ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
|
|
|
- Patrícia Campelo Carmona
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 4 A Bobina Plano de Trabalhos e Relatório: 1. As bobinas nos circuitos em corrente alternada sinusoidal. A ressonância série a) Considere o circuito da figura, onde a tensão de saída do gerador de sinais deve ser ajustada para um sinal sinosoidal com 5 V de amplitude. Considerando as diferentes frequências, expostas nas Tabelas 1 e 2, determine os valores da impedância Z da associação série RL e o ângulo de atraso θ que essa impedância vai provocar na corrente relativamente à tensão. Para tal tenha em consideração que a impedância Z, e o respectivo ângulo θ, de cada um dos elementos, são para regimes sinosoidais, dados por: (1) (2) e que a impedância conjunto da ligação série de vários elementos é dada por (3) (4) (5) (6) (7) Importa ainda relembrar que o cálculo da indutância equivalente de um conjunto de indutâncias ligadas em série é dada por: L=L 1 +L 2 + +L n (8) 1
2 e que a indutância equivalente de um conjunto de indutâncias ligadas em paralelo se obtém usando: (9) Infelizmente, na prática, para além da sua indutância L as bobinas apresentam sempre uma componente resistiva, vulgarmente conhecida por resistencia interna R int, configurando um comportamento do tipo Z RL. L 1 =15 mh (R int =33Ω); L 2 =4,7 mh (R int =10Ω) Figura 1: Montagem a realizar b) Monte o circuito da figura 1 na placa de breadboard que tem ao seu dispor: c) Para os valores de frequência e de capacidade indicados na Tabela 1, usando o modo XY do osciloscópio, meça o valor do desfasamento entre a tensão de alimentação U in e a queda de tensão na resistência U R, que, como se conclui de (1), está em fase com a corrente, e calcule o valor de Z. Para tal, registe os valores máximos, segundo X,, correspondente à amplitide de U in, e segundo Y,, correspondente à amplitide de U R, registe ainda o valor segundo Y quando a curva cruza o eixo dos YY, Y 0, correspondendo ao valor de U R quando U in é zero, logo em t=0 s. Como obtém-se que. 2
3 Tabela 1 a) Associação de bobinas L = L 1 L = L 1 // L 2 f (Hz) teo Z teo [Ω] [v] [v] Y 0 [v] Z exp [Ω] exp teo Z teo [Ω] [v] [v] Y 0 [v] Z exp [Ω] exp Tabela 1 a) Associação de bobinas L = L 2 L = L 1 + L 2 f (Hz) teo Z teo [Ω] [v] [v] Y 0 [v] Z exp [Ω] exp teo Z teo [Ω] [v] [v] Y 0 [v] Z exp [Ω] exp d) Comente a influência da frequência e do valor da indutância equivalente no desfasamento e na amplitude da corrente. 3
4 e) Esboce a imagem do osciloscópio, quando em modo XY, para a frequência de 10kHz e L = L 1. CH1: V/Div CH2: V/Div f) Esboce a imagem do osciloscópio, quando em modo XY, para a frequência de 10kHz e L = L 1 //L 2. CH1: V/Div CH2: V/Div 4
5 g) Esboce o sinal de saída conjuntamente com o de entrada, para a situação da anterior alínea f), agora em modo temporal. Confirme o desfasamento visualizando simultaneamente as duas formas de onda. Use a mesma escala para ambos os canais e não se esqueça de indicar a linha de Zero de cada canal. CH1: V/Div; CH2: V/Div; U L =CH1-CH2; h) Comente as forma de onda registadas nas alíneas anteriores. 5
6 2. As indutâncias em sistemas de corrente contínua (O regime permanente e os fenómenos transitórios) Sempre que se alimenta uma carga em que estejam presentes indutâncias, as tensões e correntes no circuito demoram algum tempo a atingir a estabilidade. Tipicamente, se uma determinada grandeza tiver que crescer, o tempo de crescimento é o intervalo de tempo que um sinal demora a evoluir de 0 a 95% do seu valor final, correspondendo ao triplo da constante de tempo do circuito, ( = L/R). Utilizando o circuito já montado e L = L 1, injecte à entrada uma onda quadrada de amplitude 5[V] e frequência de 20[kHz]. Esboce o sinal de saída conjuntamente com o de entrada e meça o tempo de crescimento do sinal de saída. CH1: V/Div; CH2: V/Div; U L =CH1-CH2; a) Determine experimentalmente a constante de tempo ( = L/R ) para o sinal de saída e explique o procedimento. R. 6
7 b) Repita o procedimento anterior considerando L = L 2, e ajuste o valor da frequência para 50kHz por forma a poder observar melhor o regime transitório. CH1: V/Div; CH2: V/Div; U L =CH1-CH2; c) Determine experimentalmente a constante de tempo ( = L/R ) para o sinal de saída e explique o procedimento. R. d) Explique de que forma se comportam as indutâncias num circuito DC estabilizado (findo o regime transitório). R. 7
8 2. Circuitos ressonantes série Considere o circuito da figura. L = 15 mh(r int =33Ω);; C = 10 nf; R=1kΩ Figura 2: Montagem a realizar a) Determine a frequência angular ω 0, e a correspondente frequência temporal f 0, para a qual o circuito da figura se encontre em ressonância (Z L =Z C ). R._ b) Monte o circuito da figura 2 e ajuste a tensão de alimentação para uma amplitude de 5V e para a frequência de ressonância. Para tal coloque o osciloscópio em modo XY e procure a frequência que lhe permite observar uma reta no osciloscópio. Note que esta é a frequência que lhe garante o máximo valor de tensão na resistência. Esboce as formas de onda da tensão de alimentação e da tensão na resistência, que como se sabe é directamente proporcional à da corrente. Registe também os valores das tensões medidas. Nota 1: Lembre-se que o valor calculado na alínea A parte de valores exactos de indutânia e capacidade, não levando em conta possíveis tolerância existentes nos valores apresentados pelos componentes reais. 8
9 Nota 2: Devido ao facto da frequência de ressonância ser elevada os multímetros do laboratório não lhe permitem efetuar medidas precisas. CH1: V/Div CH2: V/Div U in : V U R : V U L : V U C : V f 0 : khz c) Reduza a frequência até que a potência na resistência seja metade da verificada em ressonância (redução do valor da tensão na resistência de um factor de ), e repita as medidas. CH1: V/Div CH2: V/Div CH1-CH2: : V/Div U in : V U R : V U L : V U C : V f 1 : khz 9
10 d) Repita o procedimento da alínea anterior, mas agora para uma frequência f 2 = 2 f 0 f 1. CH1: V/Div CH2: V/Div CH1-CH2: : V/Div U in : V U R : V U L : V U C : V f 2 : khz e) Com base nos valores experimentais, determine factor de qualidade Q, sabendo que Q=f 0 / (f 1 - f 2 ). R. OBSERVAÇÕES: Data / / Aluno n.º Assinatura Aluno n.º Assinatura Aluno n.º Assinatura 10
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO O CONDENSADOR
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO O CONDENSADOR Introdução ao uso do Osciloscópio. Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Além do estudo do condensador, pretende-se com este trabalho obter uma
ELECTRÓNICA I. ANÁLISE EM CORRENTE ALTERNADA DE UM CIRCUITO RC Guia de Montagem do Trabalho Prático
Universidade do Minho Circuito RC - Guia de Montagem Escola de Engenharia Dep. Electrónica Industrial 1/8 ELECTRÓNICA I ANÁLISE EM CORRENTE ALTERNADA DE UM CIRCUITO RC Guia de Montagem do Trabalho Prático
2 Ressonância e factor de qualidade
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 2 Ressonância e factor de qualidade Os circuitos RLC Observar a ressonância em
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) 2 o SEMESTRE DE 2013 Grupo:......... (nome completo) Prof(a).:... Diurno Noturno Data : / / Experiência 5 RESSONÂNCIA
Olimpíadas de Física Seleção para as provas internacionais. Prova Experimental B
SOCIEDADE PORTUGUESA DE FÍSICA Olimpíadas de Física 015 Seleção para as provas internacionais Prova Experimental B 16/maio/015 Olimpíadas de Física 015 Seleção para as provas internacionais Prova Experimental
Electrotecnia. Exercícios
Electrotecnia Exercícios (72 Exercícios) Rui Antunes Ano Lectivo 2010/2011 1 - Considere o circuito da placa EB-101 constituído pelas resistências R11 a R14. a) Obtenha o valor das resistências R11 a R14,
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST 2º Semestre 2017/18 4º TRABALHO LABORATORIAL REGIMES TRANSITÓRIOS Prof. V. Maló Machado Prof. M. Guerreiro das Neves Prof.ª Mª Eduarda Pedro ELECTROTECNIA TEÓRICA CIRCUITOS
PSI LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS. EXPERIÊNCIA 2 - Medição de Grandezas Elétricas: Valor Eficaz e Potência
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º Semestre de 2016 GUIA DE EXPERIMENTOS EXPERIÊNCIA
Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem.
PRÉ-RELATÓRIO 6 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem. 1 Explique o significado de cada um dos termos da Equação 1,
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1 OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada 2
No. USP Nome Nota Bancada
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS Marcelo N.P. Carreño, Cinthia Itiki, Inés Pereyra 2019 Experiência
Experiência 10: REDES DE SEGUNDA ORDEM
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS Edição 2018 Elisabete Galeazzo e Leopoldo
O circuito RLC. 1. Introdução
O circuito Na natureza são inúmeros os fenómenos que envolvem oscilações. Um exemplo comum é o pêndulo de um relógio, que se move periódicamente (ou seja, de repetindo o seu movimento ao fim de um intervalo
O circuito RLC. 1. Introdução
O circuito RLC Na natureza são inúmeros os fenómenos que envolvem oscilações. Um exemplo comum é o pêndulo de um relógio, que se move periódicamente (ou seja, de repetindo o seu movimento ao fim de um
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal. Indutância mútua.
Capítulo 6 Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal. Indutância mútua. 6.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 6.2 Introdução
6.1 Relatório 1 74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS. Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma:
74 CAPÍTULO 6. PRÉ-RELATÓRIOS E RELATÓRIOS 6.1 Relatório 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na
1º Trabalho de laboratório Iniciação ao uso da instrumentação electrónica. Circuitos RC simples. Circuitos com AmpOps. Parte III
1º Trabalho de laboratório Iniciação ao uso da instrumentação electrónica. Circuitos RC simples. Circuitos com AmpOps. Parte III Alunos: Turma: Data: / /2006 A entregar na aula de / /2006 Docente: Classificação:
Experimento 10 Circuitos RLC em corrente alternada: ressonância
Experimento 10 Circuitos RLC em corrente alternada: ressonância 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos RLC em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.
Relatório: Experimento 1
Relatório: Experimento 1 Nome 1: Assinatura 1: Nome 2: Assinatura 2: Nome 3: Assinatura 3: Nome 4: Assinatura 4: Turma: Procedimento I: Lei de Ohm Q1 (0,5 ponto) Monte o circuito indicado na Figura 1.11
Experimento 9 Circuitos RL em corrente alternada
1. OBJETIVO Experimento 9 Circuitos RL em corrente alternada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos RL em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada. 2. MATERIAL UTILIZADO
Redes de Primeira ordem Circuitos RC e RL
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º semestre de 2016 Experiência 8 Redes de
Experimento 9 Circuitos RL em corrente alternada
1. OBJETIO Experimento 9 Circuitos RL em corrente alternada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos RL em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada. 2. MATERIAL UTILIZADO
2) Em qual frequência, uma bobina de indutância 20mH terá uma reatância com módulo de 100Ω? E com módulo de 0Ω?
Professor: Caio Marcelo de Miranda Turma: T11 Nome: Data: 05/10/2016 COMPONENTES PASSIVOS E CIRCUITOS RL, RC E RLC EM CORRENTE ALTERNADA graus. Observação: Quando não informado, considere o ângulo inicial
Experiência: CIRCUITOS INTEGRADORES E DERIVADORES COM AMPOP
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
Experimento 10 Circuitos RLC em série em corrente alternada: diferença de fase entre voltagem e corrente
Experimento 0 ircuitos em série em corrente alternada: diferença de fase entre voltagem e corrente. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos em presença de uma fonte de alimentação
PSI LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS Experiência 2 - Medição de Grandezas Elétricas
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Experimento 5 Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 5.2 Introdução Nas aulas anteriores
PSI LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS Experiência 2 - Medição de Grandezas Elétricas
Experimento 10 Circuitos RLC em série em corrente alternada: diferença de fase entre voltagem e corrente
Experimento 10 ircuitos em série em corrente alternada: diferença de fase entre voltagem e corrente 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos em presença de uma fonte de
Física II. Laboratório 1 Instrumentação electrónica
Física II Laboratório 1 Instrumentação electrónica OBJECTIVO Utilizar instrumentos electrónicos: osciloscópios, geradores de sinais, fontes de corrente e tensão, multímetros. 1. INTRODUÇÃO Com o multímetro
Resposta em Frequência. Guilherme Penello Temporão Junho 2016
Resposta em Frequência Guilherme Penello Temporão Junho 2016 1. Preparatório parte 1: teoria Experiência 9 Resposta em Frequência Considere inicialmente os circuitos RC e RL da figura abaixo. Suponha que
Experimento 7 Circuitos RC e RL em corrente alternada. Parte A: Circuito RC em corrente alternada
Experimento 7 Circuitos RC e RL em corrente alternada 1. OBJETIO Parte A: Circuito RC em corrente alternada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos RC em presença de uma fonte de alimentação
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 5 5.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetro; resistor de 1 kω; indutores de 9,54, 23,2 e 50 mh. 5.2 Introdução Nas aulas anteriores estudamos
Eletricidade e Magnetismo II 2º Semestre/2014 Experimento 6: RLC Ressonância
Eletricidade e Magnetismo II º Semestre/014 Experimento 6: RLC Ressonância Nome: Nº USP: Nome: Nº USP: Nome: Nº USP: 1. Objetivo Observar o fenômeno de ressonância no circuito RLC, verificando as diferenças
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um oscioscopio e um multímetro digital. Conceito de resistência intema
Experimento 7 Circuitos RC em corrente alternada
1. OBJETIVO Experimento 7 Circuitos RC em corrente alternada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos RC em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.. 2. MATERIAL
Escola Superior de Tecnologia
Escola Superior de Tecnologia Departamento de Engenharia Electrotécnica Electrónica I 1º Trabalho de Laboratório Características V-I do díodo de silício, do díodo Zener e do díodo emissor de luz - LED
Trabalho prático nº 4 de Electrónica 2008/2009
Trabalho prático nº 4 de Electrónica 2008/2009 Título: Circuito amplificador com um transístor em montagem de emissor comum (com e sem degenerescência do emissor). Sumário Proceder se á à montagem de um
Trabalho prático nº 2 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 2 de Electrónica 2009/2010 Título: Amplificador operacional. Configuração inversora. Sumário Proceder se á à montagem de circuitos simples com amplificadores operacionais (ampops) em
Auto-indutância de uma Bobina
defi departamento de física Laboratórios de Física www.defi.isep.ipp.pt Auto-indutância de uma Bobina Instituto Superior de Engenharia do Porto- Departamento de Física Rua Dr. António Bernardino de Almeida,
No. USP Nome Nota Bancada GUIA E ROTEIRO EXPERIMENTAL
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS EXPERIÊNCIA 2 - MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉTRICAS Profa. Elisabete
7. LABORATÓRIO 7 - RESSONÂNCIA
7-1 7. LABORATÓRIO 7 - RESSONÂNCIA 7.1 OBJETIVOS Após completar essas atividades de aprendizado, você deverá ser capaz de: (a) Determinar a freqüência ressonante em série a partir das medições. (b) Determinar
Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora
Agrupamento de Escolas da Senhora da Hora Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Informação Prova da Disciplina de Física e Química - Módulo: 5 Circuitos eléctricos de corrente
CIRCUITOS AMPLIFICADORES COM TRANSÍSTORES DE JUNÇÃO BIPOLARES TRABALHO DE LABORATÓRIO Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Teresa Mendes de Almeida [email protected] Área Científica
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff
Ano lectivo: 2010 2011 Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff 1. OBJECTIVO Aprender a utilizar um osciloscópio e um multímetro digital. Medição de grandezas AC e DC. Conceito
GUIA EXPERIMENTAL E RELATÓRIO
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI EPUSP PSI 3212- LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS Experiência 7 Resposta em Frequência de Circuitos
ELECTRÓNICA I. Métodos básicos de análise de circuitos - 1ª Parte. Guia de Montagem do Trabalho Prático
Escola de Engenharia Dep. Electrónica Industrial 1/14 ELECTRÓNICA I circuitos - 1ª Parte Guia de Montagem do Trabalho Prático OBJECTIVO Familiarização com os métodos básicos de análise de circuitos: Lei
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO. Conversores Electrónicos de Potência Comutados a Alta Frequência 5º TRABALHO DE LABORATÓRIO (GUIA) INVERSOR MONOFÁSICO
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Conversores Electrónicos de Potência Comutados a Alta Frequência 5º TRABALHO DE LABORATÓRIO (GUIA) INVERSOR MONOFÁSICO Beatriz Vieira Borges e Hugo Ribeiro IST - 2013 1 INSTITUTO
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal
Circuitos resistivos alimentados com onda senoidal 3 3.1 Material resistores de 1 kω e 100 Ω. 3.2 Introdução Nas aulas anteriores estudamos o comportamento de circuitos resistivos com tensão constante.
REDES DE SEGUNDA ORDEM
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º Semestre de 2016 Experiência 9 REDES DE
Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos
1. OBJETIVO Experimento 6 Corrente alternada: circuitos resistivos O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos resistivos em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.
Trabalho N.º 1 Leis de Kirchhoff. Medição de Correntes e Tensões.
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 1 Leis de Kirchhoff. Medição de Correntes e Tensões. Plano de Trabalhos e Relatório: 1. Estudo teórico - prático
Circuitos RC e filtros de frequência. 6.1 Material. resistor de 1 kω; capacitor de 100 nf.
Circuitos RC e filtros de frequência 6 6. Material resistor de kω; capacitor de 00 nf. 6.2 Introdução Vimos que a reatância capacitiva depende da frequência: quanto maior a frequência do sinal que alimenta
Circuitos RC e filtros de frequência. 7.1 Material
Circuitos RC e filtros de frequência 7 7. Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetros digitais (de mão e de bancada); resistor de kω; capacitor de 00 nf. 7.2 Introdução Vimos que a reatância
DESCARGA EM CIRCUITO RC
INSTITUTO DE FÍSICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) 2 o SEMESTRE DE 2013 Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Data : / / 1. Introdução
2 Qual é valor da reatância capacitiva para um sinal de freqüência f = 5kHz em um capacitor de
PRÉ-RELATÓRIO 7 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 7, PARTE A Circuitos RC em corrente alternada, e responda às questões que seguem. 1 Qual é o significado de reatância capacitiva X C? Como
Experimento 7 Circuitos RC em corrente alternada
1. OBJETIO Experimento 7 ircuitos R em corrente alternada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos R em presença de uma fonte de alimentação de corrente alternada.. 2. MATERIAL UTILIZADO
No. USP Nome Nota Bancada
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3212- LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS EXPERIÊNCIA 04 GUIA DE EXPERIMENTOS e RELATÓRIO REVISÃO DAS
Experimento 7. Circuitos RC e filtros de frequência. 7.1 Material. 7.2 Introdução. Gerador de funções; osciloscópio;
Experimento 7 Circuitos RC e filtros de frequência 7.1 Material Gerador de funções; osciloscópio; multímetros digitais (de mão e de bancada); resistor de 1 kω; capacitor de 100 nf. 7.2 Introdução Vimos
PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS. LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas
PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas Conteúdo P1 - Amplificador operacional...3 P2 - RTEC....5 P3 - RTET e RTEC....7 P4 - Realimentação positiva...9 P5 - Intensidade luminosa....11
Experimento 9 Circuitos RLC em série e em paralelo em corrente alternada: ressonância e filtros passa-banda e rejeita-banda
Experimento 9 Circuitos C em série e em paralelo em corrente alternada: ressonância e filtros passa-banda e reeita-banda. OBJETIO Parte A:Circuitos C em série Circuitos contendo indutores e capacitores
= 2πf é a freqüência angular (medida em rad/s) e f é a freqüência (medida
44 2. Roteiros da Segunda Sequência Experimento 1: Circuito RLC e Ressonância 2.1.1 Objetivos Fundamentar o conceito de impedância; Obter a frequência de ressonância em um circuito RLC; Obter a indutância
Experimento 7 Circuitos RC e RL em corrente alternada. Parte A: Circuito RC em corrente alternada
Experimento 7 ircuitos R e RL em corrente alternada Parte A: ircuito R em corrente alternada 1 OBJETIO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de circuitos R em presença de uma fonte de alimentação
Introdução teórica Aula 10: Amplificador Operacional
Introdução Introdução teórica Aula 10: Amplificador Operacional O amplificador operacional é um componente ativo usado na realização de operações aritméticas envolvendo sinais analógicos. Algumas das operações
Medição de Características de Circuitos Atenuadores
Identificação: Alunos: 1. 2. Turma 3EEC Data: / / Classificação: (0-5) Medição de Características de Circuitos Atenuadores Trabalho Laboratorial 4 Objectivos Estudo de métodos de medição de: tensão, tempo,
PSI LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS
ESCOLA POLITÉCNICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI 3031 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS Experiência 2 - Medição de Grandezas Elétricas
LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS
LABORATÓRIO CICUITOS ELÉTRICOS NEURY BOARETTO JOINVILLE 2010 AULA PRÁTICA 1 Objetivos 1. Verificar o funcionamento do osciloscópio na medida de tensão e período Material Usado 1 Multímetro digital 1 Matriz
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS Laboratório #1: Introdução à utilização de aparelhos de medida e geração de sinal: multímetro, osciloscópio e gerador de sinais Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
O circuito RLC. 1. Introdução
O circuito C Na natureza são inúmeros os fenómenos que envolvem oscilações. Um exemplo comum é o pêndulo de um relógio, que se move periodicamente (ou seja, repetindo o seu movimento ao fim de um intervalo
LABORATÓRIO DE ELETROTECNIA E CIRCUITOS
LABORATÓRIO DE ELETROTECNIA E CIRCUITOS TRABALHO PRÁTICO 8 Divisor de tensão e divisor de corrente Para preparar este trabalho prático, deve começar por ler todo o enunciado. As questões que exigem experiências
Experimento 5 Circuitos RLC com onda quadrada
Experimento 5 Circuitos RLC com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar a variação de voltagem nas placas de um capacitor, em função do tempo, num circuito RLC alimentado com onda quadrada.
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada 1. OBJETIVO O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
Circuitos RC com corrente alternada. 5.1 Material. resistor de 10 Ω; capacitor de 2,2 µf.
Circuitos RC com corrente alternada 5 5.1 Material resistor de 1 Ω; capacitor de, µf. 5. Introdução Como vimos na aula sobre capacitores, a equação característica do capacitor ideal é dada por i(t) = C
EXPERIÊNCIA 6 - MODULAÇÃO EM AMPLITUDE
EXPERIÊNCIA 6 - MODULAÇÃO EM AMPLITUDE 1 Na modulação em amplitude (AM) o sinal de informação em banda básica varia a amplitude da portadora de alta freqüência. Na modulação em amplitude a freqüência da
Escola Politécnica - USP
Escola Politécnica - USP PSI 2325 Laboratório de Eletrônica I Exp 4: Polarização de Transistores JFET Equipe: - Turma: - - Profs: - - Data de Realização do Experimento: Nota: Bancada: 2002 B 66 Laboratório
Lab.04 Osciloscópio e Gerador de Funções
Lab.04 Osciloscópio e Gerador de Funções OBJETIVOS Capacitar o aluno a utilizar o osciloscópio e o gerador de funções; Usar o osciloscópio para observar e medir formas de onda de tensão e de corrente.
Trabalho prático nº 5 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 5 de Electrónica 29/21 Título: Circuito amplificador com um transístor em montagem de emissor comum (com e sem degenerescência do emissor). Sumário Proceder se á à montagem de um circuito
T7 - Oscilações forçadas. sen (3)
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T7 FÍSICA EXPERIMENTAL I - 2007/08 OSCILAÇÕES FORÇADAS NUM CIRCUITO RLC 1. Objectivo Estudar um circuito RLC série ao qual é aplicada
LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1
LABORATÓRIO ATIVIDADES 2013/1 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NO LABORATÓRIO MÓDULO I ELETRICIDADE BÁSICA TURNO NOITE CURSO TÉCNICO EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL CARGA HORÁRIA EIXO TECNOLÓGICO CONTROLE
Experiência 9 Redes de Primeira ordem Circuitos RC. GUIA e ROTEIRO EXPERIMENTAL
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º semestre de 2019 Experiência 9 Redes de
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Grupo:... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno ( ) Noturno ( ) Experiência 7
INSTITUTO DE FÍSICA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Laboratório de Eletromagnetismo (4300373) Grupo:......... (nomes completos) Prof(a).:... Diurno Noturno Data : / / Experiência 7 MAPEAMENTO DE CAMPO MAGNÉTICO
Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada
1. OBJETIVO Experimento 4 Indutores e circuitos RL com onda quadrada O objetivo desta aula é estudar o comportamento de indutores associados a resistores em circuitos alimentados com onda quadrada. 2.
Electromagnetismo e Física Moderna. Conhecer um método para a determinação da capacidade eléctrica
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física 1 Compreender o que é um condensador eléctrico Electromagnetismo e Física Moderna Capacidade e condensadores Conhecer
Objetivo Geral Entender o funcionamento e as principais características do amplificador operacional ou ampop como comparador de sinais.
( ) Prova ( ) Prova Semestral ( ) Exercícios ( ) Prova Modular ( ) Segunda Chamada ( ) Exame Final ( ) Prática de Laboratório ( ) Aproveitamento Extraordinário de Estudos Nota: Disciplina: Turma: Aluno
Electrónica para Telecomunicações
Dept. de Engenharia Electrotécnica e Computadores Fac. de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Electrónica para Telecomunicações Trabalho Prático Nº5 Misturador de 4 Quadrantes. INTRODUÇÃO
Introdução teórica Aula 8: Fonte de Tensão Regulada. Regulador LM7805. Fonte de tensão regulada. EEL7011 Eletricidade Básica Aula 8 EEL/CTC/UFSC
Introdução teórica Aula 8: Fonte de Tensão Regulada Regulador LM7805 78xx é o nome de uma popular família de reguladores positivos de tensão. É um componente comum em muitas fontes de alimentação. Eles
AULA LAB 01 PARÂMETROS DE SINAIS SENOIDAIS 2 MEDIÇÃO DE VALORES MÉDIO E EFICAZ COM MULTÍMETRO
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETRÔNICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS ELETRÔNICOS Retificadores (ENG - 20301) AULA LAB 01 PARÂMETROS
AMPLIFICADORES OPERACIONAIS APLICAÇÕES LINEARES
EN 2603 ELETRÔNICA APLICADA LABORATÓRIO Nomes dos Integrantes do Grupo AMPLIFICADORES OPERACIONAIS APLICAÇÕES LINEARES 1. OBJETIVOS a. Verificar o funcionamento dos amplificadores operacionais em suas
