ADOLESCÊNCIA E DEPENDÊNCIA DE DROGAS
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- Raíssa Chaplin Delgado
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1 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM TEORIA E PRÁTICA DOS CONSELHOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE SER CONSELHEIRO Elenice Alexandre Alves Jaqueline de Sousa Santos Maria Claudiana Alves da Silva Tatiane Gomes Ferreira ADOLESCÊNCIA E DEPENDÊNCIA DE DROGAS Brejinho 2014
2 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ADOLESCÊNCIA E DEPENDÊNCIA DE DROGAS Elenice Alexandre Alves Jaqueline de Sousa Santos Maria Claudiana Alves da Silva Tatiane Gomes Ferreira Projeto de intervenção apresentado como requisito parcial de conclusão de curso de Aperfeiçoamento em Teoria e Prática dos Conselhos da Infância Ser Conselheiro. Prof. Orientador: Roberto Machado Brejinho 2014
3 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... JUSTIFICATIVA... REFERENCIAL TEÓRICO... ANEXO... REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...
4 INTRODUÇÃO Atualmente, o consumo de drogas lícitas e ilícitas por crianças e adolescentes, vem aumentando consideravelmente. Em consequência disso o número de alunos evadidos, de crianças morando nas ruas, de aquisição de problemas de saúde, de desestruturação familiar entre outras, só tem crescido. Diante disso, percebe-se a necessidade da realização de intervenções no sentido de reestruturar esses jovens no meio social. Sendo assim, foi desenvolvido o projeto de intervenção de combate ás drogas nas escolas da zona urbana da cidade de Brejinho PE: Escola municipal São Sebastião e Escola Estadual José Severino de Araújo com a realização de palestra, roda de conversa, atividades interativas e questionários de levantamento de dados visando a informação, a prevenção e o combate ao uso de substâncias que causam dependência.
5 JUSTIFICATIVA Embora sabendo que não há droga lícita para quem tem menos de 18 anos, o álcool e o cigarro, tem sido o primeiro contato com as drogas nessa idade, tornando-se uma porta aberta às demais drogas. Além da problemática da dependência em si torna-se impossível ignorar os resultados decorrentes do uso indiscriminado destas drogas que afetam a saúde do individuo (usuário) e seus familiares, amigos e a sociedade como um todo. O reflexo de uma população dependente de álcool, do cigarro e demais substâncias viciantes, resulta no aumento de acidentes e violência bem como eleva o índice de doenças relacionadas e resultantes destes vícios. Desde o "inocente" copo de cerveja, muitas vezes, em reuniões familiares, até o contato com drogas mais pesadas, o caminho pode não ser longo. Como impedir que esse quadro se torne mais grave? A prevenção é um caminho seguro. Uma educação específica sobre o assunto se faz imprescindível nas escolas; é preciso conscientizar jovens e adolescentes, pais e educadores, a fim de unirmos a comunidade, para discutirmos o assunto com coragem, decisão e espírito reflexivo.
6 ATIVIDADES REALIZADAS De acordo com a Coordenação Nacional de DST e AIDS (2003) a questão do uso abusivo e/ou dependência de álcool e outras drogas tem sido tratada por uma visão predominantemente psiquiátrica ou médica. As implicações sociais, psicológicas, econômicas e políticas são evidentes, mas nem sempre são levadas em consideração, em especial quando se trata da compreensão total do problema. Cabe ainda destacar que o tema vem sendo associado à criminalidade e práticas anti-sociais e à oferta de tratamentos inspirados em modelos de exclusão/separação dos usuários do convívio social. O uso de drogas na adolescência é uma questão que preocupa cada vez mais os pesquisadores e profissionais da saúde e educação. As pesquisas epidemiológicas mostram que o uso e abuso de drogas aumenta em ritmo acelerado e que é na adolescência que, em geral, inicia-se o consumo. No quadro a seguir mostra alguns fatores de risco e de proteção para o uso de álcool e outras drogas no domínio comunitário (SENAD, 2010). Fatores de risco Fatores de Proteção Falta de oportunidades socioeconômicas para a construção de um projeto de vida trabalho, lazer e inserção social que Existência de oportunidades de estudo, possibilitam ao individuo concretizar seu projeto de vida Fácil acesso às drogas licita e ilícitas Controle efetivo do comercio de drogas legais e ilegais Permissividade em relação a algumas drogas Reconhecimento e valorização, por parte da comunidade, de normas e leis que regulam o uso de drogas Inexistência de incentivos para que o jovem se envolva em serviços comunitários Incentivos ao envolvimento dos jovens em serviços comunitários Negligencia no cumprimento de normas e leis que regulam o uso de drogas Realização de campanhas e ações que ajudem o cumprimento das normas e leis que regulam o uso de drogas. Quadro Descrição dos fatores de risco e de proteção, segundo o domínio comunitário (Fonte: A Prevenção do Uso de Drogas e Terapia Comunitária, SENAD, 2010).
7 Segundo Brasil, (2003) sugere que o planejamento de ações preventivas e relativas ao uso de álcool e drogas deve obrigatoriamente considerar a mudança de relação na proporção de ocorrência entre buscar minimizar a influencia de fatores de risco sobre a vulnerabilidade dos indivíduos para tal uso; paralelamente, também deve considerar o reforço dos fatores de proteção. Considerando os fatores de risco e os fatores de proteção, observamos a importância de realizar esse projeto de intervenção cuja proposta busca conscientizar não só usuários, mas a população em geral. O projeto de intervenção foi iniciado no dia 10 de novembro de 2014 com turmas escolares do ensino fundamental e médio das escolas Municipal São Sebastião e Estadual José Severino de Araújo. A princípio o tema: Adolescência e dependência de drogas foi abordado através de uma roda de conversa com a participação de todos, logo após foram realizadas dinâmicas correlatas e apresentado testemunho de ex usuário de crack e por fim, foi distribuído um questionário a fim de levantar dados para continuidade do projeto. Segue a baixo o resultado dos 235 alunos entrevistados com idade a partir dos 10 anos. QUESTIONÁRIO SIM NÃO VOCÊ CONHECE ALGUÉM QUE JÁ USOU OU USA DROGA? VOCÊ ACHA QUE A DROGA REALMENTE PODE ATRAPALHAR A VIDA? A DROGA CONSUMIDA EM PEQUENA QUANTIDADE TAMBÉM FAZ MAL? A PESSOA USUÁRIA DE DROGA PODE SE LIBERTAR DELA A QUALQUER MOMENTO SEM A AJUDA DE NINGUÉM? VOCÊ TEM CURIOSIDADE EM EXPERIMENTAR DROGA? VOCÊ JÁ USOU DROGA ALGUMA VEZ NA VIDA? VOCÊ FAZ USO DE ALGUMA DROGA? VOCÊ É FELIZ COM A VIDA QUE TEM?
8 Após esse primeiro momento, foram entregues convites a entidades locais e, através de um carro de som, foi convidada a população em geral para participar de uma assembleia sobre Drogas. CONSELHO TUTELAR DE BREJINHO CRIADO PELA LEI MUNICIPAL Nº 203/2002 CONVITE Temos a honra de convidar para participar de uma assembleia que será realizada no dia 17/12/2014, às 18 horas, na Câmara Municipal, a qual tratará do crescente consumo de drogas no município de Brejinho, bem como as medidas de prevenção que podem ser tomadas. A vossa participação é de suma importância. Atenciosamente: Carlos Henrique Araújo de Sousa Missão Amai-vos Conselho Tutelar de Brejinho No dia 17 de dezembro foi realizado o referido evento com a participação do delegado de polícia civil, de vereadores, das gestoras escolares, de representantes da sociedade civil, da policia militar e do CREAS, comerciantes, secretária de saúde e de educação. Para melhor abordagem do conteúdo a ser tratado durante a assembleia, foram levantados alguns dados relevantes para o município de Brejinho. Óbito por suicídio induzido pelo álcool (2009 a 2014): 03 Óbito por complicações do consumo de bebida alcoólica (2009 a 2014): 07 Número de alcoólatras cadastrados na atenção básica: (2014) 44 Numero de usuários de drogas cadastrados no CRAS: 15
9 Após a exposição da situação do município em relação ao consumo de drogas, assumiu-se o comprometimento de todos os presentes, da cooperação e da parceria de todos os órgãos, em fazer a sua parte para uma vida saudável. As medidas a serem tomadas são diversas: O comércio: Colocar as plaquinhas informativas contendo as informações de proibição de bebida alcoólica conforme a lei, conscientizar os funcionários sobre a venda a crianças e adolescentes na ausência do dono. O conselho, como órgão que zela pela garantia dos direitos da criança e do adolescente: trabalhar a prevenção das drogas nas escolas do município e do estado, com palestras cartilhas e temáticas que valorizem o futuro acadêmico e tenham a família como principal base; Os professores: explorar com a comunidade os danos causados pelo o uso de drogas. Fazer com que o plano de prevenção seja ligado á conscientização de todos os alunos do ensino fundamental e médio. Vereadores: apoiar o conselho tutelar com políticas públicas que possam amenizar os danos causados pela droga. Policia: a identificação, e sendo necessária, a punição efetiva aos adultos e comerciantes que facilitam a droga á criança e adolescente. Secretaria de saúde: em casos específicos, oferecer o apoio psicológico e clinico a usuários que podem ser encaminhados pelo conselho tutelar. Elaborar campanhas que tratem dos danos que a droga causa na vida de um usuário. Família: orientar os filhos sempre que possível sobre o que as drogas fazem na vida de alguém. Acompanhar o desenvolvimento da criança e ou adolescente na escola. Não consumir bebidas alcoólicas, tabaco ou drogas na presença dos filhos que ainda não tenham completado a maior idade. Estas e outras responsabilidades foram assumidas durante a assembleia por cada órgão representado na ocasião.
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11 Registro dos dias de realizações do projeto adolescência e dependência de drogas. As fotos de número 01 ao 32 foram tiradas durante o trabalho de prevenção feito diretamente para e com alunos da escola municipal dos quais há usuários de drogas. As demais fotos (33 a 36),foram tiradas na câmara municipal Parlamento Pedro Guedes Pinheiro. Onde a oportunidade de fala foi dada a todos os presentes.
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30 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria Executiva. Coordenação Nacional de DST/Aids. A Política do Ministério da Saúde para atenção integral a usuários de álcool e outras drogas / Ministério da Saúde, Secretaria Executiva, Coordenação Nacional de DST e Aids. Brasília: Ministério da Saúde, Prevenção ao uso indevido de drogas: Capacitação para Conselheiros e Lideranças Comunitárias. 3. Ed. Brasília: Presidência da Republica. Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas SENAD, p.
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