CRAVO E CRAVÍNEA DE VASO
|
|
|
- Martim Molinari Fidalgo
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 CRAVO E CRAVÍNEA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre toda a cadeia de produção. Produtores, atacadistas, varejistas, consumidores precisam seguir os mesmos critérios para determinar a qualidade do Assim, haverá mais transparência na comercialização, valorização do melhor produto, maior qualidade e maior consumo. PADRÃO. São as características mensuráveis do O Padrão é determinado pela uniformidade do lote. O lote classificado do Cravo e Cravínea deverão apresentar 90% de uniformidade quanto à altura, formação da planta, flores e ponto de abertura. Altura do vaso É determinado pelo tamanho da planta desde a borda do vaso até a média final das hastes florais, medido pelo centro do vaso. ALTURA CRAVO E CRAVÍNEA Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima Muda 010 e cm 15 cm Pote 11 e cm 23 cm Pote 13, 14 e cm 27 cm Produtos com medidas inferiores aos limites mínimos e superiores aos limites máximos serão desclassificados para A2. OBS: Na montagem do lote/camada, recomenda-se para os potes 11 e 12 uma diferença de até 6 cm entre o vaso mais alto e o mais baixo, já para os potes 13, 14 e 15 pode ser de 10 cm de diferença para que não haja desuniformidade do lote; Também é recomendada a montagem da camada em escada, com o objetivo de formar mix de cores na mesma camada. Exemplo de como é feita a medição da altura da planta (Média final das hastes florais) Exemplo de como é feita a medição da desuniformidade (Diferença de altura entre vasos na mesma camada) 1
2 Formação da planta Refere-se ao aspecto e constituição da planta. Os vasos de Cravos ou Cravíneas deverão apresentar formações circulares, compactas, com folhas bem distribuídas pelo vaso e com boa sustentação. Enfim, apresentando boa cobertura. OBS: Não serão consideradas quantidades de hastes no vaso, porém devem ser suficientes para que tenham uma boa cobertura e formação no vaso. Plantas com boa formação (Cravo) Plantas com má formação e falta de folhas (Cravo) Plantas com boa formação (Cravínea) Planta com má formação (Cravínea) 2
3 Serão devolvidos produtos que estejam sem sustentação ou com haste mole (Vaso que mostra uma separação entre as mudas caindo para os lados) e que comprometam a sua comercialização. OBS: O Uso de estacas é opcional, desde que a planta apresente sustentação, ou seja, deve ser utilizada como uma prevenção na sustentação e não como um corretivo. Plantas sem sustentação Plantas com hastes moles Quantidade de flores por Vasos Refere-se à quantidade mínima de flores/botões que o vaso deve apresentar no momento da comercialização. Deverão estar bem distribuídas pelo vaso. QUANTIDADES CRAVO E CRAVÍNEA Tamanho do Vaso Muda 010 e 310 Pote 11 e 12 Pote 13, 14 e 15 Quantidade de Flores por Vaso Botão mostrando cor Mín. 3 Abertas e demais botões Mín. 4 Abertas e demais botões Ponto de abertura Refere-se ao ponto de maturação mínimo no qual o produto é comercializado. Serão permitidos pontos de abertura: fechados, médios e abertos em um mesmo vaso, sendo que o lote/camada deverá estar uniforme. Lote Uniforme Lote Desuniforme 3
4 Consideraremos falta de maturação, o vaso que apresenta precocidade do botão, ou seja, botões que não estão mostrando cor. O lote será desclassificado por falta de maturação se exceder 5% da camada. Falta de maturação Consideraremos excesso de maturação, o vaso que apresenta um avançado estágio de maturação, ou seja, envelhecimento e quando apresentar flores passadas ou manchadas. O lote será desclassificado por excesso de maturação se exceder 10% da camada. Excesso de maturação QUALIDADE. É a ausência de defeitos. A categoria caracteriza a qualidade do lote, estabelecendo tolerâncias diferentes para os defeitos graves e leves. O produtor deverá eliminar os defeitos graves antes do embalamento, entretanto alterações que podem ocorrer no produto durante o processo de comercialização exigem o estabelecimento de tolerâncias aos defeitos graves que poderá se desenvolver durante o transporte ou depois que o produto já estiver nas mãos de clientes. Defeitos (Porcentagem de Vasos na Camada) Defeitos Graves A1 A2 Danos de doenças na Flor de Cravo Danos de doenças na Flor de Cravínea Danos de doenças na Folha 5% 5% 10% 4
5 Danos de pragas Danos mecânicos (no manuseio) 5% 5% 10% Defeitos Leves A1 A2 Danos na Flor (manchada por doença) Folhas c/ Def. nutricional, amarelas, secas na base. Queima por fitotoxidez Resíduo químico 10% Baixa intensidade sem 5% da planta no vaso Baixa intensidade sem 11% a 20% Tab.- Tabela para determinação da categoria de qualidade de acordo com a tolerância aos defeitos. Defeitos Graves São aqueles que depreciam a aparência e desvalorizam a qualidade do produto, podendo aumentar de intensidade com o tempo, restringindo ou inviabilizando sua comercialização. Danos de doenças. Danos de diferentes características causadas pela infecção de agentes patogênicos; Danos de pragas. Danos de diferentes características causadas pela infestação de insetos, ácaros e outros; 5
6 Danos mecânicos. Danos causados pelo rompimento ou deformação superficial do tecido da flor/ folha provocada por ação mecânica. Defeitos Leves São aqueles que depreciam a qualidade, mas não evoluem com o tempo causando mudança na aparência até o destino final. Folhas amarelas e secas na base. Depreciação da qualidade causada por folhas amarelas e ou secas na base do vaso; Deficiência nutricional. Desnutrição da planta visualizada por amarelecimento e manchas das folhas; Queima por fitotoxidez. Mancha de diferentes características decorrentes da toxidez, geralmente apresenta aspecto de queima nas bordas; 6
7 Resíduo químico. Manchas difusas leves que recobrem as folhas e flores dando um aspecto esbranquiçado à planta. INFORMAÇÕES ADICIONAIS. Deixar um espaço de no mínimo de 10 cm entre a divisória do carrinho e a ponta da flor, para evitar danos mecânicos; É obrigatório fazer a limpeza dos vasos antes de serem enviados para a comercialização; Todos os vasos comercializados deverão vir devidamente preenchidos com substrato; Produtos com classificação B não serão comercializados tanto no Klok como na Intermediação e serão devolvidos para o fornecedor; Plantas desidratadas / murchas não serão comercializadas. COOPERATIVA VEILING HOLAMBRA 7
LISIANTHUS DE VASO. Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima
LISIANTHUS DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
ROSA PALACE DE VASO. Altura medida para a planta
ROSA PALACE DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
FLOR DE MAIO DE VASO
FLOR DE MAIO DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
IXORA DE VASO. Altura da planta É determinado pelo tamanho da planta desde a borda do vaso até a média final das hastes florais ou folhas.
IXORA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
GLOXÍNIA DE VASO. Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima. Pote cm 25 cm
GLOXÍNIA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
ROSEIRA MINI DE VASO
ROSEIRA MINI DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
ZANTEDESCHIA (CALLA) DE VASO
ZANTEDESCHIA (CALLA) DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a
GIRASSOL DE VASO. Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima. Formação da planta Refere-se ao aspecto e constituição da planta.
GIRASSOL DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
CRISÂNTEMO BOLA BELGA DE VASO
CRISÂNTEMO BOLA BELGA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a
IMPATIENS E SUNPATIENS DE VASO
IMPATIENS E SUNPATIENS DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica
MANACÁ DA SERRA DE VASO
MANACÁ DA SERRA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
ASPARGO DE VASO. Plantas fora do padrão de altura e desuniformes
ASPARGO DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
HORTÊNSIA DE VASO. Formação da Planta Refere-se ao aspecto e constituição da planta.
HORTÊNSIA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
PHILODENDRO PACOVÁ DE VASO
PHILODENDRO PACOVÁ DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
CRISÂNTEMO DE VASO. Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima. Pote 15 e VB 23 cm 35 cm
CRISÂNTEMO DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
DENDOBRIUM DE VASO. Para a montagem do lote, recomenda-se ao produtor a seguinte classe de altura para que não haja desuniformidade do lote.
DENDOBRIUM DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
AZALÉIA DE VASO. Altura da planta É determinado pelo tamanho da planta medido desde a borda do vaso até a média final das hastes florais.
AZALÉIA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
Critérios de Classificação Pimenta Ornamental.
Critérios de Classificação Pimenta Ornamental. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
Critérios de Classificação Flor de Maio.
Critérios de Classificação Flor de Maio. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que
Critérios de Classificação Ixora.
Critérios de Classificação Ixora. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica
Critérios de Classificação Hortênsia Vaso.
Critérios de Classificação Hortênsia Vaso. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
BEGÔNIA DE VASO. OBS: Nos pedidos de intermediação enviados com lotes mistos, será admitida uma maior variação de altura entre plantas.
BEGÔNIA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
PIMENTA ORNAMENTAL DE VASO
PIMENTA ORNAMENTAL DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
GÉRBERA DE VASO. Altura da Planta Mínima. Pote cm 30 cm
GÉRBERA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
POENSETTIA DE VASO. Min. 11 a 17 cm / 18 a 23 cm Pote a 27 cm / 28 a 35
POENSETTIA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critério de Classificação Crisântemo Bola Belga.
Critério de Classificação Crisântemo Bola Belga. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
JIBÓIA DE VASO. Formação da planta Refere-se ao aspecto e constituição da planta. Pote 27/30/35
JIBÓIA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
KALANCHOE E KALANCHOE DOBRADO DE VASO
KALANCHOE E KALANCHOE DOBRADO DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica
ALSTROEMÉRIA DE CORTE
ALSTROEMÉRIA DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critério de Classificação Spathiphyllum.
Critério de Classificação Spathiphyllum. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que
SPATHIPHYLLUM DE VASO
SPATHIPHYLLUM DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
ARRUDA DE VASO. Altura do vaso É determinado pelo tamanho da planta desde a borda do vaso até a média final das folhas, medido pelo centro do vaso.
ARRUDA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
BEAUCARNEA DE VASO GÊNEROS / VARIEDADES.
BEAUCARNEA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
CRAVO E CRAVO SPRAY DE CORTE
CRAVO E CRAVO SPRAY DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a
ANTÚRIO DE VASO. Tamanho do Vaso Altura Mínima da Planta Altura Máxima da Planta
ANTÚRIO DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
Critério de Classificação Begônia Vaso.
Critério de Classificação Begônia Vaso. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que
VIOLETA DE VASO. Mín. de 08 flores abertas e demais botões
VIOLETA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
FRUTÍFERAS DE VASO. Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima. Pote cm 70 cm Pote 24, 27 e C32 60 cm Sem limite
FRUTÍFERAS DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critério de Classificação Gérbera - Pote 14.
Critério de Classificação Gérbera - Pote 14. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
AMARYLLIS DE VASO. Classe Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima. I 23 cm 30 cm. II 31 cm 38 cm. II 39 cm 46 cm
AMARYLLIS DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critério de Classificação Crisântemo - Pote 11 e 13.
Critério de Classificação Crisântemo - Pote 11 e 13. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
ORQUÍDEAS VARIADAS DE VASO
ORQUÍDEAS VARIADAS DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critérios de Classificação Palmeira Chamaedorea.
Critérios de Classificação Palmeira Chamaedorea. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
LISIANTHUS DE CORTE. É determinado pelo tamanho da haste desde a sua base até a ponta da haste floral principal, obedecendo à tabela abaixo.
LISIANTHUS DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critérios de Classificação Peperômia.
Critérios de Classificação Peperômia. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica
BOCA DE LEÃO DE CORTE
BOCA DE LEÃO DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
TANGO E SOLIDASTER DE CORTE
TANGO E SOLIDASTER DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
TUIA HOLANDESA DE VASO
TUIA HOLANDESA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
LÍRIO DE CORTE GÊNEROS / VARIEDADES.
LÍRIO DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
PHALAENOPSIS MINI, MIDI E MULTIFLORA DE VASO
PHALAENOPSIS MINI, MIDI E MULTIFLORA DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
Critério CRISÂNTEMO de Classificação
Critério CRISÂNTEMO de Classificação DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
MARANTAS, CALATHEAS, CTENANTHES E STOMANTHES DE VASO
MARANTAS, CALATHEAS, CTENANTHES E STOMANTHES DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
PHALAENOPSIS DE VASO (PT 15)
PHALAENOPSIS DE VASO (PT 15) Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a
Critério de Classificação Crisântemo Corte.
Critério de Classificação Crisântemo Corte. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
ROSA DE CORTE. É determinado pelo tamanho da haste desde a sua base até a ponta do botão, obedecendo à tabela abaixo.
ROSA DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
FOLHAGEM DE CORTE. É determinado pelo tamanho da haste desde a sua base até a ponta da haste principal, obedecendo à tabela abaixo.
FOLHAGEM DE CORTE Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação
Critério de Classificação Folhagem Corte.
Critério de Classificação Folhagem Corte. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que
LÍRIO DE VASO. Altura da haste É determinado a partir da borda do vaso até a ponta do último botão inserido na haste principal.
LÍRIO DE VASO Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre
Critério de Classificação Gérbera Corte.
Critério de Classificação Gérbera Corte. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que
Critério de Classificação Phalaenopsis Mini, Midi e Multiflora Vaso.
Critério de Classificação Phalaenopsis Mini, Midi e Multiflora Vaso. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação
Critério de Classificação Phalaenopsis Vaso.
Critério de Classificação Phalaenopsis Vaso. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
Critério de Classificação Roseira Mini Vaso.
Critério de Classificação Roseira Mini Vaso. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
Critério de Classificação Orquídeas Variadas.
Critério de Classificação Orquídeas Variadas. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
Critérios de Classificação Palmeira Geral.
Critérios de Classificação Palmeira Geral. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento
Critério de Classificação Flor do Campo.
Critério de Classificação Flor do Campo. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que
Normas de classificação
Normas de classificação Situação atual 1ª Exigências legais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 2ª Adesão voluntária do Programa Brasileiro para a Modernização da Horticultura A lei
Fisiologia Pós-colheita de Flores. Msc. Cristiane Calaboni Doutoranda PPG Fisiologia e Bioquímica de Plantas
Fisiologia Pós-colheita de Flores Msc. Cristiane Calaboni Doutoranda PPG Fisiologia e Bioquímica de Plantas Floricultura Atividade em plena expansão; Flores de corte e vaso, folhagens e paisagismo. 200
NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, ACONDICIONAMENTO, EMBALAGEM E APRESENTAÇÃO DO TOMATE.
NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, ACONDICIONAMENTO, EMBALAGEM E APRESENTAÇÃO DO TOMATE. 1.OBJETIVO Esta Norma tem por objetivo definir as características de identidade, qualidade, acondicionamento, embalagem
Estratégias de colheita e beneficiamento para fibra de alta qualidade Engº Agrônomo Édio Brunetta Dir. Agroindustrial Grupo Itaquerê
Estratégias de colheita e beneficiamento para fibra de alta qualidade Engº Agrônomo Édio Brunetta Dir. Agroindustrial Grupo Itaquerê Introdução: A qualidade da fibra do algodão é influenciada direta e
Controle do Crescimento das Plantas
Controle do Crescimento das Plantas Controle por práticas físicas. Controle com produtos químicos. Fatores físicos no controle do crescimento Tamanho do recipiente Recipientes menores ou mais mudas por
Prof. Fernando Luiz Finger
Prof. Fernando Luiz Finger E-mail: [email protected] APARÊNCIA VISUAL 1.Tamanho - Dimensão - Massa fresca total - Volume 2. Forma - Razão entre as dimensões 3. Cor - Uniformidade - Intensidade 4. Presença
CULTIVO DE PIMENTA ORNAMENTAL COM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTA POR VASO 1
CULTIVO DE PIMENTA ORNAMENTAL COM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTA POR VASO 1 NEUHAUS, Mauricio 2 ; BACKES, Fernanda Alice Antonello Londero 3 ; BELLÈ, Rogério Antônio 3 ; SCHWAB, Natalia Teixeira 2 ; GIRARDI,
Padrões para a classificação do MILHO. Caroline Matheus Larissa Gabriela
Padrões para a classificação do MILHO Caroline Matheus Larissa Gabriela Introdução O milho (Zea mays) é, sem dúvida, um dos alimentos mais importantes da cadeia alimentar animal. Muito trabalho tem sido
7. Manejo de pragas. compreende as principais causadoras de danos na citricultura do Rio Grande do Sul. Mosca-das-frutas sul-americana
Tecnologias para Produção de Citros na Propriedade de Base Familiar 63 7. Manejo de pragas Dori Edson Nava A cultura dos citros possui no Brasil mais de 50 espécies de artrópodes-praga, das quais pelo
PORTARIA Nº. 34 DE 16 DE JANEIRO DE Aprova a Norma de Identidade, Qualidade, Acondicionamento, Embalagem e Apresentação do KIWI
PORTARIA Nº. 34 DE 16 DE JANEIRO DE 1998 Aprova a Norma de Identidade, Qualidade, Acondicionamento, Embalagem e Apresentação do KIWI 1 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO
FLOR DE CORTE. Cesar Mauricio Torres Martinez. Holambra - SP
FLOR DE CORTE Cesar Mauricio Torres Martinez Holambra - SP FLOR DE CORTE Crisântemos CRISÂNTEMOS INTRODUÇÃO Classificação Botânica Mercado de Flores no Brasil e no Mundo Produção de Mudas de Crisântemo
DOENÇAS DO QUIABEIRO
DOENÇAS DO QUIABEIRO ÍNDICE: A Cultura do Quiabo Doenças Causada por Fungos Oídio (Erysiphe cichoraceaarum de Candolle - Oidium ambrosiae thum.) Cercosporiose (Cercospora malayensis, Cercospora hibiscina)
O primeiro passo para realizar a amostragem consiste em dividir a área em talhões homogêneos, considerando os seguintes fatores:
Ao se obter a amostra composta, esta deve ser embalada e cuidadosamente identificada de acordo com o mapa elaborado antes de ser enviada ao laboratório. O laboratório PLANTE CERTO fornece os sacos plásticos
ALHO Portaria N o 242, de 17 de setembro de 1992
ALHO Portaria N o 242, de 17 de setembro de 1992 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA, no uso da atribuição que lhe confere o inciso II, do Parágrafo Único do artigo 87 da Constituição
Caderno de Pós Colheita. Produção Integrada de Maçã - PIM. Documento aprovado junto a IN nº 1, em 14/09/2006 Válido para o cíclo
Caderno de Pós Colheita Produção Integrada de Maçã - PIM Caderno de Pós - Colheita Produção Integrada de Maçã - PIM Identificação: Nome do produtor/empresa:-------------------------------------------------------------------------------------------
