF Prof. Roberto Plínio Colacioppo No ano letivo de 2009, a escola onde leciono sofreu uma alteração em sua estrutura de horários e de distribuição dos anos de
ABC NA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA MÃO NA MASSA/RJ: AMBIENTE VIRTUAL DE INTERAÇÃO
ABC NA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA MÃO NA MASSA/RJ: AMBIENTE VIRTUAL DE INTERAÇÃO SANTIAGO, Irlene; GRYNSZPAN, Danielle INTRODUÇÃO O presente trabalho apresenta a reestruturação do site ABC na Educação Científica
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Princípios que norteiam os cursos de licenciatura do IFESP vinculados ao PARFOR
FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Princípios que norteiam os cursos de licenciatura do IFESP vinculados ao PARFOR José Paulino Filho 1 IFESP [email protected] Márcia Maria Alves de Assis 2 IFESP [email protected]
Terceiro Ciclo da Avaliação Externa das Escolas. Campos de análise Referentes Indicadores
Quadro de referência Domínios, campos de análise, referentes e indicadores O quadro de referência do terceiro ciclo da Avaliação Externa das Escolas estrutura-se em quatro domínios Autoavaliação, Liderança
NÍVEL MÓDULO COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORÁRIA MODALIDADE NÚCLEO 1 Infância História da Educação e Direitos da Criança
As tabelas a seguir apresentam os componentes curriculares, carga horária, modalidade e em consonância à Resolução n o 2, do CNE/CP, de 1 o de julho de 2015 o núcleo integrado por cada componente. Em relação
Plano de Ensino Docente
Plano de Ensino Docente IDENTIFICAÇÃO CURSO: Licenciatura em Matemática FORMA/GRAU: ( ) integrado ( ) subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado (x) licenciatura ( ) tecnólogo MODALIDADE: ( x ) Presencial
PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA/ATIVIDADES
PLANO DE ESTRATÉGICA/ATIVIDADES DIRETOR ORGANIZ PEDAGÓGICA Otimizar a ação educativa. Otimizar o desempenho de funções de coordenação. Elaborar um Plano Anual de Atividades que contemple: Atividades curriculares;
Formando profissionais de saúde com as novas tecnologias: a experiência da ENSP/Fiocruz na educação à distância
Seminário de Educação a Distância na Administração Pública: Cursos Mistos e Redes Virtuais Formando profissionais de saúde com as novas tecnologias: a experiência da ENSP/Fiocruz na educação à distância
SUPERVISOR DE ENSINO PROPOSTA DO SINDICATO-APASE
SUPERVISOR DE ENSINO PROPOSTA DO SINDICATO-APASE 1. Caracterização da Supervisão de Ensino A Supervisão de Ensino é uma função de Estado exercida por agente denominado Supervisor de Ensino, profissional
Ministério da Educação. Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
REGIMENTO INTERNO DOS NÚCLEOS DE INTEGRAÇÃO DO ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NIEPES CAPÍTULO I DA CONCEPÇÃO Art. 1 Os Núcleos de Integração do Ensino, Pesquisa e Extensão (NIEPEs) são órgãos de apoio pedagógico,
Política Nacional de Formação Rumo ao Sistema Nacional de Formação dos Profissionais da Educação Básica
Política Nacional de Formação Rumo ao Sistema Nacional de Formação dos Profissionais da Educação Básica 7ª Conferência Nacional de Educação CNTE Outubro 2009 Helena Costa Lopes de Freitas MEC/SEB/ANFOPE
PROJETO ESPECIAL DE AÇÃO
PROJETO ESPECIAL DE AÇÃO - 2013 PORTARIA Nº 1.566 DE 18/03/08 Nome da Unidade Educacional EMEI MÁRIO SETTE Diretoria Regional de Educação CAMPO LIMPO Modalidade (art.2º): A tematização das práticas desenvolvidas
NOS CAMINHOS DA PRÁXIS: PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO PÚBLICA
NOS CAMINHOS DA PRÁXIS: PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO PÚBLICA Chapecó-SC, Jun/2017 APRESENTAÇÃO Garantir a Extensão Universitária como um processo educativo, cultural e científico
Implantação do Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia (UnB-CET/ FNDE), no seu município/estado:
Implantação do Projeto Educando com a Horta Escolar e a Gastronomia (UnB-CET/ FNDE), no seu município/estado: O presente documento se destina a orientar os multiplicadores do Projeto Educando com a Horta
Clubes Ciência Viva na Escola CARTA DE PRINCÍPIOS
Clubes Ciência Viva na Escola CARTA DE PRINCÍPIOS O Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória aponta para uma educação escolar em que os alunos constroem e sedimentam uma cultura científica
EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA
EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas
PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL CENTRO UNIVERSITÁRIO AMPARENSE UNIFIA
PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DO CENTRO UNIVERSITÁRIO AMPARENSE UNIFIA 2010 1 1. CONTETO INSTITUCIONAL 1.1. Missão Institucional 1.2. Marcos Regulatórios da IES Formar cidadãos com competência
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA CAPITULO I - DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Dispõe sobre o Regulamento do Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Faculdade Capivari.
A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO CAMPO NAS PESQUISAS ACADÊMICAS
A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO CAMPO NAS PESQUISAS ACADÊMICAS INTRODUÇÃO A do Campo tem sido um dos aspectos a ser considerado na formação de professores, uma vez que esta modalidade de ensino tem ganhado
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral 1. Conceito A Educação Integral (EI) é uma concepção que compreende que a educação deve garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas
PLANO ESTRATÉGICO OUI Aprovado pala Assembleia geral da OUI
PLANO ESTRATÉGICO OUI 2017 2022 Aprovado pala Assembleia geral da OUI 25 de novembro de 2016 INSPIRAÇÃO OUI "Desejo estabelecer, além e livre de toda fronteira, seja esta política, geográfica, econômica,
DEMANDAS E POTENCIALIDADES DO PROEJA NO ESTADO DO PARANÁ
DEMANDAS E POTENCIALIDADES DO PROEJA NO ESTADO DO PARANÁ Prof. Dr. Domingos Leite Lima Filho (PPGTE/UTFPR) [email protected] Profa. Dra. Mônica Ribeiro (PPGE/UTFPR) [email protected] Profa. Dra. Geórgia
Plano de Estudos. Escola: Instituto de Investigação e Formação Avançada Grau: Programa de Doutoramento Curso: Ciências da Educação (cód.
Plano de Estudos Escola: Instituto de Investigação e Formação Avançada Grau: Programa de Doutoramento Curso: Ciências da (cód. 681) 1. o Ano - 1. o Semestre Seminário de Acompanhamento do Projeto de Ciências
Objetivos operacionais
QUADRO DE AVALIAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO - 2016 Ultima Actualização: 2016-06-09 Organismo: Camões, Instituto da Cooperação e da Língua Missão: Propor e executar a política de cooperação portuguesa e coordenar
NORMATIVA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE HISTÓRIA LICENCIATURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO
NORMATIVA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE HISTÓRIA LICENCIATURA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Os estágios curriculares no curso de História-Licenciatura
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Serviço Social 4ª Série Fundamentos das Políticas Sociais A atividade prática supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS LICENCIATURA PLENA
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS SOCIAIS E AGRÁRIAS COLEGIADO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS LICENCIATURA PLENA RESOLUÇÃO Nº 02/2012 Aprova o Regulamento do Estágio
Formação de Professores para Monitoramento e Avaliação de Aprendizagem do Aluno. Tereza Perez Comunidade Educativa CEDAC
Formação de Professores para Monitoramento e Avaliação de Aprendizagem do Aluno Tereza Perez Comunidade Educativa CEDAC Avaliar e monitorar: sentido e significado Amanhã será outro dia* Para quem? Para
ANEXO II EDITAL Nº 80/2013/PIBID/UFG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID
ANEXO II EDITAL Nº 80/2013/PIBID/UFG PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID FORMULÁRIO DE DETALHAMENTO DO SUBPROJETO POR ÁREA DE CONHECIMENTO 1. Nome da Instituição: 2. UF Universidade
Reunião de Trabalho Professores Coordenadores. Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017
Reunião de Trabalho Professores Coordenadores Diretoria de Ensino da Região de Carapicuíba Dirigente Regional de Ensino Junho/2017 Pauta Acolhimento; Aquecimento; o que nos dizem os registros? Refletindo
O PIBID DE QUÍMICA E PESQUISA NO COTIDIANO ESCOLAR: DIÁLOGO ENTRE UNIVERSIDADE, O PROFESSOR E A ESCOLA
02994 O PIBID DE QUÍMICA E PESQUISA NO COTIDIANO ESCOLAR: DIÁLOGO ENTRE UNIVERSIDADE, O PROFESSOR E A ESCOLA Maria José Houly Almeida de Oliveira UNEAL Nos últimos anos observa-se um aumento na implementação
PLANO DE ENSINO. Curso: Pedagogia
PLANO DE ENSINO 2016 Curso: Pedagogia Disciplina: Estágio Supervisionado: Educação Infantil 4 e 5 anos Educação de Jovens e Adultos (EJA) Ensino Fundamental Educação Especial (Ensino Fundamental) APAE
Efeitos a produzir: Mudança de práticas, procedimentos ou materiais didáticos OBJETIVOS GERAIS:
Ficha da Ação Designação Articulação e supervisão pedagógica Região de Educação Área de Formação A B C D Classificação Formação Contínua Modalidade Oficina de Formação Duração Nº Total de horas presenciais
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO CIÊNCIAS DA NATUREZA LICENCIATURA CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO O presente regulamento normatiza o estágio curricular supervisionado do Curso Ciências da Natureza Licenciatura da Universidade Federal do Pampa - UNIPAMPA
BNCC e a Educação Infantil
BNCC e a Educação Infantil Departamento Pedagógico Educação Básica Fevereiro de 2018 Departamento Pedagógico Educação Básica 1 Educação é a Base Estrutura Regionalidade BNCC e o RCN Qualidade da Aprendizagem
Instrumento para Avaliação Institucional. Pelos Pais e Responsáveis
Instrumento para Avaliação Institucional Pelos Pais e Responsáveis Uma instituição que deseja se desenvolver e aprimorar necessita, primeiramente, conhecer os próprios atributos e deficiências para que
LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO
LABORATÓRIO DE INOVAÇÕES EM EDUCAÇÃO NA SAÚDE COM ÊNFASE EM EDUCAÇÃO PERMANENTE /EDITAL DA 1ª EDIÇÃO Porque o Laboratório Os processos de educação em saúde constituem como um dos fundamentos das práticas
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS UNICRUZ - UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS UNICRUZ - UNIVERSIDADE DE CRUZ ALTA CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - LICENCIATURA REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES Art. 1º - O presente regulamento estabelece as normas para a efetivação
PROGRAMA BOLSA DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO NA REDE SESA: UMA EXPERIÊNCIA ALÉM DA PROFISSÃO UM ESTÁGIO PARA A VIDA
PROGRAMA BOLSA DE INCENTIVO À EDUCAÇÃO NA REDE SESA: UMA EXPERIÊNCIA ALÉM DA PROFISSÃO UM ESTÁGIO PARA A VIDA Eixo Temático: Integração ensino-serviço-comunidade Secretaria da Saúde do Estado do Ceará
PLANO DE AÇÃO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO NA MÍDIA LOCAL
PLANO DE AÇÃO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO NA MÍDIA LOCAL PROPOSTA DE AÇÃO Criar um Observatório para mapear a cobertura realizada pela imprensa local sobre o tema da educação, a fim de ampliar sua visibilidade
UMA REFLEXÃO SOBRE AS CONCEPÇÕES DE ESTÁGIO CURRICULAR E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O FUTURO LICENCIADO EM CIÊNCIAS AGRÍCOLAS.
UMA REFLEXÃO SOBRE AS CONCEPÇÕES DE ESTÁGIO CURRICULAR E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O FUTURO LICENCIADO EM CIÊNCIAS AGRÍCOLAS. Modalidade: Ensino, Pesquisa, Extensão; Nível: Superior; Área: Ciências Agrárias,
INOVAÇÃO EDUCATIVA_. Esse é o nosso jeito de fazer, nossa missão e razão de existir
INOVAÇÃO EDUCATIVA_ Escolhemos inventar o futuro por meio da Inovação Educativa Acreditamos na educação disruptiva, personalizada e em linha com os avanços tecnológicos Movidos por um sentimento voluntário,
DIDÁTICA E PRÁTICAS DE ENSINO COMPROMISSO COM A ESCOLA PÚBLICA, LAICA, GRATUITA E DE QUALIDADE
A escola, como instituição social, cumpre uma função que lhe é específica, qual seja, a de assegurar a formação educativa escolar para todas as crianças, jovens e adultos do país. Sua trajetória mostra
FICHA IV - ESPECÍFICA POR SUBPROJETO. Ensino-aprendizagem
FICHA IV - ESPECÍFICA POR SUBPROJETO Ensino-aprendizagem 1. Quais os materiais didáticos na área do(s) subprojeto(s) existentes na escola? Recursos didáticos, materiais diferenciados e/ou alternativos.
A Metodologia SENAI de Educação Profissional no SENAI-SP
A Metodologia SENAI de Educação Profissional no SENAI-SP Eliana Misko Soler Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI-SP 05 agosto 2016 A Metodologia SENAI de Educação Profissional no SENAI-SP
A avaliação da aprendizagem no curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Londrina: um olhar sobre a formação discente
A avaliação da aprendizagem no curso de Pedagogia da Universidade Estadual de Londrina: um olhar sobre a formação discente Resumo: Jocimara Aparecida de Jesus 1 Dirce Aparecida Foletto de Moraes 2 Este
