ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

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1 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA EM T.S.D. DOTADA DE DRENAGEM SUPERFICIAL E PROFUNDA DE RUAS E AVENIDAS DO MUNICÍPIO DE ALTA FLORESTA D OESTE -RO I- FINALIDADE II- DISPOSIÇÕES GERAIS OBJETO DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA REGIME DE EXECUÇÃO PRAZO ABREVIATURAS DOCUMENTOS COMPLEMENTARES MATERIAIS MÃO-DE-OBRA E ADMINISTRAÇÃO DA OBRA RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA PROJETOS DIVERGÊNCIAS CANTEIRO DE OBRA E LIMPEZA III- ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS 1.0. SERVIÇOS PRELIMINARES 2.0. TERRRAPLANAGEM 3.0. PAVIMENTAÇÃO 4.0. OBRAS COMPLEMENTARES 5.0. DRENAGEM 6.0. GALERIA 7.0. PROTEÇÃO AMBIENTAL ENTREGA DA OBRA PRESCRIÇÕES DIVERSAS

2 I - FINALIDADE O presente memorial descritivo tem por finalidade descrever e detalhar as etapas de implantação, no que se refere aos materiais a serem empregados e nas técnicas a ser utilizada para execução de Pavimentação Asfáltica em T.S.D. dotada de drenagem superficial e profunda em ruas e avenidas do município de Alta Floresta D oeste-ro. II - DISPOSIÇÕES GERAIS As LICITANTES deverão fazer um reconhecimento no local da obra antes da apresentação das propostas, afim de tomar conhecimento da situação atual das instalações, da extensão dos serviços a serem executados, das dificuldades que poderão sugir no decorrer da obra, bem como cientificarem-se de todos os detalhes construtivos necessários a sua perfeita execução. Os aspectos que as LICITANTES julgarem duvidosos, dando margem a dupla interpretação, ou omissos nestas especificações, deverão ser apresentados à FISCALIZAÇÃO através de fax e elucidados antes da Licitação da obra. Após esta fase, qualquer duvida poderá ser interpretada apenas pela FISCALIZAÇÃO, não cabendo qualquer recurso ou reclamação, mesmo que isso venha a acarretar acréscimo de serviços não previstos no orçamento apresentado por ocasião da Licitação. OBJETO: O objeto destas especificações é a obra de Pavimentação Asfáltica em T.S.D. dotada de drenagem superficial e profunda em ruas e avenidas do município de Alta Floresta D oeste-ro. DESCRIÇÃO SUCINTA: A obra consistirá na construção de pavimentação em TSD (Tratamento Superficial Duplo) em uma área total de 5.252,93 m² e extensão de 736,61 implantando as seguintes características principais: serviço preliminares contemplando( placa da obra, barracão e Serviço topográficos), terraplenagem contemplando (escavação, Carga e descarga, transporte), pavimentação contemplando (regularização, escavação jazida, Base, carga, transporte, pintura, imprimação, TSD, transporte brita, transporte Asfalto Diluido CM-30, transporte de Emulsão Asfáltica RR-2C e capa selante ), obras complementares contemplando (Meio-fio c/ sarjeta executado com extrusora), Drenagem e galeria(bstc e BDCC). Todas as informações relativas aos serviços, execução, Normas e gerenciamento das

3 obras de implantação da referida pavimentação, estão detalhadas a seguir. Independente de transcrição prevalece para todos os serviços listados a seguir as prescrições da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e na ausência desta, disposições de Normas específicas. REGIME DE EXECUÇÃO Empreitada por preço global. PRAZO DA EXECUÇÃO O prazo para execução da obra será de 180 (Cento e Oitenta) dias corridos, contando a partir da data de emissão da respectiva Ordem de Serviço e/ou assinatura do contrato, devendo a CONTRATADA submeter à aprovação da Prefeitura Municipal a sua proposta de cronograma fisico-financeiro para a execução da obra. ABREVIATURAS No texto destas especificações técnicas serão usadas, além de outras consagradas pelo uso, as seguintes abreviaturas: FISCALIZAÇÃO : Engenheiro ou preposto credenciado pela Prefeitura CONTRATADA: Firma com a qual for contratada a execução das obras ABNT: Associação Brasileira de Normas Técnicas CREA: Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Serão documentos complementares a estas especificações técnicas, independentemente de transcrição: - todas as normas da ABNT relativas ao objeto destas especificações técnicas; - as normas do CREA/RO. MATERIAIS Todos os materiais necessários serão fornecidos pela CONTRATADA. Deverão ser de primeira qualidade e obedecer às normas técnicas específicas. As marcas citadas nestas especificações constituem apenas referência, admitindo-se outras previamente aprovadas pela FISCALIZAÇÃO. CONDIÇÕES DE SIMILARIDADE Os materiais especificados poderão ser substituídos, mediante consulta prévia à

4 FISCALIZAÇÃO, por outros similares, desde que possuam as seguintes condições de similaridade em relação ao substituído: qualidade reconhecida ou testada, equivalência técnica (tipo, função, resistência, estética e apresentação) e mesma ordem de grandeza de preço. MÃO-DE-OBRA E ADMINISTRAÇÃO DA OBRA A CONTRATADA deverá empregar somente mão-de-obra qualificada na execução dos diversos serviços. Cabem à CONTRATADA as despesas relativas às leis sociais, seguros, vigilância, transporte, alojamento e alimentação do pessoal, durante todo o período da obra. A CONTRATADA se obriga a fornecer a relação de pessoal e a respectiva guia de recolhimento das obrigações com o INSS. Ao final da obra, deverá ainda fornecer a seguinte documentação relativa à obra: - Certidão Negativa de Débitos com o INSS; - Certidão de Regularidade de Situação perante o FGTS e - Certidão de Quitação do ISS referente ao contrato. RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA A CONTRATADA deverá apresentar, antes do início dos trabalhos, as ART referentes à execução da obra e aos projetos, incluindo os fornecidos pela CONTRATANTE. A guia da ART deverá ser mantida no local dos serviços. Com relação ao disposto no Art. 618 do Código Civil Brasileiro, entende-se que o prazo de 05 (cinco) anos, nele referido, é de garantia e não de prescrição. O prazo prescricional para intentar ação civil é de 10 anos, conforme Art. 205 do Código Civil Brasileiro. PROJETOS O projeto de detalhamento será fornecido pela CONTRATANTE. Se algum aspecto destas especificações estiver em desacordo com normas vigentes da ABNT, CREA e Governo Federal prevalecerão à prescrição contida nas normas desses órgãos. DIVERGÊNCIAS Em caso de divergência, salvo quando houver acordo entre as partes, será adotada a seguinte prevalência: - as normas da ABNT prevalecem sobre estas especificações técnicas e estas, sobre os projetos e caderno de encargos; - as cotas dos desenhos prevalecem sobre suas dimensões, medidas em escala; - os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala e - os desenhos de datas mais recentes prevalecem sobre os mais antigos. III - DESCRIÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS:

5 1.0 - SERVIÇOS PRELIMINARES PLACA DE OBRA EM CHAPA DE ACO GALVANIZADO ( 2,00M X 3,00M) A placa da obra de (3,00 X 2,00m) deverá obedecer padrão a ser fornecido pela fiscalização da obra, em conformidade com modelo padronizado pelo Programa Calha Norte- P.C.N BARRACAO PARA DEPOSITO EM TABUAS DE MADEIRA, COBERTURA EM FIBROCIMENTO 4 MM, INCLUSO PISO ARGAMASSA TRAÇO 1:6 (CIMENTO E AREIA) O Barracão de obra para depósito será em tabuas, com piso em argamassa de cimento/areia traço 1:6, conforme previsto em anexo. Será executado um barracão de obra com 25,00m² e madeira bruta, com telha cimento amianto. A localização será definida em comum acordo entre o PROPRIETÁRIO e a CONTRATADA. A distribuição interna dos compartimentos será estabelecida pela CONTRATADA em função da necessidade da obra. 1.3 SERVICOS TOPOGRAFICOS PARA PAVIMENTACAO, INCLUSIVE NOTA DE SERVICOS, ACOMPANHAMENTO E GREIDE Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 169/86 e ES 173/86). Será procedida a locação de todas as vias integrantes do programa. A locação compreende a execução do alinhamento com estaqueamento de 20,00m em 20,00m, nivelamento e contra-nivelamento, levantamento das seções transversais de todas as estacas e cadastro completo de todos os serviços públicos existentes. A locação será executada pelo eixo das vias, apontando-se as estacas dos cruzamentos com outras vias e destacando-se todos os pontos notáveis. Utiliza-se na execução dos serviços teodolitos, miras balizas, trenas de aço e demais acessórios complementares. Sendo os serviços executados em vias urbanas, o processo de amarração dos eixos será executado, sempre que possível, utilizando-se postes e macros existentes nos cruzamentos das vias por serem pontos sensíveis e de duração comprovada. O nivelamento e o contra-nivelamento serão executados geometricamente, com níveis e miras centimétricas, sendo a cota altimétrica verdadeira. Será adotada como tolerância admissível para os serviços de nivelamento os seguintes parâmetros:

6 a) Para os pontos nivelados e contra-nivelados, será admitido o erro de 10 metros entre as cotas obtidas; b) Tolerância para intervalos de 1,00 kg será de 20mm; e c) Para intervalos pré-determinados, o erro máximo admitido é aquele fixado pela expressão: E = 12,5 V n N = extensão em Km E = mm As seções transversais serão levantadas a nível em todas as estacas do eixo locado. As seções serão levantadas de modos a abranger os limites de Ruas, sendo cadastradas as soleiras, das casas, muros, cercas, etc. O levantamento cadastral objetiva caracterizar todos os elementos notáveis existentes, bem como os serviços públicos METODOLOGIA A partir da locação das vias e do respectivo levantamento cadastral, considerando-se a hierarquização e função viária dentro da malha urbana, definem-se seções transversais e demais características geométricas de cada rua ALINHAMENTO DAS VIAS O alinhamento das vias é retilíneo, nas concordâncias dos cruzamentos de passeios adota-se raio de 5,00m TERRAPLENAGEM Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 278/97, ES 279/97, ES 280/97, ES 281/97 E ES 282/97). 2.1-ESCAVACAO MECANICA DE MATERIAL 1A. CATEGORIA, PROVENIENTE DE CORTE DE SUBLEITO (C/TRATOR ESTEIRAS 160HP) Este item consiste no corte de material existente prevista uma espessura de 24 cm, objetivando rebaixamento do greide das vias urbanas, bem como a remoção de solos baixos, capacidade de suporte, turfas, solos orgânicos, etc. As Caixas, de escavação, serão abertas com mais 50cm para cada lado, além da largura projetada para pista de rolamento, permitindo assim a colocação de material de maior suporte (melhor CBR) e compactação de uma faixa sob e anterior ao meio-fio.

7 2.2 CARGA E DESCARGA MECANICA DE SOLO UTILIZANDO CAMINHAO BASCULANTE 5,0M3/11T E PA CARREGADEIRA SOBRE PNEUS * 105 HP * CAP. 1,72M3. (BOTA-FORA) Este item, carga e descarga consistem no carregamento no local da obra dos materiais não aproveitáveis e o descarregamento nas áreas de bota-fora previamente aprovadas pela prefeitura e, onde aplicável, nas pilhas de armazenamento ou nos lugares onde será usado como material de aterro. Os materiais não aproveitáveis para aterro deverão, após a abertura de caixa, ser removidos e espalhados nas áreas do bota-fora aprovado pela FISCALIZAÇÃO. 2.3 TRANSPORTE COMERCIAL COM CAMINHAO BASCULANTE 6 M3, RODOVIA EM LEITO NATURAL - DMT = 2,00KM (BOTA FORA) O transporte do bota-fora compreenderá atividades de transporte e descarga do material nos aterros indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 2,00 Km. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus subcontratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões. 3.0 PAVIMENTAÇÃO REGULARIZACAO E COMPACTACAO DE SUBLEITO ATE 20 CM DE ESPESSURA Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 299/97); GENERALIDADES Esta especificação se aplica a regularização do sub-leito de área á pavimentar, com terraplanagem já concluída. Regularização é a operação destinada a conformar o leito do terreno, quando necessário, transversal e longitudinais indicados no projeto. A regularização é uma operação que será executada prévia e isoladamente da execução de outra camada de pavimentação. Para execução dos serviços de regularização do sub-leito, deverá se prever a compactação da largura da pista de rolamento, afim de se compactar a base do meio-fio, evitando-se infiltração nos bordos da pista de rolamento. EXECUÇÃO Toda a vegetação e material orgânico serão removidos.

8 Após a execução de cortes e adição de material necessário para atingir o greide de projeto, proceder-se-á a uma escarificação geral na profundidade de 20 cm. Seguida de pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento. Os aterros além dos 20 cm máximos previstos serão executados de acordo com as especificações de terraplanagem. O grau de compactação deverá ser de no mínimo 100% em relação á massa especificada seca, máxima obtida no ensaio DNER ME e teor de umidade deverá ser umidade ótima de ensaio citado + /- 2% ESCAVACAO E CARGA MATERIAL 1A CATEGORIA, UTILIZANDO TRATOR DE ESTEIRAS DE 110 A 160HP COM LAMINA, PESO OPERACIONAL * 13T E PA CARREGADEIRA COM 170 HP A exploração de áreas de empréstimo deverá ser precedida de projeto completo, incluindo estradas de serviço e frentes de escavação. Os taludes das frentes de escavação deverão ter inclinação adequada para mantê-los estáveis, bem como as alturas das bancadas deverão obedecer a um limite seguro. Toda a superfície de escavação deverá ser o mais regular possível, promovendo inclinações suficientes para assegurar o escoamento de águas pluviais ou surgentes. O plano de exploração deverá ser submetido à aprovação da FISCALIZAÇÃO BASE DE SOLO ESTABILIZADO SEM MISTURA, COMPACTACAO 100% PROCTOR NORMAL, EXCLUSIVE ESCAVACAO, CARGA E TRANSPORTE DO SOLO Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 303/97); Compreende as operações de espalhamento, mistura e pulverização, umedecimento ou secagem, compactação e acabamento dos materiais importados, realizadas na pista devidamente preparada nas quantidades que permitem, após compactação atingir a espessura projetada. Os materiais de base(demais Ruas) serão explorados, preparados e de acordo com as especificações complementares. O grau de compactação deverá ser no mínimo 100% em relação a massa especificada aparente seca máxima obtida no ensaio, e o teor de umidade deverá ser a umidade ótima do ensaio +/- 2%. JAZIDAS As jazidas indicadas para a execução do pavimento será a seguinte: - Brita nº 1, onde sua aquisição será do Município de Santa Luzia D Oeste a 130 km do Município de São Miguel do Guaporé. Sendo a Britadeira mais próxima. - CASCALHEIRA

9 A jazida para material de base tem DMT = m ou 12,62 km, conforme croqui em anexo. ENSAIOS SERÃO REALIZADOS a) Determinação de massa específica aparente, in situ com espaçamento máximo de 200 m de pista, nos pontos onde serão coletadas as amostras para os ensaios de compactação. b) Ensaio de caracterização 9 limite de liquidez, limite de plasticidade e granulometria respectivamente segundo os métodos de DNER- ME44-64, ME e ME 80-64) com espaçamento máximo de 500m de pista. c) Um ensaio de compactação a cada 40m, segundo o método DNER-ME 40-64, para determinação de massa específica aparente seca sendo a ordem: bordo direito, eixo, bordo esquerdo, bordo direito, eixo, etc, a 60cm do bordo. O número ensaios de compactação poderá ser reduzido desde que se verifique a homogeneidade do material. 3.4 CARGA E DESCARGA MECANICA DE SOLO UTILIZANDO CAMINHAO BASCULANTE 5,0M3/11T E PA CARREGADEIRA SOBRE PNEUS * 105 HP * CAP. 1,72M3. (BASE) CARGA MECANIZADA DEFINIÇÃO Consiste no carregamento de material de 1ª categoria, em caminhões basculantes ou em outros equipamentos transportadores, com utilização de pás carregadeiras ou escavadeiras. O material é oriundo de cortes. Sendo materiais de boa qualidade e utilizável na obra. Este item, carga consistem no carregamento no local da obra, dos materiais de 1ª categoria. Apóes regularização, após ser espalhados nas áreas aprovada pela FISCALIZAÇÃO. Materiais Material procedente da escavação do terreno natural, geralmente, é constituído por solo, alteração de rocha, rocha ou associação destes tipos. Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte classificação: Material de 1ª categoria

10 Compreendem os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade apresentado. MÉTODO EXECUTIVO A carga será geralmente precedida pela escavação do material, e de sua deposição na praça de carregamento em condições de ser manipulado pelo equipamento de carga. As praças de carregamento deverão apresentar boas condições de conservação, circulação e manobra. No caso de valas, com remoção total de material, a carga poderá ser feita juntamente com a escavação, principalmente quando se tratar de serviço em área urbana. O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira a que fique uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra derramamento pelas bordas durante o transporte. Tratando-se de transporte em área urbana, estradas ou em locais onde haja tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do equipamento deverá ser completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se, assim, poeira e queda de material nas vias. Também em áreas urbanas, o material estocado na praça de carregamento deverá ser mantido umedecido, evitando-se poeira. DESCARGA Este item de descarga consiste no carregamento no local da obra dos materiais não aproveitáveis e o descarregamento nas áreas de bota-fora previamente aprovadas pela prefeitura e, onde aplicável, nas pilhas de armazenamento ou nos lugares onde será usado como material de aterro. Os materiais não aproveitáveis para aterro deverão, após a abertura de caixa, ser removidos e espalhados nas áreas do bota-fora aprovado pela FISCALIZAÇÃO. 3.5 TRANSPORTE COMERCIAL COM CAMINHAO BASCULANTE 6 M3, RODOVIA EM LEITO NATURAL, (JAZIDA) DMT= 12,62 KM O transporte compreenderá atividades de transporte e descarga do material nos locais indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 12,62 Km. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus sub-contratados. Deverá observar as leis de

11 segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões IMPRIMACAO DE BASE DE PAVIMENTACAO COM EMULSAO CM-30 DEFINIÇÃO Consiste na aplicação de camada de material betuminoso sobre a superfície de base granular concluída, antes da execução de um revestimento betuminoso qualquer. Tem como objetivo conferir coesão superficial, pela penetração do material betuminoso, impermeabilizar e permitir condições de aderência entre a base e o revestimento a ser executado. Materiais Os materiais a serem utilizados deverão satisfazer às especificações em vigor e ser aprovados pela Fiscalização. Os ligantes betuminosos empregados na imprimação poderão ser : Asfalto diluído, CM-30 e CM-70; Alcatrões, AP-2 a AP-6. A escolha do ligante betuminoso adequado será feita em laboratório, em função da textura do material da base. Método Executivo Após a perfeita conformação geométrica da base, será procedida a varredura da superfície, de modo a eliminar todo e qualquer material solto. Na ocasião da aplicação do ligante, a base deverá estar ligeiramente úmida, se for utilizado o CM-30. No caso de aplicação do CM-70, a base deverá estar seca. A seguir, será aplicado o ligante betuminoso adequado, na temperatura compatível com o seu tipo, na quantidade certa e da maneira mais uniforme. A temperatura de aplicação será fixada para cada tipo de ligante betuminoso, em função da relação temperatura x viscosidade, escolhendo-se a temperatura que proporcione a melhor viscosidade para espalhamento. As faixas de viscosidade recomendadas para espalhamento são: Para asfaltos diluídos de 20 a 60 segundos Saybolt-Furol ; Para alcatrões de 6 a 20 graus Engler (ASTM 1665). Deverá ser imprimada a pista inteira em um mesmo turno de trabalho e deixada, sempre que possível, fechada ao tráfego. Quando isto não for possível, trabalha-se em meia pista, executando-se a imprimação da pista adjacente, assim que a primeira for liberada ao tráfego. O

12 tempo de exposição da base imprimada ao tráfego será condicionado ao comportamento da mesma, não devendo ultrapassar 30 dias. A fim de evitar a superposição ou excesso, nos pontos inicial e final das aplicações, serão colocadas faixas de papel transversalmente na pista, de modo que o início e o término da aplicação do ligante betuminoso situe-se sobre elas. As faixas de papel serão retiradas a seguir. Qualquer falha na aplicação do ligante betuminoso deverá ser imediatamente corrigida. Equipamentos Para a varredura da superfície da base, serão usadas, de preferência, vassouras mecânicas rotativas, podendo entretanto a operação ser executada manualmente. O jato de ar comprimido poderá, também, ser usado. A distribuição do ligante deverá ser feita por carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento que permitam a aplicação do ligante betuminoso em quantidade e forma uniformes. Os carros distribuidores do ligante betuminoso, especialmente construídos para este fim, deverão ser providos de dispositivos de aquecimento, dispondo de tacômetro, calibradores e termômetros com precisão de ± 1 C, em locais de fácil observação e, ainda, possuir espargidor manual ( caneta ), para tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas. As barras de distribuição deverão ser do tipo circulação plena, com dispositivos de ajustamentos verticais e larguras variáveis, que permitam espalhamento uniforme. O depósito de ligante betuminoso, quando necessário, deverá ser equipado com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do recipiente. O depósito deverá ter uma capacidade tal que possa armazenar a quantidade de ligante betuminoso a ser aplicado em, pelo menos, um dia de trabalho. CRITÉRIOS DE CONTROLE Verificação da Qualidade do Material Recebimento Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar a obra deverá ter certificado de análise além de apresentar indicações relativas ao tipo, procedência, quantidade e distância de transporte entre a refinaria e o canteiro de serviço. Ensaios de Laboratório O ligante betuminoso deverá ser examinado em laboratório, obedecendo à metodologia de execução, devendo satisfazer às especificações em vigor. Para todo o carregamento que chegar a obra, deverão ser executados os seguintes ensaios:

13 Asfalto diluídos 01 ensaio de Viscosidade Cinemática a 60 C (P-MB 826); 01 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol a diferentes temperaturas para o estabelecimento da relação viscosidade x temperatura para cada 100t; 01 curva de viscosidade x temperatura 01 ensaio do ponto de fulgor, para cada 100t. Para alcatrões 01 ensaio de viscosidade Engler (ASTM ) para o estabelecimento da relação viscosidade x temperatura para cada 100t. Deverão ser executados ensaios de destilação para os asfaltos diluídos e alcatrões, para verificação da quantidade de solvente para cada 100t que chegar à obra. Controle da Execução Temperatura A temperatura de aplicação deverá ser a estabelecida em laboratório, para o tipo de material betuminoso em uso. A temperatura do ligante betuminoso deverá ser medida no caminhão distribuidor, imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se satisfaz o intervalo de temperatura definido pela relação viscosidade x temperatura. Os resultados de todas as medições deverão situar-se no intervalo definido pela relação viscosidade x temperatura, de acordo com as especificações de materiais aplicáveis. O ligante não poderá ser aplicado quando a temperatura ambiente estiver abaixo de 10 ºC, em dias de chuva, ou ainda, quando esta estiver iminente Taxa de Aplicação (T) A taxa de aplicação T é aquela que pode ser absorvida pela base em 24 horas, devendo ser determinada experimentalmente, no laboratório do canteiro da obra. As taxas de aplicação usuais são da ordem de 0,8 a 1,6 l/m², conforme o tipo e textura da base e do ligante betuminoso escolhido. A tolerância admitida para a taxa de aplicação do ligante betuminoso definida pelo projeto e ajustada experimentalmente no campo é de ± 0,2 l/m2. O controle da quantidade do ligante betuminoso aplicado poderá ser obtido pela pesagem do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação do material betuminoso. Outra verificação adicional poderá ser feita com a utilização de régua graduada para medida da quantidade de ligante existente no tanque do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação na pista.

14 Poderá ser efetuado controle estatístico, aleatoriamente, mediante a colocação de bandejas, de peso e área conhecidos na pista onde estiver sendo feita a aplicação. Após a passagem do carro distribuidor, as bandejas serão pesadas, obtendo-se a quantidade de ligante betuminoso e obtendo-se a taxa de aplicação (T) através de cálculo. Para trechos de imprimação de extensão limitada ou com necessidade de liberação imediata, com área de no máximo m2, deverão ser feitas, no mínimo, 5 determinações para controle. Nos demais casos, para segmentos com área superior a m² e inferior a m², será definido pela Contratada o número de determinações em função do risco a ser assumido de se rejeitar um serviço de boa qualidade, conforme a tabela seguinte: TABELA DA AMOSTRAGEM VARIÁVEL n k 1,55 1,41 1,36 1,31 1,25 1,21 1,16 1,13 1,11 1,10 1,08 1,06 1,04 1,01 0,45 0,35 0,30 0,25 0,19 0,15 0,10 0,08 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01 n=nº de amostras k= coeficiente multiplicador = risco da contratada Tabela 01. Os resultados da Taxa de Aplicação (T) serão analisados estatisticamente e aceitos nas condições seguintes: X - ks < valor mínimo admitido ou X + ks > valor máximo admitido Þ rejeita-se o serviço X - ks ³ valor mínimo admitido e X + ks valor máximo admitido Þ aceita-se o serviço Sendo: Onde: X i - valores individuais. X - média da amostra. s - desvio padrão da amostra. k - coeficiente tabelado em função do número de determinações. n - número de determinações. Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos. Os resultados do controle estatístico serão registrados em relatórios periódicos de acompanhamento. Manejo Ambiental

15 A preservação do meio ambiente nos serviços de execução da imprimação envolve o estoque e aplicação de ligante betuminoso. Devem ser adotados os seguintes cuidados : Evitar a instalação de depósitos de ligante betuminoso próxima a cursos d água. Impedir o refugo de materiais já utilizados na faixa de domínio e áreas adjacentes, ou qualquer outro lugar onde possa haver prejuízo ambiental. Na desmobilização desta atividade, remover os depósitos de ligante e efetuar a limpeza do canteiro de obras, recompondo a área afetada pelas atividades da construção. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO Os serviços aceitos serão medidos de acordo com o seguinte critério: A execução da imprimação será medida através da área efetivamente imprimada, em metros quadrados, de acordo com a seção transversal do projeto e verificando-se a Taxa de Aplicação de acordo com o tipo de ligante utilizado. Estão incluídas no preço da imprimação todas as operações necessárias à sua execução, abrangendo, armazenamento e transporte dentro do canteiro (dos tanques de estocagem à pista), sua aplicação, além da varredura, limpeza da pista e correção de eventuais falhas. O ligante betuminoso utilizado será pago separadamente, em item de planilha específico, sendo sua quantidade obtida através da média aritmética dos valores medidos na pista. No levantamento da quantidade utilizada será observada a tolerância admissível de ± 0,2 l/m2 em relação à Taxa de Aplicação definida em laboratório. Somente será objeto de medição a quantidade de ligante efetivamente aplicada. O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, incluindo-se toda a mão-de-obra e encargos necessários à sua execução. REFERÊNCIAS ABNT P MB 826 Determinação da viscosidade cinemática ASTM 1665/73 Alcatrão para pavimentação - viscosidade específica Engler DNER ES 306/97 Imprimação DNER EM 363/97 Asfalto diluído tipo cura média DNER EM 364/97 Alcatrões para pavimentação DNER ME 004/94 Materiais betuminosos - determinação da viscosidade Saybolt- Furol a alta temperatura DNER ME 012/94 Asfalto diluído - destilação DNER ME 148/9 Mistura betuminosa - determinação dos pontos de fulgor e de combustão( vaso aberto Cleveland) DNER PRO 277/97 Metodologia para controle estatístico de obras e serviços DNER Manual de Pavimentação, 1996

16 3.7 - TRATAMENTO SUPERFICIAL DUPLO - TSD, COM EMULSAO RR-2C DEFINIÇÃO Os tratamentos superficiais são revestimentos obtidos por aplicação separada e seqüencial de ligante betuminoso e agregado mineral de granulometria previamente especificada. O tratamento superficial será: Tratamento Superficial Duplo TSD, camada de revestimento do pavimento constituída por duas aplicações sucessivas de ligante betuminoso coberta cada uma por camada de agregado mineral. Materiais Os materiais constituintes do tratamento superficial simples são o ligante betuminoso e o agregado mineral, os quais devem satisfazer estas especificações. Ligante Betuminoso Poderão ser empregados: Cimentos asfálticos CAP-7 ou CAP-150/200; Alcatrões, tipos AP-11 e AP-12; Emulsões asfálticas, tipos RR-1C e RR-2C. Em se tratando de tratamento superficial duplo ou triplo, o uso de alcatrão ou da emulsão asfáltica somente será permitido quando forem empregados em todas as camadas do revestimento. Poderão ser usados, também, ligantes betuminosos modificados, quando indicados no projeto. Melhoradores de Adesividade Não havendo boa adesividade entre o agregado e o ligante betuminoso, deverá ser empregado um melhorador de adesividade, na quantidade fixada no projeto. Agregados O agregado será brita. Deverá constituir-se de partículas limpas, duras, resistentes, livres de torrões de argila e substâncias nocivas.

17 Não será permitida a mistura de materiais. No caso de emprego de escória britada, esta deve ter uma massa específica aparente igual ou superior a Kg/m³. Os agregados deverão apresentar as seguintes características : Desgaste Los Angeles igual ou inferior a 40 %, admitindo-se agregados com valores maiores que tenham apresentado desempenho satisfatório em utilização anterior ; Índice de forma superior a 0,5; Durabilidade, perda inferior a 12 %. Granulometria, segundo o método, obedecendo uma das faixas seguintes: Para Tratamento Superficial Duplo PENEIRAS Pol. mm. GRANULOMETRIA DOS AGREGADOS % PASSANDO, EM PESO B A 1ªou2ª 1ª Camada Camada C 1ª Camada TOLERÂNCIAS DA FAIXA DE PROJETO 1 25, ± 7 3/4 19, ± 7 1/4 12, ± 7 3/8 9, ± 7 Nº 4 4, ± 5 Nº 10 2, ± 5 Nº 200 0, ± 2 Tabela 02. Nota: a faixa B pode ser empregada como 1ª e 2ª camada. As operações para a execução da camada do Tratamento Superficial serão as seguintes: Inicialmente, será procedida uma varredura da pista imprimada, ou pintada, para eliminar todas as partículas de pó. A temperatura para aplicação do ligante betuminoso será determinada em função da relação temperatura-viscosidade. São recomendadas as seguintes faixas de viscosidades: Cimento asfáltico, 20 a 60 segundos, Saybolt-Furol. Alcatrão, 6 a 20 graus, Engler (ASTM-D 1665). Emulsões asfálticas, 20 a 100 segundos, Saybolt-Furol.

18 No caso de utilização de melhorador de adesividade, o aditivo deverá ser adicionado ao ligante betuminoso, no canteiro de obra, obrigando-se sempre à recirculação da mistura. O ligante betuminoso deverá ser aplicado de uma só vez, em toda a largura da faixa a ser tratada. Excedentes de ligante betuminoso na pista deverão ser prontamente eliminados. O material betuminoso não deverá ser aplicado em superfícies molhadas, com exceção da emulsão asfáltica, desde que não haja excesso de água na superfície. Imediatamente após a aplicação do ligante, será procedido o espalhamento da camada do agregado, na quantidade indicada no projeto. O espalhamento será realizado pelo equipamento adequado de modo a assegurar uma boa junção entre duas aplicações adjacentes. O distribuidor deverá ser ajustado e operado de modo a distribuir o material uniformemente sobre a largura projetada. Para se garantir uma cobertura uniforme a distribuição poderá ser complementada por processo manual adequado. No caso de paralisação súbita e imprevista do distribuidor de agregados, a distribuição será feita manualmente, na superfície já coberta com o material betuminoso. Qualquer excesso de agregado deverá ser removido antes da compressão. A extensão de material betuminoso aplicado deverá ficar condicionada à capacidade de cobertura imediata com agregado. A compressão do agregado será iniciada, em toda a largura da pista, imediatamente após o seu lançamento. A compressão deverá começar pelos bordos e progredir para o eixo, nos trechos em tangente. Nas curvas, a compressão deverá progredir sempre do bordo mais baixo para o bordo mais alto, sendo cada passagem do rolo recoberta, na vez subseqüente, de, pelo menos, metade de sua largura. A compressão deverá ser interrompida antes do aparecimento de sinais de esmagamento do agregado. Após a compressão da camada, obtida a fixação do agregado, será feita uma varredura leve do material solto. No caso de tratamento duplo ou triplo, a segunda e a terceira camadas serão executadas de modo idêntico à primeira. O tráfego deverá ser liberado somente após o término da compressão e de maneira controlada. Não será permitido o tráfego quando da aplicação do ligante betuminoso ou do agregado. Em caso de necessidade de abertura do trânsito antes de se completar a compressão, deverá ser feito um controle, para que os veículos não ultrapassem a velocidade de 10 Km/hora. Decorridas 24 horas do término da compressão, o trânsito deverá ser controlado, com velocidade máxima de 40 Km/hora.

19 No caso de emprego de asfalto diluído, o trecho não deverá ser aberto ao trânsito até que o material betuminoso tenha secado e que os agregados não possam mais ser arrancados pelos veículos. De 5 a 10 dias após abertura do trânsito, deverá ser feita uma varredura dos agregados não fixados pelo ligante. Equipamentos Todo equipamento, antes do início da execução do serviço, deverá atender ao recomendado nesta Especificação, fator que condicionará a emissão da ordem de serviço. Os equipamentos requeridos serão os seguintes: Carros distribuidores de material betuminoso, providos de dispositivos de aquecimento, tacômetro, calibradores e termômetros com precisão de ± 1 C, em locais de fácil acesso, e, ainda, de espargidor manual (caneta) para o tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas. As barras de distribuição deverão ser de do tipo circulação plena, com dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento do ligante, que permitam uma aplicação homogênea; Distribuidores de agregados, rebocáveis ou automotrizes, possuindo dispositivos que permitam um espalhamento homogêneo da quantidade de agregados; Rolos compressores do tipo Tandem ou de preferência, pneumáticos, autopropulsores. Os rolos compressores tipo Tandem deverão ter uma carga superior a 25 kg e inferior a 45 kg por centímetro de largura de roda. Seu peso total não deverá ser superior a 10 toneladas. Os rolos pneumáticos, autopropulsores, deverão ser dotados de pneus que permitam a calibragem de 2,46 a 8,44 kgf/cm2 e (35 a 120 psi). CRITÉRIOS DE CONTROLE Controle da Qualidade do Material Ligante Betuminoso Recebimento Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar à obra deverá apresentar certificado de análise além de trazer indicação clara da sua procedência, do tipo e quantidade do seu conteúdo e distância de transporte entre a refinaria ou fábrica e o canteiro de serviço. Ensaios de Laboratório

20 Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar a obra deverá ser submetido aos seguintes tipos de ensaios: Cimentos Asfálticos 01 ensaio de viscosidade absoluta a 60 C (ABNT MB-827) quando o asfalto for classificado por viscosidade ou 01 ensaio de penetração a 25 C quando o asfalto for classificado por penetração; 01 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol ; 01 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol a diferentes temperaturas para o estabelecimento da relação viscosidade x temperatura, para cada 100 t; 01 curva de viscosidade x temperatura; 01 ensaio de ponto de fulgor; 01 ensaio de espuma; 01 índice de susceptibilidade térmica determinado pelo ensaio de penetração, ensaio de ponto de amolecimento (ABNT NBR-6568); 01 índice Pfeiffer, para cada 500 t. Alcatrões 01 ensaio de flutuação (ASTM-D 139); 01 ensaio de viscosidade Engler (ASTM-D 1665) para o estabelecimento da relação temperatura x viscosidade para cada 100 t; 01 ensaio de destilação (ASTM-D 20) para cada 100 t. Emulsões Asfálticas 01 ensaio de viscosidade Saybolt-Furol ; 01 ensaio de resíduo por evaporação (ABNT NBR- 6568); 01 ensaio de peneiramento ; 01 ensaio de desemusibilidade para cada 100 t; 01 curva de viscosidade x temperatura quando a emulsão utilizada for a RR-2C. Agregados Controle de qualidade dos agregados constará das seguintes verificações: 02 análises granulométricas para cada jornada de trabalho com amostras coletadas de uma maneira aleatória; 01 ensaio de desgaste Los Angeles, por mês, ou

21 quando houver variação da natureza do material; 01 ensaio de densidade, para cada 900m³; 01 ensaio de adesividade, para todo carregamento de ligante betuminoso que chegar à obra e sempre que houver variação da natureza do material. Melhorador de Adesividade O controle do melhorador de adesividade constará das seguintes verificações: 01 ensaio de adesividade, toda vez que o aditivo for incorporado ao ligante betuminoso (DNER-ME 078); 01 ensaio de adesividade, para todo o asfalto aditivado antes de sua aplicação. Controle da Execução Temperatura A temperatura de aplicação deverá ser aquela especificada em laboratório para o tipo de material betuminoso a ser utilizado. A temperatura de aplicação do ligante betuminoso deverá ser medida no caminhão distribuidor, imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se satisfaz o intervalo definido pela relação viscosidade x temperatura. O ligante betuminoso somente deverá ser aplicado quando a temperatura ambiente for superior a 100 C. Taxas de Aplicação, Espalhamento e Uniformidade Tratam-se das quantidades ou taxas de utilização de ligante betuminoso e de espalhamento de agregados a serem utilizadas nos tratamentos superficiais. Serão fixadas no projeto e ajustadas no campo, por ocasião do início dos serviços. Quando for empregado agregado poroso ou de absorção elevada (por exemplo, escória britada) estas características serão consideradas na fixação da taxa de aplicação do ligante betuminoso. Recomenda-se, de uma maneira geral, as seguintes taxas de aplicação de agregados e de ligantes betuminosos: Para Tratamento Superficial Duplo Camada Ligante Betuminoso Agregado 1ª - 20 a 25 kg/m² 2ª - 10 a 12 kg/m² 1ª e 2ª Aplicaçções 2 a 3 l/m² -

22 Controle da Quantidade do Ligante Betuminoso O controle de quantidade do material betuminoso será feito pela pesagem do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação do material betuminoso. Outra verificação adicional poderá ser feita com a utilização de régua graduada para medida da quantidade de ligante existente no tanque do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação na pista. O controle estatístico da quantidade do ligante betuminoso aplicado, obtido através do ligante residual, poderá ser feito, aleatoriamente, mediante a colocação de bandejas de peso e área conhecidos, na pista onde está sendo feita a aplicação. Por intermédio de pesagens, após a passagem do carro distribuidor, tem-se a quantidade de material betuminoso aplicada. A tolerância admitida na taxa de aplicação será de ± 0,2 l/m². Controle da Uniformidade de Aplicação do Ligante Betuminoso Deverá ser feita uma descarga de 15 a 30 segundos, para que se possa controlar a uniformidade de distribuição. Esta descarga poderá ser efetuada fora da pista, ou na própria pista, quando o veículo distribuidor for dotado de uma calha, colocada abaixo da barra, para recolher o ligante betuminoso. Controle da Quantidade e Uniformidade do Agregado O controle de quantidade de agregado espalhado longitudinal e transversalmente será feita, aleatoriamente, mediante a colocação de bandejas, de peso e área conhecidos, na pista onde estiver sendo feito o espalhamento. Por intermédio de pesagens, após a passagem do dispositivo espalhador, tem-se a quantidade de agregados espalhada. A tolerância admitida na taxa de aplicação será de ± 1,5Kg/m². Este mesmo agregado servirá para o ensaio de granulometria, que controlará a uniformidade do material utilizado. Deverão ser feitos, para cada dia de operação, pelo menos dois controles da quantidade de agregado aplicado. Controle Estatístico das Taxas de Aplicação e da Granulometria dos Agregados O número de determinações utilizadas nos ensaios de controle estatístico será definido pela Contratada em função do risco a ser assumido de se rejeitar um serviço de boa qualidade, conforme a tabela: TABELA DA AMOSTRAGEM VARIÁVEL

23 n k 1,55 1,41 1,36 1,31 1,25 1,21 1,19 1,16 1,13 1,11 1,10 1,08 1,06 1,04 1,01 0,45 0,35 0,30 0,25 0,19 0,15 0,13 0,10 0,08 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01 n=nº de amostras k= coeficiente multiplicador = risco da contratada Tabela 07. O número mínimo de ensaios e determinações por segmento (área inferior a m2) será de 5. Para o controle estatístico da granulometria dos agregados, das taxas de aplicação do ligante betuminoso e do espalhamento do agregado em que são especificados intervalos de valores máximos e mínimos deverá ser verificada a seguinte condição : X - ks < valor mínimo de projeto ou X + ks > valor máximo de projeto Þ rejeita-se o serviço; X - ks ³ valor mínimo de projeto e X + ks valor máximo de projeto Þ aceita-se o serviço. Sendo: Onde: X i - valores individuais. X - média da amostra. s - desvio padrão da amostra. k - coeficiente tabelado em função do número de determinações. n - número de determinações. Os resultados do controle estatístico da execução serão registrados em relatórios periódicos de acompanhamento. Acabamento da Superfície O acabamento da superfície dos diversos segmentos concluídos será verificado com duas réguas, uma de 1,20 m e outra de 3,00 m de comprimento, colocadas em ângulo reto e paralelamente ao eixo da estrada, nas diversas seções correspondentes às estacas da locação.

24 A variação da superfície, entre dois pontos quaisquer de contato, não deverá exceder 0,5cm, quando verificada com qualquer das duas réguas. Alinhamentos A verificação do eixo e bordos nas diversas seções correspondentes às estacas da locação será feita à trena. Os desvios verificados não deverão exceder a ± 5cm. Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos. Não será permitida a execução de tratamentos superficiais durante os dias de chuva. Manejo Ambiental Os cuidados com a preservação do meio ambiente nos serviços de execução de revestimentos do tipo tratamento superficial simples envolvem a obtenção e aplicação de agregado pétreo e o estoque e aplicação de ligante betuminoso. Agregados Quando forem obtidos mediante exploração de ocorrência indicada no projeto, deverão ser considerados os seguintes aspectos : A aceitação dos agregados somente ocorrerá após a aprovação da licença ambiental para a exploração da pedreira. Será evitada a localização da pedreira e das instalações de britagem em área de preservação ambiental. A exploração da pedreira será planejada adequadamente a fim de minimizar os danos inevitáveis e possibilitar a recuperação ambiental, após a retirada de todos os materiais e equipamentos. Serão impedidas queimadas como forma de desmatamento. Deverão ser construídas, Junto às instalações de britagem, bacias de sedimentação para a retenção do pó de pedra, eventualmente produzido em excesso ou por lavagem de brita, evitando seu carreamento para cursos d água. Será exigida a documentação atestando a regularidade das instalações, bem como, sua operação junto a órgão ambiental competente, quando o agregado pétreo for fornecido por terceiros. Ligante Betuminoso Os depósitos serão instalados em locais afastados dos cursos d'água. Será proibido o refugo de materiais usados áreas onde possam causar prejuízos ambientais.

25 As áreas afetadas pelas operações de construção/execução deverão ser recuperadas, mediante a remoção de tanques e a limpeza do canteiro de obras. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO Os serviços aceitos serão medidos de acordo com os critérios seguintes: A execução do tratamento superficial seja ele simples, duplo ou triplo será medida através da área executada, em metros quadrados, de acordo com a seção transversal de projeto, conforme item de planilha específico, considerando-se o tipo de tratamento e o material utilizado. Estão consideradas nestes preços todas as operações necessárias a execução dos tratamentos, incluindo a produção e/ou aquisição do(s) agregado(s), seu transporte até o canteiro e deste até os pontos de distribuição, seu armazenamento, perdas e a distribuição na pista. Estão também considerados o armazenamento e transporte do ligante betuminoso, dos tanques de estocagem à pista, eventual utilização de melhoradores de adesividade, correções de eventuais falhas, confecção e remoção de cunhas de concordância etc. O ligante betuminoso utilizado, será pago separadamente, em item de planilha específico, sendo sua quantidade obtida através da média aritmética dos valores medidos na pista. No levantamento da quantidade utilizada será observada a tolerância admissível de ± 0,2 l/m² em relação à Taxa de Aplicação definida em laboratório. Estão incluídos no preço do ligante sua aquisição e transporte (frete, seguros etc.) entre a refinaria ou fábrica e o canteiro de obras. Deverão estar computadas no preço unitário do material betuminoso as eventuais perdas. Somente será objeto de medição a quantidade de ligante efetivamente aplicada. O pagamento será feito pelo preço unitário contratual incluindo toda a mão-de-obra com encargos sociais, materiais e equipamentos necessários à execução. REFERÊNCIAS: DNER ES 308/97 Tratamento Superficial Simples DNER ES 309/97 Tratamento Superficial Duplo DNER ES 310/97 Tratamento Superficial Triplo DNER EM 204/95 Cimentos asfálticos de petróleo DNER EM 364/97 Alcatrões para pavimentação DNER EM 369/97 Emulsões asfálticas catiônicas DNER ME 002/94 Emulsão asfáltica - carga da partícula DNER ME 003/94 Materiais betuminosos - determinação da penetração DNER ME 004/94 Materiais betuminosos determinação da viscosidade Saybolt- Furol a alta temperatura DNER ME 005/94 Emulsão asfáltica - determinação da peneiração

26 DNER ME 035/94 Agregados - determinação da abrasão Los Angeles DNER ME 053/94 Misturas betuminosas - percentagem de betume DNER ME 063/94 Emulsões asfálticas catiônicas - determinação da desemulsibilidade DNER ME 079/94 Agregado - adesividade a ligante betuminoso DNER ME 083/94 Agregados - análise granulométrica DNER ME 086/94 Agregado - determinação do índice de forma DNER ME 089/94 Agregados - avaliação da durabilidade pelo emprego de soluções de sulfato de sódio ou magnésio DNER ME 148/94 Material betuminoso - determinação dos pontos de fulgor e combustão (vaso aberto de Cleveland ) DNER PRO 277/97 Metodologia para controle estatístico de obras e serviços DNER Manual de Pavimentação, 1996 ABNT NBR 6568 Emulsões asfálticas ensaio de resíduo por evaporação ABNT NBR 6560 Materiais betuminosos determinação de ponto de amolecimento ABNT MB 827/73 Determinação da viscosidade absoluta ASTM D 1665/73 Alcatrão para pavimentação - viscosidade específica Engler ASTM D 139/77 Alcatrão para pavimentação - ensaio de flutuação ASTM D 20/77 Alcatrão para pavimentação - ensaio de destilação PINTURA DE LIGAÇÃO DEFINIÇÃO Consiste na aplicação de ligante betuminoso sobre a superfície de base coesiva ou pavimento betuminoso anterior à execução de uma camada betuminosa qualquer, objetivando promover condições de aderência entre as camadas. Material Os ligantes betuminosos empregados na pintura de ligação poderão ser dos tipos: Emulsões asfálticas comuns ou modificadas, tipos RR-1C, RR-2C, RM-1C, RM-2C e RL-1C Asfalto diluído CR-70, exceto para revestimentos betuminosos. METODO EXECUTIVO Inicialmente deverá ser verificada a conformação geométrica da camada que receberá a pintura de ligação.

27 Em seguida, a superfície a ser pintada deverá ser varrida, a fim de ser eliminado o pó e todo e qualquer material solto. Antes da aplicação, a emulsão deverá ser diluída na proporção de 1:1 com água a fim de garantir uniformidade na distribuição da taxa residual. A taxa de aplicação de emulsão diluída será da ordem de 0,8 l/m² a 1,0 l/m². No caso de bases de solo-cimento ou concreto magro, a superfície da base deverá ser umedecida, antes da aplicação do ligante betuminoso, a fim de saturar os vazios existentes, não se admitindo excesso de água sobre a superfície. Será aplicado, a seguir, o ligante betuminoso adequado na temperatura compatível com o seu tipo, na quantidade recomendada. A temperatura da aplicação do ligante betuminoso deverá ser fixada para cada tipo de ligante em função da relação temperatura x viscosidade, escolhendo-se a temperatura que proporcione melhor viscosidade para espalhamento. As faixas de viscosidade recomendadas para aplicação, são as seguintes: Para emulsões asfálticas de 20 a 100 segundos, Saybolt-Furol. Para asfaltos diluídos de 20 a 60 segundos, Saybolt-Furol; A pintura de ligação será executada na pista inteira, em um mesmo turno de trabalho, deixando-a fechada ao trânsito, sempre que possível. Não o sendo, trabalhar-se-á em meia pista, fazendo-se a pintura de ligação da pista adjacente, logo que a pintura permitir sua abertura ao trânsito. A fim de evitar a superposição ou excesso de material nos pontos inicial e final das aplicações, serão colocadas faixas de papel, transversalmente na pista, de modo que o material betuminoso comece e termine de sair da barra de distribuição sobre essas faixas. As faixas serão retiradas a seguir. Qualquer falha na aplicação deverá ser imediatamente corrigida. Quando o ligante betuminoso utilizado for emulsão asfáltica diluída, recomenda-se que a mistura água + emulsão seja preparada no mesmo turno de trabalho. Deve-se evitar o estoque da mesma por prazo superior a 12 horas Equipamentos Para a varredura da superfície da base, serão usadas, de preferência, vassouras mecânicas rotativas, podendo entretanto a operação ser executada manualmente. O jato de ar comprimido poderá, também, ser usado. A distribuição do ligante deverá ser feita por carros equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento que permitam a aplicação do ligante betuminoso em quantidade e forma uniformes. Os carros distribuidores do ligante betuminoso, especialmente construídos para este fim, deverão ser providos de dispositivos de aquecimento, dispondo de tacômetro, calibradores e termômetros com precisão de ± 1 C, em locais de fácil observação e, ainda, possuir espargidor

28 manual ( caneta ), para tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas. As barras de distribuição deverão ser do tipo circulação plena, com dispositivos de ajustamentos verticais e larguras variáveis, que permitam espalhamento uniforme. O depósito de ligante betuminoso, quando necessário, deverá ser equipado com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do recipiente. O depósito deverá ter uma capacidade tal que possa armazenar a quantidade de ligante betuminoso a ser aplicado em, pelo menos, um dia de trabalho. CRITÉRIOS DE CONTROLE Verificação da Qualidade do Material Recebimento Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar a obra deverá ter certificado de análise além de apresentar indicações relativas ao tipo, procedência, quantidade e distância de transporte entre a refinaria e o canteiro de serviço. Ensaios de Laboratório O ligante betuminoso deverá ser examinado em laboratório, obedecendo à metodologia indicada pelo DNIT, devendo satisfazer as Especificações em vigor. Para todo carregamento que chegar a obra deverão ser executados os seguintes ensaios: Para emulsão asfáltica: 01 ensaio de Viscosidade Saybolt-Furol a 50 C 01 ensaio de Viscosidade Saybolt-Furol a diferentes temperaturas para o estabelecimento de relação viscosidade x temperatura para cada 100 t 01 ensaio de resíduo por evaporação (ABNT NBR-6568) 01 ensaio de peneiramento 01 ensaio da carga da partícula Deverá ser executado ensaio de sedimentação para emulsões para cada 100t Para asfalto diluído: 01 ensaio de Viscosidade Saybolt-Furol para cada 100 t; 01 ensaio de Destilação, para cada 100 t. Controle de Execução Temperatura A temperatura de aplicação deverá ser a estabelecida em laboratório, para o tipo de material betuminoso em uso.

29 A temperatura do ligante betuminoso deverá ser medida no caminhão distribuidor, imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se satisfaz o intervalo de temperatura definido pela relação viscosidade x temperatura. Os resultados de todas as medições deverão situar-se no intervalo definido pela relação viscosidade x temperatura, de acordo com as especificações de materiais aplicáveis. O ligante não poderá ser aplicado quando a temperatura ambiente estiver abaixo de 10 ºC, em dias de chuva, ou ainda, quando esta estiver iminente Taxa de Aplicação (T) A taxa de aplicação T é aquela que pode ser absorvida pela base em 24 horas, devendo ser determinada experimentalmente, no laboratório do canteiro da obra. A taxa recomendada de ligante betuminoso residual é de 0,3 l/m2 a 0,4 l/m2. A taxa de aplicação de emulsão diluída em água na proporção 1:1 será da ordem de 0,8 l/m² a 1,0 l/m², conforme o tipo e textura da base e do ligante betuminoso escolhido. A tolerância admitida para a taxa de aplicação do ligante betuminoso diluído com água definida pelo projeto e ajustada experimentalmente no campo será de ± 0,2 l/m2. O controle da quantidade do ligante betuminoso aplicado poderá ser obtido pela pesagem do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação do material betuminoso. Outra verificação adicional poderá ser feita com a utilização de régua graduada para medida da quantidade de ligante existente no tanque do veículo distribuidor, antes e depois da aplicação na pista. Poderá ser efetuado controle estatístico, aleatoriamente, mediante a colocação de bandejas, de peso e área conhecidos na pista onde estiver sendo feita a aplicação. Após a passagem do carro distribuidor, as bandejas serão pesadas, obtendo-se a quantidade de ligante betuminoso diluído e obtendo-se a taxa de aplicação (T) através de cálculo. Para trechos de pintura de ligação de extensão limitada ou com necessidade de liberação imediata, com área de no máximo m², deverão ser feitas, no mínimo, 5 determinações para controle. Nos demais casos, para segmentos com área superior a m² e inferior a m², será definido pela Contratada o número de determinações em função do risco a ser assumido de se rejeitar um serviço de boa qualidade, conforme a tabela seguinte: TABELA DA AMOSTRA VARIÁVEL n k 1,55 1,41 1,36 1,31 1,25 1,21 1,16 1,13 1,11 1,10 1,08 1,06 1,04 1,01 0,45 0,35 0,30 0,25 0,19 0,15 0,10 0,08 0,06 0,05 0,04 0,03 0,02 0,01 n=nº de amostras k= coeficiente multiplicador = risco da contratada

30 Os resultados da Taxa de Aplicação (T) serão analisados estatisticamente e aceitos nas condições seguintes: X - ks < valor mínimo admitido ou X + ks > valor máximo admitido Þ rejeita-se o serviço X - ks ³ valor mínimo admitido e X + ks valor máximo admitido Þ aceita-se o serviço Sendo: Onde: X i - valores individuais. X - média da amostra. s - desvio padrão da amostra. k - coeficiente tabelado em função do número de determinações. n - número de determinações. Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos. Os resultados do controle estatístico serão registrados em relatórios periódicos de acompanhamento. Manejo Ambiental A preservação do meio ambiente nos serviços de execução da pintura de ligação, especialmente em relação ao estoque e aplicação do ligante betuminoso, devendo ser adotados os seguintes cuidados : Evitar a instalação de depósitos de ligante betuminoso próxima a cursos d água. Impedir o refugo, de materiais já usados, na faixa de domínio e áreas lindeiras, evitando prejuízo ambiental. A desmobilização desta atividade inclui remover os depósitos de ligante e a limpeza do canteiro de obras, e, conseqüente recomposição da área afetada pelas atividades de construção. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO Os serviços aceitos serão medidos de acordo com o seguinte critério:

31 A execução da pintura de ligação será medida através da área efetivamente executada, em metros quadrados, de acordo com a seção transversal do projeto e verificando-se a Taxa de Aplicação de acordo com o tipo de ligante utilizado. Estão incluídas no preço da pintura todas as operações necessárias à sua execução, abrangendo, armazenamento e transporte dentro do canteiro (dos tanques de estocagem à pista), sua aplicação, além da varredura, limpeza da pista e correção de eventuais falhas. O ligante betuminoso utilizado, será pago separadamente, em ítem de planilha específico, sendo sua quantidade obtida através da média aritmética dos valores medidos na pista. No levantamento da quantidade utilizada de ligante será observada a tolerância admissível de ± 0,2 l/m2 de emulsão diluída em relação à Taxa de Aplicação definida em laboratório e descontada a água adicionada. Estão incluídos no preço do ligante sua aquisição e transporte (frete, seguros etc) entre a refinaria ou fábrica e o canteiro de obras. Deverão estar computadas no preço unitário do material betuminoso as eventuais perdas. Somente será objeto de medição a quantidade de ligante efetivamente aplicada. O pagamento será feito pelo preço unitário contratual, incluindo-se toda a mão-de-obra e encargos necessários à sua execução. REFERENCIA DNER ES307/97 Pintura de Ligação DNER EM 369/97 Emulsões asfálticas catiônicas DNER ME 002/94 Emulsão asfáltica - carga da partícula DNER ME 004/94 Materiais betuminosos - determinação da viscosidade Saybolt- Furol aalta temperatura DNER ME 005/94 Emulsão asfáltica - determinação da peneiração DNER ME 006/94 Emulsão asfáltica - determinação da sedimentação DNER ISA 07 Instrução de serviço ambiental DNER DNER PRO 277/97 Manual de Pavimentação, 1996 ABNT NBR 6568/71 Emulsões asfálticas resíduo por evaporação Metodologia para controle estatístico de obras e serviços 3.9 TRANSPORTE DE MATERIAL DE QUALQUER NATUREZA DMT > 10 KM, COM CAMINHAO BASCULANTE DE 4,0 M3 - ASFALTO DILUIDO CM ,00 KM (PORTO VELHO-RO / ALTA FLORESTA D OESTE) O transporte compreenderá a carga de emulsão CM-30 de Porto Velho, estado de Rondônia. O transporte deverá ser feito por caminhões ou carreta tanque, próprios para

32 transporte, a armazenagem exigem aquecimentos e tanques preferencialmente revestidos com isolamento térmico. O percurso como definido, de Porto Velho RO a Alta Floresta D oeste- RO, será de 519,00 Km, tendo em vista que tal local fornece um produto de qualidade e representa um melhor custo para execução do serviço. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus sub-contratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões TRANSPORTE DE MATERIAL DE QUALQUER NATUREZA DMT > 10 KM, COM CAMINHAO BASCULANTE DE 4,0 M3- EMULSÃO ASFÁLTICA RR-2C - DMT = 519,00 KM (PORTO VELHO-RO / ALTA FLORESTA D OESTE) O transporte compreenderá a carga de Emulsão Asfáltica RR-2C de de Porto Velho, estado de Rondônia. O transporte deverá ser feito por caminhões ou carreta tanque, próprios para transporte, a armazenagem exigem aquecimentos e tanques preferencialmente revestidos com isolamento térmico. O percurso como definido, de de Porto Velho RO a Alta Floresta D oeste - RO, será de 519,00 Km, tendo em vista que tal local fornece um produto de qualidade e representa um melhor custo para execução do serviço. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus sub-contratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões CAPA SELANTE COMPREENDENDO APLICAÇÃO DE ASFALTO NA PROPORÇÃO DE 0,7 A 1,5L / M2, DISTRIBUIÇÃO DE AGREGADOS DE 5 A 15KG/M2 E COMPACTAÇÃO COM ROLO - COM USO DA EMULSAO RR-2C, INCLUSO APLICACAO E COMPACTACAO DEFINIÇÃO Capa selante com emulsão: é o serviço executado por penetração invertida, envolvendo uma aplicação de emulsão asfáltica catiônica (RR) e uma aplicação de agregado miúdo. Sua execução tem por finalidade principal o incremento das condições de impermeabilização de revestimentos asfálticos semi-abertos e abertos (revestimentos asfálticos recém construídos do tipo PMFA, PMFSD e macadame asfáltico), e também, de revestimentos asfálticos compostos de misturas asfálticas densas, desgastadas superficialmente pela exposição à ação do tráfego e das intempéries.

33 Capa selante com emulsão polimerizada: é o serviço executado por penetração invertida, envolvendo uma aplicação de emulsão asfáltica polimerizada e uma aplicação de agregado miúdo. Sua execução tem por finalidade principal o incremento das condições de impermeabilização de revestimentos asfálticos, recém construídos, semi-abertos e abertos (PMFA, PMFSD e macadame asfáltico), com VDM acima de veículos/dia, e também, de revestimentos asfálticos compostos de misturas asfálticas densas, desgastadas e com trincamento de severidade baixa a média, em função da exposição à ação do tráfego e das intempéries. Penetração invertida ou indireta: corresponde à classificação da forma de penetração do ligante asfáltico, que é espargido antes da aplicação da camada de agregado miúdo. CONDIÇÕES GERAIS Não é permitida a execução dos serviços, objeto desta especificação: a) sem o preparo prévio da superfície, caracterizado por sua limpeza e reparação preliminar; b) sem a implantação prévia da sinalização da obra, conforme Normas de Segurança para Trabalhos em Rodovias do DER; c) sem o devido licenciamento/autorização ambiental conforme Manual de Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias do DNIT; d) sem aprovação pelo DNIT da calibragem do equipamento espargidor, conforme descrito no Manual de Execução de Serviços Rodoviários do DNIT; e) quando a temperatura ambiente for igual ou inferior a 10 C; f) em dias de chuva. Todo carregamento de ligante betuminoso que chegar à obra deve apresentar certificado de análise, além de trazer indicação clara da procedência, do tipo, da quantidade do seu conteúdo e da distância de transporte entre a refinaria ou fábrica e o canteiro de serviço. A temperatura de aplicação do material asfáltico deve ser determinada para o ligante empregado, em função da relação temperatura-viscosidade, adequada para o espalhamento. Devem ser observados os seguintes limites, no espargimento: - emulsão asfáltica RR-2C: viscosidade Saybolt-Furol na faixa de 150 a 300 segundos, na temperatura de ensaio de 50 C;

34 - emulsão asfáltica polimerizada: viscosidade Saybolt-Furol de 35 a 80 segundos, na temperatura de ensaio de 50 C. No caso das emulsões, deve ser evitada a sedimentação nos depósitos, através da circulação periódica da mesma. CONDIÇÕES GERAIS Todos os materiais utilizados devem satisfazer às especificações aprovadas pelo DNIT. Materiais asfálticos É recomendado o emprego dos seguintes materiais: emulsão asfáltica de ruptura rápida tipo RR-2C ; emulsão asfáltica polimerizada por SBR ou SBS. O emprego de outros ligantes pode ser admitido desde que tecnicamente justificado e com aprovação do DNIT. Agregados: os agregados utilizados podem ser constituídos de areia, pó-de-pedra ou mistura de ambos. Suas partículas individuais devem ser resistentes e apresentar moderada angulosidade, livre de torrões de argila e outras substâncias nocivas, e apresentar as características a seguir descritas. a) O material que deu origem ao agregado miúdo deve apresentar desgaste Los Angeles igual ou inferior a 40%, durabilidade com perda inferior a 15% e adesividade satisfatória. b) Quando submetidos ao ensaio de equivalente de areia, os agregados devem apresentar valores iguais ou superiores a 60%. c) A graduação dos agregados miúdos deve atender às condições de promover o melhor entrosamento possível e melhorar a macrotextura e as condições de segurança da superfície dos revestimentos asfálticos a serem tratados. d.1) Os agregados utilizados são produtos de britagem (pedrisco, pó-de-pedra, granilha) e areia natural ou artificial (média a grossa). d.2) De acordo com as rochas matrizes principais (basalto e granito) e em função dos tipos de conjuntos de britagem, instalados nas pedreiras no Estado de Rondônia, usualmente os produtos britados apresentam as seguintes características granulométricas. PENEIRAS DE MALHA QUADRADA ABNT ABERTURA,mm PEDRISCO GRANILHA PERCENTAGEM PASSANDO, EM PESO PÓ-DE- PEDRA PEDRISCO + PÓ-DE-

35 PEDRA 3/8 9, Nº 4 4, Nº 10 2, Nº 40 0, Nº 80 0, Nº 200 0, D.3) As areias média e grossa, usualmente extraídas nos portos de areia do Estado de Rondônia, apresentando as seguintes características granulométricas. PENEIRAS DE MALHA QUADRADA PERCENTAGEM PASSANDO, EM PESO ABNT ABERTURA,mm AREIA MÉDIA AREIA GROSSA Nº 4 4, Nº 10 2, Nº 40 0, Nº 80 0, Nº 200 0, Dosagem Não é possível uma dosagem racional da capa selante, por método direto ou indireto, devido a sua natureza e a influência preponderante das características da superfície a ser tratada. Geralmente, usam-se taxas de agregado e de ligante asfáltico estabelecidos pela experiência, conforme valores demonstrados a seguir. Taxas Tratamentos superficiais recém construídos Misturas asfálticas densas, desgastadas superficialmente e moderadamente trincadas Misturas asfálticas a frio abertas ou semi densas Misturas asfálticas, muito desgastadas superficialmente e moderadamente trincadas Agregado 2 a 4 kg/m² 2 a 3 kg/m² 3 a 5 kg/m² 4 a 6 kg/m² miúdo RR-2C, pura 0,5 l/m² - 0,8 l/m² -

36 RR-2C, diluída em Água para aplicação RR com polímero 1,0 l/m² - 1,0 l/m² - - 0,6 a 0,7 l/m² 0,7 l/m² 0,8 a 1,0 l/m² Equipamento Todo o equipamento, antes do início da execução dos serviços, deve ser cuidadosamente examinado e aprovado pelo DNIT, sem o que não é dada a autorização para o seu início. É obrigatório, para o início dos trabalhos, que o canteiro de serviço esteja instalado, contando no mínimo com as quantidades de equipamentos indicadas em projeto, classificados em: a) área conveniente para estocagem dos diversos tipos de agregados, com o objetivo de impedir mistura entre eles, bem como protegê-los de poeira ou partículas lançadas pelo tráfego de estradas próximas; b) depósitos de material asfáltico, que permitam o aquecimento de maneira uniforme e sem riscos de oxidação e que tenham capacidade compatível com o consumo da obra; c) equipamento espargidor de material asfáltico, equipado com bomba reguladora de pressão sistema completo e adequado de aquecimento, capaz de aplicar o material em quantidade e temperatura uniformes. As barras de distribuição devem ser de circulação plena, com ajuste vertical e largura variável. Deve ser equipado ainda com tacômetro, termômetros, medidor de volume e dispositivo de aplicação manual para pequenas correções; d) distribuidor de agregados rebocável ou automotriz, capaz de proporcionar distribuição homogênea dos agregados; e) rolo de pneus autopropulsor, de pressão regulável; f) rolo compactador tipo tandem; g) compressor de ar com potência suficiente para promover, por jateamento, a perfeita limpeza da superfície a revestir, antes do início do tratamento superficial; h) caminhões basculantes; i) pá-carregadeira ou retro-escavadeira; j) caminhão irrigador, equipado com moto-bomba; k) vassouras mecânicas ou manuais; l) dispositivos que permitam manter constante a altura da barra espargidora em relação à superfície de espargimento; m) vassouras de arrasto ou dispositivos similares, para corrigir possíveis falhas de distribuição dos agregados;

37 n) ferramenta apropriada para possibilitar a colocação de qualquer bico espargidor no ângulo correto formado entre a fresta do bico e a barra espargidora; o) ferramentas manuais, tais como: pás, enxadas, ancinhos, garfos, rastelos e demais ferramentas. EXECUÇÃO A responsabilidade civil e ético-profissional pela qualidade, solidez e segurança da obra ou do serviço é da executante. Previamente, deve ser feita a limpeza e varredura da superfície a tratar, aplicando-se pintura asfáltica (pintura de ligação), na taxa de 0,6 a 0,8 l/m² de RR-2C diluída na proporção de 1:1 (50% emulsão + 50% água). Sobre a pista, convenientemente demarcada, é iniciado o serviço com a primeira aplicação de ligante asfáltico, de modo uniforme, na taxa especificada em projeto e em temperatura que proporcione viscosidade adequada de aplicação. Eventuais excessos ou falta de material devem ser imediatamente corrigidos. Imediatamente após a aplicação do material asfáltico, o agregado especificado deve ser uniformemente espalhado, com o equipamento de distribuição de agregados aceito pelo DNIT/RO e na quantidade indicada em projeto. Eventuais falhas de aplicação devem ser prontamente corrigidas. A rolagem deve ter início imediato, com a utilização do rolo de pneumáticos, variando-se a pressão, utilizando-se um número de coberturas apenas suficiente para proporcionar perfeita acomodação do agregado, sem causar danos à superfície a revestir. Após a compressão com rolo de pneus, emprega-se o rolo liso tipo tandem, com sobreposição, para complementar e dar a conformação final do serviços. No caso de paralisação súbita e imprevista do equipamento distribuidor de agregados, o agregado é espalhado manualmente, na superfície já coberta com o material asfáltico, procedendo-se à compressão o mais rápido possível. O esquema de espargimento adotado deve proporcionar recobrimento triplo, em toda a largura da camada. Especial atenção deve ser conferida às regiões anexas ao eixo e bordos, de forma a evitar, nesses locais, a falta ou o excesso relativos de ligante. A compressão da camada é executada no sentido longitudinal, iniciando no lado mais baixo da seção transversal e progredindo no sentido do lado mais alto. Em cada passada, o equipamento deve recobrir, no mínimo, a metade da largura da faixa anteriormente comprimida, com os cuidados necessários para evitar deslocamentos, esmagamento do agregado e contaminações prejudiciais. Para evitar excesso de ligante na junta transversal, é colocada sobre a superfície tratada com capa selante, uma faixa de papel adequado, com largura mínima de 0,80 m. Deve ser evitada a coincidência das juntas longitudinais para cada aplicação de ligante.

38 A aplicação de ligante, na largura da camada, deve ser feita com o menor número possível de passagens do equipamento espargidor. Durante a operação de espalhamento dos agregados, deve ser evitada a aplicação em excesso, já que sua correção é mais difícil do que a adição de material faltante. Não é permitido o tráfego quando da aplicação do ligante asfáltico ou do agregado miúdo. O tráfego somente é liberado após decorridos no mínimo 30 minutos da conformação final da superfície, de maneira controlada por um período mínimo de 24 horas. MANEJO AMBIENTAL Para execução de capa selante, são necessários trabalhos envolvendo a utilização de emulsão asfáltica e agregados. Os cuidados a serem observados para fins de preservação do meio ambiente envolvem a produção e aplicação de agregados e o estoque de ligante asfáltico. Agregados: no decorrer do processo de obtenção de agregados de pedreiras, devem ser considerados os cuidados principais a seguir descritos. a) A brita somente é aceita após apresentação da licença ambiental de operação da pedreira cuja cópia da licença deve ser arquivada junto ao Livro de Registro de Ocorrências da obra. b) Exigir a documentação atestando a regularidade das instalações da pedreira, assim como sua operação, junto ao órgão ambiental competente, caso os agregados sejam fornecidos por terceiros. c) Evitar a localização da pedreira e das instalações de britagem em área de preservação ambiental. d) Planejar adequadamente a exploração da pedreira de modo a minimizar os danos inevitáveis durante a exploração e possibilitar a recuperação ambiental, após a retirada de todos os materiais e equipamentos. e) Impedir queimadas como forma de desmatamento. f) Construir junto às instalações de britagem, bacias de sedimentação para retenção do pó de pedra eventualmente produzido em excesso ou por lavagem da brita, evitando seu carreamento para cursos d água. Emulsão asfáltica catiônica a) Instalar os depósitos em locais afastados de cursos d água. b) Vedar o refugo de materiais usados à beira da estrada ou em outros locais onde possam causar prejuízos ambientais.

39 Quanto à instalação a) Atribuir à contratante responsabilidade pela obtenção da licença de instalação e operação do empreendimento. b) Atribuir à executante responsabilidade pela obtenção da licença de instalação para canteiro de obra, depósitos e pedreira industrial, quando for o caso. c) Recuperar a área afetada pelas operações de construção e execução, mediante a remoção dos depósitos e a limpeza do canteiro de obras. Operação a) Dotar os silos de estocagem de agregados de proteções laterais e cobertura, para evitar a dispersão das emissões fugitivas durante a operação de carregamento. b) Manter em boas condições de operação todos os equipamentos de processo e de controle. Além destes procedimentos, devem ser atendidas, no que couber, as recomendações do Manual de Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias do DNIT/RO. CONTROLE INTERNO DE QUALIDADE Compete à executante a realização de testes e ensaios que demonstrem a seleção adequada dos insumos e a realização do serviço de boa qualidade e em conformidade com esta especificação. As quantidades de ensaios para controle interno de execução, referem-se às quantidades mínimas aceitáveis, podendo a critério do DNIT/RO ou da executante, serem ampliados para garantia da qualidade da obra. O controle interno de qualidade do material consta, no mínimo, dos ensaios a seguir descritos. Emulsão asfáltica RR-2C a) Para cada carregamento de emulsão asfáltica que chegar à obra: - um ensaio de viscosidade Saybolt-Furol; - um ensaio de determinação do resíduo de CAP, pelo método do fogareiro (constante do Manual de Execução); - um ensaio de peneiramento. Emulsão polimerizada com SBS ou SBR

40 - um ensaio de viscosidade Saybolt-Furol, 25 C, s; - um ensaio de sedimentação, cinco dias, % em peso; - um ensaio de peneiramento, % em peso; - um ensaio de resíduo asfáltico a seco por evaporação, % em peso; - um ensaio de penetração; - um ensaio de recuperação elástica. Agregados - um ensaio de granulometria, por via lavada, no mínimo, para cada tipo de agregado, a cada m² de aplicação; - um ensaio de abrasão Los Angeles no início da obra, e sempre que houver variação na natureza do material; - um ensaio de durabilidade no início do serviço, e sempre que houver variação na natureza do material; - um ensaio de adesividade, no início do serviço, para verificação da compatibilidade da emulsão - agregado mineral. Repetir, se houver alteração nos materiais. Controle interno da execução Controle da aplicação do agregado mineral: a determinação da taxa de agregado por faixa de espalhamento, expressa em kg/m², é feita com uma determinação para cada 700 m². A metodologia é abordada no Manual de Execução de Serviços Rodoviários do DNIT/. Controle da aplicação do ligante asfáltico a) Execução de um ensaio de determinação do resíduo asfáltico, para cada carregamento do equipamento espargidor (Método do Fogareiro). b) A temperatura do ligante asfáltico deve ser medida no caminhão espargidor imediatamente antes da aplicação, a fim de verificar se satisfaz a temperatura preconizada. c) A taxa de ligante é determinada em l/m², por aplicação e por faixa de espalhamento, a cada 700 m². A metodologia é detalhada no Manual de Execução. CONTROLE EXTERNO DE QUALIDADE DA CONTRATANTE Compete a FISCALIZAÇÃO a realização aleatória de testes e ensaios que comprovem os resultados obtidos pela executante, bem como, formar juízo quanto à aceitação ou rejeição do serviço em epígrafe.

41 O controle externo de qualidade é executado através de coleta aleatória de amostras, por ensaios e determinações previstos em Controle Interno de Qualidade, cuja quantidade mensal mínima corresponde pelo menos a 10% dos ensaios e determinações realizadas pela executante no mesmo período. Compete exclusivamente a FISCALIZAÇÃO efetuar o controle geométrico, que consiste na verificação da largura da plataforma, nas diversas seções correspondentes às estacas da locação, por medidas à trena em espaçamento de, pelo menos, 20 m. Controle de acabamento da superfície: são apreciadas em bases visuais. Verificação final da qualidade Acabamento e segurança A macrotextura é avaliada, à razão de uma determinação a cada 500 m de faixa, pelo ensaio de mancha de areia. Opcionalmente, os ensaios de mancha de areia podem ser substituídos, a critério da FISCALIZAÇÃO, por medições a laser, em panos de 20 m situados a cada 500 m de faixa. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO Aceitações dos materiais Todos os ensaios dos materiais indicados no Controle Interno de Qualidade devem atender aos requisitos especificados nas Condições Específicas. Aceitação da execução Os equipamentos espargidores tenham sido devidamente aferidos e, juntamente com os demais, mantenham adequadas condições de funcionamento ao longo da obra. A quantidade de ligante, por aplicação, situe-se no intervalo de ± 15%, em relação à taxa de dosagem. Para a taxa total, admite-se tolerância de ± 8% em relação ao projeto. A quantidade total do agregado mineral situe-se no intervalo de ± 15%, em relação à taxa de dosagem. Aceitação do controle geométrico Os serviços executados são aceitos, à luz do controle geométrico, desde que atendidas a seguinte condição: a) a largura da plataforma não deve ser menor que a prevista para a camada. Aceitação do acabamento e das condições de segurança

42 O serviço é aceito, sob o ponto de vista de acabamento e segurança, desde que atendidas as seguintes condições: a) as juntas executadas apresentem-se homogêneas, em relação ao conjunto do serviço, isentas de desníveis e saliências indesejáveis; b) a superfície apresente-se desempenada e homogênea; c) os valores da altura de areia (HS) obtidos com o ensaio de mancha de areia sejam HS 0,40 mm para valores individuais e 0,40 mm HS 1,20 mm para análises estatísticas. Condições de conformidade e não-conformidade Todos os ensaios de controle e determinações devem cumprir condições gerais e específicas desta especificação, e estar de acordo com os critérios a seguir descritos. a) Quando especificada uma faixa de valores mínimos e máximos devem ser verificadas as seguintes condições: X ks < valor mínimo especificado ou X + ks > valor máximo de projeto: não conformidade; X ks valor mínimo especificado ou X + ks valor máximo de projeto: conformidade; Onde: xi = valores individuais X = média da amostra s = desvio padrão k = adotado o valor 1,25 n = número de determinações, no mínimo 9 b) Quando especificado um valor mínimo a ser atingido, devem ser verificadas as seguintes condições: Se X ks < valor mínimo especificado: não conformidade; Se X ks valor mínimo especificado: conformidade.

43 c) Quando especificado um valor máximo a ser atingido, devem ser verificadas as seguintes condições: Se X + ks > valor máximo especificado: não conformidade; Se X + ks valor máximo especificado: conformidade. Os serviços só devem ser aceitos se atenderem às prescrições desta especificação. Todo serviço incorreto ou mal executado deve ser corrigido. Qualquer serviço só deve ser aceito se as correções executadas colocarem-no em conformidade com o disposto nesta especificação; caso contrário é rejeitado. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO Os serviços aceitos são medidos pela determinação da área executada, expressa em metros quadrados. CRITÉRIOS DE PAGAMENTO Os serviços aceitos e medidos só são atestados como parcela adimplente, para efeito de pagamento, se juntamente com a medição de referência, estiver apenso o relatório com os resultados dos controles e de aceitação. O pagamento é efetuado, após a aceitação e a medição dos serviços executados, com base nos preços unitários contratuais, os quais representam a compensação integral para todas as operações, transportes, materiais, perdas, mão-de-obra, equipamentos, controle de qualidade, encargos e eventuais necessários à completa execução dos serviços. O preço unitário está sujeito à nova composição, baseada nas taxas efetivamente aplicadas de agregados e de ligante. REFERÊNCIAS ABNT NBR-14376/99 ABNT NBR-14491/00 ABNT NBR-14896/02 ABNT NBR-15086/04 DNER-EM 369/97 DNER-EM 369/99 Emulsões asfálticas Determinação do resíduo por evaporação Emulsões asfálticas Determinação da viscosidade Saybolt- Furol Emulsões asfálticas Determinação do resíduo seco por evaporação Emulsões asfálticas Determinação da recuperação elástica de materiais modificados por polímeros, pelo método do ductilômetro Emulsões asfálticas catiônicas Asfalto modificado por polímero

44 DNER-ME 002/94 Emulsão asfáltica carga de partícula DNER-ME 003/94 Materiais betuminosos determinação da penetração DNER-ME 005/94 Emulsão asfáltica determinação da peneiração DNER-ME 035/98 Agregados determinação da abrasão Los Angeles DNER-ME 054/94 Agregados determinação de equivalente de areia DNER-ME 059/94 Emulsões asfálticas determinação da resistência à água DNER-ME 079/94 Agregado adesividade a ligante betuminoso DNER-ME 083/94 Agregados análise granulométrica DNER-ME 089/94 Agregados avaliação da durabilidade pelo emprego de soluções de sulfato de sódio ou de magnésio DNER-ME 148/94 Material betuminoso determinação dos pontos de fulgor e combustão (vaso aberto Cleveland - ABNT-NBR 11341/04) Manual de Pavimentação DNER, 1996 Manual de Execução de Serviços Rodoviários DNIT Manual de Instruções Ambientais para Obras Rodoviárias DNIT Normas de Segurança para Trabalhos em Rodovias DNIT 4.0- OBRAS COMPLEMENTARES MEIO-FIO COM SARJETA, EXECUTADO COM EXTRUSORA MEIO-FIO DEFINIÇÃO Consiste no fornecimento dos materiais necessários e na execução dos serviços de assentamento de meios-fios em vias urbanas e rodovias. Meios-fios São limitadores físicos das plataformas das vias. E são nas Dimensões (15x10x23) cm Nas rodovias, têm a função de proteger os bordos da pista dos efeitos da erosão causada pelo escoamento das águas precipitadas, que tendem a verter neste sentido devido à declividade transversal. Desta forma os meios-fios têm a função de interceptar este fluxo, conduzindo os deflúvios para pontos previamente escolhidos para lançamento. Para efeito desta especificação, não será feita distinção entre meios-fios e guias, sendo considerados o seguinte serviço:

45 Execução de meios-fios fundidos juntamente com a sarjeta, com forma deslizante e mecanicamente, ou seja, executado com extrusora. MÉTODO EXECUTIVO Execução de meios-fios moldados "in loco" com formas deslizantes Este procedimento refere-se ao emprego de formas metálicas deslizantes, acopladas a máquinas automotrizes adequadas à moldagem do concreto na execução de meios-fios, sarjetas, ou de ambos de forma simultânea e monolítica, por extrusão, compreendendo as etapas de construção relacionadas a seguir: Materialização do alinhamento e cota de projeto com a utilização de estacas de madeira ou de ponteiros de aço e linha fortemente distendida entre eles; Escavação, obedecendo aos alinhamentos e dimensões indicados no projeto; Regularização ao longo da escavação; Lançamento do concreto por extrusão, através de equipamento adequado. O concreto utilizado deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica à compressão de 11 MPa.; Interrupção da concretagem e execução de juntas de dilatação a intervalos de 12,0m. Molhação regular durante o período de cura do concreto; Preenchimento das juntas de dilatação com asfalto. Recomendações gerais quanto à execução de meios-fios Em caso de pavimentos asfálticos, os meios-fios serão executados após a sua conclusão. No caso de pavimentos com paralelepípedos, serão executados previamente, delimitando a plataforma da via a ser implantada. Para garantir maior resistência dos meios-fios a impactos laterais, quando estes não forem contidos por canteiros ou passeios, serão aplicadas escoras de concreto magro, espaçadas de 2 metros, constituídos de cubos de 25 cm da aresta. Em qualquer dos casos, o processo eventualmente utilizado será adaptado às particularidades de cada obra e submetido à aprovação da Fiscalização. Equipamentos Todo o equipamento a ser utilizado deverá ser vistoriado antes do início da execução do serviço de modo a garantir condições apropriadas de operação, sem o que não poderá ser autorizada sua execução.

46 Para a realização dos trabalhos são recomendados: Caminhão basculante; Caminhão de carroceria fixa; Betoneira ou caminhão betoneira; Retroescavadeira ou valetadeira; Máquina automotriz para execução de perfis pré-moldados de concreto de cimento ou asfáltico por extrusão. CRITÉRIOS DE CONTROLE Os dispositivos abrangidos por esta especificação poderão ser adquiridos de terceiros ou fabricados no canteiro de obras, de acordo com as indicações do projeto. Controle dos materiais As dimensões das guias serão controladas por medições diretas, com trena. As guias que não apresentarem as dimensões previstas em projeto serão rejeitadas. As peças deverão ter no máximo 1,0 m de comprimento, devendo esta dimensão ser reduzida para segmentos em curvas. Para os meios-fios pré-moldados de concreto deverão ser utilizadas formas metálicas ou de madeira revestida, que conduzam a igual acabamento, sendo submetidos a adensamento por vibração. Controle da fabricação dos meios-fios Deverá ser estabelecido, previamente, o plano de retirada dos corpos de prova de concreto e das amostras de aço estrutural, cimento, agregados e demais materiais, de forma a satisfazer às especificações referidas. O concreto utilizado deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas normas NBR 6118 e NBR-7187 da ABNT. O controle tecnológico do concreto empregado será realizado pelo rompimento de corpos de prova à compressão simples, aos 7 dias com base no que dispõe a ABNT NBR O ensaio de consistência do concreto será feito de acordo com a ABNT NBR-7223 ou a ABNT NBR- 9606, sempre que ocorrer alteração no teor de umidade dos agregados, na execução da primeira amassada do dia após o reinicio dos trabalhos, desde que tenha ocorrido interrupção por mais de duas horas e cada vez que forem moldados corpos de prova. Será controlado o valor mínimo da resistência à compressão ou à flexão do concreto. Neste controle, o número de determinações será definido em função do risco de rejeição de um serviço de boa qualidade a ser assumido pela CONTRATADA,conforme a seguinte tabela :

47 TABELA DE AMOSTRAGEM VARIÁVEL n k 1,32 1,26 1,15 1,14 1,05 1,03 0,99 0,97 0,95 0,92 0,30 0,25 0,16 0,15 0,08 0,06 0,04 0,03 0,02 0,01 n = n de amostras k = coeficiente multiplicador _ = risco da Contratada Com valores de k obtidos na tabela anterior, será verificado: X - ks < valor mínimo admitido Þ rejeita-se o serviço; X - ks ³ valor mínimo admitido Þ aceita-se o serviço. Sendo: Onde: X i - valores individuais. X - média da amostra. s - desvio padrão da amostra. k - coeficiente tabelado em função do número de determinações. n - número de determinações. Os resultados de controle serão registrados nos relatórios periódicos de acompanhamento. Os serviços rejeitados deverão ser corrigidos, complementados ou refeitos. Controle Geométrico O controle geométrico consistirá de medidas a trena de dimensões transversais das vias, a cada 20,0 m, entre meios-fios aplicados. O serviço será considerado como aceito desde que atenda às seguintes condições: Acabamento seja julgado satisfatório; Os resultados dos ensaios de compressão do concreto utilizado (meios-fios de concreto) sejam satisfatórios; A largura da via seja igual ou maior que a definida no projeto em até 1 %, não sendo aceitas larguras inferiores às determinadas. Nas pavimentações urbanas restritas por meios-fios ou guias outros elementos, a largura da via deverá ser exatamente a definida em projeto.

48 Manejo Ambiental Durante a execução dos serviços, principalmente em áreas não urbanizadas, deverão ser preservadas as condições ambientais, exigindo-se os seguintes procedimentos: Todo o material excedente de escavação deverá ser removido, cuidando-se ainda que não seja conduzido para as bocas de lobo, causando seu entupimento (áreas urbanas), ou para os cursos d água, causando seu assoreamento (áreas não urbanizadas). Em todos os locais onde ocorrerem escavações ou aterros necessários à implantação das obras, deverão ser tomadas medidas que proporcionem a manutenção das condições locais, seja através da recomposição dos pavimentos, seja através de replantio da vegetação local ou de grama. Durante o desenrolar dos serviços deverá ser evitado o tráfego desnecessário de equipamentos ou veículos por terrenos naturais, de modo a evitar sua desfiguração. Nas áreas de bota-fora, ou de empréstimos necessários à realização dos dispositivos, deverão ser evitados os lançamentos de materiais de escavação que possam afetar o sistema de drenagem superficial. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO Os meios-fios serão medidos, pela determinação da extensão executada, expressa em metros lineares, de acordo com o projeto executivo. Não serão medidos quantitativos de serviços superiores aos indicados no projeto. Nos preços estão incluídos a mão de obra, a aquisição de materiais, equipamentos, transporte até o local de aplicação, impostos e encargos, O serviço de escavação para assentamento dos meios-fios está incluso no preço especificado em planilha orçamentária, conforme composições específicas por classe de material. O pagamento se fará ao preço unitário contratual, conforme medição aprovada pela Fiscalização, devendo remunerar toda a mão de obra, ferramentas, equipamentos e encargos. REFERÊNCIAS DNER ES 290/97 Meios fios e Guias DNER ES 330/97 Concretos e argamassas DNER ES 331/97 Armaduras para concreto armado DNER ES 333/97 Formas DNER ES 337/97 Escoramentos DNER ISA 07 Instrução de Serviço Ambiental DNER PRO 277/97 Metodologia para controle estatístico de obras e serviços

49 DNER Manual de Drenagem de Rodovias DNER Álbum de Projetos Tipos de Dispositivos de Drenagem ABR/88 ABNT NBR 12654/92 Controle tecnológico de materiais componentes do concreto ABNT NBR Preparo, controle e recebimento do concreto 12655/96 ABNT NBR 5739 Concreto Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos ABNT NBR 6118 Projeto e execução de obras de concreto armado ABNT NBR 7223 Concreto - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone ABNT NBR 9606 Concreta Determinação da consistência pelo espalhamento do tronco de cone SARJETAS DEFINIÇÃO Sarjetas são dispositivos de drenagem que se aplicam a cortes, aterros e canteiros centrais, de seção triangular e geralmente construídos no terreno natural, em concreto simples ou em paralelepípedos. A função básica das sarjetas é transportar longitudinalmente ao eixo dos logradouros ou rodovias as águas pluviais entre dois pontos determinados pelo projeto de drenagem. Sarjetas revestidas em concreto As sarjetas nas dimensões (30x8) cm As sarjetas revestidas em concreto poderão ser pré-moldadas ou moldadas "in loco". A execução das sarjetas de corte deverá ser iniciada após a conclusão de todas as operações de pavimentação que envolvam atividades na faixa anexa. No caso de valetas de proteção de aterros, a execução será iniciada após a conclusão das operações de terraplenagem. A execução das sarjetas revestidas de concreto moldadas in loco compreenderá as seguintes etapas: Preparo e regularização da superfície de assentamento Esta etapa será executada mediante operações manuais que envolverão cortes e/ou aterros de forma a se atingir a geometria projetada para cada dispositivo. No caso de valetas de proteção de aterros ou cortes, admite-se, opcionalmente, a associação mecânica mediante emprego de lâmina de motoniveladora ou pá carregadeira equipada com retro-escavadeira. Os materiais empregados nesta etapa serão os próprios solos existentes no local, ou mesmo

50 material excedente da pavimentação, no caso de sarjetas de corte. De qualquer modo, a superfície de assentamento deverá resultar firme e bem desempenada. Instalação das guias de referência As guias de madeira que servirão de referência para a concretagem serão colocadas segundo a seção transversal de cada dispositivo, espaçadas de 2,0 metros. Concretagem A concretagem envolverá o seguinte plano executivo: Lançamento de concreto com fck = 18,0 Mpa,em panos alternados; Espalhamento e acabamento do concreto mediante emprego de ferramentas manuais, em especial de uma régua que, apoiada nas duas guias adjacentes, permitirá a conformação da sarjeta à seção pretendida; Retirada das guias dos panos concretados, tão logo se constate o suficiente endurecimento do concreto aplicado; Espalhamento e acabamento do concreto nos panos intermediários, utilizando-se como apoio para a régua de desempeno o próprio concreto dos panos anexos. Execução das juntas A sexta guia de cada segmento só será retirada após a concretagem dos dois panos anexos. Em seu lugar será executada uma junta de dilatação, vertendo-se cimento asfáltico previamente aquecido. Desta forma, resultarão juntas espaçadas de 12 metros. CRITÉRIOS DE CONTROLE Controle dos Materiais Todos os materiais utilizados deverão atender integralmente às especificações em vigor. O concreto utilizado nos dispositivos em que se especifica este tipo de revestimento deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica à compressão (fck mín), aos 28 dias, de 11 mpa. O concreto utilizado deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas normas NBR 6118 e NBR 7187 da ABNT. Controle Geométrico A Fiscalização apreciará de forma visual as características de acabamento das sarjetas executadas. Adicionalmente, serão avaliadas as características geométricas destes dispositivos, de acordo com o seguinte plano de amostragem:

51 Sarjetas revestidas com concreto Determinação da espessura da camada de concreto aplicada, à razão de 1 ponto a cada 200 metros. A determinação da espessura será feita quando da retirada das guias do primeiro conjunto de panos selecionados pela Fiscalização. Determinação das dimensões transversais do dispositivo, por medidas a trena, nos mesmos pontos em que forem procedidas determinações das espessuras. Sarjetas não revestidas Determinação das dimensões transversais do dispositivo, à razão de 1 ponto a cada 200 metros, por medidas a trena. Aceitação dos Serviços Os serviços serão considerados aceitos desde que atendidas as seguintes condições: Acabamento seja julgado satisfatório; As dimensões transversais avaliadas não difiram das de projeto mais do que 5 %, em pontos isolados; Todas as medidas de espessuras efetuadas se encontrem situadas no intervalo de mais ou menos 5% em relação à espessura do projeto; A resistência à compressão simples (fck est) determinada segundo o prescrito na NBR 6118 para controle assistemático, seja superior à resistência característica especificada para as sarjetas em concreto. Manejo Ambiental Os cuidados ambientais referem-se principalmente à disposição do material escavado e não utilizado nas operações de preparo e regularização da superfície de assentamento. Os mesmos serão destinados a bota-foras, que deverão ser feitos próximos aos pontos de passagem e de modo a não prejudicar o escoamento das águas superficiais. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO As sarjetas serão medidas, de acordo com o tipo empregado, pela determinação da extensão efetivamente executada, incluídas as respectivas saídas de água, expressa em metros lineares. Estarão incluídas no valor dos serviços as escavações, regularização do terreno, colchões de areia ou importação de material de aterro, a limpeza e os acabamentos necessários. O transporte dos materiais e/ou solos importados será remunerado separadamente, em item específico.

52 CRITÉRIOS DE PAGAMENTO Os dispositivos serão pagos pelos preços unitários contratuais, para as quantidades medidas conforme o critério de medição adotado, e incluem todas as etapas de execução, bem como mão de obra com encargos sociais, equipamentos, ferramentas, fornecimento de todos os materiais utilizados, escavações, reaterro, limpeza, acabamentos e eventuais. ABNT NBR 6118 Projeto e execução de obras de concreto armado DRENAGEM ESCAVAÇÃO ESCAVACAO MECANICA DE MATERIAL 1A. CATEGORIA, PROVENIENTE DE CORTE DE SUBLEITO (C/TRATOR ESTEIRAS 160HP) Este item consiste no corte de material existente para o assentamento dos tubos de concreto e execução do BDCC (2,0 x 2,0)m CARGA E DESCARGA MECANICA DE SOLO UTILIZANDO CAMINHAO BASCULANTE 5,0M3/11T E PA CARREGADEIRA SOBRE PNEUS * 105 HP * CAP. 1,72M3. (BOTA-FORA) Este item, carga e descarga consistem no carregamento no local da obra dos materiais não aproveitáveis e o descarregamento nas áreas de bota-fora previamente aprovadas pela prefeitura e, onde aplicável, nas pilhas de armazenamento ou nos lugares onde será usado como material de aterro. Os materiais não aproveitáveis para aterro deverão, após a abertura de caixa, ser removidos e espalhados nas áreas do bota-fora aprovado pela FISCALIZAÇÃO TRANSPORTE COMERCIAL COM CAMINHAO BASCULANTE 6 M3, RODOVIA EM LEITO NATURAL - DMT = 9,80 KM (BOTA FORA) O transporte do bota-fora compreenderá atividades de transporte e descarga do material nos aterros indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 9,80 Km. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus subcontratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões.

53 5.2 - TUBOS 5.2.1; CORPO BSTC D=0,60 M, CORPO BSTC D=1,00M. Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (DNIT 023/06). Fundação e Corpo do Bueiro Rejuntamento Inicialmente devem ser instaladas as formas laterais para moldagem do berço. Execução da porção inferior do berço com concreto ciclópico com 30% de pedra-de-mão, até se atingir a linha correspondente à geratriz inferior dos tubos. Vibrar o concreto mecanicamente. Instalação dos tubos sobre a porção do berço, tão logo o concreto utilizado apresente resistência para isto. Se necessário, utilizar guias ou calços de madeira ou de concreto pré-moldado para fixar os tubos na posição correta. Os tubos de ponta e bolsa deverão ser colocados com as bolsas voltadas para montante, devendo ser as pontas bem encaixadas nas bolsas. Complementação da concretagem do berço, imediatamente após a instalação dos tubos. Vibrar o concreto mecanicamente. Retirada das formas laterais ao berço. Quando existir solo com baixa capacidade de suporte no terreno de fundação, o berço deverá ser executado sobre um enrocamento de pedra jogada. Quando a declividade longitudinal do bueiro for superior a 5%, o berço será provido de dentes, fundidos simultaneamente e espaçados de acordo com o previsto no projeto-tipo adotado. Opcionalmente o berço poderá ser fundido em uma só etapa com o tubo já assentado sobre guias transversais de concreto pré-moldadas ou de madeira (2 guias por tubo). Deverá ser tomada a máxima precaução no rejuntamento dos tubos a fim de ser evitado qualquer vazio entre a ponta e a bolsa, deste modo, o rejuntamento dos tubos deverá ser executado depois de feito o encaixe de três tubos adiante, a fim de que o rejunte não venha a se romper em conseqüência de abalos. Os tubos de diâmetro inferior a 0,50m serão rejuntados apenas externamente, devendo-se ter o cuidado de colocar uma porção suficiente de argamassa de rejunte na parte inferior da bolsa de cada tubo antes da colocação do tubo seguinte, a fim de se obter uma perfeita vedação. Os tubos de diâmetro igual ou superior a 0,50m serão rejuntados tanto internamente como externamente.

54 Materiais O rejuntamento externo com argamassa deverá ser prolongado na superfície do tubo a partir da bolsa, de um comprimento mínimo de 0,07m. Os tubos que apresentarem rachaduras ou qualquer avaria deverão ser sumariamente condenados e retirados do canteiro de serviços no prazo mínimo de 48 horas. Poderá a Fiscalização, quando julgar necessário, exigir a realização de ensaios a fim de verificar se os tubos obedecem às normas técnicas em vigor ou as especificações no projeto. Os tubos deverão ser colocados, cuidadosamente, de modo a ficarem alinhados, obedecendo rigorosamente ao projeto, e repousarem no leito de material preferencialmente granular, compactado e suficientemente firme e uniforme para impedir recalques e deslocamentos, sendo removida, quando necessário, uma porção de material do fundo da vala para melhor acomodação das bolsas dos tubos assim como facilitar melhor a colocação do rejunto. Os tubos tipo ponta e bolsa deverão ser colocados com as bolsas voltadas para montante, devendo as pontas serem bem encaixadas nas bolsas adjacentes. Os tubos deverão ser rejuntados com argamassa de cimento e areia no traço 1:2, em volume. Na impossibilidade de esgotamento total de água existente na vala os tubos serão rejuntados com argamassa de cimento e argila ao traço 1:2, em volume. Deverá ser tomada a máxima precaução no rejuntamento dos tubos a fim de ser evitado qualquer vazio entre a ponta e a bolsa de tubos. O rejuntamento dos tubos deverá ser executado depois de feito o encaixe de três tubos adiante, a fim de que o rejunto não venha a se romper em conseqüência de abalos. Todos os materiais a empregar nas obras deverão obedecer as prescrições da ABNT, podendo a FISCALIZAÇÃO exigir a execução de ensaios para efeito de comprovação do atendimento às respectivas Normas e decorrente aceitação. Assim sendo, os materiais a empregar nas obras deverão obedecer às Especificações Brasileiras adiante discriminadas: Cimento Portland Areia e Brita Aço para concreto Tijolos maciços Manilhas c/ armação EB-1 EB-4 EB-3 EB-19 EB-103 Escoramento Quando for necessário ser utilizado, será do tipo contínuo ou fechado, com utilização de pranchas metálicas ou de madeira, colocadas a cobrir inteiramente as paredes da vala. A extremidade inferior da cortina de escoramento deverá ficar mais baixa que o leito da vala. O contraventamento será executado por meio de longarinas, em ambos os lados, devidamente presas com estroncas transversais.

55 Manilhas Em todos os coletores deverão ser utilizadas manilhas de concreto armado classe M.F.-CA1, com juntas argamassadas com cimento e areia no traço 1:3. todos os cuidados deverão ser tomados no manuseio das manilhas quando da descida às cavas. Antecedendo a colocação das manilhas, todo o fundo das valas deverá ser regularizado com material de 1 º categoria permitindo um assentamento estável do tubo. Berço de Area: constitue-se de uma camada de area assentada normalmente sobre o solo de fundação e que serve de apoio ao corpo do bueiro, que nela se insere ao longo de uma superfície cilíndrica de seção conformada em segmento circular, capaz de assegurar a perfeita solidariedade entre os tubos e o próprio berço. CONCRETOS E ARGAMASSAS O concreto empregado na confecção dos tubos e nos demais elementos constitutivos dos bueiros deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica à compressão (fck) min. Aos 28 dias de 11 MPa para as bocas e berço (concreto ciclópico) e de 15 MPa para os tubos. O concreto utilizado deverá ser preparado de acordo com o prescrito nas normas NBR 6118 DA ABNT. As argamassas serão de cimento e areia no traço 1:4 em volume. TUBOS DE CONCRETO Os tubos de concreto armado a serem empregados terão armadura simples ou dupla e serão do tipo encaixe macho e fêmea, devendo atender às prescrições contidas na NBR 9794 da ABNT Tubo de Concreto Armado de Seção Circular para Águas Pluviais. A classe de tubo a empregar deverá ser compatível com a altura máxima de aterro prevista. Estas alturas deverão ser majoradas, para bueiros com berços executados em valas, ou reduzidas, para bueiros executados sem berços ou com berços de qualidade inferior, a critério do projetista. Os tubos deverão ser rejuntados com argamassa de cimento-areia CAIXAS DE LIGAÇÃO E PASSAGEM CLP 05 O processo de execução das caixas de ligação e passagem envolve as seguintes etapas: Escavação necessária à implantação das caixas de ligação e passagem, que será parte integrante da escavação das valas da rede coletora; Compactação da superfície de apoio da caixa de ligação e passagem; Instalação das formas das paredes da caixa e dos tubos da rede coletora. Execução da concretagem do fundo, seguida da concretagem das paredes da caixa, fazendo uso de vibradores.

56 Retirada das formas e preenchimento do espaço lateral com solo compactado; Instalação da tampa de concreto pré-moldado. O concreto utilizado deverá apresentar resistência característica à compressão (fck)min. aos 28 MPa. Aos 28 dias de 15 MPa BOCA DE LOBO SIMPLES-BLS 01 COM TAMPA DE CONCRETO/ESCAV. /COMPACT./REAT. Serão construídas bocas de lobo ou sarjetas nos pontos baixos e naqueles determinados pelo projeto ou pela Fiscalização. Poderão, de acordo com o projeto ou a critério da fiscalização, ser construídas bocas de lobo c/ grade de ferro ou concreto, na linha d água ou bocas de lobo tipo gaveta, no passeio. Em casos excepcionais, a critério da Fiscalização, poderão ser modificadas as dimensões, não devendo ser inferior às especificadas nos detalhes. O fundo da boca de lobo será impermeabilizado com uma camada de concreto simples de cimento, areia e brita com o traço em volume 1:3:5 com espessura de 0,10 m. A camada impermeabilizadora deverá ficar respaldado com a geratriz do tubo de ligação a fim de evitar acúmulo d água e proliferação de insetos. A argamassa empregada para o assentamento dos tijolos será de cimento e areia no traço em volume 1:8. As paredes serão revestidas internamente com argamassa de cimento e areia no traço em volume de 1:4 com espessura de 0,025 m a 0,020 m bem desempolada. As bocas de lobo tipo gavetas serão cobertas com duas placas de concreto armado com espessura de 10 cm, uma fixa junto ao meio-fio e outra móvel contida em um caixilho em concreto, com dispositivo que possibilite o seu levantamento para limpeza da boca de lobo. As armaduras de ferro para as placas de cobertura da boca de lobo, tipo gaveta, serão de ferro Ø 5/16 em malha de 11 cm. 5.3 ATERRO TUBOS ESCAVACAO MECANICA DE MATERIAL 1A. CATEGORIA, PROVENIENTE DE CORTE DE SUBLEITO (C/TRATOR ESTEIRAS 160HP) Este item consiste no corte de material existente para o aterro dos tubos de concreto CARGA E DESCARGA MECANICA DE SOLO UTILIZANDO CAMINHAO BASCULANTE 5,0M3/11T E PA CARREGADEIRA SOBRE PNEUS * 105 HP * CAP. 1,72M3. (BOTA-FORA) Este item, carga e descarga consistem no carregamento do material para o aterro.

57 5.3.3 TRANSPORTE COMERCIAL COM CAMINHAO BASCULANTE 6 M3, RODOVIA EM LEITO NATURAL - DMT = 6,05 KM (ENVOLTÓRIA TUBOS) O transporte compreenderá atividades de transporte do material nos aterros indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 6,05 Km. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus subcontratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões ESPALHAMENTO DE MATERIAL DE 1A CATEGORIA COM TRATOR DE ESTEIRA COM 153HP Este item consiste no espalhamento do agregado retirado da praça, cuja camada depois de concluída deverá obedecer às seguintes características: índice máximo de vazio de 15%; a superfície deve ficar lisa, uniforme, isenta de fendas, ondulações ou material solto, não podendo em qualquer ponto apresentar diferenças superiores a m em relação aos perfis longitudinais e transversais estabelecidos. No processo construtivo deve observar-se o seguinte: No espalhamento do agregado deve utilizar-se uma motoniveladora ou outro equipamento similar, de modo a que a superfície da camada se mantenha aproximadamente com a forma definitiva. O espalhamento deve ser feito regularmente e de forma a evitar-se a segregação dos materiais, não sendo permitidas bolsadas de material fino ou grosso. Será feita, em princípio, a prévia umidificação dos agregados na central de produção, de forma a que a segregação no transporte e espalhamento seja projeto de requalificação dos espaços pedonais. Se na operação de compactação o agregado não tiver a umidade necessária (cerca de 4.5%), terá que se aplicar uma distribuição uniforme de água, se durante o espalhamento se formarem rodeiras, vincos ou qualquer outro tipo de marca imprópria que não possa ser facilmente eliminada por cilindramento, deve proceder-se à escarificação e homogeneização da camada, e consequente regularização da superfície; se a camada assim constituída ficar sujeita ao trânsito, mesmo que seja só de veículos de serviço, deverá ser ligeiramente ensaibrada e depois concluída com saibro de boa qualidade, para evitar a desagregação COMPACTACAO MECANICA C/ CONTROLE DO GC>=95% DO PN (AREAS) (C/MONIVELADORA 140 HP E ROLO COMPRESSOR VIBRATORIO 80 HP)

58 DEFINIÇÃO Compactação consiste na redução do índice de vazios, manual ou mecanicamente, do material de aterro ou reaterro, com energia suficiente para atingir graus de eficiência previstos em projeto. OBJETIVO A compactação tem por objetivo: - O aumento da resistência à ruptura dos solos, sob a ação de cargas externas; - A redução de possíveis variações volumétricas, quer pela ação de cargas, quer pela ação da água que, eventualmente, percole pela sua massa; - A impermeabilização dos solos, pela redução do coeficiente de permeabilidade, resultante do menor volume de vazios. Em resumo, através da compactação de um solo obtém-se maior aproximação e entrosamento das partículas, ocasionando o aumento da resistência ao cisalhamento e conseqüentemente a obtenção de uma maior capacidade de suporte. Com a redução do volume de vazios, a capacidade de absorção de água e a possibilidade de haver percolação diminuem substancialmente, tornando o solo mais estável. Dois fatores são fundamentais na compactação: O teor de umidade do solo e a energia empregada na aproximação dos grãos, que se denomina energia de compactação. Apenas no teor de umidade ótimo se atinge o máximo peso específico seco, que corresponde à maior resistência do solo. No caso do aterro compactado, todas as camadas do solo deverão sofrer compactação de maneira conveniente até se obter, na umidade ótima, a massa específica aparente seca correspondente a compactação desejada. E os trechos que não atingirem as condições mínimas de compactação deverão ser escarificados, homogeneizados, levados à umidade adequada e novamente compactados, de acordo com a massa específica aparente seca exigida. CONSTRUÇÃO DE BUEIRO DUPLO DE CONCRETO TIPO DESCRIÇÃO DIMENSÕES TRECHO EXTENSÕES COORDENADAS Bueiro Duplo S BDCC Celular de 2,00m x 2,00m Rua Santa Catarina 12,00m O Concreto TOTAL 12,00m II-DISPOSIÇÕES GERAIS

59 As LICITANTES deverão fazer um reconhecimento no local da obra antes da apresentação das propostas, afim de tomar conhecimento da situação atual das instalações, da extensão dos serviços a serem executados, das dificuldades que poderão sugir no decorrer da obra, bem como cientificarem-se de todos os detalhes construtivos necessários a sua perfeita execução. Os aspectos que as LICITANTES julgarem duvidosos, dando margem a dupla interpretação, ou omissos nestas especificações, deverão ser apresentados à FISCALIZAÇÃO através de fax e elucidados antes da Licitação da obra. Após esta fase, qualquer duvida poderá ser interpretada apenas pela FISCALIZAÇÃO, não cabendo qualquer recurso ou reclamação, mesmo que isso venha a acarretar acréscimo de serviços não previstos no orçamento apresentado por ocasião da Licitação. OBJETO O documento que está sendo apresentado nas próximas páginas tem como objetivo descrever o Projeto Básico e Estudo Técnico relativo à CONSTRUÇÃO DE GALERIA EM ÁREA URBANA, localizado no do município de Alta Floresta d Oeste/RO, sendo as extensões de: CONSTRUÇÃO DE BUEIRO DUPLO DE CONCRETO TIPO DESCRIÇÃO DIMENSÕES TRECHO EXTENSÕES COORDENADAS Bueiro Duplo S BDCC Celular de 2,00m x 2,00m Rua Santa Catariana 12,00m O Concreto TOTAL 12,00m Todas as informações relativas aos serviços, execução, Normas e gerenciamento das obras de implantação da referida pavimentação, estão detalhadas a seguir. Independente de transcrição prevalece para todos os serviços listados a seguir as prescrições da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), e na ausência desta, disposições de Normas específicas. DESCRIÇÃO SUCINTA DA OBRA A obra consistirá na Construção de Galeria em Área Urbana com extensão de BDCC 2,00m x 2,00m, com extensão do corpo de 12,00m, com as seguintes características principais: serviços preliminares contemplando (placa da obra, serviços topográficos e barracão), obras complementares contemplando (escavação mecânica, remoção de solo mole, carga e descarga, transporte, corpo BDCC de 2,00m x 2,00m, boca BDCC de 2,00m x 2,00m normal, Concreto fck=15mpa, lançamento/aplicação, fornecimento e lançamento de pedra de mão) e aterro (escavação mecânica, carga e descarga, transporte, espalhamento de material e compactação mecânica).

60 REGIME DE EXECUÇÃO Empreitada por preço global. PRAZO DA EXECUÇÃO O prazo para execução da obra será de 180 (Cento e Oitenta) dias corridos, contando a partir da data de emissão da respectiva Ordem de Serviço e/ou assinatura do contrato, devendo a CONTRATADA submeter à aprovação da Prefeitura Municipal a sua proposta de cronograma fisico-financeiro para a execução da obra. ABREVIATURAS No texto destas especificações técnicas serão usadas, além de outras consagradas pelo uso, as seguintes abreviaturas: FISCALIZAÇÃO : Engenheiro ou preposto credenciado pela Prefeitura CONTRATADA : Firma com a qual for contratada a execução das obras ABNT : Associação Brasileira de Normas Técnicas : CREA : Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Serão documentos complementares a estas especificações técnicas, independentemente de transcrição: - todas as normas da ABNT relativas ao objeto destas especificações técnicas; - as normas do CREA/RO. MATERIAIS Todos os materiais necessários serão fornecidos pela CONTRATADA. Deverão ser de primeira qualidade e obedecer às normas técnicas específicas. As marcas citadas nestas especificações constituem apenas referência, admitindo-se outras previamente aprovadas pela FISCALIZAÇÃO. CONDIÇÕES DE SIMILARIDADE Os materiais especificados poderão ser substituídos, mediante consulta prévia à FISCALIZAÇÃO, por outros similares, desde que possuam as seguintes condições de similaridade em relação ao substituído: qualidade reconhecida ou testada, equivalência técnica (tipo, função, resistência, estética e apresentação) e mesma ordem de grandeza de preço. GENERALIDADES Esta especificação fixa condições mínimas exigíveis e aplicáveis pela fiscalização dos serviços necessários à completa execução da obra. A construção da obra deverá obedecer integralmente a esta Especificação e aos projetos, sendo

61 os casos omitidos resolvidos pela fiscalização. FISCALIZAÇÃO Será executada por técnico(s) credenciado(s) pela Prefeitura Municipal para o acompanhamento da obra. A fiscalização terá amplos poderes para recusar os serviços e materiais que não estejam de acordo com as normas e especificações pertinentes. A Empreiteira deverá manter a fiscalização informada do andamento e das dificuldades, como também de outras situações relativas à obra. A Empreiteira é obrigada a manter constantemente na obra, o Diário de Obra, no qual a fiscalização ou o encarregado dos serviços anotará toda e quaisquer alterações ou ocorrências. ADMINISTRAÇÃO E CONTROLE Toda a administração do empreendimento se fará diretamente pelo construtor, onde haverá um engenheiro responsável técnico e administrativo da construção, cuja função será também de coordenador. Serão obedecidas as recomendações de segurança e higiene do trabalho contidas na Norma Regulamentadora n.º 18, com redação dada pela Portaria nº 4, de 04/07/1995 do Ministério do Trabalho. Todos os equipamentos e ferramentas de uso no canteiro de obras serão dimensionados e fornecidos diretamente pela empresa contratada em quantidades e tipos correspondentes ao tipo de serviço a ser executado. Definir pessoal técnico especializado para os serviços de administração da obra e estabelecer critérios para formar o controle seja que técnico, de material, de pessoal e serviços relativos ao bom andamento da obra. Será obrigatórios o uso de capacetes de segurança, protetores, óculos de segurança, luvas de couro, cintos de segurança, máscaras e outros equipamentos de proteção coletiva e individual, tudo de conformidade com o tipo de trabalho a ser executado. MÃO-DE-OBRA: A CONTRATADA deverá empregar somente mão-de-obra qualificada na execução dos diversos serviços. Cabe à CONTRATADA as despesas relativas às leis sociais, seguro, vigilância, transporte, alojamento, e alimentação do pessoal, durante todo o período da obra. A CONTRADA se obriga a fornecer a relação de pessoal e respectiva guia de recolhimento das obrigações com o INSS. Ao final da obra, deverá ainda fornecer a seguinte documentação relativa a obra: Certidão negativa de Débitos com o INSS; Certidão de Regularidade de Situação perante o FGTS e Certidão de Quitaçãode ISS refente ao contrato. RESPONSABILIDADE TÉCNICA E GARANTIA: A CONTRATADA deverá apresentar, antes do início dos trabalhos, as ART referentes à execução da obra e aos projetos, incluindo os fornecidos pela CONTRATANTE. A guia da ART deverá ser mantida

62 no local dos serviços. Com relação ao disposto no Art. 618 do Código Civil Brasileiro, entende-se que o prazo de 05 (cinco) anos, nele referido, é de garantia e não de prescrição. O prazo prescricional para intentar ação civil é de 10 anos, conforme Art. 205 do Código Civil Brasileiro. PROJETOS O projetos de detalhamento serão fornecidos pela CONTRATANTE. Se algum aspecto destas especificações estiver em desacordo com normas vigentes da ABNT, CREA e Governo do Estado, prevalecerá a prescrição contida nas normas desses órgãos. DIVERGÊNCIAS Em caso de divergência, salvo quando houver acordo entre as partes, será adotada a seguinte prevalência: - as normas da ABNT prevalecem sobre estas especificações técnicas e estas, sobre os projetos e caderno de encargos; - as cotas dos desenhos prevalecem sobre suas dimensões, medidas em escala; - os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala e - os desenhos de datas mais recentes prevalecem sobre os mais antigos. III - DESCRIÇÃO E ESPECIFICAÇÃO DOS SERVIÇOS: 1.0- SERVIÇOS PRELIMINARES FORNECIMENTO E INSTALAÇÃO DE PLACA DE INDENTIFICAÇÃO DA OBRA (3,00 X 2,00)M A CONTRATADA deverá fornecer e instalar a placa padrão do Programa Calha Norte, cujo padrão será fornecido pela CONTRATANTE. A placa deverá ser instalada em posição de destaque no canteiro de obras, devendo a sua localização ser, previamente, aprovada pela FISCALIZAÇÃO. A dimensão da placa da obra será (3,00m x 2,00m) = 6,00m², conforme orçado em planilha e no padrão do PCN- Programa Calha Norte SERVICOS TOPOGRAFICOS PARA PAVIMENTACAO, INCLUSIVE NOTA DE SERVICOS, ACOMPANHAMENTO E GREIDE Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 169/86 e ES 173/86). Será procedida a locação de todos os trechhos que será instalado os bueiros celulares e que são integrantes do programa. A locação compreende a execução do alinhamento com estaqueamento nivelamento e contra-nivelamento, levantamento das seções transversais de todas as estacas e cadastro completo de todos os serviços públicos existentes. A locação será executada pelo eixo dos corregos, apontando-se os desniveis. Utiliza-se na execução dos serviços teodolitos, miras balizas, trenas de aço e demais acessórios complementares. Sendo os serviços executados em vias vicinais, o processo de amarração dos eixos será executado, sempre que possível, utilizando-se macros existentes nos perimetros das vias vicinais, por serem pontos sensíveis e de duração comprovada.

63 O nivelamento e o contranivelamento serão executados geometricamente, com níveis e miras centimétricas, sendo a cota altimétrica verdadeira. As seções transversais serão levantadas a nível em todas as estacas do eixo locado. As seções serão levantadas de modos a abranger os limites dos corregos onde serão instalados os bueiros. O levantamento cadastral objetiva caracterizar todos elementos notáveis existentes, bem como os serviços públicos (árvores, erosão e etc.) OBRAS DE ARTE CORRENTES Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 278/97, ES 279/97, ES 280/97, ES 281/97 E ES 282/97) ESCAVAÇÃO MECÂNICA DE VALAS EM MATERIAL DE 1ª CATEGORIA DEFINÇÃO Trata-se de escavações de valas executadas mecanicamente em áreas não urbanizadas (campo aberto). VALA Escavação longitudinal, executada em solo ou rocha, com profundidade, largura e declividade definidas em projeto, com finalidade de receber e conduzir águas pluviais sistema de rede de drenagem. MÉTODO EXECUTIIVO ESCAVAÇÃO Deverão ser seguidos os projetos e as Especificações no que se refere à locação, profundidade e declividade da escavação. Entretanto, em alguns casos, as escavações poderão ser levadas até uma profundidade superior à projetada, até que se encontrem as condições necessárias de suporte para apoio das estruturas, a critério da Fiscalização. Quando necessário, os locais escavados deverão ser isolados, escorados e esgotados por processo que assegure proteção adequada. As escavações com mais de 1,25 m de profundidade deverão dispor de escadas ou rampas, colocadas próximas aos postos de trabalho, a fim de permitir, em caso de emergência, a saída rápida dos trabalhadores, independentemente da adoção de escoramento. As áreas sujeitas a escavações em caráter permanente deverão ser estabilizadas de maneira a não permitir movimento das camadas adjacentes. Em caso de valas, deverão ser observadas as imposições do local do trabalho, principalmente as concernentes a segurança dos transeuntes e de animais.

64 2.2 REMOÇÃO DE SOLO MOLE É o processo de retirada total da camada de solo de baixa resistência ao cisalhamento, incluindo o transporte e a disposição na forma de bota fora. Esta solução só deve ser aplicada quando a camada do solo mole for totalmente substituída e para espessuras de solos mole inferiores a 4,00m, sendo estas condições necessárias para aplicação desta especificação. 2.3 CARGA E DESCARGA MECANICA DE SOLO UTILIZANDO CAMINHAO BASCULANTE 5,0M3/11T E PA CARREGADEIRA SOBRE PNEUS * 105 HP * CAP. 1,72M3. CARGA MECANIZADA DEFINIÇÃO Consiste no carregamento de material de 1ª categoria, em caminhões basculantes ou em outros equipamentos transportadores, com utilização de pás carregadeiras ou escavadeiras. O material é oriundo de cortes. Sendo materiais de baixa qualidade e inutilizável na obra. Este item, carga consistem no carregamento no local da obra, dos materiais não aproveitáveis. Os materiais não aproveitáveis para aterro deverão, após a abertura de caixa, ser removidos e espalhados nas áreas do bota-fora aprovado pela FISCALIZAÇÃO. Materiais Material procedente da escavação do terreno natural, geralmente, é constituído por solo, alteração de rocha, rocha ou associação destes tipos. Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte classificação: Material de 1ª categoria Compreendem os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade apresentado. MÉTODO EXECUTIVO A carga será geralmente precedida pela escavação do material, e de sua deposição na praça de carregamento em condições de ser manipulado pelo equipamento de carga. As praças de carregamento deverão apresentar boas condições de conservação, circulação e manobra. No caso de valas, com remoção total de material, a carga poderá ser feita juntamente com a escavação, principalmente quando se tratar de serviço em área urbana. O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira a que fique uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra derramamento pelas bordas durante o transporte.

65 Tratando-se de transporte em área urbana, estradas ou em locais onde haja tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do equipamento deverá ser completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se, assim, poeira e queda de material nas vias. Também em áreas urbanas, o material estocado na praça de carregamento deverá ser mantido umedecido, evitando-se poeira. DESCARGA Este item de descarga consiste no carregamento no local da obra dos materiais não aproveitáveis e o descarregamento nas áreas de bota-fora previamente aprovadas pela prefeitura e, onde aplicável, nas pilhas de armazenamento ou nos lugares onde será usado como material de aterro. Os materiais não aproveitáveis para aterro deverão, após a abertura de caixa, ser removidos e espalhados nas áreas do bota-fora aprovado pela FISCALIZAÇÃO. 2.4 TRANSPORTE LOCAL COM CAMINHAO BASCULANTE 6 M3, RODOVIA EM LEITO NATURAL- DMT =9,80 KM (BOTA-FORA) O transporte do bota-fora compreenderá atividades de transporte e descarga do material nos aterros indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 9,80 Km. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus subcontratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões CORPO BDCC 2,00m x 2,00m H =0,00 A 1,00m Definição Trata-se de dispositivos destinados a transportar o fluxo de águas pluviais entre dois pontos. Obras de arte correntes, de porte razoável, que se instalam no fundo dos talvegues e, em geral, correspondem a cursos d água permanentes. Por razões construtivas e estruturais são construídos em seções geometricamente definidas, na forma de retângulos ou quadrados, podendo ser de células únicas ou múltiplas, separadas por septos verticais. Metodo Executivo O concreto utilizado no corpo e nas bocas deverá ser dosado experimentalmente para uma resistência característica à compressão (fck min), de 15 mpa, devendo ser preparado de acordo com o prescrito nas normas NBR 6118 e NBR Como leito de assentamento do corpo do bueiro celular e da laje de entre-alas, será utilizado um lastro de concreto magro.

66 Para revestimento de laje de fundo do corpo e de entre-alas será utilizada argamassa de cimento e areia no traço 1:3 em volume. O aço utilizado nas armaduras será de classe CA- 50A ou CA-50B. As etapas executivas a serem atendidas na construção dos bueiros celulares de concreto são as seguintes: Locação A execução dos bueiros celulares deverá ser precedida da locação da obra, de acordo com os elementos de projeto. A locação será efetuada mediante a implantação de piquetes a cada 5 metros e do nivelamento dos mesmos de modo que seja possível a determinação dos volumes de escavação. Os elementos de projeto, tais como estacas, esconsidade, comprimento e cotas poderão sofrer pequenos ajustes nesta fase. A declividade longitudinal da obra deverá ser contínua. Corpo A execução do corpo dos bueiros celulares será feita seguindo três etapas de concretagem, desenvolvidas a partir da parte inferior da obra. Primeira etapa de concretagem Serão instaladas as armaduras da laje inferior e as formas das laterais, estas para dar apoio às armaduras laterais vinculadas. Segue-se a concretagem da laje de piso, até a cota superior das mísulas inferiores e a conseqüente vibração do concreto lançado. Segunda etapa de concretagem Serão posicionadas as armaduras das paredes e as formas laterais remanescentes. Segue-se a concretagem das paredes, até a cota inferior das mísulas superiores, e a conseqüente vibração do concreto lançado. Terceira etapa de concretagem Serão instaladas as formas e as armaduras de laje superior, e em seguida lançado e vibrado o concreto necessário à complementação do corpo do bueiro celular. Vigas das cabeceiras Nas extremidades dos bueiros serão executadas as vigas de topo inferior e superior, simultaneamente com a primeira e terceira etapas de concretagem. Juntas de dilatação

67 Serão executadas juntas de dilatação a intervalos de, no máximo, 10 m. Estas juntas serão executadas interrompendo-se dois "panos" anexos de concretagem, segundo uma transversal à obra, com uma peça de madeirit e uma placa de isopor, cada uma delas com espessura de 1cm. Concretado o segundo plano, a peça de madeirit e o isopor serão retirados e a junta será preenchida com mistura de cimento asfáltico e areia, vertida a quente. Opcionalmente, pode ser executada junta do tipo Fungenband ou similar, que assegure a estanqueidade da obra. Detalhamento Materiais Todos os materiais a empregar nas obras deverão obedecer as prescrições da ABNT, podendo a FISCALIZAÇÃO exigir a execução de ensaios para efeito de comprovação do atendimento às respectivas Normas e decorrente aceitação. Assim sendo, os materiais a empregar nas obras deverão obedecer às Especificações Brasileiras adiante discriminadas: NORMAS: Cimento Portland EB-1 Areia e Brita EB-4 Aço para concreto EB-3 Fôrma compensada resinada As fôrmas devem ser dimensionadas para suportar e a pressão de concreto plástico, considerando o processo e a velocidade de concretagem, rigidamente contraventadas, robustas, sem deformações, defeitos, irregularidades ou pontos frágeis para evitar qualquer alteração de forma e dimensão durante a concretagem. DOS MATERIAIS: Todos os materiais utilizados devem satisfazer as especificações aprovadas pela FISCALIZAÇÃO. Os materiais utilizados para as confecção das fôrmas são madeira maciça, compensada e aço.a escolha depende do vulto da obra, das condições locais e das indicações do projeto. Madeira corrida ou maciça: Tábuas corridas empenam facilmente e provocam um acabamento inferior ao obtido com outros tipos de fôrmas. Só podem ser usadas para superfícies acabadas não aparentes.

68 Madeira compensada: Comercialmente apresentada em peças de área relativamente grande, de espessuras diversas. Chapas finas de aço: Utilizadas em peças que permitem grande reaproveitamento, tais como pilares padronizados de seção circular e vigas pré-moldadas Equipamentos: Todo equipamento antes do início da execução do serviço, deve ser cuidadosamente examinado e aprovado pela FISCALIZAÇÃO, sem o que não é dada a autorização para seu início. Os equipamentos devem do tipo, tamanho e quantidade que venham a ser necessário para a execução satisfatória dos serviços, devendo a executante apresentar relação detalhada dos equipamentos a serem utilizados em cada caso. Execução: A responsabilidade civil e ético-profissional pela qualidade, solidez e segurança do serviço é da executante. As fôrmas devem ser executadas de modo que o concreto acabado tenha as formas e dimensões do projeto, esteja de acordo com alinhamento e cotas e apresente uma superfície lisa e uniforme. Deve ser projetada para que sua remoção não cause dano ao concreto e que comportem o efeito da vibração de adensamento e da carga do concreto, sem sofrer deformação. As dimensões, nivelamento e verticalidade das fôrmas devem ser verificados cuidadosamente. Devem ser removidos no interior das fôrmas todo o pó de serra, aparas de madeira, arames de amarração do aço, e outros restos de material. Em pilares e vigas altas, nos quais o fundo é de difícil limpeza, devem-se deixar aberturas provisórias para facilitar esta operação. As juntas das fôrmas devem, obrigatoriamente, ser vedadas para evitar perdas de argamassa do concreto ou de água. Antes da concretagem, as folhas devem ser abundantemente molhadas, e a água em excesso removida. As uniões das tábuas, folhas de compensado ou chapas metálicas devem ter juntas de topo e repousar sobre nervuras ou presilhas suportadas pelas vigas de contraventamento. As braçadeiras de aço para as fôrmas devem ser construídas e aplicadas de modo a permitir a sua retirada sem danificar o concreto. Deve ainda ser construído de maneira a permitir fácil remoção sem danificar o concreto, evitar os cantos vivos com a utilização de chanfros triangulares. Os tirantes e outros dispositivos que atravessam o concreto, usado para manter a fôrma no lugar, devem ser removidos até a profundidade, no mínimo, igual ao do cobrimento das armaduras. Tratar os furos resultantes com argamassa idênticas a dor concreto a ser separado. Se utilizadas mangueiras nos tirantes, os furos poderão ficar aparentes, desde que haja simetria e não prejudique a estética da obra. Caso contrário, deverão ser tamponados com argamassa idêntica com a do concreto.

69 Escoramento Conjunto de escoras e elementos de ligação, projetado para resistir ao peso da estrutura, evitando deformações prejudiciais à forma da estrutura e esforços do concreto na fase de endurecimento. O escoramento será projeto e construído sob a responsabilidade do executante. Deverá suportar com a rigidez necessária todas as cargas e ações possíveis de ocorrer durante a fase construtiva e também garantir na obra acabada a geometria, os alinhamentos e greides do projeto executivo. Deverá suportar o peso das estruturas de concreto armado, até adquirir resistência e módulo de elasticidade necessário a sua auto-sustentação, para obras em concreto protendido, até concluir as operações de protensão. DOS MATERIAIS: Os materiais usados são: madeira roliça ou serrada, aço em perfis metálico ou peças tubulares e excepcionalmente, concreto. Madeira Roliça: Peça vertical ou diagonal de contraventamento utilizada em escoramento convencionais de diâmetro compatível com as cargas a suportar. Não deverá apresentar falhas de reduzam a seção transversal, bem como rachaduras, ainda usada como estaca, em caso de solo de baixa resistência. Madeira serrada: A secção transversal deverá ser compatível com as cargas, preferencialmente utilizada no contraventamento. Aço: Geralmente utilizados em perfis metálicos ou treliças executadas com peças tubulares não poderão superar cargas superiores às recomendações dos fabricantes. A capacidade suporte deverá ser reduzida no caso de reutilização, em função da sua manutenção. Para colocar as fôrmas no greide desejado e eliminar qualquer recalque excessivo nos escoramentos, antes e durante a concretagem, serão usados calços, aos pares, para assegurar assentamento uniforme, e macacos hidráulicos e tóricos. CRITÉRIOS DE CONTROLE O controle geométrico consistirá na conferência, por métodos topográficos correntes, do alinhamento, esconsidades, declividade, comprimentos e cotas dos bueiros executados. As condições de acabamento serão apreciadas, pela Fiscalização, em bases visuais. O controle tecnológico do concreto empregado nos berços e bocas será realizado pelo rompimento de corpos de prova à compressão simples, aos 7 dias de idade, de acordo com o prescrito na NBR 6118 da ABNT para controle assistemático. Para tal, deverá ser estabelecida, previamente, a relação experimental entre as resistências à compressão simples aos 28 e aos 7 dias.

70 O controle tecnológico dos tubos empregados deverá atender ao prescrito na NBR 9794 da ABNT- Tubos de Concreto Armado de Seção Circular para Águas Pluviais. Em princípio, serão executados apenas ensaios à compressão diametral, atendendo ao definido na NBR 9795 da ABNT. O serviço será considerado aceito desde que atendidas as seguintes condições: -O acabamento seja julgado satisfatório; - As características geométricas previstas tenham sido obedecidas; -A resistência à compressão simples estimada (fck est) do concreto utilizado nas bocas e berços, definida na NBR 6118 da ABNT para controle assistemático seja superior à resistência característica especificada; -A resistência à compressão diametral obtida nos ensaios efetuados seja superior aos valores mínimos especificados na NBR 9794, para a classe e dimensões do bueiro considerados. CRITÉRIOS DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO Será determinada a extensão executada, expressa em metros lineares, discriminando-se as dimensões das células, o número de linhas e a altura de aterro prevista. Na medição do corpo considerase incorporado o lastro de concreto magro. As bocas executadas serão medidas de acordo com o tipo empregado, pela contagem do número de unidades executadas. Os enrocamentos, quando necessários, a escavação e o reaterro, bem como o escoramento e o rebaixamento do lençol freático para assentamento dos bueiros celulares de concreto serão medidos e pagos separadamente. O pagamento será feito ao preço unitário proposto para cada diâmetro de tubo e número de linhas empregado, devendo este preço remunerar todas as operações, ferramentas e equipamentos, materiais, transporte, mão de obra, encargos e eventuais, necessários à completa execução do item considerado, incluindo o berço de concreto. As bocas de bueiro, quando executados, serão pagos ao preço unitário proposto, por unidade executada, estando também remunerados nestes preços todas as operações,ferramentas, equipamentos, materiais, transportes, mão de obra, encargos e eventuais necessários à completa execução dos itens. Os movimentos de terra necessários à implantação dos bueiros serão remunerados pelos respectivos itens em planilha, separadamente dos bueiros. 2.6 BOCA BDCC 2,00m x 2,00m normal A boca das galerias também serão feitas in-loco com dimensões de (2,00x2,00)m, com a utilização de concreto de fck=10,00 e 25,00 MPa, devidamente lançados e com a utilização de vibrador para se evitar uma possível segregação do concreto, a especificação da ferragem a ser utilizada está no projeto estrutural em anexo. Na concretagem das bocas será utlizada uma forma comum de madeira, de boa qualidade de modo a se evitar desperdícios e possíveis danos à estrutura das bocas. O aço que será

71 utilizado na construção das bocas dos bueiros será do tipo CA-50. Tem-se ainda a utilização de uma argamassa de cimento e areia, num traço de 1:3, num consumo de 0,2m³ para cada m de bueiro. Do concreto armado: O concreto a ser empregado será preferencialmente pré-fabricado, a fim de garantir sua qualidade. Quando o concreto for confeccionado na obra, esta só será admitida quando preparada em betoneiras, elétricas, e com apurado controle tecnológico, o transporte e o lançamento serão em camada e vibrada mecanicamente, vedada o uso de pancadas nas formas. Atenção especial deve ser dada às juntas de concretagem e de dilatação. O ENGENHEIRO obriga-se a Ter o devido cuidado com a vibração do concreto quando da execução da concretagem evitando a segregação de seus agregados. A aplicação do concreto em qualquer elemento estrutural, somente será admitido após a conferência criteriosa da correta disposição e dimensões de formas e armaduras, bem como a liberação do concreto após o ensaio de abatimento (slump-test). Quanto as formas, deverão apresentar resistência suficiente a permitir deformações ou deslocamentos. Antes da colocação armadura, as formas deverão ser verificadas quanto aos seus alinhamentos e dimensões. Será obrigatória a aplicação de líquido desmoldante, de acordo com as recomendações do fabricante. O ENGENHEIRO garantirá a estanqueidade das formas por meio de processo de a sua escolha. Para efetuar a concretagem de qualquer peça o ENGENHEIRO deverá proceder à minuciosa limpeza nas formas. Será tomado cuidado especial com manchas que possam comprometer o acabamento desejado. O aço a ser empregado na composição do concreto deverá ser cuidadosamente verificado antes de sua aplicação sendo rejeitadas as peças que denotarem empeno ou alto grau de oxidação. O recobrimento das armaduras deverá ser igual a 30,0 milímetros, sendo garantido pelo emprego de espaçadores plásticos ou similares. Os pilares e a cinta de amarração superior serão executados em concreto armado com as qualidades e dimensões previstas no projeto estruturais e na planilha orçamentaria, onde o seu FCK=15 MPA. Na execução das formas dos pilares e da cinta superior, será observado o seguinte: reprodução fiel dos desenhos; movimento das cintas superior; colocação a prumo dos pilares; furos para a passagem das tubulações e vedação das formas. Na execução das armaduras dos pilares e cinta superior será observado o seguinte: DOS MATERIAIS dobramento a frio dos ferros de acordo com o projeto; número de barras e bitolas de acordo com o projeto; armações de cobrimento.

72 Concreto deverá ter resistência a compressão igual ou superior ao fck de 15,0 Mpa, com fator água cimento igual ou inferior a 0,50 a resistência deverá ser verificada através de ensaios laboratoriais, especialmente pelo critério do rompimento de corpos de provas, nos prazos definidos para estes tipos de verificação, conforme recomenda as normas técnicas. Formas poderá ser em compensado do tipo resinado. Na hipótese do ENGENHEIRO optar no emprego de forma pronta, deverá antes de sua aquisição apresentar ao PROPRIETÁRIO uma amostra do material a ser empregado. Para situações em que não necessários acabamentos aparentes, em situações tais como fundações, cisternas e outras, as formas poderão ser confeccionadas em tábuas de madeira de 1,0 polegadas de espessura, de boa procedência, a ser verificada pelo PROPRIETÁRIO. Armação o aço a ser empregado serão dos tipos CA50, e CA60, colocados de acordo com as disposições previstas em projetos. Não deverá ter evidências de oxidação e as emendas e transpasses obedecerão às recomendações de norma técnicas. Escoramentos e Cimbramentos deverão ser preferencialmente metálico, executado por firma especializada, com o máximo e cuidado a fim de se evitar acidentes. Poderá ser executado também com madeira desde que garantida a estabilidade do serviço. Cimento o cimento para execução do concreto deverá ser o Portland CP-32 E, ou outro especial a ser proposto, este material aglomerante deverá ter a mesma procedência e ensaiado na obra quanto à idade e resistência. Sendo obrigado o uso em quantidades e medidas em peso. Especial atenção deve ter a sua armazenagem. A norma a ser observada á a EB-1, para cimento Portland comum e a EB-2 em situações que exijam cimento Portland de alta resistência inicial. Britas - O agregado para concreto deverá ser aprovado no ensaio de abrasão de Los Angeles, com índice superior a 50%. O tipo a ser usado será na graduação nº 1 e 2 nas proporções indicadas pelo traço, não pode conter impurezas de qualquer natureza. A medida é volumétrica. A norma a ser observada é a EB-4, destinada a agregados do concreto. Areia Será do tipo grossa, mais conhecida popularmente como lavada. Este agregado miúdo, deverá estar isentas de misturas, materiais orgânicos, saibro, argila ou outros que possam comprometer sua função. A aparência deve ser uniforme. A medida é volumétrica. A norma técnica é a EB-4. Água Deve ser doce, limpa e livre de teores prejudiciais de substâncias estranhas, tais como: silte, matéria orgânica, óleo, álcalis, sais, ácidos e outras impurezas prejudiciais ao concreto. O PROPRIETÁRIO poderá subordinar a autorização do seu emprego à analise de laboratório. Aditivos Qualquer que seja o tipo de aditivo a ser adicionado ao concreto ficará ao encargo e despesa do ENGENHEIRO, o seu emprego, sejam redutores de água, incorporadores do ar, aumento de plasticidade, acréscimo de resistência. 2.7 CONCRETO FCK=15MPA, PREPARO COM BETONEIRA, SEM LANÇAMENTO (BERÇO) O concreto para berço será feito in-loco com dimensões, com a utilização de concreto de fck=15,00 MPa, devidamente lançados e com a utilização de vibrador para se evitar uma possível segregação do concreto, será concreto não estrutural. Concluída a escavação das trincheiras, será efetuada a compactação da superfície resultante, e as irregularidades remanescentes serão eliminadas mediante a execução de um lastro de concreto magro, com espessura da ordem de 10 cm, aplicado em camada contínua em toda a área abrangida pelo corpo e pela soleira das bocas, mais um excesso lateral de 15 cm para cada lado.

73 Do concreto : O ENGENHEIRO obriga-se a Ter o devido cuidado com a vibração do concreto quando da execução da concretagem evitando a segregação de seus agregados. Para efetuar a concretagem de qualquer peça o ENGENHEIRO deverá proceder à minuciosa limpeza nas formas. Será tomado cuidado especial com manchas que possam comprometer o acabamento desejado. O aço a ser empregado na composição do concreto deverá ser cuidadosamente verificado antes de sua aplicação sendo rejeitadas as peças que denotarem empeno ou alto grau de oxidação. O recobrimento das armaduras deverá ser igual a 30,0 milímetros, sendo garantido pelo emprego de espaçadores plásticos ou similares. Os pilares e a cinta de amarração superior serão executados em concreto armado com as qualidades e dimensões previstas no projeto estruturais e na planilha orçamentaria, onde o seu FCK=15 MPA. Na execução das formas dos pilares e da cinta superior, será observado o seguinte: DOS MATERIAIS reprodução fiel dos desenhos; furos para a passagem das tubulações e vedação das formas. Concreto deverá ter resistência a compressão igual ou superior ao fck de 15,0 MPa, com fator água cimento igual ou inferior a 0,50 a resistência deverá ser verificada através de ensaios laboratoriais, especialmente pelo critério do rompimento de corpos de provas, nos prazos definidos para estes tipos de verificação, conforme recomenda as normas técnicas. Formas poderá ser em compensado do tipo resinado. Na hipótese do ENGENHEIRO optar no emprego de forma pronta, deverá antes de sua aquisição apresentar ao PROPRIETÁRIO uma amostra do material a ser empregado. Para situações em que não necessários acabamentos aparentes, em situações tais como fundações, cisternas e outras, as formas poderão ser confeccionadas em tábuas de madeira de 1,0 polegadas de espessura, de boa procedência, a ser verificada pelo PROPRIETÁRIO. Escoramentos e Cimbramentos deverão ser preferencialmente metálico, executado por firma especializada, com o máximo e cuidado a fim de se evitar acidentes. Poderá ser executado também com madeira desde que garantida a estabilidade do serviço. Cimento o cimento para execução do concreto deverá ser o Portland CP-32 E, ou outro especial a ser proposto, este material aglomerante deverá ter a mesma procedência e ensaiado na obra quanto à idade e resistência. Sendo obrigado o uso em quantidades e medidas em peso. Especial atenção deve ter a sua armazenagem. A norma a ser observada á a EB-1, para cimento Portland comum e a EB-2 em situações que exijam cimento Portland de alta resistência inicial. Britas - O agregado para concreto deverá ser aprovado no ensaio de abrasão de Los Angeles, com índice superior a 50%. O tipo a ser usado será na graduação nº 1 e 2 nas proporções indicadas pelo traço, não pode conter impurezas de qualquer natureza. A medida é volumétrica. A norma a ser observada é a EB-4, destinada a agregados do concreto. Areia Será do tipo grossa, mais conhecida popularmente como lavada. Este agregado miúdo,

74 deverá estar isentas de misturas, materiais orgânicos, saibro, argila ou outros que possam comprometer sua função. A aparência deve ser uniforme. A medida é volumétrica. A norma técnica é a EB-4. Água Deve ser doce, limpa e livre de teores prejudiciais de substâncias estranhas, tais como: silte, matéria orgânica, óleo, álcalis, sais, ácidos e outras impurezas prejudiciais ao concreto. O PROPRIETÁRIO poderá subordinar a autorização do seu emprego à analise de laboratório. Aditivos Qualquer que seja o tipo de aditivo a ser adicionado ao concreto ficará ao encargo e despesa do ENGENHEIRO, o seu emprego, sejam redutores de água, incorporadores do ar, aumento de plasticidade, acréscimo de resistência LANCAMENTO/APLICACAO MANUAL DE CONCRETO EM ESTRUTURAS DEFINIÇÃO Esta especificação consiste no lançamento do concreto MÉDOTO EXECUTIVO Antes do lançamento, a Fiscalização fará a verificação da montagem exata das formas e sua limpeza e da montagem das armaduras. Quando as formas forem de madeira, observará seu correto umedecimento superficial, em conformidade com as especificações das Normas Brasileiras. Em cavas de fundações e estruturas enterradas, toda água deverá ser removida antes da concretagem. Deverão ser desviadas correntes d'água, por meio de drenos laterais, de forma que o concreto fresco depositado não seja lavado pelas mesmas. Serão verificadas, também, as condições de trabalhabilidade do concreto ( Slump Test ) e serão moldados Corpos de Prova para a verificação de sua resistência à compressão depois de endurecido. O concreto deverá ser lançado logo após o seu preparo, não sendo permitido, entre o fim do preparo e o fim do lançamento, intervalo superior a uma hora. Quando for utilizada agitação mecânica adicional,esse prazo será considerado a partir do fim da agitação. Quando utilizados aditivos retardadores, esse prazo poderá ser dilatado de acordo com a especificação do fabricante e desde que o concreto não tenha iniciado o processo de pega, o que pode ser evidenciado pela elevação de sua temperatura. A temperatura do concreto, no momento do lançamento, não deverá ser superior a 30 C em condições atmosféricas normais. As correções de temperatura necessárias serão feitas por métodos previamente apreciados e aprovados pela Fiscalização dos serviços. Em nenhuma hipótese se fará o lançamento após o início do pega, nem será permitida a redosagem. Quando o lançamento for auxiliado por calhas, tubos ou canaletas, a inclinação mínima exigida desses elementos condutores será de (1) um na vertical para (3) três na horizontal. Tais condutores serão dotados de um anteparo em suas extremidades para evitar a segregação, não sendo permitidas quedas livres maiores que 2,0 m. Acima dessa altura, será exigido o emprego de um funil para o lançamento, consistindo de um tubo de mais de 25 cm de diâmetro. O modo de apoiá-lo deverá permitir movimentos livres na extremidade de descarga e o seu abaixamento rápido, quando necessário, para estrangular ou retardar o fluxo.

75 O funil deverá ser utilizado seguindo um método que evite a lavagem do concreto, devendo o fluxo ser contínuo até o término do trabalho FORNECIMENTO E LANÇAMENTO DE PEDRA DE MÃO DEFINIÇÃO Os serviços consistem no fornecimento e execução ao controle de qualidade da camada de rachão em conformidade com os detalhes executivo contidos no projeto. O Rachão é uma camada granular composta por agregados graúdos, naturais ou britados, preenchidos a seco por agregados miúdos. É constituído por uma camada de apoio e outra complementar. Na camada de apoio os agregados penetram no solo mole até se obter uma certa estabilidade e não haver mais penetração. Sobre essa camada de apoio é executada uma camada complementar em que os agregados graúdos, que não penetram mais no solo mole, são preenchidos a seco por agregado miúdo. A estabilização é obtida a partir de ação mecânica enérgica de compactação. MATERIAIS Agregado Graúdo Os agregados deverão ser constituídos por produtos da britagem primária de rocha basáltica sã. Opcionalmente, poderão ser utilizados materiais pétreos naturais desmontados pela ação de lâmina e escarificador de trator de esteira ou basaltos vítreos. Em qualquer caso, deverão ser atendidas as seguintes condições gerais para o agregado graúdo empregado: a) Deverão ser constituídos de fragmentos duros, limpos e duráveis, livres de excessos de partículas lamelares ou alongadas, macias ou de fácil desintegração, e de outras substâncias ou contaminações prejudiciais; b) Quando submetidos à avaliação da durabilidade com solução de sulfato de sódio, em cinco ciclos (método DNER-ME 89-64), os agregados deverão apresentar perdas não superiores a 15%; c) Para o agregado retido na peneira de 2,00 mm (nº 10), a porcentagem de desgaste no ensaio de Abrasão Los Angeles (método DER M 24-61) não deverá ser superior a 60%; d) O diâmetro máximo recomendado deverá estar compreendido entre 1/3 e 2/3 da espessura final de camada individual executada, não devendo superar a 200 mm (8 ); e) Deverá ser evitada a utilização de agregado graúdo com quantidade apreciável de fração fina. Para tal, se necessário, a fração fina deverá ser separada através do emprego de peneira classificadora vibratória de 50 mm; f) É preferível a utilização de agregados de um só tamanho. Agregado para Material de Enchimento O material de enchimento deverá ser constituído por finos resultantes de britagem, com as mesmas características físicas especificadas para o agregado graúdo (forma, resistência ao desgaste e isenção de pureza), e que satisfaçam às seguintes faixas granulométricas:

76 PENEIRAS DE MALHAS QUADRADAS %, EM PESO, QUE PASSA MM POLEGADAS FAIXAS I FAIXAS II 25, ,10 3/ ,5 3/ ,0 # ,074 # EQUIPAMENTOS Todo equipamento deverá ser inspecionado pela fiscalização, devendo dela receber aprovação, sem o que não será dada a autorização para o início dos serviços. O conjunto de equipamentos básicos para a execução da camada de rachão compreende: a) Pá carregadeira; b) Caminhões basculantes; c) Trator de esteira e/ou motoniveladora pesada; d) Rolos compressores de rodas lisas, vibratórios ou estáticos; e) Equipamentos e ferramentas complementares: pás, carrinhos de mão, marretas, vassourões ou vassouras mecânicas, etc. Outros equipamentos, a critério da fiscalização, poderão ser utilizados. EXECUÇÃO Considerações Gerais As seguintes considerações de ordem geral são aplicáveis a execução da camada de rachão: a) A camada de rachão não pode ficar confinada em hipótese alguma. Esta camada deve estar interligada a dispositivos de drenagem subterrânea, que permitam o livre escoamento da água da camada de rachão; b) A camada complementar de Rachão sobre a camada de apoio deverá ter uma espessura compreendida entre 10 cm e 30 cm; c) Não é admitida a complementação da espessura desejada da camada pela adição excessiva do material de enchimento, sem o respectivo agregado graúdo. Aplicação do Agregado Graúdo Execução da Camada de Apoio a) A execução da camada de apoio com agregado graúdo inicia-se pelo carregamento do material nos depósitos ou pátios de estocagem da instalação de britagem. A operação de carga do material deverá ser procedida de forma criteriosa.

77 b) Após a operação de carregamento e o transporte por meio de caminhões basculantes, faz-se o lançamento de camadas sucessivas de agregado graúdo sobre o solo mole através de pá carregadeiras ou tratores de esteira até que não haja afundamento ou acomodação desse agregado no solo mole. c) A camada de apoio poderá ter uma melhor acomodação do agregado através de passadas do rolo liso de 3 rodas de 10 a 12 t. A camada de apoio será considerada apta a receber a camada complementar quando o rolo compactador não causar mais deformação longitudinal ou recalques excessivos. d) Após essa situação os vazios do agregado graúdo não preenchidos com solo mole deverão ser preenchidos com material de enchimento Execução da Camada Complementar a) A execução da camada complementar com agregado graúdo inicia-se pelo carregamento do material nos depósitos ou pátios de estocagem da instalação de britagem, de forma similar a execução da camada de apoio; b) Após a operação de carregamento e o transporte por meio de caminhões basculantes, faz-se o espalhamento em uma camada de espessura homogênea, uniformemente solta sobre a camada de apoio recém executada. O espalhamento será feito pelo uso de motoniveladora pesada, devendo evitar-se processos que levem à segregação do material, excesso, etc; c) Após o espalhamento do agregado graúdo, poderão ser necessá rias as seguintes correções: c1) Remoção de fragmentos alongados, lamelares ou de tamanho ex cessivo, visíveis na superfície, e substituição por agregado graúdo representativo e de boa qualidade; c2) Correção de pontos com excesso ou deficiência de material, após verificação do greide e seção transversal com cordéis, gabaritos, etc. No caso de existir deficiência de material, utilizar sempre agregado graúdo representativo e de boa qua lidade, sendo vedado o uso de agregado miúdo. d) Efetuadas as correções necessárias, e previamente ao lançamento do material de enchimento, poderá ser obtida uma melhor acomodação do agregado graúdo através de compressão com rolo liso sem vibração. Operações de Enchimento e Travamento a) O material de enchimento, obedecendo a uma das faixas granu lométricas especificadas, o mais seco possível, será espalhado através de Motoniveladora, em quantidade suficiente para preencher os vazios do agregado graúdo. b) A aplicação do material de enchimento deverá ser feita em uma ou mais vezes, até se obter um bom preenchimento, evitando-se o excesso superficial. c) A compactação enérgica da camada será realizada com rolo tandem de 10 a 12 toneladas ou, de preferência, rolo liso vibratório; d) Nos trechos em tangente, a compactação deverá sempre partir dos bordos para o eixo, e, nas curvas, do bordo interno para o bordo externo; e) Em cada passada, o equipamento utilizado deverá recobrir, ao menos, a metade da faixa anteriormente comprimida; f) Logo após se obter a cobertura completa da área a ser comprimida, deverá ser feita uma nova verificação do greide e seção transversal, efetivando-se as correções necessárias, normalmente de dois tipos:

78 f1) Deficiência de finos: processa-se o espalhamento da 2a camada de material de enchimento, devendo ser empregado apenas agregado miúdo para possibilitar melhor e mais compatível travamento; f2) Excesso de finos: processa-se a sua necessária remoção através de meios manuais ou mecânicos, utilizando-se ferramentas auxiliares (enxada, pá, rastelo, carrinho de mão e vassoura mecânica). g) A compressão será dada como concluída quando desaparecerem as ondulações à frente do rolo, e a camada se apresentar estável e compacta; CONTROLE Controle Tecnológico dos Materiais Este controle abrange os ensaios e determinações para verificar se as condições dos materiais estão sendo atendidas. Serão procedidos os seguintes ensaios: a) Um ensaio de granulometria (método DER M 15-61) do material de enchimento, a cada 800 m2 de pista, e no mínimo, dois ensaios por dia de trabalho; b) Um ensaio de abrasão Los Angeles (método DER M 24-61) e de durabilidade (DNER-ME 89-64) do agregado graúdo, sempre que, visualmente, se observar alterações que possam influir na qualidade do agregado. Controle de Execução Controle Genérico a) A principal atividade de controle, para o serviço de rachão, será a inspeção visual, a qual deverá ser aplicada em todas as etapas, ou seja:. nos estoques de agregados;. na operação de carregamento;. nas operações de pista como espalhamento, compactação, e acabamento. b) A verificação da eficiência da compactação da camada complementar deverá ser feita com a colocação, à frente do rolo liso compactador, de uma pedra de tamanho razoável, avaliando-se o efeito da passagem do rolo sobre a pedra, e sobre a camada executada; c) As condições de enchimento dos vazios do agregado graúdo e travamento da camada complementar serão verificadas pela abertura de poços de inspeção, à razão de um poço a cada 70 m de pista. Os poços abertos serão preenchidos com material representativo e compactado mecanicamente. Controle Geométrico e de Acabamento a) Controle de Espessura Após a execução da camada, proceder-se-á a verificação da seção transversal através de nivelamento topográfico. b) Controle de Acabamento da Superfície As condições de acabamento da superfície serão apreciadas pela fiscalização, em bases visuais. Controle de Recebimento

79 Recebimento Baseado no Controle Tecnológico Os serviços executados serão aceitos, sob o ponto de vista tecnológico, desde que sejam atendidas as seguintes tolerâncias: a) As granulometrias dos materiais utilizados obedeçam a uma das faixas granulométricas preconizadas; b) Os valores individuais obtidos nos ensaios de Abrasão Los Angeles, durabilidade e equivalente de areia atendam aos limites especificados no item MATERIAIS Recebimento com Base no Controle de Execução Genérico Para que o serviço seja aceito, deverão ser obedecidos os seguintes aspectos, avaliados em bases visuais, pela fiscalização: a) As condições de estocagem dos agregados deverão ser consideradas satisfatórias, tendo em vista: a1) Não contaminação com materiais estranhos; a2) A adequada separação entre os depósitos de agregados correspondentes às diversas bitolas produzidas. b) A operação de carregamento dos materiais estocados, pela ação de pá carregadeira, deverá ser procedida de forma criteriosa, em particular para os agregados graúdos que contenham alguma presença de finos. Com relação a este aspecto, deverão ser evitadas as zonas do depósito de agregado graúdo que contenham: b1) Alta concentração de finos; b2) Fragmentos lamelares ou fragmentos equigranulares de diâ metros intermediários, ambos de difícil travamento. b) compactação será julgada eficiente, e conseqüentemente será aceita, se com a passagem do rolo liso compactador constatar-se que não houve penetração de uma pedra de tamanho razoável, colocada sobre a camada. OBSERVAÇÕES DE ORDEM GERAL a) Durante todo o tempo que durar a construção, até o recebimento do rachão, os materiais e os serviços será protegido contra ação destrutiva das águas pluviais, do trânsito e de outros agentes que possam danificá-los. É obrigação da empreiteira a responsabilidade desta conservação; b) Toda a sinalização de trânsito para eventuais desvios de tráfego ou interrupção de vias, exigidas pela fiscalização visando a segurança, serão de responsabilidade da empreiteira. CRITÉRIO DE MEDIÇÃO E PAGAMENTO

80 Medição a) A camada complementar de rachão executada e recebida na forma descrita, será medida por metro cúbico executado e segundo a seção transversal de projeto. b) A camada de apoio será medida por metro cúbico de agregado graúdo lançado medido no caminhão. Pagamento O pagamento será feito após a aceitação da medição dos serviços executados, com base no preço unitário contratual, o qual representará a compensação integral para todas as operações, transportes, materiais, perdas, mão-de-obra, equipamentos, encargos e outros gastos eventuais necessários à completa execução dos serviços ATERRO CORPO E CABECEIRAS 3.1 ESCAVAÇÃO MECÂNICA DE MATERIAL 1A. CATEGORIA, PROVENIENTE DE CORTE DE SUBLEITO (C/TRATOR ESTEIRAS 160HP) Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (ES 278/97, ES 279/97, ES 280/97, ES 281/97 e ES 282/97). O eixo das valas deverá corresponder rigorosamente ao eixo dos coletores. A escavação deverá ser efetuada com equipamento apropriado (Retroescavadeira de pequeno porte) ou manualmente, tomando-se as precauções cabíveis afim de evitar-se danos em tubulações, instalações e/ou benfeitorias existentes nas proximidades. Deverá obedecer às Normas tipo especificação de serviço do DNIT (DNIT 023/06, DNIT 026/04, DNIT 030/04). 3.2 CARGA E DESCARGA MECANICA DE SOLO UTILIZANDO CAMINHAO BASCULANTE 5,0M3/11T E PA CARREGADEIRA SOBRE PNEUS * 105 HP * CAP. 1,72M3. CARGA MECANIZADA DEFINIÇÃO Consiste no carregamento de material de 1ª categoria, em caminhões basculantes ou em outros equipamentos transportadores, com utilização de pás carregadeiras ou escavadeiras. O material será oriundo de cortes, de substituição de materiais de baixa qualidade retirados dos cortes de valas. Este item carga consiste no carregamento no local da jazida (material para aterro). E o local deverá ser previamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e, onde aplicável, nas pilhas de armazenamento ou nos lugares onde será usado como material de aterro. Materiais

81 Material procedente da escavação do terreno natural, geralmente, é constituído por solo, alteração de rocha, rocha ou associação destes tipos. Para os efeitos desta Especificação será adotada a seguinte classificação: Material de 1ª categoria Compreendem os solos em geral, residuais ou sedimentares, seixos rolados ou não, com diâmetro máximo inferior a 0,15 m, qualquer que seja o teor da umidade apresentado. MÉTODO EXECUTIVO A carga será geralmente precedida pela escavação do material e de sua deposição na praça de carregamento em condições de ser manipulado pelo equipamento de carga. As praças de carregamento deverão apresentar boas condições de conservação, circulação e manobra. O material deverá ser lançado na caçamba, de maneira a que fique uniformemente distribuído, no limite geométrico da mesma, para que não ocorra derramamento pelas bordas durante o transporte. Tratando-se de transporte em área urbana, estradas ou em locais onde haja tráfego de veículos ou pedestres, a caçamba do equipamento deverá ser completamente coberta com lona apropriada, ainda no local da carga, evitando-se, assim, poeira e queda de material nas vias. Também em áreas urbanas, o material estocado na praça de carregamento deverá ser mantido umedecido, evitando-se poeira. DESCARGA Este item, descarga consistem no descarregamento no local do aterro. Os pontos de descarregamento deverão ser previamente aprovados pela prefeitura e, onde aplicável, nas pilhas de armazenamento ou nos lugares onde será usado como material de aterro A exploração de áreas de empréstimo deverá ser precedida de projeto completo, incluindo estradas de serviço e frentes de escavação. Os taludes das frentes de escavação deverão ter inclinação adequada para mantê-los estáveis, bem como as alturas das bancadas deverão obedecer a um limite seguro. Toda a superfície de escavação deverá ser o mais regular possível, promovendo inclinações suficientes para assegurar o escoamento de águas pluviais ou surgentes. O plano de exploração deverá ser submetido à aprovação da FISCALIZAÇÃO TRANSPORTE LOCAL COM CAMINHAO BASCULANTE 6 M3, RODOVIA EM LEITO NATURAL - DMT = 14,75 KM O transporte compreenderá atividades de transporte e descarga do material nos locais indicados pelo projeto. O transporte deverá ser feito por caminhões basculantes. O percurso será previamente definido e devidamente aprovado pela FISCALIZAÇÃO e localizados até a distância de 14,75 Km. A CONTRATADA responderá por todos os acidentes de tráfego em que se envolverem veículos próprios ou de seus subcontratados. Deverá observar as leis de segurança do trânsito para

82 efetivação dos transportes, condições de segurança dos veículos, sinalização adequada nos locais de saída e chegada dos caminhões. 3.4 ESPALHAMENTO DE MATERIAL DE 1A CATEGORIA COM TRATOR DE ESTEIRA COM 153HP Este item consiste no espalhamento do agregado retirado da praça, cuja camada depois de concluída deverá obedecer às seguintes características: índice máximo de vazio de 15%; a superfície deve ficar lisa, uniforme, isenta de fendas, ondulações ou material solto, não podendo em qualquer ponto apresentar diferenças superiores a m em relação aos perfis longitudinais e transversais estabelecidos. No processo construtivo deve observar-se o seguinte: No espalhamento do agregado deve utilizar-se uma motoniveladora ou outro equipamento similar, de modo a que a superfície da camada se mantenha aproximadamente com a forma definitiva. O espalhamento deve ser feito regularmente e de forma a evitar-se a segregação dos materiais, não sendo permitidas bolsadas de material fino ou grosso. Será feita, em princípio, a prévia umidificação dos agregados na central de produção, de forma a que a segregação no transporte e espalhamento seja projeto de requalificação dos espaços pedonais. Se na operação de compactação o agregado não tiver a umidade necessária (cerca de 4.5%), terá que se aplicar uma distribuição uniforme de água, se durante o espalhamento se formarem rodeiras, vincos ou qualquer outro tipo de marca imprópria que não possa ser facilmente eliminada por cilindramento, deve proceder-se à escarificação e homogeneização da camada, e consequente regularização da superfície; se a camada assim constituída ficar sujeita ao trânsito, mesmo que seja só de veículos de serviço, deverá ser ligeiramente ensaibrada e depois concluída com saibro de boa qualidade, para evitar a desagregação. KG) COMPACTACAO MECANICA, SEM CONTROLE DO GC (C/COMPACTADOR PLACA 400 DEFINIÇÃO Compactação consiste na redução do índice de vazios, manual ou mecanicamente, do material de aterro ou reaterro, com energia suficiente para atingir graus de eficiência previstos em projeto. OBJETIVO A compactação tem por objetivo: - O aumento da resistência à ruptura dos solos, sob a ação de cargas externas; - A redução de possíveis variações volumétricas, quer pela ação de cargas, quer pela ação da água que, eventualmente, percole pela sua massa; - A impermeabilização dos solos, pela redução do coeficiente de permeabilidade, resultante do menor volume de vazios.

83 Em resumo, através da compactação de um solo obtém-se maior aproximação e entrosamento das partículas, ocasionando o aumento da resistência ao cisalhamento e conseqüentemente a obtenção de uma maior capacidade de suporte. Com a redução do volume de vazios, a capacidade de absorção de água e a possibilidade de haver percolação diminuem substancialmente, tornando o solo mais estável. Dois fatores são fundamentais na compactação: O teor de umidade do solo e a energia empregada na aproximação dos grãos, que se denomina energia de compactação. Apenas no teor de umidade ótimo se atinge o máximo peso específico seco, que corresponde à maior resistência do solo. No caso do aterro compactado, todas as camadas do solo deverão sofrer compactação de maneira conveniente até se obter, na umidade ótima, a massa específica aparente seca correspondente a compactação desejada. E os trechos que não atingirem as condições mínimas de compactação deverão ser escarificados, homogeneizados, levados à umidade adequada e novamente compactados, de acordo com a massa específica aparente seca exigida ENTREGA DA OBRA A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação, com todas as instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento e devidamente testados. Uma vistoria final da obra deverá ser feita pela CONTRATADA, antes da comunicação oficial do término da mesma, acompanhada pela FISCALIZAÇÃO. Será, então, firmado o Termo de Entrega Provisória, de acordo com o Art. 73, inciso I, alínea a, da Lei Nº 8.666, de 21 de Jun 93 (atualizada pela Lei Nº 8.883, de 08 Jun 94), onde deverão constar todas as pendências e/ou problemas verificados na vistoria PRESCRIÇÕES DIVERSAS Todas as imperfeições decorrentes da obra de bueiros celulares de concreto deverão ser corrigidas pela CONTRATADA, sem qualquer acréscimo a ser pago pela CONTRATANTE PROTEÇÃO AMBIENTAL Esta especificação de serviço tem por objetivo definir e orientar os requisitos ambientais que devem ser observados na exploração de jazidas de materiais a serem utilizados nos serviços previstos. As jazidas só poderão ser exploradas após a obtenção da Licença Ambiental junto ao órgão licenciador competente, que deverá ser providenciada pela executante e arquivada junto ao Livro de ocorrências da obra. No caso de utilização de áreas já oneradas, deve ser firmado contrato específico entre a executante e o detentor do direito minerário, especificando todas as medidas ambientais compensatórias a serem atendidas antes da devolução da mesma área. Deve ser obedecido o plano de exploração da jazida, indicado no Projeto Final de Engenharia, de modo a minimizar os danos inevitáveis e possibilitar a recuperação ambiental, após a retirada de todos os

84 equipamentos. Todas as operações referentes à exploração da jazida devem ser executadas em etapas, de acordo com o avanço da lavra. A exploração de areais em leitos de rios deve ser conduzida de modo a se assegurar a formação de bacias pouco profundas, não se admitindo a escavação dos barrancos nem a remoção da mata ciliar. No caso de utilização de dragagem, por bombas de sucção instaladas sobre barcaças, a areia deverá ser transportada, por dutos, até fora da faixa de preservação permanente. Neste caso, a água utilizada para lavagem da areia deverá passar por caixa de decantação antes de retornar ao rio. Quando da desativação de jazidas de areia em leitos ativos, deve ser procedida a recomposição do leito, especialmente se tiverem sido produzidas cavas em locais próximos de áreas urbanas, a menos que outros usos estejam previstos em projeto; as áreas de jazidas, após a escavação, devem ser conformadas com abrandamento dos taludes, de modo a suavizar contornos e reincorporá-las ao relevo natural, operação realizada antes do espalhamento do solo orgânico. O adequado manejo ambiental das jazidas é condição para a aceitação dos serviços para os quais se destinam os materiais delas obtidos. Os bota-foras devem ser preferencialmente, localizados na faixa de domínio e à jusante da rodovia, com relação ao sistema de drenagem natural, evitando-se bota-foras que interceptem ou perturbem cursos d água, caminhos preferenciais de drenagem ou em locais que apresentem sinais de processos erosivos. O espalhamento de material para constituição de bota-foras deve ser efetuado com trator de esteira com lâmina, em camadas com espessura máxima de 0,30m. Após a conformação do bota-fora, deve ser implantado sistema de drenagem das águas pluviais compatível com as características de deformabilidade e compressibilidade do maciço, de forma a evitar que o escoamento das águas pluviais possa carrear o material depositado causando erosões e assoreamentos. Deve ser feito revestimento vegetal dos bota-foras, inclusive os de 3ª categoria, após conformação final, a fim de protegê-los contra processos erosivos e incorporá-los à paisagem local. Ainda deve ser feita a recuperação do caminho de serviço, no qual este é uma via construída para garantir o trânsito de equipamentos e veículos em operação, com as finalidades de interligar cortes e aterros, assegurar acesso ao canteiro de serviço, empréstimos, jazidas, obras de arte, fontes de abastecimento de água e instalações previstas no canteiro da obra. São exigidos os seguintes cuidados de preservação ambiental: - Os caminhos de serviços somente devem ser executados diante de acompanhamento e orientação no que tange à proteção ambiental; - Após a conclusão das obras que exigem a construção de caminhos de serviços, este deve ser eliminado e a área recuperada ao uso original, devendo os restos de demolição das obras provisórias serem removidos para locais apropriados, onde não possam entulhar talvegues ou agredir o ambiente; - A contratada deve evitar, durante a vigência do contrato, que os caminhos de serviços, pelo uso indevido de terceiros, venham a se tornar servidão, bem como deve impedir

85 construções por terceiros na sua faixa ou a permanência de casas de seus agregados, após a conclusão das obras; - Para fins de recuperar o uso original nas áreas desmatadas, o material de limpeza proveniente dos caminhos de serviços deve ser estocado para posterior incorporação na própria área, visando a recuperação original, a não ser que o caminho coincida com o corpo estradal. Tem-se também o manejo ambiental do canteiro de obras, este tem por objetivo definir e orientar os requisitos ambientais que devem ser observados na instalação, operação e desmobilização de canteiros de obras; entende-se como canteiro de obra, o conjunto de elementos necessários para a execução de uma obra rodoviária, o qual é composto, em geral, por: alojamentos, edificações para fiscalização, administração, serviços, almoxarifado, refeitório, posto médico e ambulatório; postos de abastecimento, lavagem e troca de óleo; central de britagem; usinas de asfalto, concreto e solo; pátio de brita, areia e bota-fora; carpintaria, pintura e armação, sanitários, guarita e estacionamento. Os canteiros devem se localizar, preferencialmente, em áreas anteriormente degradadas, respeitando distâncias seguras com relação a residências e núcleos urbanos. A área afetada pelas operações de construção do canteiro deve ser recuperada mediante a remoção das construções provisórias, limpeza e recomposição ambiental. Os solos vegetais removidos de área destinada à instalação do canteiro de obra devem ser estocados em local não sujeito à erosão, devendo ser reincorporados à área de origem após a desmobilização. As áreas de empréstimos devem ter seu aproveitamento dependente da ocorrência de materiais adequados e respectiva exploração em condições econômicas, mediante autorização da Fiscalização; sempre que possível, devem ser executados empréstimos contíguos ao corpo estradal, resultando sua escavação em alargamento dos cortes. Nas explorações das caixas de empréstimos adotam-se as seguintes recomendações de preservação ambiental: - O material decorrente das operações de desmatamento, destocamento e limpeza executados dentro dos limites da área deve ser retirado e estocado de forma que após a exploração do empréstimo, o solo orgânico seja espalhado na área escavada reintegrando-a à paisagem; - O material vegetal deve ser removido e estocado conforme as indicações do projeto. A remoção ou estocagem dependerá da eventual utilização, não sendo permitida a permanência de entulhos nas adjacências da plataforma de modo a provocar a obstrução do sistema de drenagem natural da obra ou problemas ambientais; - Evitar a localização de empréstimos em áreas de boa aptidão agrícola; - Evitar a exploração de empréstimos em áreas de reservas florestais, ecológicas, de preservação cultural, ou mesmo, nas suas proximidades; - As áreas de empréstimos, após a escavação, devem ser reconformadas com abrandamento dos taludes, de modo a suavizar contornos e reincorporá-las ao relevo natural, operação realizada antes do espalhamento do solo orgânico;

86 - As áreas de empréstimos devem ser convenientemente drenadas de modo a evitar o acúmulo de águas e os efeitos da erosão, exceto no semi-árido, quando poderão ser executadas caixas de empréstimos para retenção e acúmulo de água; - O trânsito dos equipamentos e veículos de serviço fora das áreas de trabalho, deve ser evitado tanto quanto possível, principalmente onde há alguma área com relevante interesse paisagístico ou ecológico ENTREGA DA OBRA A obra será entregue em perfeito estado de conservação, com todas as instalações e equipamentos em perfeitas condições de funcionamento e devidamente testados. Uma vistoria final da obra deverá ser feita pela CONTRATADA, antes da comunicação oficial do término da mesma, acompanhada pela FISCALIZAÇÃO. Será, então, firmado o Termo de Entrega Provisória, de acordo com o Art. 73, inciso I, alínea a, da Lei Nº 8.666, de 21 de Jun 93 (atualizada pela Lei Nº 8.883, de 08 Jun 94), onde deverão constar todas as pendências e/ou problemas verificados na vistoria PRESCRIÇÕES DIVERSAS Todas as imperfeições decorrentes da obra de asfalto deverão ser corrigidas pela CONTRATADA, sem qualquer acréscimo a ser pago pela CONTRATANTE. ALTA FLORESTA D OESTE - RO, MARÇO DE Dione Marlon de Vasconcelos Ozorio Engº Civil CREA: D/RS Responsável Técnico pelo Projeto

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