CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DE BALANÇOS
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- Alessandra de Miranda Balsemão
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1 CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DE BALANÇOS
2 Pauta Apresentação Desenvolvimento Conclusões Prof. Eric Barreto 2
3 Prof. Eric Barreto Doutorando, Mestre e Graduado em Ciências Contábeis pela FEA-USP, é professor do Insper, Saint Paul e FIA, e diretor da M2M. Possui mais de 16 anos de experiência nas áreas de contabilidade e finanças, e é autor do livro Contabilidade a Valor Justo. Foi coordenador da Saint Paul e professor da FIPECAFI, Mackenzie e diversas enpdades de classe. Prof. Eric Barreto 3
4 Direitos autorais Ao utilizar este material, de forma integral ou parcial, por gentileza citar a fonte: BARRETO, Eric. Curso de consolidação de balanços. Disponível em: Citação: a elaboração deste material teve como inspiração as aulas dos Professores Ariovaldo dos Santos e Bruno Salotti, nos cursos de pósgraduação da FEA USP. Prof. Eric Barreto 4
5 Pauta Apresentação Desenvolvimento Conclusões Prof. Eric Barreto 5
6 Obje:vo Pra1car os aspectos crí1cos da consolidação de balanços. Prof. Eric Barreto 6
7 DEFINIÇÕES CONTROLADORA X Controladora é uma entidade que controla uma ou mais controladas. CONTROLADA A COLIGADA B JV Controlada é a entidade que é controlada por outra entidade. Coligada é a entidade sobre a qual o investidor tem influência significativa Joint venture é um acordo conjunto por meio do qual as partes que detêm o controle em conjunto do acordo contratual têm direitos sobre os ativos líquidos desse acordo. Prof. Eric Barreto 7
8 LEITURA: INFLUÊNCIA SIGNIFICATIVA En1dade na qual uma outra par1cipa e mantém influência significa1va, sendo que os seguintes itens são evidências de influência significa1va. Ø Representa1vidade no conselho dire1vo Ø Par1cipação nas definições de polí1cas Ø Intercâmbio de pessoal na alta gerência Ø Transações materiais Ø Fornecimento de informações Prof. Eric Barreto 8
9 LEITURA: CONTROLE O investidor controla a investida se possuir todos os atributos seguintes: (a) poder sobre a investida; (b) exposição a, ou direitos sobre, retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida; e (c) a capacidade de utilizar seu poder sobre a investida para afetar o valor de seus retornos. Controle de investida: um investidor controla a investida quando está exposto a, ou tem direitos sobre, retornos variáveis decorrentes de seu envolvimento com a investida e tem a capacidade de afetar esses retornos por meio de seu poder sobre a investida. Poder são direitos existentes que dão a capacidade atual de dirigir as atividades relevantes. Prof. Eric Barreto 9
10 CONTROLE vs INFLUÊNCIA SIGNIFICATIVA CONTROLE CONTROLADORA COLIGADA INFLUÊNCIA SIGNIFICATIVA CONTROLADA Prof. Eric Barreto 10
11 DFs CONSOLIDADAS CONTROLADORA X Grupo econômico é a controladora e todas as suas controladas. CONTROLADA A COLIGADA B JV DFs Consolidadas Demonstrações financeiras de um grupo apresentadas como uma única en:dade Controladas consolidadas Prof. Eric Barreto 11
12 DFs INDIVIDUAIS CONTROLADORA X CONTROLADA A COLIGADA B JV Demonstrações contábeis individuais são as demonstrações contábeis de uma en1dade, considerando que suas controladas ou controladas em conjunto são negócios totalmente segregados, sendo evidenciadas pelo Método de Equivalência Patrimonial. Inves1mentos ao MEP Prof. Eric Barreto 12
13 NÍVEIS DE CONSOLIDAÇÃO X A B C C1 C2 C3 C11 C12 C13 Prof. Eric Barreto 13
14 BASE NORMATIVA Separadas Individuais Consolidadas IFRS Opcional - IAS 27 Não trata Requeridas - IAS 27 CPC / Lei S.A. Opcional CPC 35 Requerido pela Lei das S.A. e ICPC 09. Inves1mento em coligadas (CPC 18 e IAS 28) Mensurado pelo valor justo (ou custo) Mensurado pelo MEP Art. 249 da Lei das S.A. requer publicação em conjunto com as individuais CPC 36 e ICPC 09 Mensurado pelo MEP Inves1mento em controladas (CPC 18 e IAS 28) Mensurado pelo valor justo (ou custo) Mensurado pelo MEP Consolidação integral Inves1mento em joint ventures (CPC 19 e IFRS 11) Mensurado pelo valor justo (ou custo) Mensurado pelo MEP Mensurado pelo MEP Inves1mento em instrumento financeiro (CPC 38 e IAS 39/ IFRS 9) Mensurado pelo valor justo (ou custo) Mensurado pelo valor justo (ou custo) Mensurado pelo valor justo (ou custo) Prof. Eric Barreto 14
15 CONSOLIDADO - OBRIGATORIEDADE São obrigadas, conforme determinação da Lei nº 6.404/76, em seus artigos 249 e 275, a apresentar demonstrações financeiras consolidadas: Companhias abertas que tiverem mais de 30% de seu Patrimônio Líquido representado por investimentos em controladas; Grupos empresariais (Capítulo XXI da Lei nº 6.404/76). Prof. Eric Barreto 15
16 CONSOLIDADO - OBRIGATORIEDADE A Instrução CVM nº 247/96 amplia a obrigatoriedade da apresentação das Demonstrações Contábeis Consolidadas para todas as controladas e: Art. 21. I companhia aberta que possuir investimento em sociedades controladas em conjunto, referidas no artigo 32 dessa Instrução; e II sociedade de comando de grupo de sociedades que inclua companhia aberta. A CVM pode ainda determinar a inclusão de sociedade que apesar de não-controlada seja financeira ou administrativamente dependente da investidora. Prof. Eric Barreto 16
17 CONSOLIDADO - OBRIGATORIEDADE A CVM libera da obrigatoriedade de apresentação das Demonstrações Consolidadas, conforme Instrução CVM nº 247/96 no artigo 23: I com efetivas e claras evidências de perda de continuidade e cujo patrimônio seja avaliado ou não a valores de liquidação; ou II cuja venda por parte da investidora, em futuro próximo, tenha efetiva e clara evidência de realização devidamente formalizada. Prof. Eric Barreto 17
18 CONSOLIDADO - OBRIGATORIEDADE CVM 247/96: Art. 23-1º - Em casos especiais justificados, poderão ser ainda excluídas da consolidação, mediante prévia autorização da Comissão de Valores Mobiliários, as sociedades controladas cuja inclusão, a critério da CVM, não represente alteração relevante na unidade econômica consolidada ou que venha distorcer essa unidade econômica. Art As notas explicativas que acompanham as demonstrações contábeis consolidadas devem conter informações precisas das controladas, indicando: I - Critérios adotados na consolidação e as razões pelas quais foi realizada a exclusão de determinada controlada; Prof. Eric Barreto 18
19 CONSOLIDADAÇÃO A A tem 70% de par1cipação em B B AB A A Invest em B P A PL A P + A B P B = A A + A A + P B B - Invest em B PL AB - Invest em B PL B 30% PL de B PNC Prof. Eric Barreto 19
20 MEP A A tem 70% de par1cipação em B B A* A A P A PL A A B P B + = A A* P A* Invest PL PL A * B 70% PL de B Prof. Eric Barreto 20
21 MEP Exemplo: Empresa A controla 90% da empresa B, cujo PL é de $ Inves1mento avaliado pelo MEP em A deve ser equivalente ao PL de B proporcional ao percentual de par1cipação ($ x 90% = $ ) Empresa B Empresa A PL $ % Inves1m. $ Prof. Eric Barreto 21
22 Lucro do Exercício: MEP RESULTADO DE EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL Empresa B teve $ de lucro e PL da empresa B passou de $ para $ Inves1mento avaliado por EP em A deve ser aumentado em $ (90% x $ ) para que o valor seja equivalente ao PL de B Empresa B Empresa A PL $ % Inves1m. $ Inves1mento: $ LL $ REP $ (90% x $ ) PL de B : $ REP $ Prof. Eric Barreto 22
23 MEP DIVIDENDOS Des:nação do lucro do Exercício: Empresa B teve $ de lucro e decidiu distribuir 70% sob a forma de dividendos. Caixa Inves:mento SI xxx SI Empresa B Empresa A PL $ % Inves1m. $ Inves1mento: $ LA $ (63.000) (90% x $ ) Prof. Eric Barreto 23
24 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) Prof. Eric Barreto 24
25 INVESTIMENTO EM CONTROLADAS Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". A B Consolidado Caixa CR de Clientes Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Prof. Eric Barreto 25
26 INVESTIMENTO EM CONTROLADAS Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". A B Consolidado Caixa CR de Clientes Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Prof. Eric Barreto 26
27 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) iden:ficação da par:cipação minoritária no resultado contábil e no patrimônio líquido (2, 3) Prof. Eric Barreto 27
28 PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES Premissas: A Empresa "A" detém 80% do capital de "B". A B Consolidado Caixa CR de Clientes Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 28
29 PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES Premissas: A Empresa "A" detém 80% do capital de "B". A B Consolidado Caixa CR de Clientes Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 29
30 PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". A B Consolidado Caixa CR de Clientes Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 30
31 PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". A B Consolidado Caixa CR de Clientes Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 31
32 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) iden:ficação da par:cipação minoritária no resultado contábil e no patrimônio líquido (2, 3) eliminação dos saldos intercompany (4) Prof. Eric Barreto 32
33 ELIMINAÇÃO DE SALDOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Existem recebíveis entre as companhias. A B Consolidado Caixa CR de Clientes CR de A Investimentos em B Imobilizado CP CP para B Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 33
34 ELIMINAÇÃO DE SALDOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Existem recebíveis entre as companhias. A B Consolidado Caixa CR de Clientes CR de A Investimentos em B Imobilizado CP CP para B Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 34
35 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) iden:ficação da par:cipação minoritária no resultado contábil e no patrimônio líquido (2, 3) eliminação dos saldos intercompany (4) eliminação dos resultados intercompany (5, 6, 7, 8) Prof. Eric Barreto 35
36 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém Não houve vendas entre A e B. 100% do capital de "B". Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque - - = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido = Lucro Consolidado - Prof. Eric Barreto 36
37 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém Não houve vendas entre A e B. 100% do capital de "B". Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido = Lucro Consolidado 500 Prof. Eric Barreto 37
38 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém Não houve vendas entre A e B. 60% do capital de "B". Consolidação do BP A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque - - = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 38
39 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém Não houve vendas entre A e B. 60% do capital de "B". Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC 460 = Lucro Consolidado Lucro dos controladores 420 Lucro dos acionistas não controladores 80 Prof. Eric Barreto 39
40 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 50% Considere que "B" mantém 0% dessa compra em estoque, tendo vendido 100% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque - - = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 40
41 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 50% Considere que "B" mantém 0% dessa compra em estoque, tendo vendido 100% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC 460 = Lucro Consolidado Lucro dos controladores 420 Lucro dos acionistas não controladores 80 Prof. Eric Barreto 41
42 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de 250 de "A" para "B", com margem bruta de 0% Considere que "B" mantém 100% dessa compra em estoque, tendo vendido 0% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 42
43 ELIMINAÇÃO DE RESULTADOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de 250 de "A" para "B", com margem bruta de 0% Considere que "B" mantém 100% dessa compra em estoque, tendo vendido 0% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC 460 = Lucro Consolidado Lucro dos controladores 420 Lucro dos acionistas não controladores 80 Prof. Eric Barreto 43
44 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) iden:ficação da par:cipação minoritária no resultado contábil e no patrimônio líquido (2, 3) eliminação dos saldos intercompany (4) eliminação dos resultados intercompany (5, 6, 7, 8) eliminação dos ganhos nos estoques ou outros a:vos (9, 10) Prof. Eric Barreto 44
45 GANHO NOS ESTOQUES Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 20% Considere que "B" mantém 100% dessa compra em estoque, tendo vendido 0% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 45
46 GANHO NOS ESTOQUES Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 20% Considere que "B" mantém 100% dessa compra em estoque, tendo vendido 0% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC 460 = Lucro Consolidado Lucro dos controladores 320 Lucro dos acionistas não controladores 80 Prof. Eric Barreto 46
47 GANHO NOS ESTOQUES Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 20% Considere que "B" mantém 60% dessa compra em estoque, tendo vendido 40% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 47
48 GANHO NOS ESTOQUES Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 20% Considere que "B" mantém 60% dessa compra em estoque, tendo vendido 40% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC - = Lucro Consolidado Lucro dos controladores 440 Lucro dos acionistas não controladores - Prof. Eric Barreto 48
49 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) iden:ficação da par:cipação minoritária no resultado contábil e no patrimônio líquido (2, 3) eliminação dos saldos intercompany (4) eliminação dos resultados intercompany (5, 6, 7, 8) eliminação dos ganhos nos estoques ou outros a:vos (9, 10) Contabilização de impostos diferidos sobre lucro não realizado (11) Ajuste no MEP (11) Prof. Eric Barreto 49
50 LUCRO NÃO REALIZADO (LNR) Se existe lucro ou prejuízo não realizado no Estoque ou em qualquer outro a1vo, não só o resultado consolidado deve ser ajustado, pois o próprio resultado de equivalência patrimonial, assim como o inves1mento calculado pelo MEP nas DFs individuais também devem excluir esse resultado. Também deve-se tomar cuidado com os impostos sobre a renda, pois na visão consolidada, os impostos sobre resultado não realizado devem ser tratados como impostos diferidos, uma vez que idealmente não deveriam ter sido tributados ou deduzidos da base de tributação. Prof. Eric Barreto 50
51 LUCRO NÃO REALIZADO (LNR) Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". Houve venda de 500 de "A" para "B", com margem bruta de 25% Considere que "B" mantém 70% dessa compra em estoque, tendo vendido 30% para terceiros. Consolidação do BP A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS % PL = Lucro Líquido Controlador PANC = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 51
52 LUCRO NÃO REALIZADO (LNR) Ajuste no MEP PL da Empresa "B" = Inves1mento pelo MEP X% Lucro não realizado (líquido de IR e CS) - 58 Reduzir no PL da Controladora PL Equivalência - LNR Substuir "Inves1mentos" no BP da Controladora - Sando anterior de inves1mentos 985 = Resultado de Eq. Patrimonial correto 107 Subs1tuir REP na DRE da Controladora IR e CS sobre LNR - 30 Prof. Eric Barreto 52
53 LUCRO NÃO REALIZADO (LNR) Consolidação do BP A B Consolidado Caixa CR de Clientes Estoque , IR Diferido 29,75 30 Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 53
54 LUCRO NÃO REALIZADO (LNR) Consolidação da DRE A B Consolidado Receitas Custos = Lucro Bruto Despesas Op Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro = Resultado antes de IR e CS Despesas IR e CS , = Lucro Líquido = Lucro Consolidado 437 Lucro dos controladores 437 Lucro dos acionistas não controladores - Prof. Eric Barreto 54
55 CONSOLIDAÇÃO As demonstrações consolidadas devem apresentar a aglu:nação dos saldos de a:vos, passivos e patrimônio líquido da controladora e de suas controladas, observando a: eliminação do inves:mento na controladora com o capital próprio de cada controlada (1) iden:ficação da par:cipação minoritária no resultado contábil e no patrimônio líquido (2, 3) eliminação dos saldos intercompany (4) eliminação dos resultados intercompany (5, 6, 7, 8) eliminação dos ganhos nos estoques ou outros a:vos (9, 10) Contabilização de impostos diferidos sobre lucro não realizado (11) Ajuste no MEP (11) eliminação dos dividendos (12) Contabilização de ajustes significa:vos de eventos ocorridos entre a data do balancete da controladora e a data do balancete da controlada. Defasagem de data de enceramento máxima de 60 dias Prof. Eric Barreto 55
56 PROCEDIMENTOS DE CONSOLIDAÇÃO Dividendos Saldos de dividendos a receber e a pagar em empresas consolidadas devem ser eliminados, remanescendo, eventualmente, a parcela correspondente aos acionistas não controladores não consolidados, se existirem. Considerando que a controladora deve adotar o Método de Equivalência Patrimonial, os dividendos distribuídos já terão sido reduzidos da conta Investimentos, portanto, nesse caso, não haverá eliminação a fazer no resultado. Prof. Eric Barreto 56
57 TRATAMENTO DOS DIVIDENDOS Premissas: A Empresa "A" detém 60% do capital de "B". Houve venda de de "A" para "B", com margem bruta de 35% Considere que "B" mantém 30% dessa compra em estoque, tendo vendido 70% para terceiros. A Empresa "A" recebeu dividendos de da Empresa "B" A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto IR Diferido - Despesas Op Investimentos em B Resultado de Eq. Patrimonial Imobilizado = Resultado Op Resultado Financeiro - = Resultado antes de IR e CS CP Despesas IR e CS % Fornecedores = Lucro Líquido PL Controlador = Lucro Consolidado - PANC Consolidação do BP Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 57
58 TRATAMENTO DOS DIVIDENDOS Ajuste nas Despesas de IR e CSLL Alíquota de Impostos sobre a Renda 30% IR/CS Antecipado (Diferido) 315,00 Inserir no BP do Consolidado Despesa com IR/CS correta 1.995,00 Ajustar na DRE do Consolidado IR a Pagar da Controlada 2.310,00 Ajuste no MEP PL da Empresa "B" ,00 Dividendos = PL antes dos Dividendos ,00 = Inves1mento pelo MEP X% ,00 Lucro não realizado (líquido de IR e CS) - 735,00 Reduzir no PL da Controladora PL Equivalência + Dividendos - LNR ,00 - Sando anterior de inves1mentos 7.836,00 PL Equivalência - LNR 7.935,00 = Resultado de Eq. Patrimonial correto 2.499,00 Subs1tuir REP na DRE da Controladora Prof. Eric Barreto 58
59 TRATAMENTO DOS DIVIDENDOS Consolidação do BP A B Consolidado Caixa CR de Clientes Estoque IR Diferido Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 59
60 TRATAMENTO DOS DIVIDENDOS Consolidação da DRE Receitas Custos = Lucro Bruto Despesas Op Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro - = Resultado antes de IR e CS Despesas IR e CS % = Lucro Líquido = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Prof. Eric Barreto 60
61 PROCEDIMENTOS DE CONSOLIDAÇÃO Impostos na Consolidação 2) ICMS, IPI e PIS/COFINS não Cumulativos Os impostos recuperáveis não fazem parte do custo de aquisição dos estoques, tão pouco da receita líquida da vendedora. Do ponto de vista do Balanço Patrimonial nenhum ajuste de impostos deverá ser feito, já que os saldos a recolher e a recuperar existentes no Balanço Patrimonial das controladoras e controladas são direitos e obrigações válidos no saldo consolidado. Prof. Eric Barreto 61
62 PROCEDIMENTOS DE CONSOLIDAÇÃO Impostos na Consolidação Todavia, na DRE Consolidada, da mesma forma em que há a necessidade de eliminação do CPV e da Receita Líquida, devem também ser eliminados os impostos sobre as vendas intercompanhias: Receita Bruta a IPI a ICMS a PIS a COFINS a CPV a Estoques (lucro não realizado) Prof. Eric Barreto 62
63 Impostos na Consolidação 3) ISS, PIS/COFINS e outros impostos não recuperáveis Normalmente, no caso dos impostos não recuperáveis, tais valores são tratados como despesa, ou em alguns casos bem menos comuns, como custo do bem negociado. O lançamento de eliminação desse caso será: Receita Bruta a Despesas de Impostos PROCEDIMENTOS DE CONSOLIDAÇÃO Prof. Eric Barreto 63
64 CONTROLES INTERNOS Para que o controle das eliminações seja eficaz, as seguintes precauções deverão ser tomadas: Manter controle das transações entre as empresas do grupo; Manter controle dos saldos intercompanhias; Criar contas específicas nos planos de contas das diversas empresas consolidadas. Efetuar conciliações periódicas das contas intercompanhia e ajustá-las na data da consolidação; Prof. Eric Barreto 64
65 ELIMINAÇÃO DE COMISSÕES Premissas: A Empresa "A" detém 80% do capital de "B". A Empresa "B" cobrou comissão de 300 por um negócio que indicou à Empresa "A" A B Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto IR Diferido - Despesas Op Investimentos em B Resultado de Eq. Patrimonial 317 Imobilizado = Resultado Op Resultado Financeiro = Resultado antes de IR e CS CP Despesas IR e CS Fornecedores = Lucro Líquido PL Controlador = Lucro Consolidado - PANC Consolidação do BP Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Prof. Eric Barreto 65
66 ELIMINAÇÃO DE COMISSÕES Consolidação do BP A B Consolidação da DRE Consolidado A B Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto IR Diferido Despesas Op Investimentos em B Resultado de Eq. Patrimonial Imobilizado = Resultado Op Resultado Financeiro = Resultado antes de IR e CS CP Despesas IR e CS Fornecedores = Lucro Líquido PL Controlador = Lucro Consolidado 644 PANC 230 Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores 79 Prof. Eric Barreto 66
67 VENDA DE ATIVO NÃO CIRCULANTE Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". Houve venda de um terreno de custo 200 da Empresa "A" para a Empresa "B" pelo valor de 150 Considere que "B" mantém 100% desse imobilizado A B Consolidado A B Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto IR Diferido - Despesas Op Investimentos em B Resultado de Eq. Patrimonial 396 Imobilizado = Resultado Op Resultado Financeiro = Resultado antes de IR e CS CP Resultado não recorrente - 50 Fornecedores IR Diferido - Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Controlador PANC Consolidação do BP = Lucro Consolidado Lucro dos controladores Lucro dos acionistas não controladores Consolidação da DRE Consolidado Prof. Eric Barreto 67
68 VENDA DE ATIVO NÃO CIRCULANTE Cálculo de Impostos Diferidos Alíquota 34% IR/CS Postecipado (Diferido) - 17,00 Inserir no BP do Consolidado Despesa com IR/CS correta 221,00 Ajustar na DRE do Consolidado IR a Pagar da Controlada 204,00 Ajuste no MEP PL da Empresa "B" = Inves1mento pelo MEP X% Prejuizo não realizado (líquido de IR e CS) 33 Reduzir no PL da Controladora PL Equivalência - PNR Substuir "Inves1mentos" no BP da Controladora - Sando anterior de inves1mentos 754 = Resultado de Eq. Patrimonial correto 429 Subs1tuir REP na DRE da Controladora O IR sobre o lucro não realizado é pago, porém, sob o ponto de vista consolidado, o lucro ainda não existe, logo, o imposto não seria devido. Prof. Eric Barreto 68
69 VENDA DE ATIVO NÃO CIRCULANTE Consolidação do BP A B Consolidado Caixa CR de Clientes Estoque IR Diferido - Investimentos em B Imobilizado CP Fornecedores IR Diferido PL Controlador PANC Prof. Eric Barreto 69
70 VENDA DE ATIVO NÃO CIRCULANTE Consolidação da DRE A B Consolidado Receitas Custos = Lucro Bruto Despesas Op Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro = Resultado antes de IR e CS Resultado não recorrente Despesas IR e CS = Lucro Líquido = Lucro Consolidado 644 Lucro dos controladores 644 Lucro dos acionistas não controladores - Prof. Eric Barreto 70
71 MOEDA DE APRESENTAÇÃO A norma define que uma en:dade pode apresentar suas demonstrações contábeis em qualquer moeda. Porém, o Código Comercial brasileiro exige que a publicação seja feita em moeda corrente do país. CPC 02 Prof. Eric Barreto 71
72 MOEDA FUNCIONAL É a moeda do ambiente econômico primário no qual a en:dade opera. No caso do Brasil, a moeda funcional é o Real. A moeda funcional pode ser diferente da moeda de apresentação. Prof. Eric Barreto 72
73 MOEDA FUNCIONAL A moeda de maior influência na apuração dos custos operacionais; Para determinar a moeda funcional, devemos considerar (IAS 21): A m o e d a predominante das a1vidades de financiamento; A m o e d a predominante n a determinação do preço de venda; Autonomia da subsidiária em relação à matriz, quando localizadas em países diferentes. Prof. Eric Barreto 73
74 ECONOMIAS HIPERINFLACIONÁRIAS Gedau, DFP 2010 Correção monetária é requerida antes da conversão Prof. Eric Barreto 74
75 CONVERSÃO A conversão para moeda de apresentação deverá seguir os seguintes procedimentos: Os a:vos e passivos serão conver1dos u1lizando a taxa de fechamento do câmbio na data do respec1vo balanço; O patrimônio líquido inicial de cada balanço corresponderá ao patrimônio líquido de fechamento do período anterior e as mutações ocorridas durante o período corrente serão conver:das pela taxa cambial da data de cada transação; As receitas e despesas serão conver:das u:lizando as taxas cambiais em vigor na data de cada transação (média é aceita). As variações cambiais resultantes dos itens acima serão reconhecidas em conta específica do patrimônio líquido. Prof. Eric Barreto 75
76 CONVERSÃO Com as informações abaixo, traduza a demonstração de posição financeira do Grupo Ultra para a moeda dólar e encontre o Ajuste de Conversão do na data de 30/09/2010. Taxa USD de fechamento (30/09/2010): BRL 1,692 Resultado até 30/09/2010: BRL PL em dólares em 31/12/2009: USD Taxa USD média em 2010: BRL 1,750 Total de a1vos em 30/09/2010: BRL Total de passivos em 30/09/2010: BRL PL em 31/12/2009: BRL A única movimentação do PL em 2010 foi o resultado do exercício Prof. Eric Barreto 76
77 CONVERSÃO ATIVOS USD BRL PASSIVOS USD BRL Total A1vos Total Passivos Capital e Reservas AAP Resultado exercício Prof. Eric Barreto 77
78 CONSOLIDAÇÃO DE SUBSIDIÁRIA NO EXTERIOR Premissas: A Empresa "A" detém 100% do capital de "B". Dólar Fechamento 2,6587 "B" é uma controlada situada nos USA, cuja moeda funcional é USD. Dólar Médio 2,3544 A moeda funcional de "A" é o BRL, e as DFs individuais de "B", apresentadas abaixo, estão em USD. Dólar Conversão PL 2,0000 Converter as DFs de B e consolidar em A. Consolidação do BP A B USD B BRL Consolidação da DRE Consolidado A B USD B BRL Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido = Lucro Consolidado - Prof. Eric Barreto 78
79 CONSOLIDAÇÃO DE SUBSIDIÁRIA NO EXTERIOR Consolidação do BP A B USD B BRL Consolidação da DRE Consolidado A B USD B BRL Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Capital e Reservas AAP = Lucro Consolidado - Resultado do Período Prof. Eric Barreto 79
80 CONSOLIDAÇÃO DE SUBSIDIÁRIA NO EXTERIOR Consolidação do BP A B USD B BRL Consolidação da DRE Consolidado A B USD B BRL Consolidado Caixa Receitas CR de Clientes Custos Estoque = Lucro Bruto Investimentos em B Despesas Op Imobilizado Resultado de Eq. Patrimonial = Resultado Op Resultado Financeiro CP = Resultado antes de IR e CS Fornecedores Despesas IR e CS PL = Lucro Líquido Capital e Reservas AAP = Lucro Consolidado 771 Resultado do Período Prof. Eric Barreto 80
81 Pauta Apresentação Desenvolvimento Conclusões Prof. Eric Barreto 81
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