mobilidade sustentável
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- Eduarda Ribas Faria
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1 GALARDÃO eco XXI Cantanhede, 19 de Setembro de 2014 mobilidade sustentável requalificação urbana/mobilidade/ambiente/trânsito/sustentabilidade Micael Sousa
2 PRINCÍPIOS E OBJECTIVOS PRINCÍPIOS GERAIS Redução dos impactes ambientais. Prevalência do interesse público em relação ao privado; Contribuição para valores fundamentais de liberdade e da igualdade de oportunidades; Melhoria da qualidade de vida urbana - níveis crescentes de saúde e qualidade ambiental. PRINCÍPIOS ESPECÍFICOS Qualidade, eficiência, conforto e segurança nos sistemas de transporte e trânsito Melhoria da acessibilidade, promovendo o conceito de mobilidade para todos; Aposta nos modos suaves: primazia do peão nas zonas centrais e históricas da cidade; e criar condições para o uso da bicicleta (rede ciclável) Desenvolvimento da educação para a mobilidade sustentável;
3 PONTE PEDONAL SOBRE O RIO LIS
4 NECESSIDADE DE INSERÇÃO URBANA E PAISAGISTA COMPLEMENTO AOS MODOS SUAVES Melhoria da imagem urbana. Controlar a presença de automóveis, libertando o espaço para o peão e para a bicicleta. Recuperar ambientalmente o rio tornando-o mais acessível, aberto, público. Criar espaço aberto de ligação acessíveis às vias e espaços públicos existentes. Remoção de barreiras arquitectónicas e garantia de mobilidade inclusiva Iluminação pública e garantia de segurança
5 PONTE PEDONAL SOBRE O RIO LIS ANTES DEPOIS
6 PROGRAMA POLIS UMA CONCRETIZAÇÃO DA MOBILIDADE SUAVE A intervenção do Programa Polis em Leiria abrangeu uma área de 125 hectares, localizada ao longo do rio Lis e compreendendo a Zona Histórica da Cidade. Criação e Beneficiação de Parques e Áreas Verdes: ,83 m2 Criação e Requalificação de Espaço Público: m2 Requalificação de Frentes de Rio: m Construção de Passadiços Pedonais: 9 Pontes Viárias e Pedonais: 2 Criação de novos Percursos Pedonais Cicláveis: m Estacionamento dissuasor: 870 lugares Edifícios novos de apoio e substituição: 10 Demolições para Requalificação Urbana: 4 Centro de Interpretação Ambiental: 1
7 PROGRAMA POLIS UMA CONCRETIZAÇÃO DA MOBILIDADE SUAVE Requalificação do espaço público urbano, criando espaços de convívio. Devolver ao espaço público ao peão em detrimento do automóvel.
8 RE-PEDONALIZAÇÃO DO CENTRO DA CIDADE Anos 20 Actualidade Anos 80
9 PARCERIA LOCAL PARA A REGENERAÇÃO URBANA DO CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA (PALOR) Inv. Total ,26 Inv. Elegível ,15 FEDER ,61 Comparticipação 79,94% EPA - Projectos de requalificação DC 2 de espaço público EPA 6 EPA 5 DS 1 EPA 3 DC 4 EPA 1 EPA 2 REPROGRAMAÇÃO 2010 DC 1 EPA 8
10 PARCERIA LOCAL PARA A REGENERAÇÃO URBANA DO CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA (PALOR)
11 INTERMODALIDADE E COMPLEMENTARIEDADE MODAL COMO MAIS-VALIA AMBIENTAL Importa utilizar modos e meios de transporte com menores impactes ambientais. Mas também garantir a mobilidade sustentável através de: Adequação dos meios e modos de transporte aos condicionamentos e realidades locais; Complemento entre os vários tipos e modos de transporte, sem duplicação e desperdícios.
12 INTERMODALIDADE E COMPLEMENTARIEDADE MODAL Estratégias seguidas em Leiria Privilegiar os modos suaves (pedonal e ciclável) no centro da cidade e ao longo do rio Bolsas de estacionamento pago em locais estratégicos (subterrâneos em locais centrais) Bolsas de estacionamento gratuito na periferia ligados por infraestruturas rodoviárias em sistema radial e por transportes públicos (Mobilis e Urbanas). Implementação de uma rede de ciclovias complementares e integradas com as restantes infraestruturas, incluindo a rede lúdico/desportiva que existe ao longo da costa atlântica.
13 INTEGRAÇÃO SISTEMA PEDONAL - ESTACIONAMENTO Parques de estacionamento Topo Norte Estádio 350 Jardins do Lis 150 Varandas do Lis 115 Maringá 402 Fonte Quente 243 Pingo Doce 42 O Paço 105 Eurosol Residence 185 Fonte Luminosa 308 Mercado Sant Ana 59 C. C. D. Dinis 112 Largo de Inf Central Park G. S. José 45 TOTAL Estacionamento de superfície Estacionamento tarifado 562 Zona Desportiva (livre) 1400 Mercado Municipal (livre) 350 TOTAL a 5 Km/hora = + 80 m/minuto
14 REDE CICLÁVEL DE LEIRIA - PRINCÍPIOS O recurso à bicicleta é um modo sustentável de transporte, que contribui para a saúde e vivência urbana. Mas a sua utilização apresenta desafios e dificuldades, especialmente em tornar o seu uso mais utilitarista. Há que incentivar o seu uso. Algo que Leiria tem vindo a fazer com a materialização da sua rede ciclável. A rede existente e em expansão pretende ligar os principais pontos de interesse da cidade (escolas, centro saúde, centro comercial, espaços públicos, espaço natural como a margem do Rio Lis). Foram criados quatro novos troços com percursos : - Avenida 25 de Abril - Avenida da Comunidade Europeia - Caminho da Encosta (ligação entre a Avenida 25 de Abril e a Rua Cristiano Cruz). - Variante de Capuchos (Em execução) 14
15 REDE CICLÁVEL DE LEIRIA - TRAJETOS AVENIDA 25 DE ABRIL AVENIDA DA COMUNIDADE EUROPEIA CAMINHO DA ENCOSTA MARGEM SUL DO RIO LIS 15
16 REDE CICLÁVEL DE LEIRIA REDE URBANA E LIGAÇÃO À ESTRADA ATLÂNTICA N L J K Percurso não materializado. Percurso materializado (faixa ou pista).
17 VARIANTE DOS CAPUCHOS UM EXEMPLO Objetivos da Variante dos Capuchos no âmbito da sustentabilidade Hierarquização viária e complemento da rede rodoviária de circulação periférica. Desvio de volumes consideráveis de tráfego para a circulação periférica, garantindo mais eficiência no tráfego de atravessamento da cidade. Libertação do sistema viário central para o desenvolvimento dos modos suaves e para a melhoria da eficiência do transporte público. 17
18 RESTRIÇÕES À CIRCULAÇÃO RODOVIÁRIA CENTRO HISTÓRICO DE LEIRIA ZONA DE ACESSO CONDICIONADO
19 PROMOÇÃO DO TRANSPORTE COLECTIVO TRANSFERIR VIAGENS DO TI PARA O TP APOSTA NA FIABILIDADE, RAPIDEZ, CONFORTO E SEGURANÇA Vantagens: Custa menos à comunidade Necessita de menos espaço público É menos intensivo em termos de energia Polui menos É o modo mais seguro Melhora a acessibilidade ao emprego Oferece mobilidade para todos Reforça laços sociais
20 PROMOÇÃO DO TRANSPORTE COLECTIVO O MOBILIS foi implementado em 22 de Setembro de 2005, no Dia Europeu Sem Carros. Objetivos: - Estabelecimento de circuitos circulares entre os principais polos geradores de viagens. - Ligação entre os vários equipamentos coletivos; - Ligação às principais zonas urbanas e o centro; - Ligação complementar entre as redes urbanas existentes; - Veículos recentes e acessíveis. 20
21 PROMOÇÃO DO TRANSPORTE COLECTIVO PERCURSOS O Mobilis é constituído por dois percursos, Mobilis 1 e Mobilis 2, com direções inversas e paragens de veículos de TC de passageiros apostas. Destaque para as ligações: - Escolas; - Hospitais e centros de Saúde; - Serviços Municipais; - Serviços estatais; - Centro da Cidade; - Outros locais 21
22 PROMOÇÃO DO TRANSPORTE COLECTIVO INTEGRAÇÃO DOS TRANSPORTES PÚBLICOS COM O ESTACIONAMENTO
23 PROMOÇÃO DA MOBILIDADE ELÉTRICA REDE MOBILIDADE ELÉCTRICA MOBI.E PLANO MUNICIPAL PARA A MOBILIDADE ELÉCTRICA 88 pontos de carregamento normal e 4 de carregamento rápido.
24 PROMOÇÃO DA MOBILIDADE ELÉTRICA FROTA AUTOMÓVEL MUNICIPAL E POLÍTICA INTERNA Princípios e estratégias O Município pretende dar o exemplo no tipo de veículos utilizados; Política de selecção e utilização de veículos menos poluentes; Acompanhamento e manutenção constante para minimizar impactos dos veículos Frota inclui veículos híbridos (elétrico/gasolina);
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