BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC)
|
|
|
- Francisca Fernandes de Sintra
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR (BNCC) Análise da segunda versão
2 ANÁLISE GERAL Principais pontos de atenção nas etapas e componentes curriculares foco no essencial O documento está muito extenso, com excesso de objetivos de aprendizagem em alguns componentes curriculares. É preciso enxugá-lo, garantindo que realmente foque nas aprendizagens essenciais para todos, deixando espaço para a adaptação dos currículos. ALTAS EXPECTATIVAS É necessário aumentar a demanda cognitiva dos objetivos de aprendizagem em alguns componentes, substituindo verbos passivos (reconhecer, identificar, localizar) por outros que exigem maior nível de ação dos estudantes (provar, construir, explicar). progressão A evolução do grau de complexidade das aprendizagens ano a ano deve estar mais clara. É preciso ainda mais coerência no sequenciamento dos objetivos ao longo dos anos e entre as áreas de conhecimento.
3 DESENVOLVIMENTO INTEGRAL Educação centrada no desenvolvimento das habilidades essenciais para o século XXI Inclusão de direitos de aprendizagem e de desenvolvimento além de conteúdos acadêmicos. definição no texto introdutório das principais habilidades que devem ser desenvolvidas ao longo da educação básica. Elementos pertinentes e relevantes nos eixos de formação, como pensamento crítico e solidariedade. Simplificação da nomenclatura e da estrutura dos elementos organizadores da Base: há "dimensões", "direitos", "eixos" e "objetivos gerais de formação", entre outros. Articulação entre as habilidades do texto introdutório e os objetivos de aprendizagem dos componentes curriculares. Mais objetividade e precisão nos textos introdutórios das etapas e das áreas de conhecimento sobre a contribuição de cada uma delas para o desenvolvimento integral do estudante.
4 EDUCAÇÃO INFANTIL Intencionalidade pedagógica na Educação Infantil e clareza na transição entre etapas AVANÇOS Divisão dos objetivos de aprendizagem em três grupos etários: bebês (0-18 meses) crianças bem pequenas (19 meses a 3 anos e 11 meses) crianças pequenas (4 anos a 5 anos e 11 meses). Organização em campos de experiências, focando no sujeito e no seu dia a dia. Detalhamento sobre as aprendizagens esperadas relativas à linguagem oral e escrita, matemática e ciências nos campos de experiência. POR AVANÇAR Melhoria da progressão ao longo de toda a etapa. Clareza sobre o que se espera da criança ao final da Educação Infantil e no início do Ensino Fundamental. Inclusão de objetivos de aprendizagem específicos sobre a linguagem oral e escrita. Melhor articulação entre os direitos de aprendizagem, os campos de experiência e os objetivos de aprendizagem. Interação e o brincar como eixos estruturantes das práticas pedagógicas.
5 ENSINO MÉDIO Possibilidade de flexibilização e trilhas diversas para os estudantes divisão por unidades curriculares, e não ano a ano, o que possibilita maior integração nos currículos e arranjos mais flexíveis entre essas unidades ao longo da etapa. Sinalização para uma futura integração com a educação profissional e tecnológica. Enxugamento dos objetivos de aprendizagem ao longo de toda a etapa. Melhoria da progressão ao longo das unidades curriculares. Mais clareza sobre como o Ensino Médio será flexibilizado. Mais clareza sobre como o eixo estruturante projeto de vida será trabalhado na Base.
6 LÍNGUA PORTUGUESA Ênfase no que é fundamental para a aprendizagem, garantindo a progressão e foco na alfabetização Reorganização de acordo com os eixos tradicionais do componente curricular: escrita, leitura, oralidade e conhecimento sobre a língua, eixo que foca em gramática. Inclusão de objetivos de aprendizagem que incorporam o desenvolvimento de capacidades de pensamento crítico e argumentação. Progressão nos processos cognitivos esperados ao longo dos anos: de habilidades menos exigentes como compreender e identificar a habilidades mais sofisticadas como analisar, avaliar e construir. Mais clareza sobre a complexidade dos textos para as diferentes faixas etárias. descrição, por exemplo, da complexidade do vocabulário e da estrutura das frases (nos Anos Iniciais) e da complexidade da narrativa (nos Anos finais e no Ensino Médio). Enxugamento, principalmente nos textos introdutórios e nos objetivos de aprendizagem de leitura. Melhoria da progressão, sobretudo em alfabetização e conhecimento sobre a língua.
7 MATEMÁTICA Altas expectativas para avançar nos objetivos de aprendizagem do componente Mais clareza na redação dos objetivos de aprendizagem. Referência ao uso de outras tecnologias, como calculadora, softwares e planilhas, e à realização de atividades práticas. Introdução da reta numérica a partir do 3º ano e não do 5º ano. Adiantamento do ensino de conceitos para aumentar as expectativas de aprendizagem. Exemplos: contagem até 30, do 1º ano para a Educação Infantil frações, do 4º ano para o 3º ano a ideia de demonstração e muitos tópicos de geometria e grandezas e medidas, do Ensino Médio para os Anos finais. Melhoria da progressão, especialmente em geometria (nos Anos finais e no Ensino Médio), em álgebra e em números, e em estatística e probabilidade no Ensino Médio. Inclusão de objetivos que fortalecem as capacidades necessárias para aprender, por exemplo, aquisição da linguagem matemática, argumentação e resolução de problemas.
8 CIÊNCIAS DA NATUREZA foco no essencial para o desenvolvimento de práticas e habilidades prioritárias em Ciências Reconhecimento no texto introdutório da importância de ensinar não apenas conteúdos, mas também as linguagens de ciências, tais como processos e práticas de pesquisa. Presença, nos objetivos de aprendizagem, de questões importantes para a sociedade, como a saúde e a sustentabilidade. Melhoria da progressão no Ensino fundamental: todas as unidades curriculares desenvolvidas em todos os anos. Enxugamento do componente, sobretudo no Ensino Médio. Revisão dos objetivos de aprendizagem, pois muitos são enunciados como atividades. desenvolvimento das principais práticas de investigação científica, como formulação de hipóteses. Mais clareza sobre os conceitos científicos prioritários a serem desenvolvidos no Ensino fundamental. É preciso conectálos a fenômenos maiores.
9 HISTÓRIA discussão da história local sem deixar de lado os principais marcos da história mundial Organização do componente em dois eixos conhecimentos históricos e linguagens e procedimentos de pesquisa. Reflete a natureza do componente curricular e está de acordo com documentos curriculares de referência no mundo. Organização dos objetivos de aprendizagem nos anos iniciais da história do próprio estudante para contextos cada vez mais distantes dele. Reflete recomendações de especialistas de desenvolvimento cognitivo. Espaços específicos no documento para discussão da história local. Reconhecimento da contribuição de diferentes culturas para a constituição do Brasil atual. Enxugamento ao longo de todo o componente curricular. Utilização mais frequente de verbos como "analisar" e "debater", em vez de reconhecer e identificar, para aumentar as expectativas de aprendizagem. foco em conceitos, não em fatos. Conceitos como continuidade e mudança, causa e efeito, e perspectivas e interpretações são centrais para o componente curricular, mas ainda pouco trabalhados. desenvolvimento de forma sistemática das principais práticas de investigação e análise histórica e comunicação de conclusões de pesquisa.
ESTRUTURA 2. ESTRUTURA DA BNCC
2. ESTRUTURA DA BNCC Em conformidade com os fundamentos pedagógicos apresentados na Introdução deste documento, a BNCC está estruturada de modo a explicitar as competências que os alunos devem desenvolver
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
Prof. Me. Luana Serra Secretaria Municipal de Educação de Santos DOCUMENTO PRELIMINAR PARA A CONSTRUÇÃO DA DA EDUCAÇÃO INFANTIL Material adaptado de Beatriz Ferraz Educação Infantil na BNCC A Base Nacional
A Undime e o novo cenário educacional após a homologação da BNCC. Rosa Maria Melo dos Santos Coordenadora Estadual de Currículo em Alagoas
A Undime e o novo cenário educacional após a homologação da BNCC Rosa Maria Melo dos Santos Coordenadora Estadual de Currículo em Alagoas A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define o conjunto progressivo
ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
ANEXO I UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE COLÉGIO DA UNIVILLE PLANEJAMENTO DE ENSINO E APRENDIZAGEM 1. Curso: Missão do Colégio: Promover o desenvolvimento do cidadão e, na sua ação educativa,
ANEXO VII DO CONTEÚDO PROGRAMADO DAS PROVAS OBJETIVAS
ANEXO VII DO CONTEÚDO PROGRAMADO DAS PROVAS OBJETIVAS PARA TODOS OS CARGOS: CONHECIMENTOS GERAIS EM EDUCAÇÃO: Projeto Político Pedagógico: princípios e metodologias de planejamento, sistematização, execução,
A ÁREA DE MATEMÁTICA 131
A ÁREA DE MATEMÁTICA O conhecimento matemático tem, em suas origens, a busca, pelo ser humano, de respostas a problemas oriundos de suas práticas sociais, como a agricultura, comércio e construção civil,
1988 Constituição Federal Conteúdos Mínimos. LDB (Lei 9394/1996) - BNCC PCN. Currículo em Movimento e Indagações sobre o Currículo 1ª CONAE
LINHA DO TEMPO 1988 Constituição Federal Conteúdos Mínimos 1996 LDB (Lei 9394/1996) - BNCC 1997 a 2000 PCN 2008 a 2010 Currículo em Movimento e Indagações sobre o Currículo 2010 1ª CONAE 2002 a 2012 Diretrizes
BNCC e a Educação Infantil
BNCC e a Educação Infantil Departamento Pedagógico Educação Básica Fevereiro de 2018 Departamento Pedagógico Educação Básica 1 Educação é a Base Estrutura Regionalidade BNCC e o RCN Qualidade da Aprendizagem
Plano de Trabalho Docente Ensino Médio
Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Área de conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Componente
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 2ª versão A ÁREA DE MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 2ª versão A ÁREA DE MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL Professor [email protected] MATEMÁTICA na BNCC COMPLEXIDADE crescente Resolução de Problemas Situações desafiadoras
BNCC E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
BNCC E FORMAÇÃO DE PROFESSORES: DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Jussara Cristina Barboza Tortella Linha de Pesquisa: Formação de Professores e Práticas Pedagógicas Grupo de Pesquisa: Formação e Trabalho
Uma avaliação da segunda versão da BNCC. Matemática
Uma avaliação da segunda versão da BNCC Matemática Maio de 2016 Preparado pela Curriculum Foundation para o Movimento pela Base Avaliação geral das mudanças (positivas e negativas) em relação à primeira
MATERIAL COMPLEMENTAR PARA A (RE)ELABORAÇÃO DOS CURRÍCULOS
MATERIAL COMPLEMENTAR PARA A (RE)ELABORAÇÃO DOS CURRÍCULOS Apresentação Este material tem o objetivo de apoiar as equipes de currículo dos estados* no início do processo de (re)elaboração curricular, subsidiando
Formação de Professores para BNCC e novos currículos. O desafio da gestão municipal e oportunidades de colaboração
Formação de Professores para BNCC e novos currículos O desafio da gestão municipal e oportunidades de colaboração Pela primeira vez, o Brasil determinou o que toda criança tem o direito de aprender, a
Portuguesa 3º 3 ano EF. O que sabem as crianças ao final do Ciclo Inicial de Alfabetização?
Aprender a aprender Oficina de Língua L Portuguesa 3º 3 ano EF O que sabem as crianças ao final do Ciclo Inicial de Alfabetização? Oficina de Língua L Portuguesa 3º 3 ano EF Por que essa é uma questão
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR
BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR BNCC Constituição de 1988 Artigo 210 Marcos Legais LDB Artigo 26 PNE Meta 7 Constituição Federal de 1988 - Artigo 210 Já reconhece a necessidade de que sejam fixados conteúdos
Texto produzido a partir de interações estabelecidas como bolsistas do PIBID/UNIJUÍ 2
ÁLGEBRA E FUNÇÕES NO CURRÍCULO DOS ANOS FINAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE A PARTIR DA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR E DE DOCUMENTOS OFICIAIS 1 Maira Simoni Brigo 2, Bruna Maroso De Oliveira 3,
Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC. BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017
Fundamentos Pedagógicos e Estrutura Geral da BNCC BNCC: Versão 3 Brasília, 26/01/2017 1 INTRODUÇÃO 1.3. Os fundamentos pedagógicos da BNCC Compromisso com a formação e o desenvolvimento humano global (dimensões
1º ANO PROPOSTA PEDAGÓGICA. Nas relações as pequenas coisas são as grandes.
Processo Admissão 1º ANO PROPOSTA PEDAGÓGICA Nas relações as pequenas coisas são as grandes. (Covey) Vemos a educação da criança como um processo educativo que possibilita a vivência da cidadania, das
Plano de Trabalho Docente Ensino Médio
Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Área de conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Componente
DEBATE SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR. Anos Iniciais. Profa. Clarice Salete Traversini Pedagogia 04/12/2015
DEBATE SOBRE A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR Anos Iniciais Profa. Clarice Salete Traversini Pedagogia 04/12/2015 Construção de currículo, assim como a construção da democracia é um processo sem fim (Boaventura
Componente Curricular: Ciências da Natureza
Componente Curricular: Ciências da Natureza Base Nacional Comum Curricular 2ª Versão [email protected] Componente Curricular: Ciências da Natureza Mudanças Específicas... Ciências da Natureza Eixos formativos
OFICINA DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS Analista de Instrumento de Avaliação : Tatiane Moraes
OFICINA DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS 2011 Analista de Instrumento de Avaliação : Tatiane Moraes SAEMS 2011 Objetivo Analisar e interpretar os resultados do SAEMS para (re)planejamento das ações pedagógicas
Já nos primeiros anos de vida, instala-se a relação da criança com o conhecimento
Materiais didáticos coleção tantos traços Já nos primeiros anos de vida, instala-se a relação da criança com o conhecimento O material Tantos Traços foi elaborado para promover a Educação Infantil de forma
A BNCC e sua implantação. José Francisco Soares Conselho Nacional de Educação (CNE)
A BNCC e sua implantação José Francisco Soares Conselho Nacional de Educação (CNE) EDUCAÇÃO Educação é um processo intencional e organizado de aquisição de conhecimentos e de habilidades, de incorporação
MATRIZ CURRICULAR CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX CURSO DE PEDAGOGIA
Matriz Curricular do Curso de Pedagogia 2014-2017 * 1º PERÍODO* Leitura e Produção de Texto -------- Fundamentos Históricos Filosóficos da Educação -------- Fundamentos Socioeconômicos da Educação --------
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular
PERÍODO: 1º FISC0005- INTRODUÇÃO À FÍSICA OBRIG 60 0 60 4.0 QUIM0003- INTRODUÇÃO À QUÍMICA OBRIG 60 0 60 4.0 MATM0020- MATEMÁTICA BÁSICA OBRIG 60 0 60 4.0 EDUC0157- METODOLOGIA DO ESTUDO OBRIG 60 0 60
NATUREZA E SOCIEDADE RCNEI-REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
NATUREZA E SOCIEDADE RCNEI-REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Práticas no eixo Natureza e Sociedade Como você trabalho no eixo Natureza e Sociedade? Quais os materiais você utiliza
Nota Técnica da Sociedade Brasileira de Computação sobre a BNCC- EF e a BNCC- EM
A Sociedade Brasileira de Computação (SBC) vem a público manifestar sua discordância e suas críticas às versões homologada da Base Nacional Comum Curricular do Ensino Fundamental e entregue ao Conselho
Planejamento das aulas 2018 Turmas Regulares
Planejamento das aulas 2018 Turmas Regulares Objetivos: Revisar e ensinar conceitos de matemática básica e os assuntos que mais caem no ENEM; Buscar a compreensão do aluno quanto aos enunciados das questões
EDUCAÇÃO INFANTIL VMSIMULADOS QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS
EDUCAÇÃO INFANTIL 01. A estrutura do Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil tem como eixos principais: (A) ações de cuidar e proteger e promoção do brincar. (B) uso de diferentes linguagens
Entenda o BNCC Base Nacional Comum Curricular
Entenda o BNCC Base Nacional Comum Curricular A Lei de Diretrizes e Bases Educacionais já teve importantes alterações em sua estrutura, o que levantou alguns questionamentos sobre o novo direcionamento
BNCC EDUCAÇÃO INFANTIL
BNCC EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVO - Apresentar a estrutura da BNCC para a Educação Infantil. - Estabelecer relação da BNCC com a proposta da coleção Monte e Remonte. Define as aprendizagens essenciais que
INSTITUTO EDUCACIONAL MANOEL PINHEIRO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ADMISSÃO DE NOVOS ALUNOS 2017
INSTITUTO EDUCACIONAL MANOEL PINHEIRO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ADMISSÃO DE NOVOS ALUNOS 2017 1º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL 1. Reconhecer os usos sociais e as funções da escrita 2. Compreender diferenças entre
Oficina de divulgação e apropriação. Educacional do Estado de Goiás. Carolina Augusta Assumpção Gouveia Analista de Avaliação do CAEd
Oficina de divulgação e apropriação de resultado do Sistema de Avaliação Educacional do Estado de Goiás Carolina Augusta Assumpção Gouveia Analista de Avaliação do CAEd Escala de Proficiência Objetivos
Entendendo a estrutura da BNCC
Entendendo a estrutura da BNCC Entendendo a estrutura da Base Nacional Comum Curricular A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento de grande importância para a educação brasileira, uma vez
Currículo. Identificação de Aprendizagens Essenciais. 25/10/ Lisboa
Currículo Identificação de Aprendizagens Essenciais 25/10/2016 - Lisboa Enquadramento 12 anos da escolaridade obrigatória Características dos documentos curriculares Resultados do inquérito nacional aos
Grade Curricular do Curso de Graduação em Engenharia de Computação
Grade Curricular do Curso de Graduação em Engenharia de Computação Currículo 6 Aprovado pelo CDI em 30/05/16 - Carga Horária - Carga Horária Núcleo Básico 1.280h Carga Horária Núcleo Profissionalizante
7º ANO PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO FINALIDADES
EBIAH 7º ANO PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO FINALIDADES Promover a aquisição e desenvolvimento de conhecimento e experiência em Matemática e a capacidade da sua aplicação em contextos s e não s. Com
PLANO DE ESTUDOS SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS
PLANO DE ESTUDOS SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS PEDAGÓGICAS Plano de Estudos Documento complementar ao Ofício SEE/SB nº 19/2019. O que é o Plano de Estudos: É um documento que direcionará as atividades
POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL FRENTE AOS DESAFIOS DA BNCCEI. Rita Coelho
POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INFANTIL FRENTE AOS DESAFIOS DA BNCCEI Rita Coelho BASES LEGAIS Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDB. (Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996). Diretrizes Curriculares
SeçãoI DasDisposiçõesGerais
Como ficou a LDB após a Lei nº13.415, de 2017 Reforma do Ensino Médio Capítulo II Educação Básica SeçãoI DasDisposiçõesGerais Art. 24-1º - Carga horária mínima anual a partir de 02 de março de 2017, passaaserde1.000horas,devendoser
PLANEJAMENTO Disciplina: Matemática Série: 6º Ano Ensino: Fundamental II Prof(a).: Jeane
Disciplina: Matemática Série: 6º Ano Ensino: Fundamental II Prof(a).: Jeane 1ª UNIDADE EIXOS COGNITIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES Contagem 1. Números pra quê? H 1 ( Reconhecer, no contexto social, diferentes
A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional
Fórum da Educação Profissional do Estado de São Paulo A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional Francisco Aparecido Cordão [email protected] Diretrizes e orientações curriculares do Ensino
BNCC E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR NA REESTRUTURAÇÃO DO ENSINO MÉDIO ENCONTRO DO GT DO ENSINO MÉDIO CONSED MAIO 2018
BNCC E FLEXIBILIZAÇÃO CURRICULAR NA REESTRUTURAÇÃO DO ENSINO MÉDIO ENCONTRO DO GT DO ENSINO MÉDIO CONSED MAIO 2018 Parecer CNE/CP Nº 11/2009 Dificilmente, com qualquer modelo, o Ensino Médio cumprirá suas
Carta de princípios. O CONSED, por meio dessa carta de princípios propõe:
Carta de princípios O CONSED, por meio dessa carta de princípios propõe: Um Novo Modelo de Ensino Médio a ser adotado por todas os sistemas de ensino e que considera trajetórias flexíveis na formação do
CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III
EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL III CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN DISCIPLINA : MATEMÁTICA OBJETIVOS GERAIS Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens
OFICINA DE DE RESULTADOS
OFICINA DE APROPRIAÇÃO DE RESULTADOS 2011 Objetivo Analisar e interpretar os resultados do PAEBES para (re)planejamento das ações pedagógicas a serem definidas pelas escolas envolvidas no processo de avaliação.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e
Análise do Texto Introdutório da Base Nacional Comum Curricular Versão 2
Análise do Texto Introdutório da Base Nacional Comum Curricular Versão 2 Concluída pelo Dr. Phil Lambert 20 de junho de 2016 1 Página FEEDBACK GERAL Os autores estão de parabéns pela segunda versão aperfeiçoada
A formação geral comum. São Paulo, junho de 2019
A formação geral comum São Paulo, junho de 2019 BNCC A formação comum Objetivo: compreender o sentido de formação geral comum e aplica-la na estruturação dos tópicos que devem estar contidos para a redação
Matemática. EMENTA: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica.
Matemática 1º SEMESTRE MATEMÁTICA I, 75H EMENTA: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica. LÓGICA, 60H EMENTA: Estuda proposições, análise e discussões
ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Ações gerais:. Realizar atividades de diagnóstico
ENSINO BÁSICO Agrupamento de Escolas Nº de Abrantes ESCOLA BÁSICA DOS 2.º E 3.º CICLOS D. MIGUEL DE ALMEIDA DISCIPLINA: MATEMÁTICA ANO: 9º ANO LETIVO 203/204 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METAS CURRICULARES
a importância da primeira infância
a importância da primeira infância Uma educação infantil de qualidade resulta em impacto significativo no desenvolvimento de crianças em contexto de vulnerabilidade pesquisas evidenciam que: contexto por
PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL
PROPOSTA DE SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO CONSED E POSSIBILIDADES DE COOPERAÇÃO COM O GOVERNO FEDERAL Professora Doutora Maria Inês Fini Presidente do Inep Brasília-DF Outubro 2017 LEGISLAÇÃO Os currículos da
VISÃO GERAL DA DISCIPLINA
VISÃO GERAL DA DISCIPLINA Antes eu não gostava de Matemática, mas agora a professora joga, conta história e deixa a gente falar né? Então é bem mais divertido, eu estou gostando mais. Pedro, 9 anos. Neste
SUMÁRIO. Língua Portuguesa
Língua Portuguesa Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados... 3 Domínio da ortografia oficial... 21 Reconhecimento de tipos e gêneros textuais... 9 Domínio da estrutura morfossintática
6º ano 1 o TRIMESTRE
ESCOLA ESTADUAL DE BOA VISTA E.F. Disciplina: Matemática Curso: Ensino Fundamental Anos: 6º, 7º, 8º e 9º anos Professores: Eliane R. Vicente Ano Letivo: 2012 II JUSTIFICATIVA PLANO DE TRABALHO DOCENTE
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A. Ano Letivo: 2013/ Introdução / Finalidades. Metas de aprendizagem
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS MATEMÁTICA_6º ANO_A Ano Letivo: 203/204. Introdução / Finalidades A disciplina de Matemática tem como finalidade desenvolver: A estruturação do pensamento A apreensão e
Planificação anual 2018/19
Planificação anual Propõe-se a seguinte distribuição dos conteúdos pelos diferentes períodos: 1. Período 2. Período 3. Período Números racionais Expressões algébricas. Potenciação. Raízes quadradas e cúbicas
Avaliação Diagnóstica Matriz de Referência
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE INFORMAÇÕES E TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS SUPERINTENDÊNCIA DE AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DIRETORIA DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Avaliação Diagnóstica
Estratégia Didática. 08h / 13h. Fundamentação teórica: Currículo Oficial e Sequência Didática Avaliação e Encerramento da O.T.
C o m b i n a d o s Estratégia Didática Horário 08h / 13h Atividades 1.Credenciamento Apresentação da pauta Leitura compartilhada uma reflexão sobre o tema dao.t. Percurso do tema nos Cadernos da SEE/SP
A ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO NA PRÁTICA DE ENSINO EM MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO DOCENTE
XVIII Encontro Baiano de Educação Matemática A sala de aula de Matemática e suas vertentes UESC, Ilhéus, Bahia de 03 a 06 de julho de 2019 A ANÁLISE DO LIVRO DIDÁTICO NA PRÁTICA DE ENSINO EM MATEMÁTICA:
ATIVIDADES ESTRATÉGIAS. Ler e representar números até ao milhão.
ENSINO BÁSICO Agrupamento de Escolas Nº 1 de Abrantes ESCOLAS do 1.ºCICLO: N.º1 de Abrantes, Alvega, Alvega/Concavada, Bemposta, Carvalhal, Mouriscas, Maria Lucília Moita, Pego e Rossio ao Sul do Tejo
IMPLEMENTAÇÃO. Base Nacional Comum Curricular (BNCC)
IMPLEMENTAÇÃO Base Nacional Comum Curricular (BNCC) Premissas Fortalecimento do regime de colaboração entre união, estados e municípios; Governança: MEC, Consed e Undime; Consolidação de esforços de diferentes
MAT 1514 A Matemática na Educação Básica. Profa. Daniela Mariz Sala 108 Bloco A
MAT 1514 A Matemática na Educação Básica Profa. Daniela Mariz Sala 108 Bloco A e-mail: [email protected] www.ime.usp.br/~danim OBJETIVOS Esclarecer a importância da Matemática na Educação Básica. Discussão
CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO SEMESTRALIZADO 10 SEMESTRES
CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO SEMESTRALIZADO 10 SEMESTRES Situação Legal: Reconhecido Integralização: Mínimo 5 anos / Máximo 8 anos Carga Horária: 2.820h (188 créditos)
Matriz de Referência de Matemática - Ensino Médio
Matriz de Referência de Matemática - Ensino Médio Temas Números e operações Descritores Matriz Antiga D1: Reconhecer, no contexto social, diferentes significados e representações dos números e operações.
Tatiane Moraes Analista de instrumentos de avaliação
Tatiane Moraes Analista de instrumentos de avaliação [email protected] Objetivo Analisar e interpretar os resultados do SAEPB para (re)planejamento das ações pedagógicas implementadas em sala
Encarte Especial Undime. Os resultados da Prova ANA, os impactos na sala de aula e os desafios dos municípios paulistas
Encarte Especial Undime Os resultados da Prova ANA, os impactos na sala de aula e os desafios dos municípios paulistas Os resultados da Prova ANA, os impactos na sala de aula e os desafios dos municípios
REFERENCIAL CURRICULAR DO PARANÁ: PRINCÍPIOS, DIREITOS E ORIENTAÇÕES. ENSINO RELIGIOSO 1.º ao 9.º Ensino Fundamental
REFERENCIAL CURRICULAR DO PARANÁ: PRINCÍPIOS, DIREITOS E ORIENTAÇÕES ENSINO RELIGIOSO 1.º ao 9.º Ensino Fundamental REDATORES DE CURRÍCULO PARANÁ ENSINO RELIGIOSO Prof.ª Brígida K. Liechocki ASSINTEC Prof.
Matemática. 1 Semestre. Matemática I 75h. Ementa: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica.
Matemática 1 Semestre Matemática I 75h Ementa: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica. Lógica 60h Ementa: Estuda proposições, análise e discussões
O PLANEJAMENTO NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DO LETRAMENTO. Resumo: UNIDADE 2. Abril de 2013
O PLANEJAMENTO NO CICLO DE ALFABETIZAÇÃO NA PERSPECTIVA DO LETRAMENTO Resumo: UNIDADE 2 Abril de 2013 Segundo Libâneo (1994), o planejamento é um processo de racionalização, organização e coordenação da
Processo de seleção para alunos novos. 6º e 7º ano do Ensino Fundamental
Processo de seleção para alunos novos 6º e 7º ano do Ensino Fundamental 2017 Unidade Barra da Tijuca I ORIENTAÇÕES GERAIS a) As famílias que desejarem conhecer nossa proposta e inscrever seus filhos para
BNCC e a Educação da Infância: caminhos possíveis para um currículo transformador. Profa. Maria Regina dos P. Pereira
BNCC e a Educação da Infância: caminhos possíveis para um currículo transformador Profa. Maria Regina dos P. Pereira Oficina Escuta, fala, pensamento e imaginação É preciso transformar a forma. Zilma de
Currículo das Áreas Disciplinares/Critérios de Avaliação 7º Ano Disciplina: Português Metas Curriculares: Domínios/Objetivos / Descritores
Currículo das Áreas Disciplinares/Critérios de Avaliação 7º Ano Disciplina: Português Metas Curriculares: Domínios/Objetivos / Descritores Conteúdos Programáticos Critérios de Avaliação Instrumentos de
Base Nacional Curricular Comum
Base Nacional Curricular Comum Referência para o currículo nacional e para avaliação da educação básica MARIA INÊS FINI Presidente do INEP Base Nacional Curricular Comum Art. 26. Os currículos da educação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CAMPUS CAJAZEIRAS COORDENAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA CAMPUS CAJAZEIRAS COORDENAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA MATEMÁTICA I Nome: MATEMÁTICA I Curso: TÉCNICO EM INFORMÁTICA
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral
Posicionamento: Centro de Referências em Educação Integral 1. Conceito A Educação Integral (EI) é uma concepção que compreende que a educação deve garantir o desenvolvimento dos sujeitos em todas as suas
CURRÍCULO DAS ÁREAS DISCIPLINARES / CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Domínios e subdomínios Metas/Objetivos Objetivos gerais 3º Ciclo Matemática - 8º Ano Conteúdos Programáticos Critérios de Avaliação Instrumentos de Avaliação NÚMEROS E OPERAÇÕES: -Dízimas finitas, infinitas
