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- Sara Taveira Padilha
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1 AÇÃO CIVIL PÚBLICA Conceito: A Ação Civil Pública visa combater a violação aos direitos difusos e coletivos. Está disciplinada no artigo 129, III, da CF88 e regulamentada pela Lei 7347 de Direitos Difusos: São aqueles em que seus titulares não podem ser mensurados por serem indetermináveis, porém são ligados pelo mesmo fato, ou seja, pela mesma violação. Ex: Dano ambiental de Mariana. A tragédia se alastrou por várias cidades até o Espírito Santo. Não se consegue determinar todos os atingidos. Direito Coletivos: Já aqui, embora exista a violação a um direito coletivo, é possível determinar os atingidos, ou seja, os titulares do direito violado. São determináveis. Ex: Grupo de pessoas pertencentes a um consórcio cujo contrato possui cláusulas abusivas. 1) OBJETO DA AÇÃO CIVIL PÚBLICA: a) O objetivo da Ação Civil Pública será sempre: - Condenação em dinheiro; - Cumprimento de Obrigação de Fazer ou Não Fazer. OBS: Deve ser o pedido principal da sua peça processual e podem vir acumulados, se for o caso. b) O objeto da Ação Civil Pública: b.1) Na Constituição Federal: Art São funções institucionais do Ministério Público: III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; b.2) Na Lei de 1985 Art. 1º Regem-se pelas disposições desta Lei, sem prejuízo da ação popular, as ações de responsabilidade por danos morais e patrimoniais causados: l - ao meio-ambiente; ll - ao consumidor; III a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; IV - a qualquer outro interesse difuso ou coletivo. V - por infração da ordem econômica; VI - à ordem urbanística. Professor Tiago Torres Página 1
2 VII à honra e à dignidade de grupos raciais, étnicos ou religiosos. VIII ao patrimônio público e social. Parágrafo único. Não será cabível ação civil pública para veicular pretensões que envolvam tributos, contribuições previdenciárias, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - FGTS ou outros fundos de natureza institucional cujos beneficiários podem ser individualmente determinados. 2) LEGITIMIDADE NA ACP: Legitimidade Ativa: A Ação Civil Pública deverá ser promovida pelo Ministério Público para proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. É o que preceitua o artigo 129, III, CF88. Ainda que a ACP seja a ação, em regra, a ser promovida pelo Ministério Público, o parágrafo primeiro do artigo 129, da Constituição da República estende a legitimidade para a sua propositura à terceiros, nos termos da lei. De tal modo, a lei 7347/85 que disciplina a ACP trás os legitimados: Art. 5 o Têm legitimidade para propor a ação principal e a ação cautelar: I - o Ministério Público; II - a Defensoria Pública; III - a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios IV - a autarquia, empresa pública, fundação ou sociedade de economia mista V - a associação que, concomitantemente: a) esteja constituída há pelo menos 1 (um) ano nos termos da lei civil; b) inclua, entre suas finalidades institucionais, a proteção ao patrimônio público e social, ao meio ambiente, ao consumidor, à ordem econômica, à livre concorrência, aos direitos de grupos raciais, étnicos ou religiosos ou ao patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico. 1º O Ministério Público, se não intervier no processo como parte, atuará obrigatoriamente como fiscal da lei. 2º Fica facultado ao Poder Público e a outras associações legitimadas nos termos deste artigo habilitar-se como litisconsortes de qualquer das partes. 3 Em caso de desistência infundada ou abandono da ação por associação legitimada, o Ministério Público ou outro legitimado assumirá a titularidade ativa. 4. O requisito da pré-constituição poderá ser dispensado pelo juiz, quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido. 5. Admitir-se-á o litisconsórcio facultativo entre os Ministérios Públicos da União, do Distrito Federal e dos Estados na defesa dos interesses e direitos de que cuida esta lei. Professor Tiago Torres Página 2
3 6 Os órgãos públicos legitimados poderão tomar dos interessados compromisso de ajustamento de sua conduta às exigências legais, mediante cominações, que terá eficácia de título executivo extrajudicial. OBSERVAÇÃO N. 1: - Será mais plausível nos enunciados de peças das provas prático-profissionais da OAB ter como legitimado ativo na ACP uma Associação, nos termos do art. 5º, V, da Lei 7347/85. Todavia, ao nosso entender, é plenamente possível hipóteses em que figurem no polo ativo de uma prova da OAB os demais legitimados dos incisos, III (caso em que municípios menores, em razão de não possuírem procurador municipal, poder contratar advogado), IV (autarquia, empresa pública, fundação ou sociedade de economia mista). OBSERVAÇÃO N. 2: - O requisito exigido na alínea a do inciso V, artigo 5º da Lei 7347/85, poderá ser dispensado pelo juiz, quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido. Desse modo, poderá a prova trazer como cliente legitimado ativo uma associação constituída há menos de um ano. Nessa hipótese, terá o candidato que fazer duas coisas: 1) No local destinado a falar sobre legitimidade na sua peça, deverá explicar que a associação não preenche o requisito inserido no art. 5º, V, a da Lei 7347/85, mas que em razão do manifesto interesse social e da dimensão ou característica do dano, ou ainda, pela relevância do bem jurídico a ser protegido deverá o juiz dispensar a pré-constituição de um ano, conforme o artigo 5º, parágrafo 4º da Lei 7347/85; e 2) Deverá o candidato na parte de Pedidos e Requerimentos fazer o requerimento da dispensa da pré constituição anual da associação nos termos do artigo 5º, parágrafo 4º da Lei 7347/85. 3) COMPETÊNCIA PARA JULGAMENTO A competência para julgar e processar a Ação Civil Pública será sempre do local do dano, nos termos do artigo 2º da lei 7347/85. Art. 2º As ações previstas nesta Lei serão propostas no foro do local onde ocorrer o dano, cujo juízo terá competência funcional para processar e julgar a causa. OBS: No que tange a competência para julgar e processar a ACP deverá o candidato observar se será caso de justiça comum ou de justiça federal, devendo observar inicialmente se o dano incorre em um dos incisos ou parágrafos do artigo 109 da Constituição Federal. Como exemplo disto, podemos citar as Ações Civis Públicas que envolvem interesses da União (artigo 109, I, CF). 4) MEDIDA LIMINAR OU TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA ANTECIPADA? As tutelas provisórias estão disciplinadas no Novo Código de Processo Civil. A lei da Ação Civil Pública trás no artigo 4º a possibilidade de ajuizamento de ação cautelar, todavia, as ações cautelares foram extintas pelo Novo Código de Processo Civil. Deste modo, no caso especificado no artigo 4º da Lei da ACP ou candidato deverá obedecer Professor Tiago Torres Página 3
4 o disposto no artigo 303, caput, do Novo CPC, fazendo o pedido de tutela provisória antecipada na inicial, como se fosse um pedido de medida liminar, utilizando os dois artigos para fundamentar. Mas, se for o caso de uma liminar, nos termos do artigo 12 da Lei da ACP, somente será cabível na hipótese em que uma pessoa jurídica de direito público interessada se manifestar neste sentido. Será o caso em que se advogará para um Município, Estado, DF ou União, o que será raro em termos de exame de ordem. 5) PEDIDOS E REQUERIMENTOS NA ACP - A concessão da tutela provisória (Liminar, Cautelar); - A dispensa do requisito de pré-constituição ânua da associação, nos termos do parágrafo 4º do artigo 5º da Lei 7347 /85 (somente quando o enunciado demonstrar que a Associação é constituída há menos de 1 ano); - A citação da Ré, para que no prazo legal, querendo, conteste a presente ação civil pública; - A intimação do Ilustre Representante do Ministério Público para, caso não intervenha no processo, atue como fiscal da lei, nos temos do artigo 5º, parágrafo 1º da Lei 7347 /85; - A procedência do pedido para fins de condenar a Ré a pagar indenização pelos danos causados ao patrimônio público, nos termos do artigos 3º e 13º da Lei 7347 /85; - A condenação da Ré nos ônus da sucumbência; - A produção de todos os meios de provas em direito admitidas, especialmente documental e pericial; - A juntada de documentos em anexo (Estatuto da Associação Ambiental do Brasil, ato constitutivo, etc.). - A valor da causa de R$ 1000,00. ENUNCIADO (OAB-GO ): A Ambiental do Brasil, associação civil de direito privado e interesse público, organização não governamental, sem fins lucrativos, políticos ou religiosos, de caráter ambientalista e de proteção ao patrimônio público, com duração indeterminada, fundada há 5 meses, sediada na Capital do Estado de Goiás, cujo estatuto prevê a defesa de bens e direitos sociais, coletivos, difusos relativos ao meio ambiente e ao patrimônio público, contratou seu escritório profissional de advocacia, munida de laudos técnicos pertinentes, para adoção de medida cabível em face de dano causado ao patrimônio público cultural da Capital do Estado. A Ambiental do Brasil assevera que o dano haveria sido causado por empresa privada concessionária de serviço público estadual durante a restauração, prevista Professor Tiago Torres Página 4
5 na concessão, de obras sacras e de templos religiosos. Diante dessa suposta situação, como advogado(a) da Ambiental do Brasil apresente a peça prático profissional que o caso reclama. QUESITOS ESSENCIAIS Para quem você advoga? Contra quem você advoga? O que pretende o seu cliente? (Objeto da Ação e fundamento) Existe urgência no direito pretendido pelo seu cliente? Qual órgão jurisdicional irá julgar a ação? (Competência) Indicar o vocativo. Quais os fundamentos serão utilizados? Pedidos Ambiental do Brasil Associação Civil de Direito Privado Empresa Privada Concessionária de Serviço Público Estadual Condenação da Ré para pagar indenização pelos danos causados ao patrimônio público. Não há urgência. Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de Goiânia - Goiás Art. 25 da Lei de Art. 1º, III e VIII da Lei 7347 de Art. 129, III, da CF. Concessão da Tutela Provisória (Liminar ou Tutela Antecipada) - Citação da Ré - Intimação do MP - Procedência dos pedidos para Condenar a Ré a Indenizar pelos danos - Fazer ou Não Fazer - Produção de Provas - Juntada de Documentos - Valor da Causa: R$ 1000,00. Professor Tiago Torres Página 5
6 MODELO DA PEÇA: EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA...VARA CÍVEL DA COMARCA DE... DO ESTADO DE GOIÁS (espaço de cinco linhas) AMBIENTAL DO BRASIL, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o n... (ato constitutivo em anexo), com endereço... e endereço eletrônico..., por meio de seu advogado que a esta subscreve, com endereço..., endereço eletrônico... (procuração anexa, nos termos do artigo 287, do Código de Processo Civil), vem respeitosamente, perante Vossa Excelência, com fundamento na Lei 7347/85, no artigo 129, parágrafo 1º da Constituição Federal e artigo 319 do Código de Processo Civil, propor a presente AÇÃO CIVIL PÚBLICA Em face de EMPRESA..., Pessoa Jurídica de Direito Privado, inscrita no CNPJ sob o número..., com endereço... e endereço eletrônico... pelos fatos e fundamentos a seguir expostos. I DOS FATOS A Ré é empresa concessionária de serviço público estadual responsável pela restauração e obras sacras e de templos religiosos no Estado de Goiás. Ocorre que durante a restauração prevista na concessão a empresa causou danos ao patrimônio público social e cultural do Estado, devendo pois, ser responsabilizada nos termos da lei 7347 de II DO FORO COMPETENTE E DO CABIMENTO Nos termos do artigo 2º da lei 7347/85, as ações civis públicas devem ser propostas no foro do local onde tiver ocorrido o dano. No presente caso, a lesão ao patrimônio público cultural e social causada pela Ré durante a restauração ocorreu na cidade..., sendo portanto, o foro local da justiça comum competente para processar e julgar a presente Ação Civil Pública. No tocante ao cabimento da Ação Civil Pública, o dano ocorreu durante a restauração de obras sacras e de templos religiosos, afetando o patrimônio público, de valor histórico e cultural, configurando em lesão à direitos difusos e coletivos da população local. Nesse sentido, o artigo 1º da Lei 7347/85 em seu inciso III, permite a busca da indenização quando ocorrer danos patrimoniais aos bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico. Já o artigo 1º da Lei 7347/85, inciso VIII, acrescenta a responsabilização pelos danos causados ao patrimônio público e social, tornando a presente Ação Civil Pública perfeitamente cabível. Professor Tiago Torres Página 6
7 III DA LEGITIMIDADE E DO DANO Nos termos do artigo 129, III, da Constituição Federal, dentre as funções institucionais do Ministério Público, está a de promover a ação civil pública para proteger o patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. Muito embora, a redação do artigo incuba ao Ministério Público a legitimidade para a propositura da Ação Civil Pública, o parágrafo 4º do artigo 129 da Constituição estende à terceiros a sua propositura também, condicionada à lei. De tal modo a lei 7347/85, estabeleceu no artigo 5º os legitimados a propositura da Ação Civil Pública e especificamente no inciso V, a associação que concomitantemente: a esteja constituída há pelo menos 1 ano nos termos da lei civil e b inclua, entre as suas finalidades institucionais, a proteção ao patrimônio público e social, ao meio ambiente, ao consumidor, à ordem econômica, à livre-concorrência, aos direitos de grupos raciais, étnicos ou religiosos ou ao patrimônio artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico. Pois bem, a Autora da Associação atende plenamente o requisito da alínea b do artigo 5º da Lei 7347/85, pois seu estatuto prevê a defesa de bens e direitos sociais, coletivos e difusos relativos ao meio ambiente e ao patrimônio público. Todavia, a Autora, não atende o requisito da alínea a do artigo 5º da Lei 7347 /85 pois fora constituída há cinco meses. Porém, o não alcance ao requisito supracitado não impede a figuração no polo ativo da autora, pois o parágrafo 4º do artigo 5º da Lei 7347 /85 dispõe que o requisito da constituição ânua poderá ser dispensado pelo juiz quando haja manifesto interesse social evidenciado pela dimensão ou característica do dano, ou pela relevância do bem jurídico a ser protegido. É o caso, pois houve dano em patrimônio público social, histórico e cultural durante a restauração de obras sacras e templos religiosos. No tocante à legitimidade passiva, o Código Civil de 2002 preleciona em seu artigo 927 preleciona que aquele que, por ato ilício, causar dano a outrem está obrigado a repará-lo. Ainda, mais precisamente pertinente ao caso, o artigo 25 da Lei 8987/95 diz: art. 25. Incumbe à concessionária a execução do serviço concedido, cabendo-lhe responder pelos prejuízos causados ao poder concedente, aos usuários ou a terceiros, sem que a fiscalização exercida pelo órgão competente exclua ou atenue essa responsabilidade. Frisa-se que a ré, é empresa concessionária, responsável pela execução do serviço de restauração, cabendo-lhe sob o comando do artigo 25º da Lei 8987 /95 responder pelos prejuízos causados quando da execução dos serviços a ela delegados, devendo pois ser responsabilizada e condenada a reparar os danos. Já o dano causado pela Ré durante a restauração de obras sacras e templos religiosos incide no artigo 1º, incisos III e VIII da Lei 7347 /85, pois afetou bens de valor histórico, estético, artístico, turístico e paisagístico do Estado, bem como o patrimônio público e social. Diante do exposto, requer a Vossa Excelência: IV DOS PEDIDOS E REQUERIMENTOS Professor Tiago Torres Página 7
8 - A dispensa do requisito de pré-constituição ânua da associação, nos termos do parágrafo 4º do artigo 5º da Lei 7347 /85; - A citação da Ré, na pessoa de seu representante legal, para que no prazo, conteste a presente ação civil pública; - A intimação do Ilustre Representante do Ministério Público para, caso não intervenha no processo, atue como fiscal da lei, nos temos do artigo 5º, parágrafo 1º da Lei 7347 /85; - A procedência do pedido para fins de condenar a Ré a pagar indenização pelos danos causados ao patrimônio público, nos termos do artigos 3º e 13º da Lei 7347 /85; - A condenação da Ré nos ônus da sucumbência; - A produção de todos os meios de provas em direito admitidas, especialmente documental e pericial; - A juntada de documentos em anexo (Estatuto da Associação Ambiental do Brasil, ato constitutivo, etc.). Dá-se a causa o valor de R$ 1000,00. Termos em que, Pede e espera deferimento. Local..., Data... Advogado... OAB... Professor Tiago Torres Página 8
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