Escola Superior de Tecnologia
|
|
|
- Nicolas Diegues Carneiro
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Escola Superior de Tecnologia Departamento de Engenharia Electrotécnica Electrónica I 1º Trabalho de Laboratório Características V-I do díodo de silício, do díodo Zener e do díodo emissor de luz - LED
2 1º Trabalho de Laboratório Características V-I do díodo de silício, do díodo zener e do díodo emissor de luz (LED) 1. Objectivos Pretende-se com este trabalho a iniciação em simulação de circuitos eléctricos em PSpice e a obtenção das características V-I do díodo de silício da série 1N4000, de um díodo zener de 4,7V e de um díodo emissor de luz. Na 1ª fase pretende-se a simulação em PSpice, fazendo a análise dc de um circuito com díodos e análises dc sweep com vista à obtenção das características V-I do díodo de silício 1N4002 e do díodo zener D1N750 (4,7V). Na 2ª fase, com a montagem em bancada, pretende-se a obtenção das características V-I do díodo 1N4002 e do díodo zener de 4,7V, e confrontação dos resultados obtidos com os do PSpice, e do díodo emissor de luz (LED). 2. Introdução - Simulação em PSpice O PSpice é um programa de computador para análise do comportamento de circuitos eléctricos e electrónicos, contendo uma variedade grande de componentes, em que se podem incluir não apenas dispositivos analógicos, como por exemplo resistências, condensadores, indutâncias, transformadores, díodos, transistores, amplificadores operacionais, etc., mas também dispositivos digitais, como sejam os circuitos TTL, CMOS, microprocessadores, etc.. Em conjunto com o módulo Schematics, o PSpice é utilizado no projecto, teste e optimização de circuitos electrónicos, sem necessidade da utilização de qualquer hardware, equipamentos de teste ou componentes. Utilizando modelos adequados para cada componente o PSpice é capaz de efectuar análises para determinar o ponto de funcionamento em repouso de cada dispositivo, de utilizar estes resultados para obter os respectivos modelos para pequenos sinais e, a partir deles, obter os ganhos de tensão e corrente, a resposta em frequência, etc. ou obter a resposta no tempo a certos estímulos como por exemplo a resposta a uma onda alternada sinusoidal, a um impulso rectangular, etc.. Pág. 2
3 2.1. Estudo de um circuito com díodos em dc análise Bias Point Detail a) Desenhe o circuito da figura 1.1 utilizando o Schematics do MicroSim (V1 a V3: componente VDC; D1 a D4: componente D1N4002: R1 a R5: componente R; terra: componente EGND). D1 V2 D4 A B C D V1 R2 1k R4 1k V3 R1 D2 R3 D3 R5 G 1k 1k 1k Figura 1.1 F E b) Após conclusão e gravação do trabalho proceda à simulação do circuito; por defeito o MicroSim procede de forma automática à simulação em dc, Bias Point Detail, sem necessidade de efectuar qualquer setup. c) Registe na tabela 1 em anexo, para cada um dos conjuntos de tensões de V 1, V 2 e V 3, as tensões nos pontos A a G, as tensões aos terminais dos díodos, as correntes nos díodos e o estado de condução, ON ou OFF, em que se encontram, utilizando para o efeito os botões V e I da barra de ferramentas Estudo da característica do díodo de silício 1N4002 análise DC Sweep a) Desenhe o circuito da figura 1.2 utilizando o Schematics do MicroSim (R1=1kΩ, D1=D1N4002). Coloque um marcador de corrente, Mark Current into Pin, na posição indicada na figura. b) Após conclusão e gravação do trabalho proceda ao Setup da análise DC Sweep utilizando os seguintes parâmetros: fonte de tensão [name: V1; Start Value: -2V; End Value: +30V; Increment: 0.1V] a que corresponde fazer variar a tensão da fonte V1 de 2V a +30V R1 com incrementos de 0,1V. c) Proceda à simulação do circuito, e no écran de probe que se obtém faça as alterações convenientes V1 A no menu Plot/Axis Settings/X Axis e Y Axis por D1 K forma a ter no eixo dos xx' a tensão aos terminais do díodo e no eixo dos yy' a corrente no díodo. Verifique que a curva que obtém é exactamente a curva característica do díodo. d) Grave em disquete os ficheiros produzidos para Figura 1.2 posterior inclusão no relatório. Pág. 3
4 2.3. Estudo da característica do díodo zener de 4,7V, 1N750 análise DC Sweep a) Desenhe o circuito da figura 1.3 utilizando o Schematics do MicroSim (R1=1kΩ, Dz=D1N750). Coloque um marcador de corrente, Mark Current into Pin, na posição indicada na figura. b) Após conclusão e gravação do trabalho proceda ao Setup da análise DC Sweep utilizando os seguintes parâmetros: fonte de tensão [name: V1; Start Value: -30V; End Value: +30V; Increment: 0.1V] a que corresponde fazer variar a tensão da fonte V1 de 30V a +30V com incrementos de 0,1V. c) Proceda à simulação do circuito e no écran de R1 probe que se obtém faça as alterações convenientes no menu Plot/Axis Settings/X Axis e V1 A Y Axis, por forma a ter no eixo dos xx' a tensão Dz aos terminais do díodo e no eixo dos yy' a K corrente no díodo. Verifique que a curva que obtém é exactamente a curva característica do díodo zener. d) Grave em disquete os ficheiros produzidos para posterior inclusão no relatório. Figura Montagem e teste Com o teste em bancada pretende-se obter um conjunto significativo de pares de valores (VD, ID) por variação da tensão de entrada Vi, que possibilite a construção com relativo rigor da curva característica do díodo em teste; no caso do díodo de silício 1N4002 a sua curva característica é do tipo da representada na figura 2.1. O díodo é montado de acordo com o esquema da figura 2.2, numa primeira fase, para obtenção da sua característica directa, e depois invertido para obtenção da característica inversa. 3.1 Condução dos testes - díodo 1N4002 a) Implemente o circuito de acordo com o esquema da figura 2.2, usando os seguintes componentes: D = 1N4002 ou equivalente R = a determinar Vi = fonte de tensão CC ajustável de 0 a 30V Pág. 4
5 R I D I D Vi D A K V D Fig. 2.1 VD Fig. 2.2 Questão 1 - Calcule o valor da resistência R, e da potência nela dissipada, para uma corrente máxima no circuito da ordem dos 30 ma. b) Ajuste a tensão da fonte Vi para a sua tensão mínima. Em seguida faça variar a tensão de alimentação de forma a obter valores de corrente para I D de acordo com a tabela 2 em anexo. Fig.2.3 c) Inverta a polarização do díodo D e implemente o circuito da figura 2.3. Por variação da tensão Vi, tente medir o valor da corrente inversa I R e a correspondente tensão inversa V R de acordo com a tabela 3. Registe as leituras obtidas. Discuta os valores encontrados. Nota: Esta montagem apresenta vários aspectos que vale a pena referir. Em primeiro lugar colocou-se, em série com o díodo, uma resistência de 1MΩ. Esta resistência forma com o multímetro um divisor de corrente. Este fenómeno deve ser considerado nos cálculos a efectuar. Em segundo lugar sendo a corrente a medir da ordem do nano Ampere, a queda de tensão resultante na resistência de 1 MΩ deve ter um valor na ordem do mv passível de medida com os multímetros disponíveis no laboratório. Com base nesse conhecimento pode-se calcular a corrente inversa do díodo. Pág. 5
6 d) Com os registos efectuados em b) e c) trace a curva característica do díodo (características directa e inversa num mesmo gráfico). De acordo com os valores da corrente da polarização directa, verifique que o aumento de tensão que é necessário aplicar aos terminais do díodo de modo que a corrente duplique é aproximadamente constante e indique esse valor. Justifique. e) Com auxílio da montagem da Fig 2.4 e com uma fonte de tensão sinusoidal à entrada com 10V de amplitude à frequência de 1kHz, observe a curva característica do díodo no osciloscópio colocando-o no modo XY. Notar que enquanto o canal horizontal representa a queda de tensão no díodo (a queda de tensão na resistência é praticamente desprezável) o canal vertical representa a corrente que passa no díodo ( e que é a mesma que passa na resistência R2). Fig. 2.4 f) Com base na curva característica do díodo obtida em d) proponha um modelo linear por partes, propondo valores para Vγ, R F e R R, para o díodo que testou. 3.2 Condução dos testes - díodo emissor de luz (LED) No circuito utilizado em 3.1 substitua o díodo 1N4002 por um LED, vermelho ou verde. Repita a experiência da figura 2.2 com o LED polarizado directamente, seguindo os procedimentos anteriormente descritos em 3.1 a) e b). De seguida, inverta a polarização do Pág. 6
7 LED e de acordo com a figura 2.3 meça a corrente inversa tendo o cuidado de não exceder uma tensão inversa de 5V ao terminais do LED. Repita as alíneas d) e e) para o caso do LED. 3.2 Condução dos testes - díodo zener de 4,7V a) No circuito da figura 2.2, substitua o LED por um díodo zener de 4,7V. b) Com o díodo polarizado na região directa faça variar a tensão de alimentação Vi, de 0 a 30V, de forma a obter leituras para I D de acordo com a tabela 2 em anexo. Registe os valores da tensão V D aos terminais do díodo na tabela 2. c) Inverta a polarização do díodo Dz e faça variar novamente a tensão de alimentação Vi, entre 0 e 30V, de forma a obter leituras para I D de acordo com a tabela 3 em anexo. Registe as leituras obtidas. d) Com os registos efectuados em b) e c) trace a curva característica do díodo (características directa e inversa num mesmo gráfico). e) Com base na curva característica do díodo obtida em d) proponha um modelo linear por partes, propondo valores para Vγ, V Z, R D, R Z e R R, para o díodo que testou. 4 - Comentários finais e conclusões Apresente os seus comentários finais em relação ao trabalho efectuado, aos resultados encontrados e correspondentes conclusões, tendo em conta as curvas teóricas esperadas e as encontradas com o teste em bancada. Pág. 7
8 5 Anexos Tabela 1 1. V 1 = 10V; V 2 =10V; V 3 =10V V A V B V C V D V E V F V G Tensões nos nós Tensão aos terminais dos díodos Corrente nos díodos Estado dos díodos V D1 V D2 V D3 V D4 I D1 I D2 I D3 I D4 D 1 D 2 D 3 D 4 2. V 1 = -10V; V 2 =10V; V 3 = -10V V A V B V C V D V E V F V G Tensões nos nós Tensão aos terminais dos díodos Corrente nos díodos Estado dos díodos V D1 V D2 V D3 V D4 I D1 I D2 I D3 I D4 D 1 D 2 D 3 D 4 3. V 1 = 10V; V 2 = 5V; V 3 = -10V V A V B V C V D V E V F V G Tensões nos nós Tensão aos terminais dos díodos Corrente nos díodos Estado dos díodos V D1 V D2 V D3 V D4 I D1 I D2 I D3 I D4 D 1 D 2 D 3 D 4 Pág. 8
9 Tabela 2 Tabela 3 V d (V) Vf I D =(Vf- V d )/R V R (V) I R (ma) 0 2,5 5 7, Pág. 9
UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA ELECTRÓNICA GERAL
UNIVERSIDADE LUSÓFONA DE HUMANIDADES E TECNOLOGIAS LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA ELECTRÓNICA GERAL 3º TRABALHO DE LABORATÓRIO DÍODO João Beirante 1º Parte do Trabalho de Laboratório 1. INTRODUÇÃO
Fundamentos de Electrónica Laboratório
Fundamentos de Electrónica Laboratório Díodo de Junção Semicondutor Regime Estacionário IST-2013/2014 2º Semestre Objectivos Com este trabalho pretendem atingir-se dois objectivos: a. Determinar experimentalmente
Montagens Básicas com Díodos
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Tomar Departamento de Engenharia Electrotécnica ELECTRÓNICA I Trabalho Prático N.º 2 Montagens Básicas com Díodos Efectuado pelos alunos:
Curva Característica de um Díodo de Junção
Curva Característica de um Díodo de Junção Ano Lectivo 2003/2004-2º Semestre O presente trabalho prático é composto por duas secções : Protocolo Descrição dos procedimentos a efectuar pelo aluno. O protocolo
Trabalho prático nº 5 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 5 de Electrónica 29/21 Título: Circuito amplificador com um transístor em montagem de emissor comum (com e sem degenerescência do emissor). Sumário Proceder se á à montagem de um circuito
Trabalho prático nº 4 de Electrónica 2008/2009
Trabalho prático nº 4 de Electrónica 2008/2009 Título: Circuito amplificador com um transístor em montagem de emissor comum (com e sem degenerescência do emissor). Sumário Proceder se á à montagem de um
Trabalho de Laboratório. Electrónica Geral LERCI. Circuitos com Transistores MOS
Trabalho de Laboratório Electrónica Geral LERCI Circuitos com Transistores MOS Número Nome Grupo: Professor: Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área
TRABALHO 1 Leis de Kirchhoff, Equivalente de Thévenin e Princípio de Sobreposição
GUIA DE LABORATÓRIO Análise de Circuitos - LEE TRABALHO 1 Leis de Kirchhoff, Equivalente de Thévenin e Princípio de Sobreposição INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de
TRABALHO 2 Amplificadores Operacionais e Diodos
GUIA DE LABORATÓRIO Análise de Circuitos - LEE TRABALHO 2 Amplificadores Operacionais e Diodos INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Secção de Electrónica
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC) Área Científica de Electrónica ELECTRÓNICA GERAL
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC) Área Científica de Electrónica ELECTRÓNICA GERAL Mestrado Integrado em Engenharia Biomédica e Mestrado Bolonha
Guias de Laboratório da Unidade Curricular Eletrónica 2 (Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores)
Guias de Laboratório da Unidade Curricular Eletrónica 2 (Licenciatura em Engenharia Eletrotécnica e de Computadores) Jorge Manuel Martins ESTSetúbal, julho de 2017 Índice Lab. 1 - Estudo de um Amplificador
CIRCUITOS AMPLIFICADORES COM TRANSÍSTORES DE JUNÇÃO BIPOLARES TRABALHO DE LABORATÓRIO Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Teresa Mendes de Almeida [email protected] Área Científica
Física II. Laboratório 1 Instrumentação electrónica
Física II Laboratório 1 Instrumentação electrónica OBJECTIVO Utilizar instrumentos electrónicos: osciloscópios, geradores de sinais, fontes de corrente e tensão, multímetros. 1. INTRODUÇÃO Com o multímetro
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO
ANÁLISE DE CIRCUITOS LABORATÓRIO Ano Lectivo 20 / 20 Curso Grupo Classif. Rubrica Trabalho N.º 4 A Bobina Plano de Trabalhos e Relatório: 1. As bobinas nos circuitos em corrente alternada sinusoidal. A
Folha 5 Transístores bipolares.
Folha 5 Transístores bipolares. 1. Considere um transístor npn que possui uma queda de potencial base emissor de 0.76 V quando a corrente de colector é de 10 ma. Que corrente conduzirá com v BE = 0.70
ELETRÔNICA I. Apostila de Laboratório. Prof. Francisco Rubens M. Ribeiro
ELETRÔNICA I Apostila de Laboratório Prof. Francisco Rubens M. Ribeiro L E E UERJ 1996 Prática 01 - Diodo de Silício 1 - Objetivo: Levantamento da característica estática VxI do diodo de Si, com o auxílio
Oscilador em ponte de Wien
UNIVERSIDADE DA MADEIRA Departamento de Matemática e Engenharias Licenciatura em Engenharia de Telecomunicações e Redes (LETR) Licenciatura em Engenharia de Instrumentação e Electrónica (Ramo de Astronomia)
Trabalho prático nº 3 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 3 de Electrónica 2009/2010 Título: Amplificador operacional. ConFiguração não inversora (seguidor de tensão). Sensor de temperatura. Sumário Utilizar se á o circuito do trabalho prático
Escola Politécnica - USP
Escola Politécnica - USP PSI 2325 Laboratório de Eletrônica I Exp 4: Polarização de Transistores JFET Equipe: - Turma: - - Profs: - - Data de Realização do Experimento: Nota: Bancada: 2002 B 66 Laboratório
CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO
Área Científica de Energia Departamento de De Engenharia Electrotécnica e de Computadores CONVERSOR CA/CC TRIFÁSICO COMANDADO (Carácter não ideal) TRABALHO Nº 2 GUIAS DE LABORATÓRIO DE ELECTRÓNICA DE ENERGIA
Departamento de Engenharia Electrotécnica. Curso de Engenharia de Automação, Controlo e Instrumentação
Curso de Engenharia de utomação, Controlo e Instrumentação Laboratório nº 4 de Complementos de Electrónica Estudo de mplificadores Área de Electrónica Fevereiro/2005 1. Estudo das características de amplificadores.
ELECTRÓNICA I. ANÁLISE EM CORRENTE ALTERNADA DE UM CIRCUITO RC Guia de Montagem do Trabalho Prático
Universidade do Minho Circuito RC - Guia de Montagem Escola de Engenharia Dep. Electrónica Industrial 1/8 ELECTRÓNICA I ANÁLISE EM CORRENTE ALTERNADA DE UM CIRCUITO RC Guia de Montagem do Trabalho Prático
COMO TESTAR COMPONENTES ELETRÔNICOS
NEWTON C. BRAGA COMO TESTAR COMPONENTES ELETRÔNICOS VOLUME 3 Instituto Newton C. Braga www.newtoncbraga.com.br [email protected] COMO TESTAR COMPONENTES ELETRÔNICOS Como testar componentes eletrônicos
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um oscioscopio e um multímetro digital. Conceito de resistência intema
Electrónica II. 1º Trabalho de Laboratório Realimentação
Electrónica II 2º Semestre 2010/2011 1º Trabalho de Laboratório Realimentação (1º trabalho) Fevereiro 2011 Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área Científica
AMPLIFICADOR BASE COMUM
AMPLIFICADOR BASE COMUM OBJETIVOS: Analisar as características e o funcionamento de um amplificador na configuração base comum. INTRODUÇÃO TEÓRICA O amplificador base comum (B.C.) caracteriza-se por possuir
1º Trabalho de laboratório Iniciação ao uso da instrumentação electrónica. Circuitos RC simples. Circuitos com AmpOps. Parte III
1º Trabalho de laboratório Iniciação ao uso da instrumentação electrónica. Circuitos RC simples. Circuitos com AmpOps. Parte III Alunos: Turma: Data: / /2006 A entregar na aula de / /2006 Docente: Classificação:
GUIA DE EXPERIMENTOS
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3031 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA DE EXPERIMENTOS EXPERIÊNCIA 1: INSTRUMENTAÇÃO
CET - Electromedicina. Eletrónica. Capítulo 2 Díodos. António Roque - Ano lectivo 2012/2013 CET - Electromedicina
CET - Electromedicina Eletrónica Capítulo 2 Díodos António Roque - Ano lectivo 1 António Roque - Ano lectivo 2 Um díodo é um dispositivo capaz de permitir a passagem de corrente num sentido e impedir no
O amplificador operacional Parte 1: amplificador inversor não inversor
Instituto uperior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área de Electrónica O amplificador operacional Parte : amplificador inversor não inversor Trabalho de Laboratório Teoria
1. Introdução. Nesta experiência será estudado o funcionamento de um amplificador diferencial. Figura 1: Circuito do Amplificador Diferencial
1. Introdução Nesta experiência será estudado o funcionamento de um amplificador diferencial. 2. Projeto (a ser realizado ANTES da aula experimental) Características básicas dos semicondutores: Figura
PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS. LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas
PROTOCOLOS DAS AULAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIOS 2 - Campos e ondas Conteúdo P1 - Amplificador operacional...3 P2 - RTEC....5 P3 - RTET e RTEC....7 P4 - Realimentação positiva...9 P5 - Intensidade luminosa....11
Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff
Ano lectivo: 2010 2011 Medição de Tensões e Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchhoff 1. OBJECTIVO Aprender a utilizar um osciloscópio e um multímetro digital. Medição de grandezas AC e DC. Conceito
Escola Politécnica - USP
Escola Politécnica - USP Equipe: - Turma: PSI 2325 Laboratório de Eletrônica I Exp 7: Amplificadores Diferenciais - - Profs: - - Data de Realização do Experimento: Nota: Bancada: 2002 B 102 Laboratório
ELECTRÓNICA GERAL FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR
ELECTRÓNICA GERAL 1º TRABALHO DE LABORATÓRIO FILTROS ACTIVOS E OSCILADORES 1º SEMESTRE 2015/2016 JOSÉ GERALD E PEDRO VITOR AGOSTO 2015 Sessão 1 Secções Biquadráticas com 3 Amplificadores Operacionais 1.1
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO. Conversores Electrónicos de Potência Comutados a Alta Frequência 5º TRABALHO DE LABORATÓRIO (GUIA) INVERSOR MONOFÁSICO
INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Conversores Electrónicos de Potência Comutados a Alta Frequência 5º TRABALHO DE LABORATÓRIO (GUIA) INVERSOR MONOFÁSICO Beatriz Vieira Borges e Hugo Ribeiro IST - 2013 1 INSTITUTO
Colectânea de Problemas
Teoria dos Circuitos e Fundamentos de Electrónica Mestrado em Engenharia Física Tecnológica (MEFT) Mestrado em Engenharia Biomédica (MEBiom) Colectânea de Problemas 1 Teoria dos Circuitos 2 Circuitos com
Introdução Teórica aula 9: Transistores
Introdução Teórica aula 9: Transistores Definição de Transistores de Junção Bipolar Os Transistores de Junção Bipolar (TJB) são dispositivos não- lineares de 3 terminais construídos com base em duas junções
c) Se o valor da amplitude de v I for reduzido em 10%, quais são os novos valores máximo e médio de i B?
Folha 4 Díodos. 1. Para cada um dos circuitos das figuras abaixo a entrada v I é sinusoidal com 10 V de amplitude e frequência 1kHz. Considerando os díodos ideais represente graficamente o sinal de saída
ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA - SANTIAGO DO CACÉM
Disciplina: Electricidade e Electrónica Módulo 1 Corrente Contínua PLANIFICAÇÃO Grupo Disciplinar: 50 Duração: 0 h / 0 blocos Ano Lectivo: 008/009 As grandezas mais importantes do circuito eléctrico. A
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS
SINAIS E SISTEMAS MECATRÓNICOS Laboratório #1: Introdução à utilização de aparelhos de medida e geração de sinal: multímetro, osciloscópio e gerador de sinais Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica
Trabalho prático nº 2 de Electrónica 2009/2010
Trabalho prático nº 2 de Electrónica 2009/2010 Título: Amplificador operacional. Configuração inversora. Sumário Proceder se á à montagem de circuitos simples com amplificadores operacionais (ampops) em
Electrónica Fundamental 10º ano
Planificação Anual 2016/2017 Curso Profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos Electrónica Fundamental 10º ano 1 MÓDULO 1: Noções Básicas de Electricidade 24 aulas de 45 = 18h Datas:
LEE 2006/07. Guia de Laboratório. Trabalho 4. Circuitos Dinâmicos. Resposta em Frequência
Análise de Circuitos LEE 2006/07 Guia de Laboratório Trabalho 4 Circuitos Dinâmicos Resposta em Frequência INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Paulo Flores
Introdução teórica Aula 10: Amplificador Operacional
Introdução Introdução teórica Aula 10: Amplificador Operacional O amplificador operacional é um componente ativo usado na realização de operações aritméticas envolvendo sinais analógicos. Algumas das operações
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos PSI - EPUSP PSI 3212 LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS GUIA EXPERIMENTAL EXPERIÊNCIA 1: INSTRUMENTAÇÃO
Escola Secundária. tensão = número de divisões na escala vertical tensão/divisão. tensão = 4,2 10 mv = 42 mv
Grupo de Trabalho: Classificação Professor Numa empresa de telecomunicações investigam-se materiais e métodos inovadores para a comunicação. O sistema de segurança da empresa é bastante rígido. A empresa
CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA
Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa T5 Física Experimental I - 2007/08 CIRCUITOS DE CORRENTE CONTÍNUA 1. Objectivo Verificar as leis fundamentais de conservação da
Teórico-prática n.º 7 Amplificador operacional e aplicações 29 e 30 de Novembro de 2018
Circuitos Elétricos e Sistemas Digitais & Circuitos e Eletrónica Mestrados Integrados em Engª. Biomédica e Engª. Física e Licenciatura em Física Teórico-prática n.º 7 Amplificador operacional e aplicações
Electromagnetismo e Física Moderna. Conhecer um método para a determinação da capacidade eléctrica
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física 1 Compreender o que é um condensador eléctrico Electromagnetismo e Física Moderna Capacidade e condensadores Conhecer
Experiência 1 INSTRUMENTAÇÃO LABORATORIAL. Relatório. No. USP Nome Nota Bancada
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3031 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º quadrimestre de 2017 Experiência 1 INSTRUMENTAÇÃO
Exemplo 4.1 (pag.245)
Exemplo 4.1 (pag.245) Considere um processo tecnológico com min =0,4 μm, t ox =8nm, μ n =450 cm 2 /V.s, e V t =0,7 V. a) Determine C ox e k n. b) Para um MOSFET com W/=8 μm/0,8 μm, determine os valores
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA
INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA COLECTÂNEA DE EXERCÍCIOS DE ELECTRÓNICA II (Para apoio às Aulas Práticas Exercícios retirados do livro Microelectronics Circuits Sedra/Smith)
Teórico-prática n.º 7 Amplificador operacional e aplicações 29 e 30 de Novembro de 2018
Circuitos Elétricos e Sistemas Digitais & Circuitos e Eletrónica Mestrados Integrados em Engª. Biomédica e Engª. Física e Licenciatura em Física Teórico-prática n.º 7 Amplificador operacional e aplicações
Escola Secundária com 3 o Ciclo do Ensino Básico de Adolfo Portela, Águeda
Escola Secundária com 3 o Ciclo do Ensino Básico de Adolfo Portela, Águeda Módulo 4 - Apontamentos sobre fontes de alimentação Prof. Eduardo Martins Janeiro de 2010 Conteúdo I Fontes de alimentação 3 1
Electrónica II. 1º Trabalho de Laboratório Realimentação
Electrónica II 2º Semestre 2015/2016 1º Trabalho de Laboratório Realimentação (1º trabalho) Fevereiro 2016 Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de omputadores Área ientífica
Guia de Laboratório de Electrónica II. Amplificadores Operacionais
Instituto Superior Técnico Departamento de Engenharia electrotécnica e de Computadores Secção de Electrónica Guia de Laboratório de Electrónica II Amplificadores Operacionais (º trabalho) Grupo Nº Número
REGULADOR A DIODO ZENER
NAESTA00-3SA FUNDAMENTOS DE ELETRÔNICA LABORATÓRIO Prof. Rodrigo Reina Muñoz REGULADOR A DIODO ZENER. OBJETIVOS Após completar estas atividades de laboratório, você deverá ser capaz de observar o funcionamento
2 Ressonância e factor de qualidade
Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências e Tecnologia Departamento de Física Electromagnetismo e Física Moderna 2 Ressonância e factor de qualidade Os circuitos RLC Observar a ressonância em
Lista equipamentos. Transformador 127 x x Diodo 1N4007 Capacitor eletrolitico 470uF 2 x Capacitor eletrolitico 47uF
Dispositivos Lab #1 Circuitos com Diodos Lista equipamentos Transformador 127 x 12+12 2 x Diodo 1N4007 Capacitor eletrolitico 470uF Resistor 47 2 x Capacitor eletrolitico 47uF Resistor 470 Elvis Resistor
Laboratório 4 Interferência em Microondas GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 4 INTERFERÊNCIA EM MICROONDAS
GUIA DE LABORATÓRIO LABORATÓRIO 4 INTERFERÊNCIA EM MICROONDAS 1. RESUMO Utilização de uma corneta rectangular para emissão de uma onda electromagnética em microondas. Estudo do padrão de interferência
MÁQUINAS ELÉCTRICAS I
SECÇÃO DE MÁQUINAS ELÉCTRICAS E ELECTRÓNICA DE POTÊNCIA MÁQUINAS ELÉCTRICAS I Máquina Síncrona 2005/2006 1. MÁQUINA SÍNCRONA Objectivos do trabalho : Arranque assíncrono da máquina síncrona. Determinação
ELECTRÓNICA I. Métodos básicos de análise de circuitos - 1ª Parte. Guia de Montagem do Trabalho Prático
Escola de Engenharia Dep. Electrónica Industrial 1/14 ELECTRÓNICA I circuitos - 1ª Parte Guia de Montagem do Trabalho Prático OBJECTIVO Familiarização com os métodos básicos de análise de circuitos: Lei
Biosensores e Sinais Biomédicos 2009/2010
Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Biosensores e Sinais Biomédicos 2009/2010 TP3: ESTUDO E APLICAÇÃO DE FOTOSENSORES Objectivo Determinação da resposta de uma fotoresistência
Montagens Básicas com Transístores
Instituto Politécnico de Tomar Escola Superior de Tecnologia de Tomar Departamento de Engenharia Electrotécnica ELECTRÓNICA I Trabalho Prático N.º 3 Montagens Básicas com Transístores Efectuado pelos alunos:
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #1 (1) DIODOS EM SÉRIE No circuito da figura a seguir
ELT 313 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I Laboratório N o 7 Transistor de Efeito de Campo de Junção (JFET)
ELT 313 LABORATÓRIO E ELETRÔNICA ANALÓGICA I Laboratório N o 7 Transistor de Efeito de Campo de Junção (JFET) OBJETIVOS: Testar JFET com multímetro digital. esenhar a curva de transcondutância esenhar
TESTE ELETRÔNICA Prof: Sergio de Oliveira Trindade. Aluno:...
TESTE ELETRÔNICA Prof: Sergio de Oliveira Trindade Data:... Aluno:... 1 - O que é barreira de potencial e qual o seu valor para os diodos de silício e germânio? 2 - O que acontece com os portadores majoritários
GUIÃO 1. Introdução aos Equipamentos de Laboratório
SISTEMAS DIGITAIS GUIÃO 1 Introdução aos Equipamentos de Laboratório Fonte de Alimentação Este dispositivo tem como papel principal a conversão da tensão sinusoidal da rede de distribuição eléctrica (AC)
Instituto Superior de Engenharia do Porto
Instituto Politécnico do Porto Instituto Superior de Engenharia do Porto Departamento de Engenharia Electrotécnica Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores disciplina de Teoria dos Circuitos
O circuito RLC. 1. Introdução
O circuito Na natureza são inúmeros os fenómenos que envolvem oscilações. Um exemplo comum é o pêndulo de um relógio, que se move periódicamente (ou seja, de repetindo o seu movimento ao fim de um intervalo
Trabalho Final. Amplificador de áudio para estetoscópio electrónico. Dept. Engenharia Electrotécnica. Novembro de Versão 1.0
Dept. Engenharia Electrotécnica Disciplina : Electrónica Amplificador de áudio para estetoscópio electrónico Novembro de 2011 Versão 1.0 Ref: DEE-EI-03-001-010 1- Introdução Este trabalho tem como objectivos
ELT313 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO N O 1 DIODOS SEMICONDUTORES
ELT313 LABORATÓRIO DE ELETRÔNICA ANALÓGICA I ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO N O 1 DIODOS SEMICONDUTORES OBJETIVOS Testar diodos utilizando multímetro digital. Desenhar a curva característica tensão vs.
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST
ELECTROTECNIA TEÓRICA MEEC IST 2º Semestre 2017/18 4º TRABALHO LABORATORIAL REGIMES TRANSITÓRIOS Prof. V. Maló Machado Prof. M. Guerreiro das Neves Prof.ª Mª Eduarda Pedro ELECTROTECNIA TEÓRICA CIRCUITOS
Caracterização de uma Lâmpada
Caracterização de uma Lâmpada Laboratório de Eletricidade e Magnetismo Introdução Resistores não-lineares são dispositivos que não seguem a lei de Ohm quando submetidos a uma tensão ou corrente. Quando
O amplificador operacional Parte 2: Factor de rejeição de modo comum (CMRR),taxa de inflexão (slew rate) e tensão de desvio (offset)
Instituto uperior Técnico Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Área de Electrónica O amplificador operacional Parte : Factor de rejeição de modo comum (CMRR),taxa de inflexão (slew
Redes de Primeira ordem Circuitos RC e RL
ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos - PSI - EPUSP PSI 3212 - LABORATÓRIO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 1º semestre de 2016 Experiência 8 Redes de
MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO
TRABALHO PRÁTICO MEDIÇÃO DE GRANDEZAS ELÉCTRICAS UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO E DO MULTÍMETRO Objectivo Este trabalho tem como objectivo a familiarização com alguns dos equipamentos e técnicas de medida
Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem.
PRÉ-RELATÓRIO 6 Nome: turma: Leia atentamente o texto da Aula 6, Corrente alternada: circuitos resistivos, e responda às questões que seguem. 1 Explique o significado de cada um dos termos da Equação 1,
. Medição de tensões contínuas (DC) : Volt [V]. Medição de tensões alternas (AC)
Medição de Tensões e de Correntes Eléctricas. Leis de Ohm e de Kirchoff 1. Objectivo: Aprender a medir tensões e correntes eléctricas com um osci1oscópio e um multímetro digital. Conceito de resistência
