SELO DE QUALIDADE DA GRAMA: UMA PROPOSTA
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- Iago Lombardi Vilaverde
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1 SELO DE QUALIDADE DA GRAMA: UMA PROPOSTA Prof. Dr. Roberto Lyra Villas Bôas Prof. Dr. Leandro Jose Grava de Godoy Botucatu Maio/2010
2 Conceito de qualidade Conjunto de características que compõe o produto (tapete) ou serviço e que são avaliados (objetivamente ou não) pelo consumidor. Qualidade é tudo aquilo que melhora o produto do ponto de vista do cliente ( Deming, 1993). Qualidade é fazer o trabalho do modo certo e atingir ou superar as expectativas do consumidor (Bateman & Snell,1998).
3 Conceito de qualidade Qualidade é um conjunto de características do produto que obedecem padrões préestabelecidos, com os objetivos: Diminuir a incerteza do consumidor Favorecer a credibilidade do produto Agregar valor ao produto Diferenciar o produtor do oportunista (produtor esporádico)
4 Conceito de qualidade O selo de qualidade tem o objetivo de aumentar a confiança do consumidor nos produtos a serem adquiridos, fortalecendo a qualidade dos disponíveis no mercado.
5 Qualidade x quantidade A qualidade não está relacionada a quantidade produzida...a qualidade do produto está cada vez mais presentes para o consumidor. A certificação ajuda a proteger as boas marcas, independentemente delas envolverem ou não grandes volumes de produção. Há marcas menos conhecidas, com volumes relativamente pequenos, que têm boa aceitação em suas regiões, pela qualidade.
6 Evolução da cadeia produtiva dos sistemas de qualidade Nível de abrangência dos sistemas de qualidade Produto Empresa Processos Fornecedores Setor TEMPO
7 Evolução da qualidade de produtos e processos Nível de qualidade Processos padronizados e inovadores Processos padronizados Processos não padronizados TEMPO
8 Benefícios da Qualidade Redução de defeitos Aumento da confiabilidade do produto Menos esforço de re-trabalho Redução de custo de desenvolvimento e manutenção Maior índice de satisfação de todos os envolvidos
9 Certificação de Qualidade Requisitos: Não basta que a qualidade exista, ela deve ser reconhecida pelo cliente; Zanon 2003: Há 10 anos atrás, o consumidor pedia grama e ficava assustado quando era informado que existiam diversas variedades e hoje... Deve existir uma certificação oficial emitida com base em um padrão; As certificações são dadas por instituições competentes; Exemplos de certificação: Selo ABIC de qualidade do café; Classificação da rede hoteleira.
10 Propaganda na internet A AGRABRAS, tem por finalidade precípua a criação de um selo de qualidade, com a logo marca da associação, para que todos os consumidores ao adquirirem gramas, para as mais diversas finalidades, tenham certeza de estarem comprando um produto qualificado e garantido por uma associação forte e unida.
11 QUALIDADE DO TAPETE NA ÁREA DO PRODUTOR Tapetes bem formados e padronizados: espessura de terra e altura da grama. (geram gramado, nivelado, uniforme e sem falhas. ) definir espessura para as várias finalidades ou faixa de espessura definir uma porcentagem de variação do tamanho em relação a um padrão
12 QUALIDADE DO TAPETE NA ÁREA DO PRODUTOR Tapetes íntegros, ou seja, sem falhas ou quebrados. (uniformidade, diminuição de pontos de emenda) avaliação da taxa de cobertura do gramado 91%
13 QUALIDADE DO TAPETE NA ÁREA DO PRODUTOR Tapetes íntegros, ou seja, sem falhas ou quebrados. Proposta: determinar um intervalo de força para rompimento
14 QUALIDADE DO TAPETE NA ÁREA DO PRODUTOR Tapetes com boa coloração. (relacionado ao uso e embelezamento rápido) padrões de cor dentro de uma faixa pré-estabelecida
15 QUALIDADE DO TAPETE NA ÁREA DO PRODUTOR Tapetes isentos ou dentro de um padrão estabelecido de plantas daninhas,. Tapetes isentos de pragas e doenças. Tapetes com teor de água adequado
16 QUALIDADE DO TAPETE NA ÁREA DO PRODUTOR Tapetes puros, sem mistura de variedade TPI (Turfgrass Producers International), 2006 estabeleceu: a) Tapete de grama certificado (Certified Turfgrass Sod): tapete de qualidade superior produzido a partir de semente de alta qualidade e certificada de origem conhecida ou do plantio de sprigs ou estolões de gramas certificadas deve ser inspecionada pela agencia de certificação alta qualidade total e livre de plantas daninhas exoticas
17 b) Tapete de grama aprovado (Approved Turfgrass Sod): tapete de qualidade superior produzido a partir de semente aprovada de origem conhecida ou do plantio de sprigs ou estolões de gramas aprovada. deve ser inspecionada pela agencia de certificação alta qualidade total e livre de plantas daninhas exoticas c) Tapete de grama cultivado ou de viveiro (Nursery Turfgrass Sod or Cultivated Turfgrass Sod): qualquer tapete de grama plantado em área agrícola e cultivado com o propósito específico de produção de tapetes de grama deve ser rocçado regularmente garantir razoável qualidade e uniformidade
18 d) Tapete de grama não cultivado, de campo ou de pastagem (Field Turfgrass Sod ou Pature Turfgrass Sod): consiste de grama retirada de pastagem ou campina, o qual pode ter sido cultivado primeiramente como forrageira. De acordo com esta classificação a maioria dos tapetes de grama comercializados no Brasil se enquadram dentro da categoria C e D. Há no Brasil poucos campos certificados, com certificação internacional, por não haver agente fiscalizador e/ou certificador no país.
19 QUALIDADE DO TAPETE NO TRANSPORTE cuidados na transferência para os caminhões: paletes, disposição, umidade tempo de transporte e cuidados com a carga Tapetes com boa coloração. (fermentação) certificar-se no caso de venda direta que o terreno esta pronto para receber o tapete QUALIDADE DO TAPETE NA REVENDA estado de conservação do tapete e tempo de venda
20 QUESTOES SOBRE QUALIDADE Existe atualmente padrões de qualidade em tapetes de grama? Quais as características mais importantes de se implementar em termos de qualidade dos tapetes? Quais as bases para se padronizar as características dos tapetes de grama?
21 QUESTÕES SOBRE QUALIDADE De que forma e por quem será feita a fiscalização do selo de qualidade? Quais as vantagens de ter o selo de qualidade?
22 QUALIDADE DO TAPETE x CONSUMIDOR Código de Defesa do Consumidor (CDC), a lei de 1990, que estabelece direito e obrigações de fornecedores e consumidores, para evitar que os consumidores tenham qualquer tipo de prejuízo. Esta lei define que se o produto estiver com defeito, a loja ou quem comercializou tem 30 dias para resolver o problema e procurar a assistência técnica. Se nesse prazo o defeito não for consertado o consumidor poderá escolher entre: trocar o produto, receber o dinheiro de volta ou ter um desconto no preço.
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