Doença do disco intervertebral cervical em cães: 28 casos ( ) 1
|
|
|
- Ester Vilaverde Bentes
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Doença do disco intervertebral cervical em cães: 28 casos ( ) 1 Giancarlo Santini 2, Alexandre Mazzanti 3*, Diego V. Beckmann 2, Rosmarini P. Santos 2, Charles Pelizzari 2, Dakir Polidoro 4 e Raquel Baumhardt 4 ABSTRACT.- Santini G., Mazzanti A., Beckmann D.V., Santos R.P., Pelizzari C., Polidoro D & Baumhardt R [Cervical intervertebral disk disease in dogs: 28 cases ( ).] Doença do disco intervertebral cervical em cães: 28 casos ( ). Pesquisa Veterinária Brasileira 30(8): Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS Brazil. [email protected] The aim of this study was to evaluate the medical records of dogs with cervical intervertebral disk disease (IDD), submitted to surgical treatment at the Hospital Veterinário Universitário of Universidade Federal de Santa Maria (HVU-UFSM), between January 2003 and October The animal data included breed, sex, age, neurological signs and their durations, response to surgical treatment, complications, time for functional recovery after surgery, and recurrence. All dogs showed cervical hyperaesthesia confirmed by the neck movement test. Regarding the degree of neurological dysfunction, the following were verified: degree I (eight dogs, 28.5%), degree II (three dogs, 10.7%), degree III (five dogs, 17.8%), and degree V (twelve dogs, 42.8%). In relation to the duration of neurological signs prior to surgery, seven dogs (25%) showed neurological deficits for up to 15 days, fourteen dogs (50%) for 15 to 30 days and the other seven dogs (25%) showed signs of neurological deficiencies for more than 30 days. All dogs (n=21) showed satisfactory recovery and no recurrence. It can be concluded that most affected dogs are middle aged, males and condrodystrophic and noncondrodystrophic breeds including large-breed dogs and the main neurological sign is cervical hyperaesthesia. The surgical treatment promotes satisfactory functional recovery and no recurrence, the main complications intraoperative are venous plexus hemorrhage, bradycardia and hypotension and the duration of clinical signs prior to surgery do not interfere with the recovery time of the dogs. INDEX TERMS: Cervical hyperaesthesia, neurology, ventral slot, dog. 1 Recebido em 29 de outubro de Aceito para publicação em 7 de junho de Programa de Pós-Graduação em Medicina Veterinária (PPGMV), Centro de Ciências Rurais (CCR), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Av. Roraima 1000, Santa Maria, RS , Brasil. 3 Departamento de Clínica de Pequenos Animais, Hospital Veterinário Universitário, UFSM, Santa Maria, RS. *Autor para correspondência: [email protected] 4 Curso de Medicina Veterinária, CCR, UFSM, Santa Maria, RS. RESUMO.- O objetivo deste estudo foi identificar cães com doença do disco intervertebral (DDIV) cervical atendidos no Hospital Veterinário Universitário (HVU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) entre janeiro de 2003 e outubro de 2008 e obter informações a respeito de raça, sexo, idade, sinais neurológicos, resposta ao tratamento cirúrgico, complicações, tempo de recuperação funcional após a cirurgia e ocorrência de recidiva. Hiperestesia cervical foi observada em todos os cães (n=28). Quanto ao grau de disfunção neurológica foram verificados: grau I (8/28[28,5%]), grau II (3/28 [10,7%]), grau III (5/28[17,8%]) e grau V (12/2 [42,8%]). A duração dos sinais neurológicos antes da cirurgia em sete cães (25%) permaneceu por até 15 dias, em 14 cães (50%) entre 15 e 30 dias e nos outros sete cães (25%) por mais de 30 dias. A recuperação satisfatória e sem recidiva foi observada em todos os cães submetidos ao tratamento cirúrgico e que sobreviveram (n=21). Pode-se concluir que a DDIV cervical em nossa rotina acomete principalmente cães adultos, machos, de raças condrodistróficas e não condrodistróficas, incluindo as de grande porte; a hiperestesia cervical é a principal manifestação clínica; a técnica de fenda ventral promo- 659
2 660 Giancarlo Santini et al. ve recuperação funcional satisfatória e sem recidiva; as principais complicações trans-operatórias são a hemorragia do plexo venoso, a bradicardia e a hipotensão; e a duração dos sinais clínicos não interfere no tempo de recuperação pósoperatória dos cães. TERMOS DE INDEXAÇÃO: Hiperestesia cervical, neurologia, fenda ventral, cão. INTRODUÇÃO Doença do disco intervertebral (DDIV) é a condição neurológica mais frequentemente descrita em cães (Toombs 1992, McCartney 2007). A região cervical representa aproximadamente 15% dos casos de DDIV (Lemarié et al. 2000). Essa alteração ocorre em raças condrodistróficas e não condrodistróficas (Toombs 1992, De Lahunta & Glass 2009), ocasionando extrusão (Hansen tipo I) ou protrusão (Hansen tipo II) do disco degenerado no interior do canal vertebral (Toombs & Bauer 1998, Sharp & Wheeler 2005). O disco entre as vértebras cervicais C2/C3 é o de maior ocorrência da DDIV e essa prevalência diminui caudalmente (Dalmann et al. 1992, Toombs 1992, Sharp & Wheeler 2005, Itoh et al. 2008). O segmento C6/C7 é raramente afetado, com exceção de cães de raças de grande porte, como parte da espondilomielopatia cervical caudal (Sharp & Wheeler 2005). A hiperestesia cervical é frequentemente observada na compressão da medula espinhal cervical em cães com DDIV. Outros sinais clínicos incluem disfunção motora como ataxia proprioceptiva, hemiparesia, tetraparesia (Toombs 1992) e claudicação devido à compressão de raiz nervosa (Seim & Prata 1982, Sharp & Wheeler 2005, Toombs & Waters 2007). O diagnóstico da DDIV cervical baseia-se na resenha, no histórico clínico, no exame neurológico (Toombs & Waters 2007), na radiografia simples e contrastada (mielografia), na tomografia computadorizada, na mielotomografia (Itoh et al. 2008) e na ressonância magnética nuclear (Sharp & Wheeler 2005). A principal confirmação da doença ocorre durante a cirurgia descompressiva (Toombs & Waters 2007), quando é observado o conteúdo do disco no interior do canal vertebral (extrusão) ou a projeção do anel fibroso (protrusão) ocasionando compressão da medula espinal (Braund 1996, Sharp & Wheeler 2005). Os métodos de tratamento em cães com DDIV cervical, incluem cirurgia descompressiva ou tratamento clínico conservativo composto por confinamento e utilização de antiinflamatórios. Diversas técnicas cirúrgicas têm sido descritas, incluindo descompressão por fenda (slot) ventral, fenestração de DDIV ventral, laminectomia descompressiva por acesso lateral ou dorsal (Sharp & Wheeler 2005, Toombs & Waters 2007), hemilaminectomia (Tanaka et al. 2005) e facetectomia (Fossum 2007). A maioria dos cães responde satisfatoriamente ao tratamento conservativo. As desvantagens deste tratamento incluem a recidiva, que pode chegar a 33% (Toombs 1992), além do tempo que o cão demora a se restabelecer (Russell & Griffiths 1968). As indicações para o tratamento cirúrgico da DDIV cervical são a falta de resposta ao tratamento conservativo, deficiências neurológicas marcantes e progressivas e hiperestesia cervical persistente (Toombs & Waters 2007, Sharp & Wheeler 2005, Fossum 2007). As desvantagens incluem morte durante o procedimento anestésico, deterioração neurológica e possível subluxação vertebral (McCartney 2007). Vários trabalhos sobre DDIV cervical em cães foram publicados no exterior. No Brasil, poucos estudos foram divulgados sobre a doença, despertando o interesse sobre o assunto. Diante disso, o objetivo deste estudo retrospectivo foi identificar cães com DDIV cervical atendidos no Hospital Veterinário Universitário (HVU) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) entre janeiro de 2003 e outubro de 2008 e obter informações a respeito de raça, sexo, idade, sinais neurológicos e sua duração, resposta ao tratamento cirúrgico, complicações, tempo de recuperação funcional após a cirurgia e ocorrência de recidiva. MATERIAL E MÉTODOS Foram analisados os registros médicos de cães atendidos pelo serviço de neurologia do HVU/UFSM entre janeiro de 2003 e outubro de 2008 que apresentavam sinais neurológicos sugestivos de DDIV cervical. Os critérios de inclusão foram os casos de DDIV cervical que apresentavam exame neurológico completo, exame radiográfico simples e contrastado (mielografia) e tratamento cirúrgico. A DDIV cervical foi confirmada durante a cirurgia descompressiva, em que foram removidos conteúdos do núcleo pulposo e/ou anel fibroso (extrusão de disco) ou notada a projeção do anel fibroso (protrusão) para o interior do canal vertebral. Informações gerais sobre raça, sexo, idade, sinais neurológicos e sua duração, resposta ao tratamento cirúrgico, complicações, tempo de recuperação funcional após a cirurgia e recidiva foram obtidos. O exame neurológico foi realizado em todos os cães e incluía a avaliação sobre: estado mental, postura e locomoção, reações posturais, avaliação dos nervos cranianos e reflexos segmentares da medula espinhal. A hiperestesia cervical foi confirmada por palpação e pela movimentação voluntária do pescoço em flexão, extensão e lateralidade durante o fornecimento de alimentos, conforme Costa et al. (2006). As alterações neurológicas foram classificadas em graus, conforme citação de Costa & Parent (2007), sendo: grau I - somente hiperestesia cervical; grau II - ataxia ou paresia leve do membro pélvico com ou sem envolvimento do membro torácico; grau III - ataxia ou paresia moderada do membro pélvico com envolvimento do membro torácico; grau IV - ataxia e paresia marcante do membro pélvico com envolvimento do membro torácico e; grau V - tetraparesia não-ambulatória. O exame radiográfico contrastado foi realizado em quatro posições compreendidas em látero-lateral, ventro-dorsal e ventro-dorsal oblíqua esquerda e direita numa angulação de 45, com a finalidade de localizar o espaço acometido e verificar a existência de lateralidade da compressão medular. Os cães foram submetidos à anestesia geral, para a realização da mielografia (Ducoté & Dewey 2006). O acesso para a injeção do contraste foi através da cisterna magna conforme técnica descrita por Sharp & Wheeler (2005). Os cães que apresentavam linha de contraste caracterizando compressão extramedular, su-
3 Doença do disco intervertebral cervical em cães: 28 casos ( ) 661 gerindo DDIV cervical foram submetidos à cirurgia descompressiva através da fenda (slot) ventral (Sharp & Wheeler 2005). Decorridos doze meses do procedimento cirúrgico, os proprietários dos cães com DDIV cervical foram contatados por telefone na tentativa de obter-se resposta quanto à recuperação sendo considerada satisfatória (ausência de hiperestesia cervical e caminhar sem quedas) ou insatisfatória (presença de hiperestesia cervical e caminhar com quedas) e quanto à recidiva dos sinais clínicos (ocorrência ou não ocorrência). O tempo da duração dos sinais clínicos e da recuperação foi definido como: <15 dias, entre dias e >30 dias e; <7 dias, entre 7 e 15 dias e >15 dias, respectivamente. A relação entre a duração dos sinais clínicos e o tempo de recuperação foi analisada pelo teste de Fisher (P<0,05). RESULTADOS E DISCUSSÃO Foram incluídos nesse estudo 28 cães com DDIV cervical, resultando uma média de 5,6 casos/ano. Já Dallman et al. (1992) citaram a ocorrência de 105 casos em dez anos (10,5 casos/ano), Forterre et al. (2008) realizaram levantamento dos registros médicos durante o período de 2004 a 2007 e encontraram 35 cães (11,6 casos/ano). Itoh et al. (2008) observaram 132 casos (10,1 casos/ano) entre 1991 e Diversos fatores provavelmente influenciaram no número reduzido de cães neste trabalho como a responsividade da doença ao tratamento clínico, principalmente para cães em grau I de disfunção neurológica, o risco anestésico-cirúrgico e o custo da cirurgia. A idade média dos cães com DDIV cervical foi de 7,8 (±3,01) anos (Quadro 1). Em um estudo realizado por Cudia & Duval (1997), foi verificado que a extrusão de disco ocorreu em cães condrodistróficos com idade entre dois e sete anos (pico de incidência entre quatro e cinco anos) e a protrusão de disco em cães não condrodistróficos com idade entre oito e dez anos. Neste estudo, dos 25 cães que tiveram extrusão de disco, 14 (56%) eram de raças não condrodistróficas, sendo cinco (35,7%) com idade entre quatro e sete anos. Cherrone et al. (2004) encontraram DDIV cervical Hansen tipo I em 46 cães de raças não condrodistrófica de médio e grande porte com uma média de idade de 7,8 anos. Logo, os resultados demonstraram que se deve incluir a Hansen tipo I em cães com suspeita de DDIV cervical, mesmo que sejam de raças não condrodistrófica, incluindo as de grande porte. Neste trabalho, 17 cães (60,7%) acometidos por DDIV cervical eram machos (Quadro 1). Itoh et al. (2008) também encontraram maior incidência nos machos e citaram a possibilidade de haver influência de hormônio sexual neste tipo de doença. Já Dallman et al. (1992) observaram uma maior prevalência em fêmeas e Somerville et al. (2001) descreveram que ambos os sexos apresentaram risco de serem acometidos. Nenhuma correlação foi demonstrada até o presente momento entre a predisposição sexual e a DDIV cervical. O predomínio da raça com DDIV cervical (Quadro 1), neste estudo, foi o Dachshund, corroborando com as cita- Quadro 1. Representação dos 28 cães atendidos no HVU/UFSM no período de 2003 a 2008 com doença do disco intervertebral cervical Raça, sexo, idade, ano Local de Duração de Tipo de Grau de Recuperação Tempo de Recidiva de atendimento a compressão Sinais clínicos compressão disfunção funcional recuperação SRD, M, 7 anos, 2003 C3-C4 11 dias Extrusão III Satisfatória 8 dias Não Dachshund, F, 6 anos, 2003 C3-C4 3 dias Extrusão III Satisfatória 5 dias Não Poodle, M, 13 anos, 2003 C3-C4 4 dias Extrusão III Satisfatória 15 dias Não SRD, F, 4 anos, 2004 C4-C5 30 dias Extrusão III Satisfatória 3 dias Não Dachshund, F, 5 anos, 2004 C2-C3 15 dias Extrusão I Satisfatória 6 dias Não SRD, M, 5 anos, 2004 C4-C5 40 dias Extrusão V Satisfatória 21 dias Não Dachshund, M, 7 anos, 2004 * C4-C5 21 dias Extrusão V Dobermann, M, 8 anos, 2004 * C6-C7 25 dias Protrusão V SRD, M, 5 anos, 2005 C5-C6 17 dias Extrusão II Satisfatória 3 dias Não Dobermann, M, 8 anos, 2005* C3-C4 21 dias Extrusão V Dachshund, M, 10 anos, 2006 C2-C3 33 dias Extrusão I Satisfatória 5 dias Não Beagle, F, 5 anos, 2006 C4-C5 22 dias Extrusão I Satisfatória 7 dias Não Dachshund, F, 4 anos, 2006 C3-C4 3 dias Extrusão II Satisfatória 7 dias Não SRD, M, 15 anos, 2006 * C3-C4 17 dias Extrusão V Poodle, F, 8 anos, 2006 * C5-C6 14 dias Extrusão V Cocker, F, 6 anos, 2007 C2-C3 60 dias Extrusão I Satisfatória 1 dia Não Dachshund, M, 7 anos, 2007 C3-C4 90 dias Extrusão I Satisfatória 21 dias Não Rottweiler, F, 9 anos, 2007 C3-C4 52 dias Extrusão V Satisfatória 21 dias Não Beagle, M, 5 anos, 2008 C2-C3 22 dias Extrusão I Satisfatória 7 dias Não Cocker Spaniel, F, 7 anos, 2008 C3-C4 60 dias Extrusão I Satisfatória 6 dias Não Cocker Spaniel, F, 8 anos, 2008 C3-C4 24 dias Extrusão I Satisfatória 5 dias Não Dachshund, M, 9 anos, 2008 C3-C4 30 dias Extrusão II Satisfatória 3 dias Não Dobermann, M, 8 anos, 2008 C6-C7 120 dias Protrusão III Satisfatória 7 dias Não Dachshund, M, 8 anos, 2008 C3-C4 21 dias Extrusão V Satisfatória 5 dias Não Dachshund, M, 14 anos, 2008 C4-C5 4 dias Extrusão V Satisfatória 15 dias Não Dachshund, F, 5 anos, 2008 C3-C4 30 dias Extrusão V Satisfatória 3 dias Não Dachshund, M, 12 anos, 2008 * C4-C5 3 dias Extrusão V Dobermann, M, 12 anos, 2008 * C6-C7 30 dias Protrusão V a M = macho, F = fêmea, SRD = sem raça definida, *morte.
4 662 Giancarlo Santini et al. ções de Funkquist & Svalastoga (1979), Swaim & Hyam (1982), Dallman et al. (1992), Gill et al. (1996), Fitch et al. (2000) e Cherrone et al. (2004). Por outro lado, Itoh et al. (2008) verificaram o Beagle e justificaram a maior incidência devido à preferência dessa raça no Japão, quando comparado a outros países. Mesmo havendo maior predisposição em raças condrodistróficas, verificou-se, neste estudo, que a DDIV cervical pode acometer cães de diferentes raças consideradas ou não condrodistróficas. A maneira empregada para avaliar a hiperestesia cervical nos cães deste estudo foi de acordo com as indicações de Costa et al. (2006), sendo eficaz em 100% dos casos. A movimentação do pescoço realizada passivamente e de maneira exagerada em diferentes posições pode ocasionar danos neurológicos adicionais, conforme salientado por Sharp & Wheeler (2005). O disco intervertebral mais acometido foi entre C3-C4 (Fig.1), ao contrário do observado por Dalmann et al. (1992), Toombs (1992), Sharp & Wheeler (2005) e Itoh et al. (2008) que verificaram maior incidência entre C2-C3. Adicionalmente, a mielografia revelou, em todos os cães, o envolvimento de um único disco intervertebral, ao contrário dos estudos Fig.2. Representação esquemática do grau de disfunção neurológica de cães afetados pela DDIV cervical. Fig.3. Representação esquemática da duração dos sinais neurológicos de cães afetados pela DDIV cervical. Fig.1. Representação esquemática do número de casos em relação ao local afetado em cães com DDIV cervical. de Fitch et al. (2000) e Tanaka et al. (2005) que observaram o envolvimento de mais de um disco intervertebral ocasionando sinais clínicos da doença. Em três cães, o disco acometido estava entre C6-C7 e todos apresentavam espondilomielopatia cervical caudal coincidindo com os achados de Sharp & Wheeler (2005) ao mencionarem que este local é raramente afetado, com exceção de cães de raças de grande porte, como parte dessa doença. Neste estudo, cinco cães que estavam em grau I, dois em grau II, dois em grau III e dois cães em grau V de disfunção neurológica tiveram melhora dos sinais clínicos antes dos sete dias do procedimento cirúrgico (Fig.2 e 4). Outros seis cães (21,5%) recuperaram de forma satisfatória entre sete e 15 dias, sendo que, dois estavam em grau I, um em grau II, dois em grau III e um em grau V. Os três cães restantes (um em grau I e dois em V), o tempo de Fig.4. Representação esquemática do tempo de recuperação dos sinais neurológicos de cães afetados pela DDIV cervical após o tratamento cirúrgico. recuperação foi superior a 15 dias. Pode-se verificar, com isso, que 50% dos cães tiveram recuperação funcional satisfatória em um tempo inferior a sete dias, independente do estágio de disfunção neurológica. Seim & Prata (1982) quando submeteram cães à cirurgia descompressiva cervical com diferentes sinais de disfunção neurológica, ou seja, somente hiperestesia cervical, tetraparesia ambulatória e não ambulatória também observaram, dentro de sete dias, uma melhora clinica de 73%, 71% e 100%, respecti-
5 Doença do disco intervertebral cervical em cães: 28 casos ( ) 663 vamente, voltando os mesmos a deambular neste período e sem sinais de hiperestesia. Sete cães (25%) permaneceram por até 15 dias com deficiência neurológica antes da cirurgia, destes, um apresentou tempo de recuperação inferior a sete dias e os outros quatro recuperaram entre sete e 15 dias. Já 14 cães (50%) tiveram duração dos sinais clínicos entre 15 e 30 dias e, com exceção de seis cães que morreram no transoperatório, cinco recuperaram com menos de sete dias e três entre 7 e 15 dias. Outros sete cães (25%) permaneceram por mais de 30 dias com deficiências neurológicas, sendo que três recuperaram em menos de sete dias, um entre sete e quinze dias e três com mais de quinze dias (Fig.3 e 4). A relação entre duração dos sinais clínicos antes da cirurgia e o tempo para recuperação não apresentou diferença estatística significativa, corroborando com Kazakos et al que avaliou a duração e severidade dos sinais clínicos como indicadores de prognóstico e não foi possível associá-los. No entanto, Tanaka et al. (2005) que avaliaram 18 cães com DDIV cervical, observaram que dois cães que tiveram um longo tempo de duração de sinais clínicos antes da cirurgia levaram mais tempo para recuperar. Os vinte e oito cães deste estudo que foram submetidos primeiramente ao tratamento clínico não tiveram melhora, optando-se pelo procedimento cirúrgico, sendo considerado satisfatório em todos os casos em que não houve morte durante o procedimento (n=21). A falta de resposta ao tratamento clínico pode ser atribuída ao uso de anti-inflamatórios sem a realização de repouso absoluto, tornando a doença de evolução crônica e progressiva. Em três cães deste estudo que apresentavam duração dos sinais clínicos de 60, 90 e 120 dias, respectivamente, tiveram piora transitória dos sinais neurológicos no pós-operatório provavelmente pela manipulação excessiva da medula espinhal em decorrência da aderência do material do disco à dura-máter e ao plexo venoso. Com isso, verifica-se que cães com persistência dos sinais clínicos poderão apresentar uma maior chance complicações intra-operatórias. Foi observado em 82,1% dos cães (n=28) deste estudo hemorragia do plexo venoso, considerada uma das principais complicações no transoperatório ao empregar-se a técnica de fenda ventral (Sharp & Wheeler 2005). Seguindo as recomendações de Fossum (2007) e Toombs & Waters (2007) foram utilizados fragmentos musculares retirados das proximidades do leito cirúrgico e colocados temporariamente sobre os locais de sangramento o que permitiu o controle da hemorragia em todos dos casos. Já Tanaka et al. (2005), no entanto, não encontraram excessiva hemorragia perioperatório durante a cirurgia descompressiva da medula espinhal de cães com DDIV cervical. Um cão que se encontrava em grau V de disfunção neurológica (tetraparesia não-ambulatória) foi submetido à cirurgia descompressiva entre os discos cervicais C4-C5 e fenestração de disco entre C3-C4. Porém, o mesmo continuou a apresentar hiperestesia cervical após uma semana do procedimento cirúrgico. Na mielografia pós-operatória, não ficou evidenciada compressão medular na região do disco fenestrado (C3-C4), o que descartou outra cirurgia, optando-se pelo tratamento clínico. Após uma semana, o cão obteve melhora dos sinais clínicos neurológicos, sendo considerado satisfatório a sua recuperação funcional. Embora Toombs & Waters (2007), mencionaram a necessidade de reintervenção cirúrgica em cães submetidos à fenestração isolada de disco, os sinais persistentes no cão desta pesquisa corroboraram com os achados de Sharp & Wheeler (2005) ao mencionarem a possibilidade de persistência de hiperestesia cervical no pós-operatório de cães submetidos à fenestração podendo levar até 60 dias para desaparecer. Foi verificado morte em 25% dos cães (n=7) no transoperatório em decorrência de bradicardia aguda e hipotensão não responsiva ao tratamento farmacológico. Todos se encontravam em grau V de disfunção neurológica e, em três deles (50%), a DDIV estava associada à cardiomiopatia dilatada. Estes achados corroboraram com Sharp & Wheeler (2005) que relataram um aumento na taxa de mortalidade para cães em tetraparesia não ambulatória antes da cirurgia. Os resultados também encontrados nesta pesquisa demonstraram o aumento do risco anestésico-cirúrgico para cães com grave deterioração neurológica, principalmente com doenças pré-existentes, o que pode auxiliar o cirurgião na emissão do prognóstico perante o proprietário e da importância da monitoração da pressão arterial, da frequência cardíaca e respiratória. CONCLUSÕES Com base nas informações obtidas pode-se concluir que: DDIV cervical em nossa rotina acomete cães adultos, machos, de raças condrodistróficas e não condrodistróficas, incluindo as de grande porte; hiperestesia cervical é a manifestação clínica mais frequente; técnica cirúrgica de fenda ventral promove recuperação funcional satisfatória sem ocasionar recidiva; as principais complicações trans-operatórias são a hemorragia do plexo venoso, bradicardia e hipotensão; e a duração dos sinais clínicos não interfere no tempo de recuperação pós-operatória. Agradecimentos.- Aos técnicos em Radiologia Antonio César de Oliveira Guerra e Daves Pereira Filho do HVU/UFSM pelo auxílio na realização das radiografias simples e da mielografia e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), pela concessão de bolsa de mestrado. REFERÊNCIAS Braund K.B Traumatismo agudo da medula espinhal, p In: Bojrab M.J (Ed.), Mecanismos da Moléstia na Cirurgia de Pequenos Animais. 2ª ed. Manole, São Paulo. Cherrone K.L., Dewey C.W., Coates J.R. & Bergman R.L A retrospective comparison of cervical intervertebral disk disease in nonchondrodystrophic large dogs versus small dogs. J. Am. Anim. Hospital Assoc. 40: Costa R.C., Parent J., Dobson H., Holmberg D. & Partlow G Comparison of magnetic resonance imaging and myelography in 18 Doberman Pinscher dogs with cervical spondylomyelopathy. Vet. Radiol. Ultrasound. 47(6):
6 664 Giancarlo Santini et al. Costa R.C. & Parent J.M One-year clinical and magnetic resonance imaging follow-up of Doberman Pinschers with cervical spondylomyelopathy treated medically or surgically. J. Am. Vet. Med. Assoc. 231: Dallman M.J., Palettas P. & Bojrab M.J Characteristics of dogs admitted for treatment of cervical intervertebral disk disease: 105 cases ( ). J. Am. Vet. Med. Assoc. 200: De Lahunta A. & Glass E Veterinary Neuroanatomy and Clinical Neurology. 3 rd ed. W.B. Saunders, St Louis, p Ducoté J.M. & Dewey C.W Diagnóstico das doenças do sistema nervoso, p In: Dewey C.W. (Ed.), Neurologia de Cães e Gatos. Roca, São Paulo. Fitch R.B., Kerwin S.C. & Hosgood G Caudal cervical intervertebral disk disease in the small dog: Role of distraction and stabilization in ventral slot decompression. J. Am. Anim. Hospital Assoc. 36: Forterre F., Konar M., Tomek A., Doherr M., Howard J., Spreng D., Vandevelde M. & Jaggy A Accuracy of the withdrawal reflex for localization of the site of cervical disk herniation in dogs: 35 cases ( ). J. Am. Vet. Med. Associ. 232: Fossum T.W Small Animal Surgery. 3 rd ed. Elsevier, St Louis, p Funkquist B. & Svalastoga E A simplified surgical approach to the last two cervical dises of the dog. J. Small Anim. Pract. 20: Gill P.J., Lippincott C.L. & Anderson S.M Dorsal laminectomy in the treatment of cervical intervertebral disk disease in small dogs: A retrospective study of 30 cases. J. Am. Anim. Hospital Assoc. 32: Itoh H., Hara Y., Yoshimi N., Harad Y., Nezu Y., Yogo T., Ochi H., Hasegawa D., Orima H. & Tagawa M A retrospective study of intervertebral disc herniation in dogs in Japan: 297 cases. J. Vet. Med. Sci. 70: Kazakos G., Polizopoulou Z.S., Patsikas M.N., Tsimopoulos G., Roubies & Dessiris A Duration and severity of clinical signs as prognostic indicators in 30 dogs with thoracolumbar disk disease after surgical descompression. J. Vet. Med. Assoc. 52: Lemarié R.J., Kerwin B.P., Partington B.P. & Hosgood G Vertebral subluxation following ventral cervical decompression in the dog. J. Am. Anim. Hospital Assoc. 36: McCartney W Comparison of recovery times and complications rates between a modified slanted slot and the standart ventral slot for the treatment of cervical disc disease in 20 dogs. J. Small Anim. Pract. 48: Russell S.W. & Griffiths R.C Recurrence of cervical disc syndrome in surgically and conservatively treated dogs. J. Am. Vet. Med. Assoc. 153: Seim H.B. & Prata R.G Ventral decompression for treatment of cervical disk disease in the dog: A review of 54 cases. J. Am. Anim. Hospital Assoc. 18: Somerville M.E., Anderson S.M., Gill P.J., Kantrowitz B.J. & Stowater J.L Accuracy of localization of cervical intervertebral disk extrusion or protrusion using survey radiography in dogs. J. Am. Anim. Hospital Assoc. 37: Swaim S.F. & Hyams D Clinical observations and client evaluation of ventral decompression for cervical intervertebral disk protrusion. J. Am. Vet. Med. Assoc. 181: Tanaka H., Nakayama M. & Takase K Usefulness of hemilaminectomy for cervical intervertebral disk disease in small dogs. J. Vet. Med. Sci. 67: Toombs J.P Cervical intervertebral disk disease in dogs. Compend. Cont. Educ. Pract. Vet. 14: Toombs J.P. & Bauer M.S Afecção do disco intervertebral, p In: Slatter D. (Ed.), Manual de Cirurgia de Pequenos Animais. 2ª ed. Manole, São Paulo. Toombs J.P. & Waters D.J Intervertebral disc disease, p In: Slatter D. (Ed.), Textbook of Small Animal Surgery. 3 rd ed. Elsevier, Philadelphia. Sharp N.J.H. & Wheeler S.J Small Animal Spinal Disorders: Diagnosis and surgery. 2 nd ed. Elsevier Mosby, Philadelphia, p
Subluxação atlantoaxial em 14 cães ( ) 1
Subluxação atlantoaxial em 14 cães (2003-2008) 1 Diego V. Beckmann 2, Alexandre Mazzanti 3*, Giancarlo Santini 2, Rosmarini P. Santos 2, Rafael Festugato 2, Charles R. Pelizzari 2, Dakir Polidoro Neto
DISCOPATIA TORACOLOMBAR
DISCOPATIA TORACOLOMBAR FERREIRA, Manoela Maria Gomes AVANTE, Michelle Lopes ROSA, Bruna Regina Teixeira MARTINS, Irana Silva ZANGIROLAMI FILHO, Darcio BENEDETTE, Marcelo Francischinelli Acadêmicos da
DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL TÓRACO-LOMBAR EM FELINO DOMÉSTICO RELATO DE CASO
17 DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL TÓRACO-LOMBAR EM FELINO DOMÉSTICO RELATO DE CASO ONDANI, Amanda Cristiane 1 BRASIL, Fabricio Bernardo de Jesus 2 LATARO, Rita Aparecida 3 Recebido em: 2009-12-10 Aprovado
Médica Veterinária, Doutora em Ciência Veterinária pela UFRPE. Professora do Curso de Medicina Veterinária da Faculdade IBGM/IBS.
1 UTILIZAÇÃO DO ÍNDICE DE NORMALIDADE DA DISTÂNCIA ATLANTOAXIAL NO DIAGNÓSTICO DE SUBLUXAÇÃO DESTA ARTICULAÇÃO EM CÃES UTILIZATION OF THE NORMALITY INDEX OF THE ATLANTOAXIAL DISTANCE IN DIAGNOSTIC OF SUBLUXATION
Freqüencia de extrusões de núcleos pulposos cervicais e toracolombares, em cadáveres caninos submetidos à técnica de fenestração
Ciência Rural, Santa Freqüencia Maria, v.34, de extrusões n.4, p.1113-1118, de núcleos jul-ago pulposos 2004 cervicais e toracolombares, em cadáveres caninos... ISSN 0103-8478 1113 Freqüencia de extrusões
Tratamento de doença de disco intervertebral em cão com fisioterapia e reabilitação veterinária: relato de caso
Ramalho, F. P.; Formenton, M. R.; Isola, J. G. M. P.; Joaquim, J. F. G.; Tratamento de doença de disco intervertebral em cão com fisioterapia e reabilitação veterinária relato de caso / Treatment of intervertebral
Anais do 38º CBA, p.0882
ESTUDO RETROSPECTIVO DE ALTERAÇÕES ABDOMINAIS DIAGNOSTICAS POR EXAME RADIOGRÁFICO NO ANO DE 2015 NO HOSPITAL VETERINÁRIO FRANCISCO EDILBERTO UCHOA LOPES EM SÃO LUÍS MARANHÃO RETROSPECTIVE STUDY OF DIAGNOSTIC
Estudo clínico-radiográfico da subluxação atlantoaxial congênita em cães Clinic-radiographic study of congenital atlantoaxial subluxation in dogs
Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science (2004) 41:368-374 ISSN printed: 1413-9596 368 ISSN on-line: 1678-4456 Estudo clínico-radiográfico da subluxação atlantoaxial congênita em cães
Recuperação funcional em cães com doença do disco intervertebral toracolombar sem percepção à dor profunda: 37 casos (2002-2010) 1
Recuperação funcional em cães com doença do disco intervertebral toracolombar sem percepção à dor profunda: 37 casos (2002-2010) 1 Rosmarini P. Santos 2, Alexandre Mazzanti 3*, Diego V. Beckmann 2, Larissa
Diagnóstico por tomografia computadorizada da extrusão de disco intervertebral em paciente geriatra: Relato de caso
https://doi.org/10.22256/pubvet.v12n3a45.1-5 Diagnóstico por tomografia computadorizada da extrusão de disco intervertebral em paciente geriatra: Relato de caso Jessyka Andréa Nascimento de Carvalho Almeida
Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas. Emergências Neurológicas
Anatomia Sistema Nervoso Central (SNC) Sistema Nervoso Periférico (SNP) Sistema Nervoso Central (SNC) Cérebro Medula espinhal Sistema Nervoso Periférico (SNP) Nervos Cranianos Nervos Espinhais Fisiologia
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE VETERINÁRIA DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL CERVICAL E TORACOLOMBAR EM PEQUENOS ANIMAIS Autora: Laíse Moschen PORTO ALEGRE 2017/1 UNIVERSIDADE FEDERAL
HEMIPARESIA E DÉFICITS NEUROLÓGICOS ASSIMÉTRICOS
1 HEMIPARESIA E DÉFICITS NEUROLÓGICOS ASSIMÉTRICOS Ronaldo Casimiro da Costa, MV, MSc, PhD Diplomado ACVIM Neurologia The Ohio State University - College of Veterinary Medicine Columbus, OH, EUA Abordagem
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA VETERINÁRIA TESE DE DOUTORADO
0 UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA VETERINÁRIA TESE DE DOUTORADO ESTUDO BIOMECÂNICO DA CORPECTOMIA LATERAL PARCIAL
FENDA VENTRAL (SLOT) ASSOCIADA À FENESTRAÇÃO CERVICAL NO TRATAMENTO DA DISCOPATIA CERVICAL EM SETE CÃES
FENDA VENTRAL (SLOT) ASSOCIADA À FENESTRAÇÃO CERVICAL NO TRATAMENTO DA DISCOPATIA CERVICAL EM SETE CÃES Jessé Ribeiro Rocha 1, Fernanda Gosuen Gonçalves Dias 2, Sabryna Gouveia Calazans 3, Daniel Paulino
Avaliação dos resultados clínicos após cirurgia descompressiva em cães com doença de disco intervertebral
Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.59, n.6, p.1445-1450, 2007 Avaliação dos resultados clínicos após cirurgia descompressiva em cães com doença de disco intervertebral [Evaluation of clinical results of decompressive
Trabalho de Conclusão de Curso
Trabalho de Conclusão de Curso Brenda Michalski Clemes DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL CERVICAL TIPO I EM CÃO: RELATO DE CASO Curitibanos 2018 Universidade Federal de Santa Catarina Campus Curitibanos Medicina
Mielografia lombar no diagnóstico de extrusão do disco intervertebral toracolombar em cães: estudo prospectivo
DOI: 10.5433/1679-0359.2014v35n4p1871 Mielografia lombar no diagnóstico de extrusão do disco intervertebral toracolombar em cães: estudo prospectivo Lumbar myelography in the diagnosis of thoracolumbar
TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR
TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR Definição Entende-se por traumatismo raquimedular lesão de qualquer causa externa na coluna vertebral, incluindo ou não medula ou raízes nervosas, em qualquer dos seus segmentos
INSTABILIDADE ATLANTOAXIAL CONGÊNITA EM CANINO DA RAÇA POODLE 1
INSTABILIDADE ATLANTOAXIAL CONGÊNITA EM CANINO DA RAÇA POODLE 1 Carla Gabriela Bender 2, Cristiane Elise Teichmann 3, Cristiane Beck 4, Fernando Rigon 5, Tatiana Melina Caduri 6. 1 Caso clínico acompanhado
SÍNDROME DE WOBBLER - RECENTES AVANÇOS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO. Ronaldo Casimiro da Costa, MV, MSc, PhD Diplomado ACVIM Neurologia
SÍNDROME DE WOBBLER - RECENTES AVANÇOS NO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO Ronaldo Casimiro da Costa, MV, MSc, PhD Diplomado ACVIM Neurologia College of Veterinary Medicine The Ohio State University, Columbus,
ESPONDILOPATIA CERVICAL OU SÍNDROME DE WOBBLER:
Revista Lusófona de Ciência e Medicina Veterinária 2: (2008) 21-28 ESPONDILOPATIA CERVICAL OU SÍNDROME DE WOBBLER: DIAGNÓSTICO IMAGIOLÓGICO. WOBBLER S SYNDROME: IMAGIOLOGY DIAGNOSIS Diana Jacinto 1, Tiago
Campus Universitário s/n Caixa Postal 354 CEP Universidade Federal de Pelotas.
ESTUDO RETROSPECTIVO DAS NEOPLASIAS PULMONARES DIAGNOSTICADAS NO SETOR DE RADIODIAGNÓSTICO DO HCV-UFPel NO PERÍODO DE FEVEREIRO DE 2003 A AGOSTO DE 2006. XAVIER 1 *, Fernanda da Silva; SPADER 1, Melissa
TÍTULO: ANÁLISE DO IMPACTO DA ACUPUNTURA NO TRATAMENTO DE DISCOPATIA TORACOLOMBAR E LOMBOSSACRAL EM CÃES CATEGORIA: CONCLUÍDO
TÍTULO: ANÁLISE DO IMPACTO DA ACUPUNTURA NO TRATAMENTO DE DISCOPATIA TORACOLOMBAR E LOMBOSSACRAL EM CÃES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUIÇÃO:
Estudo clínico e epidemiológico em cães com fraturas e luxações vertebrais toracolombares 1
Estudo clínico e epidemiológico em cães com fraturas e luxações vertebrais toracolombares 1 Bruno M. Araújo 2 *, Thaíza H.T. Fernandes 2, Durval Baraúna Junior 2, Marília de A. Bonelli 2, Marcela M. de
Tratamento cirúrgico de condroma extradural lombar em cão - relato de caso. Surgical treatment of lumbar extradural chondroma in a dog - case report
DOI: 10.5433/1679-0359.2013v34n4p1835 RELATOS DE CASOS/CASE REPORTS Tratamento cirúrgico de condroma extradural lombar em cão - relato de caso Surgical treatment of lumbar extradural chondroma in a dog
Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta?
Lesão neurológica pós-bloqueio periférico: qual a conduta? Profa Dra Eliana Marisa Ganem CET/SBA do Depto. de Anestesiologia Faculdade de Medicina de Botucatu UNESP BNP - 50.233 lesão neurológica - 12
FRATURA DE MANDÍBULA SECUNDÁRIA À DOENÇA PERIODONTAL EM CÃO: RELATO DE CASO
1 FRATURA DE MANDÍBULA SECUNDÁRIA À DOENÇA PERIODONTAL EM CÃO: RELATO DE CASO ALINE CAVALCANTI PEREIRA DA SILVA 1, MARCELLO RODRIGUES DA ROZA 2, RAFAEL VITOR PINTO DE OLIVEIRA 1, DANIEL GIBERNE FERRO 3,
No caso de uma lesão, a mielografia serve para identificar a extensão, o tamanho e o nível da patologia. Outro aspecto importante nesse exame é a
Mielografia Objetivo: A mielografia é o estudo radiológico da medula espinhal e de suas raízes nervosas que utiliza um meio de contraste. A medula espinhal e as raízes nervosas são delimitadas injetando
EM FELINO: RELATO DE CASO PECTUS EXCAVATUM
PECTUS EXCAVATUM EM FELINO: RELATO DE CASO PECTUS EXCAVATUM IN CAT: A CASE REPORT Leticia Simas da Silva CUPERTINO 1 ; Denise de Mello BOBÁNY 2 ; Marcelline Santos LUZ 2 ; Priscila TUCUNDUVA 3 ; Beatriz
DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DE NEOPLASMAS CUTÂNEOS EM CÃES E GATOS ATENDIDOS NA ROTINA CLÍNICA DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVIÇOSA 1
361 DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO DE NEOPLASMAS CUTÂNEOS EM CÃES E GATOS ATENDIDOS NA ROTINA CLÍNICA DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVIÇOSA 1 Márcia Suelen Bento 2, Marcelo Oliveira Chamelete 3,
LUXAÇÃO UNILATERAL CONGÊNITA DA PATELA EM FELINO: RELATO DE CASO
79 LUXAÇÃO UNILATERAL CONGÊNITA DA PATELA EM FELINO: RELATO DE CASO MENDES, Patrícia Franciscone 1 BRASIL, Fabrício Bernardo de Jesus 2 Recebido em: 2010-12-16 Aprovado em: 2011-05-26 ISSUE DOI: 10.3738/1982.2278.533
TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO
1 TRATAMENTO CONSERVATIVO E CIRÚRGICO DE HÉRNIA DE DISCO (TIPO I) TORACOLOMBAR GRAU V EM CÃO RELATO DE CASO LYS DE BARROS FOGAGNOLI 1, MILTON MIKIO MORISHIN FILHO 2. 1- Graduanda Medicina Veterinária Universidade
A musculatura epaxial e a fibrose epidural na compressão medular em cães submetidos à laminectomia dorsal modificada 1
A musculatura epaxial e a fibrose epidural na compressão medular em cães submetidos à laminectomia dorsal modificada 1 Diego V. Beckmann 2 *, Alexandre Mazzanti 3, Marina Gabriela M.C.M.Cunha 2, Giancarlo
17/08/2018. Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico
Disfagia Neurogênica: Acidente Vascular Encefálico M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista, Mestre em Fonoaudiologia, Doutoranda em Psicnálise, Saúde e Sociedade. O acidente vascular
ORLANDO MARCELO MARIANI¹, LEONARDO LAMARCA DE CARVALHO¹, ELAINE CRISTINA STUPAK¹, DANIEL KAN HONSHO¹, CRISTIANE DOS SANTOS HONSHO¹
ORLANDO MARCELO MARIANI¹, LEONARDO LAMARCA DE CARVALHO¹, ELAINE CRISTINA STUPAK¹, DANIEL KAN HONSHO¹, CRISTIANE DOS SANTOS HONSHO¹ 1- Universidade de Franca UNIFRAN ARTRODESE TEMPORARIA BILATERAL PARA
42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de Curitiba - PR
1 BÁRBARA SILVA CORREIA¹, LÍSIA BASTIANI GOLDONI¹, LÚNIA ROSSA¹, TAYNÁ MAYER VERONEZI¹, LETÍCIA GUTIERREZ², MARCELO MELLER ALIEVI². ¹Faculdade de Veterinária UFRGS - Porto Alegre, RS. ²Hospital de Clínicas
Schwannoma do plexo braquial em cão. Relato de Caso/Case Report
ISSN 1809-4678 Schwannoma do plexo braquial em cão (Schwannoma of the brachial plexus in a dog) Relato de Caso/Case Report BM Araújo A(*), B Kemper B, ML Figueiredo B, R Chioratto B, NB Marques B, EA Tudury
Extensão Universitária em Ortopedia Veterinária
Extensão Universitária em Ortopedia Veterinária Camila Potério Borsaro 1, Bruno Watanabe Minto 2, Fernando Yoiti Kitamura Kawamoto 3, Luis Gustavo Gosuen Gonçalves Dias 4, Aline Schafrum Macedo 3, Lívia
Anatomia da Medula Vertebral
Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Vértebra Disco Intervertebral Anatomia da Coluna Vertebral Características Gerais: Corpo Vertebral Foramens Vertebrais: Forame Medular: Medula Vertebral Forames
PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS- OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR. Local: Unidades de Internação
PROTOCOLO FISIOTERAPÊUTICO DE PÓS- OPERATÓRIO INICIAL DE CIRURGIA LOMBAR Edição: 17/09/2012 Local: Unidades de Internação Versão: 001 Data Versão: 17/07/2015 Página: 1/7 1- Considerações gerais As cirurgias
Médico Vet...: REINALDO LEITE VIANA NETO. MICROCHIP/RG..: Data de conclusão do laudo..: 17/12/2018
TÓRAX Radiografias em projeções látero-lateral (decúbito lateral direito) e ventro-dorsal demonstram: - traquéia cervical e torácica sem sinais de alterações no diâmetro e na radioluscência de sua luz,
XVIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen.
XVIII Reunião Clínico - Radiológica Dr. RosalinoDalazen www.digimaxdiagnostico.com.br Caso Clínico Identificação: J.S.O. Paciente do sexo feminino. 24 anos. Caso Clínico Quadro Clínico: -HDA: - Cervicodorsalgia
TÉCNICA CIRÚRGICA DE ABLAÇÃO TOTAL DO CONDUTO AUDITIVO DE CÃO ACOMETIDO POR OTITE. Introdução
289 TÉCNICA CIRÚRGICA DE ABLAÇÃO TOTAL DO CONDUTO AUDITIVO DE CÃO ACOMETIDO POR OTITE Ronaldo Oliveira Silveira¹, Isabella de Paula Valeriano¹, Mariane Souza Nascimento¹, Pollyanna Belechiano Chisté¹,
42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de Curitiba - PR
1 HEMANGIOSSARCOMA CUTÂNEO CANINO: ESTUDO RETROSPECTIVO RENATA MADUREIRA 1, ANA PAULA FREDERICO LOUREIRO BRACARENSE 2, SELWYN ARLINGTON HEADLEY 2, GIOVANA WINGETER DI SANTIS 2, JULIANA SPEROTTO BRUM 1
NEUROCIRURGIA o que é neurocirurgia?
NEUROCIRURGIA o que é neurocirurgia? Neurocirurgia é a especialidade médica que se ocupa do tratamento de doenças do sistema nervoso central e periférico (como tumores, doenças vasculares, degenerativas),
TRATAMENTO CLÍNICO DE CÃES COM DIAGNÓSTICO PRESUNTIVO DE DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA VETERINÁRIA 0 TRATAMENTO CLÍNICO DE CÃES COM DIAGNÓSTICO PRESUNTIVO DE DOENÇA DO DISCO INTERVERTEBRAL
ANEXO IV CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DAS PROVAS E RESPECTIVAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ANEXO IV CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DAS PROVAS E RESPECTIVAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. CLÍNICA E CIRURGIA DE RUMINANTES E EQUÍDEOS Saúde pública, terapêutica, técnicas anestésicas, diagnóstico por imagem
Estudo por imagem do trauma.
Estudo por imagem do trauma Dr. Ricardo Ferreira Mestre em radiologia UFTP Prof. Assist. Radiologia FEPAR Prof. Assist. Anatomia FEPAR Md radiologista do Centro Diagnostico Água Verde Md radiologista do
TRAUMATISMO RAQUI-MEDULAR TRM TRAUMA E CUIDADOS DE ENFERMAGEM TRM Traumatismo Raqui Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou permanente
ANEXO I ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: CIRURGIA DE PEQUENOS ANIMAIS
ANEXO I ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: CIRURGIA DE PEQUENOS ANIMAIS 1. Infecção cirúrgica; 2. Regeneração tecidual; 3. Traumatologia (introdução à cicatrização óssea, imobilização de membros, morfologia das fraturas
Provável extrusão de núcleo pulposo aguda e não compressiva em um cão: relato de caso
Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.68, n.5, p.1207-1211, 2016 Provável extrusão de núcleo pulposo aguda e não compressiva em um cão: relato de caso [Probable acute non-compressive nucleus pulposus extrusion
42º Congresso Bras. de Medicina Veterinária e 1º Congresso Sul-Brasileiro da ANCLIVEPA - 31/10 a 02/11 de Curitiba - PR
HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA PERITÔNIO-PERICÁRDICA EM GATO COM DESCOMPENSAÇÃO DEVIDO À HEPATITE MEDICAMENTOSA: RELATO DE CASO JULIANE ELISABETH GRESS PAZ 1, GABRIELA GARCIA ARAUJO 1, MELINA BARBBARA BENDER MACEDO
VARIAÇÕES FISIOLÓGICAS DA PRESSÃO DO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NA CISTERNA MAGNA
VARIAÇÕES FISIOLÓGICAS DA PRESSÃO DO LÍQUIDO CEFALORRAQUEANO NA CISTERNA MAGNA A. SPINA-FRANÇA * A pressão normal do líquido cefalorraqueano (LCR) ao nível do fundo de saco lombar varia entre 7 e 18 cm
REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA ISSN: Ano IX Número 18 Janeiro de 2012 Periódicos Semestral
ESTUDO RETROSPECTIVO DA APLICAÇÃO DO DIAGNÓSTICO CITOPATOLÓGICO E AVALIAÇÃO DA SOBREVIDA DAS NEOPLASIAS MAMÁRIAS DE CADELAS ATENDIDAS HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE DO PARANÁ UENP-CLM
OCORRÊNCIA DE ANTECEDENTES FAMILIARES EM PACIENTES COM DISTÚRBIOS DO MOVIMENTO DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS NO ESTADO DE GOIÁS
Introdução: Os distúrbios do movimento (DM) englobam doenças agudas e crônicas caracterizadas por movimentos involuntários e/ou perda do controle ou eficiência em movimentos voluntários. DM são diversos
DUCTO ARTERIOSO PERSISTENTE EM UM CÃO RELATO DE CASO PERSISTENT ARTERIUS DUCTUS IN A DOG CASE A REPORT RESUMO
DUCTO ARTERIOSO PERSISTENTE EM UM CÃO RELATO DE CASO PERSISTENT ARTERIUS DUCTUS IN A DOG CASE A REPORT Sergio Santalucia 1, Cintia Ramos Braseiro 2, Jorge Luiz Costa Castro 1, Luis Felipe Dutra Correa
RELAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES DO CORAÇÃO, A MORFOMETRIA TORÁCICA E AS ONDAS DO ECG EM CÃES
1 RELAÇÃO ENTRE AS DIMENSÕES DO CORAÇÃO, A MORFOMETRIA TORÁCICA E AS ONDAS DO ECG EM CÃES RELATIONSHIP BETWEEN HEART DIMENSIONS, THORACIC MORPHOMETRY AND ECG WAVES IN DOGS Maíra Prestes MARGARIDO 1 ; Beatriz
Artigo Original TUMORES DO PALATO DURO: ANÁLISE DE 130 CASOS HARD PALATE TUMORS: ANALISYS OF 130 CASES ANTONIO AZOUBEL ANTUNES 2
Artigo Original TUMORES DO PALATO DURO: ANÁLISE DE 130 CASOS HARD PALATE TUMORS: ANALISYS OF 130 CASES 1 ANTONIO AZOUBEL ANTUNES 2 ANTONIO PESSOA ANTUNES 3 POLLIANA VILAÇA SILVA RESUMO Introdução: O câncer
Estudo Restrospectivo da casuística...
301 ESTUDO RETROSPECTIVO DA CASUÍSTICA DE CADELAS E GATAS COM PARTO DISTÓCICO ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO UNIVIÇOSA ENTRE 2010 A 20141 Clarisse Alvim Portilho2, Alessandra Arreguy3, Anna Laura Alves
PROGRAMA DE APRIMORAMENTO PROFISSIONAL - PAP MICHELLE LOPES AVANTE
1 SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE- SES -SP COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS-CRH GRUPO DE DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS-GDRH CENTRO DE FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA O SUS Dr. Antonio Guilherme
Súmario. Introdução. O que é hérnia de disco? O que causa a hérnia de disco? Sintomas. Diagnóstico. Tratamento. Como conviver com o diagnóstico
Súmario Introdução O que é hérnia de disco? O que causa a hérnia de disco? Sintomas Diagnóstico Tratamento Como conviver com o diagnóstico Conclusão Introdução Embora seja uma das partes mais importantes
SÍNDROME VESTIBULAR PERIFÉRICA CONGÊNITA ASSOCIADA A MICROTIA EM CÃO RESUMO
ISSN Impresso 0102-5716 ISSN Eletrônico 2178-3764 Veterinária e Zootecnia 270 SÍNDROME VESTIBULAR PERIFÉRICA CONGÊNITA ASSOCIADA A MICROTIA EM CÃO RESUMO Mariana Isa Poci Palumbo 1 Jorge Piovesan Conti
Avaliação da telelaringoscopia no diagnóstico das lesões benignas da laringe
Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo Avaliação da telelaringoscopia no diagnóstico das lesões benignas da laringe Márcio Cavalcante Salmito SÃO PAULO 2012 Márcio Cavalcante Salmito Avaliação
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Regeneração espontânea da lesão do plexo braquial no gato: Relato de caso
PUBVET, Publicações em Medicina Veterinária e Zootecnia. Regeneração espontânea da lesão do plexo braquial no gato: Relato de caso Médica Veterinária Andressa Izabel Assis Freitas Resumo O plexo braquial
Anais do 38º CBA, p.1751
LEVANTAMENTO RETROSPECTIVO DE NEOPLASIAS MAMÁRIAS EM CADELAS NA CIDADE DE TERESINA-PI RETROSPECTIVE SURVEY OF MAMMARY NEOPLASMS IN BITCHES IN THE CITY OF TERESINA-PI Alinne Rosa de Melo CARVALHO 1 ; Werner
Hérnia de disco tipo III em um cão
Acta Scientiae Veterinariae, 208. 46(Suppl ): 350. CASE REPORT Pub. 350 ISSN 679-926 Hérnia de disco tipo III em um cão Type III Disc Herniation in a Dog Matheus Cézar Nerone & Gabriel Antonio Covino Diamante
RESOLUÇÃO CIRÚRGICA DE HÉRNIAS DISCAIS NO CÃO
UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO RESOLUÇÃO CIRÚRGICA DE HÉRNIAS DISCAIS NO CÃO Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária TIAGO MIGUEL FERREIRA DA CUNHA Orientador: Professor
Prepare-se para a consulta com seu médico
Prepare-se para a consulta com seu médico Para um melhor resultado quando visitar seu médico, é importante estar preparado. Quanto mais claro você descrever a sua dor, mais fácil será para seu médico ajudar
Médico Cirurgia de Coluna
Caderno de Questões Prova Objetiva Médico Cirurgia de Coluna SRH Superintendência de Recursos Humanos DESEN Departamento de Seleção e Desenvolvimento de Pessoal 01 No adulto, o tumor mais frequente na
Programa para Seleção Clínica Cirúrgica e Obstetrícia de Pequenos Animais
Programa para Seleção Clínica Cirúrgica e Obstetrícia de Pequenos Animais - Princípios cirúrgicos básicos: assepsia/antissepsia; pré, trans e pós-operatório; instrumentação cirúrgica; fundamentos em esterilização
Escrito por Vipgospel Sex, 06 de Dezembro de :00 - Última atualização Sex, 06 de Dezembro de :05
Carregar bolsas ou mochilas pesadas, postura errada, não se acomodar na cadeira, dirigir muito, ter sobrepeso ou levar uma vida sedentária. Se você se encaixa em uma (ou mais) dessas situações, provavelmente
