Nanomagnetismo. Parte 3. Escola do CBPF
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- Marco Antônio Sousa Cruz
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1 Nanomagnetismo Parte 3 Escola do CBPF
2 Nanomagnetismo Escola do CBPF 2008 Alberto P. Guimarães Renato A. Silva 1 Introdução 14/07 2 Magnetismo de Pequenas Partículas 15/07 3 Filmes Finos e Multicamadas 16/07 4 Outros Sistemas de Baixa Dimensionalidade 17/07 5 Propriedades de Transporte 18/07 1-2
3 Definição de filmes finos: são materiais (cristalinos ou não-cristalinos) depositados com forma bidimensional sobre a superfície de um substrato através de métodos físicos ou químicos. Espessura < 1 μm
4 Importância dos filmes finos Filmes finos são os sistemas que apresentam propriedades nanoscópicas mais estudados A gravação magnética emprega filmes no meio magnético e nas cabeças de gravação e leitura Os filmes de interesse para o Nanomagnetismo podem ser de dois tipos: a) planares extensos b) com dimensões laterais nanoscópicas (alguns destes sistemas têm propriedades semelhantes aos grãos magnéticos)
5 Técnicas de preparação de filmes Deposição de vapor Pulverização catódica ( sputtering ) Eletrodeposição
6 Crescimento de filmes Aderência depende das energias superficiais Quanto maior a energia superficial relativa do substrato, maior a tendência do material depositado a se espalhar (molhar). F.J. Himpsel, et al, Magnetic nanostructures. Adv. Phys., 47: , 1998.
7 Energia livre dos materiais
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10 Partes do disco rígido de um computador Disco Rígido Cabeçote leitura
11 Página do Instituto de Física da UFRGS Media particulada consiste de pequenas partículas, por exemplo ferrita de ferro, γ-fe 2 O 3, coberto por metal ou polímero.
12 Mídia Magnética Particulada Hoje: Gravação longitudinal: Densidade ~ 100 Gbit/in 2 CoCrPtB (TEM)
13 Comportamento magnético e tamanho de partículas Três regimes a) Superparamagnético b) Monodomínio FM c) Multidomínio FM Fig. Cullity 1972 (a) (b) (c) rotação livre dos momentos devido à desordem térmica direção fácil Aumentando D
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15 Anisotropia Magnética em filmes finos Tipos de anisotropia: Anisotropia magnetocristalina Anisotropia de forma Anisotropia de superficie 2 Ean = Keffetivo sin θ A direção de fácil magnetização surge da competição entre as diferentes anisotropias!
16 Anisotropia Magnética em filmes finos Filmes espessos: Anisotropia magnetocristalina Anisotropia de forma Redução da espessura + Anisotropia de superfície
17 Gravação Magnética Cabeças de leitura e gravação magnética, longitudinal e perpendicular
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19 Exchange bias Trabalho pioneiro de Meiklejohn e Been Nano-particulas de Co, previamente oxidadas, apresentam anisotropia uni-direcional quando o material é resfriado desde o estado PM até o estado AF na presença de um campo magnético. W. H. Meiklejohn and C. P. Bean, Phys. Rev., 102, 1413 (1956). W. H. Meiklejohn and C. P. Bean, Phys. Rev., 105, 904 (1957).
20 Em que consiste o efeito exchange bias? Exchange bias ou polarização de troca é um fenômeno associado com a anisotropia de troca criada na interface entre um FM e um AFM M Uma das manifestações mais conhecidas do fenômeno consiste no deslocamento do ciclo de histerese. H c H E H
21 Interfaces AFM/FM compensada não compensada momento alinhado na interface x x x x x x
22 Fenomenologia J. Nogués and Ivan K schuller. JMMM 192 (1999) 203
23 Sistemas experimentais mais investigados pequenas partículas Co-CoO, Ni-NiO, Fe-Fe 3 O 4 filmes Finos AF-FM camadas AF oxidadas camadas AF metálicas camadas de sulfitos, fluretos e nitretos ferri-fm AF-ferri ferri-ferri
24 Considerando rotação coerente da magnetização (modelo mais simples) E = -HM FM t FM cos(θ-β) + K FM t FM sin 2 (β) + K AFM t AFM sin 2 (α) - J int cos (β - α) Termos da energia magnética Primeiro - energia de Zeeman Segundo - energia de anisotropia no ferromagneto Terceiro - energia de anisotropia no antiferromagneto Quarto - energia de exchange na interface
25 Minimizando a energia é possível encontrar H E M H c Com as condições: H E H Contudo o valor estimado é muito maior que o valor observado, e várias outros efeitos devem ser levados em consideração: Formação de domínios distribuição de tamanho de grão não alinhamento dos spins na interface AFM-FM, etc.
26 Modelos teóricos Teoria Principais características Estrutura magnética da interface Principais resultados Primeiro trabalho Rotação coerente da Camada AF da interface não H E muito maior do que (Meiklejohn) magnetização F e AF compensada, m F m AF observado experimentalmente (m: magnetização bulk) Primeiro modelo de Defeitos aleatórios criam Camada AF da interface não Razoável valor H E o qual Interface aleatória campos aleatórios compensada, m F m AF depende da concentração (Malozemoff) de defeitos Modelo de paredes Acoplamento na interface F; Camada AF da interface não Razoável valor H E de domínio AF filme fino F co mpensada, m F m AF (Mauri) Magnetização Ortogonal Spins oblicuos na interface Camada AF da interface Estrutura da interface da F e AF AF compensada, m F m AF magnética realística (Koon) Rugosidade na interface; Interface AF compensada Razoável valor H E Interface distribuída interação dipolar é incorporada m F m AF e m F m AF coercividade finita, dependente aleatoriamente são investigadas da concentração de defeitos (Schulthess) M. Kiwi, JMMM. 234 (2001) 584
27 Possíveis Aplicações ímãs permanentes; sensores magnéticos; memórias magnetoresistivas;
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29 Acoplamento entre camadas Duas camadas ferromagnéticas de momentos μ 1 e μ 2 separadas por uma camada paramagnética têm uma energia de acoplamento Este é o acoplamento bilinear Outro termo que pode ser importante tem a forma Este termo em geral está associado à rugosidade da interface J 1 é dado pela diferença de energia da configuração paralela e antiparalela das camadas por unidade de área M.D. Stiles, 'Interlayer exchange coupling', J. Magn. Magn. Mat. 200 (1999)
30 Acoplamento através de camada não-magnética A constante J 1 usualmente varia de forma oscilatória Dentro da descrição RKKY, o acoplamento é dado por uma função dos vetores L que limitam a superfície de Fermi e por uma fase φ M.D. Stiles, 'Interlayer exchange coupling', J. Magn. Magn. Mat. 200 (1999)
31 Acoplamento através de camada não-magnética Acoplamento entre camadas de Co com espaçador de Cu, em função da espessura deste, mostrando comportamento oscilatório
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33 Aplicação: sensores de campo magnético Válvula de spin Magneto-resistência túnel
34 Gravação Magnética
35 Bibliografia U. Gradmann, 'Magnetism in ultrathin transition metal films', in Handbook of Magnetic Materials, Ed. K.H.J. Buschow, North Holland, Amsterdam, 1993, pg F.J. Himpsel, J.E. Ortega, G.J. Mankey and R.F. Willis, 'Magnetic nanostructures', Adv. Phys. 47 (1998) P. Grünberg, 'Layered magnetic structures: history, facts and figures', J. Magn. Magn. Mat. 226 (2001) R.C. O'Handley, Modern Magnetic Materials, John Wiley, Nova York, J. Nogués and I.K. Schuller, 'Exchange bias', J. Magn. Magn. Mat. 192 (1999) M.D. Stiles, 'Interlayer exchange coupling', J. Magn. Magn. Mat. 200 (1999)
36 Fim
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