ORIGENS DO DIREITO: BREVE
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- Alana Regina Lombardi Bergler
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1 ORIGENS DO DIREITO: BREVE CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA Professor Cesar Alberto Ranquetat Júnior
2 INTRODUÇÃO O Direito é um produto da ação humana. É, assim, um fenômeno histórico e cultural. É produto do tempo histórico no qual a sociedade que o produziu ou produz está inserida.
3 INTRODUÇÃO Todas as comunidades humanas que existem ou existiram no mundo produzem ou produziram Direito. Os direitos sempre foram espelhos das épocas. Os direitos dos povos equivalem precisamente ao seu tempo.
4 POVOS PRIMITIVOS SEM ESCRITA Os primeiros povos sem escrita (ágrafos), basicamente utilizam o costume como fonte de suas normas. Ou seja, o que é tradicional no viver e conviver de sua comunidade torna-se sua regra a ser seguida. Porém, o costume não é a única fonte do direito desses povos.
5 POVOS PRIMITIVOS SEM ESCRITA Nos grupos sociais onde se pode distinguir pessoas que detêm algum tipo de poder, estes impõem regras de comportamento, dando ordens que acabam tendo caráter geral e permanente.
6 AS PRIMEIRAS LEIS ESCRITAS E O CÓDIGO DE HAMURABI O corpo de leis escritas mais antigo que se conhece é o de UR-NAMMU na região da Suméria. Em 1948, outras leis foram identificadas na mesma região as leis de ESHUNNA. No final de 1901 e início de 1902, arqueólogos franceses encontraram uma pedra de diorito negro de 2,25 metros de altura, contendo um conjunto de leis com 282 artigos.
7 AS PRIMEIRAS LEIS ESCRITAS E O CÓDIGO DE HAMURABI Este conjunto de leis chamamos hoje de Código de Hamurabi por ter sido feito a mando do Rei Hamurabi, que reinou na Babilônia entre 1792 a 1750 a. C. Este código utilizava o chamado princípio da Pena da Lei de Talião, muito comum nos povos antigos. Esse princípio, presente Bíblia com a frase olho por olho, dente por dente, não é uma lei, mas uma ideia que indica que a pena para o delito é equivalente ao dano causado por este.
8 O CÓDIGO DE HAMURABI O Código de Hamurabi penalizava com a morte o roubo de um bem. Este código previa o crime de adultério somente para a mulher. Se a esposa [...] for surpreendida dormindo com outro homem, eles o amarrarão o lançarão na água[...]. - Contudo, o marido poderia perdoar sua esposa.
9 O CÓDIGO DE HAMURABI
10 O DIREITO HEBRAICO E OS DEZ MANDAMENTOS O Direito Hebraico - suas leis principais estão na Torah. A Torah, também chamada Pentateuco, é formada pelos cinco primeiros livros da Bíblia: o Gênesis, o Êxodo, o Levítico, o Número e o Deuteronômio
11 O DIREITO HEBRAICO E OS DEZ MANDAMENTOS A base moral da legislação mosaica pode ser encontrada nos Dez Mandamentos. Teriam sido escritos por Deus no Monte Sinai, como forma de aliança entre Ele e o Povo Eleito.
12 O DIREITO HEBRAICO E OS DEZ MANDAMENTOS O Direito Hebraico é um direito religioso. A lapidação é o nome que se dá a pena mais comum no Antigo Testamento, é a morte por apedrejamento. Para os israelitas morreriam dessa forma os idólatras, as feiticeiras, os filhos rebeldes e as adúlteras.
13 O CÓDIGO DE MANU É o código constituído na civilização hinduindiana. As penas eram duras. As ofensas físicas seguem o Princípio da Pena de Talião.
14 O CÓDIGO DE MANU O culpado deveria ser ferido da mesma forma que feriu. Ex: Art De qualquer membro que se sirva um homem de baixo nascimento para ferir um superior, esse membro deve ser mutilado.
15 O DIREITO ROMANO Para os Romanos, a definição do Direito passava por seus mandamentos, que são: viver honestamente, não lesar ninguém e dar a cada um o que é seu. Há três períodos na evolução do Direito Romano: o período arcaico, o período clássico e o período pósclássico. No período arcaico (vai da fundação de Roma até o séc II a. C) o marco é a Lei da XII Tábuas feita em 451 e 450 a. como resposta a uma das revoltas da plebe romana.
16 O DIREITO ROMANO Esta lei ficou assim conhecida pois foi escrita em pedaços de madeira. Alguns dispositivos: - IX- Aquele que matar o pai ou a mãe, terá a cabeça cortada. - XVIII- Se uma mulher se embriaga em sua casa, será punida como se tivesse cometido adultério. - - XIX- Seja lícito ao pai e a mãe, banir, vender e matar os próprios filhos.
17 O DIREITO ROMANO Essa legislação foi uma codificação de regras costumeiras.
18 O DIREITO ROMANO No período pós-clássico (séc III ate séc VI d. C) houveram tentativas de codificação do Direito. A Codificação Justianea, chamada Corpus Iuris Civilis, é considerada conclusiva, pois praticamente todos os códigos trazem a marca dessa obra.
19 O DIREITO ROMANO No princípio da História de Roma, somente os sacerdotes conheciam as normas jurídicas e somente eles as interpretavam. A partir do fim do séc. IV a. C, o monopólio sacerdotal deixa de existir e peritos leigos apareceram; eram os jurisconsultos. Os jurisconsultos foram personagens importantes para o desenvolvimento do Direito.
20 O DIREITO ROMANO Sua principal característica e qualidade era o estudo profundo e sistemático e, deste modo, o respeito advindo dessa sabedoria. Formavam um verdadeira aristocracia intelectual.
21 O DIREITO ROMANO A atividade desses homens, também chamados Prudentes, consistia em indicar as formas dos atos processuais aos magistrados e as partes. Auxiliavam, também, na elaboração e escrita de instrumentos jurídicos e na emissão de pareceres jurídicos. Os pareceres dos jurisconsultos foram a base da jurisprudência.
22 O DIREITO ROMANO A jurisprudência passou então, como fonte de direito, a ser um dos elementos mais importantes para o desenvolvimento do Direito Romano. Nas palavras de um jurisconsulto romano: Jurisprudência é o conhecimento das instituições divinas e humanas, a ciência do justo e do injusto (Celso).
23 O DIREITO ROMANO Apesar da força desses homens, este não era um meio de enriquecimento. A atividade do jurisconsulto era exercida gratuitamente.
24 O DIREITO ROMANO A História do Direito Romano muito tem a ver com a instituição do Pátrio Poder (patria potestas) exclusivo do pater familias. O poder do pater familias era absoluto, de vida e morte sobre todos sob sua chefia. Seus filhos recém nascidos podiam, por sua vontade, ser deixados para morrer, ou, em qualquer idade, ser vendidos.
25 O DIREITO ROMANO O poder do pater familias englobava vários poderes: A) a patria potestas sobre os filhos; B) a manus sobre a esposa; C) a dominica potestas sobre os escravos; D) a mancipium sobre pessoas livres que passavam de um pater familias a outro pela venda, por exemplo.
26 OS DIREITOS DA IDADE MÉDIA Compunha o Direito Medieval o direito romano, o direito germânico e o direito canônico. O direito dos povos germânicos era basicamente consuetudinário. O direito canônico é o nome dado ao Direito da Igreja Católica e é chamado canônico por causa da palavra grega cânon que, em grego, significa regra. Era um direito escrito.
27 O DIREITO ISLÂMICO Fundamenta-se no Alcorão. Outra fonte importante deste direito é a Suna, tradição relativa ao profeta, sua vida e suas decisões.
28 O DIREITO ISLÂMICO Ex: passagem sobre a embriaguez e o jogo Proclama o capítulo II, versículo 93: Satanás deseja excitar o ódio e a inimizada entre vós por meio do vinho e do jogo e afastar-vos da lembrança de Deus e da oração. - Até hoje em alguns países islâmicos aplica-se a pena de 80 chibatadas aos ébrios.
29 A CARTA MAGNA Outro importante documento jurídico na Europa medieval é a Carta Magna. Foi criada para limitar os poderes do rei inglês João Sem Terra, um rei ambicioso e usurpador. Os nobres e o clero reuniram-se e redigiram este documento em É um documento feudal, buscava salvaguardar benefícios de senhores feudais.
30 A CARTA MAGNA A Carta Magna, também, organizou o sistema de justiça inglês. Ainda, estabeleceu uma proteção jurídica que a maioria dos autores considera ser o início da idea de habeas corpus. Art. 48 Ninguém poderia ser detido, preso ou despojado dos seus bens, costumes e liberdades, senão em virtude de julgamento de seus pares segunda a lei do país[...].
31 DOCUMENTOS JURÍDICOS DA ERA MODERNA Na esteira da Revolução Francesa é aprovada em 26 de agosto de 1789 a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. O ideal iluminista fica evidente nos artigos que compõem este documento. - Art 1º - Os homens nascem iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundamentar-se na utilidade comum. - Art 4º - A liberdade consiste em fazer tudo que não prejudique o próximo [...].
32 DOCUMENTOS JURÍDICOS DA ERA MODERNA A declaração de 1789 influenciou as constituições de diversos países ocidentais.
33 DOCUMENTOS JURÍDICOS DA ERA MODERNA O outro documento legal de destaque foi o Código Civil Napoleônico, publicado em Dezenas de códigos civis do mundo inspiraram-se nele. O código representou uma reforma e codificação detalhada das leis francesas. Consolidou as principais conquistas da Revolução Francesa: igualdade perante a lei, liberdade religiosa e abolição dos resquícios feudais.
34 DOCUMENTOS JURÍDICOS DA ERA MODERNA Dentre outras coisas, este código reforçou o poder patriarcal, como se pode notar nos artigos 371, 372 e 373: - Uma criança, de qualquer idade, deve honra e respeito a sua mãe. - Ela permanece sujeita a seu controle até a maioridade ou emancipação. - - O marido deve proteção a esposa e a esposa obediência ao marido.
35 DOCUMENTOS JURÍDICOS DA ERA MODERNA Por fim, cabe citar a Declaração universal dos direitos do homem, aprovada em 10 de dezembro de 1948, em Paris na assembleia geral da Nações Unidas.
36 CONSIDERAÇÕES FINAIS O Direito é infinitamente variável, porque é o reflexo da cada sociedade, erigida sob condições físicas, morais e culturais sempre diferentes.
37 BIBLIOGRAFIA ALTAVILLA, Jayme de. Origem dos Direitos dos Povos. Edições Melhoramentos, 4ª edição, CASTRO, Flávia Lages. História do Direito Geral e Brasil. Lumen Juris, 10ª edição, 2013.
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