ELEIÇÕES / PROGRAMA ELEITORAL LISTA B

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ELEIÇÕES / PROGRAMA ELEITORAL LISTA B"

Transcrição

1 ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE DOENTES DE PARKINSON ELEIÇÕES / PROGRAMA ELEITORAL LISTA B Todos juntos somos fortes Não há nada a temer Ao meu lado há um amigo Que é preciso proteger Chico Buarque Lisboa, Janeiro / 2012

2 Introdução Os elementos que integram esta lista apresentam-se como um grupo coeso concorrendo às eleições dos corpos gerentes da APDPk e propõem-se trabalhar com generosidade e rigor ético. Esta lista pretende desempenhar este mandato num espírito de harmonia aceitando as diferentes tendências e correntes de opinião. Esta lista propõe-se dar continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo dos anos e, nomeadamente, ao desenvolvido no mandato anterior. Assim vai procurar: Contribuir para melhorar a qualidade de vida dos doentes Desenvolver campanhas de sensibilização para a doença de Parkinson Dar prioridade aos projectos desenvolvidos em parceria Referimos ainda que a cada um dos corpos gerentes correspondem as funções previstas nos estatutos e na lei geral, e que se comprometem a manter no seu desempenho uma atitude colaborante e dedicada. E porque acreditamos na solidariedade, propomo-nos trabalhar com todos os associados e amigos da APDPk aproximando a Associação dos associados. Contaremos com o apoio dos neurologistas, técnicos de saúde, instituições, serviços públicos, autarquias, empresas, agências de comunicação. Deste modo tentaremos consolidar a imagem da APDPk. 2

3 PROGRAMA Propõe-se a nossa candidatura dar continuidade ás seguintes acções: Continuar a difundir a mensagem, que já atingiu mais de 5 milhões de portugueses, sobre a necessidade de se conhecer melhor a doença de Parkinson (DP). Programas de televisão, entrevistas em rádios e mais de uma centena de notícias em jornais nacionais e locais falaram de nós. Prosseguir com a formação sobre a DP, dada já a mais de 500 cuidadores profissionais e familiares de doentes, nas várias sessões de formação realizadas por todo o país. Criar novos grupos de auto ajuda, facilitando aos doentes e aos seus familiares uma identificação, pela abordagem dos problemas postos no grupo, para que encontrem e ajustem soluções à sua vida diária. O estudo epidemiológico iniciado em 2010, que está na fase final e que foi promovido pela nossa Associação, em parceria com a Direcção Geral de Saúde, vai permitir conhecer a prevalência da DP no nosso país. Saberemos assim quantos doentes de Parkinson existem em Portugal. O resultado deste estudo permitirá à APDPk, entre outras acções, ter uma voz mais activa na definição de políticas de saúde para os doentes de Parkinson junto das entidades oficiais. 3

4 Avaliar os resultados deste importante estudo promovido pela APDPk e utilizá-los em defesa dos interesses e dos direitos dos doentes é um propósito que consta do nosso programa de trabalho, com prioridade. Esta lista propõe-se contribuir para o desenvolvimento de outros estudos colaborando com a comunidade científica, e com instituições de âmbito social, em acções que promovam o bem-estar dos idosos e dos doentes; Propõe-se também elaborar projectos que visem melhorar a qualidade de vida dos doentes, evidenciando: os custos suportados pelos doentes e pelas famílias dos doentes de Parkinson, bem como pela comunidade em geral; a necessidade de se criarem apoios para os familiares dos doentes que se encontram em estadios mais avançados. a necessidade de formação adequada para os técnicos de saúde que lidam com os doentes de Parkinson, porque a DP tem características que a distinguem de outras doenças do sistema nervoso central que importa conhecer. E ainda: Manter a estratégia de divulgação da APDPk e da doença de Parkinson, para que a DP seja conhecida e compreendida por todos. Manter o contacto com os nossos associados e diversificar a oferta de actividades, para fomentar o diálogo e a participação, combatendo o isolamento dos doentes. 4

5 DINAMIZAÇÃO DA APDPK A NÍVEL NACIONAL 1 - Criar redes de apoio de proximidade ao doente e à sua família Fomentar novas dinâmicas nas delegações, com particular relevo para as delegações dos grandes centros urbanos: Lisboa e Porto. Estreitar laços de cooperação com entidades locais, para diversificar a oferta de serviços e cuidados de saúde aos nossos associados. Angariar novos associados por todo o país. Temos por objectivo ultrapassar o número mínimo de associados activos no próximo mandato. Captar o interesse de voluntários, para a sede e para as delegações, oferecendo formação e integração em actividades culturais e de animação, que temos em curso e serão promovidas regularmente. Promover eventos, como a celebração do Dia Mundial da Doença de Parkinson, a nível nacional, para dar maior visibilidade e impacto às causas defendidas pela APDPk, que são a sua razão de existir as causas que defendem os direitos do doente de Parkinson. Promover e dinamizar projectos que visam o bem-estar dos doentes e dos cuidadores, nomeadamente: grupos de auto ajuda; grupos de fisioterapia e terapia da fala; grupos de animação (dança, canto, visitas a museus, jardins e locais históricos). 5

6 2 Implementar a utilização de novas tecnologias Na comunicação entre as delegações, e entre as delegações e os órgãos sociais, para facilitar o diálogo e a partilha de ideias; Na formação de técnicos de saúde que prestem serviços aos nossos associados, doentes de Parkinson. Na constituição de equipas multidisciplinares para apoio aos doentes de Parkinson que residem fora dos centros urbanos, para acederem a tratamento por técnicos com formação adequada. A implementação de novas tecnologias permitirá melhor qualidade de trabalho, maior rapidez de execução e redução de custos. Nota: Estas propostas de trabalho estão contempladas em projectos já aprovados, e deverão ser postas em execução. 3 Intervenção nas políticas sociais e da saúde Identificar os problemas sociais e económicos dos nossos associados a nível nacional, estudar soluções e apresentar projectos ao Ministério da Segurança Social e da Solidariedade e à Direcção Geral de Saúde. A APDPk deverá fazer-se representar junto dos grupos parlamentares para ajustar legislação adequada às necessidades dos nossos doentes. Formalizar protocolos com Escolas Superiores de Saúde para sensibilizar alunos em fim de curso para a doença de Parkinson. 6

7 Propor programas de intervenção nas áreas de saúde e de animação cultural a instituições, como Lares e Centros de Dia, em regime de prestação de serviços, optimizando os recursos e conhecimentos dos técnicos que trabalhem com a APDPk. 4 Apoio aos nossos associados e às delegações Proporcionar acesso a consultas médicas, a tratamentos de fisioterapia, terapia da fala ou a apoio psicológico a custos reduzidos, através de projecto-piloto a iniciar na delegação de Lisboa. Manter o apoio no domicilio que a Delegação de Faro presta a idosos e doentes residentes no concelho. Alargar este programa a outras delegações. Em complemento das acções e dos projectos a desenvolver neste campo, incentivar, sempre que se verificarem condições favoráveis, a visita dos doentes por outros doentes que se possam deslocar. Apoiar e incentivar as actividades que a Delegação de Coimbra proporciona aos nossos associados em cooperação com a associação CASPAE. Implantar uma Unidade Prestadora de Cuidados de Saúde. Para tal será necessário registar a APDPk como entidade prestadora de cuidados de saúde. Os signatários desta Lista comprometem-se com coragem, generosidade e tolerância a trabalhar para o desenvolvimento da Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson, e por ela melhor cuidar do bem-estar dos doentes e seus familiares 7

1 Introdução. 2 - Plano de Acção para A Metodologia Áreas de Intervenção Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais.

1 Introdução. 2 - Plano de Acção para A Metodologia Áreas de Intervenção Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais. Índice. 1 Introdução 2 3 2-4 2.1. - A Metodologia. 4 3 - Áreas de Intervenção. 4 3.1 Saúde, Equipamentos e Respostas Sociais. 4 3.2 - Educação e Formação. 10 3.3 - Habitação 14 3.4 - Transportes e Acessibilidades

Leia mais

Núcleo de Internos de Medicina Interna (NIMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) REGULAMENTO E ESTATUTOS

Núcleo de Internos de Medicina Interna (NIMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) REGULAMENTO E ESTATUTOS Núcleo de Internos de Medicina Interna (NIMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) REGULAMENTO E ESTATUTOS A defesa e promoção da imagem da Medicina Interna, nomeadamente entre os jovens

Leia mais

Regulamento da Biblioteca Escolar constante no Regulamento da Escola. Subsecção 4- Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos Educativos

Regulamento da Biblioteca Escolar constante no Regulamento da Escola. Subsecção 4- Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos Educativos Regulamento da Biblioteca Escolar constante no Regulamento da Escola Subsecção 4- Biblioteca Escolar/ Centro de Recursos Educativos Artigo 85.º Definição A Biblioteca Escolar (BE) é uma estrutura que gere

Leia mais

COMISSÃO EPISCOPAL DA EDUCAÇÃO CRISTÃ

COMISSÃO EPISCOPAL DA EDUCAÇÃO CRISTÃ COMISSÃO EPISCOPAL DA EDUCAÇÃO CRISTÃ Linhas programáticas para o triénio de 2008-2011 A Comissão Episcopal da Educação Cristã (CEEC) procurará, no exercício do seu segundo mandato (triénio de 2008-2011),

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2018/2019

PLANO DE ACTIVIDADES 2018/2019 PLANO DE ACTIVIDADES 2018/2019 OUTUBRO/2018 Na procura de um lugar que vise contribuir para o crescimento e desenvolvimento da pessoa humana, potenciando todas as capacidades e tendo em consideração que

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

ASSOCIAÇÃO TODOS PELOS OUTROS - TPO PLANO DE ATIVIDADES

ASSOCIAÇÃO TODOS PELOS OUTROS - TPO PLANO DE ATIVIDADES PLANO DE ATIVIDADES 2014 1. Introdução A ASSOCIAÇÃO TODOS PELOS OUTROS - TPO, é uma Associação sem fins lucrativos, com sede na Rua D. Duarte Nuno, nº 50, 3025-582 São Silvestre, na freguesia de São Silvestre,

Leia mais

EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL

EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL Desenvolver as condições facilitadoras da criação de emprego, combate ao desemprego e incentivo à iniciativa local referente ao empreendedorismo

Leia mais

A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH cooperam no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde

A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH cooperam no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH cooperam no Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infecção Associada aos Cuidados de Saúde Lisboa, 1 de Julho 2008 A Direcção-Geral da Saúde e o SUCH Serviço de

Leia mais

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES

CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2011 Identificação Entidade: Sociohabitafunchal, E.M Animadora: Célia Dantas Localização: Centro Cívico de Santo António Designação O Clube de Emprego é um serviço promovido pelo

Leia mais

PLANO DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR Ano letivo 2015/2016

PLANO DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR Ano letivo 2015/2016 PLANO DE PROMOÇÃO DO SUCESSO ESCOLAR Ano letivo 2015/2016 Nós somos o que fazemos. O que não se faz não existe António Vieira (1608 1697) De acordo com o Projeto Educativo, há necessidade de proceder à

Leia mais

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO entre Junta de Freguesia de Marvila e Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO entre Junta de Freguesia de Marvila e Instituto Superior de Engenharia de Lisboa PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO entre Junta de Freguesia de Marvila e Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Considerando que: 1. A Junta de Freguesia de Marvila (adiante JFM, ou Autarquia) assume como um

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 REDE SOCIAL DO CONCELHO DE VIMIOSO 1 Introdução O Plano de Desenvolvimento Social (PDS) é, conforme regulamentado no DL 115/2006 de 14 de Junho, o instrumento

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO entre a Casa da América Latina ea Câmara de Comércio e Indústria Luso-Mexicana

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO entre a Casa da América Latina ea Câmara de Comércio e Indústria Luso-Mexicana 1. 2. CÂMARA DE COMÉRCIO E INDÚSTRIA LUSO-MEXICANA PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO entre a Casa da América Latina ea Câmara de Comércio e Indústria Luso-Mexicana Entre: A Casa da América Latina, doravante designada

Leia mais

Plataforma Territorial Supraconcelhia Entre Douro e Vouga PLANO DE ACÇÃO Grupo Operativo da Plataforma Fevereiro 2011

Plataforma Territorial Supraconcelhia Entre Douro e Vouga PLANO DE ACÇÃO Grupo Operativo da Plataforma Fevereiro 2011 Territorial Supraconcelhia ENTRE DOURO E VOUGA (Cf. Dec- Lei n.º 115/2006 de 14 Junho) PLANO DE ACÇÃO Fevereiro Territorial Introdução Corresponde o presente documento à proposta de Plano de Acção de da

Leia mais

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida

Protocolo de Cooperação Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página1 Protocolo de Cooperação 2010 Rede de Bibliotecas Escolares e Municipais do Conselho de Almeida Página2 A Rede de Bibliotecas de Almeida, adiante designada RBA, foi criada por protocolo assinado

Leia mais

Ministério da Família e Promoção da Mulher

Ministério da Família e Promoção da Mulher Ministério da Família e Promoção da Mulher Decreto Lei n.º 7/98 de 20 de Fevereiro Considerando o reajustamento orgânico do Governo feito no âmbito da formação do Governo de Unidade e Reconciliação Nacional,

Leia mais

Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Plano Estratégico Desenhar o futuro com todos - (Síntese)

Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Plano Estratégico Desenhar o futuro com todos - (Síntese) Escola Superior de Enfermagem de Coimbra Plano Estratégico 2009 2013 - Desenhar o futuro com todos - (Síntese) 9 de Outubro de 2008 PREÂMBULO No início do Ano 2008, iniciou-se um trabalho de reflexão e

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Proposta de PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Entre: Município de Guimarães, primeiro Outorgante, representado pelo Presidente da Câmara Municipal E Escola Profissional Profitecla / Pólo de Guimarães, Pessoa Colectiva,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA/ATIVIDADES

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA/ATIVIDADES PLANO DE ESTRATÉGICA/ATIVIDADES DIRETOR ORGANIZ PEDAGÓGICA Otimizar a ação educativa. Otimizar o desempenho de funções de coordenação. Elaborar um Plano Anual de Atividades que contemple: Atividades curriculares;

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013

PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013 PLANO DE ACÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MOSTEIRO E CÁVADO 2009/2013 O plano da acção que se apresenta pretende ser um documento orientador das acções a desenvolver pela Biblioteca

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2017

PLANO DE ATIVIDADES 2017 PLANO DE ATIVIDADES 2017 PE1 Reforçar a participação ativa na discussão, implementação e avaliação de planos, políticas e legislação ambientais, promovendo a partilha de informação e conhecimento com os

Leia mais

"OS AMIGOS DE ARRIFANA" Os Amigos de Arrifana Liga de Solidariedade Social e Melhoramentos

OS AMIGOS DE ARRIFANA Os Amigos de Arrifana Liga de Solidariedade Social e Melhoramentos Liga de Solidariedade Social e Melhoramentos 12-10-2015 Sede: Largo de Santo António N.º 3, 6300-035 Arrifana Contribuinte: 504964895 Niss: 20017183637 Corpos Gerentes: Presidente: António Fernandes Vice-Presidente:

Leia mais

Psicoestimulação Cognitiva

Psicoestimulação Cognitiva A tendência demográfica actual aponta para o progressivo aumento da percentagem da população idosa, em detrimento da população de faixas etárias mais jovens. De todas as patologias associadas ao envelhecimento,

Leia mais

VETERINÁRIOS SEM FRONTEIRAS PORTUGAL PLANO DE ACTIVIDADES 2018

VETERINÁRIOS SEM FRONTEIRAS PORTUGAL PLANO DE ACTIVIDADES 2018 1 VETERINÁRIOS SEM FRONTEIRAS PORTUGAL PLANO DE ACTIVIDADES 2018 O Plano de Atividades para 2018 que a Direcção propõe para os VSF Portugal tem por objetivo viabilizar a ação externa de apoio e para isso

Leia mais

Programa BIP/ZIP 2011

Programa BIP/ZIP 2011 Programa BIP/ZIP 2 FICHA DE CANDIDATURA Refª: 25 C*3 em Movimento - (Re) Descobrir Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar -6 Lisboa

Leia mais

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de

Núcleo Executivo do CLAS de Mafra, 28 Maio de Plano de Ação Rede Social Mafra Eixo I - DEMOGRAFIA E EQUIPAMENTOS (INFRA-ESTRUTURAS DE APOIO) Objectivo geral 1. Reforçar as estruturas de apoio ao idoso Objectivo Específico 1. Aumentar a capacidade

Leia mais

Educação Especial Josefa d Óbidos 2008/98

Educação Especial Josefa d Óbidos 2008/98 1 PRESSUPOSTOS E PRIORIDADES Autenticidade Acção Eficácia Simplicidade Abertura a todas as formas e pretextos de colaboração Partilha Articulação entre todos os responsáveis para que se concretize e execute

Leia mais

Instituto Gineste-Marescotti Portugal

Instituto Gineste-Marescotti Portugal Instituto Gineste-Marescotti Portugal APRESENTAÇÃO DE EMPRESA Instituto Gineste-Marescotti (IGM Portugal) Morada : Rua do Vale, n.33;2460-576 - Alcobaça Tel : (+351) 913 821 326 Site: www.humanitude.pt

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO Grupo de Trabalho Concelhio [Novembro de 2008] ÍNDICE CAPÍTULO I Da Natureza, Objecto e Objectivos da RBMPC 3 ARTIGO 1.º Natureza 3 ARTIGO 2.º Objecto 4 ARTIGO 3.º Objectivos 4

Leia mais

Plano Anual de Atividades

Plano Anual de Atividades Plano Anual de Atividades 2014 / 2015 APAEA Índice 1. NOTA INTRODUTÓRIA... 1 2. RELAÇÃO COM OS PAIS/ENCARREGADOS DE EDUCACAÇÃO E SOCIOS... 2 3. REPRESENTAÇÃO NOS ORGÃOS DO AGRUPAMENTO... 3 4. MELHORIA

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2009

PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2009 PLANO DE ACTIVIDADES E ORÇAMENTO 2009 Quinta das Rosas, Lote 6, R/Ch Esq. 6200-551 Covilhã PT Tel.+351 275335427 Fax+351 275335427 email: [email protected] 1. Missão A CooLabora é uma cooperativa de

Leia mais

COMUNIDADE DE INSERÇÃO SOCIAL DE ESPOSENDE REGULAMENTO

COMUNIDADE DE INSERÇÃO SOCIAL DE ESPOSENDE REGULAMENTO COMUNIDADE DE INSERÇÃO SOCIAL DE ESPOSENDE REGULAMENTO ESPOSENDE SOLIDARIO ASSOCIAÇÃO CONCELHIA PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO, é uma Organização Não Governamental Sem Fins Lucrativos e de Utilidade

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES FEDERAÇÃO DE DOENÇAS RARAS DE PORTUGAL

PLANO DE ACTIVIDADES FEDERAÇÃO DE DOENÇAS RARAS DE PORTUGAL PLANO DE ACTIVIDADES 2017 FEDERAÇÃO DE DOENÇAS RARAS DE PORTUGAL INTRODUÇÃO Na base da elaboração deste plano de actividades, está a intenção desta Direcção de implementar uma estratégia de acção baseada

Leia mais

"A ADRL tem como finalidade a promoção cultural e recreativa dos seus associados" para o que terá em conta as seguintes orientações:

A ADRL tem como finalidade a promoção cultural e recreativa dos seus associados para o que terá em conta as seguintes orientações: PLANO ACTIVIDADES 2008 1. NOTA INTRODUTÓRIA "A ADRL tem como finalidade a promoção cultural e recreativa dos seus associados" para o que terá em conta as seguintes orientações: 1 - Preservação, defesa

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO

AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO AUTO-AVALIAÇÃO DO AGRUPAMENTO SEGUNDO O MODELO CAF AUTO-AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AGRUPAMENTO PLANO DE MELHORIAS Introdução A análise sobre dados recolhidos pela equipa de auto-avaliação do Agrupamento

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO E&O 2012

PLANO ESTRATÉGICO E&O 2012 PLANO ESTRATÉGICO E&O 2012 Introdução O presente Plano Estratégico, aposta ainda e sempre no reforço da liderança da E&O a nível nacional e local, com base numa equipa experiente, competente, coesa e com

Leia mais

Plano Estratégico CSPSN

Plano Estratégico CSPSN CSPSN Março de 2018 Introdução O presente plano estratégico visa orientar a actuação do Centro Social e Paroquial de S. Nicolau para o triénio 2018-2020, através da definição de grandes finalidades e linhas

Leia mais

Resumo do relatório de auto-avaliação da biblioteca escolar 2009/2010. A. Apoio ao desenvolvimento curricular

Resumo do relatório de auto-avaliação da biblioteca escolar 2009/2010. A. Apoio ao desenvolvimento curricular Resumo do relatório de auto-avaliação da biblioteca escolar 2009/2010 A. Apoio ao desenvolvimento curricular A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES & ORÇAMENTO CERCI BRAGA COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO PARA CIDADÃOS MAIS INCLUÍDOS

PLANO DE ATIVIDADES & ORÇAMENTO CERCI BRAGA COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO PARA CIDADÃOS MAIS INCLUÍDOS PLANO DE ATIVIDADES & ORÇAMENTO 2018 CERCI BRAGA COOPERATIVA DE EDUCAÇÃO E REABILITAÇÃO PARA CIDADÃOS MAIS INCLUÍDOS ÍNDICE I. Introdução 3 II. A CERCI Braga [Missão, Visão e Valores]. 4 III. Enquadramento

Leia mais

Roteiro da UE para um compromisso com a sociedade civil na Guiné-Bissau

Roteiro da UE para um compromisso com a sociedade civil na Guiné-Bissau Roteiro da UE para um compromisso com a sociedade civil na Guiné-Bissau 2016-2020 Sessão de lançamento do projeto EU-PAANE Fase di kambansa 17 de Novembro de 2016, Centro Cultural Francês, Bissau Inês

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Mafra Plano de Acção das Bibliotecas Escolares (Quadriénio )

Agrupamento de Escolas de Mafra Plano de Acção das Bibliotecas Escolares (Quadriénio ) Agrupamento de Escolas de Mafra Plano de Acção das Bibliotecas Escolares (Quadriénio 2009-2013) Nota explicativa O presente Plano de Acção, visa a gestão integrada das quatro bibliotecas existentes no

Leia mais

COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE VISEU

COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE VISEU COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DE VISEU ANO EUROPEU DA IGUALDADE DE OPORTUNIDADE PARA TODOS Projecto de Actividades para Alunos do 1º CEB VISEU, 2007 INDICE Introdução:...3 Objectivos:...3

Leia mais

Regulamento Cidade do Vinho 2017

Regulamento Cidade do Vinho 2017 Regulamento Cidade do Vinho 2017 CIDADE DO VINHO 2017 REGULAMENTO DE PARTICIPAÇÃO A designação de "Cidade do Vinho" tem o objectivo de contribuir para valorizar a riqueza, a diversidade e as características

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES DE 2011 CAPÍTULO I MISSÃO, VISÃO E VALORES

PLANO DE ACTIVIDADES DE 2011 CAPÍTULO I MISSÃO, VISÃO E VALORES PLANO DE ACTIVIDADES DE 2011 NOTA INTRODUTÓRIA O presente Plano de Actividades pretende dar cumprimento ao disposto no art.º 31º dos Estatutos do Centro da Mãe Associação de Solidariedade Social. Este

Leia mais

Gráfico 1 População residente no distrito de Castelo Branco. (Fonte: INE, e 2007)

Gráfico 1 População residente no distrito de Castelo Branco. (Fonte: INE, e 2007) O Centro Social Padre Tomás D Aquino Vaz de Azevedo (CSPTAVA) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que desenvolve a sua actividade na área do apoio à Terceira Idade nas valências de Lar

Leia mais

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social

REDE SOCIAL Câmara Municipal de Barcelos Divisão de Acção Social EMISSÃO DE PARECERES TÉCNICOS Aprovado em Reunião do Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Maio de 6 Critérios de avaliação para emissão de pareceres Para que se conheça em CLAS, o posicionamento dos

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES 2017/2018 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MURALHAS DO MINHO OUTUBRO/2017

PLANO DE ACTIVIDADES 2017/2018 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MURALHAS DO MINHO OUTUBRO/2017 PLANO DE ACTIVIDADES 2017/2018 ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS MURALHAS DO MINHO OUTUBRO/2017 A Associação de Pais e Encarregados de do Agrupamento de Escolas Muralhas

Leia mais

Associação de Moradores do Bairro das Calvanas PLANO DE ACTIVIDADES

Associação de Moradores do Bairro das Calvanas PLANO DE ACTIVIDADES PLANO DE ACTIVIDADES 2012 INTRODUÇÃO O ano de 2011 foi extremamente proveitoso para a Associação de Moradores de Calvanas (AMC) e, nesse sentido, foi possível terminar a primeira fase das obras referentes

Leia mais