MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho
|
|
|
- Giuliana Neto Martini
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho Resumo apresentado no 20º Encontro do Fórum Acidente de Trabalho, Análise Prevenção e aspectos associados Rodolfo Andrade de Gouveia Vilela (FSP.USP) Piracicaba, 29/9/2010
2 Contexto Foi criado como instrumento de aprimoramento do Sistema de Vigilância de Acidentes de Trabalho SIVAT Piracicaba MAPA é um dos produtos do Projeto de pesquisa na linha de políticas públicas - FAPESP 06/ Instituição Proponente: UNIMEP/FSP USP. Instituição Parceira Pref. Piracicaba, SMS, CEREST Piracicaba; Instituições de Apoio: UNESP Botucatu; MPT, Gerência Regional do MTE Piracicaba. Para baixar a versão digital do MAPA: Mais informações, casos e treinamento: ver no site do fórum:
3 Objetivos do MAPA Prevenir acidentes do trabalho Difundir a compreensão de AT como resultantes de rede de fatores em interação, superando visão dicotômica (atos/condições inseguras) Identificação de rede de fatores de acidentes, sobretudo os relacionados a aspectos organizacionais e gerenciais do sistema em questão Investigação da situação habitual do trabalho e de origens das mudanças que ocorreram, contribuindo para o evento, bem como a análise de barreiras existentes e de seu efetivo funcionamento A partir de caso específico, intervir para prevenção de novos eventos (ação micro e macro: situação, empresa, cadeia produtiva, processos decisórios)
4 Metodologia da análise Inspeções no local do acidente, com coleta de informações (croquis, filmagens e fotografias Entrevistas individuais e coletivas com trabalhadores e supervisores direta e indiretamente envolvidos com o acidente Análises de documentos Sistematização das informações obtidas, visando a compreensão de como o acidente ocorreu Emissão de parecer conclusivo e recomendações de intervenção
5 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho Abordagem sistêmica x leitura linear reducionista Modelo é guia prático de condução da análise com apoio em conceitos: Ergonomia da atividade (corrente francesa); Engenharia de Segurança Psicologia Cognitiva Análise de Acidentes apoiada na Sociologia e Antropologia Outras disciplinas Não é checklist, cada AT é único e requer processo investigativo criativo e singular A correta aplicação do MAPA requer curso de capacitação para o domínio dos conceitos.
6 Desafios da prevenção: Elementos determinantes TRABALHO COMO? - Interação complexa (sócio-técnica) - Variabilidade do trabalho - Diminui margem de manobra? - Favorece perda do controle processo? Evento Indesejável PREVENÇÃO
7 ROTEIRO: MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho Identificação da empresa e das vítimas Descrição e análise do acidente: Análise do trabalho habitual Análise de mudanças e Análise de barreiras Análise de Aspectos da gestão da produção e da segurança Ampliação conceitual (dúvidas remanescentes) Avaliação ou síntese das origens do acidente e indicação de medidas preventivas
8 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho O Roteiro tem quatro etapas: 1) Descrição do trabalho habitual (análise do trabalho rotineiro, sem acidentes) Pessoas envolvidas Tarefa a ser realizada Materiais e meios necessários Meio ambiente físico e organizacional categorias árvore de causas Considerar o trabalho real e não o prescrito: buscar variações de cada componente do sistema e, para cada um, descrever ajustes ou comportamentos exigidos dos trabalhadores para as respectivas correções. Esses ajustes introduzem perigo ou risco antes inexistente?
9 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho 2) Análise de Mudanças Descrição do acidente; Comparação dos componentes do sistema na hora do acidente com aqueles presentes na situação de trabalho sem acidentes; Fazer análise de mudança significa buscar as origens profundas, latentes ou incubadas desses aspectos; Identificação de comportamentos que fracassaram por ocasião do AT e que foram usadas em outras situações assemelhadas com sucesso; Busca sistemática dos constrangimentos associados à atividade que fragilizaram a segurança do sistema e contribuíram para o fracasso de estratégias já usadas com êxito
10 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho 3) Análise de Barreiras Relação de perigos e riscos existentes na atividade e as barreiras adotadas no sistema para controlá-los Identificar e explicar as razões: Havia risco não identificado e para o qual o sistema não instalou medidas de prevenção/proteção ou A ocorrência do acidente está relacionada com falha(s) de barreira(s) instalada(s) Utilização do modelo gravata borboleta auxilia a organização da análise de barreiras, dividindo-a em barreiras de prevenção e de proteção
11 Gravata Borboleta (Hale et al., 2007) Barreiras de PREVENÇÃO: impedem evento Barreiras de PROTEÇÃO: amenizam conseqüências
12 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho 3) Análise de Barreiras (cont.) A boa gestão de segurança recomenda que: Nunca adotar apenas proteções ativas (que exigem adesão do trabalhador para que exerçam sua ação) o desenho das barreiras deve associar características de redundância e diversidade (duplicar barreiras que possam falhar e adotar barreiras cujo funcionamento seja distinto das outras para minimizar a chance de falha simultânea)
13 Buracos do Modelo de Barreiras de Reason
14 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho 4) Análise da gestão e ampliação conceitual da análise Gestão de Segurança e Gestão de Produção (identificação de falhas gerenciais) Checar se persistem dúvidas, divergências ou incertezas Realizar ampliação conceitual da análise se questão significar fragilidade importante na explicação construída até esta etapa Situações típicas: trabalhador omite passo ou bypassa proteção existente Checklist com pistas a serem exploradas (armadilhas cognitivas? By pass previsível? Perda de compreensão? )
15 MAPA: Modelo de Análise e Prevenção de Acidentes de Trabalho Concluindo a Análise: Síntese ou articulação das informações obtidas relativas às origens do acidente Conclusões em formato de explicação sistêmica e não mais em termos de falhas de componentes isolados Medidas adotadas pela empresa após acidente e enquadramento legal de fatores participantes do acidente Resumo explicativo dos principais achados da análise: ajuda a redação da conclusão da análise, inclusive norteando a estruturação do relatório final
ROTEIRO DE ANÁLISE DE ACIDENTES DO TRABALHO
ROTEIRO DE ANÁLISE DE ACIDENTES DO TRABALHO Roteiro elaborado pela equipe de pesquisa do Projeto de Aprimoramento do SIVAT Sistema de Vigilância em Acidentes do Trabalho Piracicaba (Políticas públicas
MÉTODO DE ANÁLISE E PREVENÇÃO DE ACIDENTES ILDEBERTO MUNIZ DE ALMEIDA
MÉTODO DE ANÁLISE E PREVENÇÃO DE ACIDENTES ILDEBERTO MUNIZ DE ALMEIDA A Situação Inicial: os Antecedentes Antecedentes: O Contexto Cerest Piracicaba: Atuação histórica na prevenção de acidentes Tradição
Análise de Acidentes Construindo uma Abordagem Sócio-técnica
ENCONTRO SOBRE DOENÇAS RELACIONADAS AO TRABALHO - TRT 18ª-REGIÃO Análise de Acidentes Construindo uma Abordagem Sócio-técnica Ildeberto Muniz de Almeida Depto de Saúde Pública Faculdade de Medicina de
CAMINHOS DA ANÁLISE DE ACIDENTES: DA ATRIBUIÇÃO DE CULPA À SISTEMATIZAÇÃO DAS ANÁLISES
Curso de análise de Acidentes do Trabalho CAMINHOS DA ANÁLISE DE ACIDENTES: DA ATRIBUIÇÃO DE CULPA À SISTEMATIZAÇÃO DAS ANÁLISES Maio de 2006 A pré história da análise de acidentes O modelo dos dominós
Componente do MAPA Resumo do acidente
Componente do MAPA Resumo do acidente O trabalho habitual e Quadro Sintese com dicas para uso dos conceitos do MAPA Casos Aluno Orientação de preenchimento do campo. Idealmente deve especificar, como fazendo
Capítulo 14 Melhora na Gestão de Segurança e Medicina do Trabalho
Capítulo 14 Melhora na Gestão de Segurança e Medicina do Trabalho slide 1 Objetivos de aprendizagem 1. Conhecer as principais Normas Regulamentadoras do Trabalho (NR). 2. Identificar causas de acidentes
Sistema de Vigilância em Acidentes de Trabalho SIVAT Piracicaba
Sistema de Vigilância em Acidentes de Trabalho SIVAT Piracicaba Rodolfo AG Vilela [email protected] FSP- USP Fone: 11-3061 71 20 Parcerias COMSEPRE Vigilância em Saúde do Trabalhador Atuação contínua e sistemática
1. BENEFÍCIO DE UMA BOA ANÁLISE DE ACIDENTE DO TRABALHO A EQUIPE DE INVESTIGAÇÃO ABRANGÊNCIA DA INVESTIGAÇÃO... 2
SUMÁRIO 1. BENEFÍCIO DE UMA BOA ANÁLISE DE ACIDENTE DO TRABALHO... 2 2. A EQUIPE DE INVESTIGAÇÃO... 2 3. ABRANGÊNCIA DA INVESTIGAÇÃO... 2 4. TOMANDO COMO BASE O MÉTODO DA ÁRVORE DE CAUSAS... 3 5. QUATRO
TEORIA DO ATO INSEGURO E SUA (IN)VALIDADE ATUAL
Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho TEORIA DO ATO INSEGURO E SUA (IN)VALIDADE ATUAL Prof Ass Dr Ildeberto Muniz de Almeida Depto de Saúde Pública da Faculdade de Medicina de Botucatu - UNESP
PSICOLOGIA DO TRABALHO. Prof. Emerson Luiz Marques.
PSICOLOGIA DO TRABALHO Prof. Emerson Luiz Marques [email protected] CULPA DA VÍTIMA: UM MODELO PARA PERPETUAR A IMPUNIDADE NOS ACIDENTES DO TRABALHO. O QUE É CULPA? Responsabilidade atribuída a algo
SUMÁRIO. Parte I COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS. Parte II MOVIMENTANDO PESSOAS. 1 A Gestão de Pessoas no Contexto Contemporâneo...
SUMÁRIO Apresentação... xiii Parte I COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS 1 A Gestão de Pessoas no Contexto Contemporâneo... 3 Importância da gestão de pessoas... 4 A gestão de pessoas passada a limpo...
Concepções sistêmicas da confiabilidade e da segurança. Organizações de alta confiabilidade (HRO)
Concepções sistêmicas da confiabilidade e da segurança. Organizações de alta confiabilidade (HRO) Ildeberto Muniz de Almeida Depto de Saúde Pública Faculdade de Medicina de Botucatu -Unesp Teoria das Organizações
Acidente com grampeador pneumático
Acidente com grampeador pneumático Equipe de Análise Marcos Hister Pereira Gomes Técnico em Segurança do Trabalho CEREST Piracicaba Helder do Prado Sousa Ergonomista e Fisioterapeuta CEREST Piracicaba
RELATÓRIO EXEMPLO DE INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES
DADOS INICIAIS Nome empresa: Endereço: CNPJ: Identificação do comunicante - Nome completo: Cargo: Matrícula: Telefone de contato: Demais autorides comunicas: Unide de Processo / Local / Equipamento Ocorrência:
Mudanças nas Normas de Segurança de Máquinas e a Análise de Acidentes. Pontos para Reflexão
Mudanças nas Normas de Segurança de Máquinas e a Análise de Acidentes. Pontos para Reflexão Ildeberto Muniz de Almeida 1 As discussões iniciadas no Fórum Acidentes do Trabalho: Análises, Prevenção e Aspectos
Quebra de Máquinas. 3ª Edição Março/2016
Quebra de Máquinas A Revolução Industrial significou um grande avanço no processo de produção de bens. O trabalho exclusivamente manual foi substituído pelo uso de máquinas, resultando na produção de maior
CONCEPÇÕES E FATORES CAUSAIS DE ACIDENTES DO TRABALHO. Engª M.Sc. ANA LÚCIA DE OLIVEIRA DARÉ
CONCEPÇÕES E FATORES CAUSAIS DE ACIDENTES DO TRABALHO Engª M.Sc. ANA LÚCIA DE OLIVEIRA DARÉ ACIDENTES DO TRABALHO Eventos: súbitos, indesejáveis, que ocorrem durante o trabalho, que acarretam perdas, que
LIÇÕES DE ANÁLISES DE ACIDENTES APOIADAS NO MODELO DE ANÁLISE E PREVENÇÃO DE ACIDENTES - MAPA
LIÇÕES DE ANÁLISES DE ACIDENTES APOIADAS NO MODELO DE ANÁLISE E PREVENÇÃO DE ACIDENTES - MAPA Ildeberto Muniz de Almeida São Paulo, 27 a 29 de Agosto de 2014 O QUE É O MAPA? O Que é o MAPA Ferramenta de
MODELO DE ANÁLISE E PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO M A P A
MODELO DE ANÁLISE E PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO M A P A 03 Antes de considerar os operadores os principais causadores do acidente, é preciso compreender que eles são os herdeiros dos defeitos do
Curso de Engenharia de Produção
Curso de Engenharia de Produção Apresentação 2015 Prof. Dr. Carlos Fernando Jung [email protected] Nosso Negócio Produtividade Rentabilidade Melhoria Contínua Otimização de Produtos e Processos
Exercício de análise de acidentes. Acidente em injetora na indústria de calçados 1
Exercício de análise de acidentes Acidente em injetora na indústria de calçados 1 O exemplo abaixo explora uma mesma situação de acidente com ajuda de conceitos recomendados como guias ou ferramentas de
Fórum de Discussão de Acidentes de Trabalho. Análise de acidente de trabalho grave em prensa freio fricção com dispositivos de proteção
Fórum de Discussão de Acidentes de Trabalho Análise de acidente de trabalho grave em prensa freio fricção com dispositivos de proteção Rodolfo A. G. Vilela Alessandro J. Nunes CEREST Piracicaba, 26 de
Severino Soares Agra Filho, Marcia Mara de Oliveira Marinho, Mateus Almeida Cunha, Vitor Gaudêncio de Andrade Passos CONVÊNIO UFBA/IMA 1
Severino Soares Agra Filho, Marcia Mara de Oliveira Marinho, Mateus Almeida Cunha, Vitor Gaudêncio de Andrade Passos CONVÊNIO UFBA/IMA 1 OBJETIVO GERAL Apresentar propostas de aprimoramento do Licenciamento
Análise Ergonômica do Trabalho ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO
Aula 05 Análise Ergonômica do Trabalho Prof. Daniel Braatz ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO Significa colocar a atividade de trabalho no centro da análise e a partir da compreensão desta, buscar a formulação
TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONSULTOR/A INDIVIDUAL. Estudo Gerenciamento de Crises, Riscos e Conflitos Categoria: Pesquisador (a)
TERMOS DE REFERÊNCIA PARA CONSULTOR/A INDIVIDUAL Estudo Gerenciamento de Crises, Riscos e Conflitos Categoria: Pesquisador (a) TERMOS DE REFERÊNCIA (a ser preenchido pelo Escritório Contratante) Escritório
Engenharia da Qualidade I Aula 3
Engenharia da Qualidade I Aula 3 A Gestão pela Qualidade Total Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro Visão sistêmica de processos Os processos de uma empresa são genericamente classificados como processos
Engenharia da Qualidade I Aula 5
Engenharia da Qualidade I Aula 5 Ferramentas para o Controle e Melhoria da Qualidade Prof. Geronimo Virginio Tagliaferro 4 Diagrama de causa e efeito (diagrama de Ishikawa) O diagrama de causa e efeito
Ergonomia e Organização do Trabalho CNROSSI ERGONOMIA E FISIOTERAPIA PREVENTIVA
Ergonomia e Organização do Trabalho Ergonomia Modern Times Charles Chaplin EUA/1936 Conceito Ergonomia é o estudo do relacionamento entre o homem e o seu trabalho, equipamento, ambiente e, particularmente,
NORMA DA INFRAERO SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO - SST DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO (DA) SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS (DARH) 12/JAN/2005
ASSUNTO SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO - SST RESPONSÁVEL DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO (DA) SUPERINTENDÊNCIA DE RECURSOS HUMANOS (DARH) CÓDIGO DE CONTROLE DATA DA APROVAÇÃO DATA DA EFETIVAÇÃO ANEXOS - 02 -
ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
EMENTA ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO DISCIPLINA: Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho EMENTA: Questões e temas abordados ao longo do curso, em especial conceitos sobre riscos de acidentes
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS OBJETO A Política de Gestão de Riscos ( Política ) da Companhia de Engenharia de Tráfego ( CET ) tem o propósito de estabelecer as regras de estruturas e práticas de gestão
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DE MINAS GERAIS EDITAL DE ABERTURA Nº 603/2009 RETIFICAÇÕES
EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS DIRETORIA REGIONAL DE MINAS GERAIS EDITAL DE ABERTURA Nº 603/2009 RETIFICAÇÕES Edital de Retificação nº. 627/2009 Retificação Salários Publicado em 15/12/2009
IMPLEMENTAÇÃO DE SEGURANÇA DE PROCESSO GANHOS EMPRESARIAIS E OPERACIONAIS PAPÉIS E RESPONSABILIDADES
IMPLEMENTAÇÃO DE SEGURANÇA DE PROCESSO GANHOS EMPRESARIAIS E OPERACIONAIS PAPÉIS E RESPONSABILIDADES Américo Diniz Carvalho Neto [email protected] API 754 CV RESUMIDO AMÉRICO DINIZ CARVALHO NETO Engenharia
ADMINISTRAÇÃO III Aula 6 TÓPICOS ESPECIAIS EM. Dr. Alexandre Silva de Oliveira. Material desenvolvido por Prof. Ms.
Dr. Alexandre Silva de Oliveira TÓPICOS ESPECIAIS EM ADMINISTRAÇÃO III Aula 6 Material desenvolvido por Prof. Ms. Alexandre Abicht Os Sistemas de Gestão Conceitua-se Sistemas de Gestão (SGA) como um conjunto
NORMAS DE SEGURANÇA EM SITUAÇÕES DE RISCO QUE ENVOLVA ELETRICIDADE
NORMAS DE SEGURANÇA EM SITUAÇÕES DE RISCO QUE ENVOLVA ELETRICIDADE Anderson Rocha Ramos¹, Bruna Neves de Andrade², Felipe Matos Lopes dos Santos 3, Phablo Cabral de Oliveira 4,Silvani Ramos de Oliveira
Segurança da Informação
Segurança da Informação Eng. SERGIO VILLARREAL Conteúdo Introdução Conceitos Normas e SGSI Profissionais da SI Atividades Duração: 2 h 1 Introdução Informação Ativo mais importante das organizações Empresas
PÓS GRADUAÇÃO - COMPETÊNCIAS AULA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE COMPETÊNCIA
PÓS GRADUAÇÃO - COMPETÊNCIAS AULA 2 12.08.16 CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE COMPETÊNCIA Prof. Joel Dutra Objetivo Refletir de forma estruturada sobre os textos sobre competência e estimular a aplicação do conceito
Orientações Consultoria de Segmentos Obrigatoriedade de capacitação e autorização para trabalhos em altura e com eletricidade
Orientações Consultoria de Segmentos trabalhos em altura e com eletricidade 08/05/2014 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas apresentadas pelo cliente... 3 3. Análise da Legislação... 3
Gerência de Projetos de Software. Prof. Dr. João Dovicchi INE / CTC / UFSC.
Prof. Dr. João Dovicchi INE / CTC / UFSC [email protected] http://www.inf.ufsc.br/~dovicchi Programa Projetos e Metodologias Tipos e abordagens Organização Estimativas de Esforço e Gerência de Riscos
ENADE CICLO PROFISSIONAL
ENADE CICLO PROFISSIONAL ROTEIRO Observações sobre a prova Disciplinas mais importantes Resolução de algumas questões Observações sobre a prova Questões: Formação Geral (2 Dis 40% e 8 Obj 60%) = 25% +
Características de Programas de Segurança Comportamental. Algumas Críticas Recentes
Características de Programas de Segurança Comportamental. Algumas Críticas Recentes Ildeberto Muniz de Almeida Depto de Saúde Pública da Fac Medicina de Botucatu UNESP. Novembro de 2008 Programas de Segurança
Auditoria de controles organizacionais. Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana
Auditoria de controles organizacionais Prof. Dr. Joshua Onome Imoniana Definição de controles organizacionais Os controles organizacionais e operacionais são os controles administrativos instalados nos
SST INPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DE CARTILHA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHO
INPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADA DE SST CARTILHA DE SEGURANÇA E SAUDE DO TRABALHO INTRODUÇÃO Todos os trabalhadores têm direito a um ambiente de trabalho saudável, equilibrado e seguro, com
ENGENHARIA DE SEGURANÇA
ESTADO DE MATO GROSSO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ENGENHARIA DE SEGURANÇA P R O F ª K A R E N W R O B E L S T R A
POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade
POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,
A Metodologia Apollo (AACR Análise Apollo da Causa Raiz) aplicada a Manutenção Industrial
A Metodologia Apollo (AACR Análise Apollo da Causa Raiz) aplicada a Manutenção Industrial Por Fabio Rubens Soares Consultor da Apollo South America [email protected] Telefone 5513 3219 2167 Marcelo Demétrio
Ergonomia e Usabilidade
Ergonomia e Usabilidade Conhecimentos, Métodos e Aplicações 2 a edição Walter Cybis Adriana Holtz Betiol Richard Faust Novatec Sumário Sobre os autores...13 Introdução...14 Interface com o usuário... 16
FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Economia, Administração e Sociologia LES0778 Gestão da Qualidade I FAILURE MODE AND EFFECT ANALYSIS (Análise do
Fundação Presidente Antônio Carlos FUPAC Unidade de Barão de Cocais MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
MATRIZ CURRICULAR ENGENHARIA DE PRODUÇÃO 2012 1º PERÍODO Pré Geometria Analítica e Cálculo Vetorial 4 Introdução ao Cálculo 4 Introdução à Engenharia de Produção Introdução à Programação para Engenharia
ESTRUTURA BÁSICA DE UM SISTEMA DE CUSTEAMENTO. Na estrutura básica de um sistema de custeamento, são reconhecidos os seguintes elementos:
ESTRUTURA BÁSICA DE UM SISTEMA DE CUSTEAMENTO Na estrutura básica de um sistema de custeamento, são reconhecidos os seguintes elementos: sistema de acumulação de custos; sistema de custeio; modalidade
Matriz Curricular. Natureza Disciplinas. Àrea de. 1º semestre. Formação
Matriz Curricular Faculdade: Engenharia, Arquitetura e Urbanismo Curso: Engenharia de Produção Turno: Diurno Campus: Santa Bárbara d Oeste Modalidade: Título oferecido: Engenheiro de Produção Duração do
Resumo do plano de estudos Certificado Geral Internacional em Saúde e Segurança Ocupacional
Resumo do plano de estudos Certificado Geral Internacional em Saúde e Segurança Ocupacional Novembro de 2014 Resumo do plano de estudos - NEBOSH Certificado Geral Internacional em Saúde e Segurança Ocupacional
Ergonomia. Prof. Izonel Fajardo
Ergonomia Prof. Izonel Fajardo Ergonomia Princípios e métodos Ergonomia prática, DulJ Weerdmeester B; Editora Edgard Blucher LTDA. Ergonomia PALAVRA QUE VEM DO GREGO ERGON = TRABALHO NOMOS = REGRAS ( LEIS
Alexandre Dezem Bertozzi
Aula-01 Alexandre Dezem Bertozzi Técnico em Telecomunicações; Engenheiro Eletricista e Engenheiro Eletrônico; specialista em Engenharia de Segurança a do Trabalho; Especialista em Redes de Computadores;
Política Territorial da Pesca e Aquicultura
Política Territorial da Pesca e Aquicultura Esplanada dos Ministérios, bloco D, CEP 70.043-900 - Brasília/DF Telefone: (61) 3218-3865 Fax (61)3218-3827 www.mpa.gov.br [email protected] APRESENTAÇÃO
Engenharia de Resiliência: uma abordagem sóciotécnica para gestão da SST em sistemas complexos
Engenharia de Resiliência: uma abordagem sóciotécnica para gestão da SST em sistemas complexos O que é resiliência? Habilidade de um sistema ajustar o seu funcionamento, antes, durante ou após mudanças
TPM - Guia de implantação A metodologia para o sucesso do TPM
Haroldo Ribeiro Haroldo Ribeiro TPM - Guia de implantação A metodologia para o sucesso do TPM Após escrever vários livros sobre o TPM, o Consultor Haroldo Ribeiro, vivenciando a implantação do TPM em todas
PALESTRA PRESPECTIVAS DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI
PALESTRA - 2012 PRESPECTIVAS DA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR NO SÉCULO XXI Data: 27 de Novembro de 2012 Local: Macaé - RJ OBJETIVO Chamar atenção sobre a importância da prevenção dos acidentes e da
COMO ELABORAR UM TRABALHO CIENTÍFICO PROF. LUÍS AREZES
COMO ELABORAR UM TRABALHO CIENTÍFICO PROF. LUÍS AREZES Etapas: COMO ELABORAR UM TRABALHO CIENTÍFICO Definir o tema; Definir os objetivos do trabalho; Elaborar o esboço com os subtemas a tratar; Localizar
O USO DO SENSORIAMENTO REMOTO NA COMPREENSÃO DOS PROBLEMAS SÓCIO AMBIENTAIS LOCAIS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: O EXEMPLO DE SANTO ANDRÉ - SP
O USO DO SENSORIAMENTO REMOTO NA COMPREENSÃO DOS PROBLEMAS SÓCIO AMBIENTAIS LOCAIS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: O EXEMPLO DE SANTO ANDRÉ - SP Vânia Maria Nunes dos Santos (1) Socióloga. Pós-graduada
