Acidentes de trânsito e Álcool
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- Victoria Cunha Affonso
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1 O CUSTO DOS ACIDENTES DE TRÂNSITO CAUSADOS POR ABUSO DO ÁLCOOL NA CIDADE DE PORTO ALEGRE BRASIL Tanara Sousa, Esmeralda Correa, Marianne Stampe, Sabino Pôrto Jr, Flávio Pechansky, Raquel de Boni
2 Acidentes de trânsito e Álcool Acidentes de trânsito impactam, pois... São a 2ª. causa de morte em jovens até 29 anos; 85% das mortes por acidente de trânsito ocorrem em países em desenvolvimento; O custo dos acidentes de trânsito é estimado em 1,0 a 1,5% do PIB destes países; O impacto é multisetorial: gastos em saúde, perda de produtividade, questões policiais e judiciais; Álcool e envolvimento em acidentes de trânsito... Aumento do risco de envolvimento e da severidade do acidente; Aumento significativo no risco relativo para BAC de acima de 0.04 g/dl varia com a idade, BAC, n. passageiros, turno (Compton et al 2002); Estima-se que o álcool esteja presente, em países em desenvolvimento, Em 33 a 69% dos acidentes com vítimas fatais Em 8 a 29% dos acidentes com vítimas não fatais Fonte: WHO (2004)
3 Estatísticas de Trânsito 2000 a Porto Alegre População (em milhões) 1,360 1,373 1,383 1,394 1,394 1,429 1,441 1,421 1,436 Frota Acidentes Acidentes com Vítimas Vítimas Fatais Vítimas Não Fatais Veículos/100 habitantes 33,4 35,1 36,2 37,2 38,3 38,8 39,8 42,3 44,5 Vítimas Fatais/ Hab. 12,4 9,7 11,1 12,2 12,6 11,3 10,9 10,7 10,2 Acidentes c/ Vítimas/ Veíc 110,5 108,1 115,0 119,7 109,1 103,0 95,8 106,0 87,7 Fonte: EPTC Empresa Pública de Transporte e Circulação - Estatísticas (2009) e Detran (2008)
4 Objetivos Mensurar o custo do abuso do álcool nos acidentes de trânsito com vítimas, para a sociedade, na cidade de Porto Alegre Brasil. Método Metodologia de Custo da Doença (Cost of Illness) Custos diretos médicos e não médicos Perda de produtividade Perspectiva: da sociedade Os indivíduos envolvidos em acidente foram definidos como condutor, ocupante/passageiro ou pedestre; cujos dados foram obtidos de diversas fontes.
5 Custos dos Acidentes de Trânsito Custos Diretos Custos Indiretos Custos diretos médicos Custos diretos não médicos Perda de produtividade morbidade Perda de produtividade mortalidade prematura hospitalizações; atend. ambulatoriais consultas; medicamentos; exames diagnósticos; serviços de ambulância; serviços de enfermagem custos de transporte para assistência a saúde; outros gastos não médicos relacionados a doença; custos policiais e judiciários; danos a veículos e propriedade de terceiros; remoção de veículos dias perdidos de trabalho da vítima; dias perdidos de trabalho de acompanhantes da vítima; inabilidade para trabalhar anos de vida perdidos Fonte: Elaborado pelos autores
6 Custos dos Acidentes de Trânsito Sub-estudo 1 Hospitais de Pronto Socorro vítimas não fatais Sub-estudo 2 Unidade de resgate e EPTC vítimas fatais e não fatais Sub-estudo 3 DML e DEPTRAN vítimas fatais Coleta de dados nos Hospitais Seguimento (através de entrevistas telefônicas mensais) Custo de ambulâncias Coleta de dados em inquéritos Prevalência de álcool entre as vítimas; dados sóciodemográficos e de contato das vítimas (para posterior seguimento); dados de boletins de atendimento e prontuários médicos Dados referentes ao acidente; custos médicos fora da instituição de primeiro atendimento; danos a propriedade; perda de produtividade ligada a morbidade Custo de atividade policial Dados do mapa de acidentes Prevalência de álcool entre as vítimas; dados sóciodemográficos Fonte: Elaborado pelos autores
7 Coleta de Dados Sub-Estudo 1 Hospitais (HPS e HCR) 10 de outubro a 19 de novembro de 2008 (n = 563) Entrevistas telefônicas (6 meses) 10 de novembro de 2008 a 10 de maio de 2009 (69,8% das vítimas foram contatadas desistência de 6% no 1º mês) Sub-Estudo 2 Busca de dados secundários em paralelo a outras coletas EPTC mapa dos acidentes e custo de atendimento (6531 vítimas feridas, maiores de 18 anos) SAMU custo total da unidade POA custo por atendimento em POA (25 % dos atendimentos são acidentes de trânsito) DETRAN custo de remoção e depósito de veículos Sub-Estudo 3 Coleta em Inquéritos DEPTRAN Vítimas fatais de 2007 Período de defasagem entre o acidente e o arquivamento dos inquéritos (acesso aos dados das vítimas) 4 meses a 2 anos (n= 155)
8 Tratamento dos Dados Sub-Estudo 1 Dados de BA e PM + dados de custos médicos das entrevistas Sistema Único de Saúde (SUS) Lista de Procedimentos Médicos da Associação Médica Brasileira (AMB, 1999) Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) Brasíndice (nov/2008) - medicamentos Perda de produtividade Dias sem trabalhar X salário da vítima Sub-Estudo 3 Método do Capital Humano Expectativa média de vida (tábuas de expectativa do IBGE, por gênero, idade e região (2007 para o RS) Rendimento médio (PNAD-2006 para o RS, atualizado para 2008) Taxa de desconto de 5% aa.
9 Ética em Pesquisa Projeto aprovado no Comitê de Ética Hospital de Clínicas de Porto Alegre GPPG-HCPA Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Consentimento Único e Rolling Consent), Termo de Consentimento para a Utilização de Dados e Termo de Compromisso para a Preservação dos Dados. Financiamento SENAD Secretaria Nacional de Política sobre Drogas - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República CAPES e CNPq (bolsas de doutorado e iniciação científica)
10 Resultados Perfil Vítimas Não Fatais Vítimas Fatais* Gênero - Homens 72,3% 71,0% Faixa etária - 18 a 24 anos 34,3% 27,9% 25 a 34 anos 31,7% 17,5% 35 a 44 anos 14,9% 17,5% 45 a 59 anos 13,9% 12,3% 60 anos e + 5,2% 24,7% Idade (média) 32,9 40,7 Estado Civil - solteiros 56,1% 64,2% Situação - condutor 60,6% 47,7% ocupante/passageiro 22,7% 14,9% pedestre 16,7% 37,4% Veículo - motocicleta 68,4% 54,5% automóvel 20,0% 29,7% 7% perderam o bicicleta 2,1% emprego e 28% tiveram 6,9% outros redução na renda 9,5% 8,9% Atividade remunerada antes do AT 83,6% 69,9% Profissão - motoboy 11,2% - motorista profissional 5,7% - Fonte: elaborado pelos autores com resultados da pesquisa
11 Resultados Prevalência de Alcoolemia Positiva Vítimas Não Fatais Vítimas Fatais Geral 7,7% 36,7% Bebeu no dia do AT 22,4% - Gênero - Homens 8,3% 42,7% Mulheres 6,1% 18,7% Idade (média) 33,63 34,9 Faixa etária - 18 a 24 anos 7,6% 35,1% 25 a 34 anos 6,8% 52,9%* 35 a 44 anos 5,6% 68,2% 45 a 59 anos 11,6% 29,4% 60 anos e + 7,7% 7,4%* Situação - condutor 7,5% 37,1% ocupante/passageiro 7,3% 58,8%* pedestre 8,9% 24,4%* Veículo - motocicleta 7,3% 34,8% automóvel 12,0% 57,7% bicicleta 0% 20,0% Nota: * em elevado % de casos não foram feitos testes; Fonte: elaborado pelos autores com resultados da pesquisa
12 Custos Médicos Totais x Cenários de Faturamento (R$/ vítima) 2.000,0 Resultados 1.600, , , , , ,0 800, ,9 912,2 400,0 425,9 282,2 450,3 190,7 467,2 393,1 - Condutor Passageiro Pedestre Carro Moto Geral SUS CBHPM Nota: Valores médios em reais de 2008 Fonte: elaborado pelos autores com resultados da pesquisa
13 Resultados Custos Médicos Totais em três cenários de faturamento, por situação no hospital, no acidente e por veículo (R$/ vítima) Custos Diretos Médicos Cenário - SUS Tipo atend. Geral P.Alegre Condutor Passageiro Pedestre Automóvel Motocicleta Geral 393,09 298,16 425,92 282,20 450,33 190,72 467,22 Hospitalização 1.649, , ,07 949, , , ,27 Ambulatório 218,63 221,66 219,38 205,18 240,95 127,39 237,49 Geral 1.112,19 802, ,73 777, ,88 682, ,23 Cenário - AMB Hospitalização 5.075, , , , , , ,97 Ambulatório 558,31 555,41 575,27 480,49 602,88 376,11 586,97 Geral 1.477, , , , ,40 912, ,20 Cenário - CBHPM Hospitalização 6.533, , , , , , ,80 Ambulatório 772,04 767,43 792,64 655,57 857,66 524,49 793,04 Nota: Valores médios em reais de 2008 Fonte: elaborado pelos autores com resultados da pesquisa
14 Resultados 80,0 Dias Perdidos de Trabalho /Vítima 60,0 58,0 52,3 60,1 60,5 57,3 40,0 40,3 20,0 21,9 15,3 27,0 13,4 22,4 21,2 0,0 Condutor Passageiro Pedestre Carro Moto Geral Hospitalização Ambulatório Nota: Valores médios em reais de 2008 Fonte: elaborado pelos autores com resultados da pesquisa
15 Resultados Custos Totais de Acidentes de Trânsito Custos Número de Unidades SUS AMB CBHPM CUSTO TOTAL , , ,17 Custos Diretos , , ,90 Custos Médicos , , ,44 Ambulatoriais* , , ,05 Hospitalizações* , , ,65 Médicos (pós-emerg)* , , ,50 Custo de Resgate SAMU , , ,24 Custos Não Médicos , , ,46 Locomoção , , ,53 Custo de Resgate EPTC , , ,24 Danos a Propriedade veíc , , ,90 Remoção e depósito veíc , , ,78 Custos Indiretos - Perda de Produtividade , , ,27 Devido a Morbidade Dias perdidos de trabalho , , ,77 Devido a Mortalidade Mortes (5881 anos de vida) , , ,50 Nota: Consideram-se apenas os custos de vítimas maiores de 18 anos, e custo correspondente aos acidentes ocorridos nas vias urbanas de Porto Alegre, e dados de vítimas fatais para Valores monetários em Reais 2008
16 Resultados Custos Totais de Acidentes de Trânsito em Dois Cenários Custo Total SUS R$ ,62 6,5% Custo Total CBHPM R$ ,16 13,7% 17,2% 15,9% 67,7% 8,5% 62,6% 7,9% Médicos Não Médicos Dias perdidos de trabalho Mortalidade prematura
17 Risco Atribuível a População (PAR) Define-se PAR como: PAR P P ( RR ( RR 1) 1) 1 * 100 onde P é a prevalência estimada do consumo abusivo de álcool nos acidentes de trânsito e RR é o risco relativo de um evento particular em diferentes níveis de uso, ou seja, mede o quanto um indivíduo com alcoolemia positiva é mais propenso a se envolver em um acidente de trânsito. Assumiremos RR = 4.9 (baseado no estudo de Petridou et al 1998) Borges et al 2004 RR = 4.33 (México) Miller et al 2008 RR= 5.2 (Oklahoma - USA)
18 Resultados Custos Totais de Acidentes de Trânsito atribuível ao Álcool Custos Número de Unidades Custo Total Custo Atribuível ao Álcool CUSTO TOTAL , ,91 Custos Diretos , ,33 Custos Médicos , ,01 Ambulatoriais* , ,40 Hospitalizações* , ,55 Médicos (pós-emerg)* , ,67 Custo de Resgate SAMU , ,39 Custos Não Médicos , ,33 Locomoção , ,19 Custo de Resgate EPTC , ,61 Danos a Propriedade veíc , ,89 Remoção e depósito veíc , ,63 Custos Indiretos , ,58 Devido a Morbidade Dias perdidos de trabalho , ,69 Devido a Mortalidade Mortes (5881 anos de vida) , ,89 Nota: Consideram-se apenas os custos de vítimas maiores de 18 anos, e custo correspondente aos acidentes ocorridos nas vias urbanas de Porto Alegre, e dados de vítimas fatais para Valores monetários em Reais 2008
19 Considerações finais Perfil das vítimas de acidentes de trânsito Homens jovens (66% dos feridos e 45,4% dos mortos tem até 35 anos) Usuários vulneráveis das vias Pedestres (idosos) Motociclistas (motoboys) Ciclistas Presença de Álcool Principalmente entre homens até 59 anos Condutores e ocupantes* de automóveis, pedestres**
20 Considerações finais Custos dos acidentes de trânsito Custo médicos após atendimento emergência maior que o custo na emergência; Alto custo do serviço de ambulâncias (54% dos custos médicos) Perda de produtividade relativa a morbidade 30% maior que custos médicos Custo mais alto relativo perda de produtividade causada pela mortalidade precoce (68%) 27,9% das mortes ocorrem na faixa etária de 18 a 24 anos; 47,3% do custo dos acidentes de trânsito poderia ser reduzido se retirássemos o fator de exposição: álcool
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