ANÁLISE MECÂNICA E ESTRUTURAL
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- Danilo Correia Martinho
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1 02/04/2015 PUC-RIO ANÁLISE MECÂNICA E ESTRUTURAL DE BALANÇOS SUCESSIVOS APLICADOS À CONSTRUÇÃO DE PONTES Trabalho de Conclusão de Curso Engenharia Mecânica
2 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Análise Mecânica e Estrutural de Balanços Sucessivos Aplicados à Construção de Pontes por Rodolfo de Oliveira da Paixão Trabalho de conclusão apresentado ao Departamento de Engenharia Mecânica da Escola de Engenharia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, como parte dos requisitos para obtenção do diploma de Engenheiro Mecânico. Rio de Janeiro, 02 abril de 2015 PUC-Rio Análise de balanços sucessivos ii
3 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Mecânica Análise mecânica e estrutural de balanços sucessivos aplicados à construção de pontes por Rodolfo de Oliveira da Paixão ESTE TRABALHO DE CONCLUSÃO FOI JULGADO E ADEQUADO COMO PARTE DOS REQUISITOS PARA A OBTENÇÃO DO TÍTULO DE ENGENHEIRO MECÂNICO APROVADA EM SUA FORMA FINAL PELA BANCA EXAMINADORA DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Prof. MARCELO DREUX Coordenador do Curso de Engenharia Mecânica Área de Concentração: ESTÁTICA DE CORPOS RÍGIDOS, MECÂNICA DOS SÓLIDOS, MATERIAIS DE ENGENHARIA E COMPORTAMENTO MECÂNCO DOS MATERIAIS. ORIENTADOR: Prof. Ivan Menezes Rio de Janeiro, 02 de abril de PUC-Rio Análise de balanços sucessivos iii
4 DEDICATÓRIA Dedico a Deus, primeiramente, por não me deixar desistir, mesmo nos momentos de dificuldade e de cansaço extremo. Por me iluminar nas decisões mais difíceis e por me guiar ao longo do curso para trilhar o caminho mais correto possível e por ter apresentado sua infinita misericórdia e graça todas as vezes em que falava com Ele, através de orações que buscavam exprimir minhas dificuldades e fraquezas ao durante essa trajetória. Aos meus pais, Claudia Francis de Oliveira da Paixão e Cícero da Paixão, pelo amor e dedicação e por me proporcionar essa oportunidade de um futuro promissor, pois apesar de não me deixarem heranças financeiras me deixaram o maior legado, as maiores riquezas que são: educação, garra, humildade, honestidade e perseverança. Em memória ao meu pai que, apesar de ter falecido, seria honrado por ter a mim concluinte de curso de graduação em uma renomada instituição de ensino sem sequer possuir condições de custeá-la. Sei que, se estivesse vivo, diria: Esse é o meu filhão!. À minha irmã Nicole de Oliveira da Paixão, que apesar das diferenças, me ensinou valores importantes para a vida tais como dar sem esperar nada em troca, de ter visão para lutar e vencer e de que não devemos trocar o interior pela aparência. A qual me concedeu o prazer de ser tio das mais alucinantes e extraordinárias sobrinhas: Gyovana, Marya Clara e Emanuely, as quais amo muito. À Igreja Universal do Reino de Deus, em a qual desenvolvo o trabalho voluntário de obreiro, o qual me proporciona ajudar os mais variados e marginalizados tipos de pessoas da nossa sociedade, além de ser um lugar em que encontro paz e renovo interior, sem os quais não seria possível suportar os momentos de dor profunda, perdas e de lutas. Dedico o meu TCC para todos aqueles que fizeram do meu sonho realidade, me incentivando para que eu não desistisse PUC-Rio Análise de balanços sucessivos iv
5 de perseguir o que eu buscava para minha vida. Muitos obstáculos foram impostos para mim durante esses últimos anos, mas graças a vocês eu não fraquejei. AGRADECIMENTOS Agradeço ao professor orientador Ivan Menezes pelo apoio concedido durante a elaboração deste trabalho. Agradeço ao meu supervisor de estágio Erick Barros por ter sido a pessoa que me sugeriu este como a abordagem do tema do trabalho. Paixão, R. O Análise mecânica e estrutural de balanços sucessivos aplicados à construção de pontes folhas. Trabalho de Conclusão do Curso em Engenharia Mecânica Departamento de Engenharia Mecânica, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RESUMO O presente trabalho visa avaliar a influência das propriedades mecânicas dos materiais no equilíbrio estático dessa classe de estruturas (balanços sucessivos). O estudo será realizado com o auxílio de programas de análise de estruturas. PALAVRAS-CHAVE: PONTE, BALANÇO SUCESSIVO, ESTRUTURAS. Paixão, R. O Mechanical and structural analysis applied to the cantilever bridge construction folhas. Monografia (Trabalho de Conclusão do Curso de Engenharia PUC-Rio Análise de balanços sucessivos v
6 Mecânica) Departamento de Engenharia Mecânica, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, ABSTRACT This study aims to evaluate the influence of mechanical properties of materials in static equilibrium structures of this class (cantilever). The study will be conducted with the aid of structural analysis programs. KEYWORDS: BRIDGE, SUCCESSIVE CANTILEVER, STRUCTURE. Sumário DEDICATÓRIA iv AGRADECIMENTOS v RESUMO v PALAVRAS-CHAVE: v ABSTRACT vi KEYWORDS: vi ÍNDICE DE FIGURAS vii 1. INTRODUÇÃO 1 2. OBJETIVOS 2 3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Definições História da Construção de Pontes Tipos de Sistemas Construtivos Execução Sobre Escoramentos Sistema por Empurramentos Sucessivos Sistema por Balanços Sucessivos 7 4. TÉCNICA DO BALANÇO SUCESSIVO Componentes a serem analisados 13 PUC-Rio Análise de balanços sucessivos vi
7 4.2 Etapas de Cálculo Exemplo de Montagem Etapas de Concretagem CONCLUSÕES 34 BIBLIOGRAFIA 35 APÊNDICE 36 Memória de Cálculo 36 Parte I) Dimensionamento de perfis 36 Parte II) Dimensionamento de treliças 64 ÍNDICE DE FIGURAS Figura Modelo esquemático de uma ponte Figura Lançamento de viga por treliça Figura Seção transversal de uma treliça Figura Ponte sobre a Represa Guarapiranga executada com vigas pré-moldadas com treliça metálica Figura Esquema de execução do método de empurramentos sucessivo (França, 2011) Figura Seção transversal da aduela posicionada para execução do empurramento (França, 2011) Figura Primeira ponte construída por meio de balanços sucessivos sobre o rio Peixe, SC Figura Execução de balanço sucessivo com aduelas pré-moldadas SH Formas (2015) Figura Escoramento superior para balanço sucessivo tipo treliçado 1) viga principal, formado por treliças moduladas; 2) vigamento transversal superior; 3) vigamento tarnsversal inferior; 4) tirantes reguláveis de suspensão. (SOMAQ, 2015) Figura Avanço das treliças na execução das aduelas (Dnit, 1996) PUC-Rio Análise de balanços sucessivos vii
8 Figura Sequência de aduelagem de uma ponte feita em BricsCad da aduela 4 ao fechamento Figura Setas indicando Perfil de Desforma, Adaptador de base, Perfil Transversal e Perfil Longitudinal Figura Seta indicando Rótula Figura Setas indicando Perfil Longitudinal Laje Figura Setas indicando Roda e Trilho Figura Perfil de Ligação e Perfil de Movimentação Figura Setas indicando Rolamento e Trava-Perfil de Ligação Figura Setas indicando Prolongador de Apoio Figura Setas indicando Tripé de Movimentação Figura 4.2.1: Área da aduela para cálculo de concreto na região de influência dos tirantes Figura 4.2.2: Exemplo de resposta do Ftool Figura Posicionamento de calços Figura Posicionamento de treliças Figura Posicionamento de perfis Figura Travamento de tirantes e bases Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de barra de ligação Figura Detalhe de união do perfil PUC-Rio Análise de balanços sucessivos viii
9 Figura Posicionamento de perfil Figura Posicionamento de perfis de ligação transversais superiores Figura Içamento de perfis longitudinais externos Figura Içamento de perfis longitudinais externos Figura Travamento fixo na laje Figura Etapa de posicionamento concluída Figura Içamento de perfis inferiores Figura Içamento de perfis inferiores Figura Posicionamento de tirantes Figura Local de aplicação de perfil de reforço Figura Perfil de reforço Figura Perfis de reforço Figura Fixação de bases Figura Fixação de perfis Figura Estrutura sem painéis Figura Montagem dos perfis de movimentação Figura Perfis de movimentação Figura Perfis de movimentação Figura Posicionamento dos macacos para levantamento da estrutura Figura Posicionamento dos macacos para levantamento da estrutura Figura Vista para visualização dos calços Figura Remoção dos calços Figura Apoio dos carros sobre os trilhos Figura Movimentação do carro PUC-Rio Análise de balanços sucessivos ix
10 Figura Posição para encaixe de formas Figura Levantamento da estrutura Figura Levantamento de estrutura Figura Levantamento de estrutura Figura Colocação de fôrmas pré-montadas Figura Colocação de fôrmas pré-montadas Figura Colocação de fôrmas pré-montadas Figura Fechamento de etapa Figura Colocação de ferragens Figura Montagem das formas de parede Figura Armação das ferragens das paredes e fundo de aduela Figura Fechamento de fôrma Figura Fechamento de fôrma Figura Ferragens de paredes e fundo de aduela Figura Barras de ancoragem Figura Posicionamento de perfis de laje Figura Posicionamento de perfis de laje Figura Fechamento com compensado Figura Sistema de balanços sucessivos completo Figura Formas metálicas Figura Após concretagem Figura Esquema em CAD da etapa Figura Preparo para as formas superiores Figura Formas superiores PUC-Rio Análise de balanços sucessivos x
11 Figura Esquema em CAD da etapa Figura Esquema em CAD da etapa exibindo a aduela e carro Figura Aduelagem das demais etapas Figura Posicionamento de macacos hidráulicos Figura Esquema em CAD da etapa PUC-Rio Análise de balanços sucessivos xi
12 1. INTRODUÇÃO Ao longo dos anos, a indústria da construção civil sofreu diversas alterações com a finalidade de melhorar as técnicas de construção e atender as requisições do mercado. A busca por redução de custos e tempo de construção, juntamente com a necessidade de aumento da qualidade, impulsionou ao longo dos anos o desenvolvimento de várias técnicas para o emprego de estruturas de pontes (Rocha, 2012). O sistema de transporte rodoviário, mesmo não sendo o mais econômico, recebe um grande investimento por parte do Estado. Um fator que pode ajudar a elevar o preço da execução de uma rodovia é a existência de pontes e viadutos (Oliveira, 2009). A escolha de um método executivo de construção de uma ponte passa, a princípio, pelo aspecto técnico, buscando a solução ideal para a situação geográfica existente. Ao mesmo tempo, é preciso enquadrar-se dentro de uma realidade econômica que torne o projeto viável (Oliveira, 2009). A execução de uma ponte sobre uma superfície aquática de longa extensão é possível através de alguns sistemas estruturais, bem como métodos construtivos. O sistema estrutural em vigas-caixão através do método construtivo de balanços sucessivos é um dos mais utilizados, sendo largamente comprovada sua eficiência do ponto de vista técnico e também financeiro (Oliveira, 2009). As pontes executadas em aduelas são ideais em situações onde é exigida a existência de gabarito para navegação fluvial. Essa situação não seria possível se a ponte fosse executada com vigas pré-moldadas, servindo como escoramentos, devido à limitação do comprimento das vigas longas (Oliveira, 2009). PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 1
13 A escolha pela execução de aduelas pré-moldadas ou moldadas no local passa por uma escolha de ordem técnica, financeira e de prazo para execução. Do ponto de vista técnico a execução das aduelas moldadas no local se sobressai em relação às aduelas pré-moldadas (Oliveira, 2009). A utilização do método construtivo em balanços sucessivos é reconhecida também, além das situações que exigem a existência de grandes vãos, em situações onde a ponte ou viaduto precisam ser executados sem a interdição do local ao redor (zona urbana) (Oliveira, 2009). 2. OBJETIVOS O enfoque do trabalho se dará na apresentação de toda a influência das propriedades mecânicas no equilíbrio estático da classe de balanços sucessivos, tendo em vista todas as montagens desde o posicionamento da treliça, montagem das armações e das formas. O estudo será realizado com o auxílio do programa Ftool e de aplicativos de desenho técnico tais como SolidEdge e BricsCad. 3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Há diversos tipos de pontes e estas podem ser edificadas a partir do uso de diferentes métodos. O dimensionamento das mesmas está condicionado a vertentes técnicas, geográficas e também econômicas. PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 2
14 3.1 Definições Uma estrutura é chamada Ponte, quando ela é construída com a finalidade de vencer obstáculos como um rio, um braço de mar ou um vale, constituindo um elemento de um sistema viário (Marchetti, 2008). Propriamente, denomina-se ponte quando o obstáculo transposto é um rio. Denomina-se Viaduto quando o obstáculo transposto é um vale ou outra via. Quando temos um curso d água de grandes dimensões, a ponte necessita de uma parte extensa antes de atravessar o curso d água. Esta parte em seco é denominada de Viaduto de acesso, conforme definido pelo referido autor. Vide Figura 3.1. Figura Modelo esquemático de uma ponte 3.2 História da Construção de Pontes Desde a Antiguidade são encontradas pontes de madeira ou de cordas, feitas na forma de vigas. Os chineses construíram pontes com vigas de granito, vencendo vãos de até 18 m. Alemães e suíços construíram com perfeição pontes de madeira. As pontes de ferro fundido em forma de arco surgiram no fim do século XVII. Posteriormente, surgiram as pontes feitas em ferro forjado e o aço. Em 1850 foi construída a ponte sobre o rio Vístula, na atual Polônia, com 6 vãos de 124 PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 3
15 m cada um em treliças metálicas. Nesse mesmo período surgiram as pontes pênseis (Leonhardt, 1979). Conforme mencionou o referido autor, as primeiras pontes em concreto surgiram a partir de 1900, porém o concreto somente substituía a pedra como material de construção. Somente em 1912 surgiram as pontes em viga e pontes em pórtico. As pontes em concreto protendido surgiram a partir de 1938, sendo largamente utilizada a partir de Tipos de Sistemas Construtivos O método construtivo adotado para a execução de uma ponte será influenciado por diversos fatores como: o comprimento da obra; a altura do escoamento; regime e profundidade do rio; a velocidade do rio; a capacidade de suporte do terreno de fundação, que definirá o custo financeiro da infraestrutura; disponibilidade de equipamento da empresa que executará o projeto; o cronograma físico da obra; além da economia (Almeida, 2000) Execução Sobre Escoramentos Numa ponte constituída por vigas pré-moldadas de peso elevado, é recomendável a utilização de treliças de lançamento. O sistema, formado por um par de treliças, desloca-se longitudinal e transversalmente, sendo a viga a ser posicionada suportada por guinchos que, por sua vez, possuem um sistema de deslocamento longitudinal independente, sobre a treliça. O posicionamento de uma viga é feito através do deslocamento inicial da treliça para o vão de lançamento, com viga ancorada na região correspondente ao vão anterior; após ancoragem da treliça no pilar subsequente, a viga é deslocada entre o par de treliças e colocada na sua posição definitiva (Figuras 3.3.1, e 3.3.3) (Dnit, 1996) PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 4
16 Figura Lançamento de viga por treliça Dnit(1996) Figura Seção transversal de uma treliça. Dnit (1996) PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 5
17 Figura Ponte sobre a Represa Guarapiranga executada com vigas pré-moldadas com treliça metálica. Dersa (2009) Sistema por Empurramentos Sucessivos Neste método, a superestrutura é fabricada nas margens e empurrada para sua posição ao longo dos vãos, funcionando em balanço à medida que vai avançando, até encontrar o próximo apoio. Cada segmento é executado sobre fôrmas metálicas fixas, sendo concretado contra o anterior já concluído, o que permite a continuidade da armadura na região das juntas. A estrutura é empurrada por macacos hidráulicos e sobre aparelhos de apoio deslizantes de teflon sobre os pilares, que podem ser permanentes ou provisórios, dependendo do tamanho do vão. Uma vez que o trecho dianteiro da estrutura fica em balanço até alcançar os apoios, utiliza-se uma treliça metálica fixada no trecho dianteiro que alcança o apoio antes da estrutura, diminuindo o balanço e reduzindo o momento negativo durante a fase construtiva (figuras e ). (Oliveira, 2009) PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 6
18 Figura Esquema de execução do método de empurramentos sucessivos (França, 2011) O local de fabricação dos segmentos deve incluir uma área para execução das formas, central de armadura ativa e passiva, central de concreto, guindaste sobre trilhos e o equipamento de lançamento da estrutura. Figura Seção transversal da aduela posicionada para execução do empurramento (França, 2011) Sistema por Balanços Sucessivos seguir. Como se trata do foco deste trabalho será analisado detalhadamente no capítulo 4 a PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 7
19 4. TÉCNICA DO BALANÇO SUCESSIVO O processo executivo de balanços sucessivos tem sido muito utilizado e desenvolvido nos últimos anos. O processo consiste na execução da estrutura em segmentos, aduelas de comprimento variável de 3 a 10 metros, constituindo balanços que, em geral, são equilibrados pelo avanço simultâneo dos balanços dos vãos vizinhos (Dnit, 1996) É atribuído ao engenheiro Emílio Baumgart, a construção da primeira ponte em concreto empregando a técnica de balanços sucessivos. Trata-se da ponte sobre o rio do Peixe ligando as cidades de Herval do Oeste e Joaçaba, em Santa Catarina. Construída em 1930, com um vão central de 68m.Esta ponte (Figura 3.3.4) foi destruída pela enchente que ocorreu na região em Figura Primeira ponte construída por meio de balanços sucessivos sobre o rio Peixe, SC. Posteriormente, com o desenvolvimento da tecnologia de concreto protendido, no início da década de 1950, o processo teve um grande impulso, principalmente na Alemanha, de forma a consagrá-lo como um dos principais processos para construção de pontes. O processo é particularmente indicado para as seguintes situações: PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 8
20 Quando a altura da ponte em relação ao terreno é grande; Em rios com correnteza violenta e súbita; Em rios e canais onde é necessário obedecer a gabaritos de navegação durante a construção. Geralmente, a execução ocorre de forma simétrica em relação ao próprio apoio até metade dos vãos adjacentes a ele, logo depois o vão é fechado, não havendo assim a necessidade de se utilizar articulações centrais; esse procedimento é, então, repetido para os vãos vizinhos. Ocorrem, assim, poucos momentos de equilíbrio podendo-se projetar os dispositivos de engastamento no apoio, sempre exigidos no processo, de uma maneira mais econômica (Dnit, 1996). Quando os balanços são desiguais, ou se pretende partir de um apoio para os seguintes em execução contínua, é usual a utilização de apoios provisórios intermediários ou estais ajustáveis ao desenvolvimento do vão, suportados por torres provisórias e ancorados no apoio anterior (Dnit, 1996). Os seguimentos de aduela podem ser concretados no local ou podem ser pré-moldadas. No método executivo feito no local, a concretagem é executada através de formas deslocáveis em balanço, suportadas pelos trechos já concluídos (Dnit, 1996). No caso das aduelas pré-moldadas, estas são moldadas contra a face frontal da aduela imediatamente anterior, de modo a obter-se o maior ajustamento possível nas superfícies a serem ligadas futuramente (Dnit, 1996). Na ligação das aduelas pré-moldadas, estas são moldadas contra a face frontal da aduela imediatamente anterior, de modo a obter-se o maior ajustamento possível nas superfícies a serem ligadas futuramente (Dnit, 1996). PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 9
21 A ligação entre as aduelas pré-moldadas é feita por meio de cabos de protensão, que podem ou não fazer parte da cablagem definitiva do trecho, e com o auxílio de cola polimerizável à base de resina epóxi, aplicada às juntas dos elementos a serem ligados (Dnit, 1996). Figura Execução de balanço sucessivo com aduelas pré-moldadas SH Formas (2015) Parte ou totalidade dos cabos definitivos podem ser passados posteriormente e protendidos em aberturas deixadas nas aduelas, fora das juntas, permitindo maior rendimento e independência das operações de montagem de protensão definitiva. Essa, por sua vez, e também a operação de injeção dos cabos, podem assim, ser efetuadas no interior do caixão, com maior conforto, segurança e controle. É possível, também, executar os vãos continuamente, sem obedecer à simetria sem relação aos diversos apoios, através de solução em estais provisórios (Dnit, 1996). PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 10
22 Estruturalmente, a diferença entre os processos em aduelas pré-moldadas e aduelas concretadas no local reside essencialmente na grande dificuldade de, no primeiro caso, prover as juntas de armadura passiva, destinada a manter a homogeneidade da seção transversal no controle da fissuração da peça; daí resulta a necessidade de serem projetadas seções com protensão completa, aumentando o consumo de materiais (Dnit, 1996). O número e o comprimento das treliças são determinados em função da geometria e peso da aduela a ser concretada. Os vigamentos transversais e os pendurais são também dimensionados em função da aduela (Dnit, 1996). Figura Escoramento superior para balanço sucessivo tipo treliçado 1) viga principal, formado por treliças moduladas; 2) vigamento transversal superior; 3) vigamento transversal inferior; 4) tirantes reguláveis de suspensão. (SOMAQ, 2015) PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 11
23 Figura Avanço das treliças na execução das aduelas (Dnit, 1996) Figura Sequência de aduelagem de uma ponte feita em BricsCad da aduela 4 ao fechamento PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 12
24 4.1 Componentes a serem analisados As imagens a seguir ilustram os componentes mecânicos mais comuns que são utilizados para montagem de um carro para balanço sucessivo. Vale a pena lembra que os nomes dados para as peças variam de acordo com a empresa que projetou o balanço. Os nomes que surgem nas figuras que seguem se referem imagens extraídas do SolidEdge de um balanço sucessivo inseridas com base em um projeto da empresa SH Formas. Figura Setas indicando Perfil de Desforma, Adaptador de base, Perfil Transversal e Perfil Longitudinal PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 13
25 Figura Seta indicando Rótula Figura Setas indicando Perfil Longitudinal Laje PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 14
26 Figura Setas indicando Roda e Trilho Figura Perfil de Ligação e Perfil de Movimentação PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 15
27 Figura Setas indicando Rolamento e Trava-Perfil de Ligação Figura Setas indicando Prolongador de Apoio PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 16
28 Figura Setas indicando Tripé de Movimentação 4.2 Etapas de Cálculo Como mais um diferencial, o presente trabalho detalha o procedimento de dimensionamento através do método de Estados Limites e Últimos de Serviço dos componentes a serem utilizados na montagem do balanço. A memória de cálculo completa para o estudo de caso de uma ponte definida arbitrariamente encontra-se no tópico Apêndice. Aqui trataremos de explicá-la e justificaremos os resultados apresentados. Todos os cálculos foram realizados tendo em vista o valor de área da seção transversal de uma aduela adotada arbitrariamente e que atenderia uma demanda para construção de uma ponte que aceite a passagem de veículos de pequeno e grande porte, tendo em vista que o cálculo foi obtido através de comandos em BricsCad. Todo o dimensionamento foi baseado no posicionamento das peças apresentadas no item anterior. Apesar de ser um dimensionamento extenso, ele conta com um auxílio que é o pragrama Ftool, o qual simplifica bastante os cálculos. PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 17
29 No caso de treliças, o dimensionamento varia em relação ao que será visto em perfis devido à sua geometria diferenciada. Resumidamente, as etapas são apresentadas a seguir: 1) Define-se primeiramente a área da seção transversal que a aduela da ponte terá. Como a estrutura apresenta total simetria analisar-se-á apenas metade da mesma, portanto será considerada para efeitos de cálculo apenas metade da área da seção transversal da aduela conforme pode ser verificado na Figura Figura 4.2.1: Área da aduela para cálculo de concreto na região de influência dos tirantes 2) Em seguida encontramos o peso dos perfis, o peso do concreto, o peso da forma, e a carga de trabalho (princípois cargas de trabalho) através da carga PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 18
30 distribuída dos perfis, do peso específico do concreto, do peso da fôrma e da carga de trabalho respectivamente. 3) O Ftool exerce então a sua função, tendo em vista que concede, através da inserção de um desenho da situação contendo as cargas calculadas no item 2 exposto anteriormente, os diagramas completos de momento fletor, esforço cortante e todas as forças atuantes no sistema. A imagem 4.2 exemplifica uma resposta dada pelo programa e as fórmulas (1) e (2) representam os mecanismos internos ao programa. Figura 4.2.2: Exemplo de resposta do Ftool As equações internas ao programa são: M x = 0 (1) V x = 0 (2) 1) Segunda etapa: verificação de esforços solicitantes e resistentes Para isto são utilizadas as equações a seguir: W x = M máx f y (3) W perfis = I y (4) PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 19
31 ε y = L (5) ε perfis = PL3 48EI (6) A únicas equações que variam para o dimensionamento da estrutura treliçada são as equações (5) e (6) que se tornam nas equações (7) e (8). ε y = L (7) ε perfis = PL3 3EI (8) No dimensionamento da treliça não será necessário o cálculo do momento fletor, pois tudo é baseado na comparação entre esforços solicitantes e resistentes. Toma-se o esforço solicitante calculado para o projeto e compara-se com suportado quanto os banzos, diagonais, perfis e tubos- esta resistência é calculada com base nas propriedades do material. Através das equações (1) a (8) pode-se dizer se o uso dos componentes é ideal ou não. As equações (3) e (4) calculam o módulo resistente, enquanto as equações (5) a (8) indicam a deformação existente no componente. Os cálculos realizados são comparativos, devendo-se tomar o valor solicitado pelo projeto e comparar com o admissível dos componentes mecânicos. Com isto garantimos que o projeto será viável e que as estruturas não irão falhar. Vale a pena ressaltar que em todos os cálculos deve ser aplicado um coeficiente de segurança com o valor de 1,65 para limites de escoamento e de 2,025 para limites de ruptura (valores arbitrários). PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 20
32 4.3 Exemplo de Montagem Seguem abaixo as imagens que contêm a sequência construtiva de um sistema para balanços sucessivos, todas renderizadas com o uso de solidedge. 1) A preparação da área é exibida na Figura Figura Posicionamento de calços 2) O posicionamento dos perfis é ilustrado das figuras a Figura Posicionamento de treliças Figura Posicionamento de perfis PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 21
33 Figura Travamento de tirantes e bases Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores Figura Posicionamento de perfis transversais superiores PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 22
34 Figura Posicionamento de barra de ligação Figura Detalhe de união do perfil Figura Posicionamento de perfil traseiro Figura Posicionamento de perfis de ligação transversais superiores Figura Içamento de perfis longitudinais externos Figura Içamento de perfis longitudinais externos Figura Travamento fixo na laje Figura Etapa de posicionamento concluida PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 23
35 3) O içamento de perfis inferiores é ilustrado na figura Figura Içamento de perfis inferiores 4) A passagem das barras de ancoragem é dada pelas figuras e Figura Içamento de perfis inferiores Figura Posicionamento de tirantes 5) A montagem da estrutura superior de apoio é dada pelas imagens a Figura Local de aplicação de perfil de reforço Figura Perfil de reforço PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 24
36 Figura Perfis de reforço Figura Fixação de bases Figura Fixação de perfis Figura Estrutura sem painéis 6) A montagem dos perfis de movimentação é dada pela figuras a Figura Montagem dos perfis de movimentação Figura Perfis de moviemtação Figura Perfis de movimentação PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 25
37 7) A movimentação para posicionamento das formas é dada pela figuras a Figura Posicionamento dos macacos para levantamento da estrutura Figura Posicionamento dos macacos para levantamento da estrutura Figura Vista para visualização dos calços Figura Remoção dos calços Figura Apoio dos carro sobre os trihos Figura Movimentação do carro PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 26
38 Figura Posição para encaixe de formas Figura Levantamento da estrutura Figura Levantamento de estrutura Figura Levantamento de estrutura 8) Movimentação para posicionamento das formas externas: Figura Colocação de formas prémontadas Figura Colocação de formas prémontadas Figura Colocação de formas prémontadas Figura Fechamento de etapa PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 27
39 9) A movimentação para posicionamento das formas internas é dada pelas figuras a Figura Colocação de ferragens Figura Montagem das formas de parede Figura Armação das ferragens das paredes e fundo de aduela Figura Fechamento de fôrma Figura Fechamento de forma Figura Ferragens de paredes e fundo de aduela PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 28
40 Figura Barras de ancoragem Figura Posicionamento de perfis de laje Figura Posicionamento de perfis de laje Figura Fechamento com compensado Figura Sistema de balanços sucessivos completo PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 29
41 4.4 Etapas de Concretagem 1) Concretagem dos Blocos e Pilares: Utiliza-se uma forma metálica convencional conforme pode ser visto nas figuras a Prepara-se, assim, a base rígida que pode ser concreto ou solo compactado para receber a carga de aduela de disparo. Figura Formas Metálicas Figura Após concretagem Figura Esquema em CAD da etapa 2) Concretagem da Aduela de disparo: Nesta etapa de concretagem utiliza-se um sistema de andaimes como o mostrado nas figuras a Os níveis evoluem conforme a secagem do concreto. Furos são feitos PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 30
42 sobre a estrutura para posterior ancoragem do sistema. A cada concretagem deve-se locar os furos com o auxílio da topografia. Figura Preparo para as formas superiores Figura Formas superiores Figura Esquema em CAD da etapa Figura Esquema em CAD da etapa exibindo a aduela e carro PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 31
43 3) Concretagem das demais aduelas e protensão: Deve-se concretar em camadas respeitando-se os limites do projeto. Indispensável o uso de uma plataforma a frente da aduela concretada para operação dos macacos de protensão, conforme exposto nas figuras a Figura Aduelagem das demais etapas Figura Posicionamento de macacos hidráulicos PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 32
44 Figura Esquemas em CAD da etapa 4) Tempo de execução: O tempo de execução para aduela de disparo incluindo montagem do escoramento, concretagem das lajes e paredes e cerca de 30 dias. Para as aduelas de 1 a 7 este tempo é de 8 a 10 dias para montagem da armadura, fôrmas, protensão, e deslocamento do conjunto. PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 33
45 5. CONCLUSÕES Face ao exposto, este trabalho apresentou uma visão geral do projeto estrutural de pontes via técnica de balanços sucessivos. Foram mostradas as primeiras etapas do processo construtivo assim como a influência das propriedades mecânicas dos materiais no equilíbrio estático do sistema estrutural. Tem-se que o crescimento das cidades é um fator que pede uma alta demanda de engenharia, no que diz respeito ao uso de tecnologias que permitam estabelecer conexões cada vez mais incidentes entre as mais variadas áreas habitáveis. Além disso, é possível concluir que o processo de construção de uma ponte passa, do ponto de vista mecânico estrutural, por diversos tipos de análises que irão expor qual é o meio mais viável para edificação da mesma. Sabe-se que dentre os principais fatores relacionados a estas análises estão o tempo de construção, o local de construção e o custo estimado pela empresa contratante. Nesse sentido, o estudo do sistema de balanços sucessivos é de grandiosa e enriquecedora importância, pois exibe uma técnica consagrada, eficaz e bastante segura de construção de pontes. A engenharia que está envolvida em este tipo de estrutura é de certa forma intrigante, pois a ausência de escoras torna o estudo da estática e dos materiais escolhidos imprescindível. Os desenhos para um projeto são de suma importância, pois externam de maneira previsória como deverá ser a colocação de cada componente durante o processo de montagem, ditando o posicionamento das mesmas e programando o meio de transpasse das peças. Desenhos PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 34
46 mais detalhados em CAD indicarão as furações, diâmetros de barras, comprimentos de vigas e etc que serão necessários saber durante o processo de montagem. Com isso, o uso de programas de análise de estruturas e até mesmo de elementos finitos torna-se um crucial facilitador para dizermos se o projeto será possível ou não, ou se algum componente estrutural deve ser substituído para atender a demanda solicitada para as cargas de serviço. BIBLIOGRAFIA Almeida, Sérgio Marques Ferreira de Processos Construtivos de Pontes e Viadutos Pré- Moldados no Brasil. Porto-Portugal : 1 Congresso Congresso Nacional da Indústria de Pré- Fabricação de Betão, Dersa. Desenvolvimento rodoviário. São Paulo : < Acesso em Dnit, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes Manual de Projetos de Obras-de-Arte Especiais. Rio de Janeiro : < Ascesso em 2015, Formas, SH. Pontes de Concreto em Balanço Sucessivo. França, Auda Luisa Veiga Ferreira Métodos Executivos de Obras de Arte Especiais: Estudo de Caso em Construção em Meio Urbano. Rio de janeiro : UFRJ, Leonhardt, Fritz Construções de Concreto, vol. 6: Princípios da Construção de Pontes de Concreto. Rio de Janeiro : Editora Interciência, Marchetti, Osvaldemar Pontes de Concreto Armado. São Paulo : Edgar Blucher, 2008, Mills Balanço Sucessivo. Brasília : Setor de Abatecimento, Oliveira, Elias Monteiro de Execução de superestruturas em balanço sucessivo: ponte sobre a represa Billings. São Paulo : Universidade Anhembi Morumbi, Pfeil, Walter Estruturas de Aço. Rio de Janeiro : LTC, Rocha, Tassiana Duarte da Análise numérica do comportamento de juntas entre aduelas de vigas pretendidas. Rio de janeiro : UERJ, SOMAQ Catálogo Equipamento para Avanço Progressivo. Rio de Janeiro : < Acesso em 2015, Thomaz, Professor Eduardo C. S Ponte Sobre o Rio Peixe - Santa Catarina (Cidades: Herval do Oeste - Joaçaba). s.l. : IME, PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 35
47 APÊNDICE Memória de Cálculo Parte I) Dimensionamento de perfis APOIO à ELABORAÇÃO: Engenheiro Civil ERICK BARROS 1. Propriedades dos materiais empregados: Aço A572 - Tensão de escoamento 345 MPa e tensão de ruptura 450 MPa Módulo de elasticidade (Módulo de Young) Longitudinal: 210 GPa Módulo de elasticidade (Módulo de Young) transversal: 80 GPa 2. Normas de referência: NBR 8800/08 Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto 3. Critérios de dimensionamento: Estados Limites últimos e de serviço Equipamentos analisados A) Perfil transversal superior B) Perfil longitudinal superior C) Perfil longitudinal inferior D) Perfil transversal inferior E) Perfil de ligação F) Perfil de movimentação G) Perfil da área de trabalho PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 36
48 Distribuição dos tirantes: Corte longitudinal padrão PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 37
49 1. Cargas atuantes no sistema: Peso específico do concreto: 25 kn/m³ Peso próprio dos perfis estimado:1,2 kn/m Peso da fôrma: 0,5 kn/m² Carga de trabalho: 1,5 kn/m² A) Perfil transversal superior Cargas nos perfis transversais superiores: A carga é transferida através dos tirantes A distância longitudinal para cálculo considerada será metade do comprimento da aduela maior 450cm /2 = 225cm Distribuição das cargas: Momento fletor atuante: PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 38
50 Carga no tirante T1 Concreto 1893,37 kgf Peso próprio do equipamento 355,27 kgf Sobrecarga de trabalho 400 kgf Carga no tirante T2 Concreto 9983,25 kgf Peso próprio do equipamento 736 kgf Sobrecarga de trabalho 500 kgf Carga Total 11219,25 kgf Carga no tirante T3 Carga Total 2648,64kgf Concreto 15491,25 kgf Peso próprio do equipamento 960 kgf Sobrecarga de trabalho 500 kgf Carga Total 16951,25 kgf Módulo resistente necessário W = kgf cm = 398,63 cm³ 3450 kgf/cm² PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 39
51 Coeficiente de segurança de 1,65 398,63 x 1,65 = 657,75cm³ Como o perfil é duplo, cada parte precisa de 328,87 cm³ Opção em perfil duplo U com dois perfis 10 x 44,7 kg/m (Wx= 339cm³) Opção em perfil W W250 x 32,7kg/m (Wx = 382,7 cm³) A deflexão admissível nos balanços é de L/ / = 19,52mm Verificação da deformação com o perfil Duplo U10 x44,7 kg/m A deformação entre apoios é de 6,37mm e nos trechos externos de 2,92mm, os dois pontos estão dentro dos limites admissíveis. Verificação da deformação com o perfil Duplo W250x32,7 kg/m A deformação máxima entre os apoios é de 5,93mm e nos trechos externos aos apoios de PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 40
52 2,67mm. Os dois casos estão dentro dos limites admissíveis. Considerando a conexão dos perfis de reforço que formam a treliça um pouco mais afastadas: Não há momento significativo nas barras adicionais de reforço (MF12 Duplo) e a compressão das treliças não é significativa. B) Perfil Longitudinal Superior Cargas aplicadas: Concreto 2320,5 kgf/m Forma 135 kgf/m Peso próprio 30 kgf/m Carga total 2485,5 kgf/m O vão entre apoios será a mesma distância entre os perfis transversais 5,40m Distribuição das cargas PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 41
53 Momento fletor atuante Módulo resistente necessário W = kgf cm = 254,20 cm³ 3450 kgf/cm² Coeficiente de segurança de 1,65 254,20 x 1,65 = 419,43 cm³ Considerando perfil W, o perfil W250x38,5 com Wx = 462,4 cm³ atende ao ELU Deformação atuante (ELS) PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 42
54 Deformação máxima com perfil W250x38,5 20,78mm está acima do permitido 5400/ ,80mm Verificação com perfil W360 x 51kgf/m Com o perfil W360 x 51 kgf/m a deformação máxima é de 9,1mm < 11,80mm Ok C) Perfil longitudinal inferior Considerações: Carga crítica a ser aplicada será sob as vigas parede que será distribuída em no mínimo 3 perfis. O vão entre apoios está condicionado ao espaçamento entre os perfis PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 43
55 transversais superiores que é de 5,40m. O dimensionamento será para uso de 3 perfis sob a parede. Cargas aplicadas: Concreto: Área da seção = 2,26m² Carga = 25kN/m³ x 2,26m² = 56,5 kn/m 5650 kgf/m divididos para 3 perfis 1883,33 kgf/m Forma 1,42m x 50 kgf/m² = 71 kgf/m Peso próprio 50 kgf/m Carga total 2004,33 kgf/m Distribuição de cargas: A carga ocorre em uma faixa de 4,50m de comprimento. PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 44
56 Distribuição das cargas Momento fletor atuante O momento fletor atuante máximo é de 7,06 tfm Módulo plástico necessário W = kgf cm 3450 kgf/cm² = cm³ Coeficiente de segurança de 1,65 204,63 x 1,65 = 337,64 cm³ O perfil W que atende a solicitação é W250x32,7 kgf/m com Wx = 382,7cm³ A deformação admissível é de 5400/ = 11,8mm Deflexão atuante com perfil W250x32,7 kgf/m PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 45
57 Com o perfil escolhido a deformação é de 20,28mm, portanto acima dos limites aceitáveis de 11,8mm. O perfil com inércia mais adequada à solicitação é o W310 x 38,7 kg/m Verificação da deflexão atuante: Com o perfil escolhido de W310x38,7 a deflexão atuante máxima é de 11,73mm, menor do que os 11,8mm admissíveis PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 46
58 D) Perfil transversal inferior Seção considerada: Cargas aplicadas: para consideração de carga sobre o perfil transversal será considerada a aduela com maior altura e comprimento 3,0m pois é a mais crítica. Concreto = Carga concentrada sob as paredes e distribuídas no fundo da laje Concentrada = área da seção x metade do comprimento da aduela x Peso espec. concreto Concentrada = 4,68m² x 1,5m x 2550 kgf/m³ = tf Distribuída = espessura da laje x metade do comprimento da aduela x Peso espec. concreto PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 47
59 Distribuída = 0,87m x 1,5m x 2550 kgf/m³ = 3327,75 kgf/m Carga de trabalho = 150 kgf/m² x 1,5m = 225 kgf/m Forma 1,5m x 50 kgf/m² = 75 kgf/m Peso próprio 50 kgf/m Total carga distribuída = 3.667,75 kgf/m Distribuição das cargas: Com carga de concretagem e com carga somente de peso próprio dos equipamentos para movimentação: Momento fletor atuante: PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 48
60 O momento fletor atuante crítico é o que ocorre durante a movimentação com peso próprio do equipamento e vão entre apoios de 13,10m e vale 8,40 tfm O perfil será duplo para passagem de tirantes Módulo resistente necessário W = kgf cm = 243,5 cm³ 3450 kgf/cm² Coeficiente de segurança de 1,65 243,5 x 1,65 = 401,77 cm³ Cada perfil precisa ter 200,88 cm³ de módulo plástico resistente. Perfil indicado Duplo U laminado de 10 x 22,7 kgf/m A deformação admissível é de 13000/500+1 = 27mm, porém como será somente para movimentação, sem aplicação de carga podemos considerar um pouco mais 50mm Verificação da deformação atuante PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 49
61 Com o perfil escolhido a deflexão é de 127,76mm, muito além do admissível. Verificação de deflexão com perfil duplo W310x38,7 que já foi usado no perfil longitudinal inferior Com o perfil W310 x 38,7 duplo utilizado a deflexão atuante é de 42,13mm, portanto dentro do estabelecido como admissível. PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 50
62 E) Perfil de Ligação O perfil não tem cargas aplicadas diretamente sobre ele, a carga solicitante será a reação da base da treliça Perfil analisado PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 51
63 As cargas atuantes na treliça serão os somatórios dos valores de T1, T2 e T3 calculados no item A. Carga em cada ponto de apoio, anterior e posterior da treliça: Σ T = 2648, , , 25 = , 14 tf PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 52
64 A reação em cada apoio em cada ponto do perfil é de 10,90 tf Modelo estrutural: O espaço entre barras de ancoragem é de 1,0m Momento fletor atuante: Momento fletor atuante máximo de 4,144 tfm PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 53
65 Módulo resistente necessário W = kgf cm 3450 kgf/cm² = 120,11cm³ Coeficiente de segurança de 1,65 120,11 x 1,65 = 198,19 cm³ como o perfil será duplo, cada um deverá ter 99,09 cm³ Perfil com módulo resistente mais próximo W150x 24 kg/m com W = 173,0 cm³ Deflexão admissível: 1000/ = 3mm A deflexão máxima atuante é de 2,53 mm no meio do vão entre treliças. Verificação durante a movimentação As cargas serão somente de peso próprio do conjunto: Fôrmas 50 kgf/m² x Área de fôrmas PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 54
66 Fôrmas Internas 8,11m x 2,25m = 18,25 m² Fôrmas Fundo 6,40m x 2,25 m = 14,40 m² Fôrmas Externas 9,66 x 2,25m = 21,74 m² Total = 54,40 m² Peso das fôrmas = 50 kgf/m² x 54,4 m² = 2.719,5 kgf Perfis: Perfil transversal superior 120 kg/m x 7,5m = 900 kgf Perfil transversal Inferior 77,4 kg/m x 7,5m = 580,5 kgf Perfil longitudinal 5 x 38,7 kg/m x 4m = 774 kgf Total = 2.254,5 kgf Total de carga de peso próprio (2.719, ,5) + 10% = 5.471,4 kgf São aplicados 5.471,4 kgf em cada apoio na treliça. Reação no perfil de movimentação PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 55
67 A reação no ponto mais crítico (no meio do perfil) será de 3,782 tf por conjunto de treliça Distribuição das cargas: O momento fletor máximo atuante é de 3,72 tfm, menor do que o momento durante a concretagem 4,144 tfm. PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 56
68 Verificação da deformação: Deformação durante a movimentação na extremidade do perfil (mais crítica) 31,82mm Como não há concretagem a deformação pode ser tolerada. F) Perfil de movimentação O perfil de movimentação receberá as reações de peso próprio do equipamento durante a movimentação do conjunto. A carga considerada será o peso próprio do conjunto (formas + escoramentos) Fôrmas 50 kgf/m² x Área de fôrmas Fôrmas Internas 8,11m x 2,25m = 18,25 m² Fôrmas Fundo 6,40m x 2,25 m = 14,40 m² PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 57
69 Fôrmas Externas 9,66 x 2,25m = 21,74 m² Total = 54,40 m² Peso das fôrmas = 50 kgf/m² x 54,4 m² = 2.719,5 kgf Perfis: Perfil transversal superior 120 kg/m x 7,5m = 900 kgf Perfil transversal Inferior 77,4 kg/m x 7,5m = 580,5 kgf Perfil longitudinal 5 x 38,7 kg/m x 4m = 774 kgf Total = 2.254,5 kgf Total de carga de peso próprio (2.719, ,5) + 10% = 5.471,4 kgf São aplicados 5.471,4 kgf em cada apoio na treliça. Reação no perfil de movimentação PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 58
70 A reação no ponto mais crítico (no meio do perfil) será de 3,782 tf Modelo estrutural: Momento fletor atuante PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 59
71 O momento atuante é de kgfm Módulo resistente necessário W = kgf cm = 150,75 cm³ 3450 kgf/cm² Coeficiente de segurança de 1,65 150,75 x 1,65 = 248,74 cm³ Como o perfil é duplo teremos 124,37 cm³ para cada perfil Perfil com módulo plástico mais próximo U 203 x 17,1 kg/m com W = 133,4cm³ A deflexão admissível será de 6000/ = 13mm Deflexão atuante no meio do vão PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 60
72 A deformação no meio do vão é de 22,7mm e ocorre somente durante movimentação, sendo tolerada pois não há concretagem envolvida. G) Perfil da Área de trabalho Suportará somente a carga de trabalho de 200 kgf/m², o vão entre apoios será de 5,40m. A carga atuante será 1,85 x 200 kgf/m² = 370 kgf/m Perfil utilizado W200 x 22,5 kg/m Distribuição da carga: Momento fletor atuante PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 61
73 O momento fletor atuante máximo é de 1,076 tfm Deflexão admissível 5400 / = 11,80m A deformação atuante é de 7,32mm Ok Resumo: A) Perfil transversal superior Duplo U10 x44,7 kg/m ou Duplo W250 x 32,7 kg/m B) Perfil longitudinal superior W360 x 51 kgf/m C) Perfil longitudinal inferior W310x38,7 kg/m D) Perfil transversal inferior Duplo W310x38,7 kg/m E) Perfil de ligação Duplo U 6 x 23,10 kg/m F) Perfil de movimentação Duplo U 8 x 17,1 kg/m G) Perfil da Área de trabalho W200 x 22,5 kg/m PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 62
74 APOIO À ELABORAÇÃO: Engenheiro Civil ERICK BARROS Parte II) Dimensionamento de treliças Ações Ações Verticais Para as cargas verticais aplicadas sobre o compensado são considerados: Peso Próprio do Concreto O PPconcreto é uma carga gravítica e é determinada da seguinte forma: Onde, Vconcreto Volume de concredo da aduela; PP concreto = V concreto γ concreto γconcreto é o peso específico do concreto (γ = 25 kn/m 3 ). Peso Próprio da Fôrma O peso próprio da fôrma contabiliza o peso médio do compensado e vigas de madeira e o peso da plataforma inferior que serve de fôrma para o fundo da aduela e acesso. É uma carga gravítica, distribuída ao longo da fôrma, e de valor constante: Sobrecarga de Processo Construtivo PP forma = 0,50 kn m 2 PP plataforma = 0,93 kn m 2 A sobrecarga do processo construtivo procura contabilizar o peso dos trabalhadores e equipamentos em fase construtiva. É uma carga gravítica, distribuída ao longo da corda superior da treliça, e de valor constante: PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 63
75 SC const = 2,00 kn m 2 Peso Próprio da treliça O peso próprio da treliça equipada com tubos e braçadeiras é de 1,6 kn/m Cálculos Justificativos Levantamento de cargas atuantes Peso Próprio Concreto Área da seção na aduela 1 (caso mais crítico) = ((Ai + Af)/2 A = ((13,98m² + 13,49m²) /2) = 13,735m² Peso concreto = 13,735m² x 25kN/m³ = 343,375 kn/m Peso Próprio da Fôrma P forma = Af x 0,5 / 4,70 m P forma = 156,134 x 0,5 / 4,70m = 16,61 kn/m P plataforma = PP plataforma A B L a P plataforma = 0,93 kn/m² (15m 8m) 3,00m = 37,2 kn/m Sobrecarga de Processo Construtivo P const = SC const (A laje + A plataforma ) L a P const = 2,00 kn/m² (45m²) 3,00m = 30 kn/m PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 64
76 Cargas nos Apoios As cargas nos apoios são diretamente proporcionais às faixas de influência que descarregam em cada apoio, para o apoio anterior a faixa de influência é de 1,95m enquanto a faixa de influência para o apoio posterior é de 1,05m. O apoio traseiro é o mais carregado. Apoio Anterior P = P Faixa de influência P anterior = (343,375 kn m + 16,61 kn m + 37,2 kn m + 30 kn ) 1,95m = 833,01 kn m Apoio Posterior P = P Faixa de influência P posterior = (343,375 kn m + 16,61 kn m + 37,2 kn m + 30 kn ) 1,05m = 448,54 kn m Diagramas de Esforços, Reações nos Apoios e Deformação Esquema estrutural com cargas PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 65
77 Verificação Estrutural No projeto são utilizados 4 linhas de treliça portanto o valor das cargas atuantes será dividido por 4 para realizar o comparativo com cada elemento da treliça Banzo Superior Carga axial atuante = 1036,51 kn / 4 = 259,12 kn =N Sd Carga axial admissível = 1.161,39 kn =N Rd Banzo Inferior N Sd < N Rd Carga axial atuante = -847,29 kn / 4 = -211,82 kn=n Sd Carga axial admissível = kn=n Rd N Sd < N Rd Diagonal de apoio Carga axial atuante = 339,77 kn / 4 = 84,94 kn=n Sd Carga axial admissível = 354,54 kn=n Rd N Sd < N Rd Perfil Vertical Carga axial atuante = -96,41 kn /4 = 24,10 kn =N Sd = 178,64 kn / 4 = 44,66 kn=n Sd Carga axial admissível =546,27 kn / - 398,23 kn=n Rd N Sd < N Rd PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 66
78 Tubo de diâmetro externo Øext= 88,90 mm e espessura = 5mm Carga axial atuante = -353,28 kn /4 = -88,32 kn = N Sd Carga axial admissível = 249,54 kn = N Rd N Sd < N Rd Tubo de diâmetro externo Øext= 76,2 mm e espessura = 3,2 mm Carga axial atuante = -459 kn /4 = -114,75 kn = N Sd = 357,56 kn / 4 = 89,39 kn Carga axial admissível = -133,26 kn / 157,7 kn = N Rd N Sd < N Rd Considera-se verificada a segurança de todos os elementos. Diagrama de esforços axiais PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 67
79 Deformações Deflexão máxima na extremidade da treliça da primeira aduela igual a 16,40mm na vertical e 1,43mm na horizontal Reações de apoio Na ancoragem traseira são usados 4 tirantes de Ø 32mm com capacidade de carga de trabalho admissível de 400 kn cada um. As reações da ancoragem traseira devem ser divididas por quatro. Cada tirante transmite à laje a carga de 282,64 kn /4 = 70,66 kn PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 68
80 O apoio frontal é composto de duas peças de madeira, uma para cada conjunto de treliça dupla e a reação deve ser dividida por 2 Cada apoio de madeira transmite à aduela (vigas longitudinais) a carga de 1642,18 kn / 2 = 821 kn PUC-Rio Análise de Balanços Sucessivos 69
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