O Sistema do Complemento
|
|
|
- Vagner Alcaide Frade
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Programa de Pós- Graduação em Imunologia Básica e Aplicada Disciplina- Integração Imunologia Básica- Clínica O Sistema do Complemento Elyara Maria Soares Milena Sobral Espíndola
2 Tópicos a serem abordados na aula ü Definição ü Histórico ü Características ü Vias de Ativação ü Formação do Complexo de Ataque à Membrana (MAC) ü Receptores do sistema complemento ü Funções do complemento ü Regulação e inibidores do sistema complemento ü Doenças relacionadas 2
3 Definição: ~30 proteínas/glicoproteínas solúveis / membrana que consistem num dos principais mecanismos efetores da imunidade humoral e também inata. 5% das globulinas do soro ~3mg/ml (IgG ~12mg/ml) Síntese majoritária no fígado e nas células da resposta inflamatória. 3
4 Histórico: Complemento (substância termolábil) Jules Bordet, 1890 (Nobel em 1919) Soro pré- aquecido: Anticorpos anti- bactéria Complemento destruído pelo calor Soro fresco: Anticorpos anti- bactéria Presença das proteínas do complemento não ocorre lise lise celular Complemento, anticorpos e antígenos celulares são necessários para lise celular 4
5 Principais funções: ü Eliminação de microrganismos - Opsonização e Fagocitose - Lise celular ü Inflamação ü Remoção de Imunocomplexos 5
6 As proteínas do complemento: MASP2 MASP1 C2 C3 C4 Fase Inicial MBL B D Properdina Fase Tardia C5 C6 6
7 Ativação do sistema: ATIVAÇÃO Cxa Cx Cxb Proteína inativa X= 2, 3, 4, 5 7
8 VIAS DE ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO Via Clássica Via das lectinas Via alternativa Anticorpo dependente Anticorpo Independente Ativação do C3 e geração da C5 convertase Ativação do C5 Via de ataque à membrana 8
9 VIAS DE ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO Via Clássica Via das lectinas Via alternativa Anticorpo dependente Anticorpo Independente Ativação do C3 e geração da C5 convertase 9
10 ATIVAÇÃO DA VIA CLÁSSICA Primeiro complexo multimérico a ligar: C1q, C1r e C1s ATIVAÇÃO Ligação Ausência de C1q de antígeno a Ac + Ag C1 IgG : domínio CH2 IgM: domínio CH3 Patógeno ou Célula- alvo 10
11 VIA CLÁSSICA C1qr2s2 C3 CONVERTASE C5 CONVERTASE 11
12 VIA CLÁSSICA 12
13 VIAS DE ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO Via Clássica Via das lectinas Via alternativa Anticorpo dependente Anticorpo Independente Ativação do C3 e geração da C5 convertase 13
14 Programa de Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada FMRP-USP ATIVAÇÃO DA VIA DAS LECTINAS Lectina ligadora de Manose (MBL) Glicoproteína bacteriana Manose terminal MBL MASP1 MASP2 Semelhança estrutural com o Complexo C1 da via Clássica 14 MASP Mannose Associated Serine Proteases
15 VIA DAS LECTINAS C3 CONVERTASE C5 CONVERTASE 15
16 VIAS DE ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO Via Clássica Via das lectinas Via alternativa Anticorpo dependente Anticorpo Independente Ativação do C3 e geração da C5 convertase 16
17 ATIVAÇÃO DA VIA ALTERNATIVA - Filogeneticamente mais antiga +H2O +H2O Clivagem espontânea da cadeia α de C3. C3b C3b C3 C3b C3b C3b (solúvel) é inativado por hidrólise. C3 C3 C3b Patógeno C3b C3b C3b CONSTITUINTES DA PAREDE OU PRODUTOS DE PATÓGENOS ü Zimozan Parede celular de leveduras ü Ácido Teicóico bactérias Gram- positivas ü Lipopolissacarídeos bactérias Gram- negativas ü Proteases C3b se liga a parede de patógenos 17
18 VIA ALTERNATIVA Fase fluida à Hidrólise Patógeno C3b inativo D Properdina Patógeno C3 CONVERTASE Patógeno C5 CONVERTASE 18
19 VIA ALTERNATIVA 19
20 VIAS DO COMPLEMENTO Via Clássica Via das lectinas Via alternativa Anticorpo dependente Anticorpo Independente Ativação do C3 e geração da C5 convertase Ativação do C5 Via de ataque à membrana 20
21 COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA (MAC) Lise Celular Complexo de Ataque à membrana 21
22 MAC 22
23 FASE DESTRUTIVA DO SISTEMA COMPLEMENTO 23
24 RECEPTORES DO COMPLEMENTO C3aR C5aR CR1 CR1 CR3 CR1 CR1 CR3 CR3 CR4 CR4 Hemáceas Macrófagos CR4 CR3 Receptores CR1 Ligantes C3b, C4b CR2 CR4 CR1 Granulócitos CR2 CR3 C3d ic3b C3aR C5aR CR4 C3aR C5aR ic3b C3a C5a Linfócito B Células Endoteliais 24
25 FUNÇÕES DO COMPLEMENTO ü Opsonização e Fagocitose ü Estimulação inflamatória ü Citólise ü Remoção de Imunocomplexos 25
26 Opsonização e Fagocitose 26
27 27
28 Estimulação Inflamatória da permeabilidade vascular da expressão de moléculas de adesão Quimiotaxia de neutrófilos 28
29 Citólise 29
30 Remoção de Imunocomplexos 1 Ag 2 Ac 3 4
31 FUNÇÕES DO COMPLEMENTO Lise Opsonização Ativação da resposta imune Clearance Imunológico 31
32 REGULAÇÃO DO SISTEMA COMPLEMENTO 32
33 Inibidor de C1 Inibição da atividade proteolítica de C1r 2 s 2 33
34 DAF, MCP e CR1: produzidos apenas por céls. de mamíferos DAF, MCP, CR1 MCP/ MCP/ Inibição da formação da C3 Convertase 34
35 Fator I MCP/CR1 agem como cofator para ação do Fator I Clivagem de C3b 35
36 Fator H Inibição da formação da C3 Convertase Células de Mamíferos: Ácido siálico em grandes concentrações nas superfícies celulares favorecem a ligação do Fator H 36
37 CD59, Proteína S Inibição da formação do MAC 37
38 MECANISMOS DE EVASÃO COMPLEMENTO Evasão Recrutamento de Proteínas Reguladoras Mimetismo Molecular Produtos Bacterianos Schistosoma Neisseria gonorrheae Haemophilus E. coli Staphylococcus aureus Trypanosoma cruzi Staphylococcus aureus 38
39 Distribuição do complemento nas células 39
40 SISTEMA COMPLEMENTO NA DOENÇA 40
41 DOENÇAS DE IMUNOCOMPLEXOS Remoção de Imunocomplexos 41
42 C3 C3 C3 C3 INFECÇÕES BACTERIANAS PIOGÊNICAS 42
43 Programa de Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada FMRP-USP CR3 CR4 CD11 CD18 DEFICIÊNCIA DE ADESÃO LEUCOCITÁRIA (LAD) Mφ 43
44 INFECÇÕES DE REPETIÇÃO 5% indivíduos 95% 44
45 DAF HEMOGLOBINÚRIA PAROXÍSTICA NOTURNA Deficiência de DAF C3 convertase e C5 convertase na superfície dos eritrócitos Hemólise intravascular 45 DAF: fator de decaimento- aceleração MCP: proteína co- fator de membrana
46 INFECÇÕES POR NEISSERIAS 46
47 47
48 Sugestões de Leitura ü Abbas, A.K.; Lichtman, A.H., Pillai, S; Imunologia Celular e Molecular 6ªEdição, São Paulo ü Imunobiologia: O Sistema Imune na saúde na Doença; Janeway, Travers, Walport e Shlomchik; 7ª edição; ü Daniel Ricklin, George Hajishengallis, Kun Yang & John D Lambris; Complement: a key system for immune surveillance and homeostasis, Nature Immunology, September 2010, Review. 48
49 Obrigada!! 49
50 VIA CLÁSSICA ATIVAÇÃO DE C1 C1qrs IgG Membrana bacteriana 50
51 CLIVAGEM DE C4 VIA CLÁSSICA C4a C4 C1 C4b Membrana bacteriana 51
52 Via Clássica CLIVAGEM DE C2 C2a C2 C1 IgG C4b C2b Membrana bacteriana C3 convertase (C4b2b) 52
53 CLIVAGEM DE C3 VIA CLÁSSICA C3a IgG C1 C3 C4b C2b C4b C2b C3b Membrana bacteriana C3 convertase (C4b2b) C5 convertase (C4b2b3b) 53
54 Via Clássica CLIVAGEM DE C5 C5a C5 C4b C2b C3b C5b C5 convertase (C4b2b3b) 54
55 FORMAÇÃO DA C5 e MAC C5a C5 C3b Bb C3b C5b C6 C7 C8 C9 MAC (C5b6789) C5 convertase (C3bBb3b) 55
Sistema Complemento. Alessandra Barone
Sistema Complemento Alessandra Barone Sistema formado por um conjunto de proteínas séricas que quando ativadas apresentam a função de opsonização de microrganimos, recrutamento de células fagocíticas e
AULA #3 IMUNOGLOBULINAS E SISTEMA COMPLEMENTO BMI0255
AULA #3 IMUNOGLOBULINAS E SISTEMA COMPLEMENTO BMI0255 IMUNOGLOBULINAS - PROTEÍNAS SINTETIZADAS POR LINFÓCITOS B - COMPOSTAS POR DUAS CADEIAS PESADAS E DUAS CADEIAS LEVES - COMPOSTAS POR REGIÕES VARIÁVEIS
COMPLEMENTO. Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 COMPLEMENTO Monitor: Alessandro Almeida Sumário 1 Introdução...2
Sistema do Complemento. Vias de Ativação e Regulação. Atividades Biológicas de seus Produtos
Sistema do Complemento. Vias de Ativação e Regulação. Atividades Biológicas de seus Produtos O sistema do complemento é um mecanismo efetor da imunidade humoral, tanto inata como adquirida, que tem papel
O Sistema Complemento. Prof. Helio José Montassier
O Sistema Complemento Prof. Helio José Montassier Características Gerais Histórico:- o Sistema Complemento foi descoberto por Bordet & Gengou há muito tempo atrás ( 1890), como proteínas termo-lábeis presentes
O Sistema Complemento
O Sistema Complemento Prof. Helio José Montassier [email protected] (I-) Descoberta do Sistema Complemento por Bordet & Gengou (1890 ) - Bacteriólise mediada pelo Sistema Complemento (II-) Descoberta
O Sistema Complemento. Prof. Helio José Montassier
O Sistema Complemento Prof. Helio José Montassier (I-) Descoberta do Sistema Complemento por Bordet & Gengou (1890 ) - Bacteriólise mediada pelo Sistema Complemento (II-) Descoberta do Sistema Complemento
O sistema Complemento
O sistema Complemento Características Gerais Histórico:- o Sistema Complemento foi descoberto por Bordet & Gengou muitos anos atrás ( 1890), como proteínas termolábeis presentes no plasma ou no soro sanguíneo
Disciplina de Imunologia. Curso de Biomedicina. Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular
Disciplina de Imunologia Curso de Biomedicina Imunidade aos Microbios Bactéria extracelular Como o sistema imune exerce sua função fisiológica principal = Proteger o hospedeiro de infecções por agentes
Resposta Imune Humoral
Resposta Imune Humoral Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação Professora Ana Paula Peconick Tutor Karlos Henrique Martins Kalks Lavras/MG 2011 1 P ágina Ficha catalográfica preparada pela
Imunidade aos microorganismos
Imunidade aos microorganismos Características da resposta do sistema imune a diferentes microorganismos e mecanismos de escape Eventos durante a infecção: entrada do MO, invasão e colonização dos tecidos
Peço desculpa, mas perdi o documento e apenas o consegui recuperar nesta forma. Para não atrasar mais, envio-o mesmo assim.
Peço desculpa, mas perdi o documento e apenas o consegui recuperar nesta forma. Para não atrasar mais, envio-o mesmo assim. Assinale com uma cruz no(s) quadrado(s) que antecede(m) a(s)resposta(s) verdadeira(s):
SISTEMA COMPLEMENTO REVISÃO DE LITERATURA
SISTEMA COMPLEMENTO REVISÃO DE LITERATURA CLIMENI, Bruno Santi Orsi MONTEIRO, Marcos Vilkas SAMARONI, Mayco ZANATTA, Júlio Discentes da Faculdade de Medicina Veterinária de Garça / SP, FAMED/ FAEF Email:
Imunidade Adaptativa Humoral
Imunidade Adaptativa Humoral Daiani Cristina Ciliao Alves Taise Natali Landgraf Imunidade Adaptativa Humoral 1) Anticorpos: Estrutura Localização 2) Maturação de célula B: Interação dependente de célula
Resposta imune às infecções virais ou DEFESAS DO HOSPEDEIRO CONTRA OS VÍRUS
Resposta imune às infecções virais ou DEFESAS DO HOSPEDEIRO CONTRA OS VÍRUS MULTIPLICATION 1 Defesas Resposta imune frente a infecções 2 Defesas Imunidade inata Defesa e recuperação Genética Fatores séricos
RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS. Prof. Aline Aguiar de Araujo
RESPOSTA IMUNE AOS MICRORGANISMOS Prof. Aline Aguiar de Araujo INTRODUÇÃO Número de indivíduos expostos à infecção é bem superior ao dos que apresentam doença, indicando que a maioria das pessoas tem condições
ESTRATÉGIAS DE EVASÃO DE Staphylococcus aureus À IMUNIDADE INATA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA ANIMAL Disciplina: SEMINÁRIOS APLICADOS ESTRATÉGIAS DE EVASÃO DE Staphylococcus aureus À IMUNIDADE INATA
Microbiologia Veterinária. Gêneros Streptococcus e Staphylococcus
Microbiologia Veterinária Gêneros Streptococcus e Staphylococcus Gênero Streptococcus TAXONOMIA A partir da caracterização da amostra como CG+ através da coloração de Gram, a determinação da família é
ANTICORPOS. CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido
CURSO: Farmácia DISCIPLINA: Microbiologia e Imunologia Clínica PROFESSORES: Guilherme Dias Patto Silvia Maria Rodrigues Querido ANTICORPOS Anticorpo é uma globulina sintetizada por linfócitos B e principalmente
Conceitos fundamentais
Conceitos fundamentais Imunógeno ou antígeno estruturas complexas capazes de induzir resposta imune específica e reagir com os produtos da resposta imune. Tudo o que pode desencadear resposta imune para
ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO
ANTICORPOS: ESTRUTURA E FUNÇÃO Por definição, anticorpos são moléculas de glicoproteína, também chamadas de imunoglobulinas. São glicoproteínas altamente específicas sintetizadas em resposta a um antígeno,
Inflamação: - Do latim inflamare
INFLAMAÇÃO CONCEITOS: Inflamação: - Do latim inflamare Reação dos tecidos vascularizados a um agente agressor caracterizada morfologicamente pela saída de líquidos e de células do sangue para o interstício.
ESTRATÉGIAS DE EVASÃO DE Staphylococcus aureus À IMUNIDADE INATA. Federal de Goiás, Goiânia, Brasil. Universidade Federal de Goiás, Goiânia, Brasil
ESTRATÉGIAS DE EVASÃO DE Staphylococcus aureus À IMUNIDADE INATA Fernanda Antunha de Freitas 1*, Albenones José de Mesquita 2 Marília Cristina Sola 3, Natália Menezes Moreira 1, Ervaldo Lourenço de Souza
UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - INSTITUTO DE MICROBIOLOGIA PAULO DE GÓES CURSO ENFERMAGEM
PROFESSOR RESPONSÁVEL Maria Isabel Madeira Liberto CARGA HORÁRIA 180h PERÍODO DE REALIZAÇÃO UFRJ - UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO IMPPG - CURSO ENFERMAGEM CÓDIGO DISCIPLINA TEÓRICA LABORATÓRIOS
PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES. FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1
PROPRIEDADES E VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS IMUNES FARMÁCIA PROFa SIMONE PETRI AULA - 1 INTRODUÇÃO A função fisiológica do sistema imune é a defesa contra micro-organismos infecciosos. Entretanto, mesmo
Aspectos Moleculares da Inflamação:
Patologia Molecular Lucas Brandão Aspectos Moleculares da Inflamação: os mediadores químicos inflamatórios Inflamação São uma série de eventos programados que permitem com que Leucócitos e outras proteínas
Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21)
Imunologia Introdução ao Sistema Imune Módulo Imunopatológico I (MED B21) Lairton Souza Borja Objetivos 1. O que é o sistema imune (SI) 2. Revisão dos componentes do SI 3. Resposta imune inata 4. Inflamação
A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva.
Universidade Federal de Pernambuco Centro de Ciências da Saúde Departamento de Parasitologia PET A importância hematofágica e parasitológica da saliva dos insetos hematófagos. Francinaldo S.Silva. Maria
EM INGLÊS EM ESPANHOL SHQIP - ALBANÊS. Dê a sua opinião CONTATO BUSCA DR MYRES HOPKINS ESCOLA DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DA CAROLINA DO SUL
1 http://pathmicro.med.sc.edu/portuguese/immuno-port-chapter2.htm IMUNOLOGIA CAPÍTULO DOIS - SISTEMA COMPLEMENTO Gene Mayer, Ph.D. Tradução: PhD. Myres Hopkins EM INGLÊS EM ESPANHOL SHQIP - ALBANÊS Dê
Ana Carolina Étori Aguiar
Ana Carolina Étori Aguiar SUMÁRIO Conceito; Imunidade Inata Componentes; Reconhecimento de microrganismos; Mecanismos efetores; Distúrbios congênitos e alterações na Imunidade Inata; Desafios e Previsões.
Resposta inicial que, em muitos casos, impede a infecção do hospedeiro podendo eliminar os micróbios
Resposta inicial que, em muitos casos, impede a infecção do hospedeiro podendo eliminar os micróbios Células da imunidade inata (macrófagos e neutrófilos) chegam rapidamente e em grande número no foco
Sistema Complemento. Sistema Complemento. Sistema Complemento 21/02/14. Profa. Dra. Flávia Gehrke
Sistema Complemento Sistema Complemento É um conjunto formado por mais de 30 proteínas circulantes que interagem com outras moléculas do sistema imune Podem ser encontradas solúveis no plasma ou ligadas
FICOLINAS, PENTRAXINAS, COLECTINAS, COMPLEMENTO. SoLUVEL. PRRs TLR, CLR, SCAVENGER RECEPTOR MEMBRANA. CITOplasmaticos. NLR, RLRs
SoLUVEL FICOLINAS, PENTRAXINAS, COLECTINAS, COMPLEMENTO PRRs MEMBRANA TLR, CLR, SCAVENGER RECEPTOR CITOplasmaticos NLR, RLRs MOLÉCULAS DE RECONHECIMENTO DE PADRÕES Colectinas : MBL sp-a sp-d FICOLINA :
Prática 00. Total 02 Pré-requisitos 2 CBI257. N o. de Créditos 02. Período 3º. Aprovado pelo Colegiado de curso DATA: Presidente do Colegiado
1 Disciplina IMUNOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Departamento DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Carga Horária Semanal Pré-requisitos Teórica 02 Prática 00 Total 02 Pré-requisitos Unidade ICEB Código CBI126
IMUNOLOGIA CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM
IMUNOLOGIA 2016.1 CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Professora Mayra Caires Pires IMUNOLOGIA 2016.1 CONCEITOS IMPORTANTES E BREVE HISTÓRICO Professora Mayra Caires Pires Conceituando Origem e signicado da palavra:
Resposta Inata. Leonardounisa.wordpress.com
Resposta Inata t: @professor_leo Inst: @professorleonardo Leonardounisa.wordpress.com Características Primeira linha de defesa Estão presentes antes do encontro com o agente agressor São rapidamente ativados
CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2005 e 1 o semestre letivo de 2006 CURSO de MEDICINA VETERINÁRIA - Gabarito Verifique se este caderno contém: INSTRUÇÕES AO CANDIDATO
Resposta inflamatória aguda sob a ótica imunológica
Resposta inflamatória aguda sob a ótica imunológica Tecnologias de Informação e Comunicação Professora Ana Paula Peconick Tutor Karlos Henrique Martins Kalks Lavras/MG 2011 1 P ágina Ficha catalográfica
Imunidade aos Agentes Infecciosos
Imunidade aos Agentes Infecciosos Juliana Micássio Agentes Infecciosos Roteiro de aula : Imunidade aos agentes infecciosos Primeira linha de defesa: Barreiras epiteliais Segunda linha defesa : Mecanismos
Prof. Gilson C. Macedo. Fases da resposta de células T. Principais características da ativação de células T. Sinais necessários
Ativação de Linfócitos T Para que ocorra ação efetora das células T há necessidade de ativação deste tipo celular. Prof. Gilson C. Macedo Fases da resposta de células T Fases da resposta de células T Ativação
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS
Microbiologia e Imunologia Clínica
Estudo dos mecanismos naturais de defesa contra doenças. Microbiologia e Imunologia Clínica Estudo do sistema imune do corpo e suas funções e alterações. Profa. Ms. Renata Fontes Fundamentos da Imunologia
Faculdade da Alta Paulista
Plano de Ensino Disciplina: Imunologia Curso: Biomedicina Período Letivo: 2017 Série: 2 Obrigatória (X) Optativa ( ) CH Teórica: 80h CH Prática: CH Total: 80h Obs: Objetivos: Saber diferenciar as respostas
Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos.
Os anticorpos são proteínas específicas (imunoglobulinas) capazes de se combinarem quimicamente com os antigénios específicos. Ä Os anticorpos apenas reconhecem algumas regiões da membrana do antigénio
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo
Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo Os microrganismos patogênicos são capazes de provocar doenças? A principal função do sistema imunológico é, prevenir ou limitar infecções causadas
CITOCINAS/INTERLEUCINAS. Universidade Estadual Paulsita Imunologia Veterinária Prof. Helio Montassier Andréa Maria C. Calado
CITOCINAS/INTERLEUCINAS Universidade Estadual Paulsita Imunologia Veterinária Prof. Helio Montassier Andréa Maria C. Calado Introdução Respostas imunes: interações entre as diferentes populações celulares.
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 IMUNOPARASITOLOGIA Monitor: Alessandro Almeida Sumário 1 Introdução...1
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
1 MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP 2 RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS - BARREIRAS 1. Barreiras
Sistema Imunitário. Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os
O que é a Imunidade? Estado especifico de protecção do organismo permitindo-lhe reconhecer agentes infecciosos ou estranhos neutralizando-os e eliminando-os Funções: Eliminação de agentes estranhos no
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM. Professor(a) Mayra Caires Pires
CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM Professor(a) Mayra Caires Pires IMUNOLOGIA 2016.1 O SISTEMA IMUNOLÓGICO Profa Mayra Caires Pires Histórico O que é? Sistema responsável pelo reconhecimento e pela resposta
PLANO DE CURSO 1ª SÉRIE ANO: 2008
PLANO DE CURSO 1ª SÉRIE ANO: 2008 CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: SAÚDE COLETIVA DISCIPLINA: IMUNOLOGIA BÁSICA CARGA HORÁRIA: 72h/a PROFESSORES: Prof. Dr. Valmir Laurentino Silva Prof a. Dr a. Maria das
Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas
Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas Estrutura de uma molécula de anticorpo Imunoglobulinas. São glicoproteínas heterodiméricas e bifuncionais
Métodos para detecção de alérgenos em alimentos. Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense
Métodos para detecção de alérgenos em alimentos Gerlinde Teixeira Departamento de Imunobiologia Universidade Federal Fluminense Antigenos vs Alérgenos Antigeno Imunógeno Qualquer substância capaz de estimular
Imunidade a Tumores. Prof Vanessa Carregaro Departamento de Bioquímica e Imunologia FMRP-USP
Imunidade a Tumores Prof Vanessa Carregaro Departamento de Bioquímica e Imunologia FMRP-USP Ribeirão Preto Abril, 2018 Câncer Hipócrates, por volta do ano 400 a.c Câncer: As veias que irradiam a partir
Reações de Hipersensibilidade
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Reações de Hipersensibilidade Conceito Todos os distúrbios causados pela resposta imune são chamados de doenças de Hipersensibilidade Prof. Gilson C.Macedo Classificação
Tema 06: Proteínas de Membrana
Universidade Federal do Amazonas ICB Dep. Morfologia Disciplina: Biologia Celular Aulas Teóricas Tema 06: Proteínas de Membrana Prof: Dr. Cleverson Agner Ramos Proteínas de Membrana Visão Geral das Proteínas
DETERMINAÇÃO DOS GRUPOS SANGÜÍNEOS ABO
DETERMINAÇÃO DOS GRUPOS SANGÜÍNEOS ABO INTRODUÇÃO Foi no início do século XX que a transfusão de sangue, adquiriu bases mais científicas. Em 1900 foram descritos os grupos sanguíneos A, B e O por Landsteiner
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia. Imunogenética. Silva Júnior, R L. M.Sc. UCG/BIO
Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Imunogenética Hematopoese Glóbulos brancos (leucócitos) Glóbulos vermelhos (eritrócitos) Plaquetas Tecido hematopoiético Glóbulos brancos
Apoptose em Otorrinolaringologia
Apoptose em Otorrinolaringologia Teolinda Mendoza de Morales e Myrian Adriana Pérez García Definição A apoptose é um processo biológico existente em todas as células de nosso organismo, conhecida desde
Resposta imune inata e adaptativa. Profa. Alessandra Barone
Resposta imune inata e adaptativa Profa. Alessandra Barone Resposta imune Resposta imunológica Reação a componentes de microrganismos, macromoléculas como proteínas, polissacarídeos e substâncias químicas
Augusto Adolfo Borba. Miriam Raquel Moro Conforto. Shutterstock/Sebastian Kaulitzki; istockphoto.com/henrik Jonsson; Wikimedia Commons/Elliotte Fry
AUTORIA: EDIÇÃO DE CONTEÚDO: EDIÇÃO: CRÉDITO DA IMAGEM DE ABERTURA: PROJETO GRÁFICO: Augusto Adolfo Borba Luciane Lazarini Miriam Raquel Moro Conforto Shutterstock/Sebastian Kaulitzki; istockphoto.com/henrik
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias, Vírus, Parasitas Metazoários) Prof. Helio José Montassier / FCAVJ-UNESP RESUMO:-MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES
Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos
Células e órgãos especializados em defesa CÉLULAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO Resposta imune Inata Resposta imune específica Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos Quem são os invasores? Quem são os invasores?
Staphylococcus. Gram positivo - Forma esférica; - Reacção ao método de Gram; - Ausência de endosporos
Gram positivo - Forma esférica; - Reacção ao método de Gram; - Ausência de endosporos Aeróbios catalase positivos Staphylococcus, Micrococcus, Kocuria, Kytococcus e Alloiococcus; Aeróbios catalase negativos
Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira Ano: 2008 RESUMO SOBRE O SISTEMA IMUNE
1 Professor: Edilberto Antônio Souza de Oliveira Ano: 2008 RESUMO SOBRE O SISTEMA IMUNE O sistema imune tem como principal finalidade a defesa do organismo contra as doenças infecciosas, ou seja, resistência
Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos
Células e órgãos especializados em defesa CÉLULAS DO SISTEMA IMUNITÁRIO Resposta imune Inata Resposta imune específica Profa. MsC Priscila P. S. dos Santos Quem são os invasores? Quem são os invasores?
Tecido sanguíneo. Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto
Tecido sanguíneo Prof. Msc. Roberpaulo Anacleto Transporte Regulação Proteção Funções do Sangue Sangue É um tecido conjuntivo especializado pois apresenta sua matriz extracelular totalmente fluida. O sangue
Questionário - Proficiência Clínica
Tema IMUNOLOGIA BÁSICA Elaborador Texto Introdutório João Renato Rebello Pinho, Médico Patologista Clínico, Doutor em Bioquímica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Hospital Israelita
IMUNIDADE INATA. Profa. Rosa Maria Tavares Haido Profa. Associada Disciplina de Imunologia
Profa. Rosa Maria Tavares Haido Profa. Associada Disciplina de Imunologia Barreiras Físicas Pele e Mucosas integridade colonização rompimento Cirurgia,queimadura, perfuração. Etc. aderência Pili, PTN M,
SANDRA BERTELLI RIBEIRO DE CASTRO LABORATÓRIO DE IMUNOLOGIA. Aviso: Início das aulas práticas
ANTÍGENO E ANTICORPO SANDRA BERTELLI RIBEIRO DE CASTRO LABORATÓRIO DE IMUNOLOGIA Aviso: Início das aulas práticas Laboratório de Imunologia, Departamento de Parasitologia, Microbiologia e Imunologia, Instituto
28.03. As plaquetas são os elementos figurados do sangue responsáveis pela coagulação sanguínea.
BIO 10E aula 28 28.01. Para fazer a defesa do organismo, alguns leucócitos podem atravessar a parede dos vasos sanguíneos e atuar no tecido conjuntivo. Este processo é denominado diapedese. 28.02. A coagulação
Auto-imunidade Doenças auto-imunes. Sandra Bertelli Ribeiro [email protected] Doutoranda Lab. de Imunologia
Auto-imunidade Doenças auto-imunes Sandra Bertelli Ribeiro [email protected] Doutoranda Lab. de Imunologia Célula tronco-hematopoiética Pluripotente. - Progenitor linfóide comum - Progenitor
03/03/2015. Acúmulo de Leucócitos. Funções dos Leucócitos. Funções dos Leucócitos. Funções dos Leucócitos. Inflamação Aguda.
Acúmulo de Leucócitos Os leucócitos se acumulam no foco inflamatório seguindo uma sequência de tempo específica Neutrófilos (6-12 h) Monócitos: Macrófagos e céls. dendríticas (24-48 h) Linfócitos e plasmócitos
Resposta Imunológica celular. Alessandra Barone
Resposta Imunológica celular Alessandra Barone Resposta mediada pelos linfócitos T: TCD4 e TCD8 Resposta contra microrganismos que estão localizados no interior de fagócitos e de células não fagocíticas
Imunidade adaptativa celular
Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada Disciplina RIM 5757 Integração Imunologia Básica-Clínica Imunidade adaptativa celular Cássia
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Imunologia Professor: Ana Lucila dos Santos Costa E-mail: [email protected] Código: Carga Horária: 40h Créditos:
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO
UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10
Imunologia dos Tr T ansplantes
Imunologia dos Transplantes Base genética da rejeição Camundongos isogênicos - todos os animais possuem genes idênticos Transplante de pele entre animais de linhagens diferentes rejeição ou aceitação depende
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias e Vírus) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP
MECANISMOS DE IMUNIDADE CONTRA AGENTES INFECCIOSOS (Bactérias e Vírus) PROF. HELIO JOSÉ MONTASSIER / FCAVJ-UNESP RESUMO:- MECANISMOS DE IMUNIDADE INATA DO HOSPEDEIRO CONTRA AGENTES INFECCIOSOS - BARREIRAS
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes
Rejeição de Transplantes Doenças Auto-Imunes Mecanismos da rejeição de transplantes Envolve várias reações de hipersensibilidade, tanto humoral quanto celular Habilidade cirúrgica dominada para vários
PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE
PAULO EDUARDO BRANDÃO, PhD DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA E SAÚDE ANIMAL FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO 1. DEFINIÇÃO 2. PRINCÍPIO 3. APLICAÇÕES
Resposta imune adquirida
Resposta imune adquirida Resposta imune adquirida Também denominada: - Resposta imune tardia - Resposta imune adaptativa É caracterizada por ocorrer em períodos mais tardios após o contato com um agente
Células envolvidas. Fases da RI Adaptativa RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA. Resposta Imune adaptativa. Início da RI adaptativa 24/08/2009
RESPOSTA IMUNE ADAPTATIVA Prof. Renato Nisihara Resposta Imune adaptativa Características: Apresenta especificidade antigênica Diversidade Possui memória imunológica Dirigida principalmente a Ag protéicos
TECIDO CONJUNTIVO 28/07/2015. Origem mesodérmica; Grande quantidade de substância intercelular: Profº Fernando Teixeira @biovestiba. Vascularizado.
TECIDO CONJUNTIVO Origem mesodérmica; Profº Fernando Teixeira @biovestiba Grande quantidade de substância intercelular: o Substância fundamental; o Proteínas colágenas ou elásticas; Vascularizado. Preenchimento;
Capítulo 1. Imunologia
19 Capítulo 1 Imunologia Antônio Teva José Carlos Couto Fernandez Valmir Laurentino Silva 1. Introdução à Imunologia A imunologia é uma ciência recente. Sua origem é atribuída, por alguns autores, a Edward
ANEMIAS HEMOLÍTICAS. Hye, 2013 www.uff.br/hematolab
ANEMIAS HEMOLÍTICAS Hye, 2013 www.uff.br/hematolab Anemias Hemolíticas Destruição acelerada de eritrócitos; Podem ser destruídas na medula óssea, no sangue periférico ou pelo baço; drjeffchandler.blogspot.com
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DE DROGAS IMUNOBIOLÓGICAS EM UTILIZAÇÃO NO BRASIL Dra. Ana Cristina de Medeiros Ribeiro Reumatologista do HC FMUSP e CEDMAC Doutoranda pela FMUSP IMUNOBIOLÓGICOS NO BRASIL Anti-TNF
INFLAMAÇÃO. Processos Imunológicos e Patológicos PROCESSO INFLAMATÓRIO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE BIOMEDICINA Processos Imunológicos e Patológicos INFLAMAÇÃO Prof.: Hermínio M. da R.Sobrinho PROCESSO INFLAMATÓRIO A inflamação constitui uma resposta imune
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE. Prof. Dr. Helio José Montassier
REAÇÕES DE HIPERSENSIBILIDADE Prof. Dr. Helio José Montassier Ppais. OBJETIVOS da Aula de Hipersensibilidades:- 1- Compreender a classificação de reações de hipersensibilidade 2- Conhecer as doenças associadas
IV - IMUNOGLOBULINAS
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 IV - IMUNOGLOBULINAS Sumário Monitor: Bruno Bezerril 1. Definição....
ESTUDO DIRIGIDO 13 EVOLUÇÃO DO SISTEMA IMUNE INATO Adaptado do Capítulo 16 do Livro Imunobiologia de Janeway - 7ª Edição.
1 ESTUDO DIRIGIDO 13 EVOLUÇÃO DO SISTEMA IMUNE INATO Adaptado do Capítulo 16 do Livro Imunobiologia de Janeway - 7ª Edição. Mariana Monezi Borzi (Estagiária de docência da Disciplina de Imunologia C. Biol.
Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais
Bibliografia e tópicos para a prova de seleção 2013 (Mestrado / Doutorado) Área de Biologia Craniofacial e Biomateriais Tópicos - Mestrado e Doutorado (prova teórica*) *O candidato poderá excluir um número
