FUNDAMENTOS DE ECOLOGIA salinidade
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- João Lucas Delgado Belém
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1 FUNDAMENTOS DE ECOLOGIA salinidade Prof. Luís Chícharo 1 BALANÇO DE SAIS NA ÁGUA DO MAR Salts dissolved in seawater come from three main sources: volcanic eruptions chemical reactions between seawater and hot, newly formed volcanic rocks of spreading zones (midoceanic ridges) chemical weathering of rocks on the continents 2 1
2 COMPOSIÇÃO RELATIVA DOS SAIS NA ÁGUA DO MAR The entire volume of all the ocean s water circulates every 5-10 million years. 3 MEDIÇÃO DE SAIS NA ÁGUA clorinidade salinidade condutividade (PSU - practical salinity units) MEDIÇÃO DE SAIS NO SOLO The standard expression for the soil salinity status is the ECe (Electrical Conductivity) 4 2
3 VARIAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE SAIS NOS OCEANOS 5 VARIAÇÃO DA SALINIDADE E CORRENTES OCEÂNICAS 6 3
4 VARIAÇÃO DA SALINIDADE E CIRCULAÇÃO ESTUARINA 7 CLASSIFICAÇÃO VERTICAL DE ESTUÁRIOS Pritchard (1955) and Cameron and Pritchard (1963) have classified estuaries using stratification and salinity distribution 8 4
5 ESTUÁRIOS HOMOGÉNEOS 9 ESTUÁRIOS ESTRATIFICADOS
6 INFLUÊNCIA DA MARÉ NA ESTRATIFICAÇÃO DO ESTUÁRIO DO GUADIANA MARÉ MORTA MARÉ VIVA 11 CLASSIFICAÇÃO DO MEIO E ESPÉCIES RELATIVAMENTE À SALINIDADE ALTO ESTUÁRIO Espécies de água doce (<-0.5) MÉDIO ESTUÁRIO Estuarinos endémicos (30-0.5) Eurihalinos oportunistas (35-0.5) BAIXO ESTUÁRIO Estenohalinos Espécies marinhas (30-40) 12 6
7 IMPORTÂNCIA ECOLÓGICA DOS ESTUÁRIOS 13 TEIA ALIMENTAR ESTUARINA 14 7
8 PRODUTIVIDADE MARINHA: :CONTRIBUIÇÃO DO GUADIANA Água doce Os rios são muito importantes para a produtividade das zonas costeiras porque exportam nutrientes e sedimentos que vão ser fundamentais para a vida das espécies marinhas / costeiras Sedimento Nutrientes VARIAÇÕES NATURAIS Mar SAZONAIS E ANUAIS E COM ALQUEVA? 15 IMPACTO DA BARRAGEM DE ALQUEVA NO ESTUÁRIO E ZONA COSTEIRA OUTWELLING (Dias et al, 2004) IMPACTOS ECOLÓGICOS NO RIO, ESTUÁRIO E ZONA COSTEIRA 16 8
9 IMPACTO DA REDUÇÃO DE DESCARGAS DOS RIOS (Dias et al, 2004) EROSÃO redução de sedimento diminuição zona sapal 17 IMPACTO DA REDUÇÃO DE DESCARGAS DOS RIOS Destruição de zonas de postura de espécies com importância para a pesca 18 9
10 IMPACTO DA REDUÇÃO DE DESCARGAS DOS RIOS ALTERAÇÃO N:P:Si ratio 19 GESTÃO ECOLÓGICA DO CAUDAL 20 10
11 SALINIDADE DOS SOLOS: IMPACTOS ANTROPOGÉNICOS REMOÇÃO DA VEGETAÇÃO NATIVA 21 SALINIDADE DOS SOLOS: IMPACTOS ANTROPOGÉNICOS Consumo de água: Salinização do lençol freático devido ao excesso de consumo de água. A água bombeada, se for retirada em excesso, passa a ser salobra ou mesmo salgada. 22 (In: Botkin e Keller, 2003) 11
12 URBANIZAÇÃO EXCESSIVA E SALINIZAÇÃO DOS SOLOS Áreas agrícolas urbanizadas nos EUA. SAIS 1 - eliminação da vegetação nativa nas áreas urbanas 2 excesso de rega das áreas de lazer (parques, jardins etc) 3 - excesso de rega dos jardins domésticos 4 infiltração de fugas de água das canalizações de esgoto, tubos de drenagem, etc alteração biodiversidade (espécies halotolerantes) alteração da composição e estrutura do solo favorece erosão 23 IMPERMEABILIZAÇÃO DE ZONAS DE DRENAGEM NATURAL 24 12
13 ESTRATÉGIAS PARA REMEDIAÇÃO DE SALINIZAÇÃO DOS SOLOS IMPACTO NOS CURSO DE ÁGUA A JUSANTE?? 25 CLASSIFICAÇÃO DOS ORGANISMOS EM FUNÇÃO DA SALINIDADE AMPLITUDE DOS LIMITES DE SALINIDADE Eurihalinos Estenohalinos CAPACIDADE DE REGULAÇÃO DA SALINIDADE NO CORPO Osmoconformes Osmoreguladores 26 13
14 EFEITOS DE ALTERAÇÕES DE SALINIDADE NOS ORGANISMOS MEIO ISOOSMÓTICO MEIO HIPOOSMÓTICO 27 EFEITOS DA CONCENTRAÇÃO DE SAIS NAS CÉLULAS sais Células normais Células flácidas plasmólise água 28 14
15 OSMOCONFORMES OU OSMOREGULADORES? 29 ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO À SALINIDADE - OSMOREGULADORES REGULAÇÃO EM PEIXES TELEÓSTEOS DE ÁGUA DOCE - pressão osmótica interna > externa Hipertónicos não bebem água água entra pela pele e brânquias retêm os iões urina abundante e muito diluída 30 15
16 ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO À SALINIDADE - OSMOREGULADORES REGULAÇÃO EM PEIXES ELASMOBRÂNQUIOS elasmobrânquios- pressão osmótica interna externa Isotónicos 31 ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO À SALINIDADE - OSMOREGULADORES REGULAÇÃO EM PEIXES TELEÓSTEOS MARINHOS - pressão osmótica interna < externa Hipotónicos bebem muita água perdem pouca água através da pele e das brânquias excretam iões (células clorídricas) urina pouco abundante e muito concentrada 32 16
17 ESTRATÉGIAS DE ADAPTAÇÃO À SALINIDADE PLANTAS DO MANGAL Rizophora Pormenor pneumatóforos SAIS Partículas de sal PRESSÃO OSMÓTICA MUITO ELEVADA Raízes aéreas H2O + SAIS 33 NUTRIENTES 34 17
18 FONTES E DESTINOS DE NUTRIENTES NOS ECOSSISTEMAS 35 NUTRIENTES EM LAGOS Lago oligotrófico, com nível baixo de nutrientes, microalgas com baixa densidade, água transparente: (Adpatado de Botkin e Keller, 2003) 36 18
19 NUTRIENTES EM LAGOS Lago mesotrófico. Algum fósforo é adicionado ao rio, através da intensificação da agricultura, por exemplo. O crescimento das algas é estimulado, formando-se uma camada superficial densa de microalgas: (Adpatado de Botkin e Keller, 2003) 37 NUTRIENTES EM LAGOS Lago eutrófico. A camada superficial de algas tornou-se tão densa que as algas no fundo morrem, por falta de luz. As bactérias decompositoras utilizam oxigénio até ao seu consumo total. Os peixes e outros animais morrem por falta de oxigénio. (Adpatado de Botkin e Keller, 2003) 38 19
20 NUTRIENTES EM LAGOS: ESTRATIFICAÇÃO VERTICAL Deplecção nutrientes 39 RISCO DE EUTROFIZAÇÃO NA ZONA COSTEIRA 40 20
21 CONTROLO DA EUTROFIZAÇÃO 41 CONTROLO DA EUTROFIZAÇÃO FOSFATO INSOLUVEL FOSFATO SOLUVEL Polifosfato fosfato insolúvel, que precipita. Ajustando o ph para aumenta a remoção de fosfatos pela microflora
22 CIRCULAÇÃO DOS NUTRIENTES NOS OCEANOS: VARIAÇÃO HORIZONTAL 43 CIRCULAÇÃO NUTRIENTES NOS OCEANOS: CIRCULAÇÃO VERTICAL NO O. ATLÂNTICO 44 22
23 CIRCULAÇÃO NUTRIENTES NOS OCEANOS: CIRCULAÇÃO VERTICAL NO O. ATLÂNTICO 45 NUTRIENTES NOS OCEANOS: VARIAÇÃO VERTICAL 46 23
24 NUTRIENTES NOS OCEANOS: DOWNWELLING E UPWELLING 47 NUTRIENTES NOS OCEANOS: DOWNWELLING E UPWELLING 48 24
25 NUTRIENTES NOS OCEANOS: UPWELLING Galápagos 100 Km 1000 Km Peru Africa Nutrients injected by wind-driven coastal upwelling result in high phytoplankton biomass and productivity; this supports some of the world's richest fisheries 49 IMPACTO DO UPWELLING NA CADEIA ALIMENTAR COSTEIRA 50 25
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Animais estenohalinos: toleram pouca variação da osmolaridade ambiental. Animais eurihalinos: toleram uma faixa considerável de osmolaridades ambientais. Animais osmoconformadores: mantêm seus fluidos
