PROJECTO PRO BONO. Voluntariado Jurídico
|
|
|
- Thereza Manoela Veiga Penha
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PROJECTO PRO BONO Voluntariado Jurídico
2 Conceito Pro bono público (ou pro bono, usado como diminutivo) é uma frase derivada do latim, que significa "para o bem do povo". O trabalho pro bono é uma forma de trabalho voluntário que implica que a actividade seja exercida com carácter e competências profissionais, não sendo, no entanto, remunerada.
3 Objectivos da PRO BONO Ajudar o próximo através de competências próprias, promovendo a solidariedade jurídica como agente de mudança e de coesão social Promover o acesso à justiça de pessoas carenciadas, em complemento ao apoio judiciário público Interligação de diferentes parceiros, advogados, alunos, instituições, juristas, mediadores Introduzir o voluntariado jurídico nos curriculum dos alunos de direito numa perspectiva prática
4 Voluntariado Jurídico Na maioria dos programas de voluntariado, o apoio jurídico a pessoas carenciadas tem sido mais indirecto do que directo
5 Vantagens Em parceria com as instituições, identificação especializada de pessoas carenciadas e promoção de ajuda directa a situações previamente triadas Criação de bolsa de voluntariado jurídico com "angariação activa" de advogados, alunos, juristas e mediadores Colaboração, em cada caso, de um estudante que facilitará o apoio jurídico do responsável pelo caso Cadeia de valor em que cada participante sairá beneficiado.
6 Pro Bono nas Faculdades Muitas Faculdades de Direito internacionais exigem que os alunos colaborem em projectos Pro Bono e.g: Harvard requisito mínimo de 40 horas index.html Brasil Projecto Pro Bono Jr com a PUC e Gertúlio Vargas Canada Projecto transversal e presencial ABA American Bar Association lawschools/pb_programs_chart.html Em Portugal, poucos alunos de direito participam em projectos de voluntariado e na maioria não praticam os seus conhecimentos jurídicos
7 Nas Ordens de Advogados Muitas Ordens de Advogados internacionais incentivam o trabalho pro-bono dos advogados, para além do regime de Acesso ao Direito, e.g: California Bar Association UK Law Society - Solicitors Pro Bono Group França Barreau de Paris Bus de la Solidarité consultations-gratuites/125-particulier/acces-au-droit-et-ala-justice/324.html Em Portugal, a Ordem de Advogados promove anualmente um Dia da Consulta Jurídica Gratuita, e os advogados ainda não são obrigados nem incentivados a um mínimo de horas probono
8 Queremos ir mais longe... Direito e Voluntariado não têm que estar de "costas voltadas", pelo contrário, devem estar intimamente ligados. É por isso que acreditamos que há espaço para um projeto de voluntariado juridico, que chege directamente às pessoas.
9 Estatuto da PRO BONO Angariação de voluntários (alunos, advogados, juristas e mediadores) Identificação e triagem de situações com as instituições Divulgar as situações junto da bolsa de voluntários e promover activamente a sua aceitação Associação não presta assistência jurídica directamente aos beneficiários
10 Estatuto da Instituição-Parceira Promoção do projecto junto dos que mais precisam Identificação das pessoas carenciadas e triagem das situações com necessidade de assistência jurídico Esclarecimento de quaisquer dúvidas que surjam no âmbito do processo Colaboração com o aluno na promoção da ligação entre os beneficiários e os advogados, juristas e/ou mediadores
11 Estatuto da Universidade Colaboração activa na divulgação do projecto junto dos seus alunos e professores Promoção do voluntariado de alunos de direito, e.g. pela introdução de créditos no curso de direito Disponibilização de recursos que apoiem estudantes (ex. telefones, sala PRO BONO, internet, fundos)
12 Estatuto do Advogado, Jurista, Mediador Cumprir as respectivas regras deontológicas e os princípios da PRO BONO Aceitar no mínimo 2 casos por ano que sejam divulgados pela PRO BONO No prazo de 2 anos após a assessoria prestada à pessoa carenciada não angariar, directa ou indiretamente, trabalho pago da mesma Colaborar com o aluno na organização do caso e prestar-lhe todo o apoio que este necessite
13 Estatuto do Aluno Promover a ligação entre os beneficiários e os Advogados, Juristas e/ou mediadores Coordenar administrativamente o caso e prestar a assistência que o advogado, jurista ou mediador necessite Colaborar com todos os intervenientes no sentido da divulgação e valorização do voluntariado jurídico
14 "Volunteers do not necessarily have the time; they just have the heart. " Elizabeth Andrew Aceite o desafio!
INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA. Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica
INSTITUTO SUPERIOR MIGUEL TORGA Cursos de Especialização Tecnológica Regulamento da Componente de Formação em Contexto de Trabalho dos Cursos de Especialização Tecnológica A componente de formação em contexto
Guia do Voluntário 1
Guia do Voluntário 1 Apresentação A PRO BONO surgiu enquanto forma de aliar o mundo jurídico ao mundo do voluntariado; duas realidades que se desencontram no nosso dia-a-dia mas que acreditamos fazer sentido
Planeamento estratégico de serviços sociais para a terceira idade
Planeamento estratégico de serviços sociais para a terceira idade Inácio Martín (Prof. Dr.) Secção Autónoma de Saúde Universidade de Aveiro Unidade de Investigação e Formação sobre Adultos e Idosos - UnIFAi
CLUBE DE EMPREGO SOCIOHABITAFUNCHAL PLANO DE ACTIVIDADES
PLANO DE ACTIVIDADES 2010 2011 Identificação Entidade: Sociohabitafunchal, E.M Animadora: Célia Dantas Localização: Centro Cívico de Santo António Designação O Clube de Emprego é um serviço promovido pelo
Politica de Tratamento de Clientes e Terceiros. Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho
Politica de Tratamento de Clientes e Terceiros Nos termos da Norma Regulamentar ISP n.º10/2009-r, de 25 de Junho AXA Portugal, Companhia de Seguros, SA AXA Portugal, Companhia de Seguros de Vida, SA AXA
CENTRO DE OCUPAÇÃO DE TEMPOS LIVRES SANTO TIRSO FUNDADO EM 1928 INSTITUIÇÃO DE UTILIDADE PÚBLICA
O presente Programa de Ação e o Orçamento para o ano de 2017 que a Direção vai submeter ao superior critério da Assembleia Geral desta instituição, tem como pressuposto a consolidação do trabalho desenvolvido
Manual do Voluntário
Manual do Voluntário Nota de boas vindas Bem-vindo à Habitat for Humanity Portugal (HFHP), a filial portuguesa de uma organização destinada a ajudar famílias de baixos recursos económicos a terem um lar.
Eu também posso ajudar!
AGRUPAMETO DE ESCOLAS º2 DE ELVAS Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos nº 1 2017/2018 Eu também posso ajudar! A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana Franz Kafka
Informação Jurídica Gratuita
Lisboa, 3 de março de Porto, 10 de março de 2 Agradecemos a sua inscrição e participação no Serviço INFORMAÇÃO JURÍDICA GRATUITA. Contamos consigo na sua implementação e melhoria. Não deixe de apresentar
Lisboa 2014 FICHA DE CANDIDATURA
Lisboa 2014 Refª: 092 Hospital Vet. Solidário Portugal Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60
INOVAÇÃO EDUCATIVA_. Esse é o nosso jeito de fazer, nossa missão e razão de existir
INOVAÇÃO EDUCATIVA_ Escolhemos inventar o futuro por meio da Inovação Educativa Acreditamos na educação disruptiva, personalizada e em linha com os avanços tecnológicos Movidos por um sentimento voluntário,
PLANO DE ACTIVIDADES 2018/2019
PLANO DE ACTIVIDADES 2018/2019 OUTUBRO/2018 Na procura de um lugar que vise contribuir para o crescimento e desenvolvimento da pessoa humana, potenciando todas as capacidades e tendo em consideração que
POLITICA DE AGUA. Capacitação comunitária para a sustentabilidade das fontes de agua.
POLITICA DE AGUA Capacitação comunitária para a sustentabilidade das fontes de agua. Princípios básicos da Politica de Agua 1. Principio de Oferta 2. Principio de Procura e Demanda 3. Papel do governo
APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17
Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 ÍNDICE Introdução Enquadramento 1 Estrutura e Organização Interna 2
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ)
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Apoio à Qualidade (GAQ) 1 Índice I Disposições Legais... 3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição
PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Considerando que, A Constituição da República Portuguesa, inspirada no artigo
Câmara Municipal de Palmela. O Município de Palmela e a Cooperação com Cabo Verde
Câmara Municipal de Palmela O Município de Palmela e a Cooperação com Cabo Verde IV Xornadas Anuais de Cooperação Galiza 29 Novembro 2007 Palmela e a Cooperação Internacional ACORDOS COOPERAÇÃO ACORDOS
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ)
Regulamento Interno de Funcionamento do Gabinete de Gestão e Qualidade (GGQ) 1 Índice I Disposições Legais...3 Artigo 1º - Objecto e âmbito de aplicação... 3 II Modelo Organizacional... 3 Artigo 2º - Definição
História das juniores empresas
História das juniores empresas A primeira Júnior Empresa surgiu na ESSEC (L'Ecole Empresarial Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris) no ano de 1967, na FRANÇA em PARIS. Os alunos
Decreto-Lei nº 144/2009, de 17 de Junho
Decreto-Lei nº 144/2009, de 17 de Junho O presente decreto-lei vem introduzir no ordenamento jurídico português a figura do mediador do crédito, cuja actividade visa a defesa e promoção dos direitos, garantias
CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto
Lei n.º 71/98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado A Assembleia da República decreta, nos termos do artigo 161.º, alínea c), do artigo 166.º, n.º 3, e do artigo 112.º, n.º 5,
Lei n.º 71\98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 71\98 de 3 de Novembro Bases do enquadramento jurídico do voluntariado A Assembleia da República decreta nos termos do artigo 161.º, alínea c), do artigo 166.º, n.º3, e
A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS
A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS IX Conferência RELOP 5 de Dezembro de 2016 O QUE É E PARA QUE SERVE A ALER PROMOTORA A ALER é uma associação sem fins lucrativos que tem
APEGAC - Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e Administração de Condomínios
APEGAC - Associação Portuguesa de Empresas de Gestão e A APEGAC foi criada em 2004, tem sede na Maia e é uma associação de âmbito nacional, com estruturas regionais, designadamente o Núcleo de Lisboa e
JOVENS. Programa de Voluntariado Barclays
JOVENS Programa de Voluntariado Barclays Vamos ensinar a fazer Contas à Vida! Vamos ensinar os jovens, mais carenciados, a fazer Contas à Vida dotando-os de conhecimentos e capacidades que lhes possam
PLANO DE ACÇÃO Comissão Social de Freguesia de Odivelas. Aderentes à Comissão Social de Freguesia de Odivelas
Um Plano de Acção consiste num instrumento componente do Plano de Desenvolvimento Social, que define sistematicamente, as acções a desenvolver, o cronograma, os parceiros responsáveis e os recursos. 1
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DE VERÃO
REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS DE VERÃO Nos termos do art.º 24º da Lei nº 62/2007 de 10 de Setembro, compete às Instituições de Ensino Superior apoiar a inserção dos seus estudantes no mundo do trabalho. Tal
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo. Código de Ética e Conduta Profissional da CCDR-LVT
Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo Código de Ética e Conduta Profissional Agosto 2009 Código de Ética e Conduta Profissional Um Código de Ética e Conduta Profissional
REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO DE APOIO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA
REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO DE APOIO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA Nota justificativa A Câmara Municipal de Vidigueira assume o papel de agente fundamental na aplicação de políticas de protecção social,
APRESENTAÇÃO PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CONDUTA DE MERCADO. Instituto de Seguros de Portugal. 6 de Maio de 2009
APRESENTAÇÃO PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR CONDUTA DE MERCADO Instituto de Seguros de Portugal 6 de Maio de 2009 1 OBJECTIVOS DA INICIATIVA REGULATÓRIA Estabelecimento de princípios gerais a observar
Unidade de Inserção na Vida Activa UNIVA. Unidade de Inserção na Vida Activa
Unidade de Inserção na Vida Activa TEN/PSI Elsa Casal 508 532 [email protected] Objectivo da Sessão Informar e clarificar sobre o enquadramento legal, a finalidade, os destinatários e os procedimentos
CÓDIGO DE CONDUTA DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA
Documento 1 CÓDIGO DE CONDUTA DA CRUZ VERMELHA PORTUGUESA 1 Princípios Fundamentais da Cruz Vermelha Portuguesa. Os princípios fundamentais são o ideário do Movimento Internacional da Cruz Vermelha e do
RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA
RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA ANO LECTIVO 2009/2010 [DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO] [Director de Curso: Carlos Fernandes da Silva] [PROGRAMA DOUTORAL EM PSICOLOGIA] 1. INTRODUÇÃO (meia página
ACORDO DE COOPERAÇÃO E CONFIDENCIALIDADE BILATERAL
ACORDO DE COOPERAÇÃO E CONFIDENCIALIDADE BILATERAL Entre SOARES, GONÇALVES & ASSOCIADOS SOCIEDADE DE ADVOGADOS SP RL, com sede na Rua Professor Machado Vilela 242, 4715-045 Braga, Pessoa Coletiva nº 509094104,
PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
PROPOSTA DE PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO ENTRE O CONSELHO DISTRITAL DE LISBOA DA ORDEM DOS ADVOGADOS E O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA Considerando que, A Constituição da República Portuguesa, inspirada no artigo
Regulamento de Bolsas de Investigação Científica
Regulamento de Bolsas de Investigação Científica Capítulo I Disposições gerais Artigo 1º Âmbito O presente Regulamento, aprovado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, ao abrigo da Lei nº 40/2004,
PLANO DE ATIVIDADES
1 PLANO DE ATIVIDADES 2017 ÍNDICE I. ENQUADRAMENTO... 3 II. AÇÕES A DESENVOLVER EM 2017... 3 2.1 Organização Interna... 3 2.2 Formação e Valorização Profissional... 5 2.3 Cooperação e Relações Institucionais...
APRESENTAMOS A REDE ego MLS PORTUGAL
Todo o imobiliário, uma única solução ego MLS Portugal APRESENTAMOS A REDE ego MLS PORTUGAL DIVIDIR PARA CONQUISTAR Esta premissa adapta-se na perfeição ao conceito da rede ego MLS. Esta rede de cooperação,
ASSOCIAÇÃO TODOS PELOS OUTROS - TPO PLANO DE ATIVIDADES
PLANO DE ATIVIDADES 2014 1. Introdução A ASSOCIAÇÃO TODOS PELOS OUTROS - TPO, é uma Associação sem fins lucrativos, com sede na Rua D. Duarte Nuno, nº 50, 3025-582 São Silvestre, na freguesia de São Silvestre,
Resultados da Pesquisa sobre Políticas de CTI e Instrumentos de Política (GO-SPIN)
Resultados da Pesquisa sobre Políticas de CTI e Instrumentos de Política (GO-SPIN) República de Moçambique Ministério da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional Maputo, 19 de Novembro
Associação Portuguesa de Usuários de Serviços Bancários
Associação Portuguesa de Usuários de Serviços Bancários Definição A Associação Portuguesa de Usuários de Serviços Bancários APUSBANC CONSUMO, é uma associação de defesa do consumidor, que está inserida
Aula n.º 17 / 18 18/10/2012. Módulo 5 - Ética e Deontologia no Desporto 4. Ética e desenvolvimento institucional
O conceito da ética individual. Relação entre a ética individual e os padrões de ética institucional. O conceito da ética individual deve ser baseado em valores fundamentais de toda a sociedade. Devemos
Projecto Turma. Divulgar e fazer cumprir o Regulamento Interno da escola; Consciencializar o aluno do que é o ensino secundário;
Rio de Mouro Projecto Turma Objectivos: Divulgar o Projecto Educativo da escola e consciencializar o aluno de que a sua participação é fundamental para o cumprimento do mesmo; Divulgar e fazer cumprir
Núcleo de Internos de Medicina Interna (NIMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) REGULAMENTO E ESTATUTOS
Núcleo de Internos de Medicina Interna (NIMI) da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) REGULAMENTO E ESTATUTOS A defesa e promoção da imagem da Medicina Interna, nomeadamente entre os jovens
ALUMNI ISPTEC. F(Sucesso) = [ (Ideias + Sonhos) Trabalho Árduo ] Min(Erros) Equipa
ALUMNI ISPTEC F(Sucesso) = [ (Ideias + Sonhos) Trabalho Árduo ] Min(Erros) Equipa 30/04/2016 ÍNDICE 2/10 1. Enquadramento 2. Alumni ISPTEC: O Conceito 3. Princípios 4. Objectivos 5. Principais Atribuições
MANUAL DO VOLUNTÁRIO
MANUAL DO VOLUNTÁRIO Só é voluntário quem se põe ao serviço do OUTRO ÍNDICE 1. Introdução 2. O movimento Pais-em-Rede. 3. Ser voluntário Pais-em-Rede: 3.1 O nosso conceito de voluntariado 3.2 Direitos
DOCUMENTO ORIENTADOR
CÓDIGO DE ÉTICA E CONDUTA INTRODUÇÃO A Santa Casa da Misericórdia de Amarante é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que tem por objectivos, o alojamento colectivo de utilização temporária
ROADMAP INTERNACIONALIZAÇÃO. Santa Maria da Feira 24 de Setembro de 2015
ROADMAP INTERNACIONALIZAÇÃO Santa Maria da Feira 24 de Setembro de 2015 PRIMEIROS PASSOS: PERGUNTAS FREQUENTES ????? 1 O porquê de Internacionalizar a minha empresa? Motivações? 2 O meu serviço/produto
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais
ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adota a denominação ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. 2. A
IVA aplicável a serviços financeiros e de seguros*
C 8 E/396 Jornal Oficial da União Europeia 14.1.2010 IVA aplicável a serviços financeiros e de seguros* P6_TA(2008)0457 Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 25 de Setembro de 2008, sobre uma
Plano de Actividades para o ano 2017 Colégio da Especialidade de Enfermagem Médico-Cirúrgica
SIGLAS: CAT Comissão de Apoio Técnico CD Conselho Directivo CDR Conselho Directivo Regional CE Conselho de Enfermagem CER Conselho Enfermagem Regional CID Comissão de Investigação em Enfermagem CPLEE Curso
