Critério de Classificação Flor do Campo.
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- Artur di Azevedo Bayer
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1 Critério de Classificação Flor do Campo. Classificar é separar os produtos em lotes homogêneos quanto ao padrão e qualidade, caracterizados separadamente. O critério de classificação é o instrumento que unifica a comunicação entre toda a cadeia de produção. Produtores, atacadistas, varejistas, consumidores precisam seguir os mesmos critérios para determinar a qualidade do Assim, haverá mais transparência na comercialização, valorização do melhor produto, maior qualidade e maior consumo. 1. GRUPO. Relacionado às características da variedade. GRUPO 1 FC: Será dividido em 2 grupos: 1. Flores Grandes Margaridas Grandes: 10 hastes no maço 2. Flores Pequenas Mini Margaridas: 15 hastes no maço Orlina Aliya Snowflake Escudo GRUPO 2 Tedcha Chironne Arjuna Adora Mariva Odile All White All Cream Benjiro Selma Orange
2 Lopez Moonlight Black Eye Kiwi Green 2. PADRÃO. São as características mensuráveis do O Padrão é determinado pela uniformidade do lote. O lote de Flor do Campo padronizado é aquele que possui 95% de uniformidade quanto a comprimento e ponto de maturação Comprimento da haste É determinado pelo tamanho da haste desde a sua base até a ponta da haste floral principal, obedecendo à tabela abaixo: CLASSE Comprimento da Haste a 60 cm a 70 cm a 80 cm 2.2. Ponto de maturação Refere-se ao ponto de maturação no qual o produto é comercializado. É considerado excesso de maturação quando a quase totalidade dos maços encontra-se estourado, ou seja, com um avançado estágio de maturação ou envelhecimento. O lote será desclassificado quando a amostra (maço) apresentar 80 % das flores com miolo totalmente aberto. Consideramos a falta de maturação a precocidade de maturação na colheita, que não permitirá a abertura das flores. O lote será desclassificado quando a amostra (maço) apresentar 60 % das flores imaturas (fechadas). 3. QUALIDADE. É a ausência de defeitos. A categoria de classificação (A1 ou A2) caracteriza a qualidade do lote e deverá ser estabelecida conforme limites de tolerâncias para defeitos graves e leves. Os defeitos graves são aqueles que podem continuar a evoluir durante o processo de comercialização. O produtor deverá selecionar o produto antes do embalamento, assegurando requisitos mínimos de qualidade, abaixo do qual o produto não poderá ser comercializado.
3 Defeitos Graves Defeitos (Em % no maço) A1 A2 Danos de ferrugem Até 10 Até 20 (leve Intensidade) Botrytis 0 0 Danos de pragas Até 10 Até 20 (ácaro, thrips, mosca minadora) - Danos mecânicos Baixa intensidade sem Média e Alta intensidade sem comprometer a beleza do Falta de folhas totais 0 0 Desidratação 0 Até 10 Defeitos Leves A1 A2 Queima por fitoxidez, folhas amareladas ou secas Resíduo químico Baixa intensidade sem Baixa intensidade sem Média e Alta intensidade sem comprometer a beleza do Baixa a Média intensidade sem Tab. - Tabela para determinação da categoria de qualidade de acordo com a tolerância aos defeitos OBS: Produtos de classificação B serão comercializados normalmente desde que o produtor tenha controle da quantidade enviada para a não depreciação do 3.1. Defeitos Graves São aqueles que depreciam a aparência e desvalorizam a qualidade do produto, podendo aumentar de intensidade com o tempo, restringindo ou inviabilizando sua comercialização.
4 Danos de ferrugem. Manchas de coloração marrom escuro que aparecem na face superior das folhas. Não serão aceitos produtos com folhas totalmente afetadas. Será desclassificado o produto que apresentar o sintoma imediatamente visualizado na inspeção. Só serão aceitos no A1, produtos com pouquíssimos pontos de infecção; Botrytis. Danos de apodrecimento do tecido da flor ou folhas. Não serão aceitas plantas com Botrytis o produto será devolvido ao produtor; Danos de pragas. Danos de diferentes características causadas pela infestação de insetos, ácaros e outros. Áreas necrosadas e com galerias na superfície das folhas ou clorose leve na nervura central das folhas ou sugamento leve nas flores e folhas; Danos mecânicos. Dano com rompimento ou deformação superficial do tecido da flor/folha provocada por ação mecânica. Será desclassificado o lote que apresentar todas as flores das bordas oxidadas; Falta de folhas totais. Será classificado como B o maço que não apresentar nenhuma folha. O maço deverá estar limpo na base em até 20 cm;
5 Desidratação. Plantas que apresentarem o aspecto de murcha por falta de água Defeitos Leves São aqueles que depreciam a qualidade, mas não evoluem com o tempo causando mudança na aparência até o destino final. Queima por fitoxidez. Mancha de diferentes características decorrentes da toxidez geralmente apresenta aspecto de queima. Será desclassificado o lote que apresentar o sintoma imediatamente visualizado na inspeção; Folhas amarelas e ou secas. Alteração na coloração das folhas para o amarelo, sendo desclassificado o maço que apresentar acima de 6 cm de folhas amarelas na base; Resíduo químico leve. Manchas difusas leves que recobrem as folhas dando um aspecto esbranquiçado à planta. Será desclassificado se houver excesso de deposição de produtos químicos. Departamento de Qualidade..
Critério de Classificação Roseira Mini Vaso.
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HORTÊNSIA DE VASO. Formação da Planta Refere-se ao aspecto e constituição da planta.
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GIRASSOL DE VASO. Tamanho do Vaso Altura da Planta Mínima Altura da Planta Máxima. Formação da planta Refere-se ao aspecto e constituição da planta.
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DENDOBRIUM DE VASO. Para a montagem do lote, recomenda-se ao produtor a seguinte classe de altura para que não haja desuniformidade do lote.
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ROSA DE CORTE. É determinado pelo tamanho da haste desde a sua base até a ponta do botão, obedecendo à tabela abaixo.
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LISIANTHUS DE CORTE. É determinado pelo tamanho da haste desde a sua base até a ponta da haste floral principal, obedecendo à tabela abaixo.
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