PPA PPA
|
|
|
- João Henrique Quintão Costa
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos PPA PPA a. Orientação Estratégica de Governo b. Metodologia, Etapas e Participação Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES Rio de Janeiro, 02 de junho de
2 PPA PPA ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA DE GOVERNO UM BRASIL PARA TODOS: CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL, EMPREGO E INCLUSÃO SOCIAL 2
3 Processo de Elaboração do Plano Plurianual Programa de Governo UM BRASIL PARA TODOS Orientação Estratégica FEV/ABR Estratégia de Desenvolvimento Dimensões Mega objetivos Ações de Governo ABR/AGO Desafios Programas Macroobjetivos Objetivos 3
4 A Estratégia e suas Cinco Dimensões Dimensão Social Dimensão Regional Criação de emprego e desconcentração da renda por via de inclusão social e de vigoroso crescimento, ambientalmente sustentável e redutor das desigualdades regionais, dinamizado pelo mercado de consumo de massa e viabilizado pela expansão competitiva das atividades superadoras da vulnerabilidade externa. Dimensão Ambiental Dimensão Econômica Dimensão Democrática 4
5 As Cinco Dimensões da Estratégia Dimensão Social Inclusão social, acesso universal e de qualidade aos serviços públicos, valorização cultural, transmissão do aumento da produtividade a rendimentos dos trabalhadores Dimensão Regional Eqüidade entre regiões, desenvolvimento regional e local Dimensão Ambiental Estratégia de Desenvolvimento Harmonia entre desenvolvimento e meio ambiente, sustentabilidade ambiental Dimensão Econômica Estabilidade macroeconômica, geração de emprego e renda, ampliação dos investimentos e da produtividade, conquista de mercados internacionais com redução da vulnerabilidade externa Dimensão Democrática Fortalecimento da cidadania, respeito aos direitos humanos e gestão participativa das políticas públicas 5
6 O Problema Concentração da renda e da riqueza e insuficiente criação de postos de trabalho, em quantidade e qualidade debilidade nos mecanismos de transmissão dos aumentos de produtividade para o rendimentos das famílias trabalhadoras, e economia de baixos salários concentração da renda e da riqueza, pobreza e exclusão social Concentração é recorrente, devido a desequilíbrios macroeconômicos, a vulnerabilidade externa e insuficiente expansão exportadora, a crédito caro e de curto prazo, a baixo estímulo ao investimento produtivo e ao consumo, a estagnação prolongada, a reduzido crescimento da produtividade e a tecnologias pouco absorvedoras de mão-de-obra. 6
7 A Oportunidade Condições de alcançar vigoroso crescimento da produtividade e da renda per capita: Riqueza humana: força de trabalho eficiente e ágil no aprendizado, empresariado dinâmico e técnicos de alto nível, diversidade cultural; Riqueza natural: energia hidráulica, recursos hídricos, terra agriculturável, biodiversidade; Base produtiva ampla, fortes vantagens comparativas em inúmeros setores (agro-indústria, insumos básicos), plenas condições de adensar cadeias produtivas; Amplo mercado interno potencial; Plenas condições de reduzir a distância com relação à fronteira tecnológica mundial; Baixo crescimento demográfico. 7
8 A Estratégia de Desenvolvimento Criação de emprego e desconcentração da renda por via de inclusão social e de vigoroso crescimento, ambientalmente sustentável e redutor das desigualdades regionais, dinamizado pelo mercado de consumo de massa e viabilizado pela expansão competitiva das atividades superadoras da vulnerabilidade externa. 8
9 O Modelo de Consumo de Massa Características Aumento da massa de rendimentos do trabalho leva à ampliação do consumo de bens e serviços da estrutura produtiva moderna Aspecto desfavorável: baixa criação de emprego Aspectos favoráveis: Estrutura produtiva existente é compatível com a redistribuição de renda e pode ser estimulada por ela Consumo de massa impulsiona poderoso processo de elevação da produtividade (base de qualquer crescimento econômico) 9
10 Consumo de Massa e Elevação da Produtividade Aumento de produtividade do modelo ocorre por três vias: Aumento de escala produtiva (para mercado interno e, em conseqüência, para mercado internacional) Aprendizado, modernização e progressso técnico Incorporação da mão-de-obra em empregos de alta produtividade Modelo estabelece círculo virtuoso entre rendimentos das famílias trabalhadoras e investimentos 10
11 O Círculo Virtuoso na Lógica do Consumo de Massa Aumento de Rendimentos das Famílias Trabalhadoras Ampliação do Consumo Popular Aumento de Produtividade Investimentos Produtivos 11
12 ESTRUTURA DO CONSUMO CONSUMO ORIGINADO EM RENDIMENTOS DO TRABALHO CONSUMO ORIGINADO EM RENDIMENTOS DA PROPRIEDADE ESTRUTURA PRODUTIVA 12
13 ESTRUTURA DO CONSUMO CONSUMO ORIGINADO EM RENDIMENTOS DO TRABALHO CONSUMO ORIGINADO EM RENDIMENTOS DA PROPRIEDADE ESTRUTURA PRODUTIVA INCLINADA À PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS DE LUXO 13
14 ESTRUTURA DO CONSUMO CONSUMO ORIGINADO EM RENDIMENTOS DO TRABALHO CONSUMO ORIGINADO EM RENDIMENTOS DA PROPRIEDADE ESTRUTURA PRODUTIVA INCLINADA À PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS DE CONSUMO DE MASSA 14
15 Investimentos Produtivos e o Círculo Virtuoso no Consumo de Massa Aumento de Rendimentos das Famílias Trabalhadoras Ampliação do Consumo Popular? Aumento de Produtividade Investimentos Produtivos? 15
16 Requisitos para o Aumento dos Investimentos Consolidar o equilíbrio macroeconômico para reduzir as taxas de juros e criar um ambiente de confiança Coordenar investimento produtivo para atender demanda interna, impulsionar e diversificar exportações e produção substitutiva das importações, e viabilizar superação da vulnerabilidade externa Coordenar e impulsionar os investimentos em infra-estrutura Ampliar a oferta de crédito interno de longo prazo, a custos adequados. 16
17 O Círculo Virtuoso na Lógica do Consumo de Massa Elevação dos rendimentos do trabalho? Elevação dos gastos sociais essenciais? Aumento de Rendimentos das Famílias Trabalhadoras Ampliação do Consumo Popular Redução nos preços de bens e serviços de consumo popular? Conclusão: Políticas de inclusão social são indispensáveis à operação do modelo de consumo de massa.? Aumento de Produtividade Investimentos Produtivos 17
18 Inclusão Social: Objetivo Central Justiça social, acesso universal e de qualidade aos serviços públicos; Ações necessárias para gerar emprego e renda bem como melhorar as relações e condições de trabalho; Ações necessárias para assegurar e ampliar os direitos e serviços sociais (previdência, saúde, assistência, educação, capacitação transporte coletivo, habitação, saneamento, segurança alimentar, segurança pública, cultura, esporte e lazer); 18
19 Alguns Mecanismos Redistributivos Elevação sistemática no salário mínimo; Redução nas taxas de juros; Reforma tributária com progressividade; Reforma previdenciária; Ampliação e reorientação do orçamento público para viabilizar os gastos sociais essenciais; Educação, capacitação ( em condições de crescimento do emprego). 19
20 Inclusão Social: Objetivos Associados ao Crescimento Aumento na eficiência da força de trabalho : alimentação, saúde, educação, capacitação, etc; Viabilização do modelo de consumo de massa e da elevação da produtividade a ele associado, fortalecimento da transmissão do aumento da produtividade aos salários. 20
21 Políticas de Inclusão Social e Elevação da Renda para o Consumo Popular Reforma agrária e fortalecimento da agricultura familiar: criam emprego e reduzem pressão sobre mercado de trabalho Bolsa-Escola: reduz pressão e disponibiliza renda Universalização da assistência aos idosos: reduz pressão e disponibiliza renda Fome-zero: disponibiliza renda e cria emprego Universalização do acesso a moradia, a infra-estrututra de saneamento, a transporte coletivo, a educação, a saúde: criam emprego e disponibilizam renda Salário Mínimo, Seguro-Desemprego: disponibilizam renda Subsídios cruzados às tarifas de serviços essenciais: disponibilizam renda 21
22 Do Curto ao Longo Prazo Transição se baseia numa estratégia macroeconômica clara que valoriza a estabilidade Planejamento estratégico é essencial para compatibilizar os objetivos de crescimento, inclusão social, fortalecimento da democracia e redução do desemprego e das disparidades regionais, com as restrições transitórias adotadas à busca da estabilidade macroeconômica A elevação necessária do investimento não é incompatível com o aumento do consumo das classes da população de renda mais baixa, que ocorrerá em decorrência da adoção de mecanismos, tais como: ampliação dos programas de transferência de renda, progressividade tributária, estímulo à desconcentração da propriedade (reforma agrária e moradia), e diferenciação das tarifas de serviços públicos), etc. 22
23 PPA PPA Metodologia, Etapas e Participação 23
24 Princípios Planejamento tendo como orientação uma estratégia de desenvolvimento de longo prazo; O Plano como instrumento para a orientação estratégica e a gestão da ação de governo (envolve todos os recursos orçamentários e não-orçamentários); Planejamento Participativo; Fortalecimento do conceito de revisão periódica do Plano com participação; O desenvolvimento regional e local associado aos planejamentos nacional e territorial; Valorização da gestão: Os orçamentos anuais integrados ao Plano; O programa como unidade de gestão para resultados na sociedade. 24
25 Horizontes de Planejamento PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO Diretrizes Estratégicas para o Desenvolvimento PLANO PLURIANUAL Programas e Ações ORÇAMENTO ANUAL 2004 Programas e Ações PROGRAMAS ESTRUTURANTES NORMATIVO Anos INDICATIVO 25
26 Exemplo de Programa Programa: ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL Objetivo: Eliminar a prática do trabalho por menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz. Indicador: Índice mais recente: Índice final PPA: TAXA DE TRABALHO INFANTIL 11,170 5,000 26
27 Exemplo de Programa Dados Financeiros em R$ milhões: Nacional: N NE SE CO S Total Recursos dos Orçamentos da União 362,0 51,1 611,5 33,4 37,0 0, ,8 Demais Fontes 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 Total 362,0 51,1 611,5 33,4 37,0 0, ,8 27
28 Exemplo de Programa Ações: Prod. Unid.Med. Nacional N NE SE CO S Total Atendimento à criança e ao criança/ adolescente em jornada escolar adolescente Unid ampliada atendido Concessão de bolsa criança/ criança cidadã adolescente Unid atendido Fiscalização para erradicação criança/ do trabalho Infantil adolescente Unid atendido Mapeamento dos focos de mapeamento do trabalho Infantil por realizado Unid Município 28
29 Elaboração e gestão do PPA com participação Gestão do PPA Execução dos programas Participação Orientação Estratégica de Governo Participação Orientação Estratégica dos Ministérios Definição dos Programas Consolidação do PPA Monitoramento e Gestão de Restrições Avaliação e Revisão Participativa do Plano Cenário Econômico Limite Fiscal por Ministério Gerenciamento das Regiões de programação (proposta) Participação Planejamento Territorial Articulação nos Estados Promoção das oportunidades de investimento público e privado Estratégia de Financiamento do PPA Recursos orçamentários Parcerias Elaboração do PPA ao Nível do conjunto do Governo Elaboração do PPA ao Nível de cada Ministério Recursos não orçamentários 29
30 Gestão do Plano Plurianual Avaliação Participação Monitoramento Revisão dos Programas Participação Execução dos Programa Impacto na na sociedade Planejamento expresso em Programas Problema ou Demanda da Sociedade Participação 30
31 Aperfeiçoamento contínuo PL LOA /ago PLDO 2005 PL Revisão do PPA Ciclo de Planejamento e Gestão 15/abr dez PL PPA /ago 31
32 Planejamento Participativo O planejamento participativo é parte intrínseca da estratégia de desenvolvimento de longo prazo, da consolidação do estado democrático e do fortalecimento da cidadania No estado contemporâneo e democrático, a eficiência e a efetividade repousa sobre a radicalização dos espaços de diálogo, concertação e compromisso com a sociedade 32
33 Dimensões do Planejamento Participativo Dimensão Nacional Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Entidades com representação nacional Dimensão Territorial Entidades da sociedade civil organizada, de caráter nacional, regional e temático Entes federativos Dimensão Setorial Câmaras e Conselhos Setoriais Entidades setoriais 33
34 Estratégia de Financiamento do PPA Fiscal / Seguridade Investimento das Estatais Orçamentários Empresas Estatais (Geração Própria) Instituições Financeiras Públicas Fundos Constitucionais Não Orçamentários União Disponibilidade do FAT, FGTS e outros Estados e Municípios Públicos Financiamento dos Programas e Ações do Plano Empréstimos convencionais Concessão de Serviços Públicos Parceria Público- Privada Cooperação Internacional Reembolsável pelo empreendimento Reembolsável pelo poder público Privados Recursos de mercado Recursos de fundos de pensão ONGs Parceiros 34
35 Brasil 35
36 Brasil 36
37 37
38 38
39 Cronograma ATIVIDADES FEV 2003 MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET 1 - Orientações Estratégicas de Governo Participação 14/Abr 2 - Orientações Estratégicas dos Ministérios Participação 3 - Capacitação dos Técnicos nos Ministérios 14/Abr 8/Abr 17/Abr 7/Mai 4 - Planejamento Territorial do PPA e de Longo Prazo Participação 5 - Cenário Econômico 31/Mai 31/Mai 6 - Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias 15/Mar 15/Abr 7 - Elaboração de Programas 22/Abr 7/Ago Qualitativa Participação 15/Jun Quantitativa 15/Jun 7/Ago 9 - Projeto de Lei do PPA 15/Jun 29/Ago 10 - Divulgação 29/Ago 39
O PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL
O PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL A sociedade brasileira experimenta nas últimas décadas o seu mais longo caminho para a democracia. Já estamos na 6ª edição de um processo de alternância do poder central do
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO SECRETARIA DE ESTADO DE TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL 5 Tópicos da apresentação Menu 2 01 02 03 04 05 INTRODUÇÃO METODOLOGIA UTILIZADA DIAGNÓSTICOS PLANO ESTRATÉGICO PRÓXIMOS
PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO
PLANO NACIONAL DE EXTENSÃO 1999-2001 (disponível em www.mec.gov.br/sesu/planonaex.shtm) Princípio Básico Eixos Temáticos Objetivos Metas Financiamento Avaliação PRINCÍPIO BÁSICO Tem-se hoje como princípio
Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados
Plano Decenal da Assistência Social: Desafios para os Entes Federados Proteção Social para todos/as os/as brasileiros/as II Plano Decenal - 2016/2026 CARACTERÍSTICAS DOS PLANOS São técnicos e políticos;
LEI Nº /2013 CAPÍTULO I DO PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL E DO PLANO PLURIANUAL
LEI Nº. 1.282/2013 Ementa: Institui o Plano Plurianual do Município de Ouricuri para o período de 2014 a 2017. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE OURICURI/PE, no uso de suas atribuições legais, faz saber que A
Diretrizes Aprovadas nos Grupos de Trabalho ou na Plenária Final. Por Ordem de Votação nos Eixos Temáticos
Diretrizes Aprovadas nos Grupos de Trabalho ou na Plenária Final Por Ordem de nos Eixos Temáticos Brasília (DF), 1 a 4/12/2015 Eixo 1 - Direito à Saúde, Garantia de Acesso e Atenção de Qualidade Diretriz
Instrumentos de Planejamento e Orçamento na Gestão Municipal
Instrumentos de Planejamento e Orçamento na Gestão Municipal Fernando S. COELHO Apoio Parceria Coordenação Técnica Iniciativa 0 Nossos objetivos na capacitação de hoje Discutir sobre a função de Planejamento
CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES
Presidência da República Secretaria de Governo Secretaria Nacional de Articulação Social CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES Natal RN, 27 de julho de 2017 Etapas da Agenda 2030 ETAPA DE
Computação e Sociedade A Sociedade da Informação PROFESSORA CINTIA CAETANO
Computação e Sociedade A Sociedade da Informação PROFESSORA CINTIA CAETANO Introdução Sociedade da Informação - Nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades. 2 Introdução Como essa
CONGRESSO NACIONAL COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS PÚBLICOS E FISCALIZAÇÃO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PLANO PLURIANUAL PARA
CONGRESSO NACIONAL COMISSÃO MISTA DE PLANOS, ORÇAMENTOS PÚBLICOS E FISCALIZAÇÃO PROJETO DE LEI DE REVISÃO DO PLANO PLURIANUAL PARA 2004-2007 (Projeto de Lei nº 41/2005-CN) PARECER DA COMISSÃO SUBSTITUTIVO
Plano Nacional de Extensão Universitária
Plano Nacional de Extensão Universitária Princípios Básicos Assumir mais veementemente a posição de uma universidade voltada para os interesses e as necessidades da maioria da população requer a retomada
FAHESA - Faculdade de Ciências Humanas, Econômicas e da Saúde de Araguaína ITPAC - INSTITUTO TOCANTINENSE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS LTDA.
2. O QUE É EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA? A extensão universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural,
DIREITO À SAÚDE: SUS, HUMANIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL
DIREITO À SAÚDE: SUS, HUMANIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012 Encontro com os agentes de pastoral Carlos Neder SUS - Base Legal CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA CONSTITUIÇÕES ESTADUAIS LEIS
INCENTIVOS FISCAIS PARA AS NOVAS TECNOLOGIAS JOZÉLIA NOGUEIRA
INCENTIVOS FISCAIS PARA AS NOVAS TECNOLOGIAS JOZÉLIA NOGUEIRA POLÍTICA FISCAL A Política Fiscal é um instrumento fundamental para alcançar um crescimento econômico inclusivo e com maior igualdade E com
APPGG - SÃO PAULO - CRONOGRAMA GESTÃO GOVERNAMENTAL
ANEXO GESTÃO GOVERNAMENTAL Professor 1. Avaliação e monitoramento de políticas públicas. Maria das Graças Rua 30/09 13. Serviços públicos no município, qualidade no serviço público, modalidades de execução:
Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola.
Desenvolvimento Local com Justiça Social: Uma Estratégia Alternativa de Combate à Pobreza em Angola. Willi Haan Fundação Friedrich Ebert - Angola Abril de 2005 Um Projeto Nacional de Desenvolvimento que
ENFERMAGEM PROMOÇÃO DA SAÚDE. Aula 3. Profª. Tatiane da Silva Campos
ENFERMAGEM Aula 3 Profª. Tatiane da Silva Campos PORTARIA Nº 2.446, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2014 Redefine a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS). Art. 5º São diretrizes da PNPS: I - o estímulo à
Agenda. Contexto. O Nordeste Territorial. Fórum de Governança da Atividade Econômica. Formas de Financiamento
Agenda Contexto O Nordeste Territorial Fórum de Governança da Atividade Econômica Formas de Financiamento Área de atuação do BNB Nordeste: 1.554,4 mil Km 2 Semi-árido: 974,4 mil Km 2 (62,7% do território
Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e ao conteúdo mínimo dos Planos de Saneamento Básico.
RESOLUÇÃO RECOMENDADA ConCidades N o 75, DE 2 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e ao conteúdo mínimo dos Planos de Saneamento Básico. O Conselho das Cidades,
Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento
Território e planejamento de longo prazo: a experiência do Estudo da Dimensão territorial do planejamento Leandro Freitas Couto Analista de Planejamento e Orçamento 27.07.2016 Retomada do planejamento
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição
O Novo Servidor Público. Cristiano De Angelis
O Novo Servidor Público Cristiano De Angelis Uma nova Administração Pública (pessoas + estratégia + ação) Os governos não têm recursos, habilidades internas e inteligência suficientes (Bourgon, 2009).
Políticas para estimular a oferta de habitações CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO
Políticas para estimular a oferta de habitações CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO Luis Fernando M. Mendes Economista da CBIC Cancun - México 12/07/2011 Representante nacional e internacional
REDE SOCIOASSISTENCIAL
REDE SOCIOASSISTENCIAL O que é Vulnerabilidade Social? Pode ser entendida como a condição de risco em que uma pessoa se encontra. Um conjunto de situações mais, ou menos problemáticas, que situam a pessoa
A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável
V Mesa-Redonda da Sociedade Civil Brasil EU A Dimensão Social e o Conceito de Desenvolvimento Sustentável Apresentação da Conselheira Lúcia Stumpf Porto, Portugal 7 a 9 de novembro de 2011 1 Contextualização
UNEB Universidade do Estado da Bahia. Rua Silveira Martins, nº 2555, Cabula, Salvador Bahia. CEP: Tel.:
PROGRAMA O Programa de Apoio à Pós Graduação e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Desenvolvimento Socioeconômico no Brasil PGPSE, constitui ação do governo brasileiro destinada a fomentar a cooperação
LEI MUNICIPAL Nº806/2015, 19 de junho de APROVA o Plano Municipal de Educação e dá outras providências.
LEI MUNICIPAL Nº806/2015, 19 de junho de 2015. APROVA o Plano Municipal de Educação e dá outras providências. GODOFREDO CLAUDIO WERKHAUSEN, Prefeito Municipal de Novo Xingu RS FAÇO SABER, no uso das atribuições
O Plano Nacional de Educação PL. 8035/2010 Perspectivas, Desafios e Emendas dos/as Trabalhadores/as em Educação
SEMINÁRIO CNTE O Plano Nacional de Educação PL. 8035/2010 Perspectivas, Desafios e Emendas dos/as Trabalhadores/as em Educação Secretário Carlos Abicalil EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 59, DE 11 DE NOVEMBRO
Mini Curso Orientações para a elaboração dos Planos Decenais Municipais
XVIII ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Plano Decenal: Concretizando o Pacto Federativo Brasília, 23 a 25 de maio de 2016 Mini Curso Orientações para a elaboração dos Planos Decenais Municipais Facilitadoras:
COMERCIALIZAÇÃO NO ÂMBITO DA ECONOMIA SOLIDARIA
COMERCIALIZAÇÃO NO ÂMBITO DA ECONOMIA SOLIDARIA Secretaria Nacional de Economia Solidária Ministério do Trabalho e Emprego Seu tamanho no Brasil 21.859 EES 1,7 Milhão de Pessoas 2.934 municípios (52%)
Plano de Desenvolvimento Institucional
Plano de Desenvolvimento Institucional Âmbito de atuação Missão Visão Elementos Duráveis Princípios Elementos Mutáveis (periodicamente) Análise Ambiental Objetivos Estratégicos Metas Planos de Ação PDI
ICMS PERSONALIZADO (ICMS-P)
ICMS PERSONALIZADO (ICMS-P) Um imposto moderno, eficiente e equitativo JUNHO 2017 ORIGEM DOS IMPOSTOS SOBRE O CONSUMO Eram pouco utilizados até inicio século XX; Cenário muda após I Guerra Mundial Substituem
Nossa pauta de conversa hoje é
Nossa pauta de conversa hoje é DEBATER A POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL AO ABRIGO DA POLÍTICA DE SEGURIDADE SOCIAL, ENTENDENDO QUE É NECESSÁRIO ENTENDER QUE POLÍTICA SOCIAL É CIDADANIA. ISAURA ISOLDI CIDADANIA
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária
Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária Constituição do Brasil O que é SCJS Uma Estrategia De Reconhecimento e
Orçamento e financiamento da política integrada para infância e adolescência
Orçamento e financiamento da política integrada para infância e adolescência Brasília, agosto de 2010. INESC Trajetória Fundado em 1979 a história do INESC se confunde com a história da democratização
PLANOS DE RECURSOS HÍDRICOS
PLANOS DE RECURSOS HÍDRICOS INSTRUMENTOS DE GESTÃO Lei 10.179/2014 POLÍTICA ESTADUAL DE RECURSOS HÍDRICOS OUTORGA ENQUADRAMENTO COBRANÇA SISTEMA DE INFORMAÇÕES COMPENSAÇÃO FUNDÁGUA PLANO DE RECURSOS HÍDRICOS
Teresina Participativa: Agora também é com você. Jhamille Almeida Secretária Executiva de Planejamento Urbano
Teresina Participativa: Agora também é com você. Jhamille Almeida Secretária Executiva de Planejamento Urbano COMO elaborar um Plano Diretor? O Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) define as
O FUTURO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL RESULTADOS DE UMA PESQUISA DE PROSPECÇÃO TECNOLÓGICA PARA A CADEIA PRODUTIVA DA CONSTRUÇÃO HABITACIONAL
Seminário Internacional Sobre Prospecção em C,T&I Perspectivas de Integração Ibero-Americana 07 e 08 de julho de 00 Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Tecnologia
Instrumentos de Planejamento Federal e os ODS
Instrumentos de Planejamento Federal e os ODS Integrados Interligados Indivisíveis 09/11/2018 Grau de conhecimento do brasileiro sobre os ODS Pesquisa realizada pela ONU em parceria com o Ibope, entrevistou
Programação Orçamentária 2012
Programação Orçamentária 2012 Ministério da Fazenda Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Fevereiro de 2012 1 2 3 Bens 4 Serviços 5 6 Desenvolvimento Sustentável Ampliação dos investimentos Fortalecimento
TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN MCT 1 VAGA
INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) - TECN 3.1.6 - MCT 1 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Prestação de serviços de pessoa física para a elaboração de documento
Organização da Aula 2. Gestão do Orçamento Público. Aula 2. Contextualização
Organização da Aula 2 Gestão do Orçamento Público Aula 2 Base legal e orçamento público Princípios Constitucionais; Legislação e instrumentos legais de planejamento público orçamentário. Prof. Nivaldo
PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE
1 01000000 0000 Legislativa 2.486.797,24 8.696.157,45 11.182.954,69 01031000 0000 Ação Legislativa 2.486.797,24 8.696.157,45 11.182.954,69 01031001 0000 Atuação Legislativa da Câmara Municipal 2.486.797,24
Transporte como Direito Social
Ministério das Cidades SeMOB - Secretaria Nacional de Transportes e da Mobilidade Urbana Transporte como Direito Social Setembro 2013 Missão SeMOB Promover a Mobilidade Urbana para contribuir na construção
PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009
PORTARIA INTERMINISTERIAL MDA e MDS e MMA Nº 239 DE 21 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações para a implementação do Plano Nacional de Promoção das Cadeias de Produtos da Sociobiodiversidade, e dá outras
DIREITOS HUMANOS. Política Nacional de Direitos Humanos. Universalizar Direitos em um Contexto de Desigualdades. Profª.
DIREITOS HUMANOS Política Nacional de Direitos Humanos Profª. Liz Rodrigues - Eixo Orientador III: Universalizar direitos em um contexto de desigualdades: - a) Diretriz 7: Garantia dos Direitos Humanos
Política Nacional de Segurança Pública - PNaSP
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA Política Nacional de Segurança Pública - PNaSP Novembro/2017 Página 1 de 9 POLÍTICA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA INTRODUÇÃO CONSIDERANDO que compete ao Ministério
