Vias da Sensibilidade Especial
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- Filipe Regueira Canejo
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1 Prof. Gerardo Cristino gerardocristino.sites.uol.com.br
2 Olfato Membrana olfatória Porção superior e posterior das conchas e do septo nasal Neurônios olfatórios primários Recebem o estímulo olfatório São os primeiros neurônios da via olfatória Transformam estímulo químico recebido de um lado em elétrico transmitido no outro (neurônios bipolares) Lâmina crivosa Bulbo olfatório Trato olfatório
3 Trato e estrias olfatórias Fibras do trato olfatório Áreas olfatórias da mucosa nasal Grupos neuronais do bulbo olfatório Trato olfatório Sulco reto ou olfatório do lóbulo orbitário do lobo frontal Quando atinge o lobo temporal divide-se nas estrias olfatórias medial e lateral (trígono olfatório)
4 Trato e estrias olfatórias Estria olfatória lateral Os axônios atingem as áreas corticais olfatórias sem fazer sinapse ao nível do tálamo As fibras da estria olfatória medial possuem axônios de regiões cerebrais que se projetam no bulbo olfatório
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7 Córtex Olfatório Localiza-se na região lobo temporal, medialmente ao sulco rinal e colateral Área de alocórtex (córtex com 3 camadas neuronais) Faz parte do paleocórtex do encéfalo humano
8 Axônios do trato olfatório Terminam: No núcleo olfatório anterior No tubérculo olfatório Na amígdala Áreas corticais próximas Neurônios do núcleo olfatório Localizam-se caudalmente no trato olfatório Projetam de volta aos bulbos olfatórios, ipsi- e contralateralmente
9 Fibras da via olfatória Atingem o córtex rostro medial do lobo temporal Atingem pequena área do lobo frontal basal caudolateral (área orbitofrontal olfatória)
10 Córtex olfatório do lobo temporal divide-se: Córtex piriforme (aparência de pêra) Córtex periamigdalóide Córtex entorrinal rostral
11 Córtex piriforme e periamigdalóide Córtex olfatório primário Localiza-se no uncus do lobo temporal Faz percepção olfatória e projeta-se para as áreas do neocórtex Córtex entorrinal rostral Situado na região anterior do giro parahipocampal Recebe fibras do córtex piriforme (área olfatória secundária) Associa os odores às memórias e comportamentos
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13 Aplicação Clínica Patologias inflamatórias da mucosa nasal Podem levar a déficits parciais ou totais do olfato (anosmia) Fraturas de crânio que comprometem a lâmina crivosa do etmóide Podem lesar uni- ou bilateralmente, parcial ou totalmente, os bulbos e tratos olfatórios
14 Aplicação Clínica Processos expansivos da região frontorbitária Podem comprometer o bulbo e trato olfatório Meningeomas do sulco olfatório Meningeomas esfenoidais Estesioneuroblastomas Tumores primitivos dos neurônios olfatórios da musoca nasal (malignos)
15 Aplicação Clínica Síndrome de Foster-Kennedy Comum nos meningeomas do sulco olfatório Pequena asa esfenóide Constituída de: Anosmia ipsilateral Atrofia óptica ipsilateral Papiledema contralateral
16 Aplicação Clínica Lobo temporal ântero-medial Pode ser: Sede de anomalias congênitas Seqüelas dos mais variados traumatismos (inclusive parto) Processos vasculares Processos tumorais
17 Aplicação Clínica Lobo temporal ântero-medial Dá origem à epilepsia temporal Sintomatologia olfatória Alucinações olfatórias, quer na aura, quer na própria crise epiléptica temporal (crises parciais complexas)
18 Visão Órgãos receptores visuais da retina Estruturas de percepção e interpretação do córtex occipital Conjunto de fibras e centros sensoriais que realizam a conexão da retina com o córtex visual
19 Vias ópticas (sistema visual) Retina Nervo óptico Trato óptico Corpo geniculado lateral Trato geniculocalcarino Radiação óptica Córtex visual (lobo occipital)
20 Sistema visual Tem grande valor semiótico-neurológico Nervo óptico Não é um verdadeiro nervo Apresenta características ontogenéticas, anatômicas e histológicas (semelhança com o cérebro) Prolongamento do diencéfalo
21 Retina Neuroepitélio que reveste internamente a cavidade do bulbo ocular (estrato interno) Composta dos receptores visuais I, II e III (neurônios da via óptica) Forma-se a partir de uma evaginação do diencéfalo primitivo (vesícula óptica) Após uma introflexão, transforma-se num cálice óptico com dupla parede A parede interna dá origem à camada nervosa da retina A parede externa forma a camada pigmentar da retina
22 Fotorreceptores Cones Adaptados para percepção com maior intensidade luminosa e para cores Bastonetes Adaptados para visão em ambientes pouco iluminados
23 Primeiros neurônios da via visual na retina Fotorreceptores Células bipolares Células ganglionares Prolongamentos axônicos agrupam-se para formar os nervos ópticos
24 Retina Segmento nasal Ao nível do quiasma óptico, temos a decussação parcial dos nervos ópticos Segmento temporal O cruzamento das fibras originadas ao nível das retinas nasais constitui os tratos ópticos formados com fibras retinianas temporais homolaterais
25 Tipos de fibras (retina corpo geniculado lateral) Retino-hipotalâmicas; Retino-tectais; Retino-pré-tectais; Retino-geniculares.
26 Fibras retino-hipotalâmicas Vão ao núcleo supra-quiasmático (hipotálamo), envolvidas em ritmos biológicos Fibras retinotectais Chegam ao colículo superior pelo braço do colículo superior e relacionam-se com reflexos do movimento ocular e pálpebras (reflexo do piscar)
27 Fibras retino-pré-tectais Chegam à área pré-tectal pelo colículo superior e são responsáveis pelos reflexos fotomotor direto e indireto (consensual) Fibras retinogeniculares Prolongamentos envolvidos com a visão e fazem sinapse com o IV neurônio (corpo geniculado lateral)
28 Axônios do IV neurônio Constituem o trato geniculocalcarino (radiação óptica) Chegam até a área visual Lobo occipital Encontram-se as áreas visuais responsáveis desde a percepção da imagem até a sua elaboração e identificação
29 Avaliação dos constituintes da via visual Acuidade visual Campos visuais Fundoscopia
30 Acuidade visual Verificação: Induzindo o paciente a ler letras, números ou frases de tamanhos gradativos Diminuição ambliopia Abolição amaurose Decorrem de doenças degenerativas e/ou desmielinizantes do sistema nervoso (hipertensão intracraniana)
31 Campos visuais Fóvea central epicentro de maior percepção Para determinar o campo, utiliza-se aparelhos de campimetria ou de perimetria ou o teste de confrontação (consultório) Escotomas falhas ou reduções nas alterações nos campos visuais
32 Campos visuais Escotoma fisiológico Corresponde à projeção espacial da papila óptica (ponto cego) Escotoma patológico Classificado em função de sua percepção e localização Central (comprometendo a mácula) Periférico (determinando um estrangulamento do campo visual)
33 Campos visuais Escotoma patológico Hemianopsia Quando a falha se estende a uma metade do campo visual São denominadas em função das alterações nos campos visuais e não dos setores retinianos lesados Quadrantanopsia Quando compreende um quarto do campo visual
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35 Lesões das vias ópticas Lesão do nervo óptico Causa cegueira no lado da lesão Ocorre em traumatismos craniofaciais envolvendo o canal óptico Perda do reflexo fotomotor Manutenção do reflexo consensual
36 Lesões das vias ópticas Lesão ao nível da região centroquiasmática Hemianospia bitemporal Crescimento de neoplasias da hipófise Lesão da porção lateral do quiasma óptico Resulta em hemianospia nasal contralateral Ocorre por dilatações aneurismáticas em artéria carótida interna parasselar
37 Lesões das vias ópticas Lesão do trato óptico Resulta em hemianopsia homônima direita ou esquerda Pode ocorrer por comprometimento do trato óptico, corpo geniculado lateral e radiação óptica Lesão da radiação óptica completa É rara Produz falhas que comprometem um quadrante do campo visual (quadrantanopsias)
38 Lesões das vias ópticas Lesão do córtex visual Ocorre com mais freqüência no lobo inferior do sulco calcarino direito Resulta em quadrantanopsia homônima superior esquerda
39 Fundoscopia Exame realizado no fundo do olho para avaliar: Retina Vasos retinianos Papila óptica Importância na avaliação da hipertensão intracraniana Mácula lútea
40 Fundoscopia Verificam-se os seguintes aspectos Cor da papila Bordas do disco papilar Vasos (artérias e veias)
41 Gustação Possui quimiorreceptores que traduzem estímulo químico em elétrico Células receptoras botões gustatórios Língua Palato mole Faringe Laringe Papilas linguais
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43 Sensação gustatória Doce Azedo Salgado Amargo
44 Língua A ponta é sensível ao doce e salgado As porções laterais são sensíveis ao azedo (papilas foliáceas e fungiformes) Na base da língua predomina o amargo (papilas valadas)
45 Nervos que veiculam o gosto Facial Sensação gustatória dos dois terços anteriores da língua e palato Glossofaríngeo Sensação gustatória do terço posterior da língua Vago Sensação gustatória da epiglote e laringe
46
47 Trato e núcleo solitário Fibras gustativas (VII, IX e X gânglios dos nervos cranianos) reúnem-se no trato solitário fazendo sinapse na porção rostral do núcleo do trato solitário Neurônios do núcleo solitário Trato tegumentar dorsal núcleo ventral póstero-medial do tálamo O núcleo solitário conecta-se ao nível do tronco do encéfalo com os núcleos salivatórios e lacrimal para os mecanismos reflexos
48 Córtex Gustatório Sensibilidade gustatória projeta-se: No encéfalo humano (opérculo frontal) No córtex insular anterior
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50
51 Aplicação clínica Déficits gustatórios Lesões da mucosa receptora Lesão nos nervos que conduzem sensibilidade ao encéfalo Nervo facial é mais comumente comprometido Gustação dos 2/3 anteriores da hemilíngua é perdida na paralisia facial periférica Pode ser irreversível como nas paralisias faciais periféricas traumáticas
52 Aplicação clínica Patologias do lobo temporal Podem originar epilepsia com crises parciais complexas com alucinações gustativas ou olfativas e gustativas
53 Audição Inicia quando o som é transmitido da orelha externa à orelha média orelha interna passa para o sistema nervoso
54 Via auditiva Orelha média Funciona como um transformador de impedância que facilita a transmissão do som no ar em vibrações da cóclea Membrana timpânica Há transmissão aos ossículos martelo, bigorna e estribo
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56 Via auditiva Cóclea Forma de caracol Apresenta 3 compartimentos por líquido separado pelas membranas basilar e de Reissner Transforma sons em código neural para as fibras da parte coclear do nervo vestibulococlear
57 Via auditiva Membrana basilar Vibra pelo movimento do fluido da cóclea causado pelo estribo O movimento propaga-se como uma onda e vai da base até o ápice da cóclea A distância que a onda percorre é proporcional à freqüência do som Seres humanos: F máx = Hz
58 Via auditiva Núcleos cocleares Dorsal Ventral posterior Ventral anterior Cruza a linha média Colículo inferior Estria acústica dorsal Estria acústica ventral Corpo trapezóide
59
60 Via auditiva Complexo olivar superior Formado pelos núcleos olivares medial e lateral Núcleos do corpo trapezóide Lemnisco lateral Fibras originadas nos núcleos do corpo trapezóide Apresenta trajeto ascendente
61 Via auditiva Sistema auditivo descendente Originado no complexo olivar superior Tem destino nas células ciliadas externas (via olivococlear)
62 Equilíbrio Aparelho vestibular Localiza-se na porção petrosa do temporal Formado por 3 canais semicirculares e pelo vestíbulo, que contém o utrículo e o sáculo
63
64 Via vestibular Aparelho vestibular Inicia-se com excitação de receptores sensoriais sensíveis à variações hidráulicas da endolinfa Epitélio sensorial (ampolas) Cristas ampulares (contém células ciliares) Receptores utrículo e sáculo máculas
65 Via vestibular Otólitos Exercem diferentes pressões sobre os cílios do epitélio sensorial Utrículo Responde à gravidade, à aceleração linear e à força centrífuga Relaciona-se com os movimentos de flexão e extensão da cabeça
66 Via vestibular Sáculo Órgão de transição vestibulococlear Não tem função perfeitamente elucidada Canais semicirculares Podem responder a forças lineares constantes Gravidade Força centrífuga
67
68 Fibras vestibulares Provenientes dos canais: Semicirculares Utrículo Sáculo Vão ao gânglio vestibular (de Scarpa) Células dipolares
69 Fibras vestibulares Vestibular superior Vestibular inferior Nervo vestibulococlear (junto com ramo coclear) Entra na cavidade craniana pelo meato acústico interno
70 Fibras vestibulares Nervo vestibulococlear Penetra no tronco do encéfalo Sulco pontino inferior (bulbopontino) Fibras vestibulares dirigem-se aos núcleos situados na área vestibular do assoalho do IV ventrículo
71 Fibras vestibulares Área vestibular Núcleos vestibulares Lateral (de Deiters) Superior (de Bechterew) Medial (de Schwalbe) Inferior (de Roller) Ponte Bulbo
72 Fibras vestibulares Núcleo vestibular Recebe fibras do urículo Recebe fibras do cerebelo Envia ao fascículo longitudinal medial Trajeto ascendente e descendente
73 Fibras vestibulares Sintomas labirínticos Formação reticular Hipotálamo Sistema límbico
74 Síndrome vestibular Doenças vasculares Doenças infecciosas Doenças psicoafetivas Vertigem Principal sintoma Corresponde à sensação errônea de deslocamento de objetos ou do corpo no espaço
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