ACÚSTICA OBJECTIVO 1. INTRODUÇÃO
|
|
|
- Ivan Barbosa Beltrão
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ACÚSTICA OBJECTIVO Determinação das frequências de vibração de diversos diapasões. A escala musical. Frequência fundamental e harmónicos num tubo aberto - a flauta. Velocidade de propagação do som. 1. INTRODUÇÃO O som é um fenómeno mecânico e, como tal, precisa de um suporte material para se manifestar e propagar-se. Na nossa vida de todos os dias, quando ouvimos sons, é quase sempre o ar que serve de suporte à sua propagação. No caso dos sinais audíveis, o fenómeno a que chamamos som não é mais do que o resultado ou a interpretação que o nosso cérebro faz do estimulo que resulta da vibração do tímpano nos nossos ouvidos, provocada pelo movimento das moléculas de ar que com ele colidem. A vibração do tímpano é em tudo semelhante à da membrana de um altifalante que, por exemplo, funcionou como fonte sonora (ou de som) enquanto que o tímpano (e o resto do aparelho auditivo) assumem o papel de receptor (tal como um microfone). Por semelhante quer-se dizer que as moléculas do ar se movem junto à fonte exactamente da mesma forma que junto ao receptor. Assim, se a fonte gerar um movimento do tipo sinusoidal para as moléculas que contacta directamente, estas vão "chocando" sucessivamente com outras, na direcção do receptor, transferindo sucessivamente os detalhes da onda sinusoidal, até serem as moléculas que "chocam" com o receptor a conferirem-lhe igual movimento ao da fonte. Isto é, o som propaga-se apesar de cada uma das moléculas do meio que o transmite, em média, não ter sofrido nenhuma alteração da sua posição! Pode desde já concluir-se, resumindo que: 1) O som é um fenómeno de natureza mecânica. 2) O som está intimamente ligado ao movimento em torno das suas posições de equilíbrio das moléculas do meio no qual se propaga, sendo aquele movimento de oscilação das moléculas na direcção de progressão (onda longitudinal). O movimento da fonte sonora pode ser de qualquer forma, i-e., um impulso só (por exemplo uma explosão, um bater de mãos, etc.) ou ter um caracter periódico, por exemplo uma onda sinusoidal ou uma onda quadrada, etc. Seja qual for a forma do estímulo que se queira considerar é sempre possível de a obter por composição de funções como a função seno ou coseno, em número finito ou infinito. Na sequência vamos falar de ondas sinusoidais, mas à luz deste último comentário, isso não corresponde a restringir a nossa capacidade de compreender os fenómenos sonoros, pois tudo se pode construir com sobreposições desses elementos.
2 Seja assim uma onda sinusoidal gerada por um altifalante e que se propaga pelo ar até à membrana de um microfone. Já sabemos dizer que essa onda é longitudinal, i.e., corresponde a deslocamentos na direcção de propagação. Isto distingue as ondas sonoras de outras ondas como por exemplo aquelas que podemos fazer propagar numa corda que mantenhamos esticada entre dois pontos. Na experiência do laboratório, iremos gerar uma onda sonora com o auxílio de um altifalante e faze-la propagar-se no interior de um tubo cilíndrico. Até aqui falámos de deslocamento das moléculas de ar em torno de uma posição de equilíbrio. Este facto corresponde a uma compressão ou rarefacção do ar, o mesmo é dizer que se irá propagar uma onda de variação local da pressão atmosférica. Um pouco de reflexão mostra que quando o afastamento entre duas moléculas for máximo temos uma rarefacção que correspondente a um mínimo de pressão e vice-versa. Assim passaremos a falar de ondas sonoras em termos da variação do valor da pressão, que oscila entre valores máximos e mínimos e passamos a entender de forma mais intuitiva o movimento da membrana do altifalante ou do microfone, agora determinado por uma força (pressão = força por unidade de área). Um microfone é um transdutor 1 de variações de pressão! Na realidade falamos de variação da pressão em torno do valor da pressão atmosférica. No entanto se não se quiser perder de vista o movimento real das moléculas em torno da sua posição de equilíbrio, temos de pensar nos pontos onde a pressão tem os seus nodos como sendo aqueles onde o deslocamento tem um anti-nodo e vice-versa! 2. ONDAS ESTACIONÁRIAS Consideremos um tubo aberto nas suas duas extremidades e um altifalante junto a uma delas, gerando ondas sinusoidais, que viajando até à outra extremidade, são reflectidas nela. Quando a frequência da onda gerada tiver um determinado valor correspondente à interferência em fase, vão-se desenvolver ondas com uma amplitude significativa no tubo, as ondas estacionárias, para certas frequências ditas de ressonância. Já agora interessa comentar que apesar do tubo aberto parecer que não tem condições para reflectir uma onda que lá chegue, uma reflexão mais cuidada mostra que assim não é, pois a transição entre a situação de ar confinado antes do final do tubo, para ar livre depois do seu final, é uma fronteira que introduz uma descontinuidade, tão eficaz quanto seria um final de tubo tapado. Tão eficaz, mas não idêntico, como veremos. Não sendo a transição entre o exterior e interior do tubo feita à custa de uma barreira física, a descontinuidade existente é para uma zona de variação de pressão nula pois a onda deixa de estar constrangida. Em oposição, suponhamos que o tubo estava fechado numa extremidade; nessa extremidade é de esperar um valor para a variação de pressão que seja, em termos absolutos, de máximo, quando nele se desenvolver uma onda estacionária porque ocorre a inversão da propagação e uma onda (a incidente) colide com a onda reflectida. Este facto distingue um tubo fechado numa extremidade do tubo aberto nas duas, dando origem a um novo fenómeno. 1 Um transdutor é um dispositivo que converte sinais de uma forma de energia noutra; neste caso a energia mecânica da onda é convertida num sinal eléctrico.
3 Voltando ao tubo aberto, temos a possibilidade de ter ondas estacionárias quando meio comprimento de onda for um submúltiplo do comprimento do tubo, ver Fig.1 Potência f=1 (u.a.) Potência f=2 (u.a.) Distância (u.a.) Figura 1 - Num tubo aberto a potência é mínima nos extremos e é igual em pontos equidistantes do centro por razões de simetria. Isto é vamos ter uma frequência mínima - a chamada fundamental - e os seus harmónicos, todos os múltiplos (pares e ímpares) daquela frequência. A relação entre frequência e comprimento de onda é da forma (2) v=f*λ em que v é a velocidade do som no ar. A expressão que relaciona a velocidade do som com a temperatura é dada pela termodinâmica: v = KRT 20.6 T (º K ) m/s Uma expressão linear em T, aproximada para v em função da temperatura do ar ambiente é (3) v= ( *T( C)) m/s A relação que existe entre o comprimento de onda das ondas estacionárias e o comprimento do tubo pode escrever-se (4) L=n*λ /2 em que n=1,2,3,4,... Na realidade a expressão acima é uma aproximação que se usa quando L>>d, o diâmetro do tubo. Em rigor, a tal fronteira nas extremidades abertas do tubo não é brusca.
4 No caso do tubo aberto numa extremidade e fechado na outra temos a situação da figura 2, um zero da pressão na extremidade aberta e um máximo absoluto na extremidade fechada. Isto é, agora a frequência fundamental é aquela a que corresponde um quarto de comprimento de onda a desenvolver-se no comprimento do tubo. E, quanto aos harmónicos, só podem existir aqueles que sejam múltiplos ímpares deste valor, visto ter de existir um zero numa extremidade e um máximo ou mínimo na outra. λ (5) L = (2n 1) 4 Potência f=1 (u.a.) Potência f=2 (u.a.) Distância (u.a.) Figura 2 - Num tubo fechado a potência captada pelo microfone é máxima junto a uma parede rígida, uma vez que toda a energia é devolvida (d=512). 3. A ESCALA MUSICAL A escala musical utilizada no ocidente divide um intervalo de oitava (de Do 3 ado 4 por exemplo) em 12 semitons. Nesta experiência vamos colocar a vibrar um diapasão de frequência f1=256hz, por percussão directa com um martelo. Esta frequência corresponde à frequência de vibração do Dó central do piano. O sinal sonoro emitido e analisado no osciloscópio provém de um microfone introduzido dentro da caixa de ressonância do diapasão. Vamos de seguida colocar a vibrar um outro diapasão correspondente ao Dó uma oitava acima, e determinar a sua frequência de vibração. Verificaremos que este segundo diapasão está a vibrar a uma frequência dupla da primeira. No esquema seguinte mostramos a escala do piano com os 12 semitons num intervalo de oitava.
5 Figura 3 - A escala musical A relação entre frequências correspondentes a duas notas separadas por n semitons e dada por, (7) f n /f 1 =2 n/12 Em boas condições experimentais, poder-se-ia observar que o segundo diapasão entra em ressonância por simpatia quando o primeiro é repercutido. Isto acontece porque a frequência de vibração do segundo é uma harmónica da frequência do primeiro. Este conceito de frequência fundamental e suas harmónicas é melhor demonstrado com a vibração do ar num tubo aberto ou fechado e é descrito nas páginas seguintes. 4. EQUIPAMENTO A UTILIZAR 1. 4 diapasões de frequências f1=256hz, f2=310hz, f3=384hz, f4=512hz 2. Microfone, com amplificador e alimentação com pilha de 1.5V 3. Osciloscópio 4. Gerador de sinais 5. Tubo aberto 6. Altifalante 5. PROCEDIMENTO 5.1. Determinação da frequência de vibração de vários diapasões a) Familiarize-se com o osciloscópio e o gerador de sinais que existem no laboratório, observando no osciloscópio um sinal sinusoidal com frequência de 1kHz e amplitude 0,5V pp gerado pelo gerador de sinais. Indique qual o erro cometido na determinação da frequência e no período do sinal medido no osciloscopio. VERIFIQUE SE UTILIZOU ESCALAS DE TEMPO E VOLTAGEM CALIBRADAS. T =
6 f = b) Monte a experiência descrita no esquema seguinte Figura 4 Montagem experimental para a medida da altura de um diapasão c) Ponha o gerador de sinais numa frequência próxima da do diapasão e ligue o gerador ao canal 2 do osciloscópio. Observe o sinal gerado pelo gerador de sinal. d) Ligue o microfone com o sinal do diapasão ao canal 1 do osciloscópio. Dê uma pancada com o martelo no diapasão e observe o sinal no osciloscópio. e) Ponha o osciloscópio no modo XY. Quando der uma pancada no diapasão, varie finamente a frequência no gerador até obter a figura de Lissajous de primeira ordem(elipse). Neste momento a frequência de vibração Dó diapasão é igual à frequência do gerador. Repita para os outros 3 diapasões e determine a incerteza na medida da frequência de oscilação do diapasão, observando qual o intervalo de frequências medidas no gerador para o qual ainda observa uma elipse no osciloscópio. f 1 =... +/-... f 2 =... +/-... f 3 =... +/-... f 4 =... +/-... Como compara estas frequências com as que prevê para intervalos de terceira (n=4, f2), quinta(n=7, f3) e oitava(n=12, f4), utilizando a expressão 7 e para f 1 o valor determinado acima?
7 f) Utilizando agora dois diapasões de igual frequência desequilibre um deles. Coloque o microfone na boca de ambos num ponto equidistante. Veja agora o surgimento de um batimento de baixa frequência. Tenha a precaução de estimular em conjunto e com igual intensidade ambos os diapasões. Esboce a curva observada e determine a frequência do diapasão desequilibrado. f D = +/- Hz 5.2. Estudo das ondas estacionárias num tubo aberto nas duas extremidades Faça a montagem da Fig. 5 Não se esqueça que queremos estudar um tubo aberto, pelo que o altifalante e a espera do outro suporte do tubo, devem estar 2-3cm afastados da sua extremidade. Figura 5
8 Introduza o microfone pelo lado do altifalante. Note que não vai até ao outro lado do tubo. Se quiser fazer medidas ai vai ter que o introduzir por esse lado. Procedimento: 1 - Coloque o microfone no centro do tubo. 2 - Utilizando a expressão 5 determine a frequência fundamental e os primeiros harmónicos para o tubo com que está a realizar a experiência. Indique as frequências calculadas na tabela abaixo indicada. Represente na pagina ao lado a posição dos mínimos e máximos de pressão. no tubo na frequência fundamental e do primeiro harmónico. 3 - Partindo de uma frequência de excitação do altifalante de 1200Hz, onda sinusoidal, vá diminuindo gradualmente a frequência do sinal gerado pelo gerador de sinal. Á medida que observa a amplitude do sinal medido no microfone (proporcional a pressão no tubo), máximos de amplitude de pressão podem ser observados sempre que a frequência de excitação for um múltiplo da frequência fundamental (f n ). Sempre que estiver perto da frequência de um dos harmónicos, desloque o microfone no tubo para encontrar um dos máximos de pressão. Preencha com os valores de frequência para os quais observou máximos de amplitude no microfone, a coluna direita da tabela indicada. Harmónicos Calculado Medido f l (fundamental, n=1) f 2 (1º harmónico, n=2) f 3 (2º harmónico, n=3) f 4 (3º harmónico, n=4) f 5 (4º harmónico, n=5) f 6 (5º harmónico, n=6) 4 - Para o terceiro harmónico e movimentando o microfone ao longo do tubo, meça a amplitude máxima captada pelo microfone e represente-os num gráfico em função da distância.
9 5 - Qual o comprimento de onda medido para o terceiro harmónico? λ= Agora determine a frequência correspondente a este 3º harmónico. f=c/λ, onde c é a velocidade de propagação do som no ar (PTN-1bar, 298ºK) f= Feche a extremidade do tubo oposta ao altifalante utilizando um pistão, colocando-o à cota de 0.50 m. Deslocando o microfone dentro do tubo, mede um mínimo ou máximo de pressão junto da extremidade fechada? Represente a amplitude máxima captada pelo microfone em função da distância para as 3ª e 4ª harmónica no tubo fechado (expressão 6) Medição da velocidade do som Os resultados já obtidos permitem-nos medir a velocidade do som. Basta multiplicar os valores da frequência (f) e do comprimento de onda (λ). No entanto o sistema de que dispomos permite fazer uma medida directa da velocidade do som procedendo da seguinte forma:
10 a) coloque o pistão na extremidade do tubo b) coloque o microfone na outra extremidade junto ao altifalante c) introduza uma onda quadrada de muito baixa frequência - 10Hz, por exemplo - o que produzirá um som, clic, clic..., bem audível. O osciloscópio deverá agora ter como "trigger" o próprio sinal do gerador de sinais (peça ajuda ao seu professor sobre como isto se faz). Use uma base de tempo e uma escala que lhe permitam ver claramente o sinal do microfone. Deverá ser como na figura 6. Figura 6 Ecos na medida da velocidade do som Expanda o mais possível a escala e tente medir o número de divisões entre o primeiro grupo de ondas e o segundo. 0 que se está a passar é o seguinte: O primeiro grupo de onda resultou da excitação do altifalante pela súbita mudança de tensão na onda quadrada. Aquela perturbação viaja até ao fim do tubo, e reflecte-se no embolo, voltando ao microfone. O percurso da viagem é 2L e o tempo de viagem é dado pelo tempo entre ambos. Uma simples conta 2L = v t dá-lhe a velocidade do som. Verifique que obtém o mesmo valor reduzindo L. Tente estimar o erro associado à sua medida. Compare com o valor obtido com a fórmula (3) e com a medida obtida através de (2).
11 2*L (m) T (s) E t (s) v (m/s) Estime o erro v, associado à medida de v. Compare o seu resultado com (3). Um processo alternativo que poderá usar é a medida da desfasagem produzida pelo avanço do microfone ao longo do tubo. Usando dois pontos de referencia no tubo, determine uma distância conhecida e sabendo a alteração de fase Φ introduzida no sinal, pode igualmente determinar de imediato a velocidade do som: L (m) Φ (s)+/- EΦ(s ) v (m/s) +/- E v (m/s ) v = +/- m/s
CAPÍTULO VII ONDAS MECÂNICAS
CAPÍTULO VII ONDAS MECÂNICAS 7.1. INTRODUÇÃO As ondas mecânicas são fenómenos ondulatórios que necessitam de um meio material para se propagarem. Como exemplos destas ondas, vamos estudar neste capítulo
Mecânica e Ondas. Ondas estacionárias em cordas vibrantes
Mecânica e Ondas Ondas estacionárias em cordas vibrantes Objectivo Estudo das ondas estacionárias em cordas vibrantes. Estudo da variação da frequência de ressonância da onda com a tensão e o comprimento
O Som O som é uma onda mecânica, pois necessita de um meio material para se propagar. O Som. Todos os sons resultam de uma vibração (ou oscilação).
O Som Todos os sons resultam de uma vibração (ou oscilação). O Som O som é uma onda mecânica, pois necessita de um meio material para se propagar. As ondas sonoras são longitudinais. Resultam de compressões
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE DO SOM NO AR
TRABALHO PRÁTICO Nº 8 DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE DO SOM NO AR Objectivo - Pretende-se determinar a velocidade de propagação do som no ar. A experiência será realizada utilizando um tubo de ressonância
Física. a) As intensidades da figura foram obtidas a uma distância r = 10 m da rodovia. Considere que a intensidade. do ruído sonoro é dada por I =
Física Revisão Prova bimestral 3 os anos Julio jun/11 Nome: Nº: Turma: 1. (Unicamp) O ruído sonoro nas proximidades de rodovias resulta, predominantemente, da compressão do ar pelos pneus de veículos que
O SOM E A ONDA SONORA
O SOM E A ONDA SONORA Complementar com a leitura das páginas 94 a 101 Todos os sons são ondas em meios materiais. Na origem de qualquer onda sonora está sempre a vibração de partículas, que se transmite
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE DO SOM NO AR
TRABALHO PRÁTICO º 8 DETERMIAÇÃO DA VELOCIDADE DO SOM O AR Objectivo - este trabalho pretende-se determinar a velocidade de propagação do som no ar. Para a experiência usa-se um tubo de ressonância munido
Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv
Grupo de Trabalho: Classificação Professor Numa empresa de telecomunicações investigam-se materiais e métodos inovadores para a comunicação. O sistema de segurança da empresa é bastante rígido. A empresa
FÍSICA. Oscilação e Ondas. Acústica. Prof. Luciano Fontes
FÍSICA Oscilação e Ondas Acústica Prof. Luciano Fontes ACÚSTICA = É o estudo das ondas sonoras. Ondas sonoras são mecânicas, longitudinais e tridimensionais; Ondas sonoras não se propagam no vácuo; VELOCIDADE
Medição da Velocidade da Luz
Laboratório de Introdução à Física Experimental 2017/18 1 Medição da Velocidade da Luz em diferentes materiais homogéneos e isotrópicos 1 Introdução Em muitas das experiências descritas na literatura para
Ondas. Onda é uma perturbação em movimento
Ondas Onda é uma perturbação em movimento Um meio em equilíbrio é perturbado e essa perturbação é transmitida, com atraso, aos pontos vizinhos As ondas não transportam matéria, mas sim energia. Uma onda
Departamento de Física - ICE/UFJF Laboratório de Física II
Objetivo Geral: Determinar a velocidade de propagação do som no ar através da interpretação do padrão de ondas estacionárias formadas em um tubo sonoro fechado. *Anote a incerteza dos instrumentos de medida
ACÚSTICA. Professor Paulo Christakis, M.Sc. 05/09/2016 1
ACÚSTICA 05/09/2016 1 O QUE É ACÚSTICA? Acústica é o ramo da Física que estuda a propagação das ondas sonoras. O som é originado a partir da vibração da matéria em camadas de compressão e rarefação, sendo
ONDAS. Ondas Longitudinais: Ondas Transversais: Ondas Eletromagnéticas: Ondas Mecânicas:
ONDAS Uma onda é uma perturbação oscilante de alguma grandeza física no espaço e periódica no tempo. Fisicamente, uma onda é um pulso energético que se propaga através do espaço ou através de um meio (líquido,
O que são s o ondas sonoras? Ondas? Mecânicas? Longitudinais? O que significa?
Movimento Ondulatório Fisíca Aplicada a Imaginologia - 115 O que são s o ondas sonoras? São ondas mecânicas, longitudinais que podem se propagar em sólidos, líquidos e gases. Ondas? Mecânicas? Longitudinais?
2ª Série de Problemas Mecânica e Ondas MEBM, MEFT, LMAC, LEGM
2ª Série de Problemas Mecânica e Ondas MEBM, MEFT, LMAC, LEGM 1.a) A Figura 1 representa uma onda aproximadamente sinusoidal no mar e uma bóia para prender um barco, que efectua 10 oscilações por minuto.
Tubos Sonoros. Assim como nas cordas vibrantes, nos ventres há interferência construtiva e nos nós ocorre interferência destrutiva.
Professor Caio Gomes Tubos Sonoros Considere um tubo de vidro onde uma fonte sonora passa a oscilar na extremidade aberta. Além do padrão de ondas estacionárias, devido as ondas incidentes e refletidas,
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DA LUZ NO AR, ÁGUA E NUMA RESINA EPÓXICA
DETERMINAÇÃO DA VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DA LUZ NO AR, ÁGUA E NUMA RESINA EPÓXICA OBJECTIVO Esta experiência permite determinar a velocidade de propagação da luz no ar, e noutros meios materiais. 1. INTRODUÇÃO
RELEMBRANDO ONDAS LONGITUDINAIS
ACÚSTICA ONDAS SONORAS Possuem origem MECÂNICAS. Propagam-se somente em meios materiais; Não se propagam no vácuo. O sistema auditivo de uma pessoa normal é sensibilizado por uma frequência entre 20Hz
Modos Normais de Vibração. Ressonância num Tubo Fechado
Modos Normais de Vibração. Ressonância num Tubo Fechado Prof. Niels Fontes Lima Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia Determinação da resposta de um tubo fechado em ambas extremidades
defi departamento de física
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Interferómetro de Michelson Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
Ondas. Denomina-se onda o movimento causado por uma perturbação que se propaga através de um meio.
Ondas Ondas Denomina-se onda o movimento causado por uma perturbação que se propaga através de um meio. Uma onda transmite energia sem o transporte de matéria. Classificação Quanto à natureza Ondas mecânicas:
Ficha de Avaliação de FÍSICA Módulo RECUPERAÇÃO: F6 e E.F6 SOM E MÚSICA
Agrupamento de Escolas de Alvaiázere Sede: Escola Básica e Secundária Dr. Manuel Ribeiro Ferreira Curso Profissional de Técnico de Multimédia - 10º ano Ficha de Avaliação de FÍSICA Módulo RECUPERAÇÃO:
TUBOS DE PVC NO ENSINO DE ONDAS SONORAS NO ENSINO MÉDIO
UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS (UFGD) FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA (FACET) MESTRADO PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA (MNPEF) TUBOS DE PVC NO ENSINO DE ONDAS SONORAS NO ENSINO MÉDIO
FENÔMENOS OSCILATÓRIOS E TERMODINÂMICA AULA 4 ONDAS II
FENÔMENOS OSCILATÓRIOS E TERMODINÂMICA AULA 4 ONDAS II PROF.: KAIO DUTRA Ondas Sonoras Ondas sonoras são definidas como qualquer onda longitudinal. O ponto S representa uma pequena fonte sonora, chamada
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva Superposição de ondas harmônicas Um importante aspecto do comportamento das ondas é o efeito combinado de duas ou mais ondas que se propagam num mesmo meio. Princípio
ONDAS. é solução da equação de propagação de onda
ONDAS 1. Uma estação de rádio emite a uma frequência de 760 khz. A velocidade das ondas de rádio é igual a 3 10 8 m/s. Determine o respectivo comprimento de onda (c.d.o.). 2. Um diapasão oscila com a frequência
FÍSICA LISTA DE EXERCÍCIOS DE ACÚSTICA (FÍSICA B)
FÍSICA Prof. Alex Siqueira LISTA DE EXERCÍCIOS DE ACÚSTICA (FÍSICA B) 1. Eear) Analisando a figura do gráfico que representa três ondas sonoras produzidas pela mesma fonte, assinale a alternativa correta
Fenómenos ondulatórios
Fenómenos ondulatórios Onda É uma perturbação que se propaga em um meio, determinando a transferência de energia, sem transporte de matéria. Em relação à direção de propagação da energia nos meios materiais
SOM. Para ouvir um som são necessários os seguintes elementos: PROPAGAÇÃO DO SOM
SOM O som corresponde à vibração de partículas constituintes de um meio material elástico (onda sonora). Para termos uma sensação sonora é necessário que se produzam, pelo menos, vinte vibrações por segundo
LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE FÍSICA - DEPARTAMENTO DE FÍSICA GERAL DISCIPLINA: FIS 1 - FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL II-E www.fis.ufba.br/~fis1 LISTA DE EXERCÍCIOS - ONDAS 013.1 1. Considere
8.2. Na extremidade de uma corda suficientemente longa é imposta uma perturbação com frequência f = 5 Hz que provoca uma onda de amplitude
Constantes Velocidade do som no ar: v som = 344 m /s Velocidade da luz no vácuo c = 3 10 8 m/s 8.1. Considere uma corda de comprimento L e densidade linear µ = m/l, onde m é a massa da corda. Partindo
O som: de onda harmónica a onda complexa
2--27 O som: de onda harmónica a onda complexa Resultados da aprendizagem Interpretar um sinal sonoro no ar como resultado da vibração do meio, de cuja propagação resulta uma onda longitudinal que se forma
Física. Setor A. Índice-controle de Estudo. Prof.: Aula 23 (pág. 78) AD TM TC. Aula 24 (pág. 79) AD TM TC. Aula 25 (pág.
Física Setor A Prof.: Índice-controle de Estudo Aula 3 (pág. 78) AD M C Aula (pág. 79) AD M C Aula 5 (pág. 79) AD M C Aula 6 (pág. 8) AD M C Aula 7 (pág. 8) AD M C Aula 8 (pág. 83) AD M C Revisanglo Semi
PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS. LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas
PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas Conteúdo P1 - Amplificador operacional...3 P2 - RTEC....5 P3 - RTET e RTEC....7 P4 - Realimentação positiva...9 P5 - Intensidade luminosa....11
Ondas Sonoras. Profo Josevi Carvalho
Ondas Sonoras Profo Josevi Carvalho INTRODUÇÃO É o ramo da Física que interpreta o comportamento das ondas sonoras audíveis frente aos diversos fenômenos ondulatórios. ONDA SONORA: Onda mecânica, longitudinal
3. Ondas estacionárias numa corda sob tensão fixa nas duas extremidades
DEPARTAMENTO DE FÍSICA FCTUC ONDAS E ÓPTICA - 2008/2009 Trabalho Prático nº 1 Sonómetro: estudo de ondas estacionárias numa corda sob tensão 1. Objectivo Pretende-se estudar as ondas estacionárias numa
CURCEP 2015 ACÚSTICA
CURCEP 2015 ACÚSTICA FÍSICA B PROF.: BORBA INTRODUÇÃO É o segmento da Física que interpreta o comportamento das ondas sonoras audíveis frente aos diversos fenômenos ondulatórios. ONDA SONORA: Onda mecânica,
Ondas Estacionárias em Cordas
Ondas Estacionárias em Cordas 1. Introdução As cordas estão presentes em vários instrumentos musicais, como o piano, violão, violino e violoncelo. Para cada tipo de instrumento as cordas irão vibrar por
Ondas Estacionárias em uma Corda
Ondas Estacionárias em uma Corda INTRODUÇÃO Ondas estacionárias em uma corda finita Em uma corda uniforme de densidade linear de massa, submetida a uma tensão T, a velocidade de propagação v de um pulso
1.1 Sinais e Ondas. Física e Química A 11ºano. pms
1.1 Sinais e Ondas Física e Química A 11ºano pms Sinais O aproveitamento de sinais de fumo para enviar mensagens e o recurso a sinais elétricos para o envio de informações codificadas em Morse por telégrafos
Física B Semiextensivo V. 4
Física B Semiextensivo V. 4 Exercícios 0) V V F V F 0) C 03) A 04) D a) Verdadeira. b) Verdadeira. Devemos fazer com que a onda emitida entre em ressonância com a vibração da antena. c) Falsa. Para ocorrer
Escola Técnica Liceal Salesiana de S. to António Estoril. Física e Química A 11º ano. Funcionamento do osciloscópio
Escola Técnica Liceal Salesiana de S. to António Estoril Física e Química A 11º ano Funcionamento do osciloscópio APSA 3 Um osciloscópio é um aparelho que mostra sinais eléctricos num ecrã. Num osciloscópio
PROFESSOR: DANILO GALDINO DISCIPLINA: FÍSICA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA: 1
PROFESSOR: DANILO GALDINO DISCIPLINA: FÍSICA CONTEÚDO: PRATICANDO AULA: 1 2 1 - Um rapaz na beira de um lago observou uma rolha que flutuava na superfície da água, sendo a frequência de oscilação igual
Ressonância e Ondas Estacionárias Prof. Theo Z. Pavan
Ressonância e Ondas Estacionárias Pro. Theo Z. Pavan Física Acústica Aula 7 Intererência Relexão de ondas Cordas com uma extremidade ixa: Pulso reletido retorna invertido. Cordas com uma extremidade solta
Física. Física e Química. Ensino Profissional. Módulo F3 Luz e Fontes de Luz. Módulo F6 Som. Extensão E1.F3 Ótica Geométrica
Ensino Profissional Ana Maria Morais Fernando Costa Parente Física Física e Química Módulos Extensões F3 F6 E1.F3 E2.F3 E.F6 Módulo F3 Luz e Fontes de Luz Extensão E1.F3 Ótica Geométrica Extensão E2.F3
Física 3. Cap 21 Superposição
Física 3 Cap 21 Superposição Interferência entre ondas Duas ou mais ondas se combinam formando uma única onda resultante cujo deslocamento é dado pelo princípio da superposição: Dres = D1 + D2 + = Σi Di
Mecânica e Ondas. Trabalho de Laboratório. Ondas estacionárias em cordas vibrantes
Mecânica e Ondas Trabalho de Laboratório Ondas estacionárias em cordas vibrantes Objectivo Estudo das ondas estacionárias em cordas vibrantes. Variação da frequência de ressonância da onda com a tensão
INSTRUMENTAÇÃO PARA IMAGIOLOGIA MÉDICA
INSTRUMENTAÇÃO PARA IMAGIOLOGIA MÉDICA TÉCNICAS DE IMAGEM POR ULTRA-SONS Licenciatura em Engenharia Biomédica da FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA INSTRUMENTAÇÃO PARA IMAGIOLOGIA
4-Lista Instrumentos sonoros DUDU
-Lista Instrumentos sonoros DUDU 1. (Ufsc 019) As apresentações no Circo da Física se encerram de forma triunfal com a orquestra de cientistas. Nesse espetáculo, os músicos usam máscaras e roupas para
CURCEP 2015 ONDULATÓRIA 2
CURCEP 2015 ONDULATÓRIA 2 FÍSICA B PROF.: BORBA FENÔMENOS ONDULATÓRIOS: Reflexão: Quando uma onda atinge uma superfície de separação de dois meios, e retorna ao meio de origem. Quando a corda tem a extremidade
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA II ONDAS SONORAS. Prof.
CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA AGROALIMENTAR UNIDADE ACADÊMICA DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS DISCIPLINA: FÍSICA II ONDAS SONORAS Prof. Bruno Farias Ondas Sonoras De todas as ondas mecânicas da natureza,
Ressonância e Ondas Estacionárias Prof. Theo Z. Pavan
Ressonância e Ondas Estacionárias Pro. Theo Z. Pavan Física Acústica Aula 7 Ressonância É possível movimentar o balanço com qualquer requência? Exemplos: Pêndulo Oscilador massa-mola Corda vibrante Cavidade
Introdução. Perturbação no primeiro dominó. Perturbação se propaga de um ponto a outro.
Capitulo 16 Ondas I Introdução Perturbação no primeiro dominó. Perturbação se propaga de um ponto a outro. Ondas ondas é qualquer sinal (perturbação) que se transmite de um ponto a outro de um meio com
Fichas de movimento ondulatório
Capítulo 2 Fichas de movimento ondulatório Propagação de ondas progressivas 1. Verifique quais das seguintes funções podem descrever uma onda que se propaga sem se deformar, no eixo x,com velocidade constante.
1ª Ficha de Avaliação Física e Química do 8ºAno. Ano Letivo:2013/2014 Data: 7/11/2013 Prof: Paula Silva
1ª Ficha de Avaliação Física e Química do 8ºAno Ano Letivo:2013/2014 Data: 7/11/2013 Prof: Paula Silva Critérios de Correção 8ºH 1... 3 pontos O pai da Mafalda para falar correctamente de um ponto de vista
acentuado nas frequências graves e uma queda nas frequências agudas. Isto significa que nossa audição não é plana.
Vimos até agora alguns aspectos básicos do som, como ele se propaga e vimos a questão da senoide e como ela se relaciona a fundamental e harmônicos. Este vídeo é uma continuação destes conceitos, aprofundando
5. Ondas Estacionárias
5. Ondas Estacionárias 1 O que são ondas estacionárias? Comecemos por pensar numa onda progressiva, y 1 = A sin(kx ωt), (1) que se propaga num dado meio e que encontra uma parede, sendo reectida. A onda
Fenómenos ondulatórios
Fenómenos ondulatórios Relação entre a velocidade de propagação da onda, o comprimento da onda e o período: v. f ou v T Reflexão de ondas Na reflexão de ondas, o ângulo de reflexão r é igual ao ângulo
Roteiro 26 - Ressonância em tubos sonoros fechados e abertos
Roteiro 26 - Ressonância em tubos sonoros fechados e abertos 1 INTRODUÇÃO Denomina-se tubo sonoro a toda massa de ar, geralmente limitada por uma superfície cilíndrica fechada que, quando posta a vibrar,
Fís. Monitor: Arthur Vieira
Professor: Leonardo Gomes Monitor: Arthur Vieira Ondas: estacionárias e acústica 18 out Resumo Acústica - Reflexão: Reforço, reverberação e eco. - Batimento: sons de frequências próximas. - Ressonância:
ONDAS SONORAS - Mecânicas - Longitudinais
ONDAS SONORAS - Mecânicas - Longitudinais CONCEITOS FUNDAMENTAIS Fonte Sonora: ponto a partir do qual são emitidas as ondas sonoras, em todas as direções; Frentes de Ondas: superfícies nas quais as ondas
Experimento 7 Circuitos RC e RL em corrente alternada. Parte A: Circuito RC em corrente alternada
Experimento 7 Circuitos RC e RL em corrente alternada 1. OBJETIO Parte A: Circuito RC em corrente alternada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos RC em presença de uma fonte de alimentação
PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DO SOM 1.1. PRODUÇÃO, PROPAGAÇÃO E 1.1. PRODUÇÃO, PROPAGAÇÃO E RECEPÇÃO PRODUÇÃO, PROPAGAÇÃO E RECEPÇÃO DO SOM
1. PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO Vivemos rodeados de sons que produzem em nós as mais variadas sensações Sons agradáveis: RECEPÇÃO Vivemos rodeados de sons que produzem em nós as mais variadas sensações Sons
Professor: Gabriel Alves
Professor: Gabriel Alves Questão 01 - (FAMERP SP) Um forno de micro-ondas funciona fazendo com que as moléculas de água presentes nos alimentos vibrem, gerando calor. O processo baseia-se nos fenômenos
ONDULATÓRIA. Neste capítulo vamos definir e classificar as ondas quanto à sua natureza e estudar alguns fenômenos ondulatórios.
AULA 19 ONDULATÓRIA 1- INTRODUÇÃO Neste capítulo vamos definir e classificar as ondas quanto à sua natureza e estudar alguns fenômenos ondulatórios. 2- DEFINIÇÃO Onda é qualquer perturbação que se propaga
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff
Ano lectivo: 2010 2011 Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff 1. OBJECTIVO Aprender a utilizar um osciloscópio e um multímetro digital. Medição de grandezas AC e DC. Conceito
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I /08 FORÇA GRAVÍTICA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T2 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 2007/08 1. Objectivo FORÇA GRAVÍTICA Comparar a precisão de diferentes processos de medida; Linearizar
O circuito RLC. 1. Introdução
O circuito RLC Na natureza são inúmeros os fenómenos que envolvem oscilações. Um exemplo comum é o pêndulo de um relógio, que se move periódicamente (ou seja, de repetindo o seu movimento ao fim de um
Física II. Capítulo 04 Ondas. Técnico em Edificações (PROEJA) Prof. Márcio T. de Castro 22/05/2017
Física II Capítulo 04 Ondas Técnico em Edificações (PROEJA) 22/05/2017 Prof. Márcio T. de Castro Parte I 2 Ondas Ondas: é uma perturbação no espaço, periódica no tempo. 3 Classificação quanto à Natureza
FÍSICA:TERMODINÂMICA, ONDAS E ÓTICA
FÍSICA:TERMODINÂMICA, ONDAS E ÓTICA RESUMO: UNIDADES 5 E 6 Professora Olivia Ortiz John 2017 1 Unidade 5: Ondas e Fenômenos Ondulatórios Definição e classificação das ondas Parâmetros que descrevem uma
O circuito RLC. 1. Introdução
O circuito Na natureza são inúmeros os fenómenos que envolvem oscilações. Um exemplo comum é o pêndulo de um relógio, que se move periódicamente (ou seja, de repetindo o seu movimento ao fim de um intervalo
Sons harmónicos; Sons complexos; Frequência; Amplitude; Período; Especto sonoro
Ficha do professor AL 2.1. CARACTERÍSTICAS DO SOM Autora: Fernanda Neri TI-Nspire Palavras-chave: Sons harmónicos; Sons complexos; Frequência; Amplitude; Período; Especto sonoro Ficheiros associados: Característica
SÉRIE/ANO: 3 TURMA(S): A, B, C, D, E, F e G Disciplina: FÍSICA MODERNA DATA: / / 2018 PROFESSOR (A): DIÂNGELO C. GONÇALVES ONDULATÓRIA
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR CEPMG - POLIVALENTE MODELO VASCO DOS REIS SÉRIE/ANO: 3 TURMA(S): A, B, C, D,
Mecânica Efeito Doppler Acústico
Efeito Doppler Acústico O que você pode aprender... - Propagação de ondas sonoras - Deslocamento Doppler de freqüência Princípio: Se uma fonte de som estiver em movimento relativo ao seu meio de propagação,
Mecânica e Ondas. Trabalho de Laboratório. Ondas estacionárias em cordas vibrantes
Mecânica e Ondas Trabalho de Laboratório Ondas estacionárias em cordas vibrantes Objectivo Estudo das ondas estacionárias em cordas vibrantes. Variação da frequência de ressonância da onda com a tensão
Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP
1 Roteiro elaborado com base na documentação que acompanha o conjunto por: Osvaldo Guimarães PUC-SP Tópicos Relacionados Ondas longitudinais, velocidade do som em gases, freqüência, comprimento de onda,
FÍSICA. Prof. Alex Siqueira LISTA DE EXERCÍCIOS DE ACÚSTICA - FÍSICA B
FÍSICA QUESTÃO 1 (Ime) Prof. Alex Siqueira LISTA DE EXERCÍCIOS DE ACÚSTICA - FÍSICA B Considerando as Figuras 1 e 2 acima e, com relação às ondas sonoras em tubos, avalie as afirmações a seguir: Afirmação
Fenómenos ondulatórios
Fenómenos ondulatórios Características das ondas Uma onda é descrita pelas seguintes características físicas: Amplitude, A Frequência, f Comprimento de onda, Velocidade, v Características das ondas A amplitude
do Semi-Árido - UFERSA
Universidade Federal Rural do Semi-Árido - UFERSA Ondas Sonoras Subênia Karine de Medeiros Mossoró, Outubro de 2009 SOM O som é uma onda mecânica, longitudinal e tridimensional que se propaga em um meio
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 4 A Bobina Plano de Trabalhos e Relatório: 1. As bobinas nos circuitos em corrente alternada sinusoidal. A
Olimpíadas de Física Selecção para as provas internacionais. Prova Experimental A
Prova Experimental A Sociedade Portuguesa de Física 26/Maio/2006 Prova Experimental A Ressoador de Helmholtz Duração da prova: 2h 1 Material régua de plástico craveira balão de vidro suporte para balão
1. O atributo que permite distinguir sons fortes de sons fracos chama-se: (A) Timbre. (B) Altura. (C) Intensidade.
1. O atributo que permite distinguir sons fortes de sons fracos chama-se: (A) Timbre. (B) Altura. (C) Intensidade. 2. Altura do som é o atributo que permite distinguir: (A) Sons puros de sons complexos.
Introdução às Medidas em Física 11 a Aula *
Introdução às Medidas em Física 11 a Aula * http://fge.if.usp.br/~takagui/fap0152_2010/ Marcia Takagui Ed. Ala 1 * Baseada em Suaide/ Munhoz 2006 sala 216 ramal 6811 1 Cordas vibrantes Parte 1! Objetivos:
