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- Agustina Cacilda Domingos Camarinho
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1 BuscaLegis.ccj.ufsc.br (Artigos) redução da idade penal Maiana Vaz do Amaral Barbosa 1 INTRODUÇÃO Tramitam na Câmara Federal diversos Projetos de Emenda Constitucional pretendendo a redução da imputabilidade penal. É um tema hoje discutível por vários segmentos da sociedade. A sociedade civil não conhecedora do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em sua maioria, é a favor de tal redução. Para eles, a criança e o adolescente são uma figura impune que pratica atos infracionais (crimes) e saem impunes por não ser lhes aplicadas as penas de adultos. Já os estudiosos dos direitos da criança e do adolescente, em sua maioria, são contra a redução da idade penal. Será que há necessidade de tal redução? 2 A FALSA IMPRESSÃO DA IMPUNIBILIDADE A redução da idade penal é uma maneira ineficaz de acabar com a criminalidade. Inicialmente vale observar que os adolescentes são considerados inimputáveis, ou seja, eles não respondem penalmente pelo fato típico, mas não ficam impunes, são responsabilizados pelos seus atos infracionais que nada mais é do que o fato típico, só que praticado por adolescente, e são aplicados a estes medidas de seguranças, muitas vezes mais eficazes que a pena. Segundo Beatriz Regina Lima de Mello, Promotora de Justiça da Infância e da Juventude a idéia de que não existe justiça para os menores de dezoito anos que cometem crimes,
2 imperando a impunidade, é falaciosa, pois se tomarmos como exemplo: maiores de idade que cometem crimes dolosos contra a vida, que vão a júri popular, como os homicídios, 50% deles são absolvidos, dos que são condenados a pena gira em torno de 9 anos de prisão, se considerarmos que cumpridos 1/6 da pena poderá haver progressão de regime, após um ano e oito meses em regime fechado o condenado poderá ser colocado em liberdade, enquanto que os homicídios praticados por adolescentes têm um índice de condenação superior a 80% e a manutenção dos mesmos em regime fechado dificilmente é inferior a 3 anos. As penas criminais perante a lei é basicamente um castigo que se aplica ao adulto que cometeu crime. Ao contrário, a internação prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tem um caráter sócio-educativo que visa prioritariamente à reinserção, do ponto de vista do trabalho, da educação e da cultura do jovem autor de ato infracional. E o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) buscou esse posicionamento ético ante a constatação de que o adolescente, como pessoa que ainda vive o processo de amadurecimento físico, psicológico e emocional, merece, além de uma simples censura e castigo da sociedade, a oportunidade de, através das medidas pedagógicas, mudar seu comportamento. 3 A REDUÇÃO DA IDADE PENAL É A SOLUÇÃO? Há no Brasil uma tendência enorme a escolha de soluções simplistas para os problemas. E, não é diferente quando o assunto é o aumento dos atos infracionais cometidos por crianças e/ou adolescentes. Neste caso, nos deparamos com soluções simplistas (redução da idade penal) para tentar satisfazer a uma população amedrontada, que a cada dia fica mais tempo presa dentro de casa com receio de enfrentar uma sociedade violenta e desigual, que somente tem em comum o desejo da paz. Ocorre que se o estado mal consegue ressocializar aqueles que supostamente já têm sua formação ética, moral, política e social formada, como poderemos imaginar que ele conseguirá, através do sistema penitenciário que conhecemos, em que as celas estão sempre
3 superlotadas, atender as necessidades pedagógicas, físicas, morais, espirituais e sociais, que os adolescentes necessitam. Ao invés de pensar em reduzir a idade penal, a sociedade e o estado deveria se preocupar em traçar política de proteção e programas sócio- educativos. Sem sombra de dúvida, é muito mais fácil responsabilizar criminalmente os jovens, sejam adolescentes ou até mesmo crianças, passando para a população que, com isto, se estaria resolvendo todos os problemas a eles relacionados, mantendo-os encarcerados de acordo com o atual modelo de punição, do que tentar modificar esta realidade e seguir os ditames do Estatuto da Criança e do Adolescente. Se o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) fosse aplicado, perceber-se-ia que não é preciso mudar a constituição federal. O Estatuto no art. 112 prevê quais são as medidas a serem aplicadas aos infratores. O art. 103 expressa quais são os atos infracionais, que nada mais são do que o crime e as contravenções, só que praticadas por criança e/ou adolescente. Como se vê, não há impunidade, a diferença entre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Código Penal (CP) é que no Estatuto as medidas "em tese" são cumpridas em locais adequados, assegurando educação fundamental e possibilitando a recuperação. 4 BRASILEIROS DEFENDEM REDUÇÃO DA IDADE PENAL Mais de 87% dos brasileiros apóiam a redução da idade penal de 18 para 16 anos. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Toledo & Associados com pessoas das principais capitais e metrópoles do país. Segundo o diretor da Toledo e Associados, Francisco Toledo, a aprovação da maioridade penal aparece em todas as variáveis controladas, com índices que ultrapassam 85%. Na região Centro-Oeste o índice foi de 91,2%; na Norte, foi de 86,5%; na Sul, 88,2%; no Sudeste, 88,7% e, no Nordeste, 85,9%. Luiz Flávio chama atenção para os resultados divididos por região. O sul é o que apresenta maior número de pessoas favoráveis à pena de morte (69,3%). No entanto, lembra Gomes, o sul do país (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) tem o menor índice de homicídios e assaltos. "Em
4 Porto Alegre são menos de 20 mortos para cada 100 mil habitantes. Já no Recife são 84 para cada 100 mil", disse. "A falta de uma política de segurança e a ausência do Estado é tão grande que nosso nível de criminalidade é até baixo." Para Roberto Podval, presidente do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCrim), a pesquisa revela que a população precisa de uma resposta. "A redução da maioridade penal não é solução, mas uma visão simplista e equivocada", diz Podval. "Se os presos maiores saíssem da cadeia e não voltassem a delinqüir, você até poderia acreditar que a redução da maioridade penal é solução", comenta. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Um seminário que ocorreu em 1992, foi capaz de colocar de maneira muito clara assuntos tão atuais. Não seria possível conclusão mais clara sobre o assunto. "Realizou-se em São Paulo, de 19 a 23 de outubro de 1992, o 30º Seminário Latino- Americano sobre os Direitos da Criança. Nessa ocasião, foi constituída uma Oficina ad hoc, com a participação de 26 juristas de expressão nacional que chegaram às seguintes conclusões a respeito dos Direitos da Criança e do Adolescente:" l "A inimputabilidade não implica irresponsabilidade e impunidade, ficando os adolescentes autores de atos infracionais sujeitos a medidas sócio-educativas, inclusive privação de liberdade." 2 "O Estatuto da Criança e do Adolescente é suficientemente severo no que concerne às conseqüências jurídicas decorrentes dos atos infracionais praticados por adolescentes." 3 "É necessária a imediata implantação ou implementação dos programas relativos às medidas sócio-educativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente, que se têm mostrado, nos locais onde foram corretamente instalados, aptos a ser resposta social, justa e adequada à prática de atos infracionais por adolescentes, com eficiência maior que a pura e simples retribuição penal e o conseqüente ingresso do jovem no sistema penitenciário."
5 4 "É mister, no embate à criminalidade infanto-juvenil, que sejam adotadas todas as medidas, judiciais e extrajudiciais (políticas e administrativas), governamentais, no sentido da distribuição da justiça social, de modo a universalizar o acesso às políticas sociais básicas." 5 "A fixação da imputabilidade a partir dos 18 anos de idade tem por fundamento critério de política legislativa adequado à realidade brasileira, manifestando-se os signatários intransigentemente contrários a qualquer tentativa de redução da idade da responsabilidade penal, o que está de acordo com a normativa internacional, sendo imperiosa sua permanência em sede constitucional." Assim sendo, conclui-se que a redução da idade penal não é a solução para a redução da criminalidade. 6 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: SOUSA JUNIOR. José Geraldo. A razão da idade: contra a redução da maioridade penal. Brasileiros defendem redução da idade penal. Disponível em: Acesso em: 25 mar
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