Sistema integrado de manejo de água: o caso do Edifício Harmonia 57
|
|
|
- Manuela Farinha Santana
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 obras emblemáticas Sistema integrado de manejo de água: o caso do Edifício Harmonia 57 Fabiana Dias Jornalista Mais Argumento Guilherme Castagna Engenheiro Civil e Permacultor Fluxus Design Ecológico Lígia Pinheiro e Soluções para Cidades (ABCP) Colaboração O edifício localizado na Rua Harmonia, nº 57, no bairro da Vila Madalena, na Zona Oeste da capital paulistana, foi construído num terreno de 500 m 2, para fins comerciais. Está organizado em dois blocos, com, respectivamente, dois e três pavimentos, interligados por uma área comum. No subsolo, dado o caráter comercial da edificação, foi construída uma garagem subterrânea, rebaixando o nível do terreno. Com intensa circulação de pessoas, a edificação foi projetada prevendo alto consumo de água. O local situado numa baixada da Vila Madalena, próximo ao Rio Verde, em área extremamente pavimentada, constantemente sofre com alagamentos. Além disso, está sob a presença de lençol freático Fotos: Felipe Pereira Barros Figura 1 Edificação situada em área sujeita a alagamentos: vista aérea indica percurso do córrego que passa sob a região Figura 2 Vista do segundo pavimento para o jardim interno 26
2 elevado, o que em função da necessidade de construção no subsolo exigiu um sistema eficaz de drenagem para viabilidade da construção. Este contexto levantou algumas questões-chave que regiram o projeto e a obra com relação à água: (1) a constatação do alto nível do lençol freático, que contrastava com a intenção de construir a garagem Figura 3 Telhado verde sobre laje de concreto proporciona conforto termo-acústico Figura 4 Cisternas feitas em anéis de concreto no pavimento térreo armazenam a água captada na chuva e no telhado verde para reaproveitamento no sistema subterrânea, (2) forte desejo de reduzir ao máximo a colaboração do empreendimento com as rápidas enchentes que acontecem na região, (3) a projeção de consumo elevado de água não potável, estimada em 3 mil litros/dia, e (4) a disponibilidade de água de chuva em boa quantidade como fator climático na cidade de São Paulo. Com a intenção de transformar os problemas em solução, percebeu-se a importância e exequibilidade de se realizar um sistema que pudesse aproveitar a abundância de água do lençol freático, de qualidade apropriada para consumo não-potável, conforme os ensaios iniciais, e a água de chuva que cai sobre o terreno. Pode-se perceber durante o projeto que a disponibilidade de água de drenagem seria praticamente suficiente para o abastecimento ao longo do ano e que suas características qualitativas atendiam os critérios básicos de uso não-potável mediante pequenos ajustes. Decidiu-se por incorporar elementos multifuncionais ao projeto: o telhado verde, o canteiro drenante e o paisagismo vertical realizado sobre argamassa composta de cimento, areia e argila expandida. Optou-se por deixar visíveis os principais elementos do projeto de manejo de água como função inspiradora e educativa. As cisternas de anéis de concreto aparentes situam-se na lateral direita, na entrada do edifício. A tubulação de água foi deixada à vista, pintada na cor verde, estendendo- -se sobre toda a estrutura de concreto coberta pelas plantas na lateral. No trajeto pela Rua Harmonia, o telhado verde sobre a laje fica evidente, ressaltando a construção. O resultado deste sistema proporciona uma redução do consumo de água da rede de abastecimento, minimiza a contribuição da construção para & Construções 27
3 to de água de chuva está baseado na coleta e armazenamento de água em tanques construídos com anéis de concreto. A água coletada é tratada para consumo não potável na própria edificação, sendo o restante direcionado para galeria pluvial local. A função da solução principal é aproobras emblemáticas 28 veitar parte da água da drenagem, decorrente do rebaixamento de nível de terreno localizado sobre lençol freático alto, para fins não potáveis. O sistema foi idealizado para reduzir a vazão de drenagem à vazão de pré-implantação (pré-urbanização), de acordo com a compatibilidade ao projeto arquitetônico, com a utilização de medidas compensatórias diversas, cada Figura 5 Caixas elevadas posicionadas na laje distribuem água por todo qual com funções específicas a cumprir. o sistema Seguindo a estratégia de integração da água no ambiente construído, alagamentos na região e produz uma sensação térmica agradável, com temperatura média menor que a foi possível reter, integrar e melhorar a qualidade dos temperatura na rua em cerca de 2 a 3 o C. Além disso, grandes volumes captados numa sequência de elementos de projeto instalados a partir da cobertura. gerou um ambiente esteticamente bonito e destacado na paisagem da megalópole. Com a finalidade de aproveitar a água de chuva e reduzir a taxa de escoamento superficial (que contri- 1. O que é o sistema? O sistema de drenagem combinado com aproveitamen- Figura 6 Paisagismo vertical aplicado à parede central da edificação: funcionalidade de contribuição para microclima ameno somada ao valor estético gerado
4 bui para enchentes), foi executado um telhado verde sobre a laje da edificação, cujo excedente de água é encaminhado para o sistema principal de armazenamento e tratamento de água para uso não potável. O telhado verde atende, ainda, à necessidade de oferecer conforto termo-acústico. Também foram implantados canteiros drenantes, que proporcionam que parte da água da chuva que cai sobre o solo seja reabsorvida lentamente pelo lençol freático. Aproveitando a abundância da água disponível, criou-se também uma forma de melhoria do microclima e do conforto térmico na edificação a partir do emprego de irrigação sobre paisagismo vertical, com plantas estruturadas sobre uma camada de argamassa de cimento e argila expandida, aplicadas sobre as paredes laterais externas. O paisagismo vertical integra-se ao sistema por ser uma das principais fontes de emprego da água não potável gerada pelo ciclo. A aplicação das técnicas indicadas proporciona: n manutenção da vazão da drenagem de água em parâmetros equivalentes aos da vazão de pré-desenvolvimento ou pré-implantação; n redução de despesas com fornecimento de água tratada e tratamento de esgoto; n diminuição do consumo da água potável proveniente da rede tradicional de abastecimento; n reutilização de água abundante que seria desperdiçada; n melhora das condições térmicas e acústicas dos edifícios; n melhoria da qualidade do ar com retenção da poeira atmosférica e umidificação do ar; n mínima contribuição às enchentes; n redução de dependência de fontes externas para atendimento de consumo; n produção de oxigênio (O 2 ) e retenção de gás carbônico (CO 2 ); Figura 7 Cisterna 3 - Nível de água é controlado com boia elétrica (C) n retenção da poluição difusa; n aumento do espaço útil; n criação de habitat para fauna local. 2. como o sistema funciona? O sistema de manejo de água é projetado como um ciclo e, por isso, não necessariamente há um único início do processo. Apenas com a finalidade de estabelecer uma visão sobre o processo, tomamos como base aqui seu início na entrada de água no sistema por três fontes: a água de drenagem, o excedente de água de chuva captado no telhado verde e a água proveniente dos canteiros drenantes que reabastece o lençol freático. Construções executadas onde o nível do lençol freático é elevado requerem a implantação de sistemas de drenagem, que mantém as construções isentas da presença de água. Apesar de imprópria para consumo potável, estas águas que geralmente são descartadas na rede pública de águas pluviais ou mesmo em sarjetas, podem ser usadas para diversos fins não potáveis, mediante uma avaliação e ajuste de sua qualidade, e um controle periódico realizado ao longo de sua operação, garantindo a segurança dos usuários. 2.1 O Processo (as letras correlacionam-se com o infográfico que resume o processo, ao final deste trecho) (A) A água de drenagem do lençol freático é acumulada num poço subterrâneo, em anéis de concreto. Re- & Construções 29
5 obras emblemáticas periodicamente recirculada pelo sistema de injeção de ozônio, e então (E) bombeada para caixas elevadas, passando por um filtro de contato. (F) A partir das caixas elevadas, o sistema abastece todos os pontos de consumo não potáveis da edificação (irrigação, vasos sanitários, limpeza de área externa e lavagem de veículos). O mesmo circuito ocorrerá com as (G) águas de chuva captadas Figura 8 Sistema de bombeamento conduz água do reservatório pelo telhado verde, ainda subterrâneo para as caixas elevadas (E) que estas não contenham ferro em sua composição. calcada por uma bomba submersa, a água de drenagem Após captada pelo sistema de drenagem da cobertura, a água (B) passa por um sistema de injeção de ozônio em seu é direcionada por condutores verticais até as cisternas e, então, entram no mesmo ciclo descrito acima. trajeto até um (C) conjunto de três cisternas em anéis de concreto, onde acontece a precipitação do ferro oxidado A terceira fonte de entrada de água no sistema é a pelo ozônio, sedimentado ao longo do percurso entre as partir da (H) chuva que cai no solo, atingindo os canteiros cisternas. O nível de água de drenagem no interior da drenantes. Esta água é absorvida pela terra, de forma lenta, cisterna é limitado por uma boia elétrica, de tal forma e abastece o lençol freático, para então acessar o sistema que sempre há espaço livre para recebimento da água de chuva excedente do telhado verde, o que colabora na retenção de água no empreendimento, já que essa água cuja fonte é a chuva passa a ser aproveitada junto à água de drenagem. (D) Ao final do trajeto na 3ª cisterna, a água segue por gravidade para um reservatório no subsolo, construído com blocos de concreto, onde é 30 Figura 9 Cisternas recebem excedente de água do telhado verde (G)
6 a partir da drenagem. Todo o paisagismo vertical elaborado sobre uma camada de argamassa aplicada sobre as paredes externas do prédio é adequadamente (I) irrigado com a água captada, gerando conforto térmico e microclima agradável. Da mesma maneira como foi usada para irrigação, a água é encaminhada a partir da caixa elevada (I) para vasos sanitários, limpeza e lavagem de carros. Figura 10 Sistema de irrigação utiliza água não-potável do manejo para paisagismo vertical (I) 3. Aplicações indicadas do sistema O sistema aplica-se especialmente a situações em que são realizadas edificações em terrenos sobre lençol freático alto e em que haja o objetivo de aproveitar a água drenada para consumo não potável. Indica-se ainda para aproveitamento de água com a intenção de melhorar o conforto térmico e o microclima e em situações em que seja necessário estimular a Infográfico: MaisArgumento & Construções Figura 11 Uma visão sobre o ciclo 31
7 obras emblemáticas Tabela 1 Vantagens e desvantagens das técnicas aplicadas no sistema Componentes Vantagens Desvantagens Uso de poço e cisterna em anéis de concreto para drenagem do lençol freático alto Telhado verde Canteiros drenantes Paisagismo vertical com uso de argamassa e vermiculita Baixo custo do produto Praticidade Replicabilidade Disponibilidade do produto em praticamente todo território brasileiro Aumenta o tempo de vida útil da impermeabilização de lajes de concreto; Melhora conforto térmico e acústico Reduz efeito das ilhas de calor Melhora qualidade do ar com retenção de poeira atmosférica e produção de oxigênio; Reduz volume de água de chuva drenado do empreendimento Ajustável a diferentes condições de suporte estrutural da cobertura Facilidade de execução Viabiliza filtragem de água Aplicações em lugares com pouco espaço Baixa manutenção Oferecer conforto térmico pra dentro do edifício Melhoria do microclima no entorno da edificação Peso das peças maiores do que 1m de diâmetro exige uso de ferramentas apropriadas para manuseio; Baixo aproveitamento do espaço em virtude do formato circular Requer manutenção específica, de acordo com o tipo de plantas utilizadas, podendo exigir irrigação em épocas de baixo índice pluviométrico, e corte/podas periódicas Restrição de espaço Investimento inicial alto Dependendo do tipo de planta escolhido haverá maior necessidade de irrigação recarga do lençol freático, por meio da promoção de lenta reabsorção de água pelo solo. Sua indicação aumenta onde há a disponibilidade de água de chuva. A escolha das técnicas que compõem um sistema de manejo de água sempre deve ser avaliada e adaptada conforme as especificidades, intenções e possibilidades locais. Embora este seja um sistema cujas técnicas estejam bastante intrincadas, é possível criar sistemas com combinações de técnicas diferentes, mantendo a função da solução principal de drenar, armazenar, tratar e utilizar água do lençol freático e da chuva para consumo não potável. Pode ser usado em: n Construções sobre lençol freático alto; n Edificações com alta demanda para uso de água não potável; n Edifícios residenciais e comerciais de pequeno porte; n Equipamentos públicos (tais como escolas, unidades de saúde, etc); n Residências unifamiliares. Figura 12 Vista do pátio e pavimentos da edificação que é utilizada como uma boutique 32
8 Ficha técnica do PROJETO arquitetônico do edifício HARMONIA 57 n Projeto de manejo integrado de água e instalações hidráulicas: Guilherme Castagna e URBE Engenharia n Projeto arquitetônico (obra): Triptyque - Greg Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli n Coordenador de obra: Tiago Guimarães (Triptyque) n Paisagismo: Peter Webb Figura 13 Edifício Harmonia 57: vista lateral do prédio na subida n Mestre de obra: da Rua Harmonia Aparecido n Irrigação: Hidrosistemas, Eng. Agrícola Guilherme Silva Coelho São Paulo- SP, Brasil n Projeto estrutural: Rika/Eng. Rioske Kanno n Área do terreno: 500 m 2 n Construtora: Bassani Arquitetos Construtores n Elaboração do projeto: n Local: Rua Harmonia, 57 Vila Madalena n Construção: 2008 l & Construções 33
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aproveitamento de Águas Pluviais & Reúso Profª Heloise G. Knapik APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS Instalações
INICIATIVAS INSPIRADORAS SANEAMENTO SISTEMA INTEGRADO DE MANEJO DE ÁGUAS EDIFÍCIO HARMONIA 57. São Paulo - SP
SANEAMENTO INICIATIVAS INSPIRADORAS SISTEMA INTEGRADO DE MANEJO DE ÁGUAS EDIFÍCIO HARMONIA 57 São Paulo - SP ÍNDICE INTRODUÇÃO... 03 PERFIL DO LOCAL... 03 O FUNCIONAMENTO DO SISTEMA... 04 AS MEDIDAS UTILIZADAS...
TÍTULO: CAPTAÇÃO, MANEJO E USO DA ÁGUA DA CHUVA EM PRAÇAS ADAPTADAS AO CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE NO ESTADO DE SÃO PAULO.
TÍTULO: CAPTAÇÃO, MANEJO E USO DA ÁGUA DA CHUVA EM PRAÇAS ADAPTADAS AO CLIMA TROPICAL DE ALTITUDE NO ESTADO DE SÃO PAULO. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS SUBÁREA: Arquitetura
Estado do Rio de Janeiro CÂMARA MUNICIPAL DE ANGRA DOS REIS Gabinete do Vereador Chapinha do Sindicato
PROJETO DE LEI Nº 011/2014 Cria o sistema de reuso de água de chuva no Município de Angra dos reis, para utilização não potável em escolas publicas e privadas, condomínios, clubes, entidades, conjuntos
Universidade Federal do Espírito Santo
Universidade Federal do Espírito Santo Pós-Graduação Gestão Ambiental Utilização de Águas de Chuvas em um Edifício Público - Revisado - Adriano Barbosa Freitas Flávia Piccoli Gena Baioco Ingrid Ananias
Aproveitamento de água de chuva Cristelle Meneghel Nanúbia Barreto Orides Golyjeswski Rafael Bueno
Aproveitamento de água de chuva Cristelle Meneghel Nanúbia Barreto Orides Golyjeswski Rafael Bueno 1 IMPORTÂNCIA Água doce: recurso limitado ONU (2015): escassez de água afetará dois terços da população
COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº Aproveitamento de água de chuva no meio urbano: aspectos técnicos e legais
COMUNICAÇÃO TÉCNICA Nº 172692 Aproveitamento de água de chuva no meio urbano: aspectos técnicos e legais Luciano Zanella Trabalho apresentado no Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva,
SANEAMENTO BÁSICO DRENAGEM URBANA. Prof. Silvana Ferreira Bicalho
SANEAMENTO BÁSICO DRENAGEM URBANA Prof. Silvana Ferreira Bicalho [email protected] Definições Drenagem e manejo das águas pluviais urbanas: Lei 11.445/2007- PNSB segundo alínea d do inciso I do caput
Aproveitamento de água de chuva Prof. Ana Cristina Rodovalho Reis- IH 2 PUC Goiás. 1
PONTIFICIA UNIVERSIDADE CÁTOLICA DE GOÍAS ESCOLA DE ARTES E ARQUITETURA DISCIPLINA: IH -2 PROF. ANA CRISTINA RODOVALHO REIS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE APROVEITAMENTO DE ÁGUAS PLUVIAIS 1 A PROPOSTA
Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias: Princípios Básicos para Elaboração de Projetos
Instalações Prediais Hidráulico-Sanitárias: Princípios Básicos para Elaboração de Projetos 1 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA Partes constituintes de um sistema predial de água fria Entrada e fornecimento
APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA PARA LAVAGEM DE TRENS
APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA PARA LAVAGEM DE TRENS 1 RESUMO A água da chuva coletada em telhados tem na indústria um enorme potencial, visto que, em geral, a mesma possui grandes áreas de telhado e
CERTIFICAÇÃO LEED. Prof. Fernando Simon Westphal Sala
CERTIFICAÇÃO LEED Prof. Fernando Simon Westphal [email protected] [email protected] Sala 115 3721.4856 Ana Beatriz Lima [email protected] LabCon 3721.4974 1 WE Water Efficiency Redução
Fonte: KAWAKAMI (2009)
Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) Fonte: KAWAKAMI (2009) 4 LEED s no Brasil
DETERMINAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO COMO PARTE DO ESTUDO DE VIABILIDADE DE UM SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL EM ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL
DETERMINAÇÃO DO BALANÇO HÍDRICO COMO PARTE DO ESTUDO DE VIABILIDADE DE UM SISTEMA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL EM ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL Gislaine Aparecida André (*), Bernardo Arantes do Nascimento
DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO
DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO REPRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ARQUITETURA Mundi - Centro de Formação Técnica Unidade Vitória da Conquista BA Professor: Philipe do Prado Santos Curso Técnico de Edificações
1 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA
CONTEÚDO 1 INSTALAÇÕES PREDIAIS DE ÁGUA FRIA... 17 Considerações gerais... 17 Partes constituintes de um sistema predial de água fria. 18 Entrada e fornecimento de água fria... 20 Medição de água individualizada...
PHD2537 Água em Ambientes Urbanos. Profº: Dr. Kamel Zahed Filho SEMINÁRIO
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental PHD2537 Água em Ambientes Urbanos Profº: Dr. Kamel Zahed Filho SEMINÁRIO TEMA 29 Micro-drenagem: A questão
Unidade: Instalações prediais de coleta e condução de águas. Unidade I: pluviais
Unidade: Instalações prediais de coleta e condução de águas Unidade I: pluviais 0 Unidade: Instalações prediais de coleta e condução de águas pluviais 1.1 Terminologia Área de contribuição: é a área somada
DESENHO TÉCNICO PLANTA DE SITUAÇÃO. Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado Santos
DESENHO TÉCNICO PLANTA DE SITUAÇÃO Faculdade Independente do Nordeste - FAINOR Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado Santos PROJETOS ARQUITETÔNICOS Os desenhos básicos que compõem um projeto
RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I
RESIDENCIAL SANTA MONICA MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I MEMORIAL DESCRITIVO DO RESIDENCIAL SANTA MONICA A INFRAESTRUTURA DE IMPLANTAÇÃO DO LOTEAMENTO RESIDENCIAL SANTA MONICA OBEDECERÁ ÀS SEGUINTES ESPECIFICAÇÕES
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO REPRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ARQUITETURA Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC Unidade Vitória da Conquista BA Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado
Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura e Construção. Gestão da água
Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo Departamento de Arquitetura e Construção ` Gestão da água Marina Sangoi de Oliveira Ilha Livre-Docente LEPSIS-FEC/UNICAMP 28 de setembro de 2012 Ciclo
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 25 Sistema Predial de Águas Pluviais Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de águas pluviais
Qualidade e Conservação Ambiental TH041
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil & Engenharia Ambiental Qualidade e Conservação Ambiental TH041 Parte II - Aula 08: Drenagem Urbana Profª Heloise G. Knapik 1 Indicadores Melhorias Identificação
Mauricio Cruz Lopes. Critérios de Sustentabilidade do Projeto Ilha Pura - Vila dos Atletas
Mauricio Cruz Lopes Critérios de Sustentabilidade do Projeto Ilha Pura - Vila dos Atletas Impacto da Construção Civil 20 a 30% de produção de gases de Efeito Estufa 12 a 16% de consumo de água 30% a 40%
LEI COMPLEMENTAR Nº 929, DE 28 DE JULHO DE 2017 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre dispositivos de captação de águas pluviais para
LEI COMPLEMENTAR Nº 929, DE 28 DE JULHO DE 2017 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre dispositivos de captação de águas pluviais para fins de retenção, aproveitamento e recarga artificial
Instalações Hidráulicas/Sanitárias Água Pluvial
Instalações Hidráulicas/Sanitárias Água Pluvial INTRODUÇÃO A água da chuva causa danos: à durabilidade das construções; à boa aparência das construções. A água de chuva deve ser coletada e transportada
CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE SANTA CATARINA
3.7. REBAIXAMENTO DO LENÇOL FREÁTICO Quando as escavações atingem o nível das águas subterrâneas e há o afloramento das mesmas, torna-se necessária a drenagem ou o rebaixamento do lençol freático com o
A LEI DAS PISCININHAS
PHD 2537 ÁGUA EM AMBIENTES URBANOS A LEI DAS PISCININHAS Alexandre Rosa 5402306 Andrea Feldon 5402693 Gustavo Mukai 5403311 Mariana Damião 5402776 Mônica Uechi 5402564 EXPANSÃO DA ÁREA URBANIZADA RMSP
Diretrizes de projeto para o uso racional da água em edificações
Seminário HIS Sustentável Diretrizes de projeto para o uso racional da água em edificações Orestes M. Gonçalves Escola Politécnica da Universidade de São Paulo CBCS - Conselho Brasileiro da Construção
ÁGUAS PLUVIAIS. d) a estabilidade da vazão de esgotos, que é muito mais crítica, no sistema separador absoluto é maior.
ÁGUAS PLUVIAIS 1. GENERALIDADES No Brasil, o sistema de drenagem da rede pública adota o Sistema Separador Absoluto, ou seja, existem redes independentes para a coleta de esgotos e de águas pluviais. É
PUC GOIÁS ESCOLA E ARTES E ARQUITETURA ESCOLA EDGAR ALBUQUERQUE GRAEFF CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA:CONSTRUÇÃO I AULA 1
PUC GOIÁS ESCOLA E ARTES E ARQUITETURA ESCOLA EDGAR ALBUQUERQUE GRAEFF CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA:CONSTRUÇÃO I AULA 1 PROF. ENG. CIVIL GUSTAVO REIS CAMPOS ESTRUTURA E ARQUITETURA Fases
APROVEITAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA
W W W. E C O C A S A. C O M. B R APROVEITAMENTO DE ÁGUA DA CHUVA Diretrizes importantes para execução de projetos RECOMENDAÇÕES PARA MELHOR LEITURA Desktop: Full Screen Tablets e Smartphones: Horizontal
ESTIMATIVA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO POTÁVEIS: ESTUDO DE CASO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA LOCALIZADA EM ARARUNA - PB
ESTIMATIVA DE APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL PARA FINS NÃO POTÁVEIS: ESTUDO DE CASO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA LOCALIZADA EM ARARUNA - PB Alex Pereira Cabral (1); Maick Sousa Almeida (2); Vinycius
Saneamento Urbano TH419
Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano TH419 Drenagem Urbana Profª Heloise G. Knapik 1 DRENAGEM URBANA Tipos e usos do solo Relevo e ambiente construído Objetivos e tipos
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE UMA ESTRUTURA (ETAPA PRELIMINAR)
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO DE UMA ESTRUTURA (ETAPA PRELIMINAR) DADOS NECESSÁRIOS PARA DEFINIR O PRODUTO (ESTRUTURA): Projeto Arquitetônico Plantas dos pavimentos tipos/subsolo/cobertura/ático Número de
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO REPRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ARQUITETURA Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC Unidade Vitória da Conquista BA Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado
Controle de Enchentes e Colheita de Chuva em Microbacia Urbana
3º - Simpósio Internacional em Microbacias Sustentabilidade da Água e Serviços Ambientais Controle de Enchentes e Colheita de Chuva em Microbacia Urbana Valdemir Antonio Rodrigues 17 e 18 de junho de 2010
CARGAS DIFUSAS URBANAS DE POLUIÇÃO
CARGAS DIFUSAS URBANAS DE POLUIÇÃO Urbanização População aumenta Edificação aumenta Rejeitos aumentam Demanda aumenta Área impermeável Drenagem é aumenta modificada Problemas de Recursos Hídricos Clima
Tema 9 -O Papel do Arquiteto na Gestão de Águas Urbanas
Universidade de São Paulo Escola Politécnica PHD - Departamento de Hidráulica e Sanitária Disciplina PHD 2537 Águas em Sistemas Urbanos Tema 9 -O Papel do Arquiteto na Gestão de Águas Urbanas Prof. Kamel
DESENHO TÉCNICO. AULA 06 - COBERTURA Curso: Engenharia Civil Matéria: Desenho Técnico
DESENHO TÉCNICO AULA 06 - COBERTURA Curso: Engenharia Civil Matéria: Desenho Técnico Prof.: Philipe do Prado Santos Email Institucional: [email protected] Os desenhos básicos que compõem um projeto
Saneamento Urbano II TH053
Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano II TH053 Reúso de Água e & Águas Pluviais Profª Heloise G. Knapik Reúso de Água Opção para redução da pressão sobre os recursos
Sistema Laminar Alto. Ecotelhado
Sistema Laminar Alto Ecotelhado 2 Especificações O Sistema Laminar Alto em conjunto com os benefícios do Ecotelhado, proporciona um grande reservatório de detenção de água pluvial, ou seja, na mesma área
Aspectos de sustentabilidade a serem considerados na concepção e desenvolvimento de projetos de arquitetura. Prof a : Ana Cecília Estevão
Aspectos de sustentabilidade a serem considerados na concepção e desenvolvimento de projetos de arquitetura Prof a : Ana Cecília Estevão Desenvolvimento sustentável Aquele que busca um equilíbrio entre
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1
Universidade Federal de Alagoas Campus do Sertão Eixo de Tecnologia TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL 1 Aula 10 Instalações Hidrossanitárias Prof. Alexandre Nascimento de Lima Delmiro Gouveia, outubro de
Incorporadora e Construtora. 38 anos no mercado. 121 empreendimentos lançados
Incorporadora e Construtora 38 anos no mercado 121 empreendimentos lançados 3,5 milhões de metros quadrados de área construída e em construção (24.475 unidades) EZ TOWERS certificação e diferenciais ambientais
MEMORIAL REFERENTE AO PROJETO AO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO NA PROMOTORIA DO ESTADO - MT EM PRIMAVERA DO LESTE.
MEMORIAL REFERENTE AO PROJETO AO SISTEMA DE TRATAMENTO DE ESGOTO SANITÁRIO NA PROMOTORIA DO ESTADO - MT EM PRIMAVERA DO LESTE. PRIMAVERA DO LESTE-MT ABRIL DE 2014. 1 SUMÁRIO 1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO...
1. A água limpa deve ser direcionada à uma Caixa D Água ou para Cisterna?
Esse procedimento descreve de forma generalista as etapas para instalação do sistema de filtragem modelo externo, com instalação na calha de descida do telhado. Contudo antes de detalharmos essa instalação
ANEXO C Exemplo de Protocolo de Auditoria Ambiental para Identificação de Aspectos Ambientais
ANEXO C Exemplo de Protocolo de Auditoria Ambiental para Identificação de Aspectos Ambientais PROTOCOLO DE AUDITORIA AMBIENTAL PARTE 1 IDENTIFICAÇÃO EMPREENDIMENTO: LOCALIZAÇÃO: DATA: PERÍODO: Início:
MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO Procuradoria Geral Departamento de Administração Coordenação de Arquitetura e Engenharia
ANEXO VIII ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO DE INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS 1. Os projetos de instalações hidrossanitárias deverão atender às recomendações e especificações
DRENAGEM DO ESTÁDIO REGIONAL DE PARANAVAÍ COM UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM
DRENAGEM DO ESTÁDIO REGIONAL DE PARANAVAÍ COM UTILIZAÇÃO DE GEOTÊXTIL BIDIM Autor: Departamento Técnico - Atividade Bidim Colaboração: Eng. Luciano A. Schmitt DEZEMBRO 99 Revisado JANEIRO 20- Departamento
Geração de energia elétrica na propriedade familiar a partir de fontes renováveis: água e sua movimentação
30 Geração de energia elétrica na propriedade familiar a partir de fontes renováveis: água e sua movimentação Carlos Reisser Jr.; Carlos Alberto B. Medeiros As soluções energéticas de custo elevado para
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO REPRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ARQUITETURA Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC Unidade Vitória da Conquista BA Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado
NORMA TÉCNICA NT/SAAE 003/2017 PARA DIMENSIONAMENTO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA FRIA
NORMA TÉCNICA NT/SAAE 003/2017 PARA DIMENSIONAMENTO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA FRIA SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Referências Normativas 3 Definições 4 Reservatórios de Água Prediais 5 Condições Gerais 6 Disposições
SISTEMA LAMINAR ALTO
SISTEMA LAMINAR ALTO O Sistema Laminar Alto tem como objetivo proporcionar a laje plana, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio com a natureza. Este sistema em
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAIS
INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAIS AULA 01 Prof. Guilherme Nanni [email protected] 7º Semestre Engenharia civil INST. HIDRÁULICAS AULA 01 7 semestre - Engenharia Civil EMENTA Elaborar projetos
Mananciais de Abastecimento. João Karlos Locastro contato:
1 Mananciais de Abastecimento João Karlos Locastro contato: [email protected] 2 Vazão 3 Escolha do Manancial - Qualidade Análise físico-química e bacteriológica; Características de ocupação
SISTEMAS INTEGRADOS: APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL E DRENAGEM NA FONTE
SISTEMAS INTEGRADOS: APROVEITAMENTO DE ÁGUA PLUVIAL E DRENAGEM NA FONTE Lúcia Helena de Oliveira Ricardo Prado Abreu Reis O processo de urbanização trouxe o crescimento populacional e industrial provocando
CONCRETO PERMEÁVEL E SUAS VERTENTES NA ENGENHARIA CIVIL
CONCRETO PERMEÁVEL E SUAS VERTENTES NA ENGENHARIA CIVIL DIONE VITOR COSTA. INSTITUIÇÃO: UNIUBE UNIVERSIDADE DE UBERABA, UBERABA, MG. JOELMA LÚCIA FARIA OLIVEIRA. INSTITUIÇÃO: UNIUBE UNIVERSIDADE DE UBERABA,
Saneamento Urbano TH419
Universidade Federal do Paraná Arquitetura e Urbanismo Saneamento Urbano TH419 Reúso de Água e & Águas Pluviais Profª Heloise G. Knapik Reúso de Água Opção para redução da pressão sobre os recursos hídricos
TRATAMENTO DE EFLUENTES P/ REUSO & Engo. Ricardo Teruo Gharib 2012
TRATAMENTO DE EFLUENTES P/ REUSO & CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA Engo. Ricardo Teruo Gharib 2012 CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA TRATAMENTO DE EFLUENTES REUSO PROGRAMA Principal benefício ecológico 1 = 2 Soluções
INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL CONSTRUÇÃO CIVIL IV
SETOR DE TECNOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ TC 042 - Construção Civil IV PROJETO HIDROSSANITÁRIO Prof.ª: MSc.: Heloisa Fuganti Campos 2 INTRODUÇÃO Conjunto de canalizações, aparelhos, conexões,
Conexões 1/13. Situação. Implantação 1:750. Legenda Edificação Passeio Estacionamento Pátio interno Área verde Pomar Área Pública com comércio
1/13 Área institucional Conjunto habitacional Área residencial Parque Partindo do princípio que o conjunto habitacional está localizado ao lado de um parque urbano de 15 hectares projetado para a disciplina
Temos convicção de que estamos plenamente capacitados a atender e superar suas expectativas! VISÃO GERAL DO FORNECIMENTO SISTEMAS DE
Prezado Cliente, É com grande satisfação que enviamos este material. Nosso intuito é ajudá-lo a compreender melhor as etapas e rotinas necessárias à boa especificação, fabricação e instalação de seu sistema
O que vestem os edifícios nas coberturas?
O que vestem os edifícios nas coberturas? PROJETO FEUP História e evolução das coberturas Desde o início, a história do Homem está interligada aos materiais. Um dos primeiros materiais utilizados na construção
DESENHO TÉCNICO III PROJETO HIDRÁULICO
DESENHO TÉCNICO III PROJETO HIDRÁULICO 2010.1 Profs. Carolina Puttini e Mariana Gusmão INSTALAÇÃO PREDIAL DE ÁGUA POTÁVEL Os principais objetivos de um projeto desse tipo de instalação são: Fornecimento
Prof. Me. Victor de Barros Deantoni
Prof. Me. Victor de Barros Deantoni 2S/2016 Sistema predial de Esgotamento Sanitário Como todo projeto,em engenharia civil, deve seguir a Norma Técnica do assunto NBR 8160 Sistemas prediais de esgoto sanitário
Rua Comendador Martins nº 344 Encruzilhada Santos / S.P. MEMORIAL DESCRITIVO
Rua Comendador Martins nº 344 Encruzilhada Santos / S.P. MEMORIAL DESCRITIVO 1 - CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1.1- Projeto Será um edifício residencial contendo subsolo, térreo, mezanino de garagem, 7 (sete)
Ecotelhado. Missão. Visão. Valores
Ecotelhado A Ecotelhado é referência em infraestrutura verde urbana no Brasil, contribuindo para a redução de danos ambientais causados pelo crescimento urbano. Acreditamos que é possível cultivar o verde
PROJETO DE LEI Nº, DE, DE, DE 2013. Senhor Presidente, JUSTIFICATIVA:
A Sua Excelência o Senhor Vereador JUARES CARLOS HOY Presidente da Câmara Municipal de Canoas PROJETO DE LEI Nº, DE, DE, DE 2013. Senhor Presidente, O Vereador Pedro Bueno, Vice-líder da Bancada do Partido
Cobertura. Figura 15 - Alvenaria, verga e contraverga. Fonte: Acervo do autor.
23 Figura 15 - Alvenaria, verga e contraverga. Fonte: Acervo do autor. 4.1.10. Cobertura Após a cura da laje, foi executada a torre da caixa d água e a cobertura. A madeira utilizada para a estrutura da
DRENAGEM URBANA EM SÃO PAULO. Eng o PEDRO LUIZ DE CASTRO ALGODOAL PROJ 4 SIURB/PMSP
DRENAGEM URBANA EM SÃO PAULO Eng o PEDRO LUIZ DE CASTRO ALGODOAL PROJ 4 SIURB/PMSP URBANIZAÇÃO IMPACTO DA URBANIZAÇÃO ANTES DEPOIS Inundações Ribeirinhas antes depois Sistema de drenagem existente Galerias
GESTÃO DE ÁGUA EM SERVIÇOS DE SAÚDE. Jonas Age Saide Schwartzman Engenheiro Ambiental Instituições Afiliadas SPDM (11)
GESTÃO DE ÁGUA EM SERVIÇOS DE SAÚDE Jonas Age Saide Schwartzman Engenheiro Ambiental Instituições Afiliadas SPDM (11)97556-1795 AGENDA GLOBAL HOSPITAIS VERDES E SAUDÁVEIS OS 10 Objetivos da Agenda Global
Controle da Poluição POLUIÇÃO DIFUSA. Fontes de poluição das águas
Controle da Poluição POLUIÇÃO DIFUSA Fontes de poluição das águas 1 O que são cargas difusas de poluição? São cargas poluidoras que provêm de atividades que depositam poluentes de forma esparsa sobre a
CISTERNA ESTRUTURAL FORTLEV
CATÁLOGO TÉCNICO CISTERNA ESTRUTURAL FORTLEV ECONOMIA PARA VOCÊ. SUSTENTABILIDADE PARA O PLANETA. Soluções para o meio ambiente. INTRODUÇÃO A água é fonte de vida e dela depende a sobrevivência humana
Instalações Prediais
Instalações Prediais Instalações Prediais As instalações prediais de esgotos sanitários destinamse a coletar todos os despejos domésticos e industriais. Nas instalações prediais de esgotos sanitários não
