RESÍDUOS SOLIDOS DEFINIÇÃO
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- Sandra Avelar Lacerda
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1 RESÍDUOS SOLIDOS DEFINIÇÃO INDUSTRIAL HOSPITALAR DOMÉSTICA ECPs SÓLIDOS E SEMI-SÓLIDOS AGRÍCOLA VARRIÇÃO LODOS E.T.A / E.T.E. COMERCIAL
2 RESÍDUOS SOLIDOS DEFINIÇÃO LANÇAMENTO AMENTO NA REDE PÚBLICA P DE ESGOTOS OU CORPOS DE ÁGUA É INVIÁVEL VEL LÍQUIDOS EXIJAM SOLUÇÕES TÉCNICA T E ECONOMICAMENTE INVIÁVEIS VEIS EM FACE À MELHOR TECNOLOGIA DISPONÍVEL
3 RESÍDUOS SÓLIDOS CLASSIFICAÇÃO RESÍDUOS CLASSE I - PERIGOSOS RESÍDUOS CLASSE II - NÃO PERIGOSOS: CLASSE IIA - NÃO INERTES CLASSE IIB - INERTES
4 Geração de Resíduos Sólidos Industriais no Estado de São Paulo TIPOS DE RESÍDUOS RMSP GERAÇÃO (T/ANO) TOTAL % BAIXADA SANTISTA INTERIOR DO ESTADO (T/ANO) CLASSE I (3) CLASSE II (1) ,06 CLASSE III (2) ,93 TOTAL ,0 FONTE : CETESB - INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS REFERÊNCIAS : RMSP E BAIXADA SANTISTA revisão Set/1993. Regional da Bacia do Rio Piracicaba revisão Demais Regionais Obs.: (1) Excluído bagaço de cana ( t/ano) e restilo ( t/ano) (2) Excluído resíduo proveniente de mineração de rocha fosfática ( t/ano) (3) Excluídos os resíduos líquidos perigosos quando tratados na própria fonte geradora.
5 Geração de Resíduos Sólidos Industriais Classe I no Estado de São Paulo por Atividade Industrial Tipo de Indústria Quantidade Gerada (t/ano) % de geração Química ,5 33,11 Material de Transporte ,2 21,81 Couros e Peles ,0 14,25 Metalúrgica ,1 14,24 Minerais não Metálicos ,7 5,24 Papel e Papelão ,0 4,98 Material Elétrico ,4 1,92 Mecânica 5.515,5 1,03 Produtos Alimentares 3.260,3 0,61 Produtos Farmacêuticos 3.247,7 0,60 Têxtil 2.563,6 0,48 Outros 9.256,2 1,73 TOTAL ,1 100 FONTE : CETESB - INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS REFERÊNCIAS : RMSP E BAIXADA SANTISTA revisão Set/1993. Regional da Bacia do Rio Piracicaba revisão Demais Regionais
6 Geração de Resíduos Sólidos Industriais Classe II no Estado de São Paulo por Atividade Industrial Tipo de Indústria Quantidade gerada (t/ano) % de geração Minerais não metálicos ,2 30,71 Produtos Alimentares ,7 25,60 Metalúrgica ,9 16,90 Química ,9 12,08 Papel e Papelão ,3 7,86 Bebidas ,1 1,82 Material de Transporte ,0 1,71 Couros e Peles ,0 1,03 Utilidade Pública ,5 0,60 Mecânica ,1 0,53 Outros ,0 1,16 TOTAL FONTE : CETESB - INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS REFERÊNCIAS : RMSP E BAIXADA SANTISTA revisão Set/1993. Regional da Bacia do Rio Piracicaba revisão Demais Regionais
7 Destinação de Resíduos Sólidos Industriais Gerados no Estado de São Paulo RESÍDUO GERAÇÃO TRATAMENTO ESTOCAGEM DISPOSIÇÃO NO SOLO t/ano % t/ano t/ano t/ano CLASSE I , CLASSE II , CLASSE III , TOTAL PORCENTAGEM ,52 3,15 61,32 FONTE : CETESB - INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS REFERÊNCIAS : RMSP E BAIXADA SANTISTA revisão Set/1993. Regional da Bacia do Rio Piracicaba revisão Demais Regionais
8 Destinação de Resíduos Sólidos Industriais no Estado de São Paulo, por Tipo de Resíduos RESÍDUO CLASSE I GERAÇÃO (T/ANO) TRATAMENTO (T/ANO) ESTOCA (T/AN TOTAL % ,57 30,7 RESÍDUO CLASSE II GERAÇÃO (T/ANO) TRATAMENTO (T/ANO) ESTOCA (T/AN TOTAL % ,21 2,28 FONTE : CETESB - INVENTÁRIO DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS REFERÊNCIAS : RMSP E BAIXADA SANTISTA revisão Set/1993. Regional da Bacia do Rio Piracicaba revisão Demais Regionais
9 CONTROLE DA POLUIÇÃO POR RESÍDUOS SÓLIDOS OBJETIVOS: PROTEGER À SAÚDE PÚBLICA E EVITAR DANOS AO MEIO AMBIENTE. FONTE DE POLUIÇÃO: LOCAL ONDE O RESÍDUO É DEPOSITADO, TRATADO OU DISPOSTO.
10 CONTROLE DE RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS OECA = Orgão Estadual de Controle Ambiental OECA OECA GERADOR Manifesto de Transporte RECEPTOR=RECUPERAÇÃO, TRATAMENTO OU DISPOSIÇÃO FINAL TRANSPOR- TADOR Manifesto de Transporte OECA
11 PRIORIDADES DE CONTROLE NO ESTADO DE SÃO PAULO LOCAIS DE DISPOSIÇÃO, SISTEMAS DE TRATAMENTO E DE DESTINAÇÃO DE RESÍDUOS QUE: REPRESENTEM UM ALTO RISCO (REAL OU POTENCIAL) À SAÚDE PÚBLICA; ESTEJAM LOCALIZADOS EM ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL OU DE USO RESTRITO; RECEBAM GRANDES QUANTIDADES DE RESÍDUOS.
12 PRIORIDADES DE CONTROLE NO ESTADO DE SÃO PAULO GERADORES DE RESÍDUOS ESTEJAM INCLUÍDOS NOS SEGUINTES CRITÉRIOS: TODAS AS INDÚSTRIAS COM MAIS DE 500 FUNCIONÁRIOS; TODAS AS INDÚSTRIAS METALÚRGICAS COM MAIS DE 100 FUNCIONÁRIOS; TODAS AS INDÚSTRIAS QUÍMICAS COM MAIS DE 50 FUNCIONÁRIOS; TODAS AS INDÚSTRIAS QUE POSSUIREM ETE.
13 RESPONSABILIDADES DO GERADOR IDENTIFICAR TODOS OS RESÍDUOS. POSSUIR SISTEMAS DE COLETA, MANUSEIO E ARMAZENAMENTO DE RESÍDUOS DE FORMA A MINIMIZAR OS RISCOS DE ACIDENTES E DE CONTAMINAÇÃO.
14 RESPONSABILIDADES DO GERADOR REALIZAR O TRANSPORTE DE RESÍDUOS SOMENTE POR MEIO DE SISTEMAS IDÔNEOS. OBTER DOS ÓRGÃOS AMBIENTAIS A APROVAÇÃO DE DESTINAÇÃO FINAL DO RESÍDUO (CADRI). EFETUAR O TRATAMENTO E A DISPOSIÇÃO FINAL SOMENTE DOS RESÍDUOS APROVADOS PELOS ÓRGÃOS AMBIENTAIS.
15 RESPONSABILIDADES DO RECEPTOR LICENCIAR O SISTEMA DE TRATAMENTO/ DESTINAÇÃO FINAL CONFORME A LEGISLAÇÃO VIGENTE. EFETUAR O TRATAMENTO E/OU A DISPOSIÇÃO FINAL SOMENTE DOS RESÍDUOS APROVADOS PELOS ÓRGÃOS AMBIENTAIS.
16 RESPONSABILIDADES DOS ORGÃOS AMBIENTAIS ASSEGURAR QUE TODOS OS RESÍDUOS SÓLIDOS GERADOS SEJAM IDENTIFICADOS, CARACTERIZADOS E CLASSIFICADOS SEGUNDO AS NORMAS VIGENTES. ASSEGURAR QUE OS RESÍDUOS SEJAM COLETADOS, MANUSEADOS E ARMAZEMADOS ADEQUADAMENTE, DE FORMA A MINIMIZAR OS RISCOS DE ACIDENTES E DE CONTAMINAÇÕES. ASSEGURAR QUE OS RESÍDUOS TENHAM UM TRATAMENTO E DESTINAÇÃO FINAL ADEQUADO.
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