Crescimento de Grão [18]
|
|
|
- Giulia Raminhos Carlos
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 [18] Restauração após o encruamento redução da energia interna Recuperação Restauração ação Recristalização ação Crescimento de grão 1>
2 Crescimento de grão: resulta da redução da energia de superfície associada aos contornos de grão dos materiais. Analogia bolhas / espuma de sabão The first director of the Institute for the Study of Metals (The University of Chicago), Cyril Stanley Smith, photographed around Smith is holding a small glass capsule full of soap bubbles that he used to illustrate how surface forces control the growth of grains in solid materials 2>
3 Analogia bolhas / espuma de sabão movimento da superfície p e Δ p = (pi pe ) = k γ D p i pressão p i > p e ar γ - energia interfacial [J.m -2 ] D diâmetro da bolha [m] D 3>
4 Crescimento de bolhas de espuma de sabão: tempo, em minutos Resultado experimental: n < 6 bolha de espuma desaparece n = 6 bolha de espuma estável n > 6 bolha de espuma cresce 4>
5 Energia dos contornos de grão metálicos: Superfícies externas (γ = 1 a 2 J.m -2 ) internas (γ = 0,3 a 0,5 J.m -2 ) 6>
6 Interação entre os contornos de grão monofásico: γ b grão 3 grão 1 a c γ a b γ c grão 2 equilíbrio estático γ a sen(a) = γ b sen(b) = γ c sen(c) 7>
7 Metais monofásicos policristalinos: efeito da curvatura dos contornos de grão movimentação dos átomos e do contorno de grão 8>
8 Lei de crescimento de grão: D 2 D 2 o = K o Q t exp R T Crescimento isotérmico de grão em latão 90Cu-10Zn 9>
9 Efeito da solução sólida sobre o crescimento de grão: arrasto de soluto dificulta a movimentação do contorno, restringindo o crescimento de grão. Efeito das partículas sobre o crescimento de grão: distribuição ib i de partículas (tamanho, quantidade) d ancoramento dos contornos de grão crescimento de grão inibido melhor resistência mecânica e tenacidade 10>
10 Bloqueio dos contornos de grão por partículas: força de ancoramento força de crescimento F b F c = Na π 2 γ = R γ r 11>
11 Modelos para o bloqueio dos contornos de grão por partículas: eficácia dos precipitados = ƒ( solubilidade tamanho fração volumétrica) ) Modelo de Zener D = 4 3 d f Modelo de Gladman π D = 6 d 3 2 f 2 Z sendo D e d os tamanhos de grão e da partícula, respectivamente, f éa fração volumétrica e Z é a razão de heterogeneidade da microestrutura. 12>
12 Efeito das partículas sobre o crescimento de grão: Coladas et al. (1977) Crescimento de grão austenítico TCG aços sem microligantes (crescimento normal) aços com adição de nióbio temperatura crítica (TCG) 13>
13 Caracterização por microscopia ótica: Gallego (1994) Crescimento de grão austenítico aço ABNT 4140 austenitizado a 900, 1000, 1100, 1200 e 1300 C sem encharque. Ataque: pícrico. 125X. 250 μm 14>
14 Interação das partículas com contornos de grão: Gallego (1994) Crescimento de grão austenítico Antigos contornos de grão austenítico revelados com solução ácida. 15>
15 Bibliografia: Dieter, G. E. Metalurgia Mecânica. Guanabara Dois, 2a. ed., Rio de Janeiro, 1981, pp Van Vlack, L. H. Princípios de Ciência dos Materiais. Ed. Edgard Blucher, São Paulo, 1970, pp Guy, A. G. Ciência dos Materiais. LTC/EDUSP, São Paulo, 1980, pp Reed-Hill, R. E. Princípios de Metalurgia Física. Ed. Guanabara Dois, Rio de Janeiro, 1982, pp h t / t t / i Notas de aula preparadas pelo Prof. Juno Gallego para a disciplina Materiais de Construção Mecânica I Permitida a impressão e divulgação. 16
ANÁLISE DO TEMPO ENTRE PASSES NA EVOLUÇÃO MICROESTRUTURAL DE AÇOS INOXIDÁVEIS AUSTENÍTI- COS DE ALTO NITROGÊNIO, COM E SEM NIÓBIO*
ANÁLISE DO TEMPO ENTRE PASSES NA EVOLUÇÃO MICROESTRUTURAL DE AÇOS INOXIDÁVEIS AUSTENÍTI- COS DE ALTO NITROGÊNIO, COM E SEM NIÓBIO* Mariana Beatriz dos Reis Silva 1 Juno Gallego 2 José Maria Cabrera Marrero
Tratamentos Térmicos [7]
[7] Finalidade dos tratamentos térmicos: ajuste das propriedades mecânicas através de alterações da microestrutura do material. alívio de tensões controle da dureza e resistência mecânica usinabilidade
UFSC. Química (Amarela) 31) Resposta: 43. Comentário
UFSC Química (Amarela) 1) Resposta: 4 01. Correta. Ao perder elétrons, o núcleo exerce maior atração sobre os elétrons restantes, diminuindo o raio. Li 1s2 2s 1 Li+ 1s 2 Raio atômico: átomo neutro > íon
conceitos básicos em microscopia [2]
[2] Olho humano: o pioneiro instrumento de análise Defeitos visuais: miopia formação da imagem anterior à retina. hipermetropia formação da imagem posterior à retina. astigmatismo falta de simetria radial
Recristalização de um Aço Inoxidável Austenítico/ Uma Abordagem Estatística
Recristalização de um Aço Inoxidável Austenítico/ Uma Abordagem Estatística 1 Reginaldo P. Barbosa Mestre em Processo de Fabricação/Eng. Mecânica - Dept. Engenharia Mecânica/UnilesteMG - Professor Orientador
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA - ITEC FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA - FEM CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA
1 IDENTIFICAÇÃO Nome e código: Materiais de Construção Mecânica TE04031 Nome do professor: Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Caráter: Obrigatória Bloco: III Período: 2º Ano letivo: 2014 Carga horária
sinterizado e às características dele. Estas mudanças podem ser das propriedades (propriedades mecânicas, elétricas, magnéticas) e da estrutura
1 SINTERIZAÇÃO A sinterização é um processo natural em que um conjunto de partículas em contato mútuo, sob ação da temperatura, transforma se em um corpo íntegro e de maior resistência mecânica, podendo,
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE TECNOLOGIA - ITEC FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA - FEM CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA
1 IDENTIFICAÇÃO Nome e código: Materiais de Construção Mecânica TE04031 Nome do professor: Prof. Dr. Jorge Teófilo de Barros Lopes Período: 2º Ano letivo: 2013 Carga horária total: 68 horas Carga horária
ESTRUTURA CRISTALINA DOS METAIS
ESTRUTURA CRISTALINA DOS METAIS Estrutura cristalina dos metais 1 DEFINIÇÃO DE CRISTAL - Sólidos cristalinos: Uma substância pode ser considerada cristalina quando os átomos (ou moléculas) que a constitui
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS
TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 3: Diagrama de Fases Definições de Conceitos Básicos Diagrama de Equilíbrio Binário Definições de Conceitos Básicos A compreensão dos diagramas de fases para sistemas de ligas
ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO.
Nome: Assinatura: P2 de CTM 2012.2 Matrícula: Turma: ESTA PROVA É FORMADA POR 20 QUESTÕES EM 10 PÁGINAS. CONFIRA ANTES DE COMEÇAR E AVISE AO FISCAL SE NOTAR ALGUM ERRO. NÃO SERÃO ACEITAS RECLAMAÇÕES POSTERIORES..
TM 704 - Metalurgia Fisica PIPE e PG-MEC
TM 704 - Metalurgia Fisica PIPE e PG-MEC Ana Sofia C. M. d Oliveira, Ph.D. Profa Titular/DEMEC Principais estruturas cristalinas dos metais Estruturas cristalinas Sistema cristalino Triclinico Monoclinico
LIGAS METÁLICAS IMPUREZAS NOS METAIS
LIGAS METÁLICAS 1 Os metais são geralmente utilizados na forma de ligas, ou seja; consistem em misturas de dois ou mais elementos químicos. Nas ligas metálicas, pelo menos um dos elementos é metal e a
Química Geral I. Experimento 3 Tendências Periódicas
Universidade Estadual do Norte Fluminense Centro de Ciência e Tecnologia Laboratório de Ciências Químicas Química Geral I Experimento 3 Tendências Periódicas 1 - OBJETIVOS Relacionar a reatividade química
Diagramas de Fases. Rui Vilar Professor Catedrático
Diagramas de Fases Rui Vilar Professor Catedrático 1 Definições Fase: porção de matéria física e quimicamente homogénea, com composição e estrutura cristalina próprias. As diversas fases de um sistema
8 PRESSÃO DE VAPOR, SATURAÇÃO, CONDENSAÇÃO E VÁCUO
8 PRESSÃO DE VAPOR, SATURAÇÃO, CONDENSAÇÃO E VÁCUO Um gás que existe abaixo de sua temperatura crítica é normalmente chamado de VAPOR, porque pode condensar. SE O VAPOR E O LÍQUIDO DE UM COMPONENTE PURO
CIÊNCIA DE MATERIAIS I
CIÊNCIA DE MATERIAIS I ENUNCIADOS DE PROBLEMAS PARA AS LICENCIATURAS EM ENGENHARIA MECÂNICA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO INDUSTRIAL ENGENHARIA QUÍMICA Compilação efectuada por Alexandre Velhinho, Lucelinda Cunha,
OBJETIVO Compreender os fenômenos físicos e solução de problemas em física básica relacionados aos temas de termologia e termodinâmica.
Curso Superior de Tecnologia Refrigeração, Ventilação e Ar condicionado Terceiro Semestre APRESENTAÇÃO DO CURSO Prof. Dr. Sérgio Turano de Souza FATEC ITAQUERA Faculdade de Tecnologia de Itaquera Prof.
SIMULAÇÃO DO PROCESSO DE SOLDAGEM COM ARAME TUBULAR PARA DEPOSIÇÃO DE REVESTIMENTOS DUROS À BASE DE DIFERENTES CARBONETOS
XV Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 29/09 a 03/10/2008 - Curitiba PR Paper CRE08-CM09 SIMULAÇÃO DO PROCESSO DE SOLDAGEM COM ARAME TUBULAR PARA DEPOSIÇÃO DE REVESTIMENTOS DUROS
MODELAGEM E SIMULAÇÃO DO FENÔMENO DE MICROSSEGREGAÇÃO DE SOLUTO DE UMA LIGA BINÁRIA ( AL- Cu) COM TAXA DE RESFRIAMENTO CONSTANTE.
MODELAGEM E SIMULAÇÃO DO FENÔMENO DE MICROSSEGREGAÇÃO DE SOLUTO DE UMA LIGA BINÁRIA ( AL- Cu) COM TAXA DE RESFRIAMENTO CONSTANTE. Késsia Gomes Paradela, [email protected] 1 Alexandre Furtado Ferreira,
QUÍMICA QUESTÃO 41 QUESTÃO 42
Processo Seletivo/UNIFAL- janeiro 2008-1ª Prova Comum TIPO 1 QUÍMICA QUESTÃO 41 Diferentes modelos foram propostos ao longo da história para explicar o mundo invisível da matéria. A respeito desses modelos
Mestrado em Tecnologia Química
Mestrado em Tecnologia Química Química das Superfícies e Interfaces Guia das Aulas Práticas Valentim M. B. Nunes 2015 Índice Prefácio... 3 1. Medição da Tensão Superficial... 4 1.1. Introdução... 4 1.2.
Propriedades Térmicas da Matéria
Propriedades Térmicas da Matéria Substâncias puras. Fases da matéria. Materiais cristalinos. Substâncias puras Mudanças de fase: Exemplo: Vaporização da água. Curva de pressão de vapor: http://web.mit.edu/16.unified/www/fall/thermodynamics/notes/node61.html
4.Materiais e métodos
4.Materiais e métodos 4.1. Material em estudo O material em estudo, de procedência sueca (Sandvik), foi adquirido como chapa laminada a quente de 3mm de espessura, recebendo posteriormente tratamento térmico
Segundo a Portaria do Ministério da Saúde MS n.o 1.469, de 29 de dezembro de 2000, o valor máximo permitido (VMP) da concentração do íon sulfato (SO 2
11 Segundo a Portaria do Ministério da Saúde MS n.o 1.469, de 29 de dezembro de 2000, o valor máximo permitido (VMP) da concentração do íon sulfato (SO 2 4 ), para que a água esteja em conformidade com
CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015
Informações de Tabela Periódica CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO QUÍMICA CADERNO DE QUESTÕES 2014/2015 Folha de Dados Elemento H C N O F Al Cl Zn Sn I Massa atômica (u) 1,00 12,0 14,0
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM INTRODUÇÃO CMA CIÊNCIA
1. Difusão. A difusão só ocorre quando houver gradiente de: Concentração; Potencial; Pressão.
1. Difusão Com frequência, materiais de todos os tipos são tratados termicamente para melhorar as suas propriedades. Os fenômenos que ocorrem durante um tratamento térmico envolvem quase sempre difusão
AVALIAÇÃO MECÂNICA E METALÚRGICA EM TRILHO FERROVIÁRIO UTILIZADO EM VIA CONTÍNUA
Jornadas SAM CONAMET AAS 2001, Septiember de 2001 519-526 AVALIAÇÃO MECÂNICA E METALÚRGICA EM TRILHO FERROVIÁRIO UTILIZADO EM VIA CONTÍNUA Macedo, M.L.K.; Silva, A. A. M.; Barlavento, M. A. e Reguly, A.
OPERAÇÃO DE DESTILAÇÃO ETANOL-ÁGUA CONDUZIDA EM UMA COLUNA DE DESTILAÇÃO PILOTO
OPERAÇÃO DE DESTILAÇÃO ETANOL-ÁGUA CONDUZIDA EM UMA COLUNA DE DESTILAÇÃO PILOTO Willy Rodrigo de Araujo 1 ; Rivana Mabel Lucena Oliveira 2 ; Cynthia Vasconcelos de Araujo 3 ; Romildo Brito 4 ; Heleno Júnior
Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor
Lista de Exercícios Aula 04 Propagação do Calor 1. (Halliday) Suponha que a barra da figura seja de cobre e que L = 25 cm e A = 1,0 cm 2. Após ter sido alcançado o regime estacionário, T2 = 125 0 C e T1
CAPÍTULO 7 DEFEITOS CRISTALINOS
143 CAPÍTULO 7 DEFEITOS CRISTALINOS Sumário Objetivos deste capítulo...144 7.1 Introdução...144 7.2 Defeitos pontuais...145 7.2.1 Defeitos intersticiais...147 7.2.2 Defeito substitucional...147 7.2.3 Defeitos
EXPRESSÃO DA INCERTEZA NA MEDIÇÃO DA DUREZA BRINELL
EXPRESSÃO A INCERTEZA NA MEIÇÃO A UREZA BRINELL Sueli Fischer Beckert Instituto Superior de Tecnologia IST, Centro de Mecânica de Precisão de Joinville CMPJ [email protected] Joinville, SC, Brasil Luciana
ELETRODO OU SEMIPILHA:
ELETROQUÍMICA A eletroquímica estuda a corrente elétrica fornecida por reações espontâneas de oxirredução (pilhas) e as reações não espontâneas que ocorrem quando submetidas a uma corrente elétrica (eletrólise).
Metalurgia & Materiais
Luiz Alberto Baptista Pinto Junior et al. Metalurgia & Materiais Caracterização do resíduo de manta cerâmica usada para isolamento térmico e sua utilização na fabricação de argamassa Characterization of
A INFLUÊNCIA DA DEFORMAÇÃO NA RECRISTALIZAÇÃO ESTÁTICA ENTRE PASSES EM UM AÇO MÉDIO CARBONO MICROLIGADO AO VANÁDIO
A INFLUÊNCIA DA DEFORMAÇÃO NA RECRISTALIZAÇÃO ESTÁTICA ENTRE PASSES EM UM AÇO MÉDIO CARBONO MICROLIGADO AO VANÁDIO Luzilene Sousa Rosas' Regina Célia de Sonsa' RESUMO Neste trabalho, estuda-se o comportamento
ANÁLISE DE FALHA EM VIRABREQUIM DE MOTOR V8
Jornadas SAM - CONAMET - AAS 2001, Septiembre de 2001 773-778 ANÁLISE DE FALHA EM VIRABREQUIM DE MOTOR V8 T. Renck a, R.A.Hoppe b, S.Pecantet b, S.Griza c e T.R.Strohaecker d a UFRGS, Graduando em Engenharia
MATERIAIS PARA ENGENHARIA DE PETRÓLEO - EPET069 - Conformação dos Metais
MATERIAIS PARA ENGENHARIA DE PETRÓLEO - EPET069 - Conformação dos Metais CONFORMAÇÃO DOS METAIS Fundamentos da Conformação Plástica Diagrama Tensão x Deformação CONFORMAÇÃO DOS METAIS Fundamentos da Conformação
Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG
Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG Síntese e Preparação de Material Cerâmico Visando Aplicações Termoelétricas Walter Pinto Junior BOLSISTA PIBIC/CNPq-UEPG Curso de Engenharia de Materiais 4º
XIV CONGRESSO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica
XIV CONGRESSO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ENGENHARIA MECÂNICA Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica IMPLICAÇÃO DA ADIÇÃO DE NÚCLEOS HETEROGÊNEOS NAS PROPRIEDADES DA LIGA Al-7%Si
Tratamentos Térmicos 032905
Tratamentos Térmicos 032905 Prof. José Eduardo Spinelli Técnico: Rover Belo Instável Transformação Normal + Fe 3 C TÊMPERA Transição REVENIDO Programa Analítico 1) Fornos e atmosferas, medidas e controle
Ensaios Mecânicos de Materiais. Aula 3 Ensaio de Dureza. Prof. MSc. Luiz Eduardo Miranda J. Rodrigues
Ensaios Mecânicos de Materiais Aula 3 Ensaio de Dureza Tópicos Abordados Nesta Aula Ensaio de Dureza. Dureza Brinell. Dureza Rockwell. Dureza Vickers. Definições de Dureza Dureza - propriedade mecânica
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica Secretaria da Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Praça Frei Orlando, 170 - Campus Santo Antônio - PPMEC São João del-rei - MG - CEP 36307-352 Disciplina:
INFLUÊNCIA DA MICROESTRUTURA NA ANISOTROPIA DE CHAPAS METÁLICAS DE DIFERENTES AÇOS ESTRUTURAIS
Projeto de Iniciação Científica INFLUÊNCIA DA MICROESTRUTURA NA ANISOTROPIA DE CHAPAS METÁLICAS DE DIFERENTES AÇOS ESTRUTURAIS Relatório Final Bolsista: Felipe Kulig Branco [email protected] Departamento
Palavras chave: plasma, escoamento supersônico, reentrada atmosférica, bocal CD cônico, CFD.
Anais do 15 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XV ENCITA / 9 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 19 a 9. APLICAÇÃO DA SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL
Pinças Óticas e a pressão de radiação na escala nanométrica. Paulo A. Maia Neto Instituto de Física Rio de Janeiro, Brazil
Pinças Óticas e a pressão de radiação na escala nanométrica Paulo A. Maia Neto Instituto de Física Rio de Janeiro, Brazil Pressão de radiação 1) Bloco absorvedor P = 3 mw F = 10-11 N 2) Espelho perfeitamente
CARACTERIZAÇÃO DE REVESTIMENTOS SOLDADOS COM ARAME TUBULAR AWS E309LT-1 EM FUNÇÃO DA ADIÇÃO DE CO 2 NO GÁS DE PROTEÇÃO
CARACTERIZAÇÃO DE REVESTIMENTOS SOLDADOS COM ARAME TUBULAR AWS E309LT-1 EM FUNÇÃO DA ADIÇÃO DE CO 2 NO GÁS DE PROTEÇÃO Alcindo Fernando Moreira Juno Gallego Ruis Camargo Tokimatsu Wyser José Yamakami Vicente
PROVA ESPECÍFICA Cargo 02
18 PROVA ESPECÍFICA Cargo 02 QUESTÃO 41 As afirmativas a seguir tratam das características de alguns dos tratamentos térmicos aplicados aos aços. Verifique quais são verdadeiras (V) ou falsas (F) e marque
Prof André Montillo www.montillo.com.br
Prof André Montillo www.montillo.com.br Definição: É a deterioração de um material, geralmente metálico, por ação eletroquímica ou química do meio ambiente, associada ou não a esforços mecânicos. Isto
SOLUBILIZAÇÃO E ENVELHECIMENTO DE UMA NOVA LIGA Al3,9%Si RECICLADA PARA PROCESSOS DE TIXOFORJAMENTO
SOLUBILIZAÇÃO E ENVELHECIMENTO DE UMA NOVA LIGA Al3,9%Si RECICLADA PARA PROCESSOS DE TIXOFORJAMENTO A. A. Reis L. P. Oliveira C. M. L. Santos E. A. Vieira [email protected] Instituto Federal de
CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS EM FUNÇÃO DA RUGOSIDADE. Eurico Fernando de Miranda (1)
CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS EM FUNÇÃO DA RUGOSIDADE Eurico Fernando de Miranda (1) Susana Marraccini Giampietri Lebrão (2) Margarete Cristina Moreira (3) (1)Eng Metalurgista da ArcelorMittal São Paulo
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E ENGENHARIA DE MATERIAIS - PGCEM CMA CIÊNCIA DOS MATERIAIS
Faculdade de Tecnologia de Garça FATEC - Garça PLANO DE ENSINO. Curso: Tecnologia em Produção Disciplina: Materiais e Tratamentos Ano: 2009
Faculdade de Tecnologia de Garça FATEC - Garça PLANO DE ENSINO Curso: Tecnologia em Produção Disciplina: Materiais e Tratamentos Ano: 2009 Semestre TURNO CARGA HORÁRIA 4 Termo NOTURNO 72 horas/aulas Professor:
Avaliação microestrutural da liga Ti-6Al-4V após tratamento superficial com laser pulsado Nd:YAG.
Avaliação microestrutural da liga Ti-6Al-4V após tratamento superficial com laser pulsado Nd:YAG. Fábio Sawada Cutrim Instituto Tecnológico de Aeronáutica [email protected] Bolsista PIBIC CNPq Danieli
Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1
Curso de MIQ - Profa. Simone P. Taguchi Borges DEMAR/EEL/USP Proteção de superfícies 1 CORROSÃO METÁLICA: É a deterioração e a perda de material devido a ação química ou eletroquímica do meio ambiente,
INFLUÊNCIA DA GRANULOMETRIA E TEMPERATURA DE QUEIMA SOBRE O GRAU DE DENSIFICAÇÃO DE ARGILAS DA REGIÃO DE MARTINÓPÓLIS SP
1 INFLUÊNCIA DA GRANULOMETRIA E TEMPERATURA DE QUEIMA SOBRE O GRAU DE DENSIFICAÇÃO DE ARGILAS DA REGIÃO DE MARTINÓPÓLIS SP S. R. Teixeira, F. C. Dias, A. E. Souza, G. T. Almeida Santos, M. A. L. Nobre
Os materiais no estado sólido ocupam geralmente menos volume que no estado líquido (fundido).
Campus Experimental de Sorocaba Materiais e Reciclagem 3 Arranjo Atômico e Cristalografia Professor Sandro Donnini Mancini Sorocaba, Fevereiro de 2015. Os materiais no estado sólido ocupam geralmente menos
REAPROVEITAMENTO CELULÓSICO DO PAPEL MOEDA RETIRADO DE CIRCULAÇÃO
Faculdade de Tecnologia, Departamento de Engenharia Florestal, Campus Darcy Ribeiro, Universidade de Brasília / UnB BRASIL REAPROVEITAMENTO CELULÓSICO DO PAPEL MOEDA RETIRADO DE CIRCULAÇÃO LOUREINE RAPÔSO
INDICIE 1. INTRODUÇÃO 2 2. ESTRUTURA CRISTALINA DOS MATERIAIS 13 3. DIAGRAMAS DE FASES 23 4. O SISTEMA FERRO-CARBONO 37 5. AÇOS E FERROS FUNDIDOS 48
INDICIE 1. INTRODUÇÃO 2 2. ESTRUTURA CRISTALINA DOS MATERIAIS 13 3. DIAGRAMAS DE FASES 23 4. O SISTEMA FERRO-CARBONO 37 5. AÇOS E FERROS FUNDIDOS 48 6. PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS METAIS 63 7. TRATAMENTOS
Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel.
Influence of Austenitizing Temperature On the Microstructure and Mechanical Properties of AISI H13 Tool Steel. Lauralice de C. F. Canale 1 George Edward Totten 2 João Carmo Vendramim 3 Leandro Correa dos
Evolução microestrutural da cinética de austenitização do aço 1045
Evolução microestrutural da cinética de austenitização do aço 1045 Claudio Cassio Lima 2, Íris Andrade Bezerra 2, Mário Cezar Alves da Silva 1, Rodrigo Estevam Coelho 1, Maria Doroteia Costa Sobral 1 1
TRATAMENTOS TÉRMICOS: EFEITO DA VELOCIDADE DE RESFRIAMENTO SOBRE AS MICROESTRUTURAS DOS AÇOS ABNT 1045
TRATAMENTOS TÉRMICOS: EFEITO DA VELOCIDADE DE RESFRIAMENTO SOBRE AS MICROESTRUTURAS DOS AÇOS ABNT 1045 Daniel Favalessa, Edésio Anunciação Santos Filho, Gilberto Prevital, Heriberto Guisso, João Paulo
ESTRUTURA E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS DIFUSÃO ATÔMICA
ESTRUTURA E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS DIFUSÃO ATÔMICA Prof. Rubens Caram 1 DIFUSÃO ATÔMICA DIFUSÃO ATÔMICA É O MOVIMENTO DE MATÉRIA ATRAVÉS DA MATÉRIA EM GASES, LÍQUIDOS E SÓLIDOS, OS ÁTOMOS ESTÃO EM
EDITAL PPGE3M Nº 62/2015
PROCESSO DE SELEÇÃO PARA O MESTRADO ACADÊMICO EM ENGENHARIA DE MINAS, METALÚRGICA E DE MATERIAIS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL (Ingresso em 2015/2º trimestre) EDITAL PPGE3M Nº 62/2015 O
Materiais / Materiais I
Materiais / Materiais I Guia para o Trabalho Laboratorial n.º 4 CORROSÃO GALVÂNICA E PROTECÇÃO 1. Introdução A corrosão de um material corresponde à sua destruição ou deterioração por ataque químico em
3 Propriedades Coligativas
3 Propriedades Coligativas 1 Introdução É bastante comum as pessoas adicionarem sal à água que será utilizada no cozimento de alimentos. Com a adição de sal de cozinha, a água demora mais tempo para entrar
Tecnologia Dos Materiais
Tecnologia Dos Materiais Aula 2: Estrutura Cristalina Conceitos Fundamentais Célula Unitária Estrutura Cristalina Por que estudar? As propriedades de alguns materiais estão diretamente associadas à sua
Introdução. Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix
Introdução Princípios da corrosão: reações de oxiredução potencial de eletrodo - sistema redox em equilíbrio - Diagrama de Pourbaix Introdução Conceitos de oxidação e redução 1 - Ganho ou perda de oxigênio
MODELAGEM HIDRODINÂMICA DE REATORES ANAERÓBIOS DE ESCOAMENTO ASCENDENTE E MANTA DE LODO (UASB) Siegfried Hanisch Werner, Cleto Pires Eduardo*
MODELAGEM HIDRODINÂMICA DE REATORES ANAERÓBIOS DE ESCOAMENTO ASCENDENTE E MANTA DE LODO (UASB) Siegfried Hanisch Werner, Cleto Pires Eduardo* Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) / Universidade de
ENSAIO DE DUREZA EM-641
ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: O ensaio de dureza consiste na aplicação de uma carga na superfície do material empregando um penetrador padronizado, produzindo uma marca superficial ou impressão. É amplamente
Faculdade de Ciência e Tecnologia Universidade Fernando Pessoa Exercícios de Ciências dos Materiais
Faculdade de Ciência e Tecnologia Universidade Fernando Pessoa Exercícios de Ciências dos Materiais Isabel Abreu Maria Alzira Dinis UFP 2005/2006 ESTRUTURA ATÓMICA E LIGAÇÕES 1. Calcule: a. A massa em
Questão 61. Questão 63. Questão 62. alternativa B. alternativa B. alternativa D
Questão 61 A limpeza de pisos de mármore normalmente é feita com solução de ácido clorídrico comercial (ácido muriático). Essa solução ácida ataca o mármore, desprendendo gás carbônico, segundo a reação
4.1. DEPENDÊNCIA DO VOLUME NA ESTABILIDADE MAGNÉTICA. Ea = V Ku, (4.1)
4. DOMÍNIOS MAGNÉTICOS 4.1. DEPENDÊNCIA DO VOLUME NA ESTABILIDADE MAGNÉTICA As propriedades magnéticas dos minerais magnéticos são sensíveis ao tamanho dos grãos. Considere um conjunto de grãos magnéticos
TM229 - Introdução aos Materiais
TM229 - Introdução aos Materiais Propriedades mecânicas 2009.1 Ana Sofia C. M. D Oliveira Propriedades mecânicas Resistência - Tração - Escoamento - Compressão - Flexão - Cisalhamento - Fluência - Tensão
ENSAIO DE DUREZA EM-641
ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: Dureza é a resistência à deformação permanente Aplicação de uma carga na superfície da peça com um penetrador padronizado Características da marca de impressão (área ou profundidade)
Propriedades coligativas
Química Aula de Revisão 9 3 os anos Décio ago/09 Nome: Nº: Turma: Propriedades coligativas Objetivo O objetivo dessa ficha é dar continuidade à revisão do 3º ano Química, dos assuntos mais significativos.
Questão 69. Questão 70. alternativa B. alternativa A
Questão 69 Em um bate-papo na Internet, cinco estudantes de química decidiram não revelar seus nomes, mas apenas as duas primeiras letras, por meio de símbolos de elementos químicos. Nas mensagens, descreveram
Propriedades Coligativas Aula 3
Propriedades Coligativas Aula 3 Um efeito coligativo é uma modificação em certas propriedades de um solvente quando nele adicionados um soluto não-volátil, o qual só depende do número de partículas (moléculas
BOLETIM TÉCNICO PROCESSO MIG BRAZING
O PROCESSO Consiste na união de aços comuns, galvanizados e aluminizados, utilizando um processo de aquecimento à arco elétrico (MIG), adicionando um metal de adição a base de cobre, não ocorrendo a fusão
ESTUDO DA DISTRIBUIÇÃO DE FASES Fe-Zn EM REVESTIMENTOS GALVANNEALED UTILIZANDO A TÉCNICA GDOES
http://dx.doi.org/10.4322/tmm.2013.037 ESTUDO DA DISTRIBUIÇÃO DE FASES Fe-Zn EM REVESTIMENTOS GALVANNEALED UTILIZANDO A TÉCNICA GDOES Sandra Goulart-Santos 1 Deyselane de Fátima Anício 2 Aldo Henrique
Aplicação de Técnicas de Processamento e Análise de Imagem na Análise Automática da Quantidade e do Tamanho do Grão em Imagens Metalográficas
Aplicação de Técnicas de Processamento e Análise de Imagem na Análise Automática da Quantidade e do Tamanho do Grão em Imagens Metalográficas Tarique da S. Cavalcante, P. P. Rebouças Filho, Victor Hugo
Estrutura de Sólidos Cristalinos. Profa. Dra Daniela Becker
Estrutura de Sólidos Cristalinos Profa. Dra Daniela Becker Bibliografia Callister Jr., W. D. Ciência e engenharia de materiais: Uma introdução. LTC, 5ed., cap 3, 2002. Shackelford, J.F. Ciências dos Materiais,
P2 - PROVA DE QUÍMICA GERAL - 20/05/06
- ROVA DE QUÍMICA GERAL - 0/05/06 Nome: Nº de Matrícula: GABARITO Turma: Assinatura: Questão Valor Grau Revisão a,5 a,5 3 a,5 4 a,5 Total 0,0 Constantes: R 8,34 J mol - K - 0,08 atm L mol - K - atm L 0,35
fase fixa (quer em coluna quer em superfície plana) pode ser um líquido depositado num suporte sólido inerte (GC)
Cromatografia Cromatografia técnica baseada nas diferenças de distribuição dos componentes a separar entre duas fases: uma fase móvel e uma fase estacionária. técnica em que os componentes duma mistura
Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid
Propriedades Mecânicas dos Aços DEMEC TM175 Prof Adriano Scheid Tensão Propriedades Mecânicas: Tensão e Deformação Deformação Elástica Comportamento tensão-deformação O grau com o qual a estrutura cristalina
AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS SUBMETIDAS A CICLOS DE FADIGA TÉRMICA.
AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA À CORROSÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS SUBMETIDAS A CICLOS DE FADIGA TÉRMICA. Rodrigo Freitas Guimarães 1, José Airton Lima Torres 2, George Luiz Gomes de Oliveira 3, Hélio Cordeiro de
EFEITO DO TRATAMENTO TÉRMICO DE SOLUBILIZAÇÃO E ENVELHECIMENTO NA LIGA AlSi7Mg OBTIDA EM MOLDE DE AREIA E COQUILHA
EFEITO DO TRATAMENTO TÉRMICO DE SOLUBILIZAÇÃO E ENVELHECIMENTO NA LIGA AlSi7Mg OBTIDA EM MOLDE DE AREIA E COQUILHA Iberê Roberto Duarte, MSc(1) Carlos Augusto Silva de Oliveira, DSc(2) (1)Sociedade Educacional
Cobre, prata e ouro. Introdução. Materiais Necessários
Intro 01 Introdução Realize o sonho dos alquimistas e transforme uma moeda de cobre em ouro. Descubra o que realmente acontece neste experimento. Cadastrada por Leandro Fantini Material - onde encontrar
DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO
DIAGRAMAS DE EQUILÍBRIO Diagramas de equilíbrio 1 DIAGRAMA EUTÉTICO Exemplo 1: Cobre - Prata (Cu-Ag) Principais características: 3 regiões monofásicas (α, β e L) 3 regiões bifásicas (α+l, α+β, L+β) Fase
QUÍMICA COMENTÁRIO DA PROVA DE QUÍMICA
COMENTÁRIO DA PROVA DE QUÍMICA Prova boa, com questões claras e nível superior ao do ano passado. Nota-se, no entanto, a falta de uma revisão criteriosa, feita por algum professor da área, que não tenha
Propriedades Físicas de alguns compostos
Propriedades Físicas de alguns compostos Tipo de ligação e temperatura de fusão COMPOSTO Tipo de ligação T fusão / o C NaCl iónica 801 Cu metálica 1083 Si covalente 1410 H 2 O intermolecular 0 C 6 H 6
CINZA. É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2.
CINZA É o resíduo inorgânico que permanece após a queima da matéria orgânica, que é transformada em CO 2, H 2 O e NO 2. A cinza é constituída principalmente de: Grandes quantidades: K, Na, Ca e Mg; Pequenas
COLAGEM APLICADA A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA.
COLAGEM APLICADA A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA. Alunos: Antonio Rodrigues e Vitor Antoniazzi. Orientador: Ivani de S. Bott. Co-Orientador: José Roberto D Almeida. Introdução A ideia de se unir corpos sólidos
3B SCIENTIFIC PHYSICS
3B SCIENTIFIC PHYSICS Kit de ótica laser de demonstração U17300 e kit complementar Manual de instruções 1/05 ALF Índice de conteúdo Página Exp - N Experiência Kit de aparelhos 1 Introdução 2 Fornecimento
VI OLIMPÍADA BAIANA DE QUÍMICA 2011
VI OLIMPÍADA BAIANA DE QUÍMICA 2011 RESPONDA AS QUESTÕES DE 1 a 30, MARCANDO UMA DAS ALTERNATIVAS DE ACORDO COM O QUE SE PEDE QUESTÃO 1 Peso 2 A dissolução do cloreto de amônio, NH 4 Cl(s), em água ocorre
