PLANO ESTRATÉGICO E&O 2012

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1 PLANO ESTRATÉGICO E&O 2012 Introdução O presente Plano Estratégico, aposta ainda e sempre no reforço da liderança da E&O a nível nacional e local, com base numa equipa experiente, competente, coesa e com comprovada capacidade de planificação e execução a que se junta uma boa capacidade prospectiva. O esforço já desenvolvido na organização interna, tem trazido maior capacidade operativa mas há ainda, a este nível, muito para desenvolver. Para 2012, a E&O propõe-se intervir com propostas e projectos de Desenvolvimento Local, Nacional e/ou Internacional, em termos de Cooperação e Educação para o Desenvolvimento, sempre em parcerias com actores locais. O trabalho até agora desenvolvido com entidades públicas, privadas e do sector social, deverá ser incentivado e continuado, prosseguindo a Missão da E&O no sentido de promover junto das populações a educação para a autonomia, a sua consciência ecológica e ambiental, ajustando os modelos de acordo com as necessidades. Propomo-nos ainda diversificar a actividade da Associação, procurando divulgar e consolidar a sua imagem junto de potenciais patrocinadores privados e institucionais, em busca de novos públicos. Por fim, iniciaremos a criação de uma Bolsa de Consultores, constituída por voluntários, especialistas nas várias áreas de intervenção da E&O, que colaborem na sustentabilidade da prestação de serviços de consultoria social. Prioridades estratégicas para 2012 Elegem-se 6 Eixos Estratégicos, Reforçar a organização e formação internas, promovendo uma política de captação de recursos humanos e financeiros Promover a prestação de serviços de consultoria social, no sentido de reforçar a autonomia financeira da E&O Executar os Projectos em curso Promover os Projectos em carteira, consolidando consórcios e parcerias e com instituições nacionais e internacionais Dinamizar a comunicação interna e externa Participar em fóruns de debate nacionais e internacionais, com iniciativas e temas próprios 1

2 Desenvolvimento 1. Reforçar a organização e formação internas, promovendo uma política de captação de recursos humanos e financeiros Principio Orientador: assegurar novos recursos e optimizar os recursos existentes, a partir do interior e com suporte nas Entidades Fundadoras e/ou Parceiras e outras. Adopção de estratégias de captação de recursos, para: o Implementação de um serviço de Secretariado de apoio à Direcção, na Sede Nacional, utilizando: Programa Estágios Certificados Não-Remunerados, de 3 meses; Estágios curriculares o Reforço do Departamento de Projecto Adopção de estratégias de Fundraising, no sentido da diversificação de fontes de financiamento o definição de uma listagem de razões para apoiar a E&O o pesquisar o mercado de potenciais doadores Reorganizar a base de dados de toda a documentação existente na Sede Nacional Dinamização da Delegação de Moçambique, cimentando os contactos e parcerias firmados. Criação de uma base de dados de projectos vs. linhas de financiamento nacionais e/ou internacionais. Organização do Departamento FORMAÇÃO o reformulação da Bolsa de Formadores internos e externos. Dinamização da Gestão de Associados o actualização da carteira de Associados / reformular a Base de Dados de Associados o extensão do sistema de débito directo a todas/os Associadas/os o promoção de acções e iniciativas tendentes a captar Associados Promoção de acções formativas dirigidas aos colaboradores e Associadas(os) E&O em áreas pontualmente consideradas importantes para a colaboração técnica necessária no desenvolvimento da participação: o Gestão do Ciclo de Projecto o Avaliação de Projectos 2

3 o Eficácia da Ajuda Publica ao Desenvolvimento Estudo da possibilidade da implementação do Programa Estágios Certificados Não- Remunerados, na Delegação de Lisboa 2. Promover a prestação de serviços de consultoria social, no sentido de reforçar a autonomia financeira da E&O Principio Orientador: a autonomia financeira da Organização não pode depender da aprovação de Projectos, mas sim da capacidade de gerar recursos para a suportar. Promoção de acções e ou cursos para o exterior, a nível do desenvolvimento pessoal, social e profissional para públicos diferenciados: o Oficina de Fornos solares o Empreendedorismo e Negócios Sociais o Financiamento das OSC Gestão de intervenções formativas de entidades externas, utilizando a qualidade da E&O, como Entidade Acreditada para a Formação, pela DGERT Promover acções direccionadas de Consultoria Social Conceber instrumentos de recolha de dados e posterior tratamento da informação Criação da Bolsa de Consultores 3. Executar os Projectos em curso Principio Orientador: validar as acções levadas a cabo, como forma de projectas acções futuras. Promoção de acções e iniciativas relacionadas com a execução física dos Projectos 3.1. Projectos Nacionais o IPP Social - apoio a estudantes oriundos dos países de língua portuguesa, nas Escolas do Instituto Politécnico do Porto. o EADS, Engenharia, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Lisboa e Porto): reforço do papel da educação para a cidadania na engenharia, na prossecução de estratégias de desenvolvimento (nacionais) sustentáveis. o Apoio social no Bairro da Bela Vista (Setúbal) apoio às populações locais, em parceria com o Centro Cultural Africano. 3

4 o Oficinas de Fornos Solares, acções de formação em Portugal Projectos Internacionais o MAIS FLORESTA, Benguela, Angola projecto de florestação de zonas rurais da Província de Benguela o Formação e Formadores em Fornos Solares, formação nesta vertente e participação desta tecnologia em projectos integrados, Moçambique e Cabo- Verde 4. Promover os Projectos em carteira, consolidando consórcios e parcerias com instituições nacionais e internacionais Principio Orientador: desenvolver o conceito de equilíbrio e desenvolvimento sustentável, para a autonomia das populações, no contexto actual de crise da economia mundial Promoção de iniciativas de empreendedorismo social e negócios sociais em Portugal, a partir de casos identificados Preparação / implementação de projectos de Engenharia e Desenvolvimento Sustentável, nos países de língua portuguesa, com recurso a fontes de financiamento nacionais e/ou internacionais e às parcerias estabelecidas Promoção e desenvolvimento do Projecto ESTAMOS JUNTOS, em parceria com o Centro Cultural Africano, para a integração dos jovens do bairro da Bela Vista, Setúbal, em projectos de educação e desenvolvimento. Desenvolvimento das inciativas com a Cooperativa CATES, para a promoção de projectos de desenvolvimento regionais e local: o Implementar um Centro Comunitário, na zona de Izeda Bragança, em conjunto com organizações complementares já existentes no terreno. o Criar uma escola técnico-profissional em Moçambique em parceira com as autoridades locais, com uma estrutura de inserção dos formandos no mercado de trabalho o Desenvolver um conjunto de acções de Formação Profissional, nos distritos de Braga e de Bragança, com recurso a financiamentos POPH o Observatório Económico-Social : Criar condições para a implementação de um projecto de apoio directo às populações, com base num trabalho de consultoria social rigoroso e eficaz. 4

5 5. Dinamizar a comunicação interna e externa Principio Orientador: Promover a marca E&O: normalizar e intensificar os circuitos de circulação da informação e comunicação o reatar a Newsletter E&O, com uma periodicidade trimestral o regularizar a permanência semanal no Facebook o reformular o sítio internet E&O o promover encontros de Associados e Amigos E&O reactivar Encontros de Coimbra (desde a fundação, E&O a realizou até 2008, um Encontro anual e nacional, em Coimbra) o celebração dos 6 anos da E&O, em Maio 2012 o promover a distribuição e comercialização do Documentário Viver Ao Sul o merchandising de produtos E&O o Procurar estabelecer parcerias para obter benefícios sociais dos associados da E&O (seguros de saúde, acesso a lojas e clínicas mutualistas, descontos em redes comerciais ) Dinamização dos Núcleos de Associadas (os) Norte e Lisboa / Setúbal, com vista a uma progressiva ligação ao trabalho dos Departamentos 6. Participar em fóruns de debate nacionais e internacionais, com iniciativas e temas próprios Principio Orientador: valorizar os recursos humanos e a Entidade Participação em Seminários, Congressos, Conferência e eventos semelhantes Participação em Seminários, Conferências e outros eventos, como autores de trabalhos ou inseridos nas Áreas de Intervenção da E&O, nomeadamente nos Dias do Desenvolvimento do IPAD (ODDs) Incentivo à produção de conhecimento: o publicação de literatura produzida em comunicações especializadas, seminários e conferências o apoio à elaboração de teses de mestrado e/ou doutoramento, relacionadas com Cooperação e Educação para o Desenvolvimento 5

6 o apoio à organização de pós-graduações em Cooperação e Educação para o Desenvolvimento, nas Instituições de Ensino Superior fundadoras e/ou parceiras da E&O. Anexos ao Plano O PLANO é complementado com o Orçamento Previsional de 2011 onde se refere os meios de financiamento da organização. A orçamentação do Plano de Actividades reflecte o conjunto de Acções a desenvolver, através de valores atribuídos e referentes a: o Custos de pessoal o Custos de equipamento e funcionamento o Estudos e pesquisas o Acções de comunicação e visibilidade o Deslocações no País e no estrangeiro o Publicidade directa ou indirecta ORÇAMENTO Previsional Resumo Rubricas Receitas Despesas Nº Descrição (valores em ) 1 QUOTIZAÇÕES 5.200,00 520,00 2 DESPESAS de FUNCIONAMENTO 0, ,00 3 FORMAÇÃO e CAPACITAÇÃO 0,00 300,00 4 PRESTAÇÃO de SERVIÇOS , ,00 5 DEPARTAMENTOS - PROJECTOS , ,00 6 COMUNICAÇÃO e IMAGEM 5.000, ,00 Imprevistos ,00 Totais , ,00 6

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