Análise Bidimensional
|
|
|
- Maria Fernanda Almada Cortês
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Análise Bidimensional Roteiro. Coeficiente de Correlação. Interpretação de r 3. Análise de Correlação 4. Aplicação Computacional 5. Referências Coeficiente de Correlação
2 Objetivos Análise de duas variáveis quantitativas: traçar diagramas de dispersão, para avaliar possíveis relações entre as duas variáveis; calcular o coeficiente de correlação entre as duas variáveis; obter uma reta que se ajuste aos dados segundo o critério de mínimos quadrados. Exemplo - Diagramas de Dispersão e Correlação Dados de algumas regiões metropolitanas: Porcentagem da população economicamente ativa empregada no setor primário Índice de analfabetismo Planilha: analfabetismo Fonte: Indicadores Sociais para Áreas Urbanas, IBGE 977 (Bussab) Região Índice Setor Primário Analfabetismo São Paulo,0 7,5 Rio de Janeiro,5 8,5 Belém,9 9,5 Belo Horizonte 3,3, Salvador 4, 6,5 Porto Alegre 4,3 6,6 Recife 7,0 36,6 Fortaleza 3,0 38,4 Fonte: Indicadores Sociais para Áreas Urbanas - IBGE
3 Problema Existe alguma relação entre a porcentagem da população economicamente ativa no setor primário e o índice de analfabetismo? Em caso afirmativo, como quantificá-la? Obter o diagrama de dispersão dos dados: Graph > Scatter Plot > Simple Diagrama de Dispersão 40 Diagrama de Dispersão Recife Fortaleza Índice de Analfabetismo Salvador 5 Belo Horizonte Belém 0 Rio de Janeiro São Paulo Porto Alegre % PEA no Setor Primário 4 Há dependência linear entre as variáveis?
4 Coeficiente de Correlação n ( x x)( y y) r = i i n i= = n n ( xi x) ( yi y) n i= n i= S S XY XX S YY Cálculo do Coeficiente de Correlação Em Session, Editor > Enable Commands. MTB > Correlation 'set_prim' 'analfab' Correlations: set_prim; analfab Pearson correlation of set_prim and analfab = 0,867 P-Value = 0,005 Ou através de: Stat > Basic Statistics > Correlation Correlação Há alguma região com comportamento diferente Diagrama de Dispersão das demais? 40 Fortaleza Recife Índice de Analfabetismo Salvador 5 Belo Horizonte Belém 0 Rio de Janeiro São Paulo Porto Alegre % PEA no Setor Primário Em caso afirmativo, retire-a da base de dados e recalcule a correlação. dados 4 4
5 Diagrama de Dispersão 40 Fortaleza Recife Índice de Analfabetismo Salvador 5 Belo Horizonte Belém 0 Rio de Janeiro São Paulo Porto Alegre % PEA no Setor Primário Porto Alegre Correlação sem dados da região metropolitana de Porto Alegre (linha 6 da base de dados). MTB > correlation 'set_prim' 'analfab'; SUBC> exclude; SUBC> rows 6. Correlations: set_prim; analfab Excluding specified rows: 6 rows excluded Pearson correlation of set_prim and analfab = 0,908 P-Value = 0,005 Porcentagem de Variação r( i ) r 00 r r: correlação calculada com todas as observações r(i):correlação calculada sem a i-ésima observação. 0,908 0, = 4,7% 0,867
6 Diagrama de Dispersão 40 Fortaleza Recife Índice de Analfabetismo Salvador 5 Belo Horizonte Belém 0 Rio de Janeiro São Paulo Porto Alegre % PEA no Setor Primário Fortaleza Correlação sem dados da região metropolitana de Fortaleza (linha 8 da base de dados). MTB > correlation 'set_prim' 'analfab'; SUBC> exclude; SUBC> rows 8. Correlations: set_prim; analfab Excluding specified rows: 8 rows excluded Pearson correlation of set_prim and analfab = 0,858 P-Value = 0,03 porcentagem de variação em relação à correlação inicial: 0,858 0, =,0% 0,867 Diagrama de Dispersão 40 Fortaleza Recife Índice de Analfabetismo Salvador 5 Belo Horizonte Belém 0 Rio de Janeiro São Paulo Porto Alegre % PEA no Setor Primário 4
7 Recife Correlação sem dados da região metropolitana de Recife (linha 7 da base de dados). MTB > correlation 'set_prim' 'analfab'; SUBC> exclude; SUBC> rows 7. Correlations: set_prim; analfab Excluding specified rows: 7 rows excluded Pearson correlation of set_prim and analfab = 0,96 P-Value = 0,004 porcentagem de variação em 0,96 0,867 relação à correlação inicial: 00 = 5,7% 0,867 Diagrama de Dispersão 40 Fortaleza Recife Índice de Analfabetismo Salvador 5 Belo Horizonte Belém 0 Rio de Janeiro São Paulo Porto Alegre % PEA no Setor Primário 4 Salvador Correlação sem dados da região metropolitana de Salvador (linha 5 da base de dados). MTB > correlation 'set_prim' 'analfab'; SUBC> exclude; SUBC> rows 5. Correlations: set_prim; analfab Excluding specified rows: 5 rows excluded Pearson correlation of set_prim and analfab = 0,88 P-Value = 0,009 porcentagem de variação em 0,88 0,867 relação à correlação inicial: 00 =,7% 0,867
8 Resumo Região Retirada Porto Alegre Fortaleza Salvador Recife Variação (%) 4,8,0,7 5,7 Comentários () As regiões metropolitanas mais influentes no valor da correlação são Porto Alegre e Recife. Porto Alegre tem um comportamento diferente, pois sua taxa de analfabetismo é pequena comparada à sua PEA em relação às demais regiões. Comentários () Recife tem uma taxa de analfabetismo alta comparada sua PEA com as demais regiões. Apesar de ser um ponto afastado dos demais, Fortaleza mantém o padrão da maioria das regiões.
9 Propriedades de r Mede a intensidade de relacionamento linear r é adimensional e =r = A conversão da escala de qualquer das variáveis não altera o valor de r. O valor de r não é afetado pela escolha de x ou y. Propriedades de r O valor de r não é alterado com a permutação de valores de x e y. Uma correlação baseada em médias de muitos elementos, em geral, é mais alta do que a correlação entre as mesmas variáveis baseada em dados para os elementos Diagramas de Dispersão ()
10 Diagramas de Dispersão () Diagramas de Dispersão (3) Exemplo Relação Determinística Calcular o coeficiente de correlação entre Y e X, para Y = X, para -0 =x =0 Construção da coluna X: Calc > Make Patterned Data > Simple Set of Numbers First value: -0 Last value: 0 In steps of: 0,5
11 Construção da coluna Y: Em Session, Editor > Enable Commands. Let X^ = X** Diagrama de dispersão entre X^ e Y Em Session, Editor > Enable Commands. Plot X * X^ Coeficiente de correlação entre X^ e X MTB > correlation 'X' 'X^' Correlations: X; X^ Pearson correlation of X and X^ = -0,000 P-Value =, X^ r = 0, X 5 0 Existe uma relação de dependência NÃO LINEAR entre as variáveis. Exemplo 3 Desempenho Acadêmico Dados acadêmicos da disciplina Probabilidade I Nota final Total de faltas Calcular a correlação entre elas Planilha: prob
12 Correlations: Final; Faltas Pearson correlation of Final and Faltas = -0,89 P-Value = 0, r = - 0,89 Nota Final Qte. Faltas Correlação: Cuidados na interpretação Uma correlação amostral entre duas variáveis próxima de ou - pode só indicar que as variáveis crescem no mesmo sentido (ou em sentidos contrários), e não que, aumentos sucessivos em uma, acarretarão aumentos sucessivos (ou diminuições sucessivas) na outra. Exemplo 4 Hábito de Fumar Dados sobre hábito de fumar entre homens e mortalidade por câncer de pulmão, na Inglaterra: Dados distribuídos em 5 tipos de ocupação; Variáveis: Grupo: grupo de ocupação Ifumo: índice de fumo Imorte: índice de mortalidade Planilha: fumo Fonte: The Data and Story Library
13 Exemplo 4 Hábito de Fumar ifumo: razão do número médio diário de cigarros fumados sobre a média global de cigarros. Base: 00 ifumo = 00: número médio de cigarros por dia para o grupo é igual ao número médio global de cigarros fumados por dia ifumo > 00: grupo fuma mais que o global ifumo < 00: grupo fuma menos que o global Exemplo 4 Hábito de Fumar imorte: razão da taxa de mortes sobre a taxa global de mortes (por câncer de pulmão). Base: 00 imorte = 00: número médio de mortes por câncer de pulmão para o grupo é igual ao número médio global de mortes por câncer de pulmão imorte > 00: grupo com incidência de mortes por câncer de pulmão maior que o geral imorte < 00: grupo com incidência de mortes por câncer de pulmão menor que o geral Fumo vs Câncer Construa o diagrama de dispersão e calcule a correlação; Analise os dados e avalie se há relação entre os índices.
14 Diagrama de dispersão entre fumo e mortalidade Em Session, Editor > Enable Commands. Plot imorte * ifumo Correlação entre fumo e mortalidade MTB > Correlation imorte ifumo Correlations: imorte; ifumo Pearson correlation of imorte and ifumo = 0,76 P-Value = 0,000 Hábito de Fumar vs. Câncer de Pulmão 50 Índice de mortalidade r = 0, Índice de fumo Por grupo ocupacional Percebe-se uma correlação positiva entre as duas variáveis. Identificação dos grupos de ocupação e sua posição em relação à média global: Selecione a figura e clique com o botão direito do mouse: Add > Data Labels > Use row numbers Add > Reference Lines Y positions: 00 X positions: 00
15 50 Hábito de Fumar vs. Câncer de Pulmão Índice de mortalidade r = 0, Índice de fumo Por grupo ocupacional No contexto do exemplo faz sentido prever o índice de mortalidade por câncer de pulmão num particular grupo, dado o índice de fumo do grupo. Exemplo 5 Dados de Anscombe O conjuntos de dados preparados para uso didático em aulas sobre correlação. Conjuntos,, 3 e 4 de variáveis X e Y Calcule a média, o desvio-padrão e o coeficiente de correlação para cada conjunto de dados Planilha: anscombe MTB > Correlation x y x y x3 y3 x4 y4; SUBC> nopvalues. Correlations: X; Y; X; Y; X3; Y3; X4; Y4 X Y X Y X3 Y3 X4 Y 0,86 X,000 0,86 Y 0,89 0,75 0,89 X3,000 0,86,000 0,89 Y3 0,86 0,469 0,86 0,59 0,86 X4-0,500-0,59-0,500-0,70-0,500-0,345 Y4-0,34-0,489-0,34-0,478-0,34-0,55 0,87 Cell Contents: Pearson correlation MTB > Describe 'X' 'Y' 'X' 'Y' 'X3' 'Y3' 'X4' 'Y4'; SUBC> Mean; SUBC> StDeviation. Descriptive Statistics: X; Y; X; Y; X3; Y3; X4; Y4 Variable Mean StDev X 9,00 3,3 Y 7,50,03 X 9,00 3,3 Y 7,488,0 X3 9,00 3,3 Y3 7,500,030 X4 9,00 3,3 Y4 7,50,03
16 3 4 Resumo dos Dados X Y x s y s 9,00 3,3 7,50,03 9,00 3,3 7,488,0 9,00 3,3 7,500,030 9,00 3,3 7,50,03 r 0,86 0,89 0,86 0,87 Construir o diagrama de dispersão dos quatro conjuntos de dados, dispondo-os separadamente em painéis de um mesmo gráfico Diagramas de Dispersão Diagrama de Dispersão dos Conjuntos Y*X 0 Y*X ,0 7,5 0,0,5 5,0 5,0 7,5 0,0,5 5,0,5 Y3*X3,5 Y4*X4 0,0 0,0 7,5 7,5 5,0 5,0 7,5 0,0,5 5,0 5,
17 Correlação Erros Comuns Linearidade: r mede apenas a intensidade de relações lineares Pode haver alguma relação entre x e y mesmo quando não há correlação linear significativa Y r = 0,86 4 5,0 7,5 X 0,0,5 5, Y r=0,89 3 5,0 7,5 X 0,0,5 5,0 Outliers São observações muito extremas do conjunto de dados; Tal como a média e o desvio-padrão, a correlação não é robusta, sendo fortemente afetadas por outliers Não devem ser descartados, a não ser que exista razão sólida; Utilize a correlação com cautela quando houver outliers: a melhor estratégia é relatar ambos os valores de r (com e sem o outlier)
18 X3 3 0 Y r = 0,86 5 5,0 7,5 0,0,5 5,0 9 8 Y3 7 6 r =, ,0 7,5 0,0,5 5,0 X3 3 0 Y r = 0, X4 Sem o outlier, não há variação em x e o coeficiente de correlação não pode ser calculado Correlação Erros Comuns Causalidade: Uma correlação forte (r vizinho de + ou ) não implica uma relação de causa e efeito. O fato de duas grandezas tenderem a variar no mesmo sentido não implica a presença de relacionamento causal entre elas.
19 Correlação e Causalidade Perguntas pertinentes, no caso de correlação significante entre as variáveis: Há uma relação de causa e efeito entre as variáveis? (x causa y? ou vice-versa) Ex.: Relação entre gastos com propaganda e vendas É razoável concluir que mais propaganda resulta mais vendas É possível que a relação entre duas variáveis seja uma coincidência? Ex.: Obter uma correlação significante entre o número de espécies animais vivendo em determinada área e o número de pessoas com mais de carros, não garante causalidade É bastante improvável que as variáveis estejam diretamente relacionadas. É possível que a relação das variáveis tenha sido causada por uma terceira variável (ou uma combinação de muitas outras variáveis)? Ex: Tempo dos vencedores das provas masculina e feminina dos 00 m rasos Os dados tem correlação linear positiva é duvidoso dizer que a diminuição no tempo masculino cause uma diminuição no tempo feminino; A relação deve depender de outras variáveis: técnica de treinamento, clima, etc.
20 Correlação e Causalidade A flutuação de uma 3ª variável faz com que X e Y variem no mesmo sentido; Esta 3ª variável é chamada variável intercorrente (não-conhecida); A falsa correlação originada pela 3ª variável é denominada correlação espúria; Variável Qualitativa e Quantitativa Variável Qualitativa vs. Quantitativa Objetivo: representar graficamente as duas variáveis combinadas; definir e calcular uma medida de associação entre as variáveis.
21 Exemplo 6 Dados de Empregados Dados sobre estado civil, grau de instrução, número de filhos, salário (fração SM), idade (anos e meses) e procedência funcionários de empresa Planilha: ciamb Fonte: Bussab e Morettin, Cap. ecivil: Variáveis níveis: solteiro ou casado (variável nominal) instrucao: níveis: F(Ensino Fundamental), M(Ensino Médio) e S(Ensino Superior) (variável ordinal) nfilhos: número de filhos (apenas casados). Informação omitida para os solteiros sal: Variáveis () salário expresso como fração do salário mínimo idadea: idade em anos completos idadem: meses rp: região de procedência níveis: interior, capital e outros
22 Análise de Salários Objetivo: Analisar o comportamento dos salários dentro de cada nível de instrução Análise de medidas resumo Análise gráfica Medidas Resumo por nível de instrução: Stat > Basic Statistics > Display Descriptive Statistics Saída do Minitab Descriptive Statistics: sal Variable instrucao Mean StDev Minimum Q Median Q3 Maximum sal F 7,837,956 4,000 5,503 7,5 9,588 3,850 M,58 3,75 5,730 8,585 0,90 4,695 9,400 S 6,48 4,50 0,53,3 6,74 9,89 3,30 As medidas de posição crescem com o aumento do nível de instrução.
23 Gráfico Salário por Nível de Instrução: Graph > Box plot > With Groups 5 Salários por Nível de Instrução 0 Salário F M Nível de Instrução S Deseja-se inserir um box-plot para os salários globais - Criar coluna dos sal_ duplicando todos os salários: Em Session, Editor > Enable Commands. Stack 'sal' 'sal' 'sal_'.
24 . Criar coluna dos inst_ com os níveis de instrução e Total (no conjunto repetido de salários) : Criar a classificação Total para um grupo de 36 salários Calc > Make Patterned Data > Text Values Concluir coluna com os níveis de instrução de 36 salários e a classificação Total para um grupo repetido dos 36 salários Em Session, Editor > Enable Commands. Stack instrucao' instrucao_' instrucao_'. 3. Gráfico agregando box-plot Total: Graph > Box plot > With Groups Medidas resumo comparando-se com o Total Descriptive Statistics: sal_ Variable instrucao_ Mean StDev Minimum Q Median Q3 Maximum sal_ F 7,837,956 4,000 5,503 7,5 9,588 3,850 M,58 3,75 5,730 8,585 0,90 4,695 9,400 S 6,48 4,50 0,53,3 6,74 9,89 3,30 Total, 4,587 4,000 7,478 0,65 4,480 3,300
25 Box-plots para comparação global de salários 5 Comparação Salários 0 Salário F M S Nível de Instrução Total Comentário É possível perceber, a partir destes dados e gráficos, uma dependência entre salário e nível de instrução: o salário tende a ser maior quanto maior for o nível de escolaridade do empregado. Medidas Resumo por região de procedência: Stat > Basic Statistics > Display Descriptive Statistics
26 Saída do Minitab Descriptive Statistics: sal Variable rp Mean StDev Minimum Q Median Q3 Maximum sal capital,46 5,48 4,56 7,39 9,77 7,6 9,40 interior,55 5,30 4,00 7,8 0,65 4,7 3,30 outra 0,445 3,45 5,730 8,090 9,800 3,95 6,0 Parece não haver uma relação bem definida entre salário e região de procedência.. Gráfico Salário por Região de Procedência, comparando com Total: Criar coluna rp_ com a região de procedência dos 36 empregados, repetindo a classificação Total Graph > Box plot > With Groups 5 Salários por Região de Procedência 0 Salário capital interior outra Região de procedência Total
27 Comentários Da análise percebe-se que não há uma relação bem definida entre salário e procedência. Os salários parecem estar mais relacionados com o nível de instrução do que com a região de procedência. Quantificação de Dependência entre Variáveis Duas variáveis quantitativas: Correlação. Duas variáveis qualitativas: Qui-quadrado. E no caso de uma variável qualitativa e uma quantitiativa? Medida Dependência: Quantitativa vs Qualitativa Definir uma medida de associação entre as variáveis usando as variâncias dentro de nível de resposta da variável qualitativa e a variância global; Caso a variância em cada nível de resposta for menor do que a global, então a variável qualitativa melhora a capacidade de previsão da variável quantitativa, existindo uma relação entre ambas variáveis.
28 Região de procedência Salários por Instrução Salários por Região de Procedência Salário 5 Salário F M S Nível de Instrução Total capital interior outra Total Nível de instrução parece melhorar a capacidade de previsão de salário Região de procedência não parece melhorar esta capacidade. Salários vs. Escolaridade: Cálculo das variâncias: MTB > Describe 'sal_'; SUBC> By 'instrucao_'; SUBC> Variance. Descriptive Statistics: sal_ Variable instrucao_ Variance sal_ F 8,74 M 3,80 S 0,7 Total,045 As variâncias DENTRO de cada nível são menores que a variância global Salários vs. Região de Procedência: Cálculo das variâncias: MTB > Describe 'sal_'; SUBC> By 'rp_'; SUBC> Variance. Descriptive Statistics: sal_ Variable rp_ Variance sal_ capital 9,99 interior 8,05 outra 9,894 Total,045 As variâncias DENTRO de cada nível não são menores que a variância global
29 Medida de Associação Utiliza-se a média das variâncias, ponderada pelo número de observações em cada nível: Var( S) = k i i= k n var ( S) n i i i= =n (total de dados) número de níveis da variável qualitativa número de observações no i-ésimo nível de resposta variância dentro do i-ésimo nível de resposta, i=,...,k. Nos exemplos: k = 3 instrução (F,M,S) e região de procedência (capital,interior,outra). A variância média será variância global comparada com a x ij : salário do j-ésimo indivíduo do i-ésimo nível de instrução, i=,,3 e j=,...,ni n i : total de indivíduos no nível i, Var i (S): variância dentro do i-ésimo nível xi = n n i x ij i j= Vari ( S) = n n i i j= ij i ( x x ) média de salário para o nível de escolaridade i. Variância Global Var( S) = n k n i i= j= ( x x) ij n = k n i i= número total de observações k ni x = xij n i= j= média global.
30 Var( S) = n Variância Ponderada k i ni Var ( S ) i n ( xij xi ) = n n i= j= i k n i i= j= ( x x ) ij i Relação entre as Variâncias k Var( S) = n ( x x) n i 4i = i + 0 tal que Var( S) Var( S) Var( S) Decomposição de Somas de Quadrados k ni k k ni ( xij x) = ni ( xi x) + ( xij i= j= i= j= variação total 4 i= variação devido aos grupos x variação residual i ) SQTotal SQExplicada SQResiduos
31 Medida de Associação O grau de associação entre as duas variáveis pode ser definido como o ganho relativo na variância, obtido com a variável qualitativa. A medida é baseada na decomposição de somas de quadrados. variaçãodevida aos grupos variaçãoresidual = variação total variação total R R variaçãodevida aosgrupos Var( S) Var( S) Var( S) = = Var( S) Var( S) Variação residual Variação total Média das variâncias próxima da variância global: grau de associação pequeno Média das variâncias bem menor que variância global: grau de associação grande. Quanto mais próximo de for o valor de R, maior a associação. R 0 =R = O símbolo R é usual em análise de variância e regressão, tópicos que vão ser abordados nas disciplinas Análise de Regressão e Planejamento de Experimentos.
32 Saída do Minitab: Salários vs Instrução MTB > Describe 'sal_'; SUBC> By 'instrucao_'; SUBC> Variance. Descriptive Statistics: sal_ Variable instrucao_ Variance sal_ F 8,74 M 3,80 S 0,7 Total,045 Salário x Escolaridade Cálculo de R Variância Global: Variância grupos: F M S Variância média: R : 35(,045) Var( S) = = 0, (8,74) Var F ( S) = = 8,03 7(3,80) Var M ( S) = = 3, (0,70) Var S ( S) = = 6, (8,03) + 8(3,0355) + 6(6,8933) Var( S) = =, Var( S) Var( S) 0,460,004 R = = = 0, ,460 Diz-se que 4,33% da variação total do salário é explicada pela variável instrução. Usando o Minitab para o Cálculo Armazenamento das variâncias por grupo Stat > Basic Statistics > Store Descriptive Statistics
33 Saídas Minitab Colunas Geradas: MTB > print c - c3 Data Display Row ByVar Variance Count F 8,7407 M 3, S 0,70 6 Variância Média e Variância Global Var ( S) + 7 VarM ( S) Var( S) = 36 F + 5Var ( S) MTB > let k = sum((count-)*variance)/count(sal) MTB > print k S Data Display K,004 Variância média MTB > let k = ((count(sal)-)/count(sal))*(stdev(sal)**) MTB > print k Data Display K 0,460 Variância global Tabela para Cálculo de R F M S Total Soma simples 94,04 07,5 98,85 400,40 x i i Soma de quadrados simples 833,.66,88.79,9 5.89,90 i x i n i Média 7,84,53 6,48, x Soma de quadrados corrigida 96,5 34,64 0,36 736,57 i ( x i x) Variação Residual 43,5 Variação Total Cálculo Tabela pelo Minitab Cálculo parcial das linhas MTB > Describe sal; SUBC> By instrucao; SUBC> Sums; SUBC> SSQ; SUBC> counts; SUBC> mean. Descriptive Statistics: sal Total Sum of Variable instrucao Count Mean Sum Squares sal F 7,837 94, ,08 M 8,58 07,50 66,884 S 6 6,48 98,85 79,9
34 Cálculo Tabela pelo Minitab Cálculo da linha final: é a variância x por (n i ) i ( x i x ) = x n x i i MTB > Describe 'sal_'; SUBC> By 'instrucao_'; SUBC> Variance. Descriptive Statistics: sal_ Variable instrucao_ Variance sal_ F 8,74 M 3,80 S 0,7 Total,045 Cálculo Tabela pelo Minitab Armazenamento dos valores: Stat > Basic Statistics > Store Descriptive Statistics Cálculo da Soma dos Quadrados Corrigida MTB > Let 'SQCorrigida' = 'SSQ'-'Count'*('Mean'**) MTB > Sum 'SQCorrigida' Sum of SQCorrigida Sum of SQCorrigida = 43,46 Resultados Armazenados Média Soma de Quadrados Simples ByVar Mean Sum SSQ Count SQCorrigida F 7, ,04 833, 96,47 M,583 07,5 66, ,639 S 6,475 98,85 79,9 6 0,36 Soma Simples n i Soma de Quadrados Corrigida
35 Todos os resultados são rapidamente obtidos por Análise de Variância Stat > Basic Statistics > Store Descriptive Statistics Tabela Anova - Saída One-way ANOVA: sal versus instrucao Source DF SS MS F P instrucao 304,4 5,,6 0,000 Error 33 43, 3, Total ,6 Soma dos Quadrados Residual S = 3,69 R-Sq = 4,33% R-Sq(adj) = 37,77% R Individual 95% CIs For Mean Based on Pooled StDev Level N Mean StDev F 7,837,956 (-----*-----) M 8,58 3,75 (----*----) S 6 6,475 4,50 ( * ) ,0 0,5 4,0 7,5 Pooled StDev = 3,69 SQCorrigida = (,956) F = 96,8 35 (3,69) Var( S) = =, Salários vs Região de Prodência Saída do Minitab: MTB > Oneway sal rp One-way ANOVA: sal versus rp Source DF SS MS F P rp 9,4 4,7 0, 0,80 Error 33 77,,0 Total ,6 S = 4,694 R-Sq =,7% R-Sq(adj) = 0,00% Soma dos Quadrados Residual R Individual 95% CIs For Mean Based on Pooled StDev Level N Mean StDev capital,455 5,477 ( * ) interior,550 5,96 ( * ) outra 3 0,445 3,45 ( * ) ,0 0,0,0 4,0 Pooled StDev = 4,694
36 Comentário Comparando-se os valores de R em cada associação estudada, verifica-se que há uma relação entre salário e instrução, não ocorrendo relação entre salário e região de procedência. Referências Bibliografia Recomendada Montgomery, D. C. e Runger, G. C. (LTC) Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros Bussab, W. O. e Morettin, P. A. (Saraiva) Estatística básica
Aula Prática 1. Uso do R com exemplos Adaptação: Flávia Landim/UFRJ
Aula Prática 1 Uso do R com exemplos Adaptação: Flávia Landim/UFRJ Objetivos Analisar duas variáveis quantitativas: traçando diagramas de dispersão, para avaliar possíveis relações entre as duas variáveis;
Elementos de Estatística
Elementos de Estatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2013 Análise Bivariada Variável Qualitativa e Quantitativa 1 Variável Qualitativa vs. Quantitativa Objetivo:
Métodos Empíricos de Pesquisa I. } Análise Bidimensional
Métodos Empíricos de Pesquisa I } Análise Bidimensional 1 Aula de hoje } Temas } Associação entre variáveis } Qualitativas e Quantitativas } Covariância: conceitos e propriedades } Coeficiente de correlação
Estatística Aplicada I. } Análise Bidimensional
Estatística Aplicada I } Análise Bidimensional 1 Aula de hoje } Temas } Associação entre variáveis } Qualitativas e Quantitativas } Covariância: conceitos e propriedades } Coeficiente de correlação } Observações
Universidade Federal Fluminense INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA
Universidade Federal Fluminense INSTITUTO DE MATEMÁTICA E ESTATÍSTICA DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA Estatística Geral I Prof: Jony Arrais Pinto Junior Lista 08 1. Utilizando os dados da Tabela 01 da Lista
Hoje vamos analisar duas variáveis quantitativas conjuntamente com o objetivo de verificar se existe alguma relação entre elas.
Correlação e Regressão Hoje vamos analisar duas variáveis quantitativas conjuntamente com o objetivo de verificar se existe alguma relação entre elas. Vamos 1. definir uma medida de associação entre duas
Estatística Descritiva (II)
Estatística Descritiva (II) Arquivo PULSE do Minitab Experimento envolvendo alunos. Cada um tem altura, peso, sexo, hábito de fumar e nível de atividade física anotados. Todos jogam moedas: se CARA, é
ANÁLISE DE REGRESSÃO
ANÁLISE DE REGRESSÃO Lucas Santana da Cunha http://www.uel.br/pessoal/lscunha/ Universidade Estadual de Londrina 09 de janeiro de 2017 Introdução A análise de regressão consiste na obtenção de uma equação
SÉRIE: Estatística Básica Texto: ANÁLISE BIDIMENSIONAL SUMÁRIO 3. EXERCÍCIOS APÊNDICE REFERÊNCIAS...21
SUMÁRIO 1. VARIÁVEIS BIDIMENSIONAIS QUALITATIVAS...3 1.1. INTRODUÇÃO...3 1.2. INDEPENDÊNCIA DE VARIÁVEIS...4 1.3. MEDIDA DO GRAU DE DEPENDÊNCIA ENTRE DUAS VARIÁVEIS NOMINAIS...6 2. VARIÁVEIS BIDIMENSIONAIS
ESTATÍSTICA. Ana Paula Fernandes - FAMAT/UFU
ESTATÍSTICA Ana Paula Fernandes - FAMAT/UFU 1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 2 BUSSAB & MORETTIN Quadro! 3 QUANTIS EMPÍRICOS 4 QUANTIL DE ORDEM P OU P-QUANTIL Quantil de ordem p ou p-quantil, indicada por
Análise Exploratória de Dados
Análse Exploratóra de Dados Objetvos Análse de duas varáves quanttatvas: traçar dagramas de dspersão, para avalar possíves relações entre as duas varáves; calcular o coefcente de correlação entre as duas
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FEA - FACULDADE DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM ADMINISTRAÇÃO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FEA - FACULDADE DE ECONOMIA E ADMINISTRAÇÃO PROGRAMA DE ESTUDOS PÓS-GRADUADOS EM ADMINISTRAÇÃO PESQUISA SOCIO-ECONOMICA AO NIVEL MUNICPAL NO BRASIL Focando
AULA 19 Análise de Variância
1 AULA 19 Análise de Variância Ernesto F. L. Amaral 18 de outubro de 2012 Metodologia de Pesquisa (DCP 854B) Fonte: Triola, Mario F. 2008. Introdução à estatística. 10 ª ed. Rio de Janeiro: LTC. Capítulo
MÓDULO V: Análise Bidimensional: Correlação, Regressão e Teste Qui-quadrado de Independência
MÓDULO V: Análise Bidimensional: Correlação, Regressão e Teste Qui-quadrado de Independência Introdução 1 Muito frequentemente fazemos perguntas do tipo se alguma coisa tem relação com outra. Estatisticamente
Estatística Descritiva (I)
Estatística Descritiva (I) O que é Estatística Para muitos, a Estatística não passa de conjuntos de tabelas de dados numéricos. Os estatísticos são as pessoas que coletam esses dados. A Estatística originou-se
BIOESTATÍSTICA. Análise de regressão
BIOESTATÍSTICA Análise de regressão Análise de correlação Existe uma associação estatística entre duas variáveis? As duas variáveis são independentes ( ou seja, qual o grau da variação das duas juntas)?
Correlação e Regressão
Correlação e Regressão Vamos começar com um exemplo: Temos abaixo uma amostra do tempo de serviço de 10 funcionários de uma companhia de seguros e o número de clientes que cada um possui. Será que existe
Modelos de Análise de Variância
Modelos de Análise de Variância Delineamento Completamente Aleatorizado: k tratamentos, r réplicas (balanceado) yi iid ~ N ; i i Normalidade Variância constante ( homocedasticidade ) Independência Análise
Estatística Aplicada II. } Correlação e Regressão
Estatística Aplicada II } Correlação e Regressão 1 Aula de hoje } Tópicos } Correlação e Regressão } Referência } Barrow, M. Estatística para economia, contabilidade e administração. São Paulo: Ática,
Variável dependente Variável independente Coeficiente de regressão Relação causa-efeito
Unidade IV - Regressão Regressões Lineares Modelo de Regressão Linear Simples Terminologia Variável dependente Variável independente Coeficiente de regressão Relação causa-efeito Regressão correlação Diferença
1 a Lista de PE. Universidade de Brasília Departamento de Estatística
Universidade de Brasília Departamento de Estatística 1 a Lista de PE 1. Dadas as populações abaixo, classifique as suas respectivas variáveis como qualitativas (ordinal ou nominal) ou quantitativas (contínuas
Aula 03 Estatística, Correlação e Regressão
BIS0005-15 Bases Computacionais da Ciência Aula 03 Estatística, Correlação e Regressão http://bcc.compscinet.org Prof. Rodrigo de Alencar Hausen [email protected] 1 Medidas de tendência central: Média,
Análise da Regressão. Prof. Dr. Alberto Franke (48)
Análise da Regressão Prof. Dr. Alberto Franke (48) 91471041 O que é Análise da Regressão? Análise da regressão é uma metodologia estatística que utiliza a relação entre duas ou mais variáveis quantitativas
Correlação e Regressão Linear
Correlação e Regressão Linear Prof. Marcos Vinicius Pó Métodos Quantitativos para Ciências Sociais CORRELAÇÃO LINEAR Coeficiente de correlação linear r Mede o grau de relacionamento linear entre valores
AULA 06 Correlação. Ernesto F. L. Amaral. 04 de outubro de 2013
1 AULA 06 Correlação Ernesto F. L. Amaral 04 de outubro de 2013 Centro de Pesquisas Quantitativas em Ciências Sociais (CPEQS) Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) Universidade Federal de
i j i i Y X X X i j i i i
Mario de Andrade Lira Junior lira.pro.br\wordpress lira.pro.br\wordpress Diferença Regressão - equação ligando duas ou mais variáveis Correlação medida do grau de ligação entre duas variáveis Usos Regressão
Estatística Descritiva (III) Associação entre Variáveis
Estatística Descritiva (III) Associação entre Variáveis 1 Associação entre variáveis qualitativas Tabelas de Contingência 2 Exemplo: Suponha que queiramos analisar o comportamento conjunto das variáveis
Introdução à Probabilidade e Estatística I
Introdução à Probabilidade e Estatística I População e Amostra Medidas resumo Prof. Alexandre G Patriota Sala: 298A Email: [email protected] Site: www.ime.usp.br/ patriota Passos iniciais O primeiro
Introdução ao modelo de Regressão Linear
Introdução ao modelo de Regressão Linear Prof. Gilberto Rodrigues Liska 8 de Novembro de 2017 Material de Apoio e-mail: [email protected] Local: Sala dos professores (junto ao administrativo)
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS. Professor: Rodrigo A. Scarpel
MOQ-14 PROJETO e ANÁLISE de EXPERIMENTOS Professor: Rodrigo A. Scarpel [email protected] www.mec.ita.br/~rodrigo Programa do curso: Semana Conteúdo 1 Apresentação da disciplina. Princípios de modelos lineares
Lista de Exercícios II - Probabilidade e Estatística
Lista de Exercícios II - Probabilidade e Estatística Prof. Michel Barros Silva - UFCG/CCTA/UACTA 1. Numa pesquisa realizada com 100 famílias, levantaram-se as seguintes informações: Números de lhos 0 1
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO
CORRELAÇÃO E REGRESSÃO Permite avaliar se existe relação entre o comportamento de duas ou mais variáveis e em que medida se dá tal interação. Gráfico de Dispersão A relação entre duas variáveis pode ser
COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESE PARA A
COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO E TESTE DE HIPÓTESE PARA A CORRELAÇÃO Prof. Tiago Viana Flor de Santana www.uel.br/pessoal/tiagodesantana/ [email protected] sala 07 Universidade Estadual de Londrina UEL
MÉTODOS QUANTITATIVOS APLICADOS. Prof. Danilo Monte-Mor
MÉTODOS QUANTITATIVOS APLICADOS Prof. Danilo Monte-Mor Métodos Quantitativos Aulas 1 e 2 Análise Exploratória de Dados 2 Danilo Soares Monte Mor Currículum Vitae Prof. Dr. e especialista em Métodos Quantitativos
- Testes Qui-quadrado. - Aderência e Independência
- Testes Qui-quadrado - Aderência e Independência 1 1. Testes de Aderência Objetivo: Testar a adequabilidade de um modelo probabilístico a um conjunto de dados observados Exemplo 1: 1 Genética Equilíbrio
1) Como vou comparar 3 grupos realizo uma Anova one way:
Gabarito aula anova e teste não-paramétrico: 1) Como vou comparar 3 grupos realizo uma Anova one way: One-way ANOVA: AREA versus VIRUS Analysis of Variance for AREA Source DF SS MS F P VIRUS 2 215,54 107,77
Estatística descritiva
Estatística descritiva Para que serve a estatística? Qual o seu principal objectivo? obter conclusões sobre a população usando uma amostra? População Amostragem Amostra Uma ou mais variáveis (X) são observadas
Introdução à análise estatística com SPSS. Guião nº6: Medidas de associação
Introdução à análise estatística com SPSS Guião nº6: Medidas de associação Experiência sobre volume plasmático e o peso em 13 homens saudáveis Os investigadores pretendem descobrir se as variáveis volume
Curso de MINITAB Universidade Federal de Ouro Preto. Planejamento de Experimentos (DOE)
Planejamento de Experimentos (DOE) - Introdução Um experimento é um procedimento no qual as alterações propositais são feitas nas variáveis de entrada de um processo ou sistema, de modo que se possa avaliar
Técnicas Computacionais em Probabilidade e Estatística I. Aula I
Técnicas Computacionais em Probabilidade e Estatística I Aula I Chang Chiann MAE 5704- IME/USP 1º Sem/2008 1 Análise de Um conjunto de dados objetivo: tratamento de um conjunto de dados. uma amostra de
Testes de Aderência Testes de Independência Testes de Homogeneidade
Testes de Aderência Testes de Independência Testes de Homogeneidade 1 1. Testes de Aderência Objetivo: Testar a adequabilidade de um modelo probabilístico a um conjunto de dados observados Exemplo 1: Genética
3.1 - Medidas de Posição Medidas de Dispersão Quantis Empiricos Box-plots Graficos de simetria 3.
3 - MEDIDAS RESUMO 3.1 - Medidas de Posição 3.2 - Medidas de Dispersão 3.3 - Quantis Empiricos 3.4 - Box-plots 3.5 - Graficos de simetria 3.6 - Transformações 1/17 3.1 - Medidas de Posição Muitas vezes
9 Correlação e Regressão. 9-1 Aspectos Gerais 9-2 Correlação 9-3 Regressão 9-4 Intervalos de Variação e Predição 9-5 Regressão Múltipla
9 Correlação e Regressão 9-1 Aspectos Gerais 9-2 Correlação 9-3 Regressão 9-4 Intervalos de Variação e Predição 9-5 Regressão Múltipla 1 9-1 Aspectos Gerais Dados Emparelhados há uma relação? se há, qual
Estatística Aplicada ao Serviço Social
Estatística Aplicada ao Serviço Social Módulo 7: Correlação e Regressão Linear Simples Introdução Coeficientes de Correlação entre duas Variáveis Coeficiente de Correlação Linear Introdução. Regressão
BA STA BOLETIM DE ANÁLISE ESTATÍSTICO. Pesquisas Relacionadas a Indicadores Municipais no Brasil. ISDM/FGV, IFDM e IFGF/FIRJAN BASTA 2013 V2
BA STA BOLETIM DE ANÁLISE ESTATÍSTICO Pesquisas Relacionadas a Indicadores Municipais no Brasil ISDM/FGV, IFDM e IFGF/FIRJAN BASTA 2013 V2 Pesquisa socio-economica ao nível municipal no Brasil focando
Bioestatística. Roteiro. 1. Análise Exploratória de Dados 2. Análise Univariada 3. Medidas-resumo 4. Análise Bivariada. Noções Básicas de Estatística
Bioestatística Lupércio F. Bessegato & Marcel T. Vieira UFJF Departamento de Estatística 2010 Roteiro 1. Análise Exploratória de Dados 2. Análise Univariada 3. Medidas-resumo 4. Análise Bivariada Noções
Estudar a relação entre duas variáveis quantitativas.
Estudar a relação entre duas variáveis quantitativas. Exemplos: Idade e altura das crianças Tempo de prática de esportes e ritmo cardíaco Tempo de estudo e nota na prova Taxa de desemprego e taxa de criminalidade
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva
Prof. Dr. Lucas Barboza Sarno da Silva Medidas de grandezas físicas Valor numérico e sua incerteza, unidades apropriadas Exemplos: - Velocidade (10,02 0,04) m/s - Tempo (2,003 0,001) µs - Temperatura (273,3
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA A FASE ANALÍTICA TCOR ENGEL SILVA COSTA [email protected]/226013 2 METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA Previamente ao início da recolha de dados, o investigador
INTRODUÇÃO A ECONOMETRIA
INTRODUÇÃO A ECONOMETRIA Análise de regressão e uso do Eviews Introdução O modelo de regressão linear se utiliza para estudar a relação que existe entre uma variável dependente e uma ou várias variáveis
CORRELAÇÃO LINEAR. Referência Cap. 7 - Métodos Estatísticos para Geografia
CORRELAÇÃO LINEAR Referência Cap. 7 - Métodos Estatísticos para Geografia Correlação linear Permite verificar se duas variáveis independentes estão associadas uma com a outra Questionamentos iniciais:
Apostila de estatística básica Minitab Organizador: Daniel Magalhães Lima. Autores:
Apostila de estatística básica Minitab Organizador: Daniel Magalhães Lima Autores: Sumário Importando dados... 3 Explorando dados Tendência central, dispersão e gráficos... 3 Teste de normalidade... 3
Técnicas Multivariadas em Saúde
Roteiro Técnicas Multivariadas em Saúde Lupércio França Bessegato Dep. Estatística/UFJF 1. Introdução 2. Distribuições de Probabilidade Multivariadas 3. Representação de Dados Multivariados 4. Testes de
PLANO DE CONTEÚDO MÍNIMO (PCM) - UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE COMPUTAÇÃO. Professora Rosana da Paz Ferreira CCB1052 (2018.2)
PLANO DE CONTEÚDO MÍNIMO (PCM) - UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE COMPUTAÇÃO Curso(s): Ciência da Computação Período: 2018.2 Professora: Rosana da Paz Ferreira Disciplina(s): INF5325 Probabilidade e Estatística
Introdução à Análise de Dados II
Introdução à Análise de Dados II Clécio S. Ferreira UFJF Departamento de Estatística 2012 Roteiro 1. Introdução 2. Relações entre variáveis 3. Regressão 4. Testes de Hipóteses 5. Introdução à Probabilidade
PLANO DE CONTEÚDO MÍNIMO (PCM) - UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE COMPUTAÇÃO. Professora Rosana da Paz Ferreira CCB1052 (2018.2)
PLANO DE CONTEÚDO MÍNIMO (PCM) - UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE COMPUTAÇÃO Curso(s): Ciência da Computação Período: 2018.2 Professora: Rosana da Paz Ferreira Disciplina(s): CCB1052 Probabilidade e Estatística
Aula 05. Análise Bidimensional. Stela Adami Vayego - DEST/UFPR 1
Aula 05 Análise Bidimensional Stela Adami Vayego - DEST/UFPR 1 Objetivo Explorar relações (similaridades) entre duas variáveis São 3 situações: (1) as duas variáveis são quantitativas; (2) as duas variáveis
ENADE Exame Nacional de Desempenho de Estudantes. Instituições do Ensino Superior do Município de São Paulo
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO PUC-SP MÉTODOS QUANTITATIVOS DE PESQUISA EMPÍRICA Prof. Dr. ARNOLDO HOYOS ENADE 9 Exame Nacional de Desempenho de Estudantes Instituições do Ensino Superior
Aula 2 Regressão e Correlação Linear
1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE Aula Regressão e Correlação Linear Professor Luciano Nóbrega Regressão e Correlação Quando consideramos a observação de duas ou mais variáveis, surge um novo problema: -as
Análise de Regressão
Análise de Regressão Tópicos em Avaliação de Desempenho de Sistemas Aline Oliveira Camila Araujo Iure Fé Janailda [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] Agenda Parte I: Contextualização
Variância pop. * conhecida Teste t Paramétrico Quantitativa Distribuição normal Wilcoxon (teste dos sinais, Wilcoxon p/ 1 amostra)
Testes de Tendência Central (média, mediana, proporção) Classificação Variável 1 Variável 2 Núm ero Gru pos Dependência Teste Z Paramétrico Quantitativa - 1 - Premissas Variância pop. * conhecida Teste
9. Medidas de associação entre variáveis categóricas em tabelas de dupla entrada
9. Medidas de associação entre variáveis categóricas em tabelas de dupla entrada Quiquadrado de Pearson: mede a associação de tabelas de dupla entrada, sendo definida por: c (e e ij n ij ij ), em que é
Prof. Dr. Alfredo J Rodrigues. Departamento de Cirurgia e Anatomia Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Universidade de São Paulo
Bioestatística Básica RCA 5804 1. Experimentos no qual o sujeito recebe + de 1 tratamento 2. Alternativas para teste T e Análise de Variância 3. Correlação Prof. Dr. Alfredo J Rodrigues Departamento de
DELINEAMENTO EM BLOCOS CASUALIZADOS COM REPETIÇÕES. Profª. Sheila Regina Oro
DELINEAMENTO EM BLOCOS CASUALIZADOS COM REPETIÇÕES Profª. Sheila Regina Oro Delineamento em Blocos Casualizados com Repetições (DBCr) Utilizado quando temos mais de uma repetição de cada tratamento dentro
Regressão. PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei
Regressão PRE-01 Probabilidade e Estatística Prof. Marcelo P. Corrêa IRN/Unifei Regressão Introdução Analisar a relação entre duas variáveis (x,y) através da equação (equação de regressão) e do gráfico
REGRESSÃO LOGÍSTICA E INDICADORES DE GOVERNANÇA GLOBAL
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FEA Faculdade de Economia e Administração Programa de Estudos Pós Graduados em Administração REGRESSÃO LOGÍSTICA E INDICADORES DE GOVERNANÇA GLOBAL Disciplina:
ESTATÍSTICA DESCRITIVA APLICADA NA SAÚDE. Hospital Universitário Prof. Edgard Santos UFBA Unidade de Planejamento Julho de 2016
ESTATÍSTICA DESCRITIVA APLICADA NA SAÚDE Hospital Universitário Prof. Edgard Santos UFBA Unidade de Planejamento Julho de 2016 AGENDA: DEFINIÇÃO; VARIÁVEIS (CONSTRUÇÃO DE UM BANCO DE DADOS); ORGANIZAÇÃO
PREVISÃO. Prever o que irá. acontecer. boas decisões com impacto no futuro. Informação disponível. -quantitativa: dados.
PREVISÃO O problema: usar a informação disponível para tomar boas decisões com impacto no futuro Informação disponível -qualitativa Prever o que irá acontecer -quantitativa: dados t DEI/FCTUC/PGP/00 1
Correlação e Regressão
Correlação e Regressão Exemplos: Correlação linear Estudar a relação entre duas variáveis quantitativas Ou seja, a força da relação entre elas, ou grau de associação linear. Idade e altura das crianças
P R O G R A M A TERCEIRA FASE. DISCIPLINA: Estatística Aplicada à Pesquisa Educacional Código: 3EAPE Carga Horária: 54h/a (crédito 03)
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA - UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E DO ESPORTE - CEFID DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA - DEF CURSO: LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA CURRÍCULO: 2008/2 P R O G
1 semestre de 2014 Gabarito Lista de exercícios 3 - Estatística Descritiva III C A S A
Exercício 1. (1,0 ponto). A tabela a seguir mostra o aproveitamento conjunto em Física e Matemática para os alunos do ensino médio de uma escola. Notas Notas Notas Física/Matemática Altas Regulares Baixas
Teste de hipótese de variância e Análise de Variância (ANOVA)
Teste de hipótese de variância e Análise de Variância (ANOVA) Prof. Marcos Vinicius Pó Métodos Quantitativos para Ciências Sociais Modelos explicativos estatísticos Modelos estatísticos visam descrever
