INTOXICAÇOES POR INSETICIDAS
|
|
|
- Sandra Belmonte Rosa
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 INTOXICAÇOES POR INSETICIDAS MICRODISSECÇÃO DE NERVOS Ε HISTOQUIMICA DE MUSCULOS EM 10 CASOS LIΝEU CESAR WERNECK * EDISON MATOS NOVAK** As intoxicações crônicas por inseticidas podem produzir diversas manifestações no sistema nervoso central e periférico, tais como neuropatias motoras puras e mistas, mielopatias e lesões de nervos cranianos 12. O mecanismo das lesões depende do tipo de inseticida empregado, dose absorvida, tempo de exposição e forma de intoxicação 2>5,i3. Estudos experimentais de intoxicações por inseticidas demonstraram desmielinização dos nervos periféricos 1» 2» 14, porém encontramos poucas descrições de estudos morfológicos de biópsias, apesar do grande número de relatos clínicos 12. No presente trabalho nos propomos a estudar os nervos periféricos e músculos de pacientes com intoxicações crônicas e que apresentaram neuropatia. Utilizaremos a técnica de microdissecção de nervos a fim de tentar verificar o tipo de desmielinização e se a mesma é secundária à degeneração axonal ou segmentar, além de estudos rotineiros em parafina e histoquímica de músculos. MATERIAL Ε MÉTODOS O estudo abrangeu 10 pacientes que apresentavam intoxicação crônica por inseticidas e cujas manifestações clinicas já foram descritas em trabalho anterior 12. Nenhum destes doentes apresentava sinais clínicos e/ou alterações laboratoriais compatíveis com outra etiologia para a sua neuropatia. Os critérios utilizados para o diagnóstico também já foram descritos em trabalho anterior 12 (contacto freqüente com inseticidas^ sintomatologia diretamente relacionada à exposição aos compostos, exclusão de outras etiologies, evidência de melhora dos sintomas quando os doentes sâo afastados do meio ambiente original e presença de níveis elevados de inseticidas em sangue, urina e/ou gordura). A idade, sexo, tipo de inseticida encontrado e as manifestações clínicas estão relacionados na tabela 1. Dos 13 pacientes originais 12, somente oito foram submetidos a biópsia do nervo sural, interiormente foram incluídos dois novos casos. Em todos os pacientes foi realizada biópsia do nervo sural na região supra-maleolar, conforme técnica descrita por Dyck e Lofgren 8. O fascículo do nervo foi fixado em glutaraldeido a 2% durante 10 minutos sendo, a seguir, lavado repetidas vezes em solução tampão de fosfato com ph 7,4 e posteriormente fixado em tetróxido de ósmio a 1% por 3 horas. Logo após o nervo foi mergulhado em glicerina a 33% Trabalho realizado na Disciplina de Neurologia do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal do Paraná, Curitiba: *Professor-Assistente de Neurologia; Médico voluntário. Trabalho apresentado no VIII Congresso Brasileiro de Neurologia (Brasília, setembro de 1978).
2 por 24 horas e mantido em estufa a 45 C. Após este período, foi trocada a concentração da glicerina para 66% e mantido nas mesmas condições por mais 24 horas. Finalmente passou para glicerina a 100% por mais 24 horas a 45oC sendo, a seguir, armazenado a 0 C em glicerina a i.00% ou dissecado em seguida s. A microdissecçâo foi realizada com pinças curvas especiais, com auxílio de microscópio estereoscópico, sendo o nervo dissecado até se obter somente uma ou daus fibras^ as quais foram transferidas para uma lâmina de vidro e montadas em meio de Zeiss u. Para a classificação das fibras utilizou-se os parâmetros descritos por Dyck «. Os nervos dos casos 1, 2, 3, 5, 7, 8, 9 e 10 foram também submetidos a cortes após inclusão em parafina e corados pela hematoxilina-eosina, tricromo de Gomori e hematoxilina-fosfotúngstica. Foram também estudados os músculos dos pacientes 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9 e 10, corados pela hematoxilina-eosina^ tricromo de Gomori modificado por Engel e Cunninghan, "oil red 0", P.A.S. e submetidos aos estudos histoquímicos pela DPNH-diaforase, fosfatase ácida e alcalina, ATPase al cal in a (ph 9,4) e ácidas (ph 4,3 e 4,6), esterase inespecífica e miofosforilase, conforme técnicas rotineiras de histoquímica utilizadas em nosso laboratório e descritas na literatura 4. RESULTADOS Foram estudados 7 nervos pela histologia rotineira, sendo que três deles foram normais. Em quatro pacientes (casos 2, 7, 8 e 10) existia fibrose fascicular, com fasciculos totalmente desmielinizados e alargamento das bainhas de mielina em certas áreas, o que corresponde a fibra tipo G encontrada na microdissecçâo (Tabela 2 e figura 1). Em 9 casos em que foi possível efetuar a microdissecçâo, seguindo a classificação de Dyck, encontramos anormalidades em todos os nervos. O caso 7 apresentava fibrose total do nervo e não encontramos qualquer estrutura semelhante a bainhas de mielina sendo inviável a microdissecçâo. Este caso corresponde ao doente mais afetado clinicamente. Nos casos restantes encontramos as seguintes alterações: diminuição de fibras A + Β em 9 casos; fibras C aumentadas em 8 casos; fibras D aumentadas em 7 casos; fibras Ε aumentadas em 3 casos; fibras F aumentadas em 4 casos; fibras G aumentadas em 6 casos. Encontramos grande proporção de fibras tipo C em 8 casos, o que traduz alteração nos internodos, bem como do tipo D, com significado semelhante (regeneração). Somente em três casos verificamos alterações de fibras tipo Ε (degeneração axonal) e em quatro casos, alterações de fibras tipo F (que corresponde a degeneração segmentar). O aspecto mais importante foi o encontro de seis casos com aumento de fibras do tipo G, significando regeneração e proliferação importante da bainha de mielina e, possivelmente, alargamento do axônio (Figs. 2, 3, 4 e 5). A maioria dos casos apresentava intoxicação por inseticidas do grupo organoclorado (8 em 10 casos), um caso de organofosforado (1 em 10) e um caso de ambos (1 em 10). Neste último, os níveis de organofosforados eram muito maiores que de organoclorados. Pelo número reduzido de pacientes não foi possível comparar as alterações produzidas pelos dois tipos de inseticidas separadamente. Em 8 pacientes (casos 2, 3, 6, 6, 7, 8, 9 e 10) foram estudados os músculos, com as biópsias incluídas em parafina e por histoquímica, tendo sido encontrado excesso de fibras angulares, variação no diâmetro das fibras, agrupamento de fibras atróficas, discreta reação inflamatória focai, presença de ^grouping" de fibras do mesmo tipo e fibras em alvo ("targets") (Fig. 6). Em alguns casos (os mais comprometidos) existia atrofia importante, mostrando agrupamento de fibras atróficas, infiltração por tecido adiposo e proliferação de tecido conjuntivo (Fig. 7). Estes achados são compatíveis com denervação e, eventualmente, reinervação. Dos 8 músculos examinados, 6 estavam alterados e 2 foram normais (escolhido músculo proximal para a biópeia. que estava pouco ou nada alterado clinicamente).
3
4
5 COMENTÁRIOS No estudo de nervos em neuropatias através dos métodos histológicos rotineiros há dificuldade em visualizar uma mesma fibra por um segmento adequado. Como um neurônio sensitivo periférico pode ter até 1,8 m de comprimento por 0,00001 m de diâmetro, o estudo convencional não permite avaliar mais do que alguns micrometros em corte transversal e raramente um segmento adequado em corte longitudinal; além disso esta metódica não permite apreciar quantitativamente as alterações que se produzem nos internodos e regiões paranodais das fibras menores. A microdissecçâo permite o estudo de uma mesma fibra numa extensão de até 2000 micrometros, avalia as alterações nos internodos e os tipos de desmielinização que ocorrem nestes nervos; este método não é recente, tendo sido utilizado por Remak, Kõlliker, Gombault e Cajal«. Com a microdissecçâo de nervos, verificamos que as degenerações da mielina são divididas basicamente em axonal (quando o distúrbio é no axônio) e segmentar (no caso de alteração da célula de Schwann). A degeneração axonal é devida a uma degeneração neuronal que determina a formação de "ovóides" e fragmentação da mielina. Ocorre nas doenças do neurônio motor inferior, herpes zoster, neuropatias dos carcinomas, diabete mellitus, pelagra, mieloma múltiplo, intoxicações por tri-orto-cresil-fosfato, deficiência de vitamina Β12, de tiamina, ácido pantotênico e vitamina Ε. Este tipo de degeneração é representado na microdissecçâo por aumento de fibras dos tipos B, C e, especialmente, E. 6 Com a cronicidade do processo ocorrerá desaparecimento progressivo das bainhas de mielina, determinando atrofia axonal distai. Pode ocorrer remielinização e proliferação de células de Schwann, formando fibras em "casca de
6
7
8
9
10 1r cebola" \ Ocorre excessiva variação no comprimento do internodo e no seu diâmetro. De internodo em internodo existe grande variação na espessura da bainha de mielina. Em alguns nervos, cada fibra dissecada pode ter de 4 a 6 mm de extensão com ausência de mielina. Estas alterações estão presentes na atrofia peroneal progressiva, atrofia muscular proximal juvenil, ataxia de Friedreich, degenerações espino-cerebelares, neuropatia sensitiva dominante tipo I, neuropatia sensitiva recessiva tipo II (Riley-Day), neuropatia espástica e atrofia peroneal, doença de Fabry, deficiência de alfa e beta lipoproteínas, doença de Dejerine-Sottas e doença de Refsum. Representam principalmente as fibras dos ticos G e D. 6
11 Por outro lado, quando a célula de Schwann é lesada, as alterações na microdissecçâo são representadas por fibras do tipo F, formando as desmielinizações segmentares. Nestas condições, os internodos são mais curtos, as fibras de diâmetro menor, os segmentos internodais menores, intercalados entre as fibras normais. Existem dois tipos de desmielinização segmentar, sendo que em um a anormalidade é seletiva da célula de Schwann (leucodistrofia metacromática, doença de Krabbe, doença de Refsum, doença de Dejerine-Sottas, difteria, encefalites alérgicas experimentais, lesões secundárias a vacinações e desmielinizações dos plexos braquial e lombar); no outro tipo, o processo básico está no próprio axônio, com retração segmentar do mesmo e com diminuição total do volume da bainha de mielina, tudo constituindo a chamada degeneração segmentar secundária a degeneração axonal, que pode ser encontrada na uremia 7 < Ίβ. Quando o processo axonal é crônico, este tipo de alteração aparece com maior freqüência, ao contrário dos processos agudos, como na degeneração Walleriana. Baseados nos critérios descritos acima e nos resultados obtidos na microdissecçâo de nossos casos, podemos afirmar que encontramos atrofia axonal com degeneração segmentar secundária em seis dos nove casos dissecados, pelo excessivo aumento de fibras tipo G, aumento considerável de fibras tipo F e aumento importante de fibras tipos C, D e Ε. O aumento de fibras tipo F e D refletem regeneração. Portanto, os inseticidas organoclorados parecem atuar principalmente nos axônios, tendo as células de Schwann papel secundário na patogenia. Não encontramos na literatura consultada estudo semelhante e, portanto, as comparações somente podem ser feitas com os experimentos animais e com estudos histológicos rotineiros. Com o DDT foi verificada a presença de degeneração e destruição das células motoras do corno anterior da medula 2. Ao usarem compostos organofosforados, alguns autores encontraram desmielinização nos nervos periféricos, mais importante na porção distai dos membros, desmielinização com fragmentação da mielina e moderada degeneração afetando os neurônios do corno anterior da medula 14. Nas intoxicações industriais por acrilamide e N-butil-metil-cetona foram relatadas alterações similares às encontradas nos nossos pacientes, referindo intumescimento focai da bainha de mielina, principalmente nas porções paranodais e através de microscopia eletrônica os autores concluindo se tratar de alterações secundárias ao fenômeno de "dying back"*. Estas duas substâncias são utilizadas para reproduzir experimentalmente o fenômeno de "dying back", isto é, disfunção distai do axônio por interferência no mecanismo trófico, oriundo de sua porção proximal, que tem origem no corpo do próprio neurônio, células de Schwann, axônio ou no fluxo axoplásmico 3. Quanto aos músculos, como ocorre em qualquer neuropatia, as alterações são secundárias à denervação. Encontramos na literatura somente uma referência a biópsia muscular em intoxicação por inseticidas 11, onde Namba e col. relatam atrofia por denervação. Existem trabalhos experimentais utilizando produtos organofosforados não-inseticidas, demonstrando que o excesso de acetilcolina no músculo leva a uma miopatia com necrose de certas fibras, com infiltrado
12 inflamatório > ιυ. Estas alterações não ocorrem se o nervo é previamente seccionado, postulando a existência de um fator patogênico central, mediado pela acetilcolina ô > 10. Portanto, acreditamos que as intoxicações crônicas por inseticidas interferem no metabolismo dos neurônios, determinando alterações no seu axônio, o que leva a uma neuropatia periférica distai, com desmielinização e disfunção secundária das células de Schwann. Pela cronicidade do processo pode ocorrer remielinização ou lesão completa do nervo, com fibrose. A lesão muscular é secundária à denervação, como ocorre com qualquer outra polineurite. RESUMO É relatado o estudo de nervo sural e músculos em 10 pacientes com intoxicações crônicas por inseticidas organoclorados e organofosforados, sendo utilizadas técnicas de microdissecção de nervos e histoquímica de músculos. Foram estudados os nervos surais de 9 pacientes por microdissecção, tendo sido encontrado anormalidades em todos, predominando a presença de fibras dos tipos C, D e grande quantidade de fibras G, conforme a classificação de Dyck; o nervo do décimo paciente apresentava-se totalmente desmielinizado. Em 8 casos foram estudados músculos com inclusão em parafina e por histoquímica, sendo encontrada denervação em seis; os restantes eram músculos normais. Os autores concluem que o processo atua predominantemente nos axônios, provocando degeneração axonal distal, com fenômeno de "dying back". SUMMARY Insecticides intoxication: a nerve teased fibers preparation and muscle histochemistry study in 10 cases. A sural nerve and a muscle biopsy study of patients with chronic insecticides poisoning, with teased fiber preparations, routine pathologic studies of nerves and histochemistry of muscle is reported. The sural nerves of ten patients were studied and a teased fiber preparation was done in nine. The tenth patient had only fibrosis and no myelin was found. The sural nerves were abnormal in all patients and the teased fiber preparation resulted in preponderance of type C, D and large amount of G type fibers, according to Dyck's classification. These fibers had enlargement of the axon and myelin sheat, also seen in routine sections. The muscle biopsy with routine and histochemistry methods was done in 8 cases; in 6 there was found signs of denervation; the remaining cases were normal, but these were proximal muscles. Te authors conclude that the process primarly interfere with the functions of the axons, with distal axonal degeneration and a dying back phenomen.
13 REFERENCIAS 1. BARNES, J. M. & DENZ, F. A. - Experimental demyelination with organophosphorous compounds. J. Path. Bact. 65: CAMERON, G. R. & BURGESS, F. - The toxicity of 2,2-bis(p-chlorphenyl) 1,1,1- trichlorethane (DDT). Brit. Med. J. 1: DAVENPORT, J. G.; FARREL, D. F. & SUMI, S. M. - Giant axonal neuropathy caused by industrial chemicals: neurofilamentous axonal masses in man. Neurology (Minneapolis) 26:919, DUBOWITZ, V. & BROOKE, Μ. H. - Muscle Biopsy: A Modern Approach. W. B. Saunders Co. Ltd., Philadelphia, DURHAM, W. F. & HAYES, W. - Organic phosphorus poisoning and its therapy. Arch. Environ. Health 5:2l, DYCK, P. J. - Pathologic alterations of the peripheral nervous system of man. In Dyck, P. J., Thomas, P. K. & Lambert, Ε. H. - Peripheral Neuropathy. W. B. Saunders Co., Philadelphia, DYCK, P. J.; JOHNSON, W. J.; LAMBERT, Ε. H. & O'BRIEN, P. C. - Segmental demyelination secondary to axonal degeneration in uremic neuropathy. Mayo Clin. Proc. 46:400, DYCK P. J. & LOFGREN, E. - Nerve biopsy: choice of nerve, method, symptoms and usefulness. Med. Clin. N. Amer. 52:885, FENICHEL, G. N.; DETTBARN, W. D. & NEWMAN, Τ. M. - An experimental myopathy secondary to excessive acetylcholine release. Neurology (Minneapolis) 24:41, FENICHEL, G. M.; KIBLER, W. B.; OLSON, W. H. & DETTBARN, W. D. - Chronic inhibition of cholinesterase as a cause of myopathy. Neurology (Minneapolis) 22:1026, NAMBA, T.; NOLTE, C. T.; JACKREL, J. & GROB, D. - Poisoning due to organophosphate insecticides. Am. J. Med. 50:475, NOVAK, Ε. M. & WERNECK, L. C. - Comprometimento neurológico por inseticidas: estudo das manifestações crônicas em 13 casos. Arq. Neuro-Psiquiat. (São Paulo) 35:129, ROCHA, Ε. Ε. M.; OLIVEIRA, F.; MORINIGO, F. & HONIGMAN, I. - Into cações por inseticidas. J. Bras. Med. 23:152, SMITH, Μ. I. & LILLIE, R. D. - The histopathology of triorthocresyl phosphate poisoning. Arch. Neurol. Psychiat. (Chicago) 26:976, WERNECK, L. C. & MENDONÇA, Ε. - Neurite hipertrófica interticial: estudo de três casos. Arq. Neuro-Psiquiat. (São Paulo) 36:250, WERNECK, L. C; MULINARI, A. S.; LAFITTE, A. & NOVAK, Ε. Μ. - Neuro patia urêmica: análise morfológica por microdissecção do nervo sural. Resumos do VII Congresso Brasileiro de Nefrologia, Curitiba Disciplina de Neurologia, Departamento de Clínica Médica - Hospital de Clínicas - Rua General Carneiro s/n o Curitiba, PR - Brasil.
BIÓPSIAS DE NERVOS PERIFÉRICOS
BIÓPSIAS DE NERVOS PERIFÉRICOS ANÁLISE DE 89 CASOS LINEU CESAR WERNECK * RESUMO São relatados os resultados de 89 biópsias de nervos periféricos, processados com técnicas convencionais de parafina, para
DOENÇA DE CHARCOT-MARIE-TOOTH
DOENÇA DE CHARCOT-MARIE-TOOTH ESTUDO DA BIÓPSIA DO NERVO SURAL EM 41 PACIENTES MARCOS R.G. FREITAS*, OSVALDO J.M. NASCIMENTO**, LEILA CHIMELLI***, RESUMO - São apresentados os resultados da biópsia do
NEURITE HIPERTROFICA INTERSTICIAL
NEURITE HIPERTROFICA INTERSTICIAL ESTUDO DE TRES CASOS LINEU CESAR WERNECΚ * EUDILSON MENDONÇA ** A neuropatía hipertrófica intersticial foi descrita por Dejerine e Sottas em 1893, em dois pacientes com
POLINEUROPATIA PERIFÉRICA INDUZIDA POR BENZONIDAZOL N O T R A T A M E N T O D A D O E N Ç A D E C H A G A S
POLINEUROPATIA PERIFÉRICA INDUZIDA POR BENZONIDAZOL N O T R A T A M E N T O D A D O E N Ç A D E C H A G A S CARLOS ROBERTO DEFARIA * SEBASTIÃO EURICO DE MELO-SOUZA ** ANIS RASSI ** Vários estudos neurofisiológicos
BIOPSIA MUSCULAR EM MIASTENIA GRAVE
BIOPSIA MUSCULAR EM MIASTENIA GRAVE ESTUDO HISTOQUÍMICO Ε MORFOMÉTRICO DE 4 CASOS JOÃO NORBERTO STAVALE * MARIA JOSÉ CAVALIERE** SONIA MARIA GAGIOTI ** AÇUCENA ATALLA ** JOÃO GUIDUGLI NETO*** Miastenia
POLINEUROPATIA URÊMICA
POLINEUROPATIA URÊMICA ESTUDO DO LIMIAR DE PERCEPÇÃO VIBRATÓRIA EM 19 PACIENTES LINEU CESAR WERNECK * ADYR SOARES MULINARI ** AUGUSTO LAFFITTE *** LUIZ JOSÉ BORO KESIKOWSKI **** A fim de conseguir um parâmetro
REGISTRO DE CASOS ATROFIA MUSCULAR PROXIMAL FAMILIAR
REGISTRO DE CASOS ATROFIA MUSCULAR PROXIMAL FAMILIAR JOSÉ ANTONIO LEVY * EHRENFRIED OTHMAR WITTIG ** Enquanto a distrofia muscular progressiva caracteriza-se, na grande maioria dos casos, pelo predomínio
PARÉSIA MONOMÉLICA COMPLICAÇÃO RARA E GRAVE
Reunião do Núcleo de Acessos Vasculares SPACV - 2014 Mª TERESA VIEIRA Cirurgia Vascular CHLN Isquémia distal complicação conhecida da cirurgia dos acessos Incidência varia de 1 a 6% Sintomas variam desde
Amiotrofias Espinhais Progressivas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Curso de Graduação em Enfermagem Liga de Enfermagem em Neurologia Amiotrofias Espinhais Progressivas Av. Pará n 1720, Bloco 2A sala 2A 01 Campus Umuarama CEP: 38400-902
Neuropatias periféricas. Dra. Marta Regina Clivati
Neuropatias periféricas Dra. Marta Regina Clivati Introdução O SNP é constituído por todos os componentes nervosos que se localizam fora do SNC. São seus componentes os nervos cranianos, com exceção do
Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta?
Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta? Profa Dra Eliana Marisa Ganem CET/SBA do Depto. de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP BNP - 50.233 lesão neurológica - 12
MIOPATIAS EMERGENTES DO MÚSCULO Pectoralis major DE FRANGOS
MIOPATIAS EMERGENTES DO MÚSCULO Pectoralis major DE FRANGOS Vanessa Herrmann 1 ; Ana Cláudia Junges 1 ; Tatiane Camacho Mendes 2 ; Patricia Diniz Ebling 3 Palavras chaves: Células satélites, White Striping
Estudo dirigido ELETRONEUROMIOGRAFIA Prof Vitor Tumas Prof Wilson Marques Jr
Estudo dirigido ELETRONEUROMIOGRAFIA Prof Vitor Tumas Prof Wilson Marques Jr A eletroneuromiografia (ENMG) é um exame complementar fundamental para a avaliação das doenças neuromusculares, ou seja, o exame
Exercícios de Coordenação Nervosa
Exercícios de Coordenação Nervosa 1. Observe a estrutura do neurônio abaixo e marque a alternativa correta: Esquema simplificado de um neurônio a) A estrutura indicada pelo número 1 é o axônio. b) A estrutura
FORMA TUMORAL DA CISTICERCOSE CEREBRAL
FORMA TUMORAL DA CISTICERCOSE CEREBRAL DIAGNOSTICO PELA TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA MILTON Κ. SHIBΑΤΑ * EDUARDO BIANCO* FERNANDO ALVES MOREIRA ** GILBERTO MACHADO DE ALMEIDA *** Na tomografia computadorizada
POLINEUROPATIA DEVIDA AO ÓXIDO DE ETILENO
POLINEUROPATIA DEVIDA AO ÓXIDO DE ETILENO REGISTRO DE CASO COM ESTUDO CLÍNICO, ELETROFISIOLÓGICO E HISTOPATOLÓGICO MARCOS R. G. DE FREITAS * OSVALDO J. M. NASCIMENTO ** LEILA CHIMELLI *** RESUMO Os autores
Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Preventiva Disciplina Saúde e Trabalho
Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina Departamento de Medicina Preventiva Disciplina Saúde e Trabalho Neurotoxicologia Local de ação e tipo de lesões causadas nas intoxicações por substâncias
Classificação e Características do Tecido Nervoso
Classificação e Características do Tecido Nervoso CARACTERÍSTICAS GERAIS TRANSMISSÃO DE IMPULSOS NERVOSOS RELAÇÃO DIRETA COM O SISTEMA ENDÓCRINO Organização do Sistema Nervoso Humano Divisão Partes Funções
UNIDADE 1 Seção 4. HISTOLOGIA SISTEMA NERVOSO
UNIDADE 1 Seção 4. HISTOLOGIA SISTEMA NERVOSO Objetivos da aprendizagem Criar condições didático pedagógicas para que os alunos desenvolvam seus conhecimentos com relação: - Estruturas e funções do cérebro,
COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA: UMA REVISÃO DE LITERATURA
Rev Bras Neurol. 53(3):5-13, 2017 COMPLICAÇÕES NEUROLÓGICAS PÓS-CIRURGIA BARIÁTRICA: UMA REVISÃO DE LITERATURA NEUROLOGICAL COMPLICATIONS POST-BARIATRIC SURGERY: A REVIEW OF THE LITERATURE Joana Carvalho
FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO
FISIOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO HUMANO Controle do funcionamento do ser humano através de impulsos elétricos Prof. César Lima 1 Sistema Nervoso Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e
André Luís Montillo UVA
André Luís Montillo UVA Definição: É uma doença sistêmica de origem desconhecida que determina alteração no Processo de Remodelação Óssea. É determinada por osteoclastos anormais que aceleram o remodelamento
VALORES DO ENXOFRE, COBRE E MAGNÉSIO NO SORO SANGUÍNEO E NO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NOS TRAUMATISMOS CRÂNIO-ENCEFÁLICOS RECENTES
VALORES DO ENXOFRE, COBRE E MAGNÉSIO NO SORO SANGUÍNEO E NO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NOS TRAUMATISMOS CRÂNIO-ENCEFÁLICOS RECENTES DARCY DE FREITAS VELLUTINI*; FRANCISCO BASTOS DE JORGE** O metabolismo do
IV - SISTEMA NERVOSO
Capítulo 3: Parte 1 1 IV - SISTEMA NERVOSO HISTOFISIOLOGIA DAS CÉLULAS NERVOSAS INTRODUÇÃO A capacidade de um organismo sobreviver e se manter em equilíbrio depende de sua habilidade em responder à variações
PROTEINOGRAMA DO LÍQÜIDO CEFALORRAQUIDIANO NA LEPRA
PROTEINOGRAMA DO LÍQÜIDO CEFALORRAQUIDIANO NA LEPRA A. SPINA-FRANÇA * WILSON BROTTO ** O acometimento do sistema nervoso na lepra não costuma ser acompanhado de modificações do quadro liquórico. Ocasionalmente
Tecido Muscular e Tecido Nervoso
Tecido Muscular e Tecido Nervoso Objetivos da aula: os estudantes deverão ser capazes de... descrever a estrutura e função do tecido muscular comparar e distinguir as características de contração e morfologia
HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO
HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO https://www.youtube.com/watch?v=nvd1xbnamou Classificação SNC corpos celulares dos neurônios (substância cinzenta) prolongamentos (substância branca) SNP Nervos sensitivos (aferentes)
Cap. 8: A arquitetura corporal dos animais. Equipe de Biologia
Cap. 8: A arquitetura corporal dos animais Equipe de Biologia Histologia Estuda os tecidos orgânicos. Tecido: Agrupamento de células com as mesmas características e função. Além de suas próprias células,
HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO
HISTOLOGIA TECIDO NERVOSO Classificação SNC corpos celulares dos neurônios (substância cinzenta) prolongamentos (substância branca) SNP Nervos sensitivos (aferentes) Entrada Saída Nervos cranianos e nervos
Introdução a Histologia. Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur
Introdução a Histologia Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur O QUE É HISTOLOGIA? A histologia é o estudo da estrutura do material biológico e das maneiras como os componentes individuais
ESCLEROSE MÚLTIPLA. Prof. Fernando Ramos Gonçalves
ESCLEROSE MÚLTIPLA Prof. Fernando Ramos Gonçalves Unidade anatômica e funcional do SNC ESCLEROSE MÚLTIPLA Sinonímia: Esclerose em placas Esclerose insular Esclerose disseminada Conceito É uma doença crônica,
ESTUDO DA FREQÜÊNCIA DE PARASITAS E DE OVOS NAS CAVIDADES APENDICULARES DAS APENDICITES AGUDAS *
ESTUDO DA FREQÜÊNCIA DE PARASITAS E DE OVOS NAS CAVIDADES APENDICULARES DAS APENDICITES AGUDAS * DAOIZ MENDOZA** HENRI CHAPLIN RIVOIRE*** MARCELO DORNELES DE SOUSA**** RESUMO Os autores fizeram um estudo
TECIDO NERVOSO JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, p.
Figura 1: Neurônio motor. Fonte: Histologia Básica, Texto e Atlas 12º Edição Junqueira e Carneiro. @historep TECIDO NERVOSO JUNQUEIRA, L.C.U. & CARNEIRO, J. Histologia Básica. 11ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
NEUROPATIAS PERIFÉRICAS
NEUROPATIAS PERIFÉRICAS Definição Anatômica do SNP 1. Presença da célula de Schwann 2. Matriz característica, com colageno Definição Anatômica do SNP Estruturas Envolvidas raízes dos nervos espinhais gânglio
Introdução à Histologia e Técnicas Histológicas. Prof. Cristiane Oliveira
Introdução à Histologia e Técnicas Histológicas Prof. Cristiane Oliveira Visão Geral Corpo humano organizado em 4 tecidos básicos: Epitelial Conjuntivo Muscular Nervoso Visão Geral - Tecidos consistem
MIOPATIA DO "CORE CENTRAL"
MIOPATIA DO "CORE CENTRAL" RELATO DE UM CASO LINEU CESAR WERNECK * CARLOS EDUARDO SILVADO ** Em 1956, Shy e Magee descreveram "uma nova miopatia congênita, não progressiva", de caráter familiar, na qual
Fonte: Anatomia Humana 5 edição: Johannes W. Rohen
Prof. Bruno Pires MORFOLOGIA Divisões: Sistema Nervoso Central: formado por encéfalo e medula espinhal Encéfalo: Massa de tecido nervoso presente na região do crânio. Composta por tronco encefálico, cérebro
BIOLOGIA. Identidade do Seres Vivos. Sistema Nervoso Humano Parte 2. Prof. ª Daniele Duó
BIOLOGIA Identidade do Seres Vivos Parte 2 Prof. ª Daniele Duó Função: ajustar o organismo animal ao ambiente. Perceber e identificar as condições ambientais externas e as condições internas do organismo.
Hidroclorotiazida. Diurético - tiazídico.
Hidroclorotiazida Diurético - tiazídico Índice 1. Definição 2. Indicação 3. Posologia 4. Contraindicação 5. Interação medicamentosa 1. Definição A Hidroclorotiazida age diretamente sobre os rins atuando
TECIDO NERVOSO. Substância cinzenta
TECIDO NERVOSO 1. Observação de neurônios e de células da glia Material: cérebro Técnica: Impregnação argêntica Substância cinzenta Observação com aumento total de 100x: Com este aumento é possível observar
Doenças Adquiridas do Neurônio Motor. Msc. Roberpaulo Anacleto
Doenças Adquiridas do Neurônio Motor Msc. Roberpaulo Anacleto ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA Unidade motora: Esclerose Lateral Amiotrófica Doença degenerativa e progressiva, afetando os neurônios motores
A esclerose múltipla é uma das doenças mais comuns do SNC (sistema nervoso central: cérebro e medula espinhal) em adultos jovens.
CLAUDIA WITZEL A esclerose múltipla é uma das doenças mais comuns do SNC (sistema nervoso central: cérebro e medula espinhal) em adultos jovens. De causa ainda desconhecida, foi descrita inicialmente em
Neurônio. Neurônio 15/08/2017 TECIDO NERVOSO. corpo celular, dendrito e axônio
TECIDO NERVOSO Neurônio corpo celular, dendrito e axônio Neurônio Corpos celulares (pericário) se concentram no Sistema Nervoso Central (encéfalo e medula) e em pequenas concentrações ao longo do corpo
Estrutura e Função dos Nervos Periféricos
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função dos Nervos Periféricos Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos
DOENÇAS DESMIELINIZANTES
1ª Jornada de Neurociências da PUC DOENÇAS DESMIELINIZANTES MIRELLA FAZZITO Neurologista Hospital Sírio Libanês Bainha de mielina : conjunto de células que envolvem o axônio. Tem por função a proteção
ATLAS DE HISTOLOGIA TECIDUAL - MÓDULO II. Sandra Iara Lopes Seixas Terezinha J. Sirotheau-Corrêa
ATLAS DE HISTOLOGIA TECIDUAL - MÓDULO II Sandra Iara Lopes Seixas Terezinha J. Sirotheau-Corrêa ATLAS DE HISTOLOGIA TECIDUAL MÓDULO II Sandra Iara Lopes Seixas Professora Adjunto do Departamento de Morfologia
FRAQUEZA MUSCULAR. Diagnóstico
FRAQUEZA MUSCULAR Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira A fraqueza muscular é um problema comum, mas, freqüentemente, tem significados diferentes
ANATOMIA DO ENVELHECIMENTO
ANATOMIA DO ENVELHECIMENTO INTRODUÇÃO Conhecimento das peculiaridades anatômicas do envelhecimento FUNDAMENTAL. Diferenciar os efeitos naturais deste processo (senescência) das alterações produzidas pelas
UNIPAC. Universidade Presidente Antônio Carlos. Faculdade de Medicina de Juiz de Fora PATOLOGIA GERAL. Prof. Dr. Pietro Mainenti
UNIPAC Universidade Presidente Antônio Carlos Faculdade de Medicina de Juiz de Fora PATOLOGIA GERAL Prof. Dr. Pietro Mainenti Disciplina: Patologia Geral I II V conceitos básicos alterações celulares e
Demonstração de efeito citopático induzido por alguns vírus em células cultivadas "in vitro" e de corpúsculos de inclusão em tecido infectado
Demonstração de efeito citopático induzido por alguns vírus em células cultivadas "in vitro" e de corpúsculos de inclusão em tecido infectado As alterações morfológicas que ocorrem quando células em cultura
FORMAÇÃO, ESTRUTURA E FUNÇÃO DA MIELINA
FORMAÇÃO, ESTRUTURA E FUNÇÃO DA MIELINA DOENÇAS DESMIELINIZANTES JOÃO FERREIRA SISTEMA NERVOSO Central Sistema Nervoso Periférico Cérebro Espinal Medula Nervos Gânglios Nervosos Subst. Cinzenta Motor Subst.
VARIAÇÕES FISIOLÓGICAS DA PRESSÃO DO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NA CISTERNA MAGNA
VARIAÇÕES FISIOLÓGICAS DA PRESSÃO DO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NA CISTERNA MAGNA A. SPINA-FRANÇA * A pressão normal do líquido cefalorraqueano (LCR) ao nível do fundo de saco lombar varia entre 7 e 18 cm
Tecido Nervoso. Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur
Tecido Nervoso Profa. Dra. Constance Oliver Profa. Dra. Maria Célia Jamur FUNÇÃO DO SISTEMA NERVOSO O Sistema Nervoso tem a capacidade de receber, transmitir, elaborar e armazenar informações. Os neurônios
Sistema Nervoso Somático ou voluntário
Sistema Nervoso periférico Divisão e organização Constituintes Função Prof. A.Carlos Centro de Imagens e Física Médica - FMRP Aferente Nervos, raízes e gânglios da raiz dorsal SNP Somático Sistema nervoso
Generalidades e Classificação do Sistema Nervoso
FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Generalidades e Classificação do Sistema Nervoso Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Sistema
Sistema Nervoso Central - SNC Sistema Nervoso Central Quem é o nosso SNC?
Sistema Nervoso Central - SNC Sistema Nervoso Central Quem é o nosso SNC? 1 Divisão funcional do SN SNC Encéfalo Medula espinhal 2 Composição do sistema nervoso central HEMISFÉRIOS CEREBRAIS O Encéfalo
e38 CAPÍTULO Atlas de Biópsias Hepáticas CAPÍTULO e38 Atlas de Biópsias Hepáticas Jules L. Dienstag Atul K. Bhan 38-1
CAPÍTULO e38 Jules L. Dienstag Atul K. Bhan CAPÍTULO e38 Figura e38.1 Hepatite aguda com inflamação lobular e turgência hepatocelular (H&E, ampliado 10x). Embora as características laboratoriais e clínicas
Esclerose Múltipla. Prof. Douglas Monteiro Disciplina: Fisiopatologia Clínica em Neurologia
Esclerose Múltipla Prof. Douglas Monteiro Disciplina: Fisiopatologia Clínica em Neurologia Esclerose Múltipla Doença crônica, desmielinizante do SNC, geralmente incapacitante Jean Charcot, 1868 Tríade
Imagem 1 Corpos de Lafora em biópsia axilar corados com Hematoxilina e Eosina (esquerda) e PAS (direita). Fonte: Gökdemir et al, 2012.
Introdução A doença de Lafora (DL) é a forma mais comum de epilepsia mioclônica progressiva na adolescência. Trata-se de uma doença autossômica recessiva, causada por mutações em genes do metabolismo do
Fisiologia Animal. Sistema Nervoso. Professor: Fernando Stuchi
Fisiologia Animal Sistema Nervoso Professor: Fernando Stuchi Sistema Nervoso Exclusivo dos animais, vale-se de mensagens elétricas que caminham pelos nervos mais rapidamente que os hormônios pelo sangue.
GENE PYGM E INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO: A DOENÇA DE ARMAZENAMENTO DO GLICOGÊNIO TIPO V
GENE PYGM E INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO: A DOENÇA DE ARMAZENAMENTO DO GLICOGÊNIO TIPO V Anderson Márcio Azevedo Raia¹, Arthur Wagner da Silva Rodrigues²; Eliete Samara Batista dos Santos³; Marina Gonçalves
PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS. Prof. Archangelo P. Fernandes
PROCESSOS PATOLÓGICOS GERAIS Prof. Archangelo P. Fernandes www.profbio.com.br Aula 1: Conceitos gerais para o estudo de Patologia. Grego: pathos = sofrimento e logos = estudo Investigação das causas das
TECIDO NERVOSO. Detectar, transmitir e processar as informações geradas por estímulos sensoriais do ambiente interno e externo
TECIDO NERVOSO TECIDO NERVOSO Detectar, transmitir e processar as informações geradas por estímulos sensoriais do ambiente interno e externo Coordenação das funções dos órgãos especializados SN somático
Unidade I Neurociência básica. Divisão do sistema nervoso: Citologia e histologia.
Unidade I Neurociência básica. Divisão do sistema nervoso: Citologia e histologia. Prof a : Norma M. S. Franco Organizador: André Mendonça I - Divisão anatômica do Sistema Nervoso. Cérebro Telencéfalo
NEUROPATIAS PERIFÉRICAS. Amilton Antunes Barreira Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Divisão de Neurologia
NEUROPATIAS PERIFÉRICAS Amilton Antunes Barreira Departamento de Neurociências e Ciências do Comportamento Divisão de Neurologia 1 Sistema Nervoso Periférico 2 Prevalência e incidência de neuropatias periféricas
SISTEMA NERVOSO. Professor: Msc. Fabrício de Melo Garcia Siga-me: Proffabriciog (Twitter)
SISTEMA NERVOSO Professor: Msc. Fabrício de Melo Garcia www.cienciadasaude.com.br [email protected] Siga-me: Proffabriciog (Twitter) Sistema Nervoso - Funções Receber informações do meio interno
BIOMARCADORES EM PEIXES E SUA APLICAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE RECURSOS HIDRICOS MORFOLOGIA DE BRÂNQUIAS
BIOMARCADORES EM PEIXES E SUA APLICAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE RECURSOS HIDRICOS MORFOLOGIA DE BRÂNQUIAS Profa Dra Carmem S. Fontanetti Christofoletti ([email protected]) Depto de Biologia IB/UNESP/RC BRÂNQUIAS
2.8. Sistema Nervoso e Sistema Hormonal
Ciências Naturais 9º ano Unidade 2 Organismo humano em equilíbrio Funções dos sistemas nervoso e hormonal Sistema Nervoso Sistema Hormonal Impulsos Nervosos Hormonas Asseguram a coordenação dos diferentes
TECIDO NERVOSO - Neurônios
TECIDO NERVOSO - Neurônios São células que se comunicam entre si ou com células musculares e secretoras através de linguagem elétrica (impulsos nervosos). A maioria dos neurônios possui três regiões: corpo
LEUCODISTROFIA METACROMATICA
LEUCODISTROFIA METACROMATICA REGISTRO DE UM CASO OSVALDO J. M. NASCIMENTO * MARCOS R. G. FREITAS* ALEXANDRE A. ALENCAR ** BERNARDO Η. N. COUTO *** Embora seja uma afecção relativamente rara a leucodistrofia
Efeitos do Mercúrio na Saúde
III Seminário Hospitais Saudáveis SHS 2010 São Paulo, Novembro de 2010 Efeitos do Mercúrio na Saúde Heloisa Pacheco Profa. Adjunta Faculdade de Medicina/UFRJ Neurotoxicologia [email protected]
Embriologia e Histologia Animal I
Embriologia e Histologia Animal I Professora: Daniela Brum Embriologia FASE DIVISÃO INICIAL: multiplicação céls indiferenciadas FASE EMBRIONÁRIA: rápido crescimento e diferenciação para formação tecidos,
Tronco Encefálio e Formação Reticular. Msc. Roberpaulo Anacleto
Tronco Encefálio e Formação Reticular Msc. Roberpaulo Anacleto TRONCO ENCEFÁLICO -Área do encéfalo que estende-se desde a medula espinhal até o diencéfalo TRONCO ENCEFÁLICO = BULBO + PONTE + MESENCÉFALO
TRATAMENTO DAS AMIOTROFIAS LEPRÓTICAS PELA VITAMINA E. *) NOTA PRÉVIA
TRATAMENTO DAS AMIOTROFIAS LEPRÓTICAS PELA VITAMINA E. *) NOTA PRÉVIA VICTAL MORAES SARMENTO **) Após termos lido o trabalho de O. SIGALL sôbre o tratamento das amiotrofias lepróticas com a Vitamina E,
- Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90
INTRODUÇÃO - Descrito na década de 70, mas com aumento constante na incidência desde os anos 90 - Caracterizada pela infiltração de eosinófilos na mucosa esofágica - Pode ser isolada ou como manifestação
FISIOLOGIA VETERINÁRIA I CONTROLE CENTRAL DA FUNÇÃO MOTORA. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ Prof. Maria Amélia Fernandes Figueiredo
FISIOLOGIA VETERINÁRIA I CONTROLE CENTRAL DA FUNÇÃO MOTORA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ Prof. Maria Amélia Fernandes Figueiredo INTRODUÇÃO Motricidade: movimento intencional x tônus postural CÓRTEX
PROGRAMA DE DISCIPLINA
Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,
INTRODUÇÃO LESÃO RENAL AGUDA
INTRODUÇÃO Pacientes em tratamento imunossupressor com inibidores de calcineurina estão sob risco elevado de desenvolvimento de lesão, tanto aguda quanto crônica. A manifestação da injuria renal pode se
Imagem da Semana: Ressonância Magnética (RM)
Imagem da Semana: Ressonância Magnética (RM) Imagem 01. Ressonância magnética (RM) de crânio ponderada em FLAIR, corte sagital. Imagem 02. RM de crânio ponderada em T1, corte axial. Imagem 03. RM de crânio
INTRODUÇÃO À PATOLOGIA GERAL
Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem 3 o Período Disciplina: Patologia Geral INTRODUÇÃO À PATOLOGIA GERAL Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2014 DISCIPLINA DE
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DISCIPLINA DE HISTOLOGIA. Tecido Nervoso. Profa. Dra. Virgínia Oliveira Crema
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DISCIPLINA DE HISTOLOGIA Tecido Nervoso Profa. Dra. Virgínia Oliveira Crema 1o Semestre 2008 CONSTITUIÇÃO - neurônios - células neurogliais - matriz extracelular (fibronectina,
Técnico de Laboratório Biomedicina. Laboratório Anatomia Patológica
Técnico de Laboratório Biomedicina Laboratório Anatomia Patológica Caderno de Questões Prova Objetiva 2015 01 No método utilizado para demonstrar a presença de elementos infecciosos, filamentos conjuntivos,
21/03/2016. NEURÓGLIA (Células da Glia) arredondadas, possuem mitose e fazem suporte nutricional aos neurônios.
NEURÓGLIA (Células da Glia) arredondadas, possuem mitose e fazem suporte nutricional aos neurônios. 1 NEURÔNIO responsável pela condução impulso nervoso, possibilitando a execução de ações e promoção da
TECIDO NERVOSO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS?
TECIDO NERVOSO TECIDO NERVOSO QUAIS SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS? Alto grau de comunicação: células nervosas são capazes de transmitir informações entre células distantes no corpo; Forma o sistema nervoso,
PS 31 PROFISSIONAL ASSISTENCIAL III (Profissional de Histologia) Pág. 1
Pág. 1 HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE EDITAL N.º 02/2012 DE PROCESSOS SELETIVOS GABARITO APÓS RECURSOS PROCESSO SELETIVO 31 PROFISSIONAL ASSISTENCIAL III (Profissional de Histologia) 01. D 11. ANULADA
Tecidos nervoso e muscular. Capítulos 9 e 10 Histologia Básica Junqueira e Carneiro
Tecidos nervoso e muscular Capítulos 9 e 10 Histologia Básica Junqueira e Carneiro Tecido nervoso Divisão anatômica do sistema nervoso central e periférico Neurônios Corpo celular- Contêm uma massa de
Tema B TECIDO CONJUNTIVO
Tema B TECIDO CONJUNTIVO 1 Características gerais 2 Características dos principais tipos de tecido conjuntivo 2.1 Tecido conjuntivo propriamente dito 2.1.1 Laxo 2.1.2 Denso: modulado e não modulado 2.2
