PRODUÇÃO DO COLORÍFICO
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- Mauro Gesser Cavalheiro
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1 PRODUÇÃO DO COLORÍFICO PAULO R. N. CARVALHO 1 1. Introdução FREIRE relatou em 1936, em seu artigo Ligeiras informações sobre a cultura e a indústria de urucu, a produção de um subproduto conhecido como colorau, um condimento de grande aceitação e utilidade na arte culinária. Segundo o autor, o colorífico da forma como o conhecemos hoje (mistura do corante de urucum com farinha de milho) nasceu, naquela época, como o resultado da escassez de sementes de urucum. Relata assim FREIRE: Diante porém da escassez de sementes dessa natureza é o colorau adicionado na sua fabricação de grande percentagem de milho, numa porção de 2:1 para cada uma dessas espécies de sementes. FREIRE descreve a produção do colorau da seguinte forma: são as sementes de urucum, separadamente, submetidas a um banho de azeite vegetal em quantidade suficiente para amolecê-las um pouco e ainda para melhor poderem transmitir à massa a cor que lhe é característica. Feita depois convenientemente a mistura com o milho, são as sementes imediatamente levadas aos quebradores ou britadores, até ficar com aspecto granuloso. Depois, passam aos moinhos simples ou duplos de fabricação italiana e logo em seguida a uma máquina refinadora a fim de tornar a massa não só homogênea como macia ao tato... Desta arte está pronto e em condições de entrar no mercado o colorau. Este, por sua vez é enlatado, rotulado e vendido em latas de 1, 2 e 5 quilos... ou...a granel, em pacotes. Atualmente aproximadamente 60% das sementes de urucum produzidas no Brasil são destinadas para a produção do colorífico ou colorau. O colorífico pode ser descrito como uma mistura do pigmento (ou da semente moída) do urucum com farinha de milho ou de mandioca, óleo vegetal e sal. Além do uso como corante, o colorau é muito utilizado como condimento. Em 2009 a produção de sementes de urucum no Brasil foi superior a Toneladas, das quais se estima que cerca de 50% são destinadas à fabricação de colorífico. Considerando esses valores, a produção nacional de colorífico chegaria hoje a aproximadamente Toneladas por ano. 1 Instituto de Tecnologia de Alimentos Av. Brasil 2880 CEP Campinas SP [email protected]
2 Apesar de ser consumido em todo o Brasil, o colorífico é especialmente importante na culinária do norte e nordeste do país, atingindo, em algumas regiões, o consumo médio anual de 500g, per capita (CARVALHO, 1999; ABH, 2010). 2. Fabricação do colorífico A literatura descreve a obtenção do colorífico por diferentes processos que vão desde técnicas rudimentares, como a pilagem, às tecnologias industriais mais complexas como a utilização do corante extraído das sementes de urucum misturado à farinha de milho. A produção do colorífico pode envolver ou não a moagem das sementes e sua participação no produto final. HILUY (1994) apresenta uma tecnologia para a produção doméstica de colorau, envolvendo: secagem e fritura das sementes, formulação, pilagem, peneiração e empacotamento. Segundo a autora, para a produção de 2kg de colorífico são necessários 300g de sementes de urucum, 35ml de óleo de soja, 300g de sal e 1600g de fubá. A tecnologia envolve a imersão das sementes secas no óleo de soja por uma noite, fritura da mistura por 3 minutos, resfriamento e pilagem das sementes. A mistura, após a pilagem, é peneirada e o material retido na peneira retorna ao pilão para reiniciar o processo. O material peneirado é então envasado em sacos plástico e comercializado. Industrialmente a produção de colorífico tem sido realizada por três processos distintos. Em dois desses processos o colorífico é produzido a partir do processamento direto das sementes de urucum, e a diferença entre eles consiste basicamente na participação ou não da semente no produto final. No terceiro processo o colorífico é produzido a partir da mistura do fubá com o corante já extraído das sementes de urucum. O fluxograma do processo que tem como princípio a extração dos pigmentos das sementes de urucum com a farinha de milho, sem a participação das sementes no produto final, está apresentado na Figura 1. Nesse processo as sementes de urucum são misturadas com óleo vegetal, aquecido ou não, em um misturador horizontal. A quantidade de óleo é geralmente próxima a 10% do peso das sementes, mas pode variar de acordo com a qualidade dos grãos. A mistura é conduzida por um período suficiente para que haja a migração parcial dos pigmentos para o óleo. Em seguida é adicionado o fubá e a mistura é
3 continuada até que o pigmento seja transferido para a farinha. A proporção de sementes de urucum e de farinha varia de acordo com a coloração desejada para o colorífico e a qualidade das sementes de urucum, mas geralmente é utilizada uma proporção entre uma parte de sementes para três a cinco partes de fubá. Após a transferência do pigmento para o fubá, o sal é adicionado e a mistura é peneirada para a separação das sementes esgotadas. O colorífico produzido é então embalado e comercializado. FIGURA 1. Fluxograma de produção de colorífico pelo processo de extração do pigmento das sementes de urucum. Outro tipo de processo para a produção do colorífico envolve a trituração das sementes de urucum e sua participação no produto final. Nesse processo,
4 apresentado na Figura 2, as sementes de urucum são previamente misturadas com óleo vegetal para facilitar a remoção do pigmento. Em seguida os grãos com o óleo são misturados às sementes de milho e ao sal e triturados. A proporção de óleo vegetal nas sementes de urucum geralmente é de 10%. A proporção de urucum e de milho pode variar, dependendo da coloração desejada para o colorífico e da qualidade os grãos de urucum, mas geralmente é utilizada uma parte de sementes de urucum para três a sete partes de sementes de milho. O produto resultante da moagem é peneirado, envasado e comercializado. FIGURA 2. Fluxograma de produção de colorífico pelo processo de moagem das sementes de urucum com as sementes de milho.
5 O terceiro tipo de processo de produção do colorífico envolve a mistura de fubá com um corante extraído das sementes de urucum. O corante utilizado geralmente está solubilizado em óleo vegetal. A Figura 3 apresenta o fluxograma do processo. Esse tipo de processo permite um melhor controle da qualidade do colorífico, pois não depende da qualidade da semente de urucum. A proporção de fubá e corante depende diretamente da concentração de bixina do corante utilizado e da cor desejada para o colorífico. FIGURA 3. Fluxograma de produção de colorífico pelo processo que usa o corante de urucum. TOCCHINI e MERCADANTE (2001) analisaram 25 amostras de sete marcas de colorífico comercializados na cidade de Campinas-SP. Segundo os autores o pigmento predominante nesse tipo de produto é a bixina em concentrações que variaram de 154 a 345mg/100g de colorífico. Um dos maiores problemas observados na produção do colorífico é a contaminação causada por microorganismos. Mesmo um bom controle sanitário do
6 processo de produção não garante um produto saudável se não forem utilizadas matérias-primas de qualidade. Parte desse problema tem origem no beneficiamento das sementes de urucum que muitas vezes é realizado no solo, sem nenhum cuidado com a higiene. Isso é particularmente observado em coloríficos artesanais. MORAIS et al. (1991), avaliou diversas marcas de coloríficos, adquiridas no estado de Pernambuco, quanto a contaminação microbiana (salmonelas e coliformes fecais) e microscópica (sujidades, larvas e parasitas) e observou que mais da metade das amostras (57%) não atendiam a legislação quanto à contaminação por coliformes fecais e 25% das amostras apresentavam substâncias extranhas. O INMETRO (1996) também realizou análises microbiologias (coliformes fecais, Staphylococus aureus e Salmonella spp) em coloríficos de produção industrial e verificou que esses produtos apresentaram bom desempenho, atendendo a legislação. SOUZA e SÃO JOSÉ (2009), analisaram a ocorrência de entereoparasitas como elmintos (Ascaris lumbricoides, Trichuris trichiura, Enterobius vermicularis e Taenia sp), Ancilostomídeos e cistos de protozoários (Giardia lamblia, Entamoeba coli e Entamoeba histolytica) em coloríficos de produção artesanal e industrial provenientes da região de Vitória da Conquista, BA e, segundo os autores, todas as amostras apresentaram condições sanitárias satisfatórias. 3. Referências Bibliográficas ABH ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE HORTICULTURA. Urucum é excelente para a saúde e para o agronegócio, diz pesquisador. Disponível em Acessado em 11/11/2010 CARVALHO, P. R. N. Urucum. Avanços Tecnológicos e Perspectivas. Archivos Latinoamericanos de Nutrición. v. 49, n. 1, p , FREIRE, J. Ligeiras informações sobre a cultura do urucum. Bol. do Ministério da Agricultura. Rio de Janeiro. v. 25, n. 10/12, p , HILUY, D. J. Como fazer colorau. Nutec. Banco de Soluções n. 13, 1994, 15p. INMETRO. Programa de análises de produtos Especiarias. Disponível em : Acessado em 06/11/2010.
7 SOUZA, R. M. A. ; SÃO JOSÉ, A. R. Ocorrência de entereo parasitas em coloríficos comercializados em Vitória da Conquista BA. Alim. Nutr. v. 20, n. 2, p , TOCCHINI, L.; MERCADANTE, A.Z. Extração e determinação, por clae, de bixina e norbixina em coloríficos. Ciênc. Tecnol. Aliment., Campinas, v. 21, n. 3, p , Agradecimentos Agradecimento ao colega Horácio Morais pelas preciosas informações sobre o assunto.
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