Programação Web Aula 8 - Rails (Introdução)
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- Mikaela Braga Cordeiro
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1 Programação Web Aula 8 - Rails (Introdução) Departamento de Informática UFPR 7 de Abril de 2014
2 1 Rails Básico Mágica Princípios Características Criando uma aplicação Levantando o Servidor Examinando o diretório padrão 2 Rails - As partes Controlador Analisando o funcionamento Mudando de uma controller#view para outro Modelos Criando um modelo Desvendando o Mistério: (1) O modelo Desvendando o Mistério: (2) O Controlador Desvendando o Mistério: (4) As variáveis Desvendando o Mistério: (4) As variáveis
3 MVC MVC = Model-View-Controller Trygave Reensraug, , Smalltalk. Ele observou que em um mesmo arquivo fonte, havia código para: a interação com o usuário (view); acesso e consistência a dados (model); uxo de execução (controller). Isto dicultava manutenção (componentes muito conexos). Solução encontrada: dividir física e logicamente estas três partes. o termo framework MVC refere-se a aplicativos de desenvolvimento que atendem a especicação acima.
4 Rails Básico Grande parte das ferramentas de desenvolvimento web usa algum MVC. Rails é um destes. Ciclo de interação com o usuário: o usuário interage com o navegador, enviando uma requisição ao servidor. o controlador capta esta requisição, consulta o modelo, e renderiza um novo documento que é enviado de volta.
5 Mágica Mágica O framework Rails faz muitas coisas automagicamente para o desenvolvedor. Isto ajuda só depois de saber a mágica. Cria classes de controlador; Conecta os métodos do controlador às respectivas views; Provê a interface básica para lidar com o banco de dados; Cria classes e bd para o modelo; utiliza convenções de nome para conectar modelo, controlador e views implicitamente. por exemplo: o controlador pode detectar valores nos dados dos form, colocá-las em variáveis de instância que cam implicitamente disponíveis para o código Ruby. facilita a criação de layouts; contém ambiente(s) de testes;
6 Princípios Princípios DRY (Don't Repeat Yourself) Cada elemento de informação deve aparecer uma única vez (minimiza memória). Com isto, alteraçõs ao código são altamente localizadas. Convention over Conguration A maior parte da interação entre as partes é implícita, e estabelecida por convenções e não por arquivos de conguração. Exemplo: nome da classe e nome da tabela. Paradigma Agile Development Desenvolvimento rápido ao invés de criação de documentos elaborados que culminam no aplicativo. Abordagem incremental.
7 Características Características Diferente de muitos outros frameworks, Rails não usa interfaces grácas, mas linhas de comando. Desenvolvido especicamente para desenvolver aplicações Web que usam banco de dados relacional. Bibliograa: Existe MUITO material na Web e em livros; A abordagem é muito parecida, e repletos de mágica. Isto diculta a compreensão do núcleo do framework, pois concentra-se nas beiradas. Nossa abordagem explica o funcionamento do framework.
8 Criando uma aplicação Criando uma aplicação Para criar uma aplicação, usa-se a linha de comando: Para criar a raiz de uma aplicação rails: > rails new Exemplo skip-bundle; o skip-bundle pede para não executar o programa bundle, responsável por incluir as gemas. Isto criar um diretório com o nome Teste. Atualize as gemas Veja seus subdiretórios e as gemas > cd Teste > bundle install --local > ls -l > less Gemfile
9 Levantando o Servidor Levantando o Servidor O diretório Teste é a raiz da aplicação que já pode responder a uma requisição Web. A partir da raiz, levantamos o servidor: > rails server Observe que o comando rails foi usado com outro parâmetro (server no lugar de new). Vão aparecer muitos outros ainda. A porta padrão é 3000, mas outra pode ser usada com -p<porta> O servidor foi levantado e como não temos nenhum modelo ou view especicado, a resposta padrão será renderizada.
10 Examinando o diretório padrão Examinando o diretório padrão Inicialmente vamos nos concentrar somente no diretório app, cujos subdiretórios incluem models, views e controllers. Normalmente, <navegador> localhost:3000 resolve. A litorina é máquina de estudos, e não tem navegador instalado. Tem de abrir navegador em outra máquina do dinf e abrir a url litorina:3000 (com o servidor levantado, claro)
11 Rails - As partes Os próximos slides mostram a criação de uma aplicação Rails. Baseia-se no livro Agile Web Development with Rails 4 A diferença aqui é vamos nos concetrar em entender como as partes MVC interagem, e não no deslumbramento das facilidades que ele traz. Para as próximas transparências, tenha em mente a gura abaixo:
12 Controlador Controlador Sua função é receber requisições, interagir com o BD e renderizar as páginas de resposta. Criação de um controlador > rails generate controller Say hello goodbye Este comando cria vários arquivos, dentre os quais destacamos: app/controllers/say_controller.rb app/views/say app/views/say/hello.html.erb config/routes (altera).
13 Analisando o funcionamento Analisando o funcionamento isto cria a url /say/hello e /say/goodbye. vericar o app/controllers/say_controller.rb. vericar o diretório app/views/say/. vericar o config/routes.rb + comando rake routes (a cola ou mágica que liga controlador à view). controlador é usado para acessar BD (ou informações externas); view é usada para mostrar estas informações. = Time.now no controlador hello; %> na view hello. A vida de uma variável de instância é de somente uma interação.
14 Mudando de uma controller#view para outro Mudando de uma controller#view para outro Compare a view say/hello com o arquivo hello.html.erb. O primeiro, só html. O segundo permite incluir comandos ruby com <%= <comando ruby> %>. Alguns comandos ruby são chamados helper methods. Alguns destes são geradores para HTML. Exemplo: <%= link_to "Goodbye", say_goodbye_path %> Existem vários helper methods padrão. Veja alguns em Helpers/UrlHelper.html Conra o mapeamento (e outras formas de chamar - link acima)
15 Modelos Modelos Sua função é interagir com os dados. Não só buscar no BD, mas também fazer consistências. Para este exemplo, criaremos outra aplicação, e a criação de um modelo é através do comando > rails new depot > cd depot > rails generate scaffold <Tabela> <atributos> Ele também cria as view básicas para visualizar, incluir, excluir e alterar. Ele não cria a tabela, mas sim cria o schema. Para criar a tabela, é necessário executar o comando rake db:migrate.
16 Criando um modelo Criando um modelo Criar a tabela products, com três atributos: >rails generate scaffold Product title:string description:text \ image_url:string price:decimal xa Este comando cria um monte de arquivos. Iremos abordar somente alguns. Um arquivo importante é criada a migração, ou seja, um schema de criação desta tabela e seus atributos. conra no diretório db/migrate, com um timestamp. O programador pode alterar características dos atributos lá e depois criar a tabela com o comando rake db:migrate. Também pode voltar atrás e desfazer a tabela com rake db:rollback. Ao levantar o servidor, tudo funciona.
17 Desvendando o Mistério: (1) O modelo Desvendando o Mistério: (1) O modelo Há uma padronização de nomes entre classes e tabelas. O diretório app/models contém o arquivo product.rb. Este arquivo contém a classe Product. Como a migração criou a tabela products, todos os atributos da tabela são mapeados para a classe implicitamente.
18 Desvendando o Mistério: (2) O Controlador Desvendando o Mistério: (2) O Controlador O controlador deve ler a tabela e mapear os atributos para uma variável de instância, no dependendo da url. Para entender como, rake routes Veja o arquivo app/controllers/products_controller.rb. Por m, observe as urls de cada requisição.
19 Desvendando o Mistério: (3) As Views Desvendando o Mistério: (3) As Views As view criadas estão no diretório app/views/<controlador>/. Neste caso, app/views/products/? > ls edit.html.erb index.html.erb new.html.erb show.json.jbuilder _form.html.erb index.json.jbuilder show.html.erb Cada uma delas é acessada com url diferente. Conra com rake routes.
20 Desvendando o Mistério: (4) As variáveis Desvendando o Mistério: (4) As variáveis Primeiro, como as variáveis são usadas para gerar páginas dinâmicas. Considere a página gerada com index. Controller carrega todos os produtos no método index. Neste = Product.all. View: a variável products é usada em comandos ruby (entre <%... %>). Já a página gerada com show tem um truque: usa um mesmo método (set_product para = Product.find(params[:id]). Após a denição da classe, tem before_action :set_product, only: [:show, :edit, :update, :destroy]
21 Desvendando o Mistério: (4) As variáveis Desvendando o Mistério: (4) As variáveis A pergunta que não quer calar: de onde veio o parâmetro id? Em rails, os parâmetros são armazenados na hash params do controlador (não é visível fora do controlador). Independe se veio como POST ou GET. Outro caso é um novo produto: Veja o fonte da página de new. O campo de título: name="product[title]". O botão de criação dispara o método create no controlador. Este, por sua vez usa product_params (um atalho para todos os campos de params). overview.html#parameters
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