|
|
|
- Catarina Casqueira de Lacerda
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 2000
2 VARIÁVEIS CGI 3 CGI.NOME_DA_VARIÁVEL 3 VARIÁVEIS CGI SERVIDOR 3 VARIÁVEIS CGI CLIENTE 3 USANDO AS VARIÁVEIS CGI 4 REDIRECIONANDO APLICAÇÕES 4 INTERAGINDO COM ARQUIVOS 5 ENVIANDO ARQUIVOS ATRAVÉS DE UM FORMULÁRIO 5 SOLUCIONANDO CONFLITO DE NOMES DE ARQUIVO 6 DEFININDO OS TIPOS DE ARQUIVOS A SEREM ENVIADOS 7 PEGANDO OS RESULTADOS DO ARQUIVO ENVIADO 7 MOVENDO, RENOMEANDO, COPIANDO E DELETANDO ARQUIVOS 7 MOVENDO UM ARQUIVO 7 RENOMEANDO UM ARQUIVO 8 COPIANDO UM ARQUIVO 8 DELETANDO UM ARQUIVO 8 LENDO, ESCREVENDO E ATUALIZANDO ARQUIVOS TEXTO 8 LER ARQUIVO TEXTO 8 ESCREVENDO UM ARQUIVO TEXTO 9 ATUALIZANDO UM ARQUIVO TEXTO 9 INTERAGINDO COM DIRETÓRIOS 9 LISTAR DIRETÓRIO 9 CRIAR DIRETÓRIO 9 DELETAR DIRETÓRIO 10 RENOMEAR DIRETÓRIO 10 2
3 Variáveis CGI Em nosso último módulo vimos como tratar variáveis, vamos iniciar este novo módulo conhecendo mais um tipo de variável tratada pelo Cold Fusion, são as variáveis de ambiente CGI. Como já sabemos, cada vez que um browser faz uma requisição ao servidor, uma série de variáveis de ambiente são criadas. Algumas pelo servidor, outras pelo próprio browser. Estas variáveis contém dados sobre a transação entre o browser e o servidor, desde endereço IP, tipo de browser, e autenticação do usuário. Para criar uma referência a este tipo de variável, iremos fazer da mesma maneira como visto no módulo anterior: CGI.nome_da_variável Variáveis CGI servidor Neste quadro estão as variáveis mais comuns criadas no servidor. Variável SERVER_SOFTWARE SERVER_NAME GATEWAY_INTERFACE SERVER_PROTOCOL SERVER_PORT REQUEST_METHOD PATH_INFO SCRIPT_NAME QUERY_STRING REMOTE_HOST REMOTE_ADDR CONTENT_TYPE CONTENT_LENGTH Descrição Apresenta o nome e a versão do software do servidor Mostra o nome host, apelido DNS, ou endereço IP do servidor A revisão da especificação CGI que o servidor obedece O nome e a revisão de informação do protocolo que a requisição chegou O número da porta que a requisição foi enviada O método o qual a requisição foi criada. Como GET, POST, etc O caminho extra que foi dado pelo cliente Um caminho virtual onde o script está sendo executado Informação de query que segue o? na URL que referencia este script O nome de host que criou a requisição O endereço IP do host que criou a requisição Mostra o tipo de conteúdo de dados Tamanho do conteúdo que foi passado pelo cliente Variáveis CGI cliente Neste quadro estão as variáveis criadas pelo browser e passadas juntas com a requisição 3
4 Variável Descrição HTTP_REFERER Mostra o documento referenciado. O documento que ligou para ou enviou dados através de form HTTP_USER_AGENT O browser que está sendo usado para enviar a requisição. Usando as variáveis CGI Podemos querer identificar os visitantes de nossas aplicações, para isso podemos utilizar as variáveis CGI. Vejamos como: Index.cfm <cfset IP=#cgi.remote_addr#> <cfset DeOnde=#cgi.http_referer#> <cfset Browser=#CGI.HTTP_USER_AGENT#> <cfoutput> IP: #IP#<br> De onde veio: #DeOnde#<br> Browser: #Browser# </cfoutput> Redirecionando Aplicações Podemos redirecionar uma aplicação para outra aplicação ou uma URL qualquer usamos a tag CFLOCATION. Esta tag é muito útil quando queremos passar para outra aplicação automaticamente ou enviar um usuário para outra URL através de parâmetros dinâmicos. Sintaxe: <CFLOCATION URL= endereço > Onde: Endereço É o nome da aplicação ou URL para onde queremos redirecionar o usuário. Como vimos acima que podemos identificar o usuário de nossa aplicação através de seu IP, endereço de onde veio e o browser que utiliza, montaremos agora algumas aplicações que de acordo com esses dados irão redireciona-lo para outras seções do site. Redireciona1.cfm <CFSET IP=#cgi.remote_addr#> <CFIF #Browser# IS ' '> <CFLOCATION URL="IP htm"> <CFELSEIF #Browser# IS ' '> <CFLOCATION URL="IP htm"> </CFIF> 4
5 Redireciona2.cfm <CFSET DeOnde=#cgi.http_referer#> <CFIF #DeOnde# IS ' <CFLOCATION URL="usuariosCFBrasil.htm"> <CFELSEIF #DeOnde# IS ' <CFLOCATION URL="usuariosUol.htm"> </CFIF> Redireciona3.cfm <CFSET Browser=#CGI.HTTP_USER_AGENT#> <CFIF #Browser# IS 'Mozilla/4.08 [en] (Win98; I)'> <CFLOCATION URL="usuariosNetscape.htm"> <CFELSEIF #Browser# IS 'Mozilla/4.0 (compatible; MSIE 4.01; Windows 98)'> <CFLOCATION URL="usuariosExplorer.htm"> </CFIF> Interagindo com arquivos Já vimos que o Cold Fusion nos permite interagir de muitas formas com o usuário, mas como trabalhar com arquivos? Estaremos vendo agora exatamente como o Cold Fusion trata arquivos. A tag responsável por este tipo de interação é a <CFFILE>, com ela você poderá enviar arquivos (upload) para o servidor, mover, renomear, copiar e deletar arquivos, e ler, escrever e atualizar arquivos texto. Enviando arquivos através de um formulário Como montar um simples formulário HTML já foi mostrado em um de nossos módulos, agora iremos desenvolver um formulário mais avançado, com a possibilidade de enviar arquivos da máquina cliente para o servidor. Para fazer isto, usaremos a tag INPUT da seguinte forma: <INPUT TYPE= file NAME= arquivo > EnviaArquivo.cfm <HTML> <HEAD> <TITLE>Enviando arquivos</title> </HEAD> <BODY> <FORM ACTION= RecebeArquivo.cfm ENCTYPE= multipart/form-data METHOD= post > <INPUT TYPE= file NAME= arquivo > <INPUT TYPE= submit VALUE= Enviar arquivo > </FORM> </BODY> </HTML> 5
6 * Note que o atributo ENCTYPE= multipart/form-data é necessário para enviar arquivos através do formulário. Criado o formulário, veremos agora como tratar isto do lado da aplicação cfm. Quando o arquivo é enviado através do formulário, ele ainda não foi salvo no servidor, foi apenas codificado e enviado como dado de formulário. É a tag CFFILE que é responsável pela decodificação deste dado e então salvar no servidor. Para isso é necessário alguns parâmetros, vejamos quais são: ACTION FILEFIELD DESTINATION que identifica o tipo de ação que a tag deve fazer. Neste caso deve ser UPLOAD nome do campo dado no formulário HTML local onde o arquivo será salvo no servidor Portanto, a aplicação ficará assim: RecebeArquivo.cfm <CFFILE ACTION= UPLOAD FILEFIELD= arquivo DESTINATION= C:\Uploads\ > <CFOUTPUT>Arquivo enviado com sucesso!</cfoutput> * Não use escopas (#) no parâmetro FILEFIELD Solucionando conflito de nomes de arquivo Muitas vezes ao enviarmos algum arquivo, podemos nos deparar com a existência de um outro com o mesmo nome. O Cold Fusion está preparado para tratar estes tipos de ocorrências, para isto você deve usar o parâmetro NAMECONFLICT. O parâmetro NAMECONFLICT pode ter os seguinte valores: ERROR SKIP OVERWRITE MAKEUNIQUE Valor padrão. O arquivo não será salvo, e o Cold Fusion irá retornar uma tela de erro. Não salva o arquivo nem mostra erro. Apenas ignora o arquivo. Substitui o arquivo existente pelo que está sendo enviado. Salva o arquivo com um nome diferente, que é armazenado na variável ServerFile. Vejamos agora como fica nossa aplicação: RecebeArquivo.cfm <CFFILE ACTION= UPLOAD FILEFIELD= arquivo DESTINATION= C:\Uploads\ NAMECONFLICT= makeunique > <CFOUTPUT>Arquivo enviado com sucesso!</cfoutput> 6
7 Definindo os tipos de arquivos a serem enviados Quando enviamos arquivos, poderemos querer restringir seus tipos em determinadas aplicações. Por exemplo, podemos querer evitar o envio de arquivos executáveis para não ocorrer nenhum tipo de invasão. O parâmetro que nos permite fazer este tipo de restrição é o ACCEPT, só será permitido o envio de arquivos com o tipo especificado. Quando utilizado, o tipo de conteúdo MIME do arquivo deve estar compatível com o critério de restrição especificado, caso contrário será gerado um erro. Os tipos MIME estão registrados em seu browser. Vamos colocar agora em nossa aplicação o parâmetro ACCEPT para aceitar apenas o envio de arquivos html: RecebeArquivo.cfm <CFFILE ACTION= UPLOAD FILEFIELD= arquivo DESTINATION= C:\Uploads\ NAMECONFLICT= makeunique ACCEPT= text/html > <CFOUTPUT>Arquivo enviado com sucesso!</cfoutput> Pegando os resultados do arquivo enviado Logo após o envio de um arquivo, podemos querer saber algumas informações sobre este arquivo enviado para uso posterior. As informações geradas podem ser o nome do arquivo, o diretório onde foi salvo, entre outros. Veremos agora alguns dos mais importantes: ContentType FileSize ServerDirectory ServerFile ServerFileExt ServerFileName TimeLastModified Tipo do conteúdo MIME do arquivo enviado Tamanho do arquivo enviado Diretório no servidor onde o arquivo enviado foi salvo Nome do arquivo salvo no servidor Extensão do arquivo enviado, exemplo txt e não.txt Nome do arquivo sem a extensão Data e hora da última modificação do arquivo Para fazer referência a estas informações utilize File antes, exemplo File.ServerFile. Movendo, Renomeando, Copiando e Deletando arquivos Agora que já sabemos como enviar um arquivo para o servidor, iremos ver como utilizar a tag CFFILE para gerenciar arquivos dentro do servidor. Movendo um arquivo Iremos mover o arquivo exemplo.html de c:\uploads\ para c:\registro\ 7
8 MoveArquivo.cfm <CFFILE ACTION= MOVE SOURCE= c:\uploads\exemplo.html DESTINATION= c:\registro\ > Renomeando um arquivo Agora vamos renomear o arquivo exemplo.html para final.html. RenomeiaArquivo.cfm <CFFILE ACTION= RENAME SOURCE= c:\registro\exemplo.html DESTINATION= c:\registro\final.html > Copiando um arquivo Vamos copiar o arquivo final.html para um outro diretório no servidor. CopiaArquivo.cfm <CFFILE ACTION= COPY SOURCE= c:\registro\final.html DESTINATION= c:\backup\ > Deletando um arquivo Iremos agora apagar o arquivo exemplo.html do diretório uploads. Note que agora a tag CFFILE utiliza o parâmetro FILE. DeletaArquivo.cfm <CFFILE ACTION= DELETE FILE= c:\uploads\exemplo.html > Lendo, Escrevendo e Atualizando arquivos texto Ainda gerenciando arquivos no servidor, podemos utilizar a tag CFFILE para trabalhar com arquivos texto, isto pode ser muito útil para criar arquivos de log, ou até mesmo arquivos html. Ler arquivo texto Para lermos um arquivo é necessário que este exista no diretório. O arquivo lido tem seu conteúdo armazenado em uma variável, que pode ser utilizada para mostrar o conteúdo do arquivo na tela ou inserir em um banco de dados. Vejamos como utlizar: <CFFILE ACTION= READ FILE= c:\guestbook\mensagens.htm VARIABLE= mensagens > O conteúdo do arquivo mensagens.htm do diretório guestbook foi armazenado na variável exemplo. Para mostrar seu resultado na tela basta usar a tag CFOUTPUT. <CFOUTPUT>#mensagens#</CFOUTPUT> 8
9 Escrevendo um arquivo texto Podemos utilizar a CFFILE para escrever um texto padrão, ou um arquivo com conteúdo dinâmico com dados enviados através de um formulário. <CFFILE ACTION= WRITE FILE= c:\guestbook\mensagens.htm OUTPUT= Nome: #Form.Nome# Mensagem: #Form.Mensagem# > O arquivo mensagens.htm é criado com os dados enviados pelo usuário, que foram passados através do parâmetro OUTPUT. Atualizando um arquivo texto Com a CFFILE podemos ainda incluir mais texto ao final do arquivo. <CFFILE ACTION= APPEND FILE= c:\guestbook\mensagens.htm OUTPUT= Nome: #Form.Nome# Mensagem: #Form.Mensagem# > Interagindo com diretórios O Cold Fusion nos permite além de interagir com arquivos, interagir com diretórios também. Você vai poder listar, criar, deletar e renomear diretórios. Listar diretório Você pode listar um diretório com ordem, ou somente com os tipos de arquivos desejados. No exemplo abaixo, iremos listar o diretório updates, e somente serão mostrados arquivos com extensão.htm em ordem alfabética MostraDiretorio.cfm <CFDIRECTORY ACTION="LIST" DIRECTORY="c:\uploads" NAME="uploads" FILTER="*.htm" SORT="name ASC"> <cfloop query=uploads> <CFOUtPUT>#name#<br></CFOUTPUT> </cfloop> Criar diretório Para criar um diretório a partir da tag CFDIRECTORY usaremos: <CFDIRECTORY ACTION="CREATE" DIRECTORY="c:\uploads"> 9
10 Deletar diretório Para deletar um diretório a partir da tag CFDIRECTORY usaremos: <CFDIRECTORY ACTION="DELETE" DIRECTORY="c:\uploads"> * Para que você possa deletar um diretório, é necessário que o mesmo esteja vazio Renomear diretório Para renomear um diretório a partir da tag CFDIRECTORY usaremos: <CFDIRECTORY ACTION="RENAME" DIRECTORY="c:\uploads" NEWDIRECTORY= c:\updates > Note que renomeamos o diretório de uploads para updates. 10
www.coldfusionbrasil.com.br
www.coldfusionbrasil.com.br 2000 PASSANDO VARIÁVEIS ATRAVÉS DE FORM E URL 3 ALTERA.CFM 3 FORMALTERA.CFM 4 ALTERA.CFM 4 FORMALTERA.CFM 4 CRIANDO E MANIPULANDO VARIÁVEIS COM CFSET 4 VALORES ESTÁTICOS 5 PARÂMETROS
Programação para Internet I
Programação para Internet I Aula 6 PHP: Include, Require, Variáveis de ambiente Prof. Teresinha Letícia da Silva [email protected] Inclusão de arquivos com Include e Require no PHP Uma técnica muito
www.coldfusionbrasil.com.br
www.coldfusionbrasil.com.br 2000 TRABALHANDO COM E-MAILS 3 ENVIANDO E-MAILS COM CFMAIL 3 ENVIANDO E-MAIL BASEADO EM UM FORMULÁRIO 4 UTILIZANDO QUERY PARA ENVIAR E-MAILS 5 ENVIANDO E-MAIL PARA MÚLTIPLOS
Scriptlets e Formulários
2 Scriptlets e Formulários Prof. Autor: Daniel Morais dos Reis e-tec Brasil Programação Avançada Para Web Página1 Meta Permitir ao aluno aprender a criar um novo projeto Java para web no Netbeans IDE,
Programando em PHP. Conceitos Básicos
Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br [email protected] Conceitos Básicos Todo o escopo deste estudo estará voltado para a criação de sites com o uso dos diversos recursos de programação web
MANUAL DO ANIMAIL 1.0.0.1142 Terti Software
O Animail é um software para criar campanhas de envio de email (email Marketing). Você pode criar diversas campanhas para públicos diferenciados. Tela Principal do sistema Para melhor apresentar o sistema,
www.coldfusionbrasil.com.br
www.coldfusionbrasil.com.br 2000 1 O que é Cold Fusion? 3 Arquitetura Cold Fusion 3 Cold Fusion Markup Language (CFML) 4 O que devo saber para programar em CFML? 4 HTML 4 Desenho de Banco de Dados Relacionais
Parte I. Demoiselle Mail
Parte I. Demoiselle Mail Para o envio e recebimento de e-s em aplicativos Java, a solução mais natural é usar a API JavaMail [http:// www.oracle.com/technetwork/java/java/index.html]. Ela provê um framework
Tutorial do administrador do HelpCenterLive (Sistema de Ajuda)
Tutorial do administrador do HelpCenterLive (Sistema de Ajuda) Sumário Introdução...3 Entrar (Login)...3 Página Inicial (Home Page)...4 Ajuda...5 Conversação (Chat)...6 Mensagens Registradas...7 Registros...8
Mais sobre uso de formulários Site sem Ajax
Mais sobre uso de formulários Site sem Ajax Página com busca padrão 1 Página com o resultado da busca carregada no local da anterior (o formulário está vazio) Site com Ajax 2 Site usando Ajax para preencher
Como renomear/mudar de local arquivos sem perder referencias na montagem. Renomear Arquivos
Como renomear/mudar de local arquivos sem perder referencias na montagem. Quando utilizamos o SolidWorks nem sempre o nome que inicialmente inserimos em um determinado componente será o mesmo ao término
WEBDESIGN. Professor: Paulo Marcos Trentin - [email protected] http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira
WEBDESIGN Professor: Paulo Marcos Trentin - [email protected] http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira Formulários e JavaScript Como visto anteriormente, JavaScript pode ser usada para
Manual de Utilização do PLONE (Gerenciador de página pessoal)
Manual de Utilização do PLONE (Gerenciador de página pessoal) Acessando o Sistema Para acessar a interface de colaboração de conteúdo, entre no endereço http://paginapessoal.utfpr.edu.br. No formulário
Programação WEB II. Sessions e Cookies. [email protected]. Thiago Miranda dos Santos Souza
Sessions e Cookies [email protected] Conteúdos Os materiais de aula, apostilas e outras informações estarão disponíveis em: www.thiagomiranda.net Cookies e Sessions Geralmente, um bom projeto
DNS DOMAIN NAME SERVER
DNS DOMAIN NAME SERVER INTRODUÇÃO Quando você navega na internet ou manda uma mensagem de e-mail, você estará utilizando um nome de domínio. Por exemplo, a URL "http://www.google.com.br" contém o nome
Desenvolvendo Websites com PHP
Desenvolvendo Websites com PHP Aprenda a criar Websites dinâmicos e interativos com PHP e bancos de dados Juliano Niederauer 19 Capítulo 1 O que é o PHP? O PHP é uma das linguagens mais utilizadas na Web.
DNS DOMAIN NAME SERVER
DNS DOMAIN NAME SERVER INTRODUÇÃO Quando você navega na internet ou manda uma mensagem de e-mail, você estará utilizando um nome de domínio. Por exemplo, a URL "http://www.google.com.br" contém o nome
http://www.multside.com.br CODE IGNITER INSTALAÇÃO & BANCO DE DADOS
CODE IGNITER INSTALAÇÃO & BANCO DE DADOS INSTALAÇÃO Instalar o code-igniter é muito simples, basta que você tenha um servidor que rode PHP 5 (para saber consulte a documentação PHP do seu servidor). Após
mkdir /srv/www/default/html/calculadora/imagens mkdir /srv/www/default/html/calculadora/blocos
Programando em PHP www.guilhermepontes.eti.br [email protected] Criando uma Calculadora Primeiramente deve se criar uma estrutura para armazenar os arquivos necessários para o funcionamento da calculadora.
MANUAL DE UTILIZAÇÃO SISTEMA DE CADASTRO INTRANET
MANUAL DE UTILIZAÇÃO SISTEMA DE CADASTRO INTRANET I Sumário 1. Objetivo do Documento... 1 2. Início... 1 3. Cadastro de Pessoa Física... 3 3.1. Preenchimentos Obrigatórios.... 4 3.2. Acesso aos Campos
DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0
DOCUMENTAÇÃO DO FRAMEWORK - versão 2.0 Índice 1 - Objetivo 2 - Descrição do ambiente 2.1. Tecnologias utilizadas 2.2. Estrutura de pastas 2.3. Bibliotecas já incluídas 3 - Características gerais 4 - Criando
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ EAJ - PRONATEC / REDE etec MÓDULO III DESENVOLVIMENTO PROFESSOR ADDSON COSTA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ EAJ - PRONATEC / REDE etec MÓDULO III DESENVOLVIMENTO PROFESSOR ADDSON COSTA RESUMO DE AULA CRIAÇÃO E MANIPULAÇÃO DO BANCO DE DADOS
Curso de PHP. FATEC - Jundiaí
Curso de PHP FATEC - Jundiaí Cookies Cookies são arquivos texto que podem ser armazenados no computador or do usuário, para serem recuperados posteriormente pelo servidor no qual seu site está hospedado.
Acessando um Banco de Dados
Acessando um Banco de Dados Introdução Agora que você já está craque em JSP e já instalou seu servidor, vamos direto para a parte prática! Neste tutorial vamos aprender a acessar um banco de dados. Para
Passo 1: Abra seu navegador e digite http://www.no-ip.com. Passo 2: Na tela que surgir, clique em Get Started.
1 - Como obter seu DNS Dinâmico no No-IP O No-IP, é um sistema de DNS (Domain Name Server), que converte o seu endereço IP em um nome. O que o No-IP faz, é converter o nome do tipo minhacameraip.no-ip.org
Procedimentos para Instalação do Sisloc
Procedimentos para Instalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Instalação do Sisloc... 3 Passo a passo... 3 3. Instalação da base de dados Sisloc... 16 Passo a passo... 16 4. Instalação
3º Exercício Prático: DNS
Universidade Estadual da Paraíba Departamento de Matemática, Estatística e Computação Disciplina: Redes de Computadores Professor: Edmar José do Nascimento 3º Exercício Prático: DNS Introdução O Sistema
Programação Web Prof. Wladimir
Programação Web Prof. Wladimir Linguagem de Script e PHP @wre2008 1 Sumário Introdução; PHP: Introdução. Enviando dados para o servidor HTTP; PHP: Instalação; Formato básico de um programa PHP; Manipulação
FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA
FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Compartilhamento de Arquivos no Google Drive Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução...
Segurança em Sistemas de Informação
Segurança em Sistemas de Informação Introdução O Iptables é um código de firewall presente nas versões a partir da 2.4 do kernel, que substituiu o Ipchains (presente nas séries 2.2 do kernel). Ele foi
Configurando o IIS no Server 2003
2003 Ser ver Enterprise Objetivo Ao término, você será capaz de: 1. Instalar e configurar um site usando o IIS 6.0 Configurando o IIS no Server 2003 Instalando e configurando o IIS 6.0 O IIS 6 é o aplicativo
Manual de Operação do Sistema de Tickets Support Suite
Manual de Operação do Sistema de Tickets Support Suite Sumário Acessando a página do HelpDesk helpdesk.virtuem.com.br... 3 Criando um Ticket... 6 Visualizando Tickets Existentes... 9 Respondendo um Ticket...
LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER
LICENCIAMENTO V14 USANDO REPRISE LICENSE MANAGER V14 de BricsCAD vem com um novo sistema de licenciamento, com base na tecnologia de licenciamento de Reprise Software. Este novo sistema oferece um ambiente
Portal do Senac: Área Exclusiva para Alunos Manual de Navegação e Operação
Portal do Senac: Área Exclusiva para Alunos Índice 1. Introdução... 4 2. Acessando a área exclusiva... 5 3. Trocando a senha... 6 4. Mensagens... 7 4.1. Conhecendo a tela principal... 7 4.2. Criando uma
Configuração de servidores SMTP e POP3
Configuração de servidores SMTP e POP3 Disciplina: Serviços de Rede Professor: João Paulo de Brito Gonçalves Campus Cachoeiro Curso Técnico em Informática Configuração Postfix O servidor SMTP usado na
PHP: Formulários e upload de múltiplos arquivos Por Alfred Reinold Baudisch 28 de fevereiro de 2006.
PHP: Formulários e upload de múltiplos arquivos Por Alfred Reinold Baudisch 28 de fevereiro de 2006. Veja como montar um formulário para upload de múltiplos arquivos e como processá-lo com o PHP, usando
GUIA INTEGRA SERVICES E STATUS MONITOR
GUIA INTEGRA SERVICES E STATUS MONITOR 1 - Integra Services Atenção: o Integra Services está disponível a partir da versão 2.0 do software Urano Integra. O Integra Services é um aplicativo que faz parte
2.0.0.X. Storage Client. TecnoSpeed. Tecnologia da Informação. Manual do Storage Client
2.0.0.X TecnoSpeed Tecnologia da Informação Storage Client Manual do Storage Client 1 Conteúdo 1. Apresentação... 3 1.1. Apresentação do Produto... 3 1.2. Sobre este Manual... 3 2. Sobre o Storage Client...
http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Prof. Ricardo César de Carvalho
vi http://aurelio.net/vim/vim-basico.txt Entrar neste site/arquivo e estudar esse aplicativo Administração de Redes de Computadores Resumo de Serviços em Rede Linux Controlador de Domínio Servidor DNS
Linguagem de. Aula 06. Profa Cristiane Koehler [email protected]
Linguagem de Programação IV -PHP Aula 06 Profa Cristiane Koehler [email protected] Criação de Formulários o Um formulário consiste em uma série de campos que são preenchidos pelo usuário
MANUAL DO PVP SUMÁRIO
Manual PVP - Professores SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 6 2 ACESSANDO O PVP... 8 3 TELA PRINCIPAL... 10 3.1 USUÁRIO... 10 3.2 INICIAL/PARAR... 10 3.3 RELATÓRIO... 10 3.4 INSTITUIÇÕES... 11 3.5 CONFIGURAR... 11
GERENCIADOR DE CORREIO ELETRÔNICO (V. 2 26/04/2010)
GERENCIADOR DE CORREIO ELETRÔNICO (V. 2 26/04/2010) OBJETIVO GERAL Este trabalho possui o objetivo de exercitar a lógica de programação dos alunos do Terceiro ano do Curso de BSI e também desenvolver aplicações
Guia de Integração para Transferência
Guia de Integração para Transferência Índice Capítulo 1... 3 Introdução... 3 Capítulo 2... 4 Links de Pagamento... 4 Capítulo 3... 5 Configurando o Gerenciador de Compras... 5 Capítulo 4... 7 Fluxo de
Criando, inserindo e exibindo PHP+MySql
Criando, inserindo e exibindo PHP+MySql De uma forma extremamente fácil e básica você verá como criar banco de dados, tabelas, inserir e exibir usando o phpmyadmin, PHP e MySql. O que é um banco de dados?
Web. Até a década de 1990, a Internet era utilizada. por pesquisadores, acadêmicos e universitários, para troca de arquivos e para correio eletrônico.
A Web e o HTTP Web Até a década de 1990, a Internet era utilizada por pesquisadores, acadêmicos e universitários, para troca de arquivos e para correio eletrônico. Então, no início dessa década, iniciou-se
Manual de Integração
Manual de Integração Versão 3.10 Conteúdo 1 Obtendo e Instalando o Emissor... 4 1.1 Obtendo o instalador... 4 1.2 Instalando o JAVA e o Framework.NET 2.0... 4 1.3 Instalando o Emissor... 5 2 Padrões de
Instalando o WordPress em localhost
Instalando o WordPress em localhost WordPress sem Mistério LEE ARAUJO htto://wordpresssemmisterio.com.br Sumário Instalando o WordPress em Localhost... 2 O Servidor web... 3 Iniciando o servidor... 6 Criação
FCT Faculdade de Ciências e Tecnologia Serviço Técnico de Informática STI SGCD Sistema Gerenciador de Conteúdos Dinâmicos
FCT Faculdade de Ciências e Tecnologia Serviço Técnico de Informática STI SGCD Sistema Gerenciador de Conteúdos Dinâmicos Manual do Usuário Presidente Prudente, outubro de 2010 Índice 1. Introdução e Instruções
Omega Tecnologia Manual Omega Hosting
Omega Tecnologia Manual Omega Hosting 1 2 Índice Sobre o Omega Hosting... 3 1 Primeiro Acesso... 4 2 Tela Inicial...5 2.1 Área de menu... 5 2.2 Área de navegação... 7 3 Itens do painel de Controle... 8
Follow-Up Acompanhamento Eletrônico de Processos (versão 3.0) Manual do Sistema. 1. Como acessar o sistema Requisitos mínimos e compatibilidade
do Sistema Índice Página 1. Como acessar o sistema 1.1 Requisitos mínimos e compatibilidade 03 2. Como configurar o Sistema 2.1 Painel de Controle 2.2 Informando o nome da Comissária 2.3 Escolhendo a Cor
TUTORIAL UNP VIRTUAL
UNIVERSIDADE POTIGUAR UnP PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NEaD TUTORIAL UNP VIRTUAL Aluno Primeira edição NATAL/RN 2012 SUMÁRIO Conteúdo PREFÁCIO - BEM-VINDO(A) AO UNP VIRTUAL...
Manual das funcionalidades Webmail AASP
Manual das funcionalidades Webmail AASP 1. Configurações iniciais 2. Regras 3. Histórico da conta 4. Autorresposta 5. Dados de acesso (alterando senha de acesso) 6. Identidade (assinatura) 7. Redirecionamento
Para participar de um mapa colaborativo usando o Cmap Tools
Antes de trabalhar num mapa colaborativo, você deve instalar o software no seu computador. Pegue a sua cópia, gratuita, em http://cmap.ihmc.us/download/. Veja a versão compatível com o seu computador.
EXEMPLO DE COMO FAZER UMA MALA DIRETA
EXEMPLO DE COMO FAZER UMA MALA DIRETA OBS: Para esta nota de aula foi utilizada como referência: Apostila Mala Direta Santos, Jorge Rodrigues dos. Foram adaptados os comando para utilizar mala direta no
Engenharia de Software III
Engenharia de Software III Casos de uso http://dl.dropbox.com/u/3025380/es3/aula6.pdf ([email protected]) 09/09/2010 O que são casos de uso? Um caso de uso procura documentar as ações necessárias,
WEBDESIGN. Professor: Paulo Trentin [email protected] http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira
WEBDESIGN Professor: Paulo Trentin [email protected] http://www.paulotrentin.com.br Escola CDI de Videira 1 CDI - Curso de Webdesign - Prof. Paulo Trentin Objetivos para esta aula Debater sobre
Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES. Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação. Programação WEB
Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Ciências Agrárias CCA UFES Departamento de Computação Universidade Federal do Espírito Santo CCA UFES Programação WEB Desenvolvimento de Sistemas para WEB
LABORATÓRIO WIRESHARK: DNS
LABORATÓRIO WIRESHARK: DNS Conforme descrito na seção 2.5 do livro, o Domain Name System (DNS) traduz nomes de hosts para endereços IP, cumprindo um papel fundamental na infra-estrutura da Internet. Neste
Como funciona? SUMÁRIO
SUMÁRIO 1. Introdução... 2 2. Benefícios e Vantagens... 2 3. Como utilizar?... 2 3.1. Criar Chave / Senha de Usuário... 2 3.2. Recursos da Barra Superior... 2 3.2.1. Opções... 3 3.2.1.1. Mover Para...
Procedimento para instalação do OMNE-Smartweb em Raio-X
Procedimento para instalação do OMNE-Smartweb em Raio-X A primeira coisa a analisarmos é onde ficará posicionado o servidor de Raio-x na rede do cliente, abaixo será colocado três situações básicas e comuns
Instalando software MÉDICO Online no servidor
Instalando software MÉDICO Online no servidor A máquina denominada Servidora é a que armazenará o banco de dados do software (arquivo responsável pelas informações inseridas), compartilhando com as demais
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede
Professor: Macêdo Firmino Disciplina: Sistemas Operacionais de Rede O sistema de nome de domínio (DNS) é um sistema que nomeia computadores e serviços de rede e é organizado em uma hierarquia de domínios.
HTML / JAVASCRIPT. A versão atual é o HTML5 (seus predecessores imediatos são HTML 4.01, XHTML 1.1, etc.).
HTML / JAVASCRIPT Estamos iniciando o estudo do HTML através das TAGS (comandos) para construir formulários. Isso facilitará a continuidade dos nossos estudos da linguagem de programação JavaScript, a
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CERCOMP (CENTRO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS) TUTORIAL DE USO DO WEBMAIL - UFG
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CERCOMP (CENTRO DE RECURSOS COMPUTACIONAIS) TUTORIAL DE USO DO WEBMAIL - UFG Página 1 de 26 Sumário Introdução...3 Layout do Webmail...4 Zimbra: Nível Intermediário...5 Fazer
Manual de configuração do sistema
Manual de configuração do sistema (v.1.5.x Beta) Rua México, 119 Sala 2004 Centro Rio de Janeiro, RJ www.doctors-solution.com.br www.simdoctor.com.br [email protected] Sumário 1. Fazendo seu primeiro
Domo Estrutura do Sistema Físico e Lógico
Domo Estrutura do Sistema Físico e Lógico Servidor Linux IP: 192.168.96.10 Banco de Dados : /home/bancos Nome na Rede : linux Caixa 1 (Nana) IP : 192.168.96.1 Banco de Dados : C:\banco Nome na Rede : C1-192-168-96-1
www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00
www.f2b.com.br 18/04/2006 Micropagamento F2b Web Services Web rev 00 Controle de Revisões Micropagamento F2b Web Services/Web 18/04/2006 Revisão Data Descrição 00 17/04/2006 Emissão inicial. www.f2b.com.br
Revisando sintaxes SQL e criando programa de pesquisa. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011
Revisando sintaxes SQL e criando programa de pesquisa. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2011 Edição 5 SELECT * FROM Minha_memoria Revisando Sintaxes SQL e Criando programa de Pesquisa Ano:
Introdução ao Tableau Server 7.0
Introdução ao Tableau Server 7.0 Bem-vindo ao Tableau Server; Este guia orientará você pelas etapas básicas de instalação e configuração do Tableau Server. Em seguida, usará alguns dados de exemplo para
http://divulgafacil.terra.com.br/novahospedagem_4/configuracoes.html
Page 1 of 9 Veja abaixo como proceder para alterar as configurações de hospedagem do seu site: Na nova plataforma de hospedagem, a estrutura de diretórios FTP vai mudar um pouco. Ou seja, em caso de atualização
Senha Admin. Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização
Manual do Nscontrol Principal Senha Admin Nessa tela, você poderá trocar a senha do administrador para obter acesso ao NSControl. Inicialização Aqui, você poderá selecionar quais programas você quer que
Trecho retirando do Manual do esocial Versão 1.1
Trecho retirando do Manual do esocial Versão 1.1 A rotina de acesso direto ao XML do S-1000, o usuário pode encontrar na opção de cadastro de Empresas do SIP. Sempre que o usuário localizar a figura ao
Procedimentos para Reinstalação do Sisloc
Procedimentos para Reinstalação do Sisloc Sumário: 1. Informações Gerais... 3 2. Criação de backups importantes... 3 3. Reinstalação do Sisloc... 4 Passo a passo... 4 4. Instalação da base de dados Sisloc...
Listando itens em ComboBox e gravando os dados no Banco de Dados MySQL.
Listando itens em ComboBox e gravando os dados no Banco de Dados MySQL. Prof. Vitor H. Migoto de Gouvêa Colégio IDESA 2012 Edição 7 Listando e Gravando Listando itens em ComboBox e gravando os dados no
Vamos iniciar a nossa exploração do HTTP baixando um arquivo em HTML simples - bastante pequeno, que não contém objetos incluídos.
Wireshark Lab: HTTP Versão 1.1 2005 KUROSE, J.F & ROSS, K. W. Todos os direitos reservados 2008 BATISTA, O. M. N. Tradução e adaptação para Wireshark. Tendo molhado os nossos pés com o Wireshark no laboratório
VISUAL LIGHTBOX FERRAMENTA WEB DESIGN FABIANO KEIJI TAGUCHI
VISUAL LIGHTBOX FERRAMENTA WEB DESIGN FABIANO KEIJI TAGUCHI ESTE MATERIAL TEM UM OBJETIVO DE COMPLEMENTAR OS ASSUNTOS ABORDADOS DENTRO DE SALA DE AULA, TORNANDO-SE UM GUIA PARA UTILIZAÇÃO DA FERRAMENTA
Roteiro de instalação da Linha DD
Roteiro de instalação da Linha DD O Roteiro de instalação divide-se em 3 partes, onde seguidas conforme instruções desse roteiro, o sistema e a base de dados serão atualizados.. A primeira parte é onde
SIM Sistema de Informação Monitorada Ltda. Vise Pedidos
Vise Pedidos O Vise Pedidos é um aplicativo com fins de funcionamento paralelo ao VISERP. Nele você consegue fazer as rotinas básicas de qualquer representante que esta enloco na empresa direto em seu
1.1 Porque um nível de aplicação proxy?
1.0 Introdução Os proxies são principalmente usados para permitir acesso à Web através de um firewall (fig. 1). Um proxy é um servidor HTTP especial que tipicamente roda em uma máquina firewall. O proxy
Para funcionamento do Netz, alguns programas devem ser instalados e alguns procedimentos devem ser seguidos. São eles:
Instalação do Netz Para funcionamento do Netz, alguns programas devem ser instalados e alguns procedimentos devem ser seguidos. São eles: Instalação do Java SE 6, que pode ser instalado através da JDK.
Webmail lendo os e-mails. O que é. Como ler os e-mails através do WEBMAIL
Webmail lendo os e-mails O que é O WEBMAIL é um programa que permite a leitura, envio e gerenciamento de e-mails através de uma página da internet. A vantagem é que você não precisa estar em seu computador
Boletim Técnico. Criação de formulário dinâmico para o módulo WEB. Produto : TOTVS Web, 11.8.0.0
de formulário dinâmico para o módulo WEB Produto : TOTVS Web, 11.8.0.0 Chamado : P118SSTWEB\REQ168 Data da publicação : 17/10/12 País(es) : Brasil Banco(s) de Dados : Oracle Esta melhoria depende de execução
O protocolo HTTP. O que é o protocolo HTTP?
O protocolo HTTP Você aprenderá: O que é e como funciona o protocolo HTTP. Quais são as partes de um pedido HTTP. Quais são as partes de um a resposta HTTP. IIS - HTTP 1 O que é o protocolo HTTP? Hyper
1.264 Lição 11. Fundamentos da Web
1.264 Lição 11 Fundamentos da Web Navegadores e servidores da Web A Internet é apenas um conjunto de redes interconectadas livremente. Um conjunto de redes de área local conectado via redes de área ampla
O Windows também é um programa de computador, mas ele faz parte de um grupo de programas especiais: os Sistemas Operacionais.
MICROSOFT WINDOWS O Windows também é um programa de computador, mas ele faz parte de um grupo de programas especiais: os Sistemas Operacionais. Apresentaremos a seguir o Windows 7 (uma das versões do Windows)
Organização do Curso. Instalação e Configuração. Módulo II. Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores
1 Pós Graduação em Projeto e Gerencia de Redes de Computadores Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Prof.: Nelson Monnerat Instalação e Configuração 1 Sistemas Operacionais de Redes I - Linux Módulo
Manual do Instar Mail v2.0
Manual do Instar Mail v2.0 Sumário Conteúdo Menu Principal... 2 Menu Cliente... 3 Pagina Categorias do Instar-Mail... 4 Importação... 4 Campanhas... 8 Cadastramento de campanhas do Instar-Mail... 9 Ações
Manual Comunica S_Line
1 Introdução O permite a comunicação de Arquivos padrão texto entre diferentes pontos, com segurança (dados criptografados e com autenticação) e rastreabilidade, isto é, um CLIENTE pode receber e enviar
Agendamento para Importação de Notas Fiscais
LIBERAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO CORDILHEIRA VERSÃO 2 (Orientamos aos clientes que utilizam banco de dados SQL, para efetuarem a atualização preferencialmente após o encerramento das atividades do dia, acessando
JobScheduler Empresa: Assunto: Responsável: Dados de Contato: Suporte: Comercial: Financeiro:
JobScheduler Módulo Server Empresa: Softbox Setor: Tecnologia Assunto: Manual de configuração Responsável: Departamento Técnico Dados de Contato: Suporte: Fone de contato: (34)3232-5888. E-mail: [email protected]
ESTRUTUTA DE REDE DE ACESSO!
ESTRUTUTA DE REDE DE ACESSO! - Primeiramente, antes de colocar um DVR na rede, para acesso, você precisa saber, qual a estrutura da rede, quantos micros estão conectados, se é uma rede simples, de uma
SIMULADOS & TUTORIAIS
SIMULADOS & TUTORIAIS TUTORIAIS HTML Como criar formulários em HTML Copyright 2013 Todos os Direitos Reservados Jorge Eider F. da Silva Proibida a reprodução deste documento no todo ou em parte por quaisquer
Módulo e-rede Prestashop v1.0. Manual de. Instalação do Módulo. estamos todos ligados
Módulo e-rede Prestashop v1.0 Manual de Instalação do Módulo estamos todos ligados ÍNDICE 01 02 03 04 Introdução 3 Versão 3 Requerimentos 3 Manual de instalação 4 05 06 4.1 Instruções iniciais 4 4.2 Instalação
Configurando o DDNS Management System
Configurando o DDNS Management System Solução 1: Com o desenvolvimento de sistemas de vigilância, cada vez mais usuários querem usar a conexão ADSL para realizar vigilância de vídeo através da rede. Porém
www.nddigital.com.br Manual de Administração DPS Printer 2.1 NDDigital S/A - Software
www.nddigital.com.br Manual de Administração DPS Printer 2.1 NDDigital S/A - Software 2 Introdução Este manual foi elaborado para administradores, para entendimento do funcionamento do produto e administração
Procedimentos para Instalação do SISLOC
Procedimentos para Instalação do SISLOC Sumário 1. Informações Gerais...3 2. Instalação do SISLOC...3 Passo a passo...3 3. Instalação da Base de Dados SISLOC... 11 Passo a passo... 11 4. Instalação de
Manual de utilização do sistema de envio de sms marketing e corporativo da AGENCIA GLOBO. V 1.0. www.sms.agenciaglobo.net
Manual de utilização do sistema de envio de sms marketing e corporativo da AGENCIA GLOBO. V 1.0 www.sms.agenciaglobo.net 1 ACESSO O SISTEMA 1.1 - Para acessar o sistema de envio entre no site http://sms.agenciaglobo.net/
Manual de Utilização do Zimbra
Manual de Utilização do Zimbra Compatível com os principais navegadores web (Firefox, Chrome e Internet Explorer) o Zimbra Webmail é uma suíte completa de ferramentas para gerir e-mails, calendário, tarefas
