VELOCIDADE DO SOM EM METAIS
|
|
|
- Cristiana Rodrigues Cerveira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 VELOCIDADE DO SOM EM METAIS INTRODUÇÃO A propagação de ondas mecânicas em um meio material dá-se pela transmissão de vibrações das partículas constituintes do meio, produzidas pela fonte geradora da onda. Quando a vibração é paralela à direção de propagação, a onda é chamada de longitudinal. O som é um exemplo de uma onda mecânica longitudinal. Uma onda se diz transversal quando produz vibrações perpendiculares à direção de propagação. Além de ondas longitudinais e transversais, perturbações mecânicas em um sólido podem produzir, também, ondas de torção. As propriedades do meio que determinam a velocidade de propagação de uma onda mecânica são a inércia e a elasticidade. A elasticidade do meio dá origem a forças restauradoras e a inércia determina como o meio responde a tais forças. Em um sólido, a velocidade v de propagação de pulsos longitudinais é dada por Y v, em que Y é o módulo de Young, que caracteriza a elasticidade, e é a densidade, que caracteriza a inércia do meio. A Tab. 1 mostra valores de Y, e v para alguns metais. Tabela 1 Módulo de Young, densidade e velocidade do som para alguns metais (as incertezas são menores que 1%) Material Y (1 11 N/m 2 ) (13kg/m3) v (km/s) Alumínio,7 2,7 5,1 Cobre 1,25 8,96 3,56 Ferro 2,6 7,86 5,13 Aço 2, 7,81 a 7,9 5,13 Latão,9 8,44 a 8,6 3,3
2 Neste experimento, pretende-se medir a velocidade de propagação do som em barras metálicas. Soltando-se uma barra verticalmente, observa-se que ela pula ao atingir o piso. Esse fato pode ser explicado como se segue. Quando a barra se choca contra o piso, é produzido um pulso de compressão na sua extremidade inferior. Esse pulso propaga-se ao longo da barra e, ao atingir a extremidade superior dela, é refletido, retornando à extremidade inferior. O pulso, ao atingir a extremidade inferior, restaura a forma original da barra, que, por sua vez, exerce uma força para baixo sobre o piso. O piso, em reação, exerce uma força para cima sobre a barra, fazendo-a saltar. Durante o tempo em que o pulso sobe e desce ao longo da barra, esta permanece em contato com o piso. Sendo l o comprimento da barra e t c o intervalo de tempo em que esta fica em contato com o piso, a velocidade do pulso é dada por 2l v. t c Portanto, medindo-se l e t c, pode-se obter a velocidade do pulso. PARTE EXPERIMENTAL Objetivo Determinar a velocidade de propagação de um pulso longitudinal em barras de metal. Material utilizado Fonte de tensão contínua, capacitor eletrolítico, resistor, multímetro digital, barras metálicas e trena. Procedimento 1 O tempo necessário para um pulso percorrer uma barra metálica de 1 m de comprimento é menor que um milésimo de segundo (ver Tab. 1). Como cronômetros convencionais não são adequados para se medirem tempos dessa ordem, um outro tipo de relógio deve ser empregado. Nesse caso, o relógio utilizado para medir o tempo t c baseia-se na medida de descarga de um capacitor em um circuito RC (ver detalhes no experimento de circuito RC). 1 SPEZIALI, N.L; VEAS LETELIER, E F.O; Ondas Longitudinais: Determinação da Velocidade do Som Em Metais. Rev. Ens. de Fis. 8/1, 3-9 (1986).
3 A montagem utilizada nesta experiência está mostrada, esquematicamente, na Fig. 1. Ligando-se momentaneamente a chave S, o capacitor carrega-se até atingir a voltagem V da fonte. Ao soltar-se a barra, o capacitor descarrega-se através do resistor R, durante o tempo em que a barra permanece em contato com a base metálica. C V l Barra R S Base Figura 1 - Diagrama esquemático da montagem, mostrando o circuito utilizado para medir o tempo de contato entre a barra e a base metálicas; para carregar-se o capacitor, liga-se momentaneamente a chave S ; na colisão, enquanto a barra estiver em contato com a base, o capacitor C se descarregará através do resistor R. A tensão elétrica no capacitor é indicada no voltímetro V. Durante a descarga, a voltagem V(t) em um capacitor decresce com o tempo t de acordo com a equação ( t / ) V ( t) V e, em que = RC é chamado de constante de tempo do circuito. Se a barra for solta sucessivas vezes, o valor de tensão V f, depois de cada colisão, está relacionado com o valor V i, antes da colisão, por V f i ( t c / ) V e. Neste experimento, devem ser tomados os seguintes cuidados: observe a polaridade do capacitor eletrolítico antes de ligar a fonte;
4 ajuste a tensão da fonte para zero Volt e aumente-a gradativamente, atentando para o valor máximo que o sistema admite; ao soltar a barra, posicione-a, no máximo, a 15 cm acima da base metálica, para evitar que a ponta dela se amasse; cuide para que a barra caia verticalmente, sem girar. Montada a instrumentação como ilustrado na Fig.1, ligue a chave para carregar o capacitor. Há duas maneiras distintas de se realizarem as medidas e de se fazer o tratamento dos dados obtidos. No Procedimento I, os dados relacionam-se linearmente e o ajuste faz-se por regressão linear. No Procedimento II, utiliza-se um processo de ajuste direto da curva obtida ou um processo de linearização seguido de uma regressão linear. Para orientar sua escolha, leia previamente os dois procedimentos. Procedimento I Desconecte a chave S, anote o valor da tensão no capacitor e solte imediatamente a barra. Depois de ela colidir com a base, segure-a no ar, antes que caia novamente; anote o novo valor da tensão. Repita esse procedimento várias vezes, anotando os valores das tensões V i no capacitor, antes, e V f, após, cada colisão. Se necessário, carregue novamente o capacitor para fazer outras medidas. Faça um esboço qualitativo do gráfico que representa a tensão no capacitor em função do tempo, desde o instante em que você começou as medidas até a quarta colisão da barra com a base. Observe a queda de tensão que ocorre sem haver contato da barra com a base e a flutuação na indicação do voltímetro imediatamente após cada colisão. Faça, com os valores obtidos, um gráfico de V f versus V i. Com base nesse gráfico, determine o tempo t c de contato da barra com a base e a velocidade de propagação do pulso com sua respectiva incerteza. Compare os resultados obtidos experimentalmente com os valores apresentados na Tab. 1. Avalie as possíveis causas de erros neste experimento. Procedimento II Anote o valor inicial da tensão e desconecte a chave S. Solte imediatamente a barra e, depois de ela colidir com a base, segure-a; leia e anote rapidamente a tensão. Solte novamente a barra e segure-a; leia e anote a tensão. Repita esse processo até atingir um valor bem baixo de tensão.
5 Em cada colisão, a barra fica em contato com a base por um intervalo de tempo t = t c. Então, depois de n colisões, a barra terá ficado em contato com a base durante um tempo n t = n t c. Assim, a tensão elétrica entre as placas do capacitor pode ser escrita dessa forma: V n V e ( nt c / ) Faça um gráfico de V n versus n. Pode-se obter o tempo de contato da barra t c por meio de uma linearização seguida de uma regressão linear dos dados. Um outro processo, bem mais rápido, consiste em se fazer diretamente o ajuste de uma função exponencial. Uma vez desenhada a curva com os valores observados, use o programa de ajuste, escolhendo a opção de ajuste com decaimento exponencial de primeira ordem. Isso feito, o programa vai ajustar os dados à curva exponencial y y A e [ ( xx / t 1 )] 1 e dará como resultados os parâmetros y o, A 1, x o e t 1 com suas respectivas incertezas. A partir desses resultados, calcule a velocidade de propagação do pulso e sua respectiva incerteza. Compare os resultados obtidos experimentalmente com os apresentados na Tab. 1, avaliando os erros cometidos e a possível causa de cada um deles.
Departamento de Física e Química Laboratório de Física Experimental ll Velocidade do Som em Metais
Departamento de Física e Química Laboratório de Física Experimental ll Velocidade do Som em Metais 1. Introdução A propagação das ondas mecânicas através de um meio material se dá pela transmissão das
Ondas Estacionárias em uma Corda
Ondas Estacionárias em uma Corda INTRODUÇÃO Ondas estacionárias em uma corda finita Em uma corda uniforme de densidade linear de massa, submetida a uma tensão T, a velocidade de propagação v de um pulso
Identifique, no circuito, o sinal da carga em cada uma das placas do capacitor
CIRCUITO RC INTRODUÇÃO Considere o circuito mostrado na Fig. 1 com a chave S na posição intermediária entre A e B e o capacitor C inicialmente descarregado. Se a chave S for fechada em A, a fonte ε alimentará
DESCARGA EM CIRCUITO RC
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) 2 o SEMESTRE DE 2013 Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / 1. Introdução
Experimento - Estudo de um circuito RC
Experimento - Estudo de um circuito RC. Objetivos Verificar graficamente a validade da equação desenvolvida para carga e descarga de um capacitor. Determinar a constante de tempo de um circuito RC nas
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
1. OBJETIVO Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
RELATÓRIO DE PRÁTICA EXPERIMENTAL FIS Física Experimental II ONDAS DA CORDA AO SOM
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA RELATÓRIO DE PRÁTICA EXPERIMENTAL FIS01260 - Física Experimental II ONDAS DA CORDA AO SOM Porto Alegre, 28 de Maio de 2015. Nome: Vítor de
Aula Prática: Determinação da resistência interna de uma bateria e uso de regressão linear para determinação da equação de uma reta
Aula Prática: Determinação da resistência interna de uma bateria e uso de regressão linear para determinação da equação de uma reta Introdução Observe o circuito representado na figura ao lado em que uma
Relatório: Experimento 1
Relatório: Experimento 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Nome 4: Assinatura 4: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na Figura 1.11
Aula Prática: Determinação da resistência interna de uma bateria e uso de regressão linear para determinação da equação de uma reta
Aula Prática: Determinação da resistência interna de uma bateria e uso de regressão linear para determinação da equação de uma reta Introdução Observe o circuito representado na figura ao lado em que uma
4 Seja um circuito composto por um resistor R e um capacitor C, associados em série, alimentado por um gerador cuja voltagem gerada é dada por V g
PRÉ-RELATÓRIO 7 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 8, Experimento 7 Circuitos RC em corrente alternada, e responda às questões que seguem. 1 Qual é o significado de reatância capacitiva X C?
Lab.05 Capacitor em Regime DC e AC
Lab.05 Capacitor em Regime DC e AC. Capacitor em regime DC (corrente contínua) OBJETIVOS Verificar experimentalmente o carregamento e o descarregamento de um capacitor utilizando tensão DC. TEORIA Ao aplicarmos
Carga e Descarga de Capacitores
Carga e Descarga de Capacitores Introdução O capacitor é um dispositivo capaz de armazenar energia elétrica sob a forma de um campo eletroestático. Quanto ligamos um capacitor a uma fonte de energia o
Física Experimental III - Experiência E6
Física Experimental III - Experiência E6 Carga e descarga de capacitores OBJETIVOS Estudo do circuito RC-série com corrente contínua. Evolução temporal da corrente elétrica num circuito envolvendo carga
E03 - CAMPO ELÉTRICO E MAPEAMENTO DE EQUIPOTENCIAIS. Figura 1: Materiais necessários para a realização desta experiência.
E03 - CAMPO ELÉTRICO E MAPEAMENTO DE EQUIPOTENCIAIS 1- OBJETIVOS Traçar as equipotenciais de um campo elétrico, em uma cuba eletrolítica. Determinar o campo elétrico, em módulo, direção e sentido, devido
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
6.1 Relatório 1 74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS. Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma:
74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS 6.1 Relatório 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES Introdução O capacitor é um componente eletrônico constituído de duas placas condutoras de corrente elétrica separadas por um material isolante denominado de dielétrico
Aula Prática 6. Carga e Descarga de Capacitores. Depto Química e Física - CCENS/UFES
Aula Prática 6 Carga e Descarga de Capacitores Depto Química e Física - CCENS/UFES Estratégia: Montagem e operação de circuitos elétricos visando ao estudo de leis fundamentais de análises de circuitos.
BC Fenômenos Mecânicos. Experimento 1 - Roteiro
BC 0208 - Fenômenos Mecânicos Experimento 1 - Roteiro Movimento Retilíneo Uniforme (MRU) Professor: Turma: Data: / /2015 Introdução e Objetivos Na disciplina de Fenômenos Mecânicos estamos interessados
BC 0205 Fenômenos Térmicos
BC 0205 Fenômenos Térmicos Experimento 2 Roteiro Dilatação dos metais Professor: Data: / /2016 Turma: Turno: Proposta Compreender o efeito de dilatação (contração) térmica em metais e determinar o coeficiente
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM
EXPERIMENTO 2: ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E A LEI DE OHM 2.1 OBJETIVOS Ler o valor nominal de cada resistor através do código de cores. Medir as resistências equivalentes das associações Verificar o comportamento
Laboratório de Física UVV
/9 Carga e Descarga de Capacitores Professor: Alunos: Turma: Data: / /20 : 2: 3: 4: 5:.. Objetivos: Levantar as curvas características de carga e descarga de capacitores; Determinar a capacitância através
FÍSICA EXPERIMENTAL 3001
FÍSICA EXPERIMENTAL 3 EXPERIÊNCIA CIRCUITO RC EM CORRENTE CONTÍNUA. OBJETIVOS.. Objetivo Geral Apresentar aos acadêmicos um circuito no qual se observa o carregamento de um capacitor e sua posterior descarga
Experimento 1: Resistores, Voltagem, Corrente e Lei de Ohm
8 1. Roteiros da Primeira Sequência Experimento 1: Resistores, Voltagem, Corrente e Lei de Ohm 1.1.1 Objetivos Fundamentar os conceitos de resistência e resistor. Conhecer o código de cores, utilizado
O CIRCUITO RC. Objetivo do Experimento: Investigar o processo de carga e de descarga de um capacitor.
O CIRCUITO RC Material utilizado: - Uma fonte de f.e.m. CC variável (0 30 V) - Um capacímetro (0 2 mf) - Um voltímetro (0 50 V, impedância de entrada de 1 MΩ) - Um ohmímetro (0 1 MΩ) - Uma chave Morse
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1. OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.
Relatório: Experimento 3
Relatório: Experimento 3 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma: Procedimento I Q1 (0,5 ponto) Apresente os valores experimentais encontrados para τ e t 1/2 do circuito
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO
22 4.2 Experimento 2: Resistência e Resistores, Voltagem, Corrente e Lei de Ohm 4.2.1 Objetivos Fundamentar os conceitos de resistência e resistor. Conhecer o código de cores, utilizado para especificar
BC Fenômenos Mecânicos. Experimento 4 - Roteiro
BC 0208 - Fenômenos Mecânicos Experimento 4 - Roteiro Colisões Elásticas e Inelásticas Professor: Turma: Data: / /2015 Introdução A lei da conservação do momento linear é tão importante quanto a lei de
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES Introdução O capacitor é um componente eletrônico constituído de duas placas condutoras de corrente elétrica separadas por um material isolante denominado de dielétrico
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1. OBJETIO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1 OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada 2
Apresentação: Movimento unidimensional
Apresentação: Movimento unidimensional INTRODUÇÃO Um objeto em movimento uniformemente acelerado, ou seja, com aceleração constante, é um importante caso da cinemática. O exemplo mais comum desse tipo
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 7
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno Noturno Data : / / Experiência 7 MAPEAMENTO DE CAMPO MAGNÉTICO
Laboratório de Física
Laboratório de Física Experimento 06: Oscilações Disciplina: Laboratório de Física Experimental I Professor: Turma: Data: / /20 Alunos: 1: 2: 3: 4: 5: 1/11 06 Oscilações 1.1. Objetivos Determinar as constantes
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CIRCUITOS RLC COM ONDA QUADRADA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL FÍSICA EXPERIMENTAL III CIRCUITOS RLC COM ONDA QUADRADA 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar a variação de voltagem
Introdução a Práticas de Laboratório em Eletricidade e Eletrônica EEX11-S72
Introdução a Práticas de Laboratório em Eletricidade e Eletrônica EEX-S Segunda Prática de Laboratório: Circuito RC série, carga e descarga de capacitores Experimento : Circuito RC série carga de capacitores
Experimento II Lei de Ohm e circuito RC
Experimento II Lei de Ohm e circuito RC Objetivos específicos da Semana III O objetivo principal da experiência da Semana III é estudar o fenômeno de descarga de um capacitor, usando para isso um tipo
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Experimento 5 Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 5.2 Introdução Nas aulas anteriores
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal. Indutância mútua.
Capítulo 6 Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal. Indutância mútua. 6.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 6.2 Introdução
FAÇA DE ACORDO COM O QUE SE PEDE EM CADA QUESTÃO
FAÇA DE ACORDO COM O QUE SE PEDE EM CADA QUESTÃO 01) Um cano horizontal possui um diâmetro interno de 20 mm e a diferença de pressão entre suas extremidades é 1,0 atm. Por ele deverá passar 1,5 m 3 de
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) 2 o SEMESTRE DE 2013 Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / Experiência
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 5 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 5.2 Introdução Nas aulas anteriores estudamos
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 3 3.1 Material resistores de 1 kω e 100 Ω. 3.2 Introdução Nas aulas anteriores estudamos o comportamento de circuitos resistivos com tensão constante.
Mecânica e Ondas. Ondas estacionárias em cordas vibrantes
Mecânica e Ondas Ondas estacionárias em cordas vibrantes Objectivo Estudo das ondas estacionárias em cordas vibrantes. Estudo da variação da frequência de ressonância da onda com a tensão e o comprimento
2 Qual é valor da reatância capacitiva para um sinal de freqüência f = 5kHz em um capacitor de
PRÉ-RELATÓRIO 7 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 7, PARTE A Circuitos RC em corrente alternada, e responda às questões que seguem. 1 Qual é o significado de reatância capacitiva X C? Como
MULTITESTE. Objetivo. Conhecer o funcionamento do multiteste (multímetro) básico. 8.1 Introdução
8aula Multiteste 43 8aula MULTITESTE Objetivo Conhecer o funcionamento do multiteste (multímetro) básico. 8.1 Introdução O Multímetro básico permite fazer medidas de resistência elétrica, diferença de
UniposRio FÍSICA. Exame Unificado de Acesso às Pós-Graduações em Física do Rio de Janeiro. 10 de junho de Nome (legível):
UniposRio FÍSICA Exame Unificado de Acesso às Pós-Graduações em Física do Rio de Janeiro 10 de junho de 2010 Nome (legível): Assinatura : Leia atentamente as oito (8) questões a seguir e responda nas folhas
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES
CARGA E DESCARGA DE CAPACITORES Introdução O capacitor é um componente eletrônico constituído de duas placas condutoras de corrente elétrica separadas por um material isolante denominado de dielétrico
Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem.
PRÉ-RELATÓRIO 6 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem. 1 Explique o significado de cada um dos termos da Equação 1,
Experimento 4. Resistência interna
Experimento 4 Resistência interna Objetivos a - Determinar a resistência interna de uma fonte de tensão. b - Obter a curva característica para a fonte de tensão. c - Determinar a resistência da carga para
Objetivo: Determinar experimentalmente a constante de tempo de um circuito RC.
Determinação da constante de tempo de um circuito RC Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Curitiba Departamento Acadêmico de Física Física Experimental Eletricidade Prof. Ricardo Canute Kamikawachi
Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II
Objetivo Geral: Determinar a velocidade de propagação do som no ar através da interpretação do padrão de ondas estacionárias formadas em um tubo sonoro fechado. *Anote a incerteza dos instrumentos de medida
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um oscioscopio e um multímetro digital. Conceito de resistência intema
Física Módulo 2 Ondas
Física Módulo 2 Ondas Ondas, o que são? Onda... Onda é uma perturbação que se propaga no espaço ou em qualquer outro meio, como, por exemplo, na água. Uma onda transfere energia de um ponto para outro,
QUESTÕES OBJETIVAS. O campo elétrico resultante, produzido por essas cargas no centro do quadrado, pode ser representado por:
Dados: Considere, quando necessário: g = 10 m/s 2 ; sen 30 = cos 60 = 1/2; cos 30 = sen 60 = 3/2; QUESTÕES OJETS 9) Quatro cargas elétricas, três positivas e uma negativa, estão colocadas nos vértices
Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 23 (pág. 78) AD TM TC. Aula 24 (pág. 79) AD TM TC. Aula 25 (pág.
Física Setor A Prof.: Índice-controle de Estudo Aula 3 (pág. 78) AD M C Aula (pág. 79) AD M C Aula 5 (pág. 79) AD M C Aula 6 (pág. 8) AD M C Aula 7 (pág. 8) AD M C Aula 8 (pág. 83) AD M C Revisanglo Semi
EXPERIMENTO7: OSCILOSCÓPIO DIGITAL CIRCUITO RC
EXPERIMENTO7: OSCILOSCÓPIO DIGITAL CIRCUITO RC Nesse experimento você utilizará o osciloscópio como uma ferramenta para observar os sinais de tensão elétrica em um circuito contendo um resistor e um capacitor
Aprender a montar um circuito retificador de meia onda da corrente alternada medindo o sinal retificado;
36 Experimento 4: Osciloscópio e Circuitos Retificadores 1.4.1 Objetivos Aprender a utilizar um gerador de sinais, bem como um osciloscópio digital para medição da amplitude de uma tensão alternada, período,
Roteiro de Atividades Experimentais para o Laboratório de Eletricidade Aplicada
Roteiro de Atividades Experimentais para o Laboratório de Eletricidade Aplicada Erick Santana 2016 1 EXPERIÊNCIA 1 TÍTULO: Campo e força magnética. OBJETIVO: (a) Analisar a força magnética sobre um condutor
EFEITO FOTO-ELÉCTRICO DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE DE PLANCK
EFEITO FOTO-ELÉCTRICO DETERMINAÇÃO DA CONSTANTE DE PLANCK Objectivo: O objectivo desta experiência é o estudo do efeito fotoeléctrico de um metal, e a determinação da constante de Planck. Introdução :
Ondas Estacionárias em Cordas
Ondas Estacionárias em Cordas 1. Introdução As cordas estão presentes em vários instrumentos musicais, como o piano, violão, violino e violoncelo. Para cada tipo de instrumento as cordas irão vibrar por
Circuito RC Constante de tempo
Circuito RC Constante de tempo Objetivo: Medir as funções de carga e descarga de um capacitor e calcular a constante de tempo do processo. Materiais: (a) Resistor elétrico R; (b) Capacitor eletrolítico
Laboratório de Física
Laboratório de Física Experimento 03: Resistividade Disciplina: Laboratório de Física Experimental II Professor: Turma: Data: / /20 Alunos (nomes completos e em ordem alfabética): 1: 2: 3: 4: 5: 2/10 Resistividade
Lista 12: Rotação de corpos rígidos
Lista 12: Rotação de Corpos Rígidos Importante: i. Ler os enunciados com atenção. ii. Responder a questão de forma organizada, mostrando o seu raciocínio de forma coerente. iii. iv. Siga a estratégia para
FÍSICA EXPERIMENTAL III
FÍSICA EXPERIMENTAL III EXPERIÊNCIA 4 DIODOS 1. OBJETIVOS 1.1. Objetivo Geral Familiarizar os acadêmicos com diodos semicondutores. 1.2. Objetivos Específicos a) Apresentar aos acadêmicos circuitos elétricos
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA. FEP Física Geral e Experimental para Engenharia I 1. Queda Livre
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I 2 a Atividade Prática: Queda Livre Professor(a): turma: Data da realização do experimento: / / Data
Leia atentamente o texto da Aula 5, Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada, e responda às questões que seguem.
PRÉ-RELATÓRIO 4 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 5, Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada, e responda às questões que seguem. 1 O que é um indutor? Qual é sua equação característica?
EXPERIÊNCIA I CAPACITORES
EXPERIÊNCIA I CAPACITORES ELETRICIDADE E MAGNETISMO II Nomes (escreva com caneta): Data: Período: Precauções preliminares Antes de ligar qualquer equipamento verifique a voltagem que o mesmo opera; Em
Competências / Habilidades Utilizar o osciloscópio para determinar os valores de tensões em corrente continua.
Utilização do Osciloscópio para Medições DC Determinar valores de tensão contínua com o osciloscópio. Utilizar o osciloscópio para determinar os valores de tensões em corrente continua. EQUIPAMENTO Osciloscópio:
Laboratório de Física
Laboratório de Física Experimento 06: Oscilações Disciplina: Laboratório de Física Experimental I Professor: Turma: Data: / /0 Alunos: : : : : : /0 06 Oscilações.. Objetivos Determinar as constantes elásticas
Experimento 3 Capacitores e circuitos RC com onda quadrada
Experimento 3 Capacitores e circuitos RC com onda quadrada 1 OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de capacitores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada 2
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Lista de Revisão Física 1. prof. Daniel Kroff e Daniela Szilard 20 de junho de 2015
Universidade Federal do Rio de Janeiro Instituto de Física Lista de Revisão Física 1 prof. Daniel Kroff e Daniela Szilard 20 de junho de 2015 OBS: Quando necessário, considere como dados a aceleração da
Laboratório de Física
Laboratório de Física Experimento 03: Resistividade Disciplina: Laboratório de Física Experimental II Professor: Turma: Data: / /20 Alunos (nomes completos e em ordem alfabética): 1: 2: 3: 4: 5: 2/10 1.1.
Efeito Fotoelétrico. AULA 3 META: Determinar a constante de Planck e da função trabalho do material que compõe uma célula fotoelétrica.
Efeito Fotoelétrico META: Determinar a constante de Planck e da função trabalho do material que compõe uma célula fotoelétrica. OBJETIVOS: Ao m da aula os alunos deverão: Entender o efeito fotoelétrico.
Dado: g = 10 m/s 2. (A) 5,6 x 10 2 J (D) 1,4 x 10 2 J (B) 1,4 x 10 3 J (C) 3,5 x 10 3 J
41 A quantidade de calor Q transferida para o ar durante o tempo t através da superfície aquecida de um ferro de passar roupa de área A é dada por Q = h t A (q - q 0 ), onde q é a temperatura da superfície
EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS
EXPERIMENTO 1: MEDIDAS ELÉTRICAS 1.1 OBJETIVOS Familiarização com instrumentos de medidas e circuitos elétricos. Utilização do voltímetro, amperímetro e do multímetro na função ohmímetro. Avaliação dos
Ondas. Lucy V. C. Assali. Física II IO
Ondas Física II 2016 - IO O que é uma onda? Qualquer sinal que é transmitido de um ponto a outro de um meio, com velocidade definida, sem que haja transporte direto de matéria. distúrbio se propaga leva
Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II
Cordas Vibrantes 1 - Objetivo Geral : Determinar a frequência de um diapasão. *Anote a incerteza dos instrumentos de medida utilizados: ap 2 Experimentos: 2.1 Determinação da frequência do diapasão variando
P U C E N G E N H A R I A LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA 2 EXPERIÊNCIA 5: Amplificador com Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET
P U C LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA 2 E N G E N H A R I A EXPERIÊNCIA 5: Amplificador com Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET Identificação dos alunos: Data: 1. Turma: 2. 3. Professor: 4. 5. Conceito:
EXPERIMENTO 5: CIRCUITO RC
EXPERIMENTO 5: CIRCUITO RC 5.1 OBJETIVOS Medir a constante de tempo de um circuito RC - série nas situações de carga e descarga do capacitor. Determinar o comportamento da variável tempo de carga e descarga
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA FICHA DE DISCIPLINA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA QUÍMICA CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA FICHA DE DISCIPLINA DISCIPLINA: Física Geral Experimental CÓDIGO: GEQ013 UNIDADE ACADÊMICA: Instituto de Física
MULTÍMETRO. 1- Aprender a utilizar o multímetro 2- Fazer algumas medições com o multímetro.
MULTÍMETRO OBJETIVOS 1- Aprender a utilizar o multímetro 2- Fazer algumas medições com o multímetro. INTRODUÇÃO O multímetro (figura 1) é um dispositivo eletrônico normalmente utilizado para medir tensão
LABORATÓRIO DE DCE3 EXPERIÊNCIA 3: Amplificador com Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET Identificação dos alunos: Data: Turma: Professor:
P U C E N G E N H A R I A LABORATÓRIO DE DCE3 EXPERIÊNCIA 3: Amplificador com Transistor de Efeito de Campo de Junção - JFET Identificação dos alunos: Data: 1. Turma: 2. 3. Professor: 4. Conceito: 1. Lista
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CENTRO UNIVERSITÁRIO NORTE DO ESPÍRITO SANTO
27 Experimento 3: Lei de Faraday, transformadores e campo magnético da Terra 1.3.1 Objetivos Realizar experimentos que verifiquem a lei de indução de Faraday. Estudar o processo de transformação de tensão
SEGUNDA LEI DE NEWTON
Experimento 2 SEGUNDA LEI DE NEWTON Objetivo Introdução Verificar a Segunda Lei de Newton a partir da análise do movimento de translação de um corpo sobre um plano horizontal variando-se a força resultante,
Transientes em circuitos RC: Tempo de carga de um capacitor
Transientes em circuitos RC: Tempo de carga de um capacitor 4 4.1 Material capacitores de 100 nf e 1 µf; resistores de 56 Ω e 10 kω. 4.2 Introdução O objetivo desta aula é estudar o comportamento de capacitores
3B SCIENTIFIC FÍSICA. Aparelho de torsão Conjunto de extensão do aparelho de torsão Instruções de uso
3B SCIENTIFIC FÍSICA Aparelho de torsão 1018550 Conjunto de extensão do aparelho de torsão 1018787 Instruções de uso 11/15 TL/UD 1. Descrição O aparelho de torsão destina-se à determinação do torque restaurador
