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- Anderson Carreira Moreira
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1 DROGAS NA DROGAS NA DROGAS NA ESCOLA: ESCOLA: ESCOLA: FAZER? O QUE FAZER? O QUE FAZER? O QUE ARY ARY CARLOS CARLOS SPACOSKI SPACOSKI ILDA ILDA CECÍLIA CECÍLIA MOREIRA MOREIRA DA DA SILVA SILVA
2 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA ILDA CECÍLIA MOREIRA DA SILVA VOLTA REDONDA, 2014.
3 FICHA CATALOGRÁFICA Bibliotecária: Alice Tacão Wagner - CRB 7/RJ 4316 S586d Silva, Ary Carlos Spacoski da. Drogas na escola: o que fazer? / Ary Carlos Spacoski da Silva. Volta Redonda: UniFOA, p. : Il Orientador(a): Ilda Cecília Moreira da Silva Dissertação (mestrado) UniFOA / Mestrado profissional em ensino de ciências da saúde e do meio ambiente, Ambiente escolar - drogas - dissertação. 2. Saúde escolar. 3. Ensino - drogas. I. Silva, Ilda Cecília Moreira da. II. Centro Universitário de Volta Redonda. III. Título. CDD
4 Sumário INTRODUÇÃO...4 CAP. 1 - O PROFESSOR E AS DROGAS NA ESCOLA...5 CAP. 2 - O QUE É DROGA AFINAL? Como elas agem?...7 CAP. 3 - USO, ABUSO E DEPENDÊNCIA Classificação quanto a origem Classificação quanto à ação Principais drogas lícitas Principais drogas ilícitas...12 CAP. 4 - DEPENDÊNCIA QUÍMICA X CRIANÇAS E ADOLESCENTES...13 CAP. 5 - FATORES DE RISCO E FATORES DE PROTEÇÃO Fatores individuais Fatores familiares Fatores escolares Fatores sociais Fatores relacionados às drogas...15 CAP. 6 - O PAPEL DA ESCOLA FRENTE AO USO DE DROGAS...16 CAP. 7 - O PAPEL DO PROFESSOR FRENTE AO USO DE DROGAS Níveis de prevenção...18 CAP. 8 - O QUE SÃO PONTOS DE APOIO Onde você pode buscar apoio?...21 CONCLUSÃO...22 REFERÊNCIAS...23
5 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? INTRODUÇÃO O aumento do consumo de drogas e a diminuição da idade de início do uso colocaram a escola em um local estratégico para a realização de ações de prevenção e proteção de crianças e adolescentes. O aumento das pressões sobre os educadores, quer seja por parte da sociedade, dos pais, das diretrizes a que por hora devem se submeter para trabalhar tal temática, por muitas vezes se conflita com as vivências do professor, aguça e balança seus padrões morais, e com muita frequência gera medo, devido à sensação de insegurança ao lidar com a temática. Nesta cartilha, o professor receberá orientações sobre o fenômeno do uso de drogas, alinhados com o que as pesquisas científicas têm apontado como eficaz nas estratégias para abordagem do assunto no que diz respeito a prevenção, detecção do uso, avaliação dos fatores de risco e de proteção individual e escolar. E será apresentado uma rede de pontos de apoio que, junto à escola, o auxiliará a lidar com situações que envolvam a prevenção, o uso e abuso de álcool e outras drogas. 4
6 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA CAP. 1 - O PROFESSOR E AS DROGAS NA ESCOLA O universo do ensino acaba por agregarem um só ambiente uma multicomplexidade de fatores. Nas últimas décadas houve um grande avanço do consumo de drogas nas escolas, vendidas em suas proximidades e em alguns casos, dentro das instituições de ensino. O que você faz, ou pensa em fazer quando um aluno chega até você e relata uso de drogas e desejo de parar de usar, ou chega intoxicado na sala de aula? Nesses momentos as dificuldades de enfrentamento do professor e da escola podem resultar no agravamento da situação, com ameaças, pressões, perda do controle sobre este aluno e/ou sobre a própria classe. Muitas vezes ao sair do ambiente de aprendizagem para a sala de aula, o professor é atingido por um choque de realidade, pois o tópico drogas ou não foi discutido em sua formação ou pode se apresentar por vezes insuficiente, e ao sentir-se despreparado, a lógica é se retrair, ora por medo, ora por não saber lidar com a situação. Em outros momentos falam mais alto as convicções morais de cada um.fomos criados cada qual com seu modelo familiar, socioeconômico e cultural diferente, e essa é nossa primeira linha de defesa. Entretanto, despir-se de preconceitos e de pré-conceitos é a primeira necessidade para lidar com o uso de drogas. 5
7 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CAP. 2 - O QUE É DROGA AFINAL? Droga é qualquer substância não produzida no organismo que altera o funcionamento do corpo. Algumas delas podem afetar as pessoas modificando sua maneira de perceber as coisas, pensar, sentir e se comportar. Essas são chamadas de drogas psicoativas. Existem drogas que são lícitas, ou seja, sua venda é permitida por lei. Neste grupo estão as bebidas alcoólicas, cigarros e solventes. No entanto, são proibidas de serem vendidas a menores de 18 anos. Outra classe de drogas lícitas são os medicamentos controlados, e para esses é necessária uma receita médica diferenciada que fica retida na farmácia no ato de sua retirada. O fato de poderem ser comercializadas por muitas vezes leva ao entendimento de que são inofensivas; há uma falsa sensação de que não trazem problemas. O uso de drogas Ilícitas, ou seja, drogas de produção e comercialização proibidas por lei, tem sido um grande problema que atinge diretamente a população mundial, pode trazer problemas de saúde, mudança de comportamento, além de dependência química e problemas com a justiça. NO BRASIL VENDER OU OFERECER DE GRAÇA BEBIDA ALCOÓLICA OU SUBSTÂNCIA QUE POSSA PROVOCAR DEPENDÊNCIA PARA MENORES DE 18 ANOS É CRIME, ASSIM COMO O PORTE E O CONSUMO DE DROGAS ILÍCITAS. 6
8 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA 2.1. Como elas agem? É muito provável que você já tenha se perguntado algum dia: Por que algumas pessoas se tornam dependentes de substâncias psicoativas e outras não? Hoje é possível afirmar que existem vários fatores envolvidos nesse processo, as várias teorias diferem quanto ao peso que atribuem aos fatores que influenciam o estabelecimento da dependência. Cada vez mais, pesquisas mostram que os fatores neurobiológicos são muito importantes, tanto para o início quanto para a manutenção dos sintomas da dependência. Sabe-se que cada droga possui seu mecanismo de ação particular, no entanto, todas agem direta ou indiretamente em um mesmo local do cérebro, uma via de circuitos neuronais responsáveis pelo sistema de recompensa cerebral. Esta região do cérebro é normalmente estimulada quando sentimos prazer por causas físicas como, por exemplo, comer, beber ou psicológicas como ouvir música, olhar uma bela paisagem. As drogas de abuso possuem um mecanismo biológico comum, aumentando a liberação do neurotransmissor dopamina, e consequentemente, as sensações de prazer, bem estar e euforia, entre outras. A frequência do uso de drogas produz alterações no Sistema Nervoso Central, logo, é importante que a pessoa possa identificar os tipos de uso e os riscos que trazem a fim de saber o momento e a maneira certa como agir. É preciso entender a diferença entre Uso, Abuso e Dependência. 7
9 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CAP. 3 - USO, ABUSO E DEPENDÊNCIA. É necessário compreender que nem todas as pessoas fazem seu uso de forma descontrolada e prejudicial. Em relação ao consumo de substâncias psicoativas podemos classificá-los das seguintes formas: Uso: Qualquer consumo de substancias, para experimentar, esporádico ou episódico. Abuso ou uso nocivo: Consumo da Substância Psicoativa associado a algum prejuízo (biológico, social ou psíquico). Dependência: consumo sem controle, geralmente associado a problemas sérios para o usuário. Esta sequência nem sempre é linear, e uma determinada pessoa pode desenvolver a dependência química após meses ou anos de uso, cada um vai ou não desenvolvê-la de acordo com suas características individuais, associadas aos fatores biológicos, psicológicos e sociais, entre outros. A PARTIR DO MOMENTO EM QUE PASSAMOS A CONHECER MAIS SOBRE AS DROGAS E SEU USO, SEJAM ELAS LÍCITAS OU ILÍCITAS, PODEMOS ENTENDER COM MAIS CLAREZA A IMPORTÂNCIA DE TRABALHAR A SUA PREVENÇÃO. 8
10 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA 3.1. Classificação quanto a origem Naturais: Matéria prima usada diretamente. Exemplo: trombeta, cogumelos. / Semi-sintéticas: Reações químicas a partir das drogas naturais em laboratórios. Exemplo: Cocaína, maconha, tabaco e álcool. Cocaína: Maconha: Sintéticas: Produzidas unicamente por manipulações químicas em laboratório. Exemplo: LSD e ecstasy
11 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? 3.2. Classificação quanto à ação Todas as drogas agem no cérebro, modificando as funções do Sistema Nervoso Central (SNC). Quanto aos efeitos produzidos podem ser classificadas em: Depressoras da Atividade do SNC: produzem diminuição da atividade motora, reatividade a dor e a ansiedade. Euforia inicial seguida de sonolência. Diminuição da inibição e da crítica. Exemplo: Álcool, Maconha, benzodiazepínicos, Barbitúricos, opiácidos e solventes. Estimulantes da Atividade do SNC: aumento do estado de alerta, insônia e aceleração dos estados psíquicos. Ex: cocaína, anfetaminas, nicotina e cafeína. Perturbadoras da Atividade do SNC: seu uso leva ao aparecimento de fenômenos psíquicos anormais (alucinações e delírios). Exemplo: Maconha, LSD e ecstasy. 10
12 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA 3.3. Principais drogas lícitas Droga O que é Sintomas Problemas Logo após ingestão: efeitos Álcool O que genericamente chamamos de álcool é o Etanol, substância Encontrada em todas as bebidas de teor alcoólico. Pode ser fermentada (ex. vinho, cerveja) ou destilada (aguardente). estimulantes como nervosismo, agressividade, euforia, desinibição e desembaraço. Com o passar do tempo efeitos depressores, falta de coordenação motora, descontrole e sonolência. O consumo exagerado pode levar ao coma. Brigas, acidentes, aumento da violência fora e dentro de casa. Tabaco Produzida através da utilização da folha do tabaco. Possui cerca de 4700 substâncias, a nicotina é o elemento principal na causa de dependência. Sensação de prazer, relaxamento. Sérios problemas respiratórios. Aumento da pressão arterial, Infartos. Aumento do surgimento de câncer de boca, garganta e pulmão. Inclusive em fumantes passivos. Solventes são substancias Solventes e inalantes usadas para dissolver outras substancias. Inalantes são substancias que podem ser aspiradas pelo nariz ou pela boca. Ex. Lança-perfume, cheirinho da loló, cola de sapateiro, tinner etc. No começo: euforia, alegria exagerada e descontração. Depois; andar cambaleante, fala arrastada e dificuldade para raciocinar. Quedas, asfixias, morte por ataque cardíaco. Diminuição da velocidade de raciocínio e perda de memória. Calmantes Também conhecidos como tranquilizantes. São medicações que lentificam o funcionamento cerebral. Os mais conhecidos são os da classe dos benzodiazepínicos, ex: Diazepam e rivotril entre outros. Geralmente são receitados para diminuir a ansiedade, a insônia ou nervosismo. Quando usados de forma inadequada aumentam o risco de quedas, parada respiratória, lentificação de movimentos, fala arrastada e assim como os outros, a dependência química. Anfetaminas Drogas produzidas em laboratórios usadas com objetivo de reduzir sono e fome. Diminuem o sono e o apetite, fazem o cérebro trabalhar mais rapidamente (ligado). Pode causar dependência, problemas neurológicos. Podem prejudicar a memória e a aprendizagem. Irritação, Anabolizantes Também conhecidos como bombas, são produzidas em laboratórios, sendo parecidas com o hormônio testosterona. Afetam principalmente a região do cérebro responsável pelas emoções, pode causar euforia, mudanças rápidas de humor (triste para alegre em pouco tempo), paranoia (mania de perseguição). agressividade, problemas com espinhas, câncer no fígado. Nos homens: diminuição dos testículos, dificuldade de ter filhos. Nas mulheres: crescimento dos pelos faciais e engrossamento da voz. Adolescentes podem apresentar problemas de crescimento. 11
13 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? 3.4. Principais drogas ilícitas Drogas O que é Sintomas Problemas Maconha Derivada da Planta Cannabis Sativa, dentre as substancias mais estudadas está o tetraidrocanabitol (THC). Pode provocar sensação de relaxamento, risos imotivados, sensação de estar sendo perseguido, pânico e vontade de não fazer nada. A distração pode trazer risco para funções de locomoção, direção entre outras. A memória e a atenção são afetadas pela maconha, o que pode trazer prejudicar a capacidade de aprender, fazendo cair o desempenho escolar e acadêmico. Em alguns casos mania de perseguição e esquizofrenia. Cocaína Cocaína, Crack e Merla tem a mesma origem e forma de apresentação diferentes. A cocaína é um pó e pode ser cheirado ou diluído e injetado na veia. A merla é uma pasta pura de cocaína e pode ser fumada produzindo efeitos rapidamente. Agitação, euforia, em altas doses delírios e alucinações (ver e ouvir coisas) Causa sérios danos ao sistema cardiovascular, podendo levar a ataques cardíacos, derrame cerebral, problemas pulmonares. Pode levar a sérios problemas familiares, sociais e de justiça. Crack Produzido a partir da cocaína, bicarbonato de sódio ou amônia e água. Forma uma pedra que pode ser fumado ou inalado. O nome crack vem do barulho que apresenta ao ser queimado. A fumaça tóxica chega ao cérebro em apenas 7 a 12 segundos após inalado, e após carreado pelo sangue é eliminado através da urina. Seu efeito no cérebro dura em média apenas 5 minutos. Seu rápido metabolismo e desaparecimento dos efeitos leva o usuário a usar mais em intervalos menores. Doenças pulmonares, doenças psiquiátricas (Psicose, paranoia, alucinações), doenças cardíacas. No sistema neurológico provoca oscilação de humor e problemas cognitivos, ou seja, modifica a forma de aprendizado, pensamento e recordações refletindo em dificuldade de raciocínio, memorização e concentração. Êxtase É uma droga produzida em laboratório apresentada em forma de comprimido com várias cores e formatos. É conhecida como bala ou droga do amor. Aumenta os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e a temperatura do corpo, pode prejudicar os rins levando ao coma e a morte. Uso com frequência pode causar agitação, ataque de pânico, irritabilidade, medo e depressão. Outro aspecto importante sobre o uso de drogas ilegais é o risco em que a pessoa se coloca no momento da compra, risco que traz não só a sua integridade física, mas também expõe pessoas próximas, amigos e familiares, ao se envolver com traficantes. As drogas lícitas e ilícitas afetam a maneira de pensar, agir e se comportar. Também podem prejudicar na hora de tomar decisões. Lembre-se, podemos escolher as ações a tomar, mais não podemos escolher sofrer ou não as consequências. 12
14 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA CAP. 4 - DEPENDÊNCIA QUÍMICA X CRIANÇAS E ADOLESCENTES Então porque, diante de tantas informações, os jovens usam drogas? Pesquisas apontam que diferentes motivos levam crianças e jovens a usarem drogas, tais como: Vontade de ser aceito em um grupo de amigos; Busca de uma experiência nova; Diminuir preocupações; Curiosidade para descobrir sobre as sensações; Medo de enfrentar um problema ou sentimento; Fuga de uma situação, conflito; Busca de sensação de prazer. Estes são apenas alguns poucos exemplos, você certamente conhece vários outros motivos que podem levar uma criança ou adolescente a buscar as drogas. O mundo das crianças e dos adolescentes hoje é muito diferente,mais complexo e estressante. O acesso às drogas é muito facilitado. Embora existam leis e proibições que buscam proteger e restringir seu uso a menores de idade, o que se vê na prática em alguns momentos contradiz o que se espera, não é muito difícil encontrar comércios vendendo drogas lícitas a menores de idade. Festas de crianças com bebidas alcoólicas, fácil acesso a bebidas e medicações controladas nas residências, os meios de comunicação divulgam imagens positivistas sobre bebidas, comerciais alegres com gente bonita, filmes mostram passo a passo o uso de drogas. MUDANÇAS NOS PADRÕES CULTURAIS, SOCIAIS, FAMILIARES ENTRE OUTROS TEM TORNADO CADA VEZ MAIS FÁCIL O ACESSO INCENTIVANDO SEU USO. 13
15 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CAP. 5 - FATORES DE RISCO E FATORES DE PROTEÇÃO Fatores de risco são aquelas circunstâncias sociais e/ou pessoais que tornam pessoas vulneráveis a assumir comportamentos arriscados, como usar drogas. Fatores de proteção são aqueles que contrabalançam as vulnerabilidades, diminuindo as chances de a pessoa assumir esses comportamentos. Ao realizar um trabalho de prevenção com um grupo, é necessário conhecer a realidade daquele grupo específico, identificando, para aqueles indivíduos, o que é fator de risco e o que poderia ser fator de proteção, a fim de atuar minimizando os primeiros e fortalecendo os segundos Fatores individuais De proteção: Habilidades Sociais, vínculos positivos com pessoas, instituições e valores, cooperação, autonomia, autoestima desenvolvida. De risco: Insegurança, insatisfação com a vida, sintomas depressivos, inabilidade para resolver problemas, busca de prazer, curiosidade Fatores familiares De proteção: Pais que acompanham as atividades dos filhos, estabelecimento regras de conduta claras, envolvimento afetivo com a vida dos filhos, respeito aos ritos familiares, estabelecimento claro da hierarquia familiar. De risco: Pais que fazem uso abusivo de drogas, pais que sofrem de doenças mentais, pais excessivamente autoritários ou muito exigentes. 14
16 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA 5.3. Fatores escolares De proteção: Bom desempenho escolar, boa inserção e adaptação no ambiente escolar, ligações fortes com a escola, possibilidades de desafios e expansão da mente, descoberta de possibilidades (e talentos ) pessoais, prazer em aprender, oportunidades de participação e decisão, vínculos afetivos com professores e colegas, realização pessoal, descoberta e construção de projeto de Vida. De risco: Baixo desempenho escolar, falta de regras claras, baixas expectativas em relação às crianças, falta de vínculos com as pessoas ou com a aprendizagem, exclusão Social Fatores sociais De proteção: Respeito às leis locais, credibilidade da mídia, informações adequadas sobre as drogas e seus efeitos, oportunidade de trabalho e lazer, consciência comunitária e mobilização social, clima comunitário afetivo. De risco: Violência, falta de recursos para prevenção e atendimento, descrença nas instituições, desvalorização das autoridades sociais, falta de oportunidades de trabalho e lazer Fatores relacionados às drogas De proteção: Informações contextualizadas sobre os efeitos, regras e controle para o consumo adequado. De risco: Disponibilidade para a compra, propaganda que incentiva e mostra apenas o prazer que a droga causa, prazer intenso que leva o indivíduo a querer repetir o uso. 15
17 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CAP. 6 - O PAPEL DA ESCOLA FRENTE AO USO DE DROGAS Já falamos que os estudos apontam a escola como um dos principais instrumentos de prevenção para o uso de drogas. É necessário que a escola tenha um posicionamento definido sobre seu relacionamento com as drogas, quer sejam lícitas ou ilícitas. Procure identificar os fatores de risco e traçar medidas para substituí-los ou transformá-los em fatores de proteção. Programas que contemplem ambientes para expressões artísticas das mais diversas, esporte, lazer são estratégias que alcançam elevado nível de eficácia no que diz respeito a promoção da aproximação do aluno do ambiente escolar, e para que isso aconteça, a utilização de parcerias com a comunidade, ONGS A escola não é o único local de aprendizado da criança e o adolescente, mas é um ambiente decisivo na formação do indivíduo. Uma escola compromissada com a formação, com profissionais envolvidos pelo mesmo objetivo de fornecer o melhor para seus alunos, e isso inclui abordar a temática sobre drogas se, apresenta efetivamente como fator de proteção. 16 a) Incentive a reflexão e a prática de adoção de medidas que discutam o papel da escola, dos alunos, família e comunidade. b) Promova conversas entre os professores e funcionários e a partir delas poderão ser criadas estratégias de ações que serão colocadas em prática diante das situações. c) Após o consenso sobre o assunto, leve às propostas para discussão com os pais, é importante que participem do processo, deixe claro que a opinião e posicionamento deles é fundamental. Durante as discussões, novas ideias e informações poderão surgir. d) Coloque esse consenso no papel e apresente aos alunos, expondo o posicionamento acordado entre escola e os pais a fim de que tomem ciência das regras, das consequências em não cumpri-las e também sugerir mudanças que após análise poderão ou não ser realizadas. e) Após esses passos envie cópias do documento aos pais, de preferência com uma parte destacável, na qual deverão assinar e devolver a escola, informe também à comunidade ao redor. f) A partir daí, definidos os papéis de cada um, inicie o processo para colocá-los em prática, lembrando que a participação da comunidade é essencial para a sensibilização dos comerciantes do entorno da escola.
18 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA Exemplos sobre o que discutir antes de levar aos pais e alunos: Quais são as leis e regras sobre o fumo dentro da escola? Bebida alcoólica nas redondezas da escola é tolerável? E em festas promovidas pela escola? Qual é o procedimento recomendável para o educador que tem evidências deuso de drogas entre seus alunos, ou mesmo de tráfico? Para quem/onde recorrer? Quais serão as medidas tomadas no caso de as regras estabelecidas não serem cumpridas? O que será comunicado aos pais? O que será de responsabilidade da escola? 17
19 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CAP. 7 - O PAPEL DO PROFESSOR FRENTE AO USO DE DROGAS Muitos desafios permeiam a prática do professor, principalmente no que diz respeito ao uso de drogas, e o seu posicionamento diante desse contexto. Por diversas vezes a figura do professor é substituída em sala de aula por uma figura paterna ou materna, o amigo, confidente. Há naturalmente um espaço de troca onde os limites nem sempre são pré-definidos. Espera-se assim que o professor seja dotado de habilidades adequadas para promover uma boa relação no processo ensino aprendizagem. No entanto, há fatores que interferem na formação e manutenção deste vínculo e o uso de drogas é um deles. A maioria dos alunos não é usuária ou está envolvida com drogas, eles podem, sim, ter feito uso (experimentado), ou até mesmo nunca ter experimentado, e a maioria deles nunca vai desenvolver problemas relacionados ao uso de drogas. Dessa forma seu papel principal é trabalhar a prevenção neste grupo de alunos que não usam ou usam drogas eventualmente, a fim de que não venham a usar ou que adiem ao máximo o início do uso. E que aqueles que fazem uso diminuam o consumo ou parem de usar, reduzindo os riscos Níveis de prevenção Prevenção universal - dirigida a um público geral, que não apresenta risco maior de envolvimento com drogas do que o esperado para a faixa etária e a cultura onde vive. Prevenção seletiva - dirigida a grupos sociais específicos que apresentam maiores riscos do que a média de se envolverem com drogas. São exemplos: crianças com comportamento agressivo desde a educação infantil, filhos de dependentes de drogas, grupos sociais que tendem a usar drogas como parte de sua identidade como membro do grupo. Prevenção indicada - dirigida a indivíduos que já vêm usando substâncias, de modo arriscado, mas que não são dependentes. Isso não que dizer que você vai deixar de olhar para os alunos que possuem problemas com drogas, mas esse não deve ser o seu foco principal de trabalho. Nestes casos, eles precisarão de um profissional qualificado e o professor, ao levantar tal necessidade, pode solicitar apoio ou motivar o aluno a buscá-lo, indicando a ele ou sua família onde fazê-lo. 18
20 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA Algumas dicas de ação com o aluno que faz uso de drogas: Não aja por impulso, usando suas crenças pessoais, julgamentos; Coloque claramente suas observações e preocupações em relação ao comportamento dele, faça isso com calma, exemplificando episódios observados. Enfatize que a mudança do quadro em que se encontra depende dele; ofereça-se para escutá-lo e ajudá-lo (se ele desejar) ou para encaminhá-lo para um local que poderá ajudá-lo (se ele aceitar). Enfatize que ele pode mudar; embora seja difícil, não é impossível. Não espere mudanças ou aceitações imediatas, regressões também ocorrem com frequência. O importante é dar pequenos passos, um dia de cada vez. Avalie os fatores de risco e de proteção sempre que possível. Foque seus esforços em motivá-lo a aceitar ajuda, encaminhando-o à rede de apoio assim que possível. Alguns sinais para você saber se há possibilidade de a pessoa estar dependente de drogas. a) Perda do controle e da capacidade de decidir SE vai usar, o QUANTO vai usar ou ONDE vai fazer uso da droga. b) Vontade muito forte e incontrolável de usar a droga, não consegue resistir ao uso. c) Necessidade de usar doses cada vez maiores para obter os mesmos efeitos. d) Sensação de mal estar após período curto sem usar; essa sensação só desaparece com o uso da droga. e) Deixa de fazer outras coisas que gosta, não cumpre compromissos e gasta muito tempo para conseguir e usar a droga. f) Não consegue controlar o uso, mesmo reconhecendo os problemas que traz para sua saúde, seus relacionamentos familiares, sociais, para o trabalho e/ ou para a escola. g) Coloca-se em situações de risco por usar álcool ou outras drogas,como acidentes domésticos, ou ao dirigir automóveis, oferece riscos a pessoas que estão próximas. SE APRESENTAR TRÊS OU MAIS DESSES SINAIS ENCAMINHE O ALUNO PARA UM PONTO DE APOIO, MAS ANTES, PROCURE SABER SE É SEU DESEJO. 19
21 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CAP. 8 - O QUE SÃO PONTOS DE APOIO Não há um fluxograma definido no intuito de apontar apenas uma porta de entrada para o atendimento, leva-se também em consideração que é difícil, principalmente para a criança e o adolescente, sair do local onde vive e buscar em locais distantes e com pessoas estranhas ajuda para um problema que nem sempre reconhece que possui ou sabe o que é. Dessa forma, busca-se hoje trabalhar com os pontos de apoio que são diversos serviços presentes em inúmeros locais e que acolhem, avaliam e de acordo com a necessidade direcionam, conforme a necessidade, dentro da rede de serviços. O ponto de apoio a ser indicado deve ser preferencialmente o mais próximo de sua residência. VÁRIOS SÃO OS DISPOSITIVOS PARA O ATENDIMENTO AO USUÁRIO DE DROGAS, ASSIM QUE A PESSOA EXPRESSAR DESEJO EM SE TRATAR, OU CURIOSIDADE EM SABER MAIS SOBRE O USO DE DROGAS PODE SER DIRECIONADO À UNIDADE OU PONTO DE APOIO MAIS PRÓXIMO DE SUA RESIDÊNCIA, ISSO DIMINUI SUA ESPERA, O TEMPO E AS DIFICULDADES DE ACESSO AO SERVIÇO. 20
22 8.1. Onde você pode buscar apoio? ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA Estratégia Saúde da Família (ESF) - Busque a unidade Estratégia Saúde da Família ou Unidade Básica mais perto da sua escola, se não conhecê-la informe-se sobre a unidade mais próxima através da Área Técnica Programática Rua 566, Nº 31, Nossa Senhora Das Graças, Volta Redonda. Telefone: (24) Centro de Atenção Psicossocial infantil (CAPSi) Viva a Vida Av. Amazonas, nº Vila Mury - Volta Redonda. Telefone: (24) Centro de Atenção Psicossocial álcool e drogas (CAPS ad) Rua 42, nº 34 - Vila Santa Cecília - Volta Redonda Telefone: (24) Centro de Atenção Psicossocial Belvedere Rua Álimo Antônio Francisco, nº Jardim Belvedere - Volta Redonda Telefone: (24) Centro de Atenção Psicossocial Usina de Sonhos Rua Mariana do Carmo N. Reis, nº Vila Mury - Volta Redonda Telefone: (24) / (24) Centro de Atenção Psicossocial Vila Esperança Rua 93 C nº Vila Santa Cecília - Volta Redonda Telefone: (24) Projeto Saúde na Escola (PSE) Área Técnica Programática - Rua 566, nº 31, Nossa Senhora das Graças Volta Redonda - Secretaria Municipal de saúde (SMS) Telefone: (24) / (24) Secretaria Municipal de Educação (SME) Telefone: (24) ramal 3. 21
23 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? CONCLUSÃO Você não está sozinho nessa caminhada. Assim como você, professor, existem muitos outros profissionais que se preocupam e podem ser seus parceiros e de sua escola para criar estratégias e trabalhar lado a lado com esse tema tão complexo. Esta cartilha foi formulada contemplando o que as pesquisas apontam de mais eficaz na abordagem e trabalho de prevenção, detecção e abordagem sobre a temática de drogas, e contou ainda com a participação e avaliação de professores, pedagogos e uma ampla equipe de saúde durante seu desenvolvimento e validação. Este é apenas o primeiro passo na direção de uma longa e frutífera caminhada que se inicia, muito ainda está por vir, e cremos que em breve estaremos colhendo os frutos desta parceria entre saúde e educação. Vamos juntos! 22
24 ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA / ILDA CECÍLIA DA SILVA REFERÊNCIAS ALBERTANI, M. B.; SCIVOLETTO, S.; ZEMEL, M. de L. S. Prevenção do uso indevido de drogas: fatores de risco e fatores de proteção. In: Curso de capacitação Atualização de conhecimento sobre redução da demanda de drogas. Secretaria Nacional Antidrogas, UFSC, p BRASIL, Ministério da Saúde, Estatuto da Criança e do Adolescente, 3 ed. Brasília: Editora do Ministério da Saúde, BRASIL, Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em saúde. Programa Nacional de DST/AIDS. 4 ed. Brasília: Ministério da Saúde, p. Coleção TEXTOS nº 02 Prevenção Drogas e AIDS, SESDEC/RJ. 1ª edição, outubro de p. ( LOPES, Gertrudes Teixeira et. al. Manual para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos: normas da ABNT, estilo Vancouver, Bioética. Petrópolis, RJ: EPUB, p. RONZANI, T. M. et. al. Detecção do uso abusivo e diagnóstico da dependência de substâncias psicoativas: modulo 3. 4 ed. Brasília: Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas SANTOS, Antonio Raimundo dos. Metodologia cientifica: a construção do conhecimento. 2 ed. Rio de Janeiro: DP&A editora, p. ANEXO - SITES E LINKS SUGERIDOS PARA PESQUISA: 1) Ministério da Saúde: Programa Saúde do Adolescente e do Jovem: gov.br/portal/saude/area.cfm?id_area=241 2) Biblioteca Virtual em Saúde Programa Saúde na Escola: 3) Biblioteca Virtual em Saúde Programa Linha de Cuidado contra violência. 23
25 DROGAS NA ESCOLA: O QUE FAZER? pdf 4) Biblioteca Virtual em Saúde: Promoção a saúde do adolescente. 5) Marco Legal 6) Organização dos Serviços de atendimento aos jovens 7) Programa Saúde na Escola 8) Drogas Dicionário online: em 22 de julho de 2013 às 14:00 h ) Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) : 24
26 PRODUTO DE MESTRADO Mestrado em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente ORIENTANDO ARY CARLOS SPACOSKI DA SILVA ORIENTADORA ILDA CECÍLIA MOREIRA DA SILVA
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