Reprodução de Vinilo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Reprodução de Vinilo"

Transcrição

1 Reprodução de Vinilo 1. INTRODUÇÃO Desde os anos 80 do século XX a reprodução da música passou a ser assegurada predominantemente a partir de suportes digitais. Alguns dos suportes analógicos usados até essa altura caíram rapidamente em desuso e foram quase esquecidos. Quantas pessoas nascidas após 1980 terão ouvido música reproduzida a partir de fitas magnéticas? No entanto, o suporte magnético foi o único utilizado para a captação de som desde os anos 50 e durante as três décadas seguintes. Porém existe um suporte analógico que obstinadamente se recusa a desaparecer e que, contra a maioria das expectativas, tem crescido ao longo da primeira década do século XXI. Trata se do disco de vinilo, assim chamado por ser fabricado a partir de um copolímero de cloreto e acetato de vinilo. Certamente existem muitas razões para uma tal retoma mas há uma que reconhecidamente é a dominante: a qualidade sonora que é possível retirar da gravação analógica em vinilo! Audiófilos e melómanos que assistiram à transição do som analógico para o digital apontaram evidentes perdas de qualidade na reprodução, apesar das vantagens oferecidas pelos novos formatos. É um facto que o som digital evoluiu muitíssimo desde então. Mas não é menos verdade que, paralelamente, o som analógico também não parou de evoluir, recorrendo a todas as ferramentas disponíveis incluindo as tecnologias de informação e as tecnologias de materiais. Provavelmente a maioria da comunidade audiófila estará de acordo em que, na actualidade, a gravação analógica de vinilo constitui a forma mais evoluída e refinada de ouvir música e de transmitir a emoção associada. 2. CABEÇAS E CORRECÇÃO RIAA O texto que se segue pretende conduzir o leitor de uma forma simples e clara através dos aspectos essenciais relacionados com o tema, sem lhe exigir conhecimentos técnicos. Por isso, não são apresentados formalismos nem detalhes apenas ao alcance de técnicos e especialistas na matéria.

2 O disco de vinilo é produzido por injecção do plástico num molde metálico que contem um negativo da espira gravada. As duas metades que constituem o molde metálico são fabricadas por processos relativamente complexos de galvanoplastia, a partir de um master inicial, cujo sulco foi literalmente escavado por uma cabeça especial, chamada cabeça de gravação. Quando esse master é ele próprio metálico diz se que o processo é DMM (Direct Metal Mastering). Devido a limitações ligadas à abertura física do sulco e para uma reprodução adequada da dinâmica do sinal tornou se necessário introduzir uma equalização no sinal que é enviado para a cabeça de gravação. Tal equalização visa fundamentalmente uma atenuação das frequências baixas (graves) e um reforço das frequências altas (agudos). Claro que o protocolo de equalização terá de ser rigorosamente estabelecido porque, só assim, será possível inverter o processo na reprodução para se restaurar o sinal inicial, antes de equalização. Após muitas experiências tentadas nos anos 50, finalmente ficou estabelecido um standard de equalização que é a famosa curva RIAA (Recording Industry Association of America). 20 Curva RIAA Nível (db) Curva RIAA frequência (Hz) Portanto, seja qual for o dispositivo de leitura do disco, será preciso introduzir a correcção RIAA. Esta é a mais importante missão a desempenhar por um circuito dedicado, normalmente designado por andar phono. A leitura do sulco do disco é feita por uma cabeça que pode ser realizada segundo muitos princípios e tecnologias. Na actualidade apenas são utilizadas as chamadas cabeças magnéticas e as cabeças de leitura óptica. Estas últimas estão pouco divulgadas pelo que limitaremos a abordagem apenas às cabeças magnéticas. Na sua essência, uma cabeça magnética consiste numa agulha que contacta o sulco e que transmite a vibração através do cantilever a uma peça móvel. Na cabeça existe uma

3 bobina que está imersa num campo magnético criado por um íman permanente. Quando a peça que está rigidamente ligada ao cantilever é o íman, será este que irá vibrar ao ritmo da agulha que lê o sulco. Neste caso, o íman (ou magneto) é móvel e a bobina está fixa pelo que a cabeça é do tipo MM (Moving Magnet). Em alternativa, a peça móvel pode ser a bobina, sendo então o íman fixo e a cabeça é do tipo MC (Moving Coil). Em qualquer dos casos, quando uma das peças se move, pela lei da indução do electromagnetismo, desenvolve se na bobina uma tensão proporcional à velocidade do deslocamento. É esta tensão que é recolhida na saída da cabeça para ser processada. O processamento consiste em três tarefas: Adaptação de impedância à cabeça de leitura; Amplificação adequada para atacar um pré amplificador de linha; Correcção RIAA. O primeiro aspecto é absolutamente fundamental para uma correcta reprodução e é frequentemente mal entendido. Para tal, vejamos como é possível classificar 95 % ou mais das cabeças magnéticas que hoje são fabricadas. Podem classificar se em três grandes grupos: Cabeças de íman móvel (MM), que debitam uma tensão de saída relativamente elevada ( 2,5 mv a 1 khz) sobre uma impedância também elevada, à volta de 47 kω. Cabeças de bobina móvel de alto nível de saída (MC H), que debitam uma tensão de saída semelhante às cabeças MM. Cabeças de bobina móvel de baixo nível de saída (MC L), que debitam uma tensão de saída relativamente baixa ( 0,6 mv a 1 khz). As entradas MM dos andares phono apresentam uma impedância de entrada de cerca de 47 kω e, normalmente, não existem dificuldades adicionais com a adaptação de impedâncias deste tipo de cabeças. Pelo contrário, as cabeças MC L precisam de uma impedância de carga baixa (tipicamente 500 Ω) para o máximo desempenho. Portanto, relativamente às MM, estas cabeças precisam de mais ganho (porque o valor da tensão de saída é inferior) e precisam de adaptação de impedância. Face a tais inconvenientes é evidente que deverá existir alguma vantagem na sua utilização. A grande vantagem das cabeças MC L é a qualidade de reprodução obtida, conjugando uma banda passante muito extensa e baixa distorção com baixa sensibilidade aos ruídos de superfície dos discos. Falando em termos genéricos, este tipo de cabeças permite atingir o nível qualitativo máximo na reprodução do vinilo.

4 De uma forma muito simples é fácil de entender a razão pela qual o princípio MC é superior ao MM. As bobinas podem ser fabricadas com uma massa muito pequena, o que se traduz numa baixa inércia mecânica. Os ímanes, sendo constituídos por materiais relativamente densos, são peças móveis mais pesadas pelo que as cabeças MM sofrem dos inconvenientes de uma maior inércia mecânica. Quanto às cabeças MC H são uma tentativa de se conseguir o melhor dos mundos das MM e das MC, isto é, a leveza da bobina móvel conjugada com uma tensão de saída que permite o ataque directo à entrada MM do andar phono. É uma solução de compromisso que tem limitações de várias ordens, de tal modo que cabeças MM bem concebidas dão melhores resultados que cabeças MC H. As dificuldades do princípio MC H começam logo na concepção da bobina móvel. Uma dada bobina será tanto mais leve quanto menos espiras tiver. Ora, as bobinas móveis das cabeças MC H têm de ter muitas espiras para conseguirem produzir uma tensão de saída semelhante à das cabeças MM. Muitas espiras quer dizer mais massa e mais capacidades parasitas o que, inevitavelmente, traz consequências no desempenho qualitativo. Por outro lado, embora se insista que as cabeças MC H deverão ser ligadas à entrada MM, com a sua carga de 47 kω, a teoria e a prática revelam que estas cabeças dão melhores resultados com impedâncias de carga bem inferiores, situadas entre 500 Ω e 5 kω. As cabeças MC H são, por isso, as cabeças menos bem compreendidas e as menos bem adaptadas e utilizadas! Portanto, de uma forma geral, as cabeças MC precisam de adaptação de impedâncias, sendo obrigatória no caso das MC L. Esta adaptação pode ser feita de modo passivo, com um transformador ou de modo activo, com um dispositivo designado por adaptador ou pré preamplificador. Cada um dos modos tem vantagens e inconvenientes, sendo possível obter resultados variáveis, entre o sofrível e o óptimo com qualquer deles. A adaptação por transformador tem a seu favor o isolamento galvânico entre a cabeça e o andar de entrada MM, o que é vantajoso em termos de ruído. Por outro lado, a adaptação activa pode apresentar uma banda passante mais extensa, quer para cima quer para baixo. Sem se pretender fazer aqui uma análise exaustiva dos dois princípios, dir se á apenas que a JG Audio prefere a adaptação activa, corporizada no seu MC1 Adaptor. 3. AS SOLUÇÕES JG AUDIO PARA A REPRODUÇÃO DE VINILO A JG Audio oferece uma gama variada de equipamentos e acessórios para reprodução de vinilo, que cobrem todas as situações de utilização. Para a máxima flexibilidade, os andares Phono da JG Audio só possuem entrada MM. A função de adaptação de impedância a cabeças MC é confiada ao MC1 Adaptor, que existe em duas versões diferentes.

5 Andares Phono Phono C ( RIAA activa / passiva com malhas RC) Phono L ( RIAA activa / passiva com malhas RLC) Os andares Phono C e Phono L estão incluídos no Pré amplificador T5 e são fornecidos como opção. Adaptador MC : MC1 Adaptor Versão High Para cabeças MC que necessitam de cargas desde 250 Ω até 1 kω. Versão Low Para cabeças MC que necessitam de cargas até 500 Ω. A figura seguinte ilustra como deverá ser inserido o MC1 Adaptor entre a saída do giradiscos e a entrada Phono MM.

6 A selecção da impedância de carga que o MC1 apresenta à cabeça MC é seleccionada através de um dip switch interno. Para detalhes deverá ser consultado o Manual de Utilização do MC1 Adaptor.

PRÉ - AMPLIFICADOR JG T5

PRÉ - AMPLIFICADOR JG T5 PRÉ - AMPLIFICADOR JG T5 O JG T5 é um pré - amplificador concebido para uma escuta de alta qualidade, devendo ser combinado exclusivamente com equipamentos de nível audiófilo. O T5 é um equipamento invulgar

Leia mais

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Musica de Lisboa

Instituto Politécnico de Lisboa. Escola Superior de Musica de Lisboa Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Musica de Lisboa Licenciatura em Tecnologias de Música Tecnologias de Informática Musical Professor Bruno Nery Hardware Especializado e ligações analogicas

Leia mais

LBC 34xx/12 Altifalantes de corneta

LBC 34xx/12 Altifalantes de corneta Sistemas de Comunicação LBC 34xx/12 Altifalantes de corneta LBC 34xx/12 Altifalantes de corneta Unidades de motor de alta eficiência Até 45 W (potência máx.) Amplo ângulo de abertura Excelente reprodução

Leia mais

Amplificador de áudio 50 watts

Amplificador de áudio 50 watts Amplificador de áudio 50 watts Projeto de um amplificador de áudio de 50 watts de baixo custo e ótimo desempenho. O presente projeto inclui o módulo de potência, módulo de fonte de alimentação e módulo

Leia mais

Misturador 8 canais AP 8XR (Com híbrido)

Misturador 8 canais AP 8XR (Com híbrido) Misturador 8 canais AP 8XR (Com híbrido) Misturador AP-8XR Pág. 1 / 17 Sumário 1 Misturador AP-8XR... 3 1.1 Introdução... 3 1.2 Características Técnicas... 4 1.3 Descrição dos Controles... 5 1.4 Diagramas

Leia mais

ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar.

ATENÇÃO: A partir da amostra da aula, terá uma idéia de onde o treinamento de eletroeletrônica poderá lhe levar. ATENÇÃO: O material a seguir é parte de uma das aulas da apostila de MÓDULO 2 que por sua vez, faz parte do CURSO de ELETRO ANALÓGICA -DIGITAL que vai do MÓDULO 1 ao 4. A partir da amostra da aula, terá

Leia mais

CAPÍTULO IV AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 4.1. TENSÕES E CORRENTES DE COMPENSAÇÃO OU OFFSET

CAPÍTULO IV AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 4.1. TENSÕES E CORRENTES DE COMPENSAÇÃO OU OFFSET CAPÍTULO IV AMPLIFICADORES OPERACIONAIS 4.1. TENSÕES E CORRENTES DE COMPENSAÇÃO OU OFFSET Definição : O offset é definido como uma tensão residual que aparece na saída do Amplificador Operacional quando

Leia mais

funções dos microfones: captação do som controle acústico Técnico: saber escolher e posicionar

funções dos microfones: captação do som controle acústico Técnico: saber escolher e posicionar João Paulo Teixeira [email protected] www.ipb.pt/~joaopt Departamento de Electrotecnia ESTiG Instituto Politécnico de Bragança funções dos microfones: captação do som controle acústico Técnico: saber escolher

Leia mais

Tabela de Preços. Janeiro 2017

Tabela de Preços. Janeiro 2017 Cabeças "Moving Magnet" - 2M 2M-RED 2M-RED Output voltage: 5,5mV 100 Freq. Resposta: 20-20.000Hz +3/-1dB EAN: 5705796080018 Tipo de Agulha: Eliptica Tracking Force: 1,8 gramas 2M-RED Verso Peso: 7,2g 110

Leia mais

Manual de instalação do Sound Pack 60W

Manual de instalação do Sound Pack 60W Manual de instalação do Sound Pack 60W AXCITY ZAC des Hauts de Wissous «Air Park de Paris» Bâtiment le Cormoran 3 rue Jeanne Garnerin 91320 Wissous, França ASBSOP0201 n 1 2012 Manual de instalação do Sound

Leia mais

Medição dimensional e de movimento. Dr. Evandro Leonardo Silva Teixeira Faculdade Gama

Medição dimensional e de movimento. Dr. Evandro Leonardo Silva Teixeira Faculdade Gama Dr. Evandro Leonardo Silva Teixeira Faculdade Gama Sensor por efeito piezo-elétrico: Funciona a partir do efeito piezo-elétrico; Fenômeno físico reversível; Fornece tensão com a deformação do elemento

Leia mais

Pontas de prova para instrumentos

Pontas de prova para instrumentos Pontas de prova para instrumentos São denominados pontas de prova o conjunto de cabos, conectores e terminações que fazem a conexão entre os instrumentos e os circuitos a serem analisados. 1 Pontas de

Leia mais

Formatos de Áudio e Vídeo Digital Introdução ao Áudio Digital

Formatos de Áudio e Vídeo Digital Introdução ao Áudio Digital Redes Multimídia 2016.2 Formatos de Áudio e Vídeo Digital Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Turma: TEC.SIS.4T Redes Multimídia Conteúdo Programático :: 1 a Unidade 1. Aplicações multimídia

Leia mais

Sistemas de polimento por ultrasom Ultraform

Sistemas de polimento por ultrasom Ultraform Sistemas de polimento por ultrasom Ultraform Modelo UF-5600 Ultraform UF-5600 e UF-2600 Os sistemas de brunir e polir por ultrasom com os acessórios comprovados. De primeira classe. Caixas bonitas, tecnologia

Leia mais

UFCD:150. Setup de Gravação Digital

UFCD:150. Setup de Gravação Digital UFCD:150 Setup de Gravação Digital Trabalho de : Joaquim Vieira Formador: Paulo Cardoso Gravação Digital é o processo de conversão ou armazenamento de uma informação ou sinal analógico, numa sequência

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO ELECTRÓNICA EXERCÍCIOS FILTROS

INSTRUMENTAÇÃO ELECTRÓNICA EXERCÍCIOS FILTROS INSTRUMENTAÇÃO ELECTRÓNICA EXERCÍCIOS FILTROS 1. Num determinado sinal oriundo de um transdutor, observouse a presença de ruído de 100 Hz com a amplitude de 50 mvpp. O sinal de interesse pode apresentar

Leia mais

C411 lll. AKG Acoustics GmbH Lemböckgasse 21 25, 1230 Vienna/AUSTRIA, fone: (+43-1) *

C411 lll. AKG Acoustics GmbH Lemböckgasse 21 25, 1230 Vienna/AUSTRIA, fone: (+43-1) * Microfones Fones de ouvido Microfones s/fios Fones de ouvido s/fios Microfones de cabeça Componentes acústicos AKG Acoustics GmbH Lemböckgasse 21 25, 1230 Vienna/AUSTRIA, fone: (+43-1) 86654-0* e-mail:

Leia mais

Tabela de Preços. Junho 2016

Tabela de Preços. Junho 2016 Cabeças "Moving Magnet" - 2M 2M-RED 2M-RED Output voltage: 5,5mV 100 Freq. Resposta: 20-20.000Hz +3/-1dB EAN: 5705796080018 Tipo de Agulha: Eliptica Tracking Force: 1,8 gramas 2M-RED Verso Peso: 7,2g 110

Leia mais

Tabela de Preços. Janeiro 2016

Tabela de Preços. Janeiro 2016 2M-RED 2M-RED Output voltage: 5,5mV 98 Freq. Resposta: 20-20.000Hz +3/-1dB 5705796080018 Tipo de Agulha: Eliptica Tracking Force: 1,8 gramas Tabela de Preços Cabeças "Moving Magnet" - 2M 2M-RED Verso 108

Leia mais

TECNOLOGIA EM SUAS MÃOS.

TECNOLOGIA EM SUAS MÃOS. TECNOLOGIA EM SUAS MÃOS. A DLP Pro Audio foi elaborada para atender amplamente a demanda do mercado musical, produção de rádio e TV, estúdios de gravação, cinema, entre outros. Testados e aprovados por

Leia mais

Porquê Exaudio? In Dicionário Latim Português, Porto Editora.

Porquê Exaudio? In Dicionário Latim Português, Porto Editora. Apresentação 2014 Porquê Exaudio? Exaudīŏ, īs, īre, īvī, ītum: (ex,audio) v. tr. 1. ouvir distintamente, ouvir com toda a clareza, ouvir bem, compreender; 2. prestar atenção, atender, deixar-se persuadir,

Leia mais

Analógico vs Digital

Analógico vs Digital Arquitectura de Computadores I Engenharia Informática (11537) Tecnologias e Sistemas de Informação (6616) Analógico vs Digital Nuno Pombo / Miguel Neto Arquitectura Computadores I 2014/2015 1 Os circuitos

Leia mais

Máquinas Elétricas. Máquinas CA Parte I

Máquinas Elétricas. Máquinas CA Parte I Máquinas Elétricas Máquinas CA Parte I Introdução A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado (λ) decorrentes de movimento mecânico. Nas máquinas rotativas,

Leia mais

PRÉ-AMPLIFICADOR PHONO ESTÉREO VALVULADO PADRÃO RIAA

PRÉ-AMPLIFICADOR PHONO ESTÉREO VALVULADO PADRÃO RIAA UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ COORDENAÇÃO DE ENGENHARIA ELÉTRICA CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA PEDRO HENRIQUE SOUTHIER PRÉ-AMPLIFICADOR PHONO ESTÉREO VALVULADO PADRÃO RIAA TRABALHO DE CONCLUSÃO

Leia mais

Folha 3 Amplificadores operacionais (ampops).

Folha 3 Amplificadores operacionais (ampops). Folha 3 Amplificadores operacionais (ampops). 1. Os fios de ligação aos terminais de saída de um transdutor captam um ruído de interferência com frequência de 60 Hz e 1 V de amplitude. O sinal de saída

Leia mais

Sensores de Velocidade

Sensores de Velocidade Sensores de Velocidade 1. Dínamo taquimétrico Tacogerador Baseado no princípio do motor de corrente contínua com escovas que funcionam como gerador DC que gera uma tensão proporcional à velocidade angular

Leia mais

Indução Electromagnética. Força Electromotriz

Indução Electromagnética. Força Electromotriz Indução Electromagnética Força Electromotriz Escola Secundária Anselmo de Andrade 2011/2012 Fluxo Magnético B A cos N B B : Fluxo Magnético (Wb) : Vector Campo Magnética (T) A A: Área da espira (m 2 )

Leia mais

Arquitetura de Computadores

Arquitetura de Computadores Arquitetura de Computadores -Sistemas de Memória Externa por Helcio Wagner da Silva Discos Magnéticos Os discos são feitos de material plástico ou metálico, coberto por material magnetizante Os cabeçotes

Leia mais

Tabela de Preços. Maio Hub Digital - modelo base com entradas S/PDIF - outras opções disponíveis, ver abaixo

Tabela de Preços. Maio Hub Digital - modelo base com entradas S/PDIF - outras opções disponíveis, ver abaixo Tabela de s QX-5 Twenty Hub Digital - modelo base com entradas S/PDIF - outras opções disponíveis, ver abaixo Formatos: 44.1 Interface: 48 Conversor: 88.2 THD: 96 Potência: 176.4 Armazenamento: 192 Comunicações:

Leia mais

RA332 Módulo de Aquisição Remota (16A/32D)

RA332 Módulo de Aquisição Remota (16A/32D) RA332 Módulo de Aquisição Remota (16A/32D) Características Técnicas [ra332-datasheet-pt rev 3.2] Sumário 1 Características Principais 1 2 Especificações 2 Aquisição Analógica........................................

Leia mais

: Fluxo Magnético (Wb) A: Área da espira (m 2 ) : Vector Campo Magnética (T)

: Fluxo Magnético (Wb) A: Área da espira (m 2 ) : Vector Campo Magnética (T) Indução Electromagnética Força Electromotriz Escola Secundária Anselmo de Andrade 2009/2010 Fluxo Magnético B A cos B : Fluxo Magnético (Wb) : Vector Campo Magnética (T) N A B A: Área da espira (m 2 )

Leia mais

Soluções Sonelastic. Catálogo Geral. ATCP Engenharia Física

Soluções Sonelastic. Catálogo Geral. ATCP Engenharia Física Soluções Sonelastic Catálogo Geral ATCP Engenharia Física Versão 1.1 Dezembro / 2014 ÍNDICE Suportes Suporte ajustável para barras e cilindros modelo SA-BC... 03 Suporte para amostras de pequeno porte

Leia mais

Parte 1: Conceitos básicos sobre o som

Parte 1: Conceitos básicos sobre o som Page 1 of 5 Parte 1: Conceitos básicos sobre o som por Miguel Ratton A contínua evolução dos sistemas de sonorização vem permitindo produzir cada vez melhor todos os níveis sonoros. Com a ampliação da

Leia mais

Analisador de Espectros

Analisador de Espectros Analisador de Espectros O analisador de espectros é um instrumento utilizado para a análise de sinais alternados no domínio da freqüência. Possui certa semelhança com um osciloscópio, uma vez que o resultado

Leia mais

Instrumentação e Medidas

Instrumentação e Medidas Instrumentação e Medidas Exame Escrito de 09 de Janeiro de 08 ATENÇÃO: As partes I e II devem ser resolvidas em cadernos separados PARTE I-A Medição Impedâncias Na figura da esquerda estão representadas

Leia mais

Meios de transmissão. Comunicações (23 Abril 2009) ISEL - DEETC - Comunicações 1

Meios de transmissão. Comunicações (23 Abril 2009) ISEL - DEETC - Comunicações 1 Meios de transmissão (23 Abril 2009) 1 Sumário 1. Transmissão não ideal 1. Atenuação, Distorção, Ruído e Interferência 2. Meios de transmissão 1. Pares Entrelaçados 1. UTP Unshielded Twisted Pair 2. STP

Leia mais

/LFHQFLDWXUDHP(QJHQKDULDGH 6LVWHPDVH&RPSXWDGRUHV,QVWUXPHQWDomRH0HGLGDV

/LFHQFLDWXUDHP(QJHQKDULDGH 6LVWHPDVH&RPSXWDGRUHV,QVWUXPHQWDomRH0HGLGDV 81,9(6,'$'('$0$'(,$ ([HUFtFLRVDUHVROYHUQDDXOD Considere a função YW representada na figura. (Exercício adaptado do Prob. 1 de [1]). )LJXUD. Oscilograma com uma tensão rectangular. Determine: D Os valores

Leia mais

Soluções Sonelastic. Catálogo Geral. ATCP Engenharia Física Divisão Sonelastic

Soluções Sonelastic. Catálogo Geral. ATCP Engenharia Física Divisão Sonelastic Soluções Sonelastic Catálogo Geral ATCP Engenharia Física Divisão Sonelastic Versão 1.2 10 / 2016 ÍNDICE Suportes Suporte ajustável para barras e cilindros modelo SA-BC... 03 Suporte para amostras de pequeno

Leia mais

I. B. de Paula CONDICIONAMENTO DE SINAIS E MEDIDAS ELÉTRICAS

I. B. de Paula CONDICIONAMENTO DE SINAIS E MEDIDAS ELÉTRICAS CONDICIONAMENTO DE SINAIS E MEDIDAS ELÉTRICAS 1 Revisão da aula passada Ruído e interferência: podem ocorrer em quase todas as aplicações de engenharia onde existe transmissão de informações 2 Revisão

Leia mais

DOMÍNIO TOTAL, DO ESTÚDIO AO PALCO.

DOMÍNIO TOTAL, DO ESTÚDIO AO PALCO. Microfones KSM TM DOMÍNIO TOTAL, DO ESTÚDIO AO PALCO. Microfones KSM A PROVA DE QUE SENSIBILIDADE E RESISTÊNCIA PODEM CONVIVER EM PERFEITA HARMONIA. Meticulosamente produzidos com componentes da mais

Leia mais

A NATUREZA DO SOM. Diogo Maia

A NATUREZA DO SOM. Diogo Maia A NATUREZA DO SOM Diogo Maia "SE UMA ÁRVORE CAÍSSE NA FLORESTA E NÃO HOUVESSE NINGUÉM LÁ PARA OUVIR, ELA FARIA BARULHO...? "SE UMA ÁRVORE CAÍSSE NA FLORESTA E NÃO HOUVESSE NINGUÉM LÁ PARA OUVIR, ELA FARIA

Leia mais

Actuado eléctrico Tipo 3374

Actuado eléctrico Tipo 3374 Actuado eléctrico Tipo 3374 Aplicação Actuador eléctrico para engenharia de produção e AVAC. O Tipo 3374 é um actuador eléctrico linear, com ou sem acção de segurança, e disponível nas versões de comando

Leia mais

6. Natureza dos circuitos digitais

6. Natureza dos circuitos digitais Sumário: Electrónica digital Circuitos integrados LEI FÍSICA 1 Electrónica digital: Electrónica digital é o conjunto de determinadas técnicas e dispositivos integrados, que se utilizam principalmente na

Leia mais

SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS

SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS DLB MAQCA 1893 SISTEMA PARA ESTUDO E TREINAMENTO NO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS ELÉTRICAS COM INVERSOR DE FREQUÊNCIA E AQUISIÇÃO DE DADOS Este conjunto didático de equipamentos foi idealizado para possibilitar

Leia mais

ESTANQUEIDADE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS NÃO VISÍVEIS DE LÍQUIDOS SOB PRESSÃO EM TUBULAÇÕES ENTERRADAS

ESTANQUEIDADE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS NÃO VISÍVEIS DE LÍQUIDOS SOB PRESSÃO EM TUBULAÇÕES ENTERRADAS FOLHA N O 1/5 1. OBJETIVO Estabelecer parâmetros para verificação de funcionamento dos equipamentos principais utilizados no ensaio de Estanqueidade Detecção de Vazamentos Não Visíveis de Líquidos Sob

Leia mais

PRÉ-AMPLIFICADOR MS-250-M2

PRÉ-AMPLIFICADOR MS-250-M2 PRÉ-AMPLIFICADOR MS-0-M MANUAL DE INSTRUÇÕES www.multsom.com.br Parabéns pela aquisição de seu amplificador de potência MULTSOM. Este equipamento foi desenvolvido por uma equipe de profissionais altamente

Leia mais

Transformadores Toroidais de Saída de Áudio para Amplificador Valvulado

Transformadores Toroidais de Saída de Áudio para Amplificador Valvulado Transformadores Toroidais de Saída de Áudio para Aplicação: Para amplificador com saída em simetria complementar (PP-Push-Pull) de desempenho clássico. Modelo HTM-0, do cliente PEDRONE, utilizando transformadores

Leia mais

Controlador Programável µdx200 Seleção de Jumpers

Controlador Programável µdx200 Seleção de Jumpers Controlador Programável µdx200 Seleção de Jumpers O Controlador Programável µdx200 é fornecido com as entradas e saídas analógicas calibradas para as diversas escalas possíveis, e selecionado para entradas

Leia mais

Análise Bose SoundLink Air - Som envolvente...

Análise Bose SoundLink Air - Som envolvente... Análise Bose SoundLink Air - Som envolvente... Date : 8 de Julho de 2013...e de elevada qualidade Quando o assunto é som/áudio, a Bose aparece como sendo uma marca de referência, dispondo de um portfólio

Leia mais

Maleta vinil manual de instruções

Maleta vinil manual de instruções Maleta vinil manual de instruções SP267 Acompanhe a gente! www.multilaser.com.br Sumário 1. Características...03 2. Comandos e funções...02 3. Ligando e desligando a unidade...05 4. Tocando seus vinis...05

Leia mais

Máquinas Elétricas. Máquinas CA Parte I

Máquinas Elétricas. Máquinas CA Parte I Máquinas Elétricas Máquinas CA Parte I Introdução A conversão eletromagnética de energia ocorre quando surgem alterações no fluxo concatenado (λ) decorrentes de movimento mecânico. Nas máquinas rotativas,

Leia mais

wrstelematica.com.br AULA 1 PROJETO RÁDIO ESCOLA

wrstelematica.com.br AULA 1 PROJETO RÁDIO ESCOLA wrstelematica.com.br AULA 1 PROJETO RÁDIO ESCOLA Apresentação inicial WANDERLEY RODRIGO DE SOUZA Pós Graduado em Gestão de Tecnologia da Informação; Bacharel em Sistemas de Informação; Técnico em Eletrônica

Leia mais

GUIÃO TÉCNICO CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS PAREDES SIMPLES. FICHA TÉCNICA DOW Nº 14 Nº de pág.: 5 16 de Setembro de

GUIÃO TÉCNICO CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS PAREDES SIMPLES. FICHA TÉCNICA DOW Nº 14 Nº de pág.: 5 16 de Setembro de GUIÃO TÉCNICO CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS PAREDES SIMPLES FICHA TÉCNICA DOW Nº 14 Nº de pág.: 5 16 de Setembro de 2005 www.construlink.com CORRECÇÃO DE PONTES TÉRMICAS - PAREDES SIMPLES A necessidade

Leia mais

II-2 Meios de transmissão

II-2 Meios de transmissão II-2 Meios de transmissão Comunicações ISEL - ADEETC - Comunicações 1 Sumário 1. Transmissão não ideal Atenuação, Distorção, Ruído e Interferência Causas de erros na comunicação digital 2. Meios de transmissão

Leia mais

CROSSOVER 4 BASS MANUAL DO USUÁRIO

CROSSOVER 4 BASS MANUAL DO USUÁRIO CROSSOVER 4 BASS MANUAL DO USUÁRIO CROSSOVER 4 BASS PARABÉNS! Você acaba de adquirir um produto com a qualidade JFA Eletrônicos, desenvolvido com tecnologia avançada e design arrojado. INTRODUÇÃO Com precisão

Leia mais

Condicionamento de sinais analógicos

Condicionamento de sinais analógicos Condicionamento de sinais analógicos O condicionamento do sinal analógico do sensor/transdutor é uma etapa fundamental antes de ser efetuada a conversão A/D. Os principais processos de condicionamento

Leia mais

EFEITO MAGNÉTICO DA CORRENTE ELÉTRICA

EFEITO MAGNÉTICO DA CORRENTE ELÉTRICA EFEITO MAGNÉTICO DA CORRENTE ELÉTRICA Em 1819, Oersted ao aproximar uma bússola de um fio percorrido por corrente, observou que a agulha se movia, até se posicionar num plano perpendicular ao fio. Esta

Leia mais

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS

CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS DO TRABALHO E DA EMPRESA Apontamentos sobre Conversores A/D e D/A CIRCUITOS E SISTEMAS ELECTRÓNICOS APONTAMENTOS SOBRE CONVERSORES ANALÓGICO-DIGITAL E DIGITAL-ANALÓGICO Índice

Leia mais

O DECIBEL INTRODUÇÃO TEÓRICA

O DECIBEL INTRODUÇÃO TEÓRICA O DECIBEL OBJETIVOS: a) conhecer o decibel como unidade de relação entre potências ou tensões elétricas; b) conhecer níveis de referência de tensão e potência elétricas através da unidade de medida decibel;

Leia mais

WIRED MICROPHONE PGA 98H USER GUIDE. Manual do Usuário Shure Incorporated 27A27348 (Rev. 2) Printed in China

WIRED MICROPHONE PGA 98H USER GUIDE. Manual do Usuário Shure Incorporated 27A27348 (Rev. 2) Printed in China WIRED MICROPHONE PGA 98H USER GUIDE Manual do Usuário 2015 Shure Incorporated 27A27348 (Rev. 2) Printed in China Microfone de Instrumento com Presilha Microfones PG Alta Parabéns pela compra de um novo

Leia mais

Manual de Instruções SEÇÃO 1 DADOS GERAIS SEÇÃO 2 INSTALAÇÃO

Manual de Instruções SEÇÃO 1 DADOS GERAIS SEÇÃO 2 INSTALAÇÃO ÍNDICE SEÇÃO 1 DADOS GERAIS 1.1 Apresentação 1.2 Inspeção no ato do recebimento 1.3 Características 02 02 02 SEÇÃO 2 INSTALAÇÃO 2.1 Considerações sobre o recebimento 03 2.2 Cuidados iniciais 03 2.3 Escolhendo

Leia mais

Guia de laboratório de Electrónica II. Realimentação (2º trabalho)

Guia de laboratório de Electrónica II. Realimentação (2º trabalho) Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Secção de Electrónica Guia de laboratório de Electrónica II Realimentação (2º trabalho) Grupo Nº Número Nome Turno:

Leia mais

Técnico em Canto Técnico em Regência

Técnico em Canto Técnico em Regência Padronização do tipo e quantidade necessária de instalações e equipamentos dos laboratórios das habilitações profissionais HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO Técnico em Canto Técnico em Regência

Leia mais

SIM 16/17 T6 Processamento de Sinal e Imagem Médica. Hélder Filipe Pinto de Oliveira

SIM 16/17 T6 Processamento de Sinal e Imagem Médica. Hélder Filipe Pinto de Oliveira SIM 16/17 T6 Processamento de Sinal e Imagem Médica Hélder Filipe Pinto de Oliveira Resumo Sinal e Imagem Médica Sinal Digital Processamento de Sinal Processamento de Imagem Sinal e Imagem na Medicina

Leia mais

PRÉ-AMPLIFICADOR MS-250-M

PRÉ-AMPLIFICADOR MS-250-M PRÉ-AMPLIFICADOR MS--M MANUAL DE INSTRUÇÕES www.multsom.com.br Parabéns pela aquisição de seu amplificador de potência MULTSOM. Este equipamento foi desenvolvido por uma equipe de profissionais altamente

Leia mais

Instrumentação e Medidas

Instrumentação e Medidas Impedância / ohm Ângulo / graus Instrumentação e Medidas Exame Escrito de de Julho de 4 TENÇÃO: s partes I e II devem ser resolvidas em cadernos separados PTE I. Medição Impedâncias Na figura da esquerda

Leia mais

MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO (continuação)

MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO (continuação) MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO (continuação) Joaquim Eloir Rocha 1 A produção de torque em um motor de indução ocorre devido a busca de alinhamento entre o fluxo do estator e o fluxo do rotor. Joaquim Eloir

Leia mais

Projecto GEBA. Elaboração e construção de uma antena planar Explicação de um projecto. ASPOF EN-AEL Gonçalves Capela ASPOF EN-AEL Pessanha Santos

Projecto GEBA. Elaboração e construção de uma antena planar Explicação de um projecto. ASPOF EN-AEL Gonçalves Capela ASPOF EN-AEL Pessanha Santos Projecto GEBA Elaboração e construção de uma antena planar Explicação de um projecto ASPOF EN-AEL Gonçalves Capela ASPOF EN-AEL Pessanha Santos Reunião Semanal 26 de Janeiro de 2010 01-02-2010 AGENDA Introdução;

Leia mais

Técnicas de Gravação e Mixagem de Audio. Apostila 6. Microfones. Microfones. 1. Funcionamento

Técnicas de Gravação e Mixagem de Audio. Apostila 6. Microfones. Microfones. 1. Funcionamento Técnicas de Gravação e Mixagem de Audio Apostila 6 Microfones AC Microfones 1. Funcionamento! Microfones são transdutores, ou seja, conversores que transformam energia acústica em elétrica. Os microfones

Leia mais

Áudio CURSO: PRODUÇÃO DE VÍDEO. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Masseto. Autor Suzy Sampaio

Áudio CURSO: PRODUÇÃO DE VÍDEO. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Masseto. Autor Suzy Sampaio Áudio 1 Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Masseto Autor Suzy Sampaio PACC Programa Anual de Capacitação Continuada Curso: Produção de Vídeo. de Massetto, F. I., Dotta, S., Vargas, T. Moralez,

Leia mais

A Pro Shows Comércio de Eletroeletrônicos SA (ProShows) assegura ao comprador original deste produto garantia contra eventuais defeitos no material

A Pro Shows Comércio de Eletroeletrônicos SA (ProShows) assegura ao comprador original deste produto garantia contra eventuais defeitos no material Versão 1.0 Novembro 2002 POWERPLAY PROXL HA4700 POWERPLAY PRO8 HA8000 www.behringer.com PORTUGUÊS POWERPLAY PROXL HA4700/POWERPLAY PRO8 HA8000 Manual de Instruções GARANTIA: Para consultar as condições

Leia mais

Sistema Auditivo Humano

Sistema Auditivo Humano Sistema Auditivo Humano Tecnologias de Reabilitação Aplicações de Processamento de Sinal Constituição do Ouvido Humano JPT 2 1 Constituição do Ouvido Humano JPT 3 Constituição do Ouvido Humano O ouvido

Leia mais

TRC-360 MANUAL DO USUÁRIO

TRC-360 MANUAL DO USUÁRIO TRC-360 MANUAL DO USUÁRIO CAIXA DE SOM AMPLIFICADA 200W ÍNDICE Prefacio...2 Conteúdo da Embalagem...2 Informações de segurança...3 Funções do Painel Frontal...4 Funções Painel Traseiro...6 Conexões do

Leia mais

INFORMAÇÃO TÉCNICA JAZZ LIGHT - SOM AMBIENTE 1. SELEÇÃO DE INSTALAÇÃO INSTALAÇÃO COM CENTRAL MODULAR: INSTALAÇÃO SEM CENTRAL MODULAR:

INFORMAÇÃO TÉCNICA JAZZ LIGHT - SOM AMBIENTE 1. SELEÇÃO DE INSTALAÇÃO INSTALAÇÃO COM CENTRAL MODULAR: INSTALAÇÃO SEM CENTRAL MODULAR: Catálogo Geral 2019/2020 1. SELEÇÃO DE INSTALAÇÃO INSTALAÇÃO COM CENTRAL MODULAR: FONTE DE ALIMENTAÇÃO CENTRAL MODULAR COMANDO ALTIFALANTES SALA COZINHA QUARTO SUITE Central Modular com FM combinada com

Leia mais

Electrónica para Telecomunicações

Electrónica para Telecomunicações Dept. de Engenharia Electrotécnica e Computadores Fac. de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Electrónica para Telecomunicações Trabalho Prático Nº3 Amplificador Sintonisado 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Sistemas eléctricos e magnéticos

Sistemas eléctricos e magnéticos Sistemas eléctricos e magnéticos Indução electromagnética Prof. Luís Perna 2010/11 Origens do campo magnético O fenómeno do magnetismo era conhecido dos Gregos já no ano 800 a. C. Os Gregos descobriram

Leia mais