Parte 1: Conceitos básicos sobre o som
|
|
|
- Fernando Prado Diegues
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Page 1 of 5 Parte 1: Conceitos básicos sobre o som por Miguel Ratton A contínua evolução dos sistemas de sonorização vem permitindo produzir cada vez melhor todos os níveis sonoros. Com a ampliação da faixa de níveis sonoros que se pode reproduzir, é necessário aprimorar a qualidade do material de áudio, o que pode ser feito usando-se uma grande variedade de equipamentos digitais e analógicos, que efetuam processamentos adequados ao áudio que se quer reproduzir Níveis sonoros Para entender como esses processadores atuam, é necessário compreender primeiro alguns conceitos sobre o áudio e como funciona a dinâmica do som. Em qualquer processador de dinâmica (ex: Behringer Ultramizer), a quantidade de amplificação ou atenuação é expressa em decibéis (db). A abreviatura db não é uma unidade de medida (embora freqüentemente seja usada como tal). Na verdade, ela descreve uma relação logarítmica entre dois valores. A faixa total dos níveis da audição do ser humano, desde o limiar da audição até o estrondo de uma turbina de avião (veja Fig.1), varia desde cerca de 0,00002 Pa até 130 Pa (já no limiar da dor). Figura 1: Faixa dinâmica da audição do ser humano Pode-se observar, portanto, que a faixa total de níveis de pressão sonora (medidos em Pa) percebidos pelo ouvido humano engloba uma variação da ordem de vezes. Por ser muito difícil trabalhar com uma faixa tão grande de valores e como a percepção humana dos níveis sonoros não se dá numa variação linear, mas sim logarítmica, buscou-se então uma forma mais prática de representar as variações de pressão sonora. O decibel é uma unidade que descreve uma relação enter dois níveis sonoros. Para ficar mais claro qual o tipo de quantidade que está sendo avaliada, é comum usar a sigla SPL ( sound pressure level - nível de pressão sonora) junto com a sigla db. Assim, partindo-se do valor de 0 dbspl (2-10 Pa) como sendo o limiar da audição, qualquer valor de db pode ser calculado
2 Page 2 of 5 pela seguinte fórmula: L = 20.log (P2 / P1) onde: L = valor absoluto do nível sonoro em dbspl P1 = nível de pressão sonora de referência (0,00002 Pa) P2 = nível de pressão sonora (em Pa) produzido pela fonte sonora que se deseja medir log = logaritmo decimal É importante saber que 0 db não significa silêncio absoluto, que seria referido como "menos infinito". Como pode ser observado, o ouvido humano possui uma faixa dinâmica bastante ampla, variando cerca de 130 db, e que ultrapassa a faixa disponível nos gravadores DAT e nos CDs, que é de cerca de 96 db. Do ponto de vista físico, um aumento de 3 db corresponde a um aumento de potência de um fator de 2, enquanto que o ouvido humano só perceberá que o som está duas vezes mais forte quando este tiver sido aumentado em 10 db. É possível fabricar equipamentos de áudio analógicos com faixa dinâmica da ordem de 130 db, mas a faixa dinâmica dos equipamentos digitais de 16 bits é cerca de 25 db menor. Os gravadores convencionais de fita e os sistemas atuais de televisão e radiodifusão possuem faixa dinâmica ainda menor. Em geral, as restrições de faixa dinâmica são conseqüência dos ruídos inerentes à mídia de armazenamento ou ao processo de transmissão, e também por causa do headroom desses sistemas. Figura 2: Capacidade dinâmica de vários dispositivos O ruído como fenômeno físico Todo componente elétrico produz um certo nível de ruído. O fluxo da corrente elétrica através de um condutor cria movimentos aleatórios de elétrons, que geram freqüências dentro de todo o espectro de áudio. Se essas correntes forem muito amplificadas, o resultado será percebido como ruído. Uma vez que todas as freqüências são igualmente afetadas, esse ruído é chamado de ruído branco ( white noise ). Como a eletrônica não pode funcionar sem seus componentes, mesmo quando se usam circuitos especiais de baixo ruído, sempre haverá um certo grau de ruído.
3 Page 3 of 5 Esse efeito é similar na reprodução de uma fita de áudio, quando as partículas magnéticas não alinhadas que passam na cabeça de reprodução podem também causar tensões e correntes aleatórias. O som resultante das várias freqüências é percebido como ruído. Mesmo os gravadores com os melhores esquemas de polarização não podem conseguir uma relação sinal/ruído melhor do que 70 db, o que é inaceitável nos padrões de hoje, em que os ouvintes estão mais exigentes. Por causa de suas limitações técnicas, os gravadores de fita magnética não podem ser mais melhorados usando-se os processos convencionais A dinâmica do som Como já foi apresentado, o ouvido humano pode perceber variações de amplitude muito grandes - desde o mais leve susurrar até o estrondo de um avião. Caso alguém tente gravar ou reproduzir todo esse amplo espectro de dinâmica por meio de amplificadores, gravadores cassete, discos ou mesmo gravadores digitais (CD, DAT, etc.), imediatamente encontrará as restrições devidas às limitações físicas da tecnologia eletrônica de reprodução de som. A faixa dinâmica dos equipamentos eletroacústicso é limitada tanto no extremo inferior quanto no superior. O ruído térmico gerado pelo movimento dos elétrons nos componentes cria um piso de ruído ( noise floor ), que determina o limite inferior da faixa de transmissão. O limite superior, por sua vez, é determinado pelos níveis da tensão operacional interna do equipamento; se ela for ultrapassada, será ouvida uma distorção no sinal. Embora na teoria a faixa dinâmica útil esteja entre esses dois limites, na prática ela é ainda menor, pois deve-se manter uma certa margem de reserva para evitar a distorção do sinal de áudio, caso ocorram picos momentâneos. Na linguagem técnica, essa margem de reserva é chamada de headroom, e em geral é de cerca de 10 a 20 db. Figura 3: Relação entre o nível operacional e o headroom Para se ter um maior headroom, e assim reduzir o risco de haver distorção decorrente de picos no sinal, é necessário reduzir o nível operacional do sinal, o que, por outro lado, faz com que o piso de ruído seja aumentado consideravelmente. Por isso, é preciso manter o nível operacional o mais alto possível sem o risco de distorção do sinal, para que se obtenha uma transmissão com ótima qualidade Digitalização do áudio Para converter um sinal de áudio analógico (ex: sinal de um microfone) em códigos digitais, é usado um conversor analógico-digital (ADC). O conversor amostra várias vezes o sinal durante um período de tempo, digamos, vezes por segundo, o que dá uma taxa de amostragem
4 Page 4 of 5 de 44.1 khz. A cada amostragem, o conversor mede a amplitude do sinal e codifica-o sob a forma de valor numérico. Essa forma de medir o sinal regularmente durante um período de tempo é chamada de amostragem ( sampling ), e a conversão da amplitude do sinal em valor numérico é chamada de quantização ( quantize ). As duas ações juntas compõem o processo de digitalização. Para fazer oposto - conversão do código digital em sinal analógico - é usado um conversor digital-analógico (DAC). Em ambos os casos, a freqüência na qual o dispositivo opera é chamada de taxa de amostragem ( sampling rate ). A taxa de amostragem determina a resposta efetiva de freqüências, e deve ser mais do que o dobro da maior freqüência a ser reproduzida. Dessa forma, a taxa de amostragem de 44.1 khz do CD é ligeiramente mais alta do que o dobro da freqüência mais alta de áudio, que é 20 khz. A precisão da quantização é diretamente dependente da qualidade dos conversores ADC e DAC. A resolução ou tamanho do número digital (expresso em bits) determina a relação sinal/ruído teórica que o sistema de áudio é capaz de operar. O número de bits pode ser comparado ao número de casas decimais de uma calculadora - quanto maior, mais preciso será o resultado. Teoricamente, cada bit extra de resolução aumenta a relação sinal/ruído em cerca de 6 db. Infelizmente, há ainda um número considerável de fatores que devem ser levados em conta, e que interferem no resultado final da qualidade. Figura 4: Diagrama de transferência de um conversor analógico-digital linear ideal. Se você representar um sinal analógico como uma função senoidal, então o procedimento de amostragem pode ser imaginado como uma grade aplicada à função. Quanto maior a taxa de amostragem e maior a quantidade de bits, mais fina será a grade. O sinal analógico traça uma curva contínua, que raramente coincide com os pontos de cruzamento das linhas da grade. É aferido um valor para cada ponto amostrado do sinal, que é então codificado digitalmente, o mais aproximado possível do ponto exato. O limite de resolução da grade (a distância entre os pontos de cruzamento das linhas) dá origem a erros, que causam o chamado ruído de quantização. Infelizmente, o ruído de quantização tem a característica de ser muito mais perceptível e desagradável ao ouvido do que os ruídos naturais do áudio analógico. A digitalização do som possui um efeito colateral indesejável que é a alta sensibilidade à sobrecarga de sinal. Vejamos o seguinte exemplo: se um sinal analógico começa a sobrecarregar (saturar), ocorre que a amplitude do sinal atinge o nível máximo e os picos da onda começam a ser cortados ( clipping ). Quanto maior a proporção do sinal que está sendo cortado, mais harmônicos - percebidos como distorção - serão ouvidos. Esse processo é gradual, com o nível de distorção sendo uma percentagem do sinal total, e crescendo proporcionalmente ao aumento do sinal de entrada.
5 Page 5 of 5 A distorção digital é diferente, como ilustra o exemplo bastante simples a seguir. Imagine uma situação onde um código de 4 bits possui o valor positivo 0111, e adicione a ele o menor valor possível (0001), que é o menor acréscimo de amplitude que pode haver. A adição dos dois códigos resulta no valor 1000, que indica o maior valor negativo possível. Ou seja, o valor que era positivo torna-se instantaneamente negativo (e máximo), resultando uma distorção extrema e bastante perceptível. Nos processadores digitais de áudio, os dados serão modificados de diversas maneiras, com vários cálculos e processos, para se obter o efeito desejado. Isso dá origem a vários erros, uma vez que nesses cálculos os valores sofrem inevitáveis apoximações, resultando em mais ruído. Para minimizar esses erros de arredondamento, os cálculos devem ser efetuados com uma resolução maior do que a que os dados foram digitalizados, isto é, o processamento deve ser feito com uma resolução superior à dos conversores ADC e DAC. Por isso, muitos equipamentos processam com resolução interna de 24 bits, ou mesmo 32 bits, enquanto seus conversores possuem resolução de 16, 20 ou 24 bits.
Formatos de Áudio e Vídeo Digital Introdução ao Áudio Digital
Redes Multimídia 2016.2 Formatos de Áudio e Vídeo Digital Curso Superior de Tecnologia em Sistemas para Internet Turma: TEC.SIS.4T Redes Multimídia Conteúdo Programático :: 1 a Unidade 1. Aplicações multimídia
Medidas da Onda Sonora Prof. Theo Z. Pavan
Medidas da Onda Sonora Prof. Theo Z. Pavan Física Acústica Aula 8 Energia transportada pelas ondas Ondas transportam energia. Intensidade I de uma onda: Potência transportada por unidade de área perpendicular
Modems Baud rate e Bit rate
Na aula passada......conceituação básica de fibras ópticas SSC-0144 Redes de Alto Desempenho 2010 Vantagens & desvantagens tipos atenuação medidas de desempenho usos de fibras processo de fusão Provinha
Medidas da Onda Sonora Prof. Theo Z. Pavan
Medidas da Onda Sonora Prof. Theo Z. Pavan Física Acústica Aula 8 Energia transportada pelas ondas Ondas transportam energia. Intensidade I de uma onda: Potência transportada por unidade de área perpendicular
SEL 0412 Tecnologia Digital Teoria
SEL 0412 Tecnologia Digital Teoria Aquisição de Dados Profa. Tania Regina Tronco Conceito É a coleta de informações para fins de análise dos dados e consequente controle e monitoramento de um processo;
Analógico vs Digital
Arquitectura de Computadores I Engenharia Informática (11537) Tecnologias e Sistemas de Informação (6616) Analógico vs Digital Nuno Pombo / Miguel Neto Arquitectura Computadores I 2014/2015 1 Os circuitos
Introdução. Utilização de uma escala logarítmica. Entre o limiar inferior e o superior da audição (sensação dolorosa) existe uma diferença de 130 db.
Introdução Utilização de uma escala logarítmica Entre o limiar inferior e o superior da audição (sensação dolorosa) existe uma diferença de 130 db. Introdução Introdução Utilização de uma escala logarítmica
Introdução. Utilização de uma escala logarítmica. Entre o limiar inferior e o superior da audição (sensação dolorosa) existe uma diferença de 130 db.
Introdução Utilização de uma escala logarítmica Entre o limiar inferior e o superior da audição (sensação dolorosa) existe uma diferença de 130 db. Introdução Introdução Utilização de uma escala logarítmica
UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento em Hardware
UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento em Hardware 1 Francisco Fechine Borges quinta-feira, 24 de agosto de 2006 UNIBRATEC Ensino Superior e Técnico em Informática DHD Desenvolvimento
Modulação SSB e Transmissão Digital
Modulação SSB e Transmissão Digital 1 Modulação em SSB Vimos que na modulação AM, a portadora é mantida e o sinal modulante produz dois sinais laterais com a informação que estamos transmitindo. Fig. 1
Conceitos Básicos de Áudio Digital
Aula 07 Conceitos Básicos de Áudio Digital Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Universidade Federal do Rio Grande do Norte Departamento de Ciências Exatas e Naturais Ciência da Computação Som Conceitos Iniciais
REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 5
REDES DE COMPUTADORES E TELECOMUNICAÇÕES MÓDULO 5 Índice 1. Ruídos, Atenuação e Falhas em Rede...3 1.1 Distorção e ruído... 3 1.1.1 Distorção... 3 1.1.2 Distorção por atenuação... 3 1.1.3 Distorção por
Analisador de Espectros
Analisador de Espectros O analisador de espectros é um instrumento utilizado para a análise de sinais alternados no domínio da freqüência. Possui certa semelhança com um osciloscópio, uma vez que o resultado
Técnicas de Gravação e Mixagem de Audio. Apostila 5. Audio Digital. 1. PCM Pulse Code Modulation
Técnicas de Gravação e Mixagem de Audio Apostila 5 Audio Digital AC 1. PCM Pulse Code Modulation PCM é uma sigla para Pulse-Code Modulation, que é uma representação digital de um sinal analógico onde a
Parâmetros importantes de um Analisador de Espectros: Faixa de frequência. Exatidão (frequência e amplitude) Sensibilidade. Resolução.
Parâmetros importantes de um Analisador de Espectros: Faixa de frequência Exatidão (frequência e amplitude) Sensibilidade Resolução Distorção Faixa dinâmica Faixa de frequência: Determina as frequências
TRANSMISSÃO DE DADOS
TRANSMISSÃO DE DADOS Aula 2: Dados e sinais Notas de aula do livro: FOROUZAN, B. A., Comunicação de Dados e Redes de Computadores, MCGraw Hill, 4ª edição Prof. Ulisses Cotta Cavalca
Princípios de Telecomunicações. PRT60806 Aula 19: Modulação por Código de Pulso (PCM) Professor: Bruno Fontana da silva 2014
1 Princípios de Telecomunicações PRT60806 Aula 19: Modulação por Código de Pulso (PCM) Professor: Bruno Fontana da silva 2014 Bloco de Comunicação Genérico Emissor sinais analógicos x sinais digitais Sinais
O DECIBEL INTRODUÇÃO TEÓRICA
O DECIBEL OBJETIVOS: a) conhecer o decibel como unidade de relação entre potências ou tensões elétricas; b) conhecer níveis de referência de tensão e potência elétricas através da unidade de medida decibel;
Teoria das Comunicações
1 - Introdução Enlace de um Sistema de Comunicação fonte mensagem transdutor Transmissor Modulador canal ruído receptor transdutor destino mensagem (estimada) sinal de entrada sinal com distorção sinal
Considerações gerais sobre medidas elétricas
Considerações gerais sobre medidas elétricas Medidas de distorções, ruído e relação sinal/ruído (S/N) Distorção e ruído estão presentes em qualquer sistema físico real e normalmente contribuem para a deterioração
CONVERSORES D/A e A/D
CONVERSORES D/A e A/D Conversores A/D Analógico/Digital e D/A - Digital/Analógico são circuitos responsáveis pela conversão de sinais analógicos para digitais, e de sinais digitais para sinais analógicos.
ANALISADOR DE ESPECTROS
Sistemas de Medida em Radiofrequência ANALISADOR DE ESPECTROS Prof. Francisco Alegria Outubro de 2003 Analisador de Espectros Visualização e análise de um sinal no domínio da frequência. Determinação do
MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO PCM
Instituto Federal de Santa Catarina Curso Técnico Integrado em Telecomunicações PRT- Princípios de Telecomunicações MODULAÇÃO POR CÓDIGO DE PULSO PCM Prof. Deise Monquelate Arndt Fontes: Princípios de
UNIP 1.a Prova Sistemas Digitais EE - 8P/7W-01 Turma A Sem Consulta Tempo 180 min. Permitido o uso de calculadora a interpretação faz parte da prova.
UNIP 1.a Prova Sistemas Digitais EE - 8P/7W-01 Turma A Sem Consulta Tempo 180 min. Permitido o uso de calculadora a interpretação faz parte da prova. N.o - Nome... Nota 1.a) Questão : (Valor 3,0) Um ADC
Ciência da Computação Circuitos Digitais Objetivos e Introdução
Ciência da Computação Objetivos e Introdução Prof. Sergio Ribeiro Material adaptado das aulas do Prof. José Maria da UFPI Tópicos Programa da disciplina, metodologia de ensino, avaliações e bibliografia
6. Classes de Operação
56 6. Classes de Operação 6.1.Introdução Amplificadores de potência são classificados de acordo com sua classe de operação. As classes são definidas conforme o ponto de polarização, topologias do circuito
A NATUREZA DO SOM. Diogo Maia
A NATUREZA DO SOM Diogo Maia "SE UMA ÁRVORE CAÍSSE NA FLORESTA E NÃO HOUVESSE NINGUÉM LÁ PARA OUVIR, ELA FARIA BARULHO...? "SE UMA ÁRVORE CAÍSSE NA FLORESTA E NÃO HOUVESSE NINGUÉM LÁ PARA OUVIR, ELA FARIA
Ondas sonoras. Qualidades fisiológicas de uma onda sonora
Ondas sonoras As ondas mecânicas que propiciam o fenômeno da audição aos seres vivos são chamadas de ondas sonoras. Como todas as ondas mecânicas, as ondas sonoras podem se propagar nos mais diversos meios,
I-7 Digitalização e Reconstrução
I-7 Digitalização e Reconstrução (29 Novembro 2010) 1 Sumário 1. Teorema da Amostragem 1. Ritmo de Nyquist 2. Amostragem Ideal e Natural (análise no tempo e na frequência) 1. Sinais Passa Baixo 2. Sinais
O áudio. O áudio. O áudio Wilson de Pádua Paula Filho 1. Propriedades físicas do som Representação digital do som Processamento digital de som
O áudio O áudio Representação digital do som Processamento digital de som As vibrações sonoras: propagam-se como ondas de pressão atmosférica; convertidas em sinais elétricos por transdutores; transdutores
Tópicos. Princípios de Digitalização Sinal Analógico
Tópicos Introdução Representação de Informação Multimídia Digitalização Mídias Texto, Imagem, Áudio e Vídeo Compressão, Padrões de Compressão Comunicação Multimídia Protocolos de Rede, Redes Locais Redes
04/03/2013. Transmissão de dados. Transmissão por rádio Frequência
Transmissão de dados Transmissão por rádio Frequência 1 Fundamentos de Rádio freqüência Toda a transmissão e recepção de sinais no mundo wireless se baseia em Rádio Freqüência (RF). Esses sinais são então
I. B. de Paula CONDICIONAMENTO DE SINAIS E MEDIDAS ELÉTRICAS
CONDICIONAMENTO DE SINAIS E MEDIDAS ELÉTRICAS 1 Revisão da aula passada Ruído e interferência: podem ocorrer em quase todas as aplicações de engenharia onde existe transmissão de informações 2 Revisão
Eletrônica II. Germano Maioli Penello. Aula 02
Eletrônica II Germano Maioli Penello [email protected] www.lee.eng.uerj.br/~germano Aula 02 Amplificador É comum ter situações temos um sinal de baixa intensidade (mv ou mv). O processamento desses sinais
Amostragem de Sinais
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA Amostragem de Sinais Prof. Juan Moises Mauricio Villanueva [email protected] 1 Amostragem (Sampling) Para um sinal
TECNOLOGIA APLICADA A MÚSICA I. Prof Evandro Manara Miletto IFRS - Campus Porto Alegre
TECNOLOGIA APLICADA A MÚSICA I Prof Evandro Manara Miletto IFRS - Campus Porto Alegre Conceitos básicos sobre o som Som? O que é o som? Como percebemos o som? Que características possui o som? Elementos
I-8 Digitalização e Reconstrução
I-8 Digitalização e Reconstrução Comunicações (15 de novembro de 2016) ISEL - ADEETC - Comunicações 1 Sumário 1. Enquadramento em SCD Transmissão de sinal analógico sobre SCD 2. Teorema da Amostragem Ritmo
bel decibel (db) bel (B)
Decibel db Decibel Introdução O bel (símbolo B) é uma unidade de medida de razões; É utilizado em telecomunicações, eletrônica, e acústica; Foi criado por engenheiros do Bell Labs; Originalmente era chamado
PRESSÃO SONORA MOLÉCULAS DE AR AR P5. P at. = S n Pi i=1 PRESSÃO ATMOSFÉRICA PRESSÃO SONORA P.S. (ESTIMULO) (EFEITO) + ΔP. P.S. = P at GERAÇÃO DO SOM
PRESSÃO SONORA MOLÉCULAS DE AR AR P5 P3 P7 P8 P2 Pn P6 P4 P at P1 P at = S n Pi i=1 PRESSÃO ATMOSFÉRICA PRESSÃO SONORA ΔP AR C R C R P.S. (ESTIMULO) +P t (EFEITO) -P P.S. = P at + ΔP GERAÇÃO DO SOM 1 A
Comunicações Digitais
1 - Introdução Enlace de um Sistema de Comunicação fonte mensagem transdutor Transmissor Modulador canal ruído receptor transdutor destino mensagem (estimada) sinal de entrada sinal com distorção sinal
Processamento Digital de Imagens
Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Introdução Espectro Eletromagnético Aquisição e Digitalização de Imagens Efeitos da Digitalização Digitalização Sensoriamento
Percepção Auditiva. PTC2547 Princípios de Televisão Digital. Guido Stolfi 10 / EPUSP - Guido Stolfi 1 / 67
Percepção Auditiva PTC2547 Princípios de Televisão Digital Guido Stolfi 10 / 2015 EPUSP - Guido Stolfi 1 / 67 Som e Percepção Auditiva Fisiologia do Ouvido Humano Acústica Física Mascaramento Voz Humana
Processamento Digital de Imagens
1 Ciência da Computação Processamento Digital de Imagens Prof. Sergio Ribeiro Tópicos Introdução Espectro Eletromagnético Aquisição e de Imagens Sensoriamento Remoto 2 Introdução Espectro Eletromagnético
Como medimos nosso SPL!
Como medimos nosso SPL! Descrevemos aqui a nossa técnica utilizada para medir o nível máximo de pressão sonora linear de uma caixa acústica autoamplificada, considerando informações precisas, repetíveis
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS
HARDWARE DOS RELÉS NUMÉRICOS 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS Objetivos idênticos ao hardware dos relés convencionais, ou seja, recebem sinais analógicos de tensão, corrente e outros, sinais digitais de contatos
Camada Física. Camada Física
Camada Física Camada Física lida com a transmissão pura de bits definição do meio físico, níveis de tensão, duração de um bit, taxa de transmissão,comprimento máximo, construção dos conectores Camada Física
Capítulo 11) Interface com o mundo analógico
Capítulo 11) Interface com o mundo analógico Conversores DA Conversores AD Compreender, Especificar, Comparar os tipos Conceitos Básicos de PROCESSAMENTO DIGITAL DE SINAIS 11.1) Quantidade Digital x Analógica
Aquisição rápida de sinais no tempo
Universidade Federal do Paraná Dep. De Engenharia Elétrica PPGEE Disciplina: Eletrônica Avançada Eletrônica Avançada 1 O processo de conversão de sinais analógicos no domínio do tempo para valores digitais
28/05/2017. Interface com Conversores A/D e D/A. Interface com Conversores A/D e D/A SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I
SEL-433 APLICAÇÕES DE MICROPROCESSADORES I Interface com Conversores A/D e D/A Conversor A/D ADC Converte um Valor Analógico para Digital Conversor D/A DAC Converte um Valor Digital para Analógico Prof.
EE210 Sistemas de Comunicação II 1ª Avaliação 06/09/ h30min Prof. Dayan Adionel Guimarães. Aluno(a): Matrícula.
EE210 Sistemas de Comunicação II 1ª Avaliação 06/09/2018 15h30min Prof. Dayan Adionel Guimarães Nota T Nota P Aluno(a): Matrícula. Prova sem consulta, com duração de 100 minutos. A interpretação é parte
Aplicações Informáticas B 12º Ano
Aplicações Informáticas B 12º Ano Prof. Adelina Maia 2013/2014 AIB_U3A 1 Introdução ao multimédia digital Multimédia Etimologicamente, a palavra multimédia é composta por duas partes Media é o plural da
Aula 22. Conversão Sigma-Delta (continuação)
Aula 22 Conversão Sigma-Delta (continuação) A estrutura mostrada na figura A.22.1 é chamado modulador Sigma-Delta (Σ- ). Esta estrutura, além de ser mais simples, pode ser considerada como uma versão suavizada
Transmissão e comunicação de dados. Renato Machado
Renato Machado UFSM - Universidade Federal de Santa Maria DELC - Departamento de Eletrônica e Computação [email protected] [email protected] 23 de Abril de 2012 Sumário 1 2 3 4 Térmico de Intermodulação
Introdução aos Sistemas de Comunicações
aos Sistemas de Comunicações Edmar José do Nascimento () http://www.univasf.edu.br/ edmar.nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco Colegiado de Engenharia Elétrica Roteiro 1 Sistemas de
Multiplexação. Multiplexação. Multiplexação - FDM
Multiplexação É a técnica que permite a transmissão de mais de um sinal em um mesmo meio físico. A capacidade de transmissão do meio físico é dividida em fatias (canais), com a finalidade de transportar
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO ESCOLAR #3 2018_1 PARTE I (Série de Exercício) PARTE
Introdução aos sinais discretos e conversão de sinais analógicos para digitais
Introdução aos sinais discretos e conversão de sinais analógicos para digitais Dispositivos de Medição Elétrica Usualmente, dois tipos de equipamentos são utilizados na medição de sinais elétricos: Medidores
I-11 Digitalização e Reconstrução
I-11 Digitalização e Reconstrução Comunicações ( de novembro de 017) ISEL - ADEETC - Comunicações 1 Sumário 1. Enquadramento em SCD Transmissão de sinal analógico sobre SCD. Teorema da Amostragem Ritmo
ET7DE- Instrumentação Virtual. Prof. Winderson Sensores e Transdutores
ET7DE- Instrumentação Virtual Prof. Winderson Sensores e Transdutores Tópicos: 1. Sensores e transdutores 2. Características de sensores 3. Exercícios 1. Sensores e Transdutores Sensor é um dispositivo
PTC3452 Exercícios sobre Codificação perceptual de Áudio e Vídeo 11/2017 G. S.
PTC3452 Exercícios sobre Codificação perceptual de Áudio e Vídeo /207 G. S. ) O padrão ao lado representa um bloco de 8x8 elementos de imagem. Os elementos pretos possuem intensidade -27 e os elementos
Introdução aos princípios de aquisição de dados e terminologia
Introdução aos princípios de aquisição de dados e terminologia Renan Azevedo Engenheiro de Produto, DAQ & Teste NI O que é aquisição de dados (DAQ)? 2 Por que fazer medição? Os engenheiros precisam determinar
Codificação de Bloco
Codificação de Bloco A codificação de blocos foi desenvolvida para melhorar o desempenho da codificação de linha, tendo em vista que necessitamos de algum tipo de redundância que assegure a sincronização.
01 - ( ) Um sinal de SSB na freqüência de transmissão é obtido pelo emprego do método do deslocamento de fase.
TÉCNICAS DE FAIXAL LATERAL - SSB 1 QUESTIONÁRIO DA UNIDADE III ASSUNTO: Técnicas de Faixa Lateral - SSB. Nome: N o : Turma: Para cada período abaixo mencionado, analise seu conteúdo e marque F para uma
Redução de ruído em sinais amostrados
Redução de ruído em sinais amostrados Técnicas de redução de ruídos de sinais amostrados Técnicas de DSP são normalmente usadas para aumentar a relação sinal/ruído de sinais amostrados São também chamadas
Noções de Exatidão, Precisão e Resolução
Noções de Exatidão, Precisão e Resolução Exatidão: está relacionada com o desvio do valor medido em relação ao valor padrão ou valor exato. Ex : padrão = 1,000 Ω ; medida (a) = 1,010 Ω ; medida (b)= 1,100
ELE-31 Principios de Telecomunicações
ELE-31 Principios de Telecomunicações Prof. Manish Sharma August 3, 2015 1 Introdução 1.1 Elementos de um sistema de comunicação Os objetivos de um sistema de comunicações são: Transferir informação de
FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A JANEIRO 2012
FICHA DE TRABALHO DE FÍSICA E QUÍMICA A JANEIRO 2012 APSA Nº12 11º Ano de Escolaridade 1- As ondas electromagnéticas são utilizadas nas comunicações a longas distâncias. Porquê? Dê exemplos em que essas
01 - ( ) A informação ou sinal modulante está presente nas faixas laterais, modificando a amplitude e a freqüência destas componentes.
MODULAÇÃO EM AMPLITUDE 1 QUESTIONÁRIO DA UNIDADE II ASSUNTO: Modulação em Amplitude Nome: N o : Turma: Para cada período abaixo mencionado, analise seu conteúdo e marque F para uma situação FALSA ou V
Multimídia. Conceitos Básicos (Parte I)
Universidade do Estado de Minas Gerais Curso: Sistemas de Informação Multimídia Conceitos Básicos (Parte I) Prof. Me. Sérgio Carlos Portari Júnior Tópicos Breve Histórico Tipos de Mídia Representação da
Lista de Exercícios GQ1
1 a QUESTÃO: Determine a Transformada Inversa de Fourier da função G(f) definida pelo espectro de amplitude e fase, mostrado na figura abaixo: 2 a QUESTÃO: Calcule a Transformadaa de Fourier do Sinal abaixo:
ELE 0316 / ELE 0937 Eletrônica Básica
ELE 0316 / ELE 0937 Eletrônica Básica Capítulo 11 Conversores Analógico-Digital (CAD) e Digital-Analógico (CDA) 1 Esquema Geral de Sistema de Processamento Digital de Grandezas Analógicas 2 Esquema Geral
o sinal de vídeo analógico e os processos de amostragem e digitalização
STV 16 MAR 2010 1 o sinal de vídeo analógico e os processos de amostragem e digitalização no âmbito dos sistemas de vídeo e em particular no tocante aos sistemas de televisão, pode ser considerada a presença
EFEITOS DIGITAIS APLICADOS VIA MATLAB EM SINAIS DE ÁUDIO DE UM INSTRUMENTO MUSICAL
EFEITOS DIGITAIS APLICADOS VIA MATLAB EM SINAIS DE ÁUDIO DE UM INSTRUMENTO MUSICAL ¹ Matheus Vaz Castro (SENAI CIMATEC) [email protected]; 2 Flora Araújo Valverde (SENAI CIMATEC) [email protected];
Princípios de Comunicação: Simulação /2
Princípios de Comunicação: Simulação 2 2015/2 18 de Novembro de 2015 Instruções 1. A simulação poderá ser feita em Matlab, Scilab ou C++; 2. A simulação deve ser entregue sob a forma de relatório em formato
FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CAMPUS
FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA Princípios de Comunicações Aulas 03 e 04 Milton Luiz Neri Pereira (UNEMAT/FACET/DEE) 1 1 Elementos
Sistemas de Medição EXERCÍCIOS
Sistemas de Medição EXERCÍCIOS Assunto: Condicionadores e Medição de Tensão e Corrente 1. O gráfico abaixo mostra a curva de calibração de um dado instrumento. Que componentes de erro você consegue identificar?
Osciloscópio Digital. Diagrama em blocos:
Osciloscópio Digital Neste tipo de osciloscópio, o sinal analógico de entrada é inicialmente convertido para o domínio digital através de um conversor A/D rápido, sendo em seguida armazenado em uma memória
Redes de Computadores
Introdução Redes de Computadores Transmissão de Informações nálise de Sinais ula 03 camada de nível físico define Características físicas das interfaces e dos meios (ex. conectores, pinagem, semântica
ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO
ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IV semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT FREQUENCIA UMA OITAVA E
Teorema de Nyquist Teorema da Amostragem
Teorema de Nyquist Teorema da Amostragem Em um canal livre de ruídos, a única limitação imposta à taxa de transmissão de dados será devida à largura de banda do canal. A formulação para esta limitação
Interface com A/D e D/A
Interface com A/D e D/A Interface com Conversores A/D e D/A Conversor A/D ADC Converte um Valor Analógico para Digital Conversor D/A DAC Converte um Valor Digital para Analógico Um Microcontrolador/Microprocessador
ÍNDICE LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS PREFÁCIO AGRADECIMENTOS
ÍNDICE LISTA DE FIGURAS LISTA DE TABELAS PREFÁCIO AGRADECIMENTOS 1 O SISTEMA TELEFÓNICO 1.1 Introdução 1.2 Terminais telefónicos 1.3 Rede telefónica 1.4 Princípios de comutação telefónica 1.4.1 Introdução
Módulos Funcionais para Instrumentação
Módulos Funcionais para Instrumentação Conversores DA/AD 1 Conversores DA e AD Alguém tem conversores DA/AD aqui na sala? Telemóveis Leitores de MP3 Placas de som de PCs E em casa? Sistemas de áudio Televisões
Medição dimensional e de movimento. Dr. Evandro Leonardo Silva Teixeira Faculdade Gama
Dr. Evandro Leonardo Silva Teixeira Faculdade Gama Sensor por efeito piezo-elétrico: Funciona a partir do efeito piezo-elétrico; Fenômeno físico reversível; Fornece tensão com a deformação do elemento
5. Tipos de produtos multimédia Baseados em páginas
5. Tipos de produtos multimédia 5.1. Baseados em páginas 1 2 Baseados em páginas Os tipos de produtos multimédia baseados em páginas são desenvolvidos segundo uma estrutura organizacional do tipo espacial
SEL 405 Introdução aos Sistemas Digitais. Prof. Homero Schiabel
SEL 405 Introdução aos Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel Conversor D/A 1. Introdução Grandeza física Grandeza física Variação contínua (ANALÓGICO) t Variação discreta (DIGITAL) t Os conversores
Caixas Ativas e Passivas. SKY 3000, SKY 2200, SKY 700, SKY 600 e NASH SPL Máximo em Função da Distância e da Altura
Caixas Ativas e Passivas SKY 3000, SKY 2200, SKY 700, SKY 600 e NASH 1244 SPL Máximo em Função da Distância e da Altura www.studior.com.br Homero Sette 18-07 - 2012 É muito comum o usuário de caixas acústicas
Redes de Computadores
Redes de Computadores Parte II: Camada Física Dezembro, 2012 Professor: Reinaldo Gomes [email protected] Espectro eletromagnético Terminologia A transmissão de dados ocorre entre um transmissor
ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO
ACÚSTICA DA EDIFICAÇÃO Profa. Dr.-Ing. Erika Borges Leão Disciplina ministrada ao IX semestre do curso de Engenharia Civil Universidade do Estado de Mato Grosso Campus Sinop/MT FREQUENCIA UMA OITAVA E
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAL I
INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE INDUSTRIAL I Prof. Pierre Vilar Dantas Turma: 0063-A Horário: 6N ENCONTRO DE 02/03/2018 1 2 Sinais e Ruídos Parte 1 3 Sinal - Definição Matematicamente, um sinal é definido como
