EXCREÇÃO EM VERTEBRADOS
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- Raíssa Lameira Guterres
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1 EXCREÇÃO EM VERTEBRADOS
2 UNIDADE FUNCIONAL DO RIM DE VERTEBRADOS: NÉFRON Cápsula de Bowman Cápsula de Bowman (néfron) + Glomérulo (capilares) = Corpúsculo Renal
3 Membrana de Filtração Podócitos: células epiteliais especializadas
4 Pressão de Filtração
5 Comparação dos Néfrons de Vertebrados Feiticeira Peixes marinhos Teleósteo Tubarão glomerular aglomerular Teleósteo de água doce Anfíbio Réptil Mamífero Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
6 Excreção em Elasmobrânquios Animais levemente hipersosmóticos em relação à água do mar, devido a elevada concentração de uréia no sangue; Reabsorção de até 90% da uréia a partir da urina primária (ou filtrado); Urina final fracamente hiposmótica em relação aos tecidos dos elasmobrânquios. Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
7 Morfologia geral do néfron de um elasmobrânquio Modificação do filtrado nos túbulos renais de elasmobrânquio marinho. GFR=taxa de filtração glomerular. Urina fracamente hiposmótica: U/B = 0,8
8 Rim de Peixes Teleósteos Função do rim: diferente entre as espécies de água doce e marinhas Água doce Íons são reabsorvidos do filtrado Excreção de urina muito diluída Água do mar Produção de pouca quantidade de urina Maioria dos íons, água e nitrogênio são excretados pelas brânquias Alguns peixes marinhos tem néfrons sem glomérulo (néfrons aglomerulares) O néfron de peixes não tem alça de Henle Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
9 NÉFRON teleósteo dulcícola Urina fortemente hiposmótica: U/B = 0,1
10 NÉFRON Teleósteo marinho Urina isosmótica: U/B = 1 Reabsorção de H2O e íons monovalentes pode continuar na bexiga urinária
11 Rim de Peixes Teleósteos Néfron aglomerular de teleósteos marinhos urina formada por secreção de íons divalentes, Na + e Cl - encontrados em alguns teleósteos marinhos para a veia renal Néfron glomerular da artéria renal da veia porta renal para a veia renal da veia porta renal Néfron aglomerular sem glomérulo Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
12 FUNÇÃO RENAL EM ANFÍBIOS No ambiente aquático, pouca necessidade de retenção de água: Excreção de urina diluída No ambiente terrestre, necessidade de conservação de água: Redução na Taxa de Filtração Glomerular Reabsorção de água a partir da bexiga urinária Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
13 NÉFRON DE ANFÍBIOS
14 Néfron de anfíbios e suas conexões com o ducto coletor.
15 Formação da urina em anfíbios durante a diurese.
16 Vertebrados Terrestres Principal inovação Alça de Henle, que permite a produção de urina concentrada Mamíferos que produzem urina mais concentrada possuem néfron com alças de Henle mais longas e medula renal mais grossa Aves e répteis sem alça de Henle conservam água pela excreção de ácido úrico e excretam o excesso de sal através da glândula de sal Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
17 Rim de Mamíferos Alça curta Alça curta Alça longa Medula Esquilo Coelho Alça longa Rato Cangurú Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
18 Lobo renal de ave (secção transversal) Ducto coletor Néfron sem alça (tipo réptil) Néfron com alça de Henle (tipo mamífero) Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
19 Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
20 Glândulas de sal em aves Petrel do norte Secreção da glândula de sal é eliminada pelos nostrils, que estão posicionados acima do bico em algumas aves, mas na maioria delas no final do bico. Gaivota Cada glândula é formada por vários lobos longitudinais, com um grande número de túbulos secretores dispostos radialmente, que descarregam em um canal central.
21 800mOsm 300mOsm 600 a 800mOsm
22 O arranjo em sistema de contracorrente permite a produção de uma secreção hiperosmótica pela glândula de sal Menos sal KEY active transport diffusion via a transporter diffusion through channels ISF = interstitial fluid Nasal fluid Cl - K + ISF Na + Na + K + 2Cl - K + Muito sal Hiperosmótico Na +
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24 Glândula de Sal - Répteis LOCALIZAÇÃO DA GLÂNDULA DE SAL EM RÉPTEIS Na órbita ocular em tartarugas marinhas, na língua em crocodilianos Copyright 2008 Pearson Education, Inc., publishing as Pearson Benjamin Cummings
25 Rim de mamífero Ex: rim humano
26 Rim de mamífero Ex: rim humano
27 Rim de mamífero Ex: rim humano
28 Papila renal em mamíferos nativos de diferentes habitats Secção sagital do rim generalizado de mamífero Papila renal quando presente é parte da medula, que tende a se projetar para dentro da pélve renal
29 Papila renal em mamíferos nativos de diferentes habitats A papila renal não se desenvolve, ou desenvolve-se muito pouco em espécies aquáticas. A papila renal é muito desenvolvida em espécies de ambientes áridos.
30 A concentração máxima da urina aumenta com o aumento da espessura relativa da medula renal
31 Figure Kidney structure visualized by injection of the microvasculature
32 Pressão Osmótica aumenta nas regiões mais internas da medula. A concentração osmótica aumenta em regiões mais internas da medula em ratos desidratados, atingindo um valor na extremidade da papila de cerca de 1000 X maior que no córtex.
33 Pressão osmótica no néfron e ducto coletor durante a diurese. Diurese: rim produz urina diluída Membrana impermeável à água
34 Pressão osmótica no néfron e ducto coletor durante a antidiurese (com ADH). Antidiurese: Rim produz urina concentrada + ADH ducto coletor tornase permeável à água Ducto coletor Descarga do filuido do ducto coletor para a pelve renal
35 Epitélio do ducto coletor: Moléculas de aquaporina na membrana (AQP-2) e permeabilidade à água, na presença e ausência de ADH.
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