Sistemas de Isolamento Sísmico
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- Davi Brezinski Ramalho
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1 Ciclo de Palestras em Engenharia Civil 2003 Universidade Nova de Lisboa Sistemas de Isolamento Sísmico Luís Guerreiro Monte da Caparica, 4 de Junho de 2003 Índice Introdução O que é o Isolamento de Base Evolução dos Sistemas de Isolamento de Base Tipos de Sistemas de Isolamento de Base Métodos de Análise Pormenorização Exemplos de aplicação Reforço sísmico com Isolamento de Base Regulamentação 1
2 Introdução A importância dos sismos Os sismos são um dos desastres naturais que mais impacto têm junto da populações, não só pelos prejuízos humanos e materiais causados mas também pela sua imprevisibilidade. Lisboa, 1755 Turquia, 1999 Introdução Busca de novas soluções Northridge, 1994 Este panorama tem motivado os investigadores na busca de novas soluções para melhorar o comportamento anti-sísmico das estruturas. O Isolamento de Base é uma dessas soluções. Açores, 1998 Kobe,
3 O que é o Isolamento de Base O conceito De acordo com o conceito de Isolamento de Base o edifício (ou estrutura) é separado das componentes horizontais do movimento do solo através da interposição de uma camada com baixa rigidez horizontal entre a estrutura e a fundação. Camada deformável estrutura solo A consequência imediata da interposição de uma camada deformável é a redução da frequência própria de vibração. O que é o Isolamento de Base Vantagens e Inconvenientes Estrutura com Isolamento 5.00 Estrutura de Base Fixa Aceleração (m/s 2 ) Redução nas acelerações % 10% Deslocamento (m) Aumento nos deslocamentos Freq. (Hz) % % Espectro de Resposta do RSA Acção tipo 1, Terreno tipo I 3
4 O que é o Isolamento de Base As deformações Numa estrutura com isolamento de base os deslocamentos horizontais concentram-se ao nível da camada de isolamento. A restante estrutura quase não se deforma, comportando-se como um corpo rígido. Aumentam os deslocamentos, mas não a deformação Isolamento de Base Sem Isolamento de Base Com Isolamento de Base O que é o Isolamento de Base A acção sísmica A frequência própria das estruturas isoladas tem ainda a vantagem de ser inferior às frequências com maior conteúdo energético da acção sísmica. estruturas com isolamento acção sísmica estruturas de base fixa Frequência (Hz) 4
5 O que é o Isolamento de Base Características essenciais Características que um sistema de isolamento de base deve apresentar: Capacidade de suporte Baixa rigidez horizontal Capacidade de dissipação de energia (ζ > 5%) Capacidade de restituição à posição inicial Evolução dos Sistemas de Isolamento de Base O início No início do sec. XX aparece a primeira referência a um sistema de protecção sísmica que pode ser considerado Isolamento de Base. Este sistema foi patenteado em Munique no ano de 1906 e consistia numa placa rígida que servia de base de suporte ao edifício e que, por sua vez, estava assente sobre um conjunto de roletes de material rijo. 5
6 Evolução dos Sistemas de Isolamento de Base Em 1909 foi registada outra patente, desta vez por um médico, Dr. Calantarients, que concebeu uma solução em que o edifício assenta sobre uma camada de talco. Como se pode observar na figura, além da solução de isolamento, o Dr. Calantarients concebeu um conjunto de dispositivos para ligação das condutas ao exterior com capacidade para acomodar grandes deslocamentos. Evolução dos Sistemas de Isolamento de Base Em 1969 surge em Skopje, na então Jugoslávia, aquele que é apontado como o primeiro exemplo de aplicação de isolamento de base a escola Heinrich Pestalozzi. Este edifício encontra-se assente em blocos de borracha não reforçada, e ligado ao exterior por elementos fusíveis. Logo que estes elementos fusíveis se quebrem o edifício fica a vibrar livremente sobre os apoios de borracha. Vista Geral Blocos de vidro - Fusíveis Vista de um bloco de borracha 6
7 Evolução dos Sistemas de Isolamento de Base O aparecimento e desenvolvimento dos apoios em borracha, neoprene ou outros elastómeros, veio dar um grande impulso na aplicação de sistemas de isolamento de base. Em 1978 foi construída uma central nuclear na África do Sul (Kroeberg), com aplicação de isolamento de base. Esta estrutura constitui um marco histórico na evolução do conceito de isolamento, pois é o exemplo duma edificação onde o nível de segurança é elevado. Laje superior Bloco de neoprene Chapas de deslizamento Base em betão Sistema EDF Kroeberg, RSA Tipos de Sistemas de Isolamento de Base Actualmente são os seguintes os principais tipos de Sistemas de Isolamento de Base: Blocos de Borracha de Alto Amortecimento - HDRB Blocos de Borracha com Núcleo de Chumbo - LRB Sistema Pendular com Atrito - FPS Blocos de apoio de Borracha em associação com dissipadores 7
8 Tipos de Sistemas de Isolamento de Base HDRB(1) Blocos de Borracha de Alto Amortecimento HDRB (High Damping Rubber Bearing) Através da utilização de aditivos apropriados as propriedades de amortecimento da mistura de borracha são optimizadas. Desta forma são conseguidos amortecimentos entre 10% e 20%. Tipos de Sistemas de Isolamento de Base HDRB(2) Propriedades dos apoios HDRB Coeficientes de amortecimento entre 10% e 20% Módulo de distorção (G) entre 0.4MPa e 1.4MPa A rigidez diminui com o aumento da distorção Para grandes distorções a rigidez volta a aumentar Força Horizontal Deformação 8
9 Tipos de Sistemas de Isolamento de Base LRB (1) Blocos de Borracha com Núcleo de Chumbo LRB (Lead Rubber Bearing) Bloco de apoio de borracha corrente ao qual foi adicionado um núcleo de chumbo cilíndrico. O bloco de apoio tem um comportamento bi-linear conseguindo elevados valores de amortecimento através da plastificação do núcleo de chumbo Tipos de Sistemas de Isolamento de Base LRB(2) Propriedades dos apoios LRB A rigidez após a cedência do bloco é a rigidez da borracha A tensão de cedência ao corte do chumbo é cerca de 10MPa A rigidez antes da cedência é cerca de 10x a rigidez após cedência Força Horizontal (kn) Deformação (mm) 9
10 Tipos de Sistemas de Isolamento de Base FPS(1) Sistema Pendular com Atrito FPS (Friction Pendulum System) Sistema composto por dois elementos de aço sobrepostos. Um dos elementos apresenta no seu interior uma superfície côncava. Sobre esta superfície desliza a outra peça contendo uma ponta de aço com a extremidade articulada e revestida por um material compósito de baixo atrito. Tipos de Sistemas de Isolamento de Base FPS(2) Sistema FPS A dissipação de energia é feita por atrito. A recuperação da estrutura à posição inicial é conseguida através dum mecanismo de funcionamento inspirado no movimento do pêndulo. Movimento do pêndulo Força Horizontal Movimento do sistema FPS Deslocamento 10
11 Tipos de Sistemas de Isolamento de Base - Dissipadores Blocos de apoio de Borracha em associação com dissipadores Este tipo de Sistema de Isolamento é uma associação de elementos de baixa rigidez horizontal com sistemas de dissipação de energia. Os elementos de baixa rigidez desempenham a função de suporte, sem qualquer exigência ao nível do amortecimento. Poderão ser blocos de apoio correntes ou sistemas deslizantes. Os dissipadores têm como única função garantirem o nível de amortecimento necessário. Poderão ser dissipadores viscosos ou histeréticos. Métodos de Análise - Introdução O método correcto para a análise de estruturas com isolamento é a análise dinâmica no domínio no tempo, pois o comportamento dos sistemas de isolamento de base é não linear. Alguns sistemas têm um comportamento próximo do linear mas têm amortecimento superior ao da estrutura pelo que invalida a análise modal clássica. Embora o uso da análise modal não seja correcto, este método de análise permite obter bons resultados e, sobretudo, permite compreender o comportamento da estrutura isolada através da observação dos seus modos de vibração. 11
12 Métodos de Análise Características dos modos de vibração Comparação dos modos de vibração de uma estrutura isolada com os modos de uma estrutura de base fixa 2.02Hz 6.20Hz 10.56Hz 14.06Hz Base Fixa 1º Modo 2º Modo 3º Modo 4º Modo Isolada 0.50Hz 3.62Hz 7.41Hz 11.24Hz Métodos de Análise Importância de cada modo Base Fixa Isolada Modo 1 %Massa Acum %Massa Acum No caso da estrutura com isolamento de base o primeiro modo representa a quase totalidade da reposta. 12
13 Métodos de Análise Espectro de resposta simplificado Aceleração (m/s 2 ) % 5% 10% 10% Dim Período (seg.) Métodos de Análise Modos 3D (isolamento) 1º Modo 0.57Hz 2º Modo 0.58Hz 3º Modo 0.63Hz 13
14 Métodos de Análise Modos 3D (estrutura) 4º Modo 6.28Hz Dada a proximidade das frequências dos modos de vibração é indispensável a utilização do método CQC na combinação modal. 5º Modo 6.45Hz 6º Modo 7.04Hz Pormenorização - Localização dos aparelhos de apoio Isoladores no fundo da cave Isoladores ao nível do base do piso térreo JUNTA DE SEPARAÇÃO ISOLADORES ISOLADORES (adaptado de 14
15 Pormenorização - Implantação do bloco de apoio Bloco de Apoio Chapa de Base do Pilar Argamassa Chapa de Base do Pilar Chapa de Topo do Apoio Chapa de Base do Apoio Ancoragem (adaptado de Exemplos de Aplicação EUA Itália Nova Zelândia China Japão 12 edifícios com HDR e 17 edifícios com LRB 5 edifícios com HDR 5 edifícios com LRB 10 edifícios com HDR (EERC, 1997) Em 1998 estavam licenciados 550 edifícios com isolamento de base. 15
16 Exemplos de Aplicação O caso japonês O sismo de Kobe (Janeiro de 1995) provocou uma brusca e significativa alteração de atitude dos japoneses face ao isolamento sísmico. Entre 1992 e 1995 foram licenciados 15 edifícios com isolamento de base. Nos três anos após o sismo de Kobe foram aprovados 450 edifícios com isolamento de base. número de edifícios Sismo de Kobe (17 de Janeiro de 1995) Data de aprovação (EERI, 1999) Exemplos de Aplicação - O edifício do WEST-1, em Kobe O aumento da popularidade do isolamento de base no Japão ficou a dever-se essencialmente ao bom desempenho do edifício West Japan Postal Savings Computer Center (West-1) durante o sismo de Kobe. Este edifício situa-se a cerca de 30 km do local do epicentro do sismo de Kobe de No topo foram medidas acelerações de 0.13g quando nas fundações abaixo dos isoladores foram medidas acelerações de 0.41g. 16
17 Exemplos de Aplicação - EUA (1) Foothill Communities Law and Justice Center Rancho Cucamonga, Califórnia Foi o primeiro edifício com isolamento de base a ser construído nos EEUU e o primeiro no mundo a utilizar HDRB. Está localizado a 20km da falha de S. André. Área 1600 m 2 Nº de Pisos 4 Nº de apoios 98 Máximo deslocamento 380mm. Fire Command and Control Facility Los Angeles, Califórnia Alberga os computadores e os sistemas de comunicação para gestão de emergências na zona de Los Angeles. nisee.berkeley.edu/lessons/kelly.html Exemplos de Aplicação - EUA (2) Hospital da Universidade da Califórnia do Sul Localiza-se a cerca de 40km do epicentro do sismo de Northridge de Durante este sismo foi registada a aceleração máxima no edifício de 0.13g quando no exterior as acelerações atingiram 0.49g. Estrutura metálica; 98 apoio do tipo LRB nisee.berkeley.edu/lessons/kelly.html Arrowhead Medical Center Edifício terminado em Os isoladores foram dimensionados para suportar deslocamentos até 550mm. Tem 400 apoios do tipo HDRB. 17
18 Exemplos de Aplicação ITÁLIA (1) Edifício da Telecom - Ancona O conjunto é composto por cinco edifícios de 7 pisos. O deslocamento máximo de projecto é de 145mm. Foram utilizados apoios do tipo HDRB. Exemplos de Aplicação ITÁLIA (2) Edifício da Telecom - Ancona 18
19 Exemplos de Aplicação Nova Zelândia William Clayton Building, Wellington Foi o primeiro edifício do mundo a utilizar apoios do tipo LRB. Foi terminado em Tem uma estrutura de betão armado apoiada em 80 blocos LRB. Te Papa Museum of New Zealand Wellington Edifício com 35000m 2 e 23 metros de altura. 142 apoios LRB. 36 apoios deslizantes em teflon Reforço Sísmico com Isolamento de Base São já diversos os exemplos de estruturas reforçadas sismicamente através do uso de isolamento de base. Para aplicar isolamento de base a uma estrutura existente é necessário desligar a estrutura das fundações existentes e voltar a montá-la sobre o novo sistema. Hospital dos Veteranos Long Beach, Califórnia 19
20 Reforço Sísmico com Isolamento de Base - Exemplos (1) Oakland City Hall Oakland, Califórnia Este edifício sofreu danos durante o sismo de Loma Prieta, A reabilitação terminou em Construção em 1913 Foram utilizados 110 apoios LRB, com diâmetros entre 740mm e 940mm. Durante o processo de instalação dos apoios, as colunas foram levantadas cerca de 2.5mm. Foi criado um fosso à volta do edifício com 0.5m de largura. Reforço Sísmico com Isolamento de Base - Exemplos (2) S. Francisco City Hall S. Francisco, Califórnia Este edifício foi construído em Sofreu danos durante o sismo de Loma Prieta, A reabilitação terminou em Foram utilizados 530 apoios LRB. Muitas das colunas estão apoiadas em 4 blocos. Fase de construção 20
21 Reforço Sísmico com Isolamento de Base - Exemplos (3) Los Angeles City Hall Los Angeles, Califórnia Estrutura metálica com 28 pisos, concluída em Sofreu danos durante o sismo de Northridge, É actualmente o edifício mais alto com isolamento de base. Solução de isolamento de base: 475 HDRB 60 apoios deslizantes 64 amortecedores viscosos Fases de construção Regulamentação Actualmente já existe regulamentação a regular a aplicação de isolamento de base a edifícios e a pontes. Estados Unidos: Uniform Building Code (UBC) International Conference of Building Officials, 2000 Guide Specifications for Seismic Isolation Design AAHTO, 1999 Europa: Eurocódigo 8 (Capítulo 10),
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