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- Maria do Pilar Coradelli Faro
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1 Informação-Exame Final Nível de Escola para N.E.E. Decreto-Lei n.º 3/2008, de 7 de janeiro Prova de Filosofia 10º e 11.º Anos de Escolaridade Prova O presente documento divulga informação relativa à prova de exame final Nível de Escola para N.E.E., do ensino secundário da disciplina de Filosofia, a realizar em 2015, nomeadamente: Objeto de avaliação Caracterização da prova Critérios gerais de classificação Material Duração Objeto de avaliação A prova tem por referência o Programa de Filosofia e as Orientações para efeitos de avaliação sumativa externa das aprendizagens na disciplina de Filosofia e permite avaliar a aprendizagem passível de avaliação numa prova escrita de duração limitada, nomeadamente as capacidades que a seguir se enunciam. Análise e interpretação Identificar problemas filosóficos. Identificar conceitos filosóficos. Identificar teses filosóficas. Relacionar conceitos e teses presentes em textos filosóficos. Comparar teorias filosóficas. Reconhecer diferentes tipos de argumentos. Reconstituir os argumentos apresentados num texto. Prova 225 1/6
2 Problematização e conceptualização Formular problemas filosóficos. Relacionar problemas filosóficos. Utilizar conceitos de forma adequada. Esclarecer um conceito mediante a sua definição, exemplificação ou contextualização. Argumentação e crítica Defender teses, apresentando razões, argumentos ou exemplos adequados. Determinar as implicações filosóficas de uma tese ou teoria. Determinar as implicações práticas de uma tese ou teoria. Confrontar perspetivas filosóficas, considerando os seus pontos fortes e os seus pontos fracos. A prova integra itens que permitem avaliar a aprendizagem relativa aos módulos II, III e IV do programa, com as especificações introduzidas pelas orientações e em conformidade com o nível de aprofundamento abaixo explicitado. Módulo II A ação humana e os valores Unidade 1. A ação humana análise e compreensão do agir 1.1. A rede conceptual da ação. a distinção entre ação e acontecimento; a distinção entre voluntário e involuntário; a articulação entre deliberação e decisão racional Determinismo e liberdade na ação humana discussão das posições fundamentais de resposta ao problema da relação entre determinismo e livre-arbítrio: o determinismo radical, o determinismo moderado e o libertismo. Unidade 2. Os valores análise e compreensão da experiência valorativa 2.1. Valores e valoração a questão dos critérios valorativos a distinção entre juízo de facto e juízo de valor; discussão das perspetivas seguintes: a subjetividade, a relatividade e a objetividade dos juízos de valor. Unidade 3. Dimensões da ação humana e dos valores 3.1. A dimensão ético-política análise e compreensão da experiência convivencial A necessidade de fundamentação da moral análise comparativa de duas perspetivas filosóficas Prova 225 2/6
3 a ética deontológica de Kant o dever e a lei moral; a boa vontade; máxima, imperativo hipotético e imperativo categórico; heteronomia e autonomia da vontade; agir em conformidade com o dever e agir por dever; críticas à ética de Kant; a ética utilitarista de Mill intenção e consequências; o princípio da utilidade; a felicidade; prazeres inferiores e prazeres superiores; a ausência de regras morais absolutas; críticas à ética de Mill Ética, direito e política liberdade e justiça social; igualdade e diferenças; justiça e equidade a articulação entre ética e direito; o problema da relação entre liberdade política e justiça social: a teoria da justiça de Rawls a posição original e o véu de ignorância; a justiça como equidade; os princípios da justiça; a regra maximin; o contratualismo e a rejeição do utilitarismo; as críticas à teoria de Rawls. Módulo III Racionalidade argumentativa e Filosofia Unidade 1. Argumentação e lógica formal 1.1. Distinção validade verdade a lógica como estudo da validade dos argumentos; noções de proposição, argumento, premissa, conclusão, argumento válido e argumento sólido. Percurso A Lógica Aristotélica 1.2. Formas de inferência válida caracterização da linguagem da lógica silogística com as suas quatro formas; definição e estrutura do silogismo categórico termos maior, menor e médio e premissas maior e menor; classificação dos silogismos categóricos em figuras e modos; distribuição dos termos nas proposições categóricas; regras de validade do silogismo categórico Principais falácias falácias formais: falácia do termo não distribuído, ilícita maior e ilícita menor. Unidade 2. Argumentação e retórica 2.1. O domínio do discurso argumentativo a procura de adesão do auditório a distinção entre demonstração e argumentação; a relação necessária ao auditório no discurso argumentativo O discurso argumentativo principais tipos de argumentos e de falácias informais critérios para avaliar argumentos indutivos, por analogia e de autoridade; falácias informais: petição de princípio, falso dilema, apelo à ignorância, ad hominem, derrapagem (ou bola de neve) e boneco de palha (ou espantalho). Unidade 3. Argumentação e Filosofia 3.1. Filosofia, retórica e democracia Prova 225 3/6
4 a retórica no contexto da democracia ateniense: o confronto entre a perspetiva dos sofistas e a de Platão Persuasão e manipulação ou os dois usos da retórica a crítica filosófica aos usos da retórica. Módulo IV O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica Unidade 1. Descrição e interpretação da atividade cognoscitiva 1.1. Estrutura do ato de conhecer o conhecimento como relação entre um sujeito e um objeto; discussão da definição tradicional de conhecimento como crença verdadeira justificada Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento a distinção entre conhecimento a priori e conhecimento a posteriori; o racionalismo de Descartes a dúvida metódica; o cogito; a clareza e a distinção das ideias como critério de verdade; o papel da existência de Deus; críticas a Descartes; o empirismo de Hume impressões e ideias; questões de facto e relações de ideias; a relação causa-efeito; conjunção constante, conexão necessária e hábito; o problema da indução; críticas a Hume. Unidade 2. Estatuto do conhecimento científico 2.1. Conhecimento vulgar e conhecimento científico a relação entre o senso comum e a ciência discussão do valor do senso comum e da ciência como formas de conhecimento Ciência e construção validade e verificabilidade das hipóteses as conceções indutivista e falsificacionista do método científico: o indutivismo clássico o papel da observação e da experimentação; verificação e verificabilidade; a confirmação de teorias; o falsificacionismo de Popper posição perante o problema da indução; falsificação e falsificabilidade; conjeturas e refutações; a corroboração de teorias A racionalidade científica e a questão da objetividade as perspetivas de Popper e de Kuhn sobre a evolução e a objetividade do conhecimento científico: a perspetiva de Popper eliminação do erro e seleção das teorias mais aptas; progresso do conhecimento e aproximação à verdade; críticas a Popper; a perspetiva de Kuhn ciência normal e ciência extraordinária; revolução científica; a tese da incomensurabilidade dos paradigmas; a escolha de teorias; críticas a Kuhn. Os conteúdos e as capacidades relativos ao módulo inicial do programa, nomeadamente à subunidade «A dimensão discursiva do trabalho filosófico», embora não incluídos nas orientações, poderão, dada a sua natureza transversal, ser mobilizados em articulação com os que são relativos aos módulos sujeitos a avaliação a nível de escola. Prova 225 4/6
5 Caracterização da prova Os itens podem ter como suporte um ou mais documentos. A sequência dos itens pode não corresponder à sequência dos módulos e das unidades letivas do programa e das orientações ou à sequência dos seus conteúdos. Os itens podem envolver a mobilização de conteúdos relativos a mais do que um dos módulos ou das unidades letivas do programa e das orientações. A prova não inclui itens que incidam em conteúdos apresentados em alternativa no programa e nas orientações. A prova é cotada para 200 pontos. A valorização dos conteúdos apresenta-se no Quadro 1. Quadro 1 Valorização dos conteúdos Conteúdos Cotação (em pontos) Módulo II A ação humana e os valores 55 a 100 Módulo III Racionalidade argumentativa e filosofia 30 a 60 Módulo IV O conhecimento e a racionalidade científica e tecnológica 55 a 90 A tipologia de itens, o número de itens e a cotação por item apresentam-se no Quadro 2. Quadro 2 Tipologia, número de itens e cotação Tipologia de itens Número de itens Cotação por item (em pontos) Itens de seleção Escolha múltipla 12 5 Resposta curta 5 a 10 Itens de construção Resposta restrita 6 a a 25 Resposta extensa 30 a 35 Critérios gerais de classificação A classificação a atribuir a cada resposta resulta da aplicação dos critérios gerais e dos critérios específicos de classificação apresentados para cada item. A ausência de indicação inequívoca da versão da prova implica a classificação com zero pontos das respostas aos itens de escolha múltipla. As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zero pontos. Prova 225 5/6
6 No presente ano letivo, na classificação das provas, apenas será considerada correta a grafia que seguir o que se encontra previsto no Acordo Ortográfico de 1990 (atualmente em vigor). Itens de seleção Nos itens de escolha múltipla, a cotação do item só é atribuída às respostas que apresentem de forma inequívoca a opção correta. Todas as outras respostas são classificadas com zero pontos. Itens de construção Nos itens de resposta curta, são atribuídas pontuações às respostas total ou parcialmente corretas, de acordo com os critérios específicos. Nos itens de resposta restrita e de resposta extensa, os critérios de classificação apresentamse organizados por níveis de desempenho ou por etapas. A cada nível de desempenho ou a cada etapa corresponde uma dada pontuação. Nos itens de resposta restrita e de resposta extensa com cotação superior a 15 pontos e que envolvam a produção de um texto, a classificação a atribuir traduz a avaliação do desempenho no domínio específico da disciplina e no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa. Material Como material de escrita, apenas pode ser usada caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. As respostas são registadas em folha própria, fornecida pelo estabelecimento de ensino (modelo oficial). Não é permitido o uso de corretor. Duração A prova tem a duração de 120 minutos, a que acresce a tolerância de 30 minutos. Prova 225 6/6
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EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Filosofia 11.º Ano de Escolaridade Prova 714/1.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30
EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Não é permitido o uso de corretor. Deve riscar aquilo que pretende que não seja classificado.
EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Filosofia 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 714/2.ª Fase 7 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:
EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO. Não é permitido o uso de corretor. Deve riscar aquilo que pretende que não seja classificado.
EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Filosofia 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 714/2.ª Fase 7 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:
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Projeto Testes Intermédios 2017/2018 Informação HISTÓRIA A Ano de escolaridade 12.º ano Data 23/04/2018 Duração 120 + 30 minutos OBJETO DE AVALIAÇÃO A prova tem por referência o Programa de História A
A prova é constituída por dois cadernos (Caderno 1 e Caderno 2), sendo permitido o uso de calculadora apenas no Caderno 1.
INFORMAÇÃO - PROVA FINAL A NÍVEL DE ESCOLA MATEMÁTICA Prova 82 2015 3º Ciclo do Ensino Básico (Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho) O presente documento divulga informação relativa à prova final a
