Aprecesp. 70 cidades
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- Nelson Brunelli Oliveira
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1 Aprecesp 70 cidades
2 Quem somos Associação das Prefeituras das Cidades Estância do Estado de São Paulo Entidade privada, sem fins lucrativos Missão: Representar os interesses e trabalhar pelo desenvolvimento turístico das cidades estância e municípios de interesse turístico Presidida por um prefeito de Estância Diretoria e Conselho Fiscal: prefeitos de Estância
3 Ponto de contato com o Governo do Estado DADETUR. Objetivos da Aprecesp Qualificação profissional; Parcerias com trade turístico; Divulgação das estâncias feiras de turismo nacional e internacionais;
4 Presidência José Mauro Dedemo ORLANDINI Presidente da APRECESP e Prefeito de Bertioga Diretoria
5 2º - Águas de São Pedro 5 Estâncias com melhor IDH, a nível nacional*: Renda Educação Longevidade Cidade boa para o turista é cidade boa para os seus moradores *Fonte: Atlas de Desenvolvimento Humano do Brasil 2º - Santos 02º - Águas de São Pedro 06º - Santos 18º - Ilha Solteira 47º - Guaratinguetá 61º - Holambra
6 * Dados IBGE Importância do turismo - Turismo é fator de desenvolvimento econômico e social Agrega valor ao território 4% do PIB brasileiro e 9% do mundial* Transversalidade do turismo Corresponde a 6,12% do total dos postos de trabalho* Eleva a auto estima da população Distribui renda
7 Estâncias: 70 cidades; Modelo Paulista de Turismo Municípios de Interesse Turístico: 140 cidades- Lei nº 1261; Secretaria de Turismo Fundo de Melhoria dos Municípios Turísticos (FUMTUR).
8 Como se tornar um Município Turístico? Lei Complementar 1.261/2015
9 Lei Complementar 1.261/2015 Condições indispensáveis: I ter potencial turístico;
10 Lei Complementar 1.261/2015 II - serviço médico emergencial, equipamentos e serviços turísticos
11 Lei Complementar 1.261/2015 III água potável e coleta de resíduos sólidos;
12 Lei Complementar 1.261/2015 IV possuir expressivos atrativos turísticos, plano diretor de turismo e Conselho Municipal de Turismo.
13 Lei Complementar 1.261/2015 Roteiro de Encaminhamento APRESENTAÇÃO POR MEIO DE UM DEPUTADO(A) DOCUMENTOS: A) Estudo de demanda turística (no ano anterior); B) Inventários dos atrativos, C) Equipamentos e serviços turísticos D) Serviços de atendimento médico emergencial, infraestrutura básica (abastecimento de água potável e coleta de resíduos sólidos); Certidão de água potável F) Cópia do Plano Diretor de Turismo; Atas das 6 últimas reuniões do Conselho Municipal de Turismo registradas em Cartórios;
14 Não basta atender somente as exigências da legislação. É preciso ir além...
15 I. Organograma setor de Turismo PREFEITO SECRETARIA DE TURISMO SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEMAIS SECRETARIAS SECRETÁRIO DE TURISMO DIRETOR DE MARKETING & EVENTOS DIRETOR DE PESQUISA DIRETOR DE PLANEJAMENTO & PROJETOS DIRETOR DE TURISMO IDEAL
16 PREFEITO SECRETARIA DE CULTURA SECRETÁRIA DE SAÚDE SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DIVISÃO DE TURISMO SECRETÁRIO DE SAÚDE SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO CHEFE DA DIVISÃO DE TURISMO DIRETOR DE SAÚDE DIRETOR DE EDUCAÇÃO DIRETOR DE MARKETING & EVENTOS DIRETOR DE PESQUISA DIRETOR DE PLANEJAMENTO & PROJETOS
17 II. Quadro funcional Bacharéis em turismo; Formação a nível: Superior e/ou pós-graduação (ideal) Técnico / tecnólogo e/ou profissionalizante (mín.) Indispensável profissionais especializados
18 III. Sensibilização É importante que estejamos todos sensíveis para ver, sentir e entender o turismo. 1. Prefeitos- Vontade política 2. Secretários de Turismo 3. Envolvimento do Secretariado Municipal 4. COMTUR atuante 5. Envolvimento da comunidade 6. Envolvimento do Terceiro Setor 7. Envolvimento do trade turístico
19 IV. Mobilização Possibilitar às pessoas se reunirem para planejar uma proposta de desenvolvimento turístico para a região. Para pleno sucesso, deve-se buscar: Unir a população envolvida; Mantê-la motivada e integrada; Visar o desenvolvimento social, econômico e cultural da região.
20 V. Plano Estratégico Elaboração e Implementação Turismo não comporta amadorismo. PLANO DIRETOR DE TURISMO MUNICIPAL E REGIONAL 1. Projetos a curto/médio/longo prazo; ENVOLVENDO 1. Poder Público 2. Iniciativa Privada 3. Terceiro Setor 4. Comunidade 5. Trade Turístico
21 VI. Observatório e Monitoramento do Turismo Monitoria e avaliação são etapas fundamentais ao ciclo de vida de um projeto turístico 1. PESQUISAS: informações sobre o turismo local e regional possibilitam o planejamento; 2. MONITORIA: permite a constatação entre o planejado e o executado; 3. AVALIAÇÃO: processo complementar à gestão operacional; 4. AJUSTES: em função dos itens anteriores.
22 VII. Marketing Roteiros e Produtos Turísticos Turismo é fator de desenvolvimento econômico, social, cultural e político Formatação de produtos/pacotes de viagens: Com apelo comercial para que o produto se torne: conhecido e desejado; Com operadoras de turismo/ agências de viagens;
23 Plano de Marketing Municipal e regional; Agências de propaganda e marketing; Modelo do Circuito das Águas; Fam Tours; Press trips; Blog trips.
24 VIII. Captação de Recursos Governo municipal; Governo estadual; Governo federal; Instituições Internacionais; Parcerias público-privadas;
25 IX. Sustentabilidade O uso dos recursos e bens naturais comuns, pertencem as próximas gerações, cabe a nós devolvê-los. 1. Não só para recompor o que já foi destruído; 2. Como prevenção para evitar danos futuros; 3. Como fator de construção da cidadania e da integração social, bem como da acessibilidade.
26 Dimensões da Sustentabilidade Ambiental Política Econômica Sustentabilidade Cultural Social
27 X.Regionalização Não basta a proximidade física e algumas semelhanças; Sinergia entre o poder público, iniciativa privada e comunidade; Administração descentralizada e participativa; Instâncias de governança para que decidam os seus destinos/produtos regionais; Descobrindo as suas vocações/potencialidades.
28 Premissas da Regionalização Para avançar, os municípios devem atender aos requisitos mínimos: 1. Planos diretor e de turismo atualizados 2. Conselho Municipal de Turismo - organizados e atuantes 3. Mecanismos de monitoramento e avaliação das ações praticadas
29 Objetivos da Regionalização Participação dos Municípios que não são dotados de potencial turístico relevante; Distribuição de Renda; Geração de Emprego; Inclusão Social.
30 Recapitulando I. Organograma II. Quadro funcional III. Sensibilização IV. Mobilização V. Plano Estratégico Elaboração e Implementação VI. Observatório do Turismo VII. Marketing Roteiros e Produtos Turísticos VIII. Captação de Recursos IX. Sustentabilidade X. Regionalização
31 CONTATOS ENDEREÇO DA APRECESP : Av. Brigadeiro Luis Antônio, º Andar - Cj. 51 Jardim Paulista - São Paulo FONES: (11) SITE: [email protected] FANPAGE:
32 Obrigado! Carlos Fernando Zuppo
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