Reabilitação e Reforço de Estruturas
|
|
|
- Denílson Azenha Rosa
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 24.2: Conservação do património. Caso de estudo: Reforço das colunas dos claustros da FDUC com cintas metálicas (tese de mestrado). Eduardo Júlio 1/30
2 Reforço de Colunas por Confinamento com Cintas Metálicas Pré-Esforçadas Autor Luís Filipe Brandão Ferreira Orientadores Eduardo Nuno Brito Santos Júlio Paulo Maranha Nunes Tiago 2/30
3 Introdução Reabilitação e Reforço de Estruturas ÍNDICE Introdução Reforço ao Confinamento de Pilares Caso de Estudo: Claustro da FDUC Estudo Experimental Conclusões e Trabalho Futuro 3/30
4 Caso Reabilitação de Estudo: e Claustro Reforço de da Estruturas FDUC 4/30
5 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas ÍNDICE Introdução Reforço ao ao Confinamento de de Pilares Caso de Estudo: Claustro da FDUC Estudo Experimental Conclusões e Trabalho Futuro 5/30
6 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Reforço por encamisamento de betão armado Vantagens: Aumento da resistência e rigidez; Durabilidade; Não requer mão de obra especializada. Inconveniente: Preparação da superfície. 6/30
7 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Reforço por encamisamento metálico Vantagens: Confinamento lateral; Aumento da resistência e ductilidade; Aumento insignificante da secção transversal. Inconvenientes: Exige mão de obra especializada; Prever protecção contra incêndios. 7/30
8 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Reforço por cintagem com elementos metálicos Vantagens: Aumento da resistência e ductilidade; Aplicável em elementos de difícil acesso. Inconveniente: Preparação da superfície de betão. 8/30
9 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Reforço por colagem de chapas metálicas Vantagens: Aplicação sem interrupção do uso habitual; Geometria final inalterada. Inconvenientes: Durabilidade das juntas metálicas; Descolagem das placas; Necessidade de proteger. 9/30
10 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Reforço por utilização de materiais compósitos (FRP) Vantagens: Aumento da resistência e ductilidade; Execução; Alteração mínima da geometria. Inconvenientes: Mau comportamento ao fogo; Protecção aos raios ultravioletas; Necessidade de mão-de-obra qualificada. 10/30
11 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Reforço com cintas metálicas Vantagens: Reversibilidade da intervenção; Reforço activo. Inconveniente: Concentração de tensões 11/30
12 Reforço ao Confinamento de Pilares Reabilitação e Reforço de Estruturas Exemplos de reforço com cintas metálicas 12/30
13 Caso de Estudo: Claustro da FDUC Reabilitação e Reforço de Estruturas ÍNDICE Introdução Reforço ao Confinamento de Pilares Caso de de Estudo: Claustro da da FDUC Estudo Experimental Conclusões e Trabalho Futuro 13/30
14 Caso de Estudo: Claustro da FDUC Reabilitação e Reforço de Estruturas Sinopse histórica / Descrição do Edifício Legenda: 1 Biblioteca Joanina; 2 Edifício dos Gerais; 3 Torre da Universidade de Coimbra 4 Sala dos Capelos; 5 Porta Férrea. 14/30
15 Caso de Estudo: Claustro da FDUC Reabilitação e Reforço de Estruturas Descrição da Anomalia e da Aplicação do Reforço 15/30
16 Estudo Experimental ÍNDICE Introdução Reforço ao Confinamento de Pilares Caso de Estudo: Claustro da FDUC Estudo Experimental Conclusões e Trabalho Futuro 16/30
17 Estudo Experimental Situações estudadas: SD-SR: Sem dano e sem reforço; CD-SR: Com dano e sem reforço; CD-CR10: Com dano e com reforço com 10 Nm de aperto; CD-CR35: Com dano e com reforço com 35 Nm de aperto; CD-CR60: Com dano e com reforço com 60 Nm de aperto; CD-CR120: Com dano e com reforço com 120 Nm de aperto. 17/30
18 Estudo Experimental Preparação Réplica do capitel Reforço de Colunas por Confinamento com Cintas Metálicas Pré-Esforçadas 18/30
19 Estudo Experimental Preparação Simulação do material 19/30
20 Estudo Experimental Preparação Simulação do material Provetes 40x40 mm 2 7 dias 28 dias Carga de rotura (kn) Tensão de rotura (MPa) 65,72 41,1 63,14 39,5 82,91 51,8 82,41 51,5 Média (MPa) 40,3 51,7 Provetes 10x10 cm 2 Carga de rotura (kn) Tensão de rotura (MPa) Média (MPa) 7 dias 391,31 39, dias 503,38 50,3 490,00 49,0 49,7 20/30
21 Estudo Experimental Preparação Fabrico dos moldes Sequência da operação de fabrico dos modelos: 1) Secagem dos agregados; 2) Pesagem dos constituintes da mistura; 3) Humedecimento da misturadora e 4) Adição dos materiais; 5) Mistura a seco; 6) Adição de água e adjuvante; 7) Amassadura durante 2 a 4 minutos; 8) Aplicação do produto descofrante no molde; 9) Betonagem; 10) Descofragem com 24 horas de cura; 11) Armazenamento; 12) Limpeza da cofragem. 21/30
22 Estudo Experimental Preparação - Setup do ensaio Carregamento 22/30
23 Estudo Experimental Preparação - Setup do ensaio Nível de aperto dos parafusos Dano nos capitéis 23/30
24 Estudo Experimental Resultados dos ensaios e análise Ensaio Força (kn) 2293,1 2877,0 Carga de rotura (kn) 2966,9 Tensão de rotura (MPa) 2712,9 Média (MPa) Desvio padrão (MPa) Coeficiente de variação (%) SD-SR 3000 E1 2293,1 55,19 E2 2877,0 69,25 62,22 9,94 15,98 CD-SR 2500 E1 2966,9 71,40 E2 2532,3 60,95 66,17 7,39 11, E1-1cinta 2648,8 63,76 CD-CR10 E2-1cinta 2776,9 66,85 63,54 3,41 5, E3-2cintas 2494,5 60,03 E1-1 cinta 2925,5 70,41 CD-CR E2-2cintas 2826,0 68,03 69,22 1,68 2,43 E1-1 cinta 2741,6 66,00 CD-CR60 66,75 1,07 1, E2-2cintas 2804,4 67,51 E1-1 cinta 3038,4 73,12 CD-CR120 E2-1 cinta 2761,3 66,46 67,49 5,20 7,70 0 E3-2cintas 2612,6 62,88 SD-SR CD-SR CD-CR10 CD-CR35 CD-CR60 CD-CR ,3 Legenda: SD: Sem dano CD: Com dano SR: Sem reforço CRx: com reforço e com aperto dos parafusos de x Nm 2494,5 2925,5 2826,0 2741,6 2804,4 295,9 2612,6 24/30
25 Estudo Experimental Resultados dos ensaios e análise Modelos não reforçados com cintas metálicas SD-SR Rotura Fissuração dos modelos CD-SR 25/30
26 Estudo Experimental Resultados dos ensaios e análise Modelos reforçados com cintas metálicas CD-CR10 CD-CR60 CD-CR35 CD-CR120 1 cinta 2 cintas 26/30
27 Estudo Experimental Resultados dos ensaios e análise Modelos reforçados com cintas metálicas Esmagamento da base dos modelos (sem reforço) (reforçado com 1 cinta) (reforçados com duas cintas) 27/30
28 Conclusões ÍNDICE Introdução Reforço ao Confinamento de Pilares Caso de Estudo: Claustro da FDUC Estudo Experimental Conclusões 28/30
29 Conclusões Conclusões A cintagem não aumenta significativamente a capacidade de carga; A cintagem aumenta a ductilidade; Modo de rotura condicionante esmagamento da base; Indiferente usar uma ou duas cintas na base. 29/30
30 Conclusões Proposta de Intervenção Aumentar o nível de pré-esforço; Aplicar um aperto entre 35 e 60 Nm. Trabalho Futuro Estudo de diferentes geometrias de cintas metálicas; Estudo do comportamento global das colunas. 30/30
EFEITO DO CONFINAMENTO LATERAL NO COMPORTAMENTO ESTRUTURAL
EFEITO DO CONFINAMENTO LATERAL NO COMPORTAMENTO ESTRUTURAL Pilar sem reforço Pilar com reforço por confinamento António Costa Consequências da deficiente cintagem das zonas críticas EFEITO DO CONFINAMENTO
REFORÇO DE ESTRUTURAS POR ENCAMISAMENTO DE SECÇÕES
REFORÇO DE ESTRUTURAS POR ENCAMISAMENTO DE SECÇÕES Aumento da secção transversal através da adição de armaduras suplementares e betão Campos de aplicação Aumentar a resistência de zonas comprimidas Necessidade
REFORÇO DE ESTRUTURAS POR ENCAMISAMENTO DE SECÇÕES
REFORÇO DE ESTRUTURAS POR ENCAMISAMENTO DE SECÇÕES Aumento da secção transversal através da adição de armaduras suplementares e betão Campos de aplicação Aumentar a resistência de zonas comprimidas Necessidade
Nº10 Dezembro 2002 REFORÇOS ESTRUTURAIS COM PERFIS E CHAPAS DE AÇO
Nº10 Dezembro 2002 REFORÇOS ESTRUTURAIS COM PERFIS E CHAPAS DE AÇO Gonçalo Fernandes Luís Tomé Hugo Santos Ricardo Almeida EDIÇÃO: CONSTRULINK PRESS Construlink, SA Tagus Park, - Edifício Eastecníca 2780-920
Título: Comportamento mecânico de materiais compósitos FRP a temperatura elevada. Orientador: João Ramôa Correia
Título: Comportamento mecânico de materiais compósitos FRP a temperatura elevada Os materiais compósitos de polímero reforçado com fibras (FRP) apresentam diversas vantagens face aos materiais tradicionais
B 35/45 S4 0,35 0,3 0, kg/m3 350 kg/m3 400 kg/m3 0,2 0,15 0,1 0, profundidade em cm
teor de cloretos (%),35,3,25 Perfis de penetração de cloretos para diferentes dosagens de cimento (Cimento tipo I 42.5R) Vista em SEM(1x)-betão 4kg/m3 cimento e A/C=,4,2,15,1,5 Vista em SEM(1x)-betão 27kg/m3
REFORÇO DE ESTRUTURAS PARA A ACÇÃO SÍSMICA
REFORÇO DE ESTRUTURAS PARA A ACÇÃO SÍSMICA Causas que originam o reforço: edifícios com valor patrimonial elevado edifícios estratégicos (hospitais, centrais de telecomunicações,...) pontes e viadutos
Diagnóstico e Projecto de Reabilitação 6 Exemplos. Thomaz Ripper Pedro F Marques
Diagnóstico e Projecto de Reabilitação 6 Exemplos Thomaz Ripper Pedro F Marques QUESTÃO de PRINCÍPIOS Sem intervenção da sociedade as estruturas não duram eternamente PORQUÊ REABILITAR (REPARAR e/ou REFORÇAR)?
REFORÇO DE ESTRUTURAS COM FRP. Reabilitação e Reforço de Estruturas Diploma de Formação Avançada em Engenharia de Estruturas
REFORÇO DE ESTRUTURAS COM FRP Campos de aplicação Quando há deficiência de armaduras O betão é de boa/média qualidade O aspecto estético é importante É inconveniente o aumento das secções O reforço é moderado
J. APPLETON Prof. Catedrático IST Lisboa
Encontro Nacional Betão Estrutural 2004 1 ANÁLISE DA EFICIÊNCIA DA TÉCNICA DE ENCAMISAMENTO LOCALIZADO NA REPARAÇÃO OU REFORÇO DE PILARES DE BETÃO ARMADO COM RECURSO A CHAPAS DE AÇO OU MANTA DE FIBRAS
REABILITAR 2010 MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO DAS ESTRUTURAS AFECTADAS POR REACÇÕES EXPANSIVAS DO BETÃO
REABILITAR 2010 MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO DAS ESTRUTURAS AFECTADAS POR REACÇÕES EXPANSIVAS DO BETÃO Júlio Appleton Junho 2010 1 ÁLCALIS PARÂMETROS PRINCIPAIS Composição do betão Este parâmetro determina a
BETÃO ARMADO. Reabilitação e Reforço de Estruturas. Aula 09.2: Técnicas de EDUARDO Reforço JÚLIO de estruturas de betão armado.
REFORÇO Mestrado em Engenharia DE ESTRUTURAS Civil DE 2011 / 2012 BETÃO ARMADO Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 09.2: Técnicas de EDUARDO Reforço JÚLIO de estruturas de betão armado. (Prof. Aux.
Ponto de Encontro de Novembro de Reabilitação e Reforço de Estruturas de Edifícios
Ponto de Encontro 2011 3 de Novembro de 2011 Reabilitação e Reforço de Estruturas de Edifícios Professor Catedrático do IST (aposentado em 2011) a2p Consult, Lda Reabilitação e Reforço de Estruturas de
O sistema ETICS como técnica de excelência na reabilitação de edifícios da segunda metade do século XX
O sistema ETICS como técnica de excelência na reabilitação de edifícios da segunda metade do século XX Objectivos do trabalho Caracterização da solução ETICS para o revestimento de fachadas, do ponto de
COLAGEM DE CHAPAS E PERFIS METÁLICOS
COLAGEM DE CHAPAS E PERFIS METÁLICOS INTRODUÇÃO Recomendada principalmente para situações que requerem emergência ou não permitem grandes alterações na geometria das peças. Reforço em chapas metálicas,
REFORÇO ESTRUTURAL. Adição de chapas e perfis metálicos
REFORÇO ESTRUTURAL Adição de chapas e perfis metálicos ADIÇÃO DE CHAPAS E PERFIS METÁLICOS - Introdução Recomendada principalmente para situações que requerem emergência ou não permitem grandes alterações
Técnicas de recuperação e reforço de estruturas de concreto armado Escolha do tipo de reforço
Aspectos de projeto 5/06/206 Quando se deve recuperar/reforçar? Técnicas de recuperação e reforço de estruturas de concreto armado Escolha do tipo de reforço Leila Cristina Meneghetti Valverdes Abril,
S&P C-Sheet 640 Manta em fibra de carbono de alto módulo para reforço de estruturas
Manta em fibra de carbono de alto módulo para reforço de estruturas SP-PT.08.01.33.01 DESCRIÇÃO A é uma manta de fibra de carbono uni-direccional de alto módulo, de baixa extensão e com elevada resistência,
Reforço de vigas de betão armado com armaduras exteriores de FRP
Reforço de vigas de betão armado com armaduras exteriores de FRP Premio para Melhor Dissertação em Estruturas António Carlos Pereira Janes Monteiro Orientador: Prof. Doutor Carlos Manuel Chastre Rodrigues
REABILITAÇÃO E REFORÇO DE ESTRUTURAS. Avaliação Estrutural de Estruturas Existentes
REABILITAÇÃO E REFORÇO DE ESTRUTURAS Avaliação Estrutural de Estruturas Existentes António Costa REFORÇO DE ESTRUTURAS DE BETÃO Enquadramento Avaliação do comportamento da estrutura existente Concepção
Reforço estrutural com compósitos em fibra S&P FRP SYSTEMS
Reforço estrutural com compósitos em fibra S&P FRP SYSTEMS LAMINADOS CFRP LAMINADOS CFRP PRÉESFORÇADOS MANTAS E TECIDOS CSHEET, GSHEET Materiais inovadores de reforço em fibra de Carbono, Aramida e Vidro
Dia do Betão 2018 Vila Franca de Xira 24 de Maio 2018
Dia do Betão 2018 Vila Franca de Xira 24 de Maio 2018 Introdução Conceitos básicos Apresentação de um conjunto de obras para ilustrar Anomalias Técnicas de reparação Evolução do estado das obras após reabilitação
ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA 2005/2006 ENGENHARIA DE ESTRUTURAS
ENGENHARIA CIVIL E ARQUITECTURA 2005/2006 ENGENHARIA DE ESTRUTURAS Prof. Júlio Appleton SUMÁRIO 1. Introdução Tipos de Estruturas (Slides) Objectivos (Segurança, Bom Comportamento, Durabilidade, Economia,
Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma
Desempenho relativo das argamassas de argila expandida na execução de camadas de forma Ana Sofia Ferreira (IST) Jorge de Brito (IST) Fernando Branco (IST) º Congresso Nacional de Argamassas de Construção
GESTEC. Processos de Construção Licenciatura em Engenharia Civil. DECivil CRAVADAS ESTACAS CAP. XV 1/47
CAP. XV ESTACAS CRAVADAS 1/47 1. INTRODUÇÃO ESTACAS CRAVADAS 2/47 1. INTRODUÇÃO DECivil Pré-fabricadas Estacas cravadas Fundações indirectas (profundas) Alternativa às estacas moldadas ESTACAS CRAVADAS
CARACTERIZAÇÃO DE UMA MISTURA PRÉ-DOSEADA
CARACTERIZAÇÃO DE UMA MISTURA PRÉ-DOSEADA Designação do produto: Leca Mix B 3/9 Empresa que requisitou o estudo: LECA PORTUGAL Argilas Expandidas, SA Apartado 16 3240-998 AVELAR Técnico da Empresa : Engº
ESPECIALIZAÇÃO EM ESTRUTURAS
Mestrado Integrado em Engenharia Civil 2017-2018 Sumário 1. Características do perfil 2. Saídas profissionais 2 34 3. Características genéricas do programa curricular 4. Disciplinas do programa curricular
NP EN 206 O que muda EVOLUÇÃO LEGISLATIVA NP EN Decreto-Lei n.º 301/2007 de 23 agosto
NP EN 206 O que muda EVOLUÇÃO LEGISLATIVA 1971 RBLH Decreto n.º 404/41 de 23 setembro 1995 NP ENV 206 Decreto-Lei n.º 330/95 de 7 maio 2007 NP EN 206-1 Decreto-Lei n.º 301/2007 de 23 agosto 1970 2020 1989
3 - OBJECTIVOS GERAIS:
UNIVERSIDADE DO ALGARVE ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DO BETÃO 1º CICLO - 1º SEMESTRE - 2º ANO - 2006/2007 1 - DOCENTES: Miguel José Santos
Estruturas de betão armado
antes da betonagem Implantação e marcação visual/dimensional (fita métrica/estação total) / Topografo Cimbres e Geometria das Estabilidade do cimbre Estabilidade da cofragem Estabilidade das fundações
Avaliação da compatibilidade de fixação de elementos cerâmicos com o sistema ETICS
Avaliação da compatibilidade de fixação de elementos cerâmicos com o sistema ETICS 3º Congresso Português de Argamassas de Construção Março 2010 Luís Silva, Vasco Pereira, Pedro Sequeira, António Sousa
Conectores de Cisalhamento Constituídos por Parafuso e Rebite Tubular com Rosca Interna em Pilares Mistos de Aço e Concreto com Perfis Formados a Frio
Conectores de Cisalhamento Constituídos por Parafuso e Rebite Tubular com Rosca Interna em Pilares Mistos de Aço e Concreto com Perfis Formados a Frio Hermano de Sousa Cardoso¹ Francisco Carlos Rodrigues²
2 Técnicas de Reforço com Materiais Compósitos em Estruturas de Concreto
2 Técnicas de Reforço com Materiais Compósitos em Estruturas de Concreto 2.1. Notas Iniciais Este capítulo trata de algumas propriedades dos materiais compósitos, as características físico-químicas da
Reabilitação de edifícios de alvenaria e adobe
Reabilitação de edifícios de alvenaria e adobe Universidade do Minho Departamento de Engenharia Civil Guimarães, Portugal [email protected] www.civil.uminho.pt/masonry 2 Sumário Reabilitação de fundações
CIPROL PAVIMENTO COM VIGOTAS E ABOBADILHAS DOCUMENTO PARA APLICAÇÃO DA GAMA DE PAVIMENTOS PRÉ-ESFORÇADOS E634-A2P-PAR D
CIPROL PAVIMENTO COM VIGOTAS E ABOBADILHAS DOCUMENTO PARA APLICAÇÃO DA GAMA DE PAVIMENTOS PRÉ-ESFORÇADOS E634-A2P-PAR-00-005-D Janeiro, 2013 ÍNDICE 1. DESCRIÇÃO GERAL... 2 2. CONSTITUIÇÃO DO PAVIMENTO...
Exame de Segurança Estrutural Mestrado em Estruturas de Engenharia Civil Duração: 2horas 15/04/1998
Exame de Segurança Estrutural Mestrado em Estruturas de Engenharia Civil Duração: horas 5/04/998 De acordo com a nomenclatura corrente os métodos de verificação da segurança estrutural com base probabilística
INTRODUÇÃO AO CONCRETO ARMADO
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE ESTRUTURAS E GEOTÉCNICA INTRODUÇÃO AO CONCRETO ARMADO Prof. Dr. Claudius Barbosa DISCIPLINA: ESTRUTURAS DE CONCRETO I CÓDIGO: PEF 3303 São Paulo,
COMPLEXO DESPORTIVO DE VIMIOSO
COMPLEXO DESPORTIVO DE VIMIOSO PROJECTO DE ESTABILIDADE COMPLEXO DESPORTIVO DE VIMIOSO 1/9 TERMO DE RESPONSABILIDADE Nuno Manuel Martins, Eng. Técnico Civil, titular do cartão do cidadão com numero do
Comportamento ao fogo de lajes mistas aço-betão Método de cálculo simplificado
ao fogo de lajes mistas aço-betão simplificado Objetivo do método de cálculo 3 Conteúdo da apresentação em situação de incêndio simplificado de lajes de betão reforçadas a 0 C Modelo da laje de pavimento
Misturas Betuminosas a Quente com Alta Incorporação de Material Fresado
Misturas Betuminosas a Quente com Alta Incorporação de Material Fresado António Miguel Baptista Luís de Picado Santos Departamento de Engenharia Civil Instituto Politécnico de Coimbra Departamento de Engenharia
MORCEMSEAL LINHA REABILITAÇÃO MORCEMSEAL TODO 1 TUDO EM 1
MORCEMSEAL TUDO EM 1 Argamassa monocomponente de alta resistência, para a passivação, reparação e proteção de estruturas DESCRIÇÃO COMPOSIÇÃO CARACTERISTICAS E APLICAÇÕES SUPORTES Argamassa tixotrópica
S&P C-Sheet 240. Manta em fibra de carbono para reforço de estruturas DESCRIÇÃO
S&P SP-PT.08.01.31.01 DESCRIÇÃO A S&P é uma manta de fibra de carbono uni-direccional com elevada resistência para reforço de estruturas por aplicação wet ou dry lay-up. As mantas S&P C-Sheet são coladas
índice 1 o Tijolo Cerâmico 17
indice índice 1 o Tijolo Cerâmico 17 1.1 Introdução 17 1.2 O tijolo cerâmico como produto de construção 18 1.2.1 Tipos de tijolo cerâmico 18 1.2.2 As matérias primas e o processo cerâmico 19 1.2.3 Características
Manutenção e Reabilitação ENCONTRO 20 ANOS ENGENHARIA CIVIL
ENCONTRO 20 ANOS ENGENHARIA CIVIL 1986-2006 Inspecções e TECNOLOGIAS PARA A MANUTENÇÃO E REABILITAÇÃO DE ESTRUTURAS Durante o período de utilização de uma edificação, deverão ser mantidas os parâmetros
ESTUDO DE BETÃO C30/37
CONTROLE DE QUALIDADE ESTUDO DE BETÃO C30/37 Página 1 de 6 CONTROLO DE QUALIDADE Índice 1. INTRODUÇÃO.3 2. MATERIAIS CONSTITUINTES.3 2.1 CIMENTO..3 2.2 AGREGADOS..3 2.3 ADITIVO.4 3. CÁLCULO DA COMPOSIÇÃO
Influência da junta vertical no comportamento mecânico da alvenaria de blocos de concreto
BE00 Encontro Nacional Betão Estrutural 00 Guimarães 5,, 7 de Novembro de 00 Influência da junta vertical no comportamento mecânico da alvenaria de blocos de concreto Gihad Mohamad 1 Paulo Brandão Lourenço
José Santos * Marques Pinho ** DMTP - Departamento Materiais
** José Santos * Marques Pinho ** * DMTP - Departamento Materiais Apresentação em 3 partes I - Considerações teóricas sobre o módulo de elasticidade II - Descrição de ensaios laboratoriais III - Novas
A utilização do aço inox na reabilitação das insfraestruturas da Ponte Eiffel sobre o Rio Lima, em Viana do Castelo Inspecção e Reabilitação
A utilização do aço inox na reabilitação das insfraestruturas da Ponte Eiffel sobre o Rio Lima, em Viana do Castelo Inspecção e Reabilitação Júlio Appleton A2P Consult, Lisboa João Saraiva A2P Consult,
Título do projeto: Desenvolvimento de sistemas de reforço inovadores e aperfeiçoamento dos modelos de cálculo em lajes mistas aço-betão
Cabeçalho: Nº do Projeto: 3483 Acrónimo do Projeto: INOV_LAMI Título do projeto: Desenvolvimento de sistemas de reforço inovadores e aperfeiçoamento dos modelos de cálculo em lajes mistas aço-betão Área
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II 6º CICLO (EEM 6NA) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul
RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS II 6º CICLO (EEM 6NA) Profa. Ms. Grace Kelly Quarteiro Ganharul [email protected] [email protected] Graduação em Engenharia Mecânica Disciplina: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS
PATOLOGIA DO BETÃO ARMADO
PATOLOGIA DO BETÃO ARMADO MODELAÇÃO DA DETERIORAÇÃO António Costa Instituto Superior Técnico MODELAÇÃO DA DETERIORAÇÃO Desenvolvimento da deterioração no tempo Nível de deterioração 3 4 1 despassivação
PARTE 2 COMPORTAMENTO TÉRMICO DAS ESTRUTURAS
PARTE 2 COMPORTAMENTO TÉRMICO DAS ESTRUTURAS 0/ 45 Resistência ao fogo Sequência de eventos Θ Carregamento 1: Ignição Colunas de aço tempo 2: Acções térmicas 3: Acções mecânicas R 4: Comportamento térmico
4. RAZÕES PARA REFORÇAR AS ESTRUTURAS
4. RAZÕES PARA REFORÇAR AS ESTRUTURAS REFORÇO SÍSMICO DE ESTRUTURAS DE BETÃO Evolução do zonamento sísmico Sismo afastado (Tipo 1) Sismo próximo (Tipo 2) Zonamento sísmico em Portugal Continental 2008
Influência da Composição no Desempenho de Argamassas Adesivas
Influência da Composição no Desempenho de Argamassas Adesivas José B. Aguiar Universidade do Minho Guimarães [email protected] Luís S. Henriques Duarte&Filhos,S.A. Braga [email protected] Resumo:
Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra.
1.1. OBJECTO Características a observar pelas pré-lajes para a sua colocação em obra. 1.2. ESPECIFICAÇÕES GERAIS As pré-lajes visam constituir pavimentos em lajes maciças, a partir da justaposição de vários
MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA
MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA REACTIVIDADE DE UMA POZOLANA Métodos baseados Na determinação da tensão de rotura de pastas ou argamassas Na determinação do grau de combinação do Ca(OH) 2 com a pozolana Ex:
Concepção do Reforço sísmico de Edifícios de Betão Armado
4º Encontro Nacional sobre Sismologia e Engenharia Sísmica, EST- Faro, Outubro 1999 Ana Carreira Engª Civil Aluna do Mestrado em Estruturas,IST Augusto Gomes Professor Auxiliar Departamento de Engª Civil
Caracterização à fadiga do material da ponte metálica rodoviária de Fão Abílio M. P. de Jesus, António L. da Silva, João F. da Silva, Joaquim M.
Caracterização à fadiga do material da ponte metálica rodoviária de Fão Abílio M. P. de Jesus, António L. da Silva, João F. da Silva, Joaquim M. Maeiro, Paula L.B. da Silva Introdução Em Portugal, à semelhança
caldas, argamassas e betões
8_ 2 caldas, argamassas e betões caldas de cimento. aplicações, composição e caracterização Carlos António Marques Lemos, DEC ISEC IPC, Coimbra, [email protected] João Paulo Veludo Vieira Pereira, DEC ESTG
Smart Cities: Como construir?
REABILITAÇÃO DE ESTRUTURAS DE EDIFÍCIOS Válter Lúcio 9 de Outubro de 2014 1 ÍNDICE 1. ANOMALIAS ESTRUTURAIS EM EDIFÍCIOS 2. CAUSAS DAS ANOMALIAS ESTRUTURAIS 3. TÉCNICAS DE REABILITAÇÃO e INVESTIGAÇÃO NA
REPARAÇÃO E REFORÇO DA ESTRUTURA DO CORO
REPARAÇÃO E REFORÇO DA ESTRUTURA DO CORO Paulo B. Lourenço, Professor Catedrático, Engº Civil Nuno Mendes, Doutorado, Engº Civil ISISE, Universidade do Minho, Departamento de Engenharia Civil, Guimarães
Deformabilidade do betão armado em elementos executados com cofragens deslizantes
Encontro Nacional BETÃO ESTRUTURAL - BE212 FEUP, 24-26 de outubro de 212 Deformabilidade do betão armado em elementos executados com cofragens deslizantes Manuel Vieira 1 António Bettencourt 2 Armando
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL AULA 12 : Traço de Concreto e suas propriedades PROFESSOR: DANILO FERNANDES DE MEDEIROS, M.SC [email protected] Bem como outros conhecimentos já abordados nas aulas
Betão com comportamento especificado PEQ 098. Procedimento Especifico da Qualidade Página: 1/6
Procedimento Especifico da Qualidade Página: 1/6 1. OBJECTIVO E ÂMBITO Este procedimento define o modo de proceder na recepção do betão pronto, na elaboração do plano de amostragem e a avaliação de conformidade
REFORÇO DE ESTRUTURAS COM POLÍMEROS REFORÇADOS COM FIBRAS (FRP)
REFORÇO DE ESTRUTURAS COM POLÍMEROS REFORÇADOS COM FIBRAS (FRP) GENERALIDADES A aplicação principal deste sistema de reforço está nos elementos que necessitam de acréscimo aos esforços de tração. Apresentam
CARACTERIZAÇÃO EXPERIMENTAL DE UM BETÃO LEVE DE ELEVADA RESISTÊNCIA
Encontro Nacional Betão Estrutural 2004 1 CARACTERIZAÇÃO EXPERIMENTAL DE UM BETÃO LEVE DE ELEVADA RESISTÊNCIA ISABEL VALENTE Assistente Universidade do Minho Guimarães PAULO J. S. CRUZ Prof. Associado
Materiais de Construção II
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Engenharia Civil Materiais de Construção II Propriedades Mecânicas do Concreto em seu estado ENDURECIDO Professora: Mayara Moraes Propriedades no estado endurecido
7 Technological Constraints. est of tructural dhesives. connections. resistance. high
Oct. >> Dec. Jan. >> Apr. Apr. >> Sep. 7 Technological Constraints est of tructural dhesives high connections resistance 1 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS... 82 1.1 COLAGEM COM ADESIVOS ESTRUTURAIS... 82 2 ESTUDO
LIGAÇÕES PAVIMENTO/PAREDE COM PREGAGENS NA REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS ANTIGOS
LIGAÇÕES PAVIMENTO/PAREDE COM PREGAGENS NA REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS ANTIGOS S. MARTINS F. F. S. PINHO V. LÚCIO Mestre em Eng.ª Civil Prof. Auxiliar Prof. Associado Universidade NOVA de Lisboa CEris, ICIST,
S&P C-Sheet 240 Manta em fibra de carbono para reforço de estruturas
SP-PT.08.01.31.00 DESCRIÇÃO A S&P é uma manta de fibra de carbono uni-direccional com elevada resistência para reforço de estruturas por aplicação wet ou dry lay-up. As mantas S&P C-Sheet são coladas à
REDUR MÉDIO EXTERIOR FICHA TÉCNICA REBOCO PROJETADO EM CAMADA SIMPLES 1. DESCRIÇÃO
1. DESCRIÇÃO O é uma argamassa seca, formulada a partir de ligantes hidráulicos, agregados calcários e siliciosos e adjuvantes, destinada à execução de rebocos em exteriores e interiores. É um produto
A UTILIZAÇÃO DE BETÕES LEVES EM VIGAS MISTAS AÇO-BETÃO
1 A UTILIZAÇÃO DE BETÕES LEVES EM VIGAS MISTAS AÇO-BETÃO Isabel Valente Assistente Univ. do Minho Guimarães Paulo J. S. Cruz Professor Associado Univ. do Minho Guimarães SUMÁRIO A presente comunicação
Conteúdo. Resistência dos Materiais. Prof. Peterson Jaeger. 3. Concentração de tensões de tração. APOSTILA Versão 2013
Resistência dos Materiais APOSTILA Versão 2013 Prof. Peterson Jaeger Conteúdo 1. Propriedades mecânicas dos materiais 2. Deformação 3. Concentração de tensões de tração 4. Torção 1 A resistência de um
ESTRUTURAS TUBULARES METÁLICAS EM AÇO CORRUGADO
ESTRUTURAS TUBULARES METÁLICAS EM AÇO CORRUGADO João Amado - Direção de Asset Management Sérgio Pereira - Direção de Asset Management Ana Rita Pereira - Direção de Engenharia e Ambiente INTRODUÇÃO ETMAC
